Baker Hughes se reestrutura em dois segmentos de negócios para abordar o trilema de energia

Levando em consideração o trilema energético de segurança energética, sustentabilidade e acessibilidade, a Baker Hughes, fornecedora de serviços de campos petrolíferos dos EUA, revelou uma estrutura organizacional simplificada e mudanças na equipe de gerenciamento para aumentar a lucratividade e posicionar a empresa para um maior crescimento.

A Baker Hughes revelou que está reestruturando e simplificando suas quatro empresas de produtos para se concentrar em dois segmentos de negócios de relatórios para acelerar sua transformação estratégica, simplificar operações, aumentar a lucratividade e impulsionar o crescimento, “atender às necessidades dos clientes e produzir soluções no setor de energia em rápida evolução. e mercados industriais”.

Comentando sobre isso, Lorenzo Simonelli , presidente e CEO da Baker Hughes, comentou: “Procuramos continuamente garantir que a Baker Hughes possa operar em qualquer ambiente e desempenhar um papel claro em ajudar a abordar o trilema energético – equilibrando segurança energética, sustentabilidade e acessibilidade. Hoje, estamos dando o próximo passo deliberado em nossa jornada estratégica para transformar e simplificar nossas operações e posicionar a Baker Hughes para o futuro.”

A partir de 1º de outubro, a Baker Hughes será formalmente reestruturada em dois segmentos de negócios: Oilfield Services & Equipment (OFSE), que integra as atuais empresas de produtos Oilfield Services (OFS) e Oilfield Equipment (OFE), e Industrial & Energy Technology (IET), integrando as atuais empresas de produtos Turbomachinery & Process Solutions (TPS) e Digital Solutions (DS). Além disso, o provedor de serviços de campos petrolíferos dos EUA destacou que está simplificando sua estrutura corporativa, que deve gerar pelo menos US$ 150 milhões em economia de custos e formar a linha de base para melhorias adicionais de margem.

“Nossa estrutura atualizada nos permitirá entregar as tecnologias que a transição energética exigirá, fortalecendo ainda mais nossos relacionamentos com os clientes existentes e permitindo mais flexibilidade operacional, mantendo o tamanho e a escala para maximizar os investimentos em tecnologia e o retorno de capital para nossos acionistas”, acrescentou Simonelli.

Além disso, a empresa elaborou que avaliou cuidadosamente todos os aspectos de sua estratégia de longo prazo, desempenho corporativo, estrutura organizacional e perspectivas de mercado em seus negócios depois de  identificar OFSE e IET como as duas grandes áreas de negócios em 2021 . Portanto, a empresa afirma que essa transformação é o próximo passo em sua jornada para criar “uma empresa de tecnologia de energia proeminente”, posicionando-se para as mudanças que se desenrolam no cenário energético.

Reestruturação da equipe de gestão

Baker Hughes also disclosed that it is making changes to its management team reporting to Lorenzo Simonelli, which will become effective on 1 October. This is part of the firm’s efforts to enhance operational execution and reshape the organisation while executing its strategic priorities, aiming to improve returns, generate strong free cash flow, and deliver value and returns to shareholders.

The oilfield services provider has appointed Maria Claudia Borras, EVP of OFS since 2017, as the executive vice president (EVP) of OFSE. On the other hand, Rod Christie, who served as EVP of TPS since 2017, is EVP of IET.

In addition, Baker Hughes has appointed Jim Apostolides, who served as SVP of enterprise excellence, as senior vice president (SVP) of enterprise operational excellence, a newly-created role to drive better coordination and alignment of key operational areas. Apostolides will oversee the firm’s consolidated supply chain centres of excellence; health, safety, environment, and quality (HSEQ); and environmental, social, and governance (ESG) functions.

“Three years ago we set out on a bold ambition to be an energy technology company and take energy forward. We could not have achieved our goals without the commitment and perseverance of our entire leadership team. I want to thank our departing leaders for their significant contributions towards delivering our strategy as they pursue new opportunities,” concluded Simonelli.

Regarding Baker Hughes’ most recent activities, it is worth noting that the U.S. oilfield player launched a new fast all-electric tiebacks solution in late August 2022.

De acordo com a empresa, esta solução reduz os custos de despesas de capital em 15 por cento em comparação com os sistemas multiplexados eletro-hidráulicos tradicionais.

