Projeto de revitalização prevê reduzir em 60% emissões de carbono nos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos (RJ)

A Petrobras prevê reduzir em 60% as emissões de carbono associadas à produção dos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos (RJ), como reflexo da implantação do projeto de revitalização dessa bacia. A estratégia consiste em substituir as nove plataformas próprias que operam hoje nesses dois ativos por dois novos FPSOs (unidades flutuantes que produzem, armazenam e transferem petróleo), equipados com tecnologias para redução de emissões de gases de efeito estufa.

A revitalização da Bacia de Campos integra o maior projeto de recuperação de ativos maduros da indústria offshore global. Com isso, a Petrobras espera agregar mais valor aos campos de Marlim e Voador, instalando ali os FPSOs Anita Garibaldi e Anna Nery com capacidade de produzir, juntos, até 150 mil barris por dia (bpd). O início de operação das duas plataformas está previsto para 2023.

Para implementar os novos projetos de produção, a Petrobras irá perfurar 14 novos poços, remanejando outros 61 –  e com o esforço de revitalização dos reservatórios, a previsão é gerar ganhos de produção para o campo. A Petrobras incorporou nas novas plataformas válvulas de baixa emissão fugitiva, tecnologia para redução de gás ventilado a partir de tanques de armazenamento de óleo, além de outras soluções com foco na redução de emissões de carbono, contribuindo ainda mais para a resiliência ambiental dos campos de Marlim e Voador.

Petrobras informa sobre venda da REMAN

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 13/05/2022, informa que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), em sessão do Tribunal ocorrida nesta data, aprovou a transação de venda da Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) para a Ream Participações S.A., mediante a assinatura de Acordo em Controle de Concentração – ACC (acordo).

O acordo foi proposto pela Ream Participações S.A. e visa atender às preocupações de natureza concorrencial identificadas pelo CADE.

A decisão será publicada no Diário Oficial da União conforme prazo regimental do CADE e a conclusão da transação ainda está sujeita às demais condições precedentes previstas no contrato de compra e venda.

Estatal realiza pagamento da 1ª parcela dos dividendos aprovados no 2T22

Remuneração aos acionistas reforça compromisso com a distribuição de resultados e a sustentabilidade financeira da companhia 

A Petrobras realizou ontem (31/8) o pagamento da 1ª parcela da remuneração aos acionistas referente ao segundo trimestre de 2022 e aprovada por seu Conselho de Administração, conforme divulgado em 28/07/2022.

O valor distribuído hoje corresponde a R$ 3,37 por ação ordinária e preferencial em circulação, sendo R$ 2,94 por ação sob forma de dividendos e R$ 0,43 por ação como juros sobre capital próprio. Da remuneração total aos acionistas, 36,6% serão destinados para a União*, que detém a maior parte das ações ordinárias da companhia.

Ao longo do ano de 2022, a Petrobras pagou R$ 10,05 por ação ordinária e preferencial em remuneração aos seus acionistas, incluindo a parcela complementar dos dividendos referentes ao exercício de 2021 paga em maio; as duas parcelas dos dividendos declarados no 1T22 cujas parcelas foram pagas em junho e julho; além da primeira parcela do 2T22 paga hoje.

A maior parte da remuneração aos acionistas paga pela Petrobras deve retornar à União e à sociedade brasileira, incluindo os mais de 700 mil acionistas brasileiros.

Dividendos não concorrem com investimentos

O retorno ao pagamento de dividendos pela Petrobras – após anos sem pagar qualquer remuneração à União e aos demais acionistas – tem sido acompanhado pelo aumento dos investimentos de forma responsável e compatível com a sustentabilidade financeira da companhia.

Atualmente todos os investimentos previstos e aprovados no Plano Estratégico 2022-26 estão sendo realizados, não havendo qualquer represamento de projetos por restrição orçamentária.

É importante lembrar que o pagamento de dividendos só é definido após a gestão garantir recursos para as operações e os investimentos planejados para o período. Além disso, também é necessário cumprir com os pagamentos do serviço da dívida (juros e amortização), mantendo-a em equilíbrio com sua geração de caixa. Hoje, a Petrobras cumpre todos esses requisitos.

