Proteção confiável de turbinas a gás para FPSOs

A Divisão de Turbinas a Gás da Parker fecha mais um contrato para sistemas de filtragem de admissão de turbinas a gás para uso a bordo de um FPSO destinado ao offshore brasileiro.

Turbinas a gás (GT) usadas em FPSOs requerem proteção contra intempéries e contaminantes no ambiente em que são instaladas. O desafio para os fabricantes de filtragem de turbina a gás é fornecer o equilíbrio certo de proteção, confiabilidade, custo e manutenção do ciclo de vida dentro de um pacote compacto, leve e robusto adequado para uso a bordo dessas embarcações.

Por meio de sua divisão Gas Turbine Filtration, a Parker Hannifin tem uma longa e bem-sucedida experiência no fornecimento de pacotes de filtragem de entrada de ar para uso em FPSOs. Seu relacionamento próximo com os principais OEMs da GT e o reconhecimento no mercado como líder em soluções de captação offshore significa que muitas vezes é o fornecedor preferido para novos projetos. Um de seus sucessos mais recentes inclui um projeto para fornecer suas unidades de filtragem GT modulares de alta velocidade com entrada de ar Static Offshore E12 para um novo FPSO encomendado por uma grande empresa brasileira de petróleo e gás.

Gerald Woodward, Gerente de Vendas e Marketing da Divisão de Filtração de Turbinas a Gás da Parker Hannifin, diz: “A Parker é líder neste tipo de pacote offshore. No entanto, nosso apoio a esses projetos vai além do fornecimento de soluções confiáveis, compactas e robustas que atendem às necessidades de filtragem e proteção de valiosos GTs usados ​​a bordo dos FPSOs. Também investimos em uma forte cadeia de suprimentos no Brasil e na Europa, que atende às demandas de localização e apóia a operadora e a EPC no cumprimento de seus objetivos de projeto.”

Os sistemas de entrada de ar Static Offshore E12 da Parker são modulares, compactos e de fácil manutenção. Soluções de grau E-12 de alta eficiência, elas são projetadas especificamente para uso offshore com as turbinas menores e de alta velocidade usadas em FPSOs.

Woodward continua: “Desenvolvemos módulos padrão para nossos pacotes de entrada de ar offshore para reduzir custos e garantir o desempenho do filtro. Nossa longa história no projeto de sistemas de filtros offshore e profundo conhecimento dos elementos que eles enfrentam significam que oferecemos soluções de alto desempenho que protegem os GTs, otimizando os requisitos de manutenção e reduzindo o custo geral de propriedade.”

O novo contrato do EPC que atende a operadora de petróleo é o mais recente de uma série de prêmios para FPSOs que operam offshore no Brasil para explorar recursos de petróleo e gás lá. É o segundo de quatro FPSOs planejados e as unidades de entrada estão planejadas para entrega em CY22. A Parker também obteve sucesso em garantir o pedido do primeiro FPSO, com unidades programadas para entrega em abril de 2022.

Woodward conclui: “Com o tempo, fornecemos cerca de 150 unidades modulares de filtragem GT com entrada de ar Static Offshore E12 de alta velocidade em todo o mundo. Continuamos desenvolvendo e aprimorando nossas unidades de filtragem para apoiar a crescente eficiência dos GTs modernos, além de investir para garantir que os sistemas de suporte e as cadeias de suprimentos sejam robustos para as operadoras brasileiras.”

PRIO e FUNBIO abrem chamada para projetos de educação ambiental na Bacia de Campos

As propostas devem ser enviadas até 10 de julho. O foco é a cadeia produtiva da pesca artesanal

A PRIO e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) convidam instituições sem fins lucrativos com representatividade junto à cadeia produtiva da pesca artesanal a apresentarem propostas de projetos com foco no desenvolvimento e fortalecimento do Turismo de Base Comunitária (TBC). As ações devem ser promovidas em ambientes marinho e costeiro de comunidades pesqueiras de munícipios litorâneos do estado do Rio de Janeiro.