Siemens Innovation Forum 2022: a transformação digital é um ecossistema urgente e necessário

A quarta edição do Siemens Innovation Forum 2022, focado em transformação digital e inovação em infraestrutura, indústria e ecossistemas relacionados, recebeu clientes, parceiros e colaboradores em São Paulo no dia 30 de agosto no Hotel Hyatt, em São Paulo. Parte de sua programação foi transmitida online, apontando caminhos para a transformação digital da indústria e o futuro do planeta. As apresentações aconteceram presencialmente na parte da manhã para convidados e à tarde mais de dois mil participantes acompanharam as discussões virtualmente. Com ele, a Siemens, líder em automação industrial e software, infraestrutura, tecnologia predial e transporte, reafirma seu compromisso de inovar sempre.


O evento híbrido Siemens Innovation Forum 2022 reuniu convidados presenciais em São Paulo e mais de dois mil acessos online. Foto: Divulgação Siemens

Pablo Fava, CEO da Siemens, recebeu Judith Wiese, Diretora Global de Pessoas e de Sustentabilidade e membro do Board da Siemens AG, na abertura do evento, sob mediação de Ariane López, Head de Comunicação da companhia. O tom da abertura sobre a urgência da transformação das empresas permeou todos os painéis que se sucederam durante o dia. No palco, Fava lembrou que a transformação digital é a alavanca fundamental da eficiência. “O Brasil quer ser importante no mundo, gerar valor e empregos. A digitalização hoje é o que, no passado, foi a máquina a vapor ou os sistemas automatizados. É uma nova revolução”, afirmou o CEO, comentando que essa transformação, ao contrário das anteriores, que levavam décadas para serem consolidadas, vai acontecer de forma muito mais rápida. Pablo chamou a atenção para a disponibilidade de um aplicativo, no próprio evento, projetado para aferir a maturidade de uma empresa ou negócio.


Da esq. para a dir.: Ariane López, Head de Comunicação da Siemens, Judith Wiese, Diretora Global de Pessoas e de Sustentabilidade e membro do Board da Siemens AG, e Pablo Fava, CEO da
Siemens, na abertura do Siemens Innovation Forum 2022. Foto: Divulgação Siemens

Judith comentou que a Siemens é uma empresa focada em tecnologia há 175 anos com o objetivo de melhorar a vida das pessoas. “Nosso envolvimento com empresas no Brasil é essencial para contribuir com a digitalização da economia brasileira. O Brasil também é um ícone, por causa da Amazônia. Queremos contribuir com nossa tecnologia para os esforços de sustentabilidade de nossos clientes e, assim, proteger esse grande patrimônio”. A executiva reforçou que a Siemens aborda a questão da sustentabilidade com um framework chamado DEGREE, um acrônimo em inglês para as palavras Descarbonização, Ética, Governança, Eficiência de recursos, Equidade e Empregabilidade.

“A Siemens foi uma das primeiras empresas a aderir aos compromissos de descarbonização lançados anos atrás. Mas isso ainda tinha mais a ver com nossas próprias operações. Ficou claro, no entanto, que a sustentabilidade não é apenas uma necessidade, é também um bom negócio. Moldamos nossos negócios para ajudar nossos parceiros a reduzir suas emissões e alcançar seus objetivos também. O fato é que nosso planeta não será viável sem uma ampla conscientização em todos os setores, em todos os países, e não apenas oferecemos soluções, mas também formas de acelerar essa transformação”, disse ela.

Encerrando o primeiro bate-papo, Fava complementou lembrando o início da história da empresa. “A Siemens começou como uma startup, em Berlim, e continua sendo relevante e gerando inovação porque isso faz parte da cultura da empresa. O fato é que, hoje, ninguém mais faz nada sozinho. A inovação nasce de parcerias, como as que temos com algumas entidades e universidades, pesquisadores e clientes”, acrescentou o CEO.

Mundo real e digital


Daniel Scuzzarello, Head da Siemens Digital Industries Software, Bernardo Fernandes, Head de Power Technologies International da Siemens nos EUA, e Sergio Jacobsen, Vice-presidente da Smart Infrastructure da Siemens, no painel Acelerando o mundo real e virtual. No telão, Dirk Didascalou, CTO Global da Siemens Digital Industries. Foto: Divulgação Siemens

Avançando na programação, o painel Acelerando o mundo real e virtual reuniu Dirk Didascalou, CTO Global da Siemens Digital Industries, remotamente de Munique, na Alemanha, Bernardo Fernandes, Head de Power Technologies International da Siemens nos EUA, e os mediadores Sergio Jacobsen, Vice-presidente da Smart Infrastructure da Siemens, e Daniel Scuzzarello, Head da Siemens Digital Industries Software.

