Repsol Sinopec Brasil celebra 25 anos no país

Com forte presença em ativos de classe mundial e projetos promissores, empresa mira no futuro reafirmando seu compromisso com a gestão ESG

A Repsol Sinopec Brasil (RSB) está celebrando 25 anos, com uma trajetória de pioneirismo, inovação, e grandes contribuições para o desenvolvimento e progresso da sociedade.

Com forte presença em ativos de classe mundial, especialmente no pré-sal, a empresa se consolida hoje como a quarta maior produtora nacional e uma das maiores empresas de energia da América Latina.

Sua carteira de ativos é composta por três grandes campos produtores – Albacora Leste, Lapa e Sapinhoá -, além de blocos exploratórios de grande potencial – Sagitário e BM-C-33.

Pioneirismo e geração de valor

Como parte do grupo espanhol Repsol, a empresa se tornou a precursora na abertura do mercado de exploração e produção brasileiro, em 2000, através da parceria para o campo de Albacora Leste. Em 2010, firmou uma joint venture com o grupo chinês Sinopec (40%), com objetivo de focar e  expandir suas atividades no upstream.

Mais tarde, a RSB participou de grandes descobertas no pré-sal brasileiro, como a de Sapinhoá, que hoje é terceiro maior campo produtor do país. Também foi a primeira empresa internacional a realizar operações de transbordo entre navios (ship-to-ship) em águas brasileiras.

Como resultado, de 2011 a 2022, a companhia investiu 5 bilhões de dólares no Brasil nos últimos 10 anos, destacando-se entre as empresas do setor que mais investiram no país na última década.

Energia para criar o amanhã

Esta trajetória de pioneirismos também foi reforçada quando, em 2019, a Repsol foi a primeira companhia do mundo no setor a declarar sua meta de zero emissões líquidas até 2050, compromisso assumido a partir de um modelo de sustentabilidade próprio, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) e aos anseios da sociedade.

Neste contexto, a diversidade de talentos e a tecnologia são aliadas importantíssimas na busca de soluções para oferecer energia de forma cada vez mais segura, eficiente e sustentável.

A diversidade já é parte da empresa, que conta com uma equipe de pessoas de 10 diferentes nacionalidades e índices de presença feminina superiores aos da média da indústria. Na RSB, as mulheres representam 39% do time e 46% da liderança executiva. processo seletivo é oculto, e nele a paridade de gênero é assegurada. A nossa licença paternidade é de quatro meses, proporcionando maior igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, e, além disto, existe um canal de ética e cumprimento disponível 24h. O comitê de Diversidade e Inclusão, formado por empregados voluntários, também  desempenha um importante papel fomentando a diversidade e a inclusão na RSB.

Tecnologia e inovação são outras pontas de lança na estratégia voltada para a construção de modelos de energia mais sustentáveis. Na vanguarda da inovação, já foram mais de R$ 185 milhões em projetos de P&D nos últimos cinco anos, e cerca de R$ 200 milhões previstos para os próximos dois anos. Entre os projetos mais recentes do nosso portfólio, destacam-se o CO2CHEM, que está desenvolvendo tecnologias inovadoras para produção de hidrocarbonetos sustentáveis a partir de CO2, e o DAC.SI, que construirá a primeira planta de captura e armazenamento geológico de carbono atmosférico da América do Sul. Esses são projetos da linha de Pesquisa & Desenvolvimento em Gestão de Carbono que reforçam o compromisso da companhia com a sustentabilidade e a transição energética.

Além de atuação de destaque em diversidade e tecnologia, a empresa vem se consolidando como um player cada vez mais importante no mercado de gás natural brasileiro, através da venda direta do gás de Sapinhoá Norte, da sua importante contribuição e participação nos Sistemas Integrados de Escoamento e Processamento de Gás Natural (SIE e SIP), e do desenvolvimento do bloco BM-C-33, onde está localizada Pão de Açúcar, descoberta com volume total recuperável estimado acima de um bilhão de barris de óleo equivalente.

Agora, a Repsol Sinopec Brasil tem como objetivo construir os próximos 25 anos, com o nosso de seguir produzindo petróleo e gás de forma cada vez mais responsável, para suprir a demanda de energia, bem essencial para o bem-estar da sociedade. Tudo isto promovendo, ao mesmo tempo, o desenvolvimento do mercado, da indústria e do país.

Shell e Raízen assinam acordo expressivo para etanol celulósico

Combustível de baixo carbono deverá ser produzido por cinco usinas que a Raízen planeja construir no Brasil

A Shell concordou em comprar um total de 3,25 bilhões de litros de etanol celulósico de cana de açúcar, no âmbito de um acordo de longo prazo com a brasileira Raízen. O combustível de baixo carbono deverá ser produzido por cinco usinas que a Raízen planeja construir no Brasil, elevando seu portfólio total de usinas de etanol celulósico para nove.

