Rystad: Exploração de petróleo e gás em declínio com área global premiada perto de mínimos históricos

Com a atual crise de energia e a transição de energia limpa no centro do palco, as empresas estão mudando o foco para ativos e regiões de baixo risco, assim, Rystad Energy, um grupo de inteligência energética, prevê que os gastos e atividades globais de exploração de petróleo e gás devem aumentar encolher ainda mais este ano, à medida que o número de blocos licenciados e a área total de área cultivada caem para um nível baixo de 20 anos.

A Rystad Energy revelou que a exploração global de petróleo e gás deve vacilar este ano, à medida que o setor luta para se livrar dos efeitos da pandemia de Covid-19 e do consequente colapso do mercado de petróleo. Com apenas 21 rodadas de arrendamento concluídas globalmente até agosto deste ano, metade das 42 rodadas foram realizadas nos primeiros oito meses de 2021. A pesquisa do grupo de inteligência energética mostra que a área concedida até agora este ano encolheu para um mínimo de 20 anos de 320.000 quilômetros quadrados e rodadas de arrendamento global devem totalizar 44 este ano, 14 a menos que em 2021 e o nível mais baixo desde 2000 .

Além disso, a empresa destacou que os gastos globais em exploração vêm caindo nos últimos anos, à medida que as empresas de petróleo e gás buscam limitar o risco concentrando-se em ativos produtores principais e regiões com produção garantida, com o objetivo de agilizar suas operações e construir um negócio mais resiliente em meio ao mercado. incerteza e a ameaça de uma recessão.

Por outro lado, o cenário político também está contribuindo para a diminuição das concessões de licenças, com muitos governos pausando ou interrompendo os arrendamentos e incentivando as empresas a encerrar a atividade de exploração nos blocos já concedidos. A Rystad Energy acredita que essa tendência provavelmente continuará, já que os governos estão menos ansiosos para investir na produção de combustíveis fósseis e, em vez disso, olham para um futuro líquido zero.


Cortesia de Rystad Energy

Comentando sobre isso, Aatisha Mahajan , vice-presidente de análise da Rystad Energy, comentou: “A atividade de exploração global tem apresentado uma tendência de queda nos últimos anos, mesmo antes da pandemia de Covid-19 e do colapso do mercado de petróleo, e isso parece continuar assim. ano e além. Está claro que as empresas de petróleo e gás não estão dispostas a assumir o risco aumentado associado a novas explorações ou explorações em áreas ambientalmente ou politicamente sensíveis”.

Enquanto isso, o setor de exploração em terra é um contribuinte significativo para o declínio na área concedida, explicou o provedor de inteligência de energia, acrescentando que a área total em terra concedida na atividade de arrendamento caiu de mais de 560.000 quilômetros quadrados em 2019 para meros 115.000 quilômetros quadrados. longe este ano. Além disso, a área arrendada offshore atingiu um ponto alto em 2019 antes de cair de um penhasco em 2020 e permaneceu relativamente plana nos últimos dois anos.

Além disso, a empresa elaborou que as rodadas de arrendamento concluídas caíram significativamente este ano na Rússia , nos EUA e na Austrália , que realizaram cinco rodadas de arrendamento até agora este ano – três na Rússia e uma nos EUA e na Austrália – abaixo de 17 rodadas nos primeiros oito meses de 2021, sendo oito na Rússia, cinco nos EUA e quatro na Austrália. De acordo com o provedor de inteligência de energia, a queda nos EUA é impulsionada principalmente pelo cancelamento das vendas de arrendamento 259 e 261 no Golfo do México e Cook Inlet no Alasca.

A Rystad Energy sublinhou que o declínio global nas rodadas de licenciamento afetou diretamente a área concedida, que atingiu uma baixa histórica para o período de janeiro a agosto de cerca de 320.000 quilômetros quadrados. Como resultado do declínio na atividade de arrendamento, é visível uma queda considerável nas concessões de área cultivada na Rússia, caindo 90 por cento de um ano atrás para 9.000 quilômetros quadrados, enquanto a área licenciada na África encolheu 70 por cento para apenas 46.000 quilômetros quadrados espalhados por Angola , Egito , Marrocos e Zimbábue , os únicos países africanos a conceder novas áreas de exploração até o momento em 2022, diz Rystad.


Fonte: Rystad Energy

Em contraste direto, o licenciamento asiático contrariou a tendência com o aumento da atividade e bloqueios concedidos na Malásia , Indonésia , Índia e Paquistão . Em linha com isso, as novas áreas concedidas na Ásia entre janeiro e agosto quase quadruplicaram em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto as áreas concedidas na América do Sul aumentaram 140%.