O tema da conversa partiu de uma constatação: os mundos real e digital já convivem nos negócios, foram acelerados pelos efeitos da pandemia na sociedade e o uso de dados não é mais uma tendência – é uma necessidade urgente. Jacobsen e Scuzzarello lembraram como a digitalização foi fundamental para a transformação dos negócios e o enfrentamento da doença, com linhas de produção aceleradas para a produção de vacinas e a produção de respiradores mecânicos.

Didascalou analisou o ambiente industrial do presente e apontou alguns dos muitos benefícios trazidos para projetos reais desenvolvidos com a participação da Siemens. “Transformação digital não é apenas algo bom de se ter, é algo que se deve ter”, disse Didascalou. “Ainda hoje, muitas empresas do ramo industrial tendem a concentrar esforços em seus produtos, especializando-se nos processos para fabricá-los. A transformação foca na produção de forma vertical e em um processo guiado por dados, possibilitando novas estratégias, novas abordagens do mercado e, naturalmente, muito mais eficiência e produtividade”, complementou.

Fernandes também aproveitou a oportunidade para traçar um panorama do tema nos Estados Unidos, sinalizando o que já desponta no mercado brasileiro. “A tecnologia não espera ninguém”, comentou o executivo, apontando para a realidade de empresas de diversos ramos, que precisaram se adaptar a situações como a pandemia e conflitos regionais, especialmente na Europa, com a alteração drástica de segmentos como o fornecimento de energia, a logística e a produção industrial.

Um dos exemplos trazidos por Fernandes foi a mudança de paradigma em termos de consumo de energia em países do Oriente Médio que, embora com recursos ainda abundantes de combustíveis fósseis, hoje caminham para a introdução de fontes renováveis. Outro exemplo veio da Europa, onde vários países estão substituindo mecanismos de aquecimento a gás, em função do conflito entre Ucrânia e Rússia. “Tudo isso só se consolida com uma estrutura tecnológica e digital”, concluiu. Outra referência veio da Califórnia, com a implementação de um sistema para mobilidade elétrica, integrando as variáveis – carros, estações de carga, semáforos, vias públicas — em um modelo desenvolvido pela Siemens que simulou ciclos de carga de forma a viabilizar esse sistema, sem afetar as operações da concessionária local de energia.

Durante esse painel, Didascalou apresentou a plataforma Siemens Xcelerator, que ao mesmo tempo facilita e democratiza o acesso a ferramentas digitais. Ele explicou como o ciclo de vida, com todas as suas etapas, passa a ser abordado não mais de forma sequencial, mas simultânea. “O Siemens Xcelerator une o aspecto operacional ao de tecnologia da informação, tornando o processo mais ágil, mais rápido e muito mais eficiente”, apontou o CTO, trazendo exemplos reais em que os clientes obtiveram maior produtividade, velocidade, agilidade e sustentabilidade em suas operações.

ESG e Inovação são inseparáveis


O painel Como os desafios ESG estimulam inovações no Brasil contou com a mediação Denise Hills, diretora Global de Sustentabilidade da Natura, e participação de Fábio Passos, da Bayer, Celso Procknor Filho, da Braskem, e José Borges, Head de Inovação da Siemens no Brasil. Foto: Divulgação Siemens

Ainda na parte da manhã, o painel Como os desafios ESG estimula inovações no Brasil contou com a participação de José Borges, Head de Inovação da Siemens no Brasil. A mediação foi feita por Denise Hill, diretora global de Sustentabilidade da Natura, e mais Fábio Passos, da Bayer, e Celso Procknor Filho, da Braskem. “Tudo o que fazemos, na nossa vida pessoal e nas empresas, gera impacto. Precisamos trabalhar sempre para que eles sejam positivos”, comentou Denise. “Inovação e ESG são dois temas intimamente ligados, não é possível separar esses dois conceitos”, apontou Borges. “Não venderei o nosso futuro pelo lucro fácil. Essa frase, que foi dita pelo fundador da Siemens, Werner von Siemens, ainda no século 19, é absolutamente relevante e, de certa forma, condensa o conceito de Sustentabilidade”, acrescentou Borges, que também citou a conhecida frase de Charles Darwin, que afirmava que quem sobrevive no meio ambiente não é necessariamente o mais forte, mas o que melhor se adapta. “Isso também se aplica às empresas: precisamos nos adaptar continuamente para sobreviver”, concluiu Borges.

