Oxygea abre inscrições de seu primeiro programa de aceleração para startups

Focado em impulsionar startups dedicadas à sustentabilidade e transformação digital na indústria, investimento pode chegar a R$1,5 milhão para cada uma das selecionadas ao fim do programa

A Oxygea, veículo de Corporate Venture Capital, Venture Building e aceleração de startups criada a partir da estratégia de inovação da Braskem, lança seu primeiro programa de aceleração e investimentos. O Oxygea Labs busca startups que já tenham seu produto validado e apresentem soluções transformadoras em neutralidade de carbono, economia circular, energia renovável, novos materiais e transformação digital, abrangendo Smart Factory, Analytics e Big Data. O programa apresenta uma estratégia diferenciada, pois se concentra em potencializar as startups para possíveis investimentos. 

Serão selecionadas até 8 startups para participar do Oxygea Labs, as quais recebem um incentivo, vinculado à participação, de R$100.000,00 cada. Ao final do programa, a Oxygea pode investir R$1.500.000, por meio de um mútuo conversível em participação societária, naquelas startups melhor avaliadas pelo time de investimento.  

Diferenciais: 

Com uma estrutura independente e 100% dedicada, a Oxygea está mais próxima e conectada ao ecossistema, entregando uma jornada centrada nos founders e seus negócios, atenuando algumas das assimetrias naturais na relação entre startups e grandes corporações. As selecionadas contam com apoio de áreas especializadas, como tecnologia, jurídico, gestão de pessoas, finanças e marketing, bem como acesso à rede Cubo para startups. Além disso, recebem acompanhamento individual do time de Portfólio da Oxygea e da consultoria de inovação corporativa ACE Cortex, garantindo as melhores condições para os empreendedores entenderem e solucionarem as dores e dificuldades do seu empreendimento durante o programa.

No cronograma, estão previstos ao menos 4 encontros presenciais com nomes de peso do ecossistema de inovação brasileiro, bem como mentorias individuais com profissionais especializados para endereçar as dores específicas de cada startup. As participantes também podem obter benefícios da rede de parceiros da Oxygea e ser incluídas em eventos do ecossistema de inovação do Brasil, possibilitando a visibilidade e relacionamento com potenciais clientes e investidores.

A ACE Cortex também disponibiliza dois Community Managers para apoiar na execução do programa. “Acreditamos que o empreendedorismo é uma das principais alavancas de transformação da sociedade, assim como a inovação potencializa a performance e perenidade dos negócios. Neste sentido, juntamente com o time da Oxygea, vamos potencializar startups com times com foco no crescimento dessas empresas, geração de impacto e resultados reais”, disse Luís Gustavo Lima, CEO da ACE Cortex.

Para o CEO da Oxygea, Artur Faria, “Nós temos nas mãos a responsabilidade de promover a sustentabilidade e a transformação na indústria. Por isso, comprometemos 150 milhões de dólares nos próximos 5 anos em programas que atuam em estágios de maturidade distintos das startups. Acreditamos que a aceleração focada no valor para os empreendedores tem papel-chave para proporcionar oportunidades de crescimento para estes negócios”.

Com parcerias com marcas como Abstartups, Cubo, Abvcap, DISTRITO, TouchDown Ventures, Latitud, We Impact, Instituto Caldeira, Cazoolo, entre outras, o Oxygea Labs herda o legado do Braskem Labs, programa oferecido entre 2015-2022, responsável por acelerar 132 startups focadas em impacto. “Aprendemos com um programa corporativo de sucesso e agora criamos um modelo com o olhar de investidores, capaz de trazer maior proximidade, flexibilidade e agilidade junto aos participantes”, finaliza o CEO da Oxygea.

Prazos de inscrição para startups

As startups interessadas devem se inscrever através deste link e responder ao formulário de inscrição. A seleção conta com 4 etapas e o prazo limite para se inscrever é 25 de maio de 2023.

Sobre a Oxygea 

A Oxygea é um veículo de Corporate Venture Capital,  Venture Building e Aceleração de startups dedicado a impulsionar negócios com foco em sustentabilidade e transformação digital na indústria. A Oxygea nasce  da estratégia de inovação da Braskem, mas atua com operação independente. A organização deve investir US$150 milhões – sendo 100 milhões para CVC e 50 milhões para aceleração e venture building –  em startups com foco em neutralidade de carbono, economia circular, energia renovável, novos materiais e transformação digital, abrangendo Smart Factory, Analytics e Big Data. Além do capital investido, a iniciativa  oferece maior proximidade, com uma estrutura 100% dedicada ao portfólio para facilitar conexões com o ecossistema de inovação, mentores (como cientistas e PhDs), clientes, fornecedores e investidores. 

Petrobras obtém lucro líquido de R$ 38,2 bilhões no 1º trimestre de 2023

Retorno para sociedade: investimentos da companhia totalizam US$ 2,5 bilhões, pagamento em tributos soma R$ 62,6 bilhões e dividendos para União já pagos chegam a R$ 8 bilhões, no período.