A Shell contribuiu com a tecnologia do etanol celulósico durante a formação da Raízen, joint venture com a Cosan SA, em 2011. Desde então, a Raízen desenvolveu e ampliou o processo de produção de etanol de baixa intensidade de carbono a partir de resíduos de cana de açúcar. As novas plantas permitirão que a Raízen opere parques bioenergéticos altamente integrados, enquanto o acordo de fornecimento ajudará a Shell em sua estratégia de se transformar em um negócio de energia com emissões líquidas zero até 2050.

“A demanda global por combustíveis sustentáveis está crescendo”, disse Andrew Smith, vice-presidente executivo da Shell Trading and Supply. “Combinar a inovadora tecnologia de resíduos de cana de açúcar da Raízen com a rede de distribuição global e o relacionamento com os clientes da Shell ajudará a atender a essa demanda.”

Ao aproveitar os resíduos da cana de açúcar, a tecnologia de etanol de segunda geração (E2G) da Raízen pode produzir cerca de 50% mais etanol com a mesma quantidade de terra. As novas usinas, a primeira das quais deverá iniciar a produção em 2025, permitirão à Raízen fornecer significativamente mais combustível de baixo carbono sem criar competição pelo uso da terra com as culturas alimentares.

A Raízen espera investir cerca de US$ 1,5 bilhão nas usinas, sendo que a última deve entrar em operação até o final de 2027, o mais tardar.

Ricardo Mussa, CEO da Raízen, disse: “A produção em larga escala de etanol celulósico a partir da cana de açúcar posicionará a Raízen como uma fornecedora líder de combustíveis de baixo carbono e matéria-prima para substituir os combustíveis fósseis. O tamanho deste acordo reforça a escala comercial que nossa tecnologia E2G alcançou e sua capacidade de apoiar as jornadas de descarbonização de nossos clientes em todo o mundo”.

Nota de advertência

As empresas nas quais a Shell plc detém, direta e indiretamente, investimentos são pessoas jurídicas distintas. Neste anúncio, “Shell”, “Grupo Shell” e “Grupo” são algumas vezes usados por conveniência quando são feitas referências à Shell plc e suas subsidiárias em geral. Da mesma forma, as palavras “nós”, “nos” e “nosso” também são usadas para se referir à Shell plc e suas subsidiárias no geral ou àqueles que trabalham para elas. Esses termos também são usados quando nenhum propósito útil é atendido pela identificação da entidade ou entidades em particular. ‘‘Subsidiárias’’, “Subsidiárias da Shell” e “Empresas Shell”, conforme usado neste anúncio, referem-se a entidades sobre as quais a Shell plc tem controle direto ou indireto. Entidades e acordos não incorporados sobre os quais a Shell tem controle conjunto são geralmente denominados “joint ventures” e “operações conjuntas”, respectivamente. “Empreendimentos conjuntos” e “operações conjuntas” são coletivamente mencionados como “acordos conjuntos”. As entidades sobre as quais a Shell tem influência significativa, mas sem controle ou controle conjunto, são chamadas de “associadas”. O termo “participação da Shell” é usado por conveniência para indicar a participação acionária direta e/ou indireta detida pela Shell em uma entidade ou acordo conjunto não incorporado, após a exclusão de todas as participações de terceiros.