Na sequência, aconteceu o painel Conectividade e Segurança Cibernética, com a apresentação de Márcia Ogawa, executiva da Deloitte Brasil e professora da Universidade de São Paulo. Ela citou um estudo realizado pela consultoria para traçar um panorama da conectividade no Brasil. “Existe um alto grau de maturidade sobre Internet das Coisas (IoT) no Brasil, porque nós nos antecipamos nesse tema, inclusive quando o assunto parecia precoce, por volta de 2015”, comentou Márcia.

A especialista avaliou que esse avanço no conceito de IoT não deverá gerar conflito com o início das operações do 5G no Brasil. Márcia também abordou a questão da segurança em redes industriais, visto como fator mais importante para a adoção de redes públicas de 5G. Depois de sua apresentação, Márcia mediou uma conversa com Carlos Nazareth, da Inatel, e Ítalo Calvano, da Claroty, empresa da área de segurança cibernética que conta com capital da Siemens. “O 5G é uma revolução inclusive por viabilizar o mundo IoT para todos os segmentos da economia, além de aumentar a instantaneidade de uma rede de comunicação”, comentou Calvano, que também apresentou exemplos já efetivos do uso de tecnologia 5G na agricultura. Ao final, Márcia deixou uma mensagem aos participantes do evento. “Não tenham medo de inovar e investir em tecnologia nas suas empresas”, concluiu.

Painéis simultâneos

No período da tarde, o Siemens Innovation Forum 2022 apresentou painéis paralelos em três pilares: Inovação na Indústria, Inovação na Infraestrutura e Inovação em Ecossistemas. O participante podia escolher entre três conteúdos simultâneos e participar de sessões sobre diversos temas: tecnologias na manufatura, energias renováveis, ESG, inovação junto a instituições de ensino, eficiência na distribuição de energia, entre outros. No total, foram quinze painéis diferentes, todos contando com a participação de especialistas da própria Siemens e convidados.

Arena Tech: soluções na prática


A Arena Tech, uma das atrações do Siemens Innovation Forum 2022, apresentou diversos estandes com soluções da companhia. Foto: Divulgação Siemens

A Arena Tech, uma das atrações do Siemens Innovation Forum 2022, exibiu os estandes Smart Cities, Eficiência e Descarbonização, Soluções em Serviços Digitais, Business to Society, Inovação em Sistema, Fundação Siemens, Acelerando a Transição Energética, Metaverso Industrial e Cibersegurança.

Todos eles apresentaram soluções para potencializar e acelerar a transformação digital, favorecer a descarbonização, garantir cidades mais inteligentes e melhorar a vida das pessoas. Ao mesmo tempo, o conjunto de soluções evidenciou que a aceleração desses processos só vai acontecer se todos os setores da sociedade se unirem: indústria, academia, startups, governos e sociedade civil precisam caminhar juntas para desenhar um mundo mais verde e mais igualitário.

Especialista ressalta importância de nova mentalidade sobre hiperautomação nas empresas

Fundador de companhia com unidades no Brasil e nos Estados Unidos diz que hiperautomação não é bicho-papão: pequenas e médias empresas podem e devem fazer, e algumas até já fazem

Se automação de processos (o uso de robotização e inteligência artificial) pode soar algo caro, distante, para pequenas e médias empresas, um novo conceito em voga, o da hiperautomação, tende a parecer inacessível para elas. Mas não é. Na verdade, não raro a hiperautomação está presente em empreendimentos menores. O que falta é incorporar esse entendimento e implementar ações de maneira estratégica.

A avaliação é do pós-graduado em Tecnologia da Informação (TI) e em Análise e Projetos de Sistemas Emauri Gomes Gaspar Junior, que acumula experiência de mais de 25 anos na área. Investidor em empresas de Tecnologia e Cofundador da Run2biz, fabricante de software com unidade nos Estados Unidos e desenvolvedora de soluções em gestão de serviços de TI para empresas, Emauri Gaspar defende a simplificação do conceito e a importância de se construir uma nova mentalidade sobre o assunto.

“Podemos definir ‘hiperautomação’ como o uso de um conjunto de tecnologias combináveis, voltadas a eliminar, ou minimizar, o trabalho manual. Com isso, acelerando e intensificando tarefas, e diminuindo o risco de erros”, define o especialista. “E a hiperautomação não é algo caro, absurdo, inacessível a pequenas e médias empresas”, acrescenta.

Para Emauri Gaspar, o que precisa haver é a compreensão de que gastar com boas tecnologias deve ser entendido como investimento que dá resultados. Assim, para pequenas e médias empresas, que dispõem de menor potencial de aportes, o recomendável é partir para a hiperautomação de forma estratégica e, gradativamente, por etapas.