A chamada acontece no âmbito da “Implementação de projetos de Educação Ambiental e geração de renda para as comunidades pesqueiras da região Norte do Estado do Rio de Janeiro”. Os municípios beneficiados nesta chamada serão Campos dos Goytacazes, Carapebus, Casimiro de Abreu, Macaé, Quissamã, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra, Araruama, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Iguaba Grande, Maricá, Rio das Ostras, Saquarema e São Pedro da Aldeia, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Magé, Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo Paraty, Angra dos Reis, Itaguaí e Mangaratiba.

Serão consideradas as propostas alinhadas aos princípios do Turismo de Base Comunitária, como a conservação da sociobiodiversidade, valorização da história e da cultura, o protagonismo comunitário, a equidade social, a partilha cultural, a geração de renda e a continuidade. As propostas poderão apoiar o desenvolvimento de novas iniciativas ou ainda apoiar a consolidação de atividades existentes, desde que alinhadas aos princípios do TBC. Será aceita apenas uma proposta por instituição proponente.

O prazo previsto para a execução do projeto deve ser de 18 meses e o planejamento deve levar em consideração o tempo real para a realização das atividades e alcance de resultados previstos.

Para essa Chamada serão disponibilizados até R$ 5,25 milhões com recursos financeiros do Projeto Educação Ambiental. O valor a ser solicitado por projeto deverá ser de, no mínimo, R$ 180 mil e, no máximo, R$ 500 mil.

Mais informações sobre a chamada do “Projeto Implementação de projetos de Educação Ambiental e geração de renda para as comunidades pesqueiras da região Norte do Estado do Rio de Janeiro” no link

Turismo de Base Comunitária

Dentre os princípios do Turismo de Base Comunitária estão a autogestão, o associativismo e o cooperativismo, a democratização de oportunidades e benefícios, a economia solidária, a conservação da natureza e a salvaguarda do patrimônio cultural local e, principalmente, o protagonismo das comunidades locais na gestão e oferta de bens e serviços turísticos, bem como na distribuição equitativa dos benefícios advindos do turismo, de acordo com o Ministério do Turismo. O TBC pode ser uma atividade complementar para a geração de renda e fortalecimento dos ofícios e modos de vida das comunidades tradicionais, associada à valorização da história, modo de vida e cultura locais, características cuja demanda tem tido importante impulso em tempos recentes dentro do universo do turismo.

TAC Frade
O Projeto Educação Ambiental visa atender às obrigações de natureza compensatória no âmbito do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em 13 em setembro de 2013 entre a empresa Chevron Brasil e o Ministério Público Federal/RJ, com a interveniência da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), denominado TAC Frade.

Como consequência da assinatura deste instrumento, foi assumido o compromisso para execução de medidas compensatórias que têm como objetivos principais a conservação da biodiversidade no litoral, o uso sustentável dos recursos pesqueiros, o fortalecimento da pesca artesanal e a educação ambiental. Em março de 2019, a PRIO assumiu a operação do Campo de Frade, ficando responsável pela execução do referido TAC em substituição à Chevron.

Workshop da ANP debate segurança operacional e meio ambiente para instalações terrestres

A ANP realizou o VI Workshop de Segurança Operacional e Meio Ambiente para Instalações Terrestres (VI SOMAT). O evento híbrido contemplou apresentações presenciais e por meio de vídeo, dentro da programação do Mossoró Oil & Gas Expo, no Rio Grande do Norte.

No workshop, a ANP apresentou os principais aspectos relacionados à segurança operacional dos ativos terrestres, considerando o contexto de cessão de direitos, com a intensificação das ofertas permanentes e do desinvestimento da Petrobras. Também foi feita uma análise de desempenho de segurança das atividades de exploração e produção, bem como debatidos os principais desafios futuros.

As apresentações realizadas pela ANP expuseram temas como o futuro da regulação de segurança em campos terrestres; o status da revisão do arcabouço regulatório de Segurança Operacional; a importância dos estudos de risco; planos de respostas a emergências; melhores práticas de segurança na transferência de ativos; integridade de poços; gestão de barreiras de segurança; descomissionamento; e orientações e esclarecimentos sobre as comunicações de incidentes ocorridos em áreas terrestres.