Declarações prospectivas

Este anúncio contém declarações prospectivas (na acepção da Lei de Reforma de Litígios de Títulos Privados de 1995 dos EUA) relativas à condição financeira, resultados de operações e negócios da Shell. Todas as declarações que não sejam declarações de fatos históricos são, ou podem ser consideradas, declarações prospectivas. As declarações prospectivas são declarações de expectativas futuras baseadas nas expectativas e suposições atuais da administração e envolvem riscos e incertezas conhecidos e desconhecidos que podem fazer com que os resultados, desempenho ou eventos reais sejam materialmente diferentes daqueles expressos ou implícitos nessas declarações. As declarações prospectivas incluem, entre outras coisas, declarações relativas à exposição potencial da Shell a riscos de mercado e declarações que expressam expectativas, crenças, estimativas, previsões, projeções e suposições da administração. Essas declarações prospectivas são identificadas pelo uso de termos e frases como “visar”, “ambição”, “antecipar”, “acreditar”, “poderia”, “estimar”, ” esperar”, ”objetivos”, ”pretender”, ”pode”, “marcos”, ”objetivos”, ”perspectivas”, ”planejar”, ”provavelmente”, ”prever”, ”riscos”, ”programar”, ”buscar”, ”deveria”, ‘meta”, ”vai” e termos e frases semelhantes. Há vários fatores que podem afetar as operações futuras da Shell e fazer com que esses resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressos nas declarações prospectivas incluídas neste anúncio, incluindo (sem limitação): (a) flutuações dos preços do petróleo bruto e do gás natural; (b) mudanças na demanda por produtos da Shell; (c) flutuações cambiais; (d) resultados de perfuração e produção; (e) estimativas de reservas; (f) perda de participação de mercado e concorrência no setor; (g) riscos ambientais e físicos; (h) riscos associados à identificação de propriedades e metas potenciais de aquisição adequadas, e negociação e conclusão bem-sucedidas de tais transações; (i) o risco de fazer negócios em países em desenvolvimento e países sujeitos a sanções internacionais; (j) desenvolvimentos legislativos, judiciais, fiscais e regulatórios, incluindo medidas regulatórias que abordam as mudanças climáticas; (k) condições econômicas e financeiras de mercado em diversos países e regiões; (l) riscos políticos, incluindo os riscos de desapropriação e renegociação de termos de contratos com entidades governamentais, atrasos ou adiantamentos na aprovação de projetos e atrasos no reembolso de custos compartilhados; (m) riscos associados ao impacto de pandemias, como o surto da COVID-19 (coronavírus); e (n) alterações nas condições de negociação. Nenhuma garantia é fornecida de que os futuros pagamentos de dividendos serão iguais ou superiores aos pagamentos de dividendos anteriores. Todas as declarações prospectivas contidas neste anúncio são expressamente qualificadas em sua totalidade pelas declarações de advertência contidas ou referidas nesta seção. Os leitores não devem confiar indevidamente em declarações prospectivas. Fatores de risco adicionais que podem afetar os resultados futuros estão contidos no Formulário 20-F da Shell plc para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2021 (disponível em www.shell.com/investor e www.sec.gov). Esses fatores de risco também qualificam expressamente todas as declarações prospectivas contidas neste anúncio e devem ser consideradas pelo leitor. Cada declaração prospectiva refere-se apenas à data deste anúncio, 7 de novembro de 2022. Nem a Shell plc nem nenhuma de suas subsidiárias assumem qualquer obrigação de atualizar ou revisar publicamente qualquer declaração prospectiva como resultado de novas informações, eventos futuros ou outras informações. À luz desses riscos, os resultados podem diferir materialmente daqueles declarados, implícitos ou inferidos nas declarações prospectivas contidas neste anúncio.

A pegada líquida de carbono da Shell

Além disso, neste anúncio podemos nos referir à “Pegada Líquida de Carbono” ou “Intensidade Líquida de Carbono” da Shell, que inclui as emissões de carbono da Shell provenientes da produção de nossos produtos de energia, as emissões de carbono de nossos fornecedores na oferta de energia para essa produção e as emissões de carbono de nossos clientes associadas ao uso dos produtos de energia que vendemos. A Shell controla apenas suas próprias emissões. O uso do termo “Pegada Líquida de Carbono” ou “Intensidade Líquida de Carbono” da Shell é apenas para conveniência e não pretende sugerir que essas emissões sejam da Shell plc ou de suas subsidiárias.

Meta de emissões líquidas zero da Shell

O plano operacional, as perspectivas e os orçamentos da Shell são previstos para um período de dez anos e são atualizados todos os anos. Eles refletem o ambiente econômico atual e o que podemos esperar ver nos próximos dez anos. Assim, eles refletem nossas metas de Escopo 1, Escopo 2 e Pegada Líquida de Carbono (NCF, na sigla em inglês) para os próximos dez anos. No entanto, os planos operacionais da Shell não podem refletir nossa meta de emissões líquidas zero para 2050 e a meta de NCF para 2035, pois essas metas estão atualmente fora do nosso período de planejamento. No futuro, à medida que a sociedade caminha para emissões líquidas zero, esperamos que os planos operacionais da Shell reflitam esse movimento. No entanto, se a sociedade não for líquida zero em 2050, a partir de hoje, pode haver um risco significativo de que a Shell não atinja essa meta.