A Rystad Energy destacou que o Brasil é o maior contribuinte em termos de blocos concedidos até agora este ano, com 59 leiloados durante sua Terceira Rodada de Ofertas Permanentes. A empresa de inteligência energética destacou que as gigantes europeias Shell e TotalEnergies levaram todos os oito blocos offshore em oferta – seis e dois, respectivamente, enquanto os players regionais 3R Petroleum (seis blocos), NTF (dois), Petro Victory Energy (19), Origem Energia ( 18), Imetame Energia (três), Petroborn Oleo (dois) e CE Engenharia (um) levaram os 51 blocos terrestres restantes no Tucano ,Bacias do Espírito Santo , Potiguar , Recôncavo e Sergipe Alagoas .

Depois do Brasil, grandes concessões de blocos foram observadas na Noruega (54 novas licenças na rodada APA 2021 ), Índia (29 blocos nas rodadas OLAP 6 e 7) e na quarta rodada de leilões de petróleo e gás do Cazaquistão , na qual 11 blocos foram concedidos. A Rystad Energy destacou que houve também alguma actividade esporádica em África entre Janeiro e Agosto, com o Egipto a conceder direitos de exploração em nove blocos e Angola a conceder dois blocos.


Cortesia de Rystad Energy

Além disso, a América do Sul viu uma rodada de licenciamento offshore no Uruguai , onde três blocos de exploração foram concedidos – blocos OFF-2 e OFF-7 para Shell e Bloco OFF-6 para APA independente dos EUA, enquanto a Challenger Energy assinou uma licença de 30 anos para OFF -1 por meio de negociação direta com o governo.

ANP reabre inscrições e altera requisitos para processo seletivo para vagas de contratação temporária

A ANP reabriu as inscrições para o processo seletivo simplificado para a contratação temporária de profissionais em atividades de nível superior. O novo prazo é de (8/9), a partir das 10h, até as 18h do dia 11/9/2022.

O Edital nº 2/2022, que retifica o Edital nº 1, publicado em 29/6, foi publicado hoje no Diário Oficial da União, e também está disponível na página do processo seletivo.

A reabertura se dá devido à alteração nos requisitos das atividades constantes do item 2 do Edital nº 1/2022.

Estão disponíveis 48 vagas para nove atividades, relacionadas a fiscalização da produção de combustíveis, fiscalização de infraestrutura e movimentação, regulação de novas atribuições e fiscalização do abastecimento.

Há vagas para o Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Porto Alegre, Salvador e São Paulo.

Resultados das ações de fiscalização da ANP no mercado de combustíveis (29/8 a 1/9)

Entre os dias 29/8 e 1/9, a ANP realizou ações de fiscalização no mercado de combustíveis em 13 unidades da Federação, passando por todas as regiões do país.

Nas ações, os fiscais verificaram se as normas da Agência – como o atendimento aos padrões de qualidade dos combustíveis, o fornecimento do volume correto pelas bombas, apresentação de equipamentos e documentação adequados, entre outras – estão sendo cumpridas.

A ANP também verifica se todas as informações estão sendo prestadas de forma correta ao consumidor. A Agência vem verificando o cumprimento do Decreto nº 11.121/2022, que tornou obrigatória a exibição dos preços dos combustíveis líquidos na data de 22/06/2022, além do preço atual, já obrigatoriamente exibido em seus painéis. Em algumas localidades, a ANP tem atuado em conjunto com Procons, a partir de convênios ou parcerias.

A Agência realiza ainda outras ações em parceria com diversos órgãos públicos, em operações conjuntas ou forças-tarefa.

Veja abaixo os resultados das principais ações nos segmentos de postos e distribuidoras de combustíveis; revendas e distribuidoras de GLP; transportadores-revendedores-retalhistas (TRRs); revendas de combustíveis de aviação; pontos de abastecimento; produtores de etanol e lubrificante acabado; revendedores de lubrificantes; coletores de óleo lubrificante acabado e rerrefinadores:

Acre

Em Rio Branco, os fiscais estiveram em 11 postos e em uma distribuidora de combustíveis. Quatro postos sofreram autuações.

Em um deles, foram encontradas irregularidades como a falta de identificação do fornecedor de combustíveis, comercialização de diesel B S10 comum como se fosse aditivado e exibição de painel de preços com três casas decimais.

Outro posto foi autuado por aferição irregular na bomba medidora, e uma distribuidora sofreu autuação por não fornecer amostras-testemunhas aos revendedores.

Rondônia

Em Porto Velho, ocorreram fiscalizações em três postos de combustíveis. Um dos estabelecimentos foi autuado e uma bomba medidora foi interditada por irregularidades no volume dispensado.

São Paulo

Durante o período, a ANP esteve nos municípios de Bauru, Cotia, Itaquaquecetuba, Lençóis Paulista, Ribeirão Preto, São Carlos, São Manuel, São Paulo e Taboão da Serra. Foram inspecionados 31 postos de combustíveis, uma revenda de combustíveis de aviação, três revendedores de lubrificantes, duas distribuidoras de GLP, duas distribuidoras de combustíveis, um produtor de lubrificante acabado, um coletor de óleo lubrificante acabado e um rerrefinador.