Emauri Gaspar, Co-Founder da Run2biz

“Não é de uma hora para outra. É aos poucos. Identificar aquelas tarefas prioritárias, que podem ter sua execução manual ou operacional substituídas para serem incrementadas por soluções em robotização e inteligência artificial. Ir combinando as tecnologias, as soluções, de acordo com as necessidades imediatas”, afirma.

O passo seguinte na estratégia de se tornar um empreendimento hiperautomatizado é aplicar o retorno do investimento inicial na hiperautomação de uma outra tarefa ou setor dentro do negócio. “Então, o pequeno empresário investe numa primeira etapa, alcança resultados, e com esses resultados investe mais”, orienta o especialista.

Com a hiperautomação implementada, o pequeno e médio empresário pode direcionar os funcionários encarregados das antigas tarefas burocráticas, manuais ou repetitivas, para atribuições estratégicas. “Por exemplo, um colaborador deixar de ter o tempo tomado por essas tarefas ‘chatas’ e poder se dedicar à fidelização de clientes por contatos diretos e personalizados”, ilustra Emauri Gaspar.

Outro ponto a ser ressaltado, sublinha o executivo: a incorporação de tecnologias combináveis não demanda a presença de programadores, experts em TI. “Exceto para grandes corporações, com atuação e negócios muito específicos, as ferramentas costumam ser adaptáveis a empresas diferentes.” Além disso, muitas ferramentas geralmente têm funcionamento autoexplicativo.

Na prática, aponta o fundador e sócio da Run2biz, muitos pequenos negócios já lidam com certo grau de hiperautomação. Por exemplo, quando usam pacotes de software baseados em nuvem, que fazem integração de dados e operações. Os chamados SaaS (Software como Serviço), já bastante recorrentes, representam esse passo rumo à hiperautomação.

“Antes de mais nada, é preciso romper com a cultura de que investir em tecnologia da informação em uma empresa menor é ‘gastar demais’, ou seja, representa uma grande despesa. Não. É preciso mudar o olhar, como um investimento que diminui tarefas repetitivas, diminui erros e reduz o tempo das atividades que fazem a empresa funcionar. Ou seja, tem retorno”, sintetiza Emauri Gaspar.

PRIO anuncia patrocínio de R$ 1 milhão à Orquestra Sinfônica Brasileira

A PRIO maior empresa independente de óleo e gás do Brasil e pioneira na recuperação e incremento da vida útil de campos maduros, vai investir R$ 1 milhão em patrocínio à Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Além de atividades do projeto Conexões Musicais, iniciativa de inclusão social e educacional da OSB, a parceria inclui o apoio a alguns concertos da temporada artística da orquestra, assim como aos programas de formação de plateia, como Concertos para a Juventude, ensaios abertos para alunos da rede pública

A proposta de parceria da PRIO com a OSB visa um Rio menos desigual e mais sustentável, coletivo, equilibrado e consciente. Além da cultura, as ações que serão desenvolvidas pela Orquestra, com patrocínio da empresa de petróleo, têm sintonia, também, com a educação e a preservação do meio ambiente.

“A Orquestra Sinfônica Brasileira representa uma das muitas instituições de excelência que existem no Brasil e que merecem mais reconhecimento. O país tem muita potência e talentos, inclusive, nesta arte erudita e tão complexa que é a música clássica e nós, temos um dos melhores níveis do mundo. Estamos muito honrados em apoiar uma instituição com mais de 80 anos e que é um patrimônio de todos os brasileiros”, afirma Nelson Queiroz Tanure, Chairman da PRIO.

A parceria terá duração de um ano, até agosto de 2023. O projeto coordenado pela OSB apoiará três polos de educação musical na cidade, impactando as comunidades de Guaratiba, Cidade de Deus, Marambaia e Penha, com aulas de instrumentos sinfônicos, como violino, violoncelo, clarinete, contrabaixo e flauta, por exemplo. Além disso, haverá apresentações gratuitas e outras atividades com conexões musicais em sua essência. Ao todo, terão 400 horas-aula. Indiretamente, estima-se que o projeto social da Orquestra Sinfônica Brasileira patrocinado pela PRIO beneficiará 42 mil pessoas.

“O apoio da PRIO é de extrema importância para a Fundação OSB porque viabiliza a ampliação das ações formativas da Orquestra, seja através de concertos ou das aulas gratuitas ministradas pelos nossos músicos para os alunos do Conexões Musicais, o projeto de inclusão social por meio da educação realizado pela OSB. Com o apoio da PRIO, ampliamos a rede de interação e o número de impactos gerados”, comemora Gregório Tavares, Diretor executivo da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira.