Cristiano Pinto da Costa assume presidência da Shell Brasil

Ele substitui André Araujo, que decidiu se aposentar após doze anos no cargo.

A Shell Brasil informa que Cristiano Pinto da Costa assumiu, a presidência da companhia. Ele substitui André Araujo, que decidiu se aposentar após doze anos no cargo, desde 1º de agosto.

“Assumir a presidência da Shell Brasil neste momento de transição energética é a maior responsabilidade da minha carreira. Manter a relevância do Brasil para a Shell em Upstream continuará sendo um objetivo da minha gestão. O outro é fazer decolar várias outras áreas de negócio da companhia, como Hidrogênio, Eólica Offshore, Solar e Soluções Baseadas na Natureza (NBS) – buscando sempre gerar valor social e um impacto positivo na vida das pessoas dentro e fora da companhia,” afirmou Cristiano Pinto da Costa.

O executivo vinha atuando como Vice-presidente Executivo da companhia, continuando também à frente da liderança direta do negócio de Exploração e Produção no país. Cristiano é engenheiro químico formado pela UFRJ com MBA pela Cranfield School of Management, no Reino Unido. Ele entrou na Shell como estagiário em 1996 e seguiu carreira internacional por 18 anos, tendo ocupado diversas posições nas linhas de Downstream, Gás Integrado, Aquisições e Desinvestimentos, Trading e Upstream, até voltar ao Brasil em 2018 para gerenciar os ativos da Shell no pré-sal; chegando finalmente à posição de Vice-presidente Executivo em 2021.

Plataformas da Bacia de Campos passam por serviços de manutenção com uso de Hotéis flutuantes

Até 2023, investimento total será de US$ 220 milhões para a execução de serviços com as Unidades de Manutenção e Segurança

Utilizadas pela Petrobras em grandes manutenções e paradas de produção na Bacia de Campos, as Unidades de Manutenção e Segurança (UMS) realizam serviços voltados à integridade, preservação, conformidade legal e segurança. As cinco campanhas para a execução dessas atividades iniciadas em 2022 se estendem até 2023, com investimento de mais de US$ 220 milhões e criação de dois mil postos de trabalho. Esse aporte de recursos integra o Plano Estratégico – PE 2022-2026 da companhia.

A plataforma P-51 teve campanha e parada de produção já concluídas. Estão em curso as campanhas da P-53 e da P-43, com término previsto para julho. Serão iniciadas, ainda em 2022, as etapas de execução das campanhas das plataformas P-48 e P-40. Além das UMS, a Unidade de Exploração e Produção da Bacia de Campos (UN-BC) da Petrobras utilizará, a partir de agosto de 2022, uma embarcação de pequeno porte, tipo acomodação, para obras de menor escopo.

Nessas campanhas, fornecedores e parceiros atuam em conjunto com a companhia desde o planejamento, fornecimento de materiais até a entrega de cada serviço crítico. Além da estruturação do planejamento, a equipe de gestão cuida de sua execução, monitoramento e controle e conta com o trabalho de gerências internas de suporte e profissionais a bordo das unidades marítimas. O ciclo de um projeto de grandes manutenções e de parada programada possui, em média, dois anos, desde a nomeação do time do projeto, iniciação, planejamento até a implantação e encerramento.

Um hotel flutuante com oficinas de manutenção, cada UMS permite alojar cerca de 500 trabalhadores que não pertencem à equipe da plataforma e que atuam em campanhas ou paradas programadas das unidades marítimas em operação, o que possibilita a realização de um amplo escopo de atividades complementares à rotina da unidade.

As UMS se conectam às plataformas que estão em manutenção por meio de uma ponte articulada (gangway), permitindo o deslocamento de forma segura dos trabalhadores, que retornam à UMS para pernoite e refeições. Além de alojamentos e refeitório, esse tipo de unidade conta com oficinas mecânicas e elétricas, guindastes, almoxarifados, áreas de pintura e manutenção de peças e equipamentos.

Petrobras conclui venda de campos terrestres no Ceará

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 14/08/2020, informa que finalizou hoje a venda da totalidade de suas participações nos campos terrestres de Fazenda Belém e Icapuí, denominado conjuntamente de Polo Fazenda Belém, localizados na Bacia Potiguar, no estado do Ceará, para a 3R Fazenda Belém S.A., anteriormente denominada SPE Fazenda Belém S.A..