Em ações direcionadas aos segmentos de lubrificantes, foram apreendidos um total de 2.266 litros de óleo lubrificante acabado irregular. Foram fiscalizados um coletor/rerrefinador/produtor de óleo lubrificante em Lençóis Paulista e três revendas de lubrificantes em Ribeirão Preto. Em duas revendas de lubrificantes, foram encontrados lubrificantes irregulares. Além disso, em fiscalização de rotina em posto revendedor de combustíveis em São Manuel, foram encontrados 26 litros de óleo lubrificante sem registro na ANP.

Também em Ribeirão Preto, em ação conjunta com o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP), um posto da cidade foi autuado por não informar corretamente a origem do combustível comercializado e por não possuir todos os equipamentos para testes de qualidade, que podem ser requisitados pelos consumidores.

Na capital, um posto de combustíveis foi autuado e interditado totalmente (12 bicos e quatro tanques) por uma série de irregularidades: comercializar gasolina comum fora de especificação, com 58% e 48% de etanol anidro (o determinado na legislação é 27%); comercializar etanol hidratado fora de especificação quanto ao teor de metanol (acima de 0,5%); não possuir todos os equipamentos para testes de qualidade dos combustíveis; não possuir tabela de arqueação nem outro equipamento metrológico para verificação dos estoques dos combustíveis; e possuir tanque subterrâneo não interligado às bombas de abastecimento.

Ainda em São Paulo, um posto foi autuado e teve um bico de óleo diesel B S500 interditado por aferição irregular na bomba medidora. Outro posto da cidade foi autuado por possuir termodensímetro (equipamento acoplado às bombas de etanol para verificar aspectos de qualidade) sem operar adequadamente em bomba de etanol hidratado. Também houve autuação de posto que não possuía todos os equipamentos utilizados para testes de qualidade dos combustíveis.

Em Cotia, dois postos foram autuados por possuírem termodensímetro sem operar adequadamente em bomba de etanol hidratado.

Rio Grande do Sul

As ações de fiscalização se concentram no município de Ijuí, onde a ANP participou de ação conjunta com o Procon Municipal. No total, foram inspecionados 11 postos de combustíveis e dois produtores de biodiesel. Nenhuma irregularidade foi encontrada.

Santa Catarina

No período de 29/8 a 1/9, houve fiscalização em dez postos de combustíveis nas cidades de Lages, Correia Pinto e Capão Alto.

No município de Lages, um posto foi autuado por não possuir todos os instrumentos utilizados na análise de qualidade dos combustíveis, que pode ser requisitada por qualquer consumidor.

Já em Capão Alto, um posto sofreu autuação por exibir o preço dos combustíveis com três casas decimais.

Paraná

As equipes da ANP estiveram em sete municípios do estado no período, verificando o funcionamento de dez postos de combustíveis, três revendas de combustíveis de aviação e cinco distribuidoras de combustíveis. As cidades visitadas pelos fiscais foram Apucarana, Arapongas, Curitiba, Faxinal, Londrina, Nova Esperança e Ortigueira.

Na capital, a ANP atuou em parceria com o Ministério Público Estadual, Secretaria da Fazenda do Estado e Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Paraná (Ipem-PR). Não foram encontradas irregularidades.

Bahia

Treze postos de combustíveis foram vistoriados pelos fiscais da ANP nas cidades de Caetité, Guanambi e Vitória da Conquista.

No município de Caetité, dois postos sofreram autuações por não possuírem os instrumentos de análise de qualidade dos combustíveis, utilizados na realização dos testes que podem ser solicitados pelos consumidores.

Já em Vitória da Conquista, um posto foi autuado por não possuir documentos necessários para outorga de autorização ou protocolo de renovação (após prévia notificação e verificação).

Ceará

No total, houve fiscalização em 13 postos de combustíveis distribuídos pelas cidades de Eusébio, Fortaleza, Guaiúba e Maracanaú.

Na capital, um posto foi autuado por comercializar gasolina comum com percentual de etanol anidro de 67%, quando o correto é o percentual de 27%. No local, foram interditados seis bicos e um tanque do produto. O posto revendedor ainda sofreu autuações por apresentar instalações e equipamentos em desacordo com a legislação e por não ter os instrumentos utilizados na análise de qualidade dos combustíveis, que pode ser solicitada pelos consumidores. Também em Fortaleza, outro posto foi autuado por apresentar termodensímetro (equipamento acoplado às bombas de etanol para verificar aspectos de qualidade) com problemas de funcionamento e por manter instalações e equipamentos em desacordo com a legislação aplicável.

