Petrobras informa sobre bloco Alto de Cabo Frio Central

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 01/04/22, informa que concluiu o teste de formação no poço pioneiro 1-BRSA-1383A-RJS (Alto de Cabo Frio Central Noroeste) no pré-sal da porção sul da Bacia de Campos. A nova descoberta está localizada a 230 km da cidade do Rio de Janeiro-RJ, em profundidade d’água de 1.833 metros, no bloco Alto de Cabo Frio Central.

O teste de formação avaliou um espesso intervalo de reservatórios carbonáticos do pré-sal no qual se comprovou boa produtividade. Durante o teste foram coletadas amostras de óleo que serão posteriormente caracterizadas por meio de análises de laboratório.

O resultado é fruto da estratégia do consórcio de maximizar a utilização dos dados e de aplicar novas soluções, possibilitando o processamento em tempo real dos dados adquiridos que permite tomadas de decisão de forma ágil e segura. O consórcio dará continuidade às atividades no bloco Alto de Cabo Frio Central, visando avaliar as dimensões da nova acumulação.

O bloco Alto de Cabo Frio Central foi adquirido em outubro de 2017, na 3ª rodada de licitação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), sob o regime de Partilha de Produção, tendo a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) como gestora.

A Petrobras é a operadora do bloco e detém 50% de participação, em parceria com a empresa BP Energy do Brasil Ltda. (50%).

PRIO inicia produção do primeiro poço perfurado pela Companhia em Frade, dobra a produção do ativo e aumenta em 45% a da empresa

ODP4 entrou em atividade no final da última semana. Poço foi construído em tempo recorde, 68 dias

A PRIO, maior empresa independente de óleo e gás do Brasil e pioneira na recuperação e incremento da vida útil de campos maduros, acaba de iniciar a produção do primeiro poço da Campanha de Revitalização do campo de Frade (ODP4), na Bacia de Campos. O poço ainda está em estabilização, mas a produção inicial já é de 15 mil barris por dia, dobrando a capacidade do ativo e levando a média da produção diária da PRIO para 48.500 barris de óleo, um aumento de 45%. Esse é o primeiro poço da Campanha de Revitalização de Frade.

O projeto foi executado em 68 dias, 22 a menos que o planejado inicialmente, contemplando perfuração, completação e conexão submarina, prazo bastante inferior às projeções iniciais, resultando em uma redução de 30% no valor orçado para o poço.

A construção do poço foi realizada em um processo dividido em cinco fases e um projeto conservador, diante das características geológicas e histórica do campo. O ODP4 se torna o segundo poço mais rápido perfurado no campo de Frade e o primeiro poço em deepwater da PRIO.

“A realização do nosso planejamento para Frade está apenas no começo. Essa bem-sucedida operação foi executada com a máxima segurança e eficiência, o que garantiu a manutenção dos mais de 3.600 dias sem acidentes com afastamento. É mais um importante passo para o crescimento da PRIO e para que ela se firme como a maior empresa independente de óleo e gás da América Latina”, comemora o diretor de operações da PRIO, Francilmar Fernandes.

A eficiência nessa operação com essa representativa redução de prazo e custo, levou a PRIO a  antecipar a perfuração de um segundo poço produtor que estava prevista para a segunda fase da Campanha de Revitalização de Frade, o MUP3A. Este novo poço, com previsão de produção na casa dos 3.500 barris de óleo por dia, terá um CAPEX bastante inferior ao do poço ODP4, já que utilizará a estrutura subsea e parte do poço MUP3 (atualmente sem produção).

“Os resultados obtidos com o ODP4, até o momento, reforçam que o campo de Frade ainda tem muito potencial. Adicionalmente a isso, a eficiência na execução desse projeto, possibilita a antecipação do cronograma da primeira fase de Revitalização desse campo, que, agora, passa a contar com quatro poços (2 produtores e 2 injetores) mantendo o mesmo CAPEX. Estamos muito animados com o que está por vir. Seguimos fazendo mais com menos e operando no máximo da eficiência”, explica Fernandes.

Frade está localizado a 121 km da costa do Rio de Janeiro, tem reserva estimada em 60.4 milhões de barris de óleo pesado e data estimada de abandono em 2.054. A PRIO é a operadora do campo desde 2019, quando adquiriu o ativo que era operado pela Chevron (51,7%), Petrobras (30%) e a Frade Japão Petróleo (18,3%) como parceiros.