A Petrobras atingiu resultados financeiros expressivos no 1º trimestre de 2023 (1T23), apresentando um lucro líquido de R$ 38,2 bilhões e o quarto maior EBITDA recorrente da sua história, de US$ 14,3 bilhões (R$74,5 bilhões). O nível de alavancagem da companhia segue saudável e a relação Endividamento Líquido / EBITDA ajustado foi de 0,58x, a melhor marca da companhia desde 2010.

A Petrobras também apresentou uma consistente geração de caixa no trimestre, com Fluxo de Caixa Operacional (FCO) atingindo a marca de R$ 53,8 bilhões. Esses dados estão no Relatório de Desempenho Financeiro do 1T23, divulgado na quinta-feira (11/05).

O lucro líquido recorrente de R$ 37,7 bilhões foi menor do que o do 4T22 (R$ 42,9 bilhões), o que se justifica principalmente pela desvalorização do preço do petróleo (Brent). Em 31 de março, a dívida bruta alcançou US$ 53,3 bilhões, uma queda de 0,8% em comparação com o fim do ano passado, atingindo o menor nível desde 2010. A dívida líquida atingiu US$ 37,6 bilhões, uma queda de 9,5% em comparação com dezembro de 2022.

Retorno para sociedade

No primeiro trimestre de 2023, a companhia pagou R$ 8 bilhões em dividendos para União referente à segunda parcela dos dividendos aprovados no terceiro trimestre de 2022.

E agora aprovou um novo valor de remuneração ao acionista referente aos resultados do 1T23 em função do baixo nível do endividamento bruto, a elevada geração de caixa e a sólida liquidez, no montante de R$ 1,89 por ação ordinária e preferencial, de acordo com sua política de remuneração aos acionistas, sendo 36,61% para o Grupo de Controle. Portanto, do total aprovado, R$ 9 bilhões serão destinados à União*, acionista majoritário da companhia.

Durante o 1 º Trimestre de 2023, foram feitos investimentos significativos que somam US$ 2,5 bilhões.  No segmento de Exploração e Produção, os investimentos totalizaram US$ 2 bilhões, 49% acima do 1T22, devido ao desenvolvimento dos grandes projetos que sustentarão a curva de produção de petróleo e gás dos próximos anos, em especial pela construção e integração de novas unidades de produção, além da ampliação dos investimentos na revitalização de Marlim. No segmento de Refino, Transporte e Comercialização, os investimentos totalizaram US$ 340 milhões com destaque para paradas programadas de refinarias, investimentos em malha logística e unidade de utilidades do GASLUB. No segmento Gás e Energia, os investimentos totalizaram US$ 33 milhões no período, com destaque para unidades de processamento de gás natural.

Soma-se aos dividendos e aos investimentos, o pagamento de R$ 62,6 bilhões em tributos para União e entes estaduais e municipais.

“Os resultados nestes 100 dias iniciais da nossa gestão nos deixam extremamente otimistas em relação ao futuro. Vamos seguir construindo uma Petrobras sólida, competitiva e sustentável, sintonizada com as demandas da sociedade, erguendo novas pontes e alavancando novos investimentos para o país”, destaca o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

Novos mercados

A Petrobras vem constantemente buscando oportunidades globais e o desenvolvimento de novos clientes, o que foi decisivo para que a companhia também alterasse o fluxo de suas exportações de petróleo, maximizando a geração de valor nas suas vendas.  No 1T23, a Petrobras expandiu suas vendas de correntes de óleo de Mero, Sururu, Búzios e Tupi, conquistando novos clientes na Europa e nos EUA.

Resultados operacionais

Conforme divulgado anteriormente no seu relatório de produção e vendas, a Petrobras bateu recorde de produção no pré-sal com 2,13 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em fevereiro e média de 2,05 milhões de boed no primeiro trimestre do ano. Neste período, o navio plataforma Guanabara, instalado no campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, alcançou sua capacidade máxima de produção, com a marca de 179 mil barris de petróleo por dia (bpd) e a plataforma P-71 teve sua produção antecipada em relação a data prevista no PE 2023-27, também no pré-sal da Bacia de Santos. Essas conquistas e a maior eficiência das demais plataformas permitiram crescer em 1,1% a produção da Petrobras em relação ao último trimestre do ano passado.

No segmento de combustíveis, a companhia obteve elevado rendimento de derivados médios no período, com diesel, gasolina e QAV, atingindo 67% de participação na produção total. Esses derivados possuem alto valor agregado.

Outros marcos significativos foram obtidos nos últimos dias. No último domingo (07/05), o FPSO Anna Nery entrou em produção. A unidade tem capacidade para produzir até 70 mil barris de óleo e processar 4 milhões de m³ de gás, tudo isso diariamente. No final de abril, o navio-plataforma Anita Garibaldi, que tem capacidade de produzir até 80 mil barris de petróleo por dia (bpd) e processar até 7 milhões de m3 de gás/dia, saiu para a locação. Ambas as unidades fazem parte do projeto de revitalização dos dois campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos. O FPSO Almirante Barroso já se encontra na locação, no Campo de Búzios, com previsão de entrada em operação no 2T23.