Medidas prospectivas não GAAP 

Este anúncio pode conter certas medidas prospectivas não GAAP, como despesas de capital em dinheiro e desinvestimentos. Não podemos fornecer uma reconciliação dessas medidas prospectivas não-GAAP com as medidas financeiras GAAP mais comparáveis, porque certas informações necessárias para reconciliar essas medidas não-GAAP com as medidas financeiras GAAP mais comparáveis dependem de eventos futuros, alguns dos quais estão fora do controle da Shell, como preços de petróleo e gás, taxas de juros e taxas de câmbio. Além disso, estimar tais medidas GAAP com a precisão necessária para fornecer uma reconciliação significativa é extremamente difícil e não poderia ser realizada sem envolver um esforço desproporcional. As medidas não GAAP em relação a períodos futuros que não podem ser reconciliadas com a medida financeira GAAP mais comparável são calculadas de maneira consistente com as políticas contábeis aplicadas nas demonstrações financeiras consolidadas da Shell plc.

O conteúdo dos sites mencionados neste anúncio não faz parte deste anúncio.

Podemos ter usado neste anúncio, certos termos como recursos, que a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) nos proíbe estritamente de incluir em nossos registros junto à SEC. Os investidores são convidados a considerar atentamente a divulgação em nosso Formulário 20-F, Arquivo nº 1-32575, disponível no site da SEC www.sec.gov.

Petrobras reduz preços de venda de GLP para as distribuidoras

A partir de hoje, 17/11, o preço médio de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,7842/kg para R$ 3,5842/kg, equivalente a R$ 46,59 por 13kg, refletindo redução média de R$ 2,60 por 13 kg.

Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio.

Transparência é fundamental

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor.

Convidamos a visitar precos.petrobras.com.br

Shell e Unicamp firmam parceria inovadora para produção de energia a partir do Agave no Brasil

Intitulado de BRAVE (Brazilian Agave Development), programa foi lançado na última segunda-feira (7/11) durante cerimônia no Laboratório de Genômica e Bioenergia da Unicamp, em Campinas (SP)

A Shell Brasil formalizou uma parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o desenvolvimento do Agave (cultivar típico do Sertão Brasileiro) como uma nova fonte de biomassa produtiva, eficiente e competitiva, capaz de capturar e armazenar grandes quantidades de carbono. O programa, intitulado BRAVE (Brazilian Agave Development), foi lançado na última segunda-feira (7/11) durante cerimônia no Laboratório de Genômica e Bioenergia da Unicamp, em Campinas (SP). Com investimento na ordem de R$ 30 milhões, o projeto é financiado pela Shell, utilizando recursos oriundos da cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Através do programa, serão desenvolvidas tecnologias que fornecerão a base de uma nova cadeia industrial no país, baseada em um cultivar adaptado ao clima semiárido presente no Sertão Brasileiro e cujo potencial produtivo se assemelha àquele encontrado na cana-de-açúcar cultivada em outras regiões do Brasil. O desenvolvimento do BRAVE contempla soluções biológicas para a melhoria da produtividade, adaptabilidade e resistência do Agave, assim como a criação, pela primeira vez no mundo, de equipamentos para plantio e colheita deste cultivar. Por fim, a parceria prevê a construção de plantas-piloto de processamento e refino da biomassa a serem instaladas na Bahia, convertendo o Agave em biocombustíveis e diversos outros produtos renováveis, como etanol de primeira e segunda gerações e biogás.

“Queremos ajudar a criar tecnologia para um novo conceito de produção de bioenergia no país, que pode viabilizar o surgimento de uma nova cadeia industrial colocando o Sertão Brasileiro como potencial polo produtor de biocombustíveis para o mundo, ao mesmo tempo em que ajudamos a desenvolver uma das áreas de maior vulnerabilidade socioeconômica do Brasil”, comenta Alexandre Breda, gerente de Tecnologia de Baixo Carbono da Shell Brasil.

Com duração prevista de 5 anos, o programa está alinhado à estratégia global da Shell, que tem como pilares centrais alcançar emissões líquidas zero até 2050, respeitar a natureza, impulsionar vidas e gerar valor para os acionistas. Atualmente, a Shell Brasil investe cerca de R$ 600 milhões em projetos de Pesquisa & Desenvolvimento no país, sendo 30% dessa verba destinada a iniciativas para a transição energética, como no caso do BRAVE.

“O BRAVE é uma biorevolução para o sertão: desenvolvimento de uma cadeia de valor baseada em plantas de altíssima produtividade em zona de semiárido, que se tornará ainda mais comum com as mudanças climáticas”, observa Gonçalo Pereira, coordenador do Laboratório de Genômica e Bioenergia da Unicamp.

A iniciativa faz parte do portfólio de projetos de Tecnologias de Baixo Carbono da Shell Brasil, sob a gerência de Alexandre Breda, e que tem Marcelo Medeiros na coordenação das atividades. O Prof. Dr. Gonçalo Pereira é o coordenador técnico do BRAVE, com a participação de outros nove pesquisadores e mais de 50 alunos bolsistas e técnicos da Unicamp, além de parceiros de outras instituições acadêmicas.