Petrobras conclui venda da Gaspetro

A Petrobras, em continuidade aos comunicados divulgados em 28/07/2021 e 22/06/2022, informa que finalizou hoje a venda de 51% da Petrobras Gás S.A. (Gaspetro) para Compass Gás e Energia S.A. (Compass).

A transação foi concluída pelo valor de R$ 2,097 bilhões integralmente quitados nesta data.

A presente divulgação ao mercado está de acordo com normas internas da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Esta operação está alinhada com o Termo de Compromisso de Cessação (TCC) assinado com o CADE, em julho de 2019, para promoção de concorrência no setor de gás natural no Brasil, bem como à estratégia de gestão do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor e maior retorno à sociedade.

Sobre a Gaspetro

A Gaspetro é uma holding com participação societária em 18 companhias distribuidoras de gás natural, localizadas em todas as regiões do Brasil. Suas redes de distribuição somam aproximadamente 10 mil km, atendendo a mais de 500 mil clientes, com volume distribuído de cerca de 29 milhões m3/dia. Seu quadro societário então formado pela Petrobras, com 51% das ações, e a Mitsui Gás e Energia do Brasil Ltda., com 49% restantes das ações, passa a ser 51% das ações da Compass e 49% das ações da Mitsui Gás e Energia do Brasil Ltda.

Wilson Sons registra aumento de manobras portuárias em junho

Resultados operacionais da companhia também apresentam crescimento nas atividades de cabotagem nos Tecons Salvador e Rio Grande 

A Wilson Sons registrou, em junho, um aumento de 2,6% nas manobras portuárias em relação ao mesmo período de 2021. No último mês, a companhia iniciou a operação do seu novo rebocador WS Centaurus, o mais potente em atividade no Brasil. O crescimento de manobras portuárias foi impulsionado, principalmente, pelo aumento de cargas em geral, celulose, petróleo, bauxita e grãos. 

Os resultados positivos da unidade de negócios, Rebocadores, se destacam entre os dados operacionais de junho, divulgados na sexta-feira (8/7) pela companhia, maior operadora integrada de logística portuária e marítima do País.

Outro fato relevante foi o aumento de 30,7% no total de dias em operação das embarcações de apoio offshore, graças ao início de novos contratos. As atracações de embarcações nas bases de apoio offshore também cresceram 57,9%, devido ao aumento nas operações regulares com novos contratos.

Nos terminais de contêineres Salvador e Rio Grande o destaque foi o crescimento da cabotagem (movimentação costeira de cargas). No Tecon Salvador, a cabotagem cresceu 13,7%, devido aos maiores volumes de arroz, químicos e carnes diversas. Já no Tecon Rio Grande, o aumento foi de 5% da cabotagem, com uma escala a mais e incremento nos volumes de bens de consumo. 

Em junho, a Wilson Sons ampliou em 33% a capacidade operacional do Tecon Santa Clara, terminal fluvial da companhia, que opera de forma integrada ao Tecon Rio Grande. A ampliação aconteceu após a troca da barcaça Trevo Roxo, com capacidade de 120 TEU (unidade correspondente a um contêiner de 20 pés), pela barcaça Guaíba, de 160 TEU. Além de gerar mais oportunidades comerciais para o mercado gaúcho, o incremento da navegação interior é um importante aliado no desenvolvimento de projetos logísticos mais sustentáveis, já que o uso do modal contribui para a redução na emissão de gases de efeito estufa. 

Sobre o WS Centaurus

O WS Centaurus é o primeiro de uma série de seis novos rebocadores da companhia, que trazem ao Brasil um conceito inovador. Com projeto Damen RSD 2513, a embarcação conta com novo design de casco que permite uma redução estimada de até 14% nas emissões de gases de efeito estufa, em função de uma hidrodinâmica mais eficiente. Além disso, as novas embarcações são as primeiras no País a seguirem o padrão IMO TIER III, que promove a redução das emissões de óxidos de nitrogênio em mais de 75%, contribuindo para a melhora da qualidade do ar nos portos onde operam.

Sobre a Wilson Sons

A Wilson Sons é o maior operador integrado de logística portuária e marítima do mercado brasileiro, com mais de 180 anos de experiência. A companhia tem abrangência nacional e oferece soluções completas para mais de 5 mil clientes, incluindo armadores, importadores e exportadores, indústria de óleo e gás, projetos de energia renovável, setor do agronegócio, além de outros participantes em diversos segmentos da economia.