Após o cumprimento das condições precedentes, a operação foi concluída com o pagamento à vista de US$ 4,6 milhões para a Petrobras, já com os ajustes previstos no contrato. O valor recebido hoje se soma ao montante de US$ 8,8 milhões pagos à Petrobras na data da assinatura do contrato de compra e venda. Além desse montante, a companhia ainda receberá US$ 10 milhões, no prazo de um ano após o fechamento da operação, o qual será corrigido com base nas condições previstas no contrato de compra e venda.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Essa operação está alinhada à estratégia de gestão de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor e maior retorno à sociedade. A Petrobras segue concentrando os seus recursos em ativos em águas profundas e ultraprofundas, onde tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

O Polo Fazenda Belém

O Polo compreende os campos terrestres de Fazenda Belém e Icapuí, localizados no estado do Ceará, onde a Petrobras é detentora de 100% de participação. A produção média do Polo Fazenda Belém de janeiro a julho de 2022 foi de aproximadamente 575 barris de óleo por dia (bpd).

Sobre a 3R Fazenda Belém S.A.

A 3R Fazenda Belém S.A. é uma empresa com foco no redesenvolvimento de campos maduros e em produção, subsidiária integral da 3R Petroleum Óleo e Gás S.A., companhia listada no Novo Mercado da B3.

Petrobras assina novo aditivo com a YPFB

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 24/05/2022, informa que celebrou novo aditivo ao contrato de compra de gás natural com a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB).

O aditivo assinado no último dia (5/8) se refere ao perfil de compromissos de entregas pela YPFB dos volumes de gás contratados pela Petrobras, em função da disponibilidade atual da YPFB e dos contratos assumidos por ela com outros agentes do mercado de gás, como amplamente divulgado.

O aditivo prevê a manutenção do volume contratado máximo de 20 milhões de m3/dia, com flexibilização de entrega e recebimento de acordo com a sazonalidade e a disponibilidade da oferta, garantindo assim um fornecimento em equilíbrio contratual para as empresas. Além disso, traz maior segurança e previsibilidade de suprimento de gás ao mercado atendido pela Petrobras.

Tempo de inatividade do campo brasileiro chegando ao fim

Após a paralisação programada de um campo  a Enauta planeja reiniciar a produção deste campo nos próximos dias, com expectativas de retornar à produção normal em setembro.

No início de julho de 2022, a Enauta revelou que o  campo de Atlanta  iniciou seu  tempo de inatividade programado  com previsão  de retorno em agosto.

Em uma atualização no domingo, a empresa brasileira informou que a paralisação programada do campo de Atlanta está em sua fase final e deve ser concluída nos próximos dias. A Enauta destacou que a retomada gradual da produção do campo está prevista para meados de agosto, quando uma nova unidade de tratamento de água e equipamentos que passou por manutenção no período será comissionada e serviços complementares serão realizados no FPSO Petrojarl I.

O jogador brasileiro divulgou que a produção no campo deve voltar ao normal até setembro. Segundo a Enauta, a parada programada tem como objetivo atender às exigências normativas do Ministério do Trabalho, bem como preparar o FPSO para ser recertificado pela DNV.

Após a recertificação, a prorrogação contratual permitirá a continuidade da operação da produção até a entrada do Sistema de Desenvolvimento Integral (FDS) , previsto para meados de 2024. A Enauta explicou que os trabalhos executados até agora não encontraram problemas que comprometam a prorrogação de dois anos dos contratos de afretamento, operação e manutenção (O&M).

Conforme relatado anteriormente, a Enauta fechou um acordo de compra com a Yinson da Malásia para o FPSO  OSX-2, com base na  Carta de Intenções (LoI) de dezembro de 2021 . Este negócio foi  fechado em fevereiro e a embarcação está sendo convertida em Dubai Drydocks World . Após a conversão, a embarcação – batizada de FPSO  Atlanta  – será  operada na classe ABS  e será implantada no campo de Atlanta.

Localizado no bloco BS-4 na  Bacia de Santos , em lâmina d’água de 1.500 metros, o  campo de Atlanta  – com reservas estimadas em 106 MMbbl – é operado pela Enauta Energia, subsidiária integral da empresa, que também possui 100 por cento de participação neste ativo.

O campo produz desde 2018 por meio de um Sistema de Produção Antecipada (EPS), que envolve três poços conectados ao FPSO Petrojarl I.