No município de Eusébio, um posto foi autuado por manter instalações e equipamentos em desacordo com a legislação aplicável, por não atender a normas de segurança (abastecimentos de motocicletas sem o desembarque dos condutores) e por não dispor da medida-padrão de 20 litros (equipamento utilizado para o teste de volume) aferida e com selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Em Guaiúba e Maracanaú, três postos de combustíveis foram autuados pela mesma infração: manter instalações e equipamentos em desacordo com a legislação aplicável.

Paraíba

As ações de fiscalização aconteceram nos municípios de Bayeux, João Pessoa e Santa Rita. Em Bayeux, foram inspecionados 11 postos no âmbito da Operação Petróleo Real, da qual participaram a ANP, o Procon Municipal e o Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial da Paraíba (IMEQ-PB). Ao todo, foram vistoriados 25 postos de combustíveis no estado.

Um posto da capital foi autuado por apresentar termodensímetro (equipamento acoplado às bombas de etanol para verificar aspectos de qualidade) com defeito.

Distrito Federal

As equipes de fiscalização da ANP estiveram na Asa Sul, Guará, Lago Sul e Riacho Fundo para verificar o funcionamento de seis postos de combustíveis e quatro revendas de GLP. Nenhuma irregularidade foi encontrada.

Mato Grosso

Seis postos de combustíveis, cinco revendas de GLP e um transportador-revendedor-retalhista (TRR) foram inspecionados nas cidades de Alta Floresta e Nova Monte Verde.

Três postos de Nova Monte Verde foram autuados por não possuírem todos os equipamentos obrigatórios utilizados na análise de qualidade dos combustíveis, procedimento que pode ser solicitado pelo consumidor. Um dos estabelecimentos também foi autuado por apresentar defeito no termodensímetro, equipamento acoplado às bombas de etanol hidratado para verificar aspectos de qualidade.

Em Alta Floresta, uma revenda de GLP foi interditada por questões de segurança de suas instalações (o portão existente na revenda não atendia às dimensões mínimas exigidas na legislação).

Uma outra empresa foi interditada em Alta Floresta por exercer atividade de revenda de GLP sem autorização de operação da ANP. No local foram apreendidos três botijões de gás de cozinha de 13kg (P13).

Rio de Janeiro

Foram realizadas ações de fiscalização em 24 postos de combustíveis do estado, nas cidades de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro e Volta Redonda.

Na capital, onde houve operação conjunta com a Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro e com a Secretaria Estadual da Casa Civil, um posto foi autuado por comercializar etanol hidratado fora das especificações (teor alcoólico) e teve tanque e bicos do produto interditados.

Minas Gerais

A ANP fiscalizou 47 agentes regulados na última semana, nos municípios de Belo Horizonte, Contagem, Nova Lima, Carmo do Cajuru, Divinópolis, Pedra do Indaiá, Santo Antônio do Monte, Indianópolis e Uberlândia. Foi verificado o funcionamento de postos revendedores, revendas de GLP, revendas de combustíveis de aviação, pontos de abastecimento, produtores de etanol e transportadores-revendedores-retalhistas (TRRs).

Nos postos de combustíveis segue sendo realizado o trabalho de verificação e coleta dos preços de venda praticados, além de verificação da implementação do quadro de preços exigido pelo Decreto nº 11.121, de 6 de julho de 2022. Adicionalmente, estão sendo levantados em campo os preços de venda de botijões de 13 kg de GLP (P13).

Dois pontos de abastecimento de Indianápolis foram interditados por descumprimento das condições mínimas de segurança exigidas. Na mesma cidade, um posto foi autuado por abastecimento em recipiente sem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Em Uberlândia, houve autuações por ausência dos instrumentos de análise de qualidade dos combustíveis, procedimento que pode ser solicitado pelos consumidores, e por irregularidades no painel de preços.

Na capital, uma revenda de GLP foi autuada devido a irregularidades no transporte dos vasilhames.

Consulte os resultados das ações da ANP em todo o Brasil

As ações de fiscalização da ANP são planejadas a partir de diversos vetores de inteligência, como denúncias de consumidores, dados do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da Agência, informações de outros órgãos e da área de Inteligência da ANP, entre outros. Dessa forma, as ações são focadas nas regiões e agentes econômicos com indícios de irregularidades.

Para acompanhar todas as ações de fiscalização da ANP, acesse o Painel Dinâmico da Fiscalização do Abastecimento. A base de dados é atualizada mensalmente, com prazo de dois meses entre o mês da fiscalização e o mês da publicação, devido ao atendimento de exigências legais e aspectos operacionais.

Os estabelecimentos autuados pela ANP estão sujeitos a multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 5 milhões. As sanções são aplicadas somente após processo administrativo, durante o qual o agente econômico tem direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme definido em lei.