Política de remuneração aos acionistas 

O montante destinado pela Petrobras para pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio segue rigorosamente a legislação e a Política de Remuneração aos Acionistas da Petrobras, que prevê pagamentos trimestrais, com a decisão sobre a distribuição sendo avaliada pelo Conselho de Administração.

A Política prevê que, em caso de endividamento bruto inferior a US$ 65 bilhões, a companhia pode distribuir aos seus acionistas 60% da diferença entre o fluxo de caixa operacional e as aquisições de ativos imobilizados e intangíveis (investimentos). Ou seja, trata-se de um percentual dos recursos que sobram em caixa após os investimentos.

A Política prevê ainda a possibilidade de pagamento de dividendos extraordinários compatíveis com a sustentabilidade financeira da companhia. Isso foi possível este ano, porque a companhia equacionou o seu endividamento e se encontra numa situação de caixa confortável. Ou seja, o pagamento dos dividendos extraordinários se mostrou a melhor alocação do caixa e sem qualquer prejuízo para os investimentos aprovados e previstos.

Destaca-se ainda que a Petrobras segue comprometida com a qualidade e transparência de seus reportes, comunicações e demonstrações financeiras. Como resultado desse trabalho, a companhia foi eleita uma das dez empresas com as demonstrações financeiras mais transparentes do Brasil pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), na categoria de empresas com receita líquida superior a R$ 20 bilhões. Ao longo dos 26 anos do Troféu Transparência, as demonstrações financeiras da Petrobras foram premiadas 20 vezes.

*Parcela União (União Federal, BNDES e BNDESPar)

Petrobras reduz em 6,4% preços de venda de asfaltos para os distribuidores

No próximo dia 1º de setembro, a Petrobras ajustará os preços de asfaltos com uma redução de 6,4% nos valores de venda para os distribuidores. Esta é a segunda redução seguida nos preços de asfaltos, que já haviam tido queda de 4,5% no início de agosto.

Importante ressaltar que o mercado brasileiro é aberto à livre concorrência e não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtores ou importadores de asfalto. Desse modo, o método de precificação busca o equilíbrio com o mercado e acompanha as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, mas sem repassar a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio.

Para conhecer os preços de venda da Petrobras para as distribuidoras, convidamos a visitar: precos.petrobras.com.br. Conforme regulação da ANP, os novos preços de asfaltos estarão disponíveis neste site a partir de 1º de setembro, data de início de vigência.

Inscrições para seleção pública de projetos de destinação de resíduos recicláveis no RJ prorrogadas até 8 de setembro

Iniciativas contempladas atuarão na coleta seletiva de resíduos recicláveis gerados em unidades da Petrobras no Rio de Janeiro e em Belford Roxo (RJ)

Ainda é possível se inscrever na Seleção Pública para projetos socioambientais com foco em reciclagem e reutilização de resíduos sólidos recicláveis no estado do Rio de Janeiro até o dia 8 de setembro. Podem participar cooperativas ou associações de catadores de materiais recicláveis ou reutilizáveis, formadas por pessoas físicas de baixa renda, que disponham de infraestrutura e capacidade para realizar a triagem e a classificação dos resíduos, tenham estabelecido sistema de rateio entre cooperados ou associados e sejam cadastradas no Sinir (Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos).

Os projetos devem ter duração de 36 meses e ter como foco a coleta seletiva de parte dos resíduos sólidos recicláveis, assemelhados aos classificados como “resíduos sólidos urbanos” (como plástico, papel, madeira e vidro), gerados por imóveis pré-definidos da Petrobras na Ilha do Fundão, Cordovil e Caju, no município do Rio de Janeiro e no centro de Belford Roxo (RJ). O valor do projeto para cada imóvel deve ser de no mínimo R$ 900 mil e no máximo R$ 1 milhão para os três anos, podendo chegar até R$ 4 milhões para esse período caso a cooperativa contemplada tenha capacidade de atender todos os imóveis. A coleta nesses locais será feita em rodízio, contemplando até três cooperativas para atender cada imóvel, sendo possível se inscrever para mais de uma oportunidade.

A divulgação dos selecionados está prevista para acontecer no final de 2022. As inscrições podem ser feitas no link:https://petrobras.com.br/pt/sociedade-e-meio-ambiente/socioambiental/?q=selecoes-publicas