Grupo Priner apresenta novas soluções de engenharia de manutenção no Bahia Oil & Gas

O Grupo Priner, o mais completo em serviços de engenharia de manutenção industrial e infraestrutura no Brasil, vem apresentando soluções onshore e offshore na Bahia Oil & Gas Energy 2023, envento que termina nessa sexta-feira 26 de maio, no Centro de Convenções Salvador. As inscrições para visitação podem ser feitas no site do evento, que receberá cerca de 100 expositores da cadeia produtiva do setor de petróleo.

A Priner vem expondo o Habitat, um habitáculo pressurizado que permite a execução de trabalhos a quente como solda, corte e esmerilhamento, em Áreas Classificadas. O produto é composto por painéis flexíveis e material à prova de fogo, ideal para uso em plataformas offshore de produção de petróleo, refinarias, plantas industriais e terminais petroquímicos. A Priner também apresentará em seu estande os isolantes térmicos e acústicos removíveis e reutilizáveis, e de proteção contra fogo, além de equipamentos inovadores em Engenharia de Integridade e Inspeção para Ensaios Não Destrutivos – END.

Foto: divulgação.

“Nosso objetivo é criar soluções para que a indústria prospere. Somos comprometidos com a segurança dos serviços e a eficácia dos trabalhos onshore e offshore, o que nos rendeu muitas certificações”, apontou o diretor de Serviços Industriais da Priner, Yoshiro Sakaki.

O Bahia Oil & Gas Energy 2023 é um evento internacional com foco no setor de petróleo e gás do estado da Bahia, que aborda assuntos relevantes das etapas de exploração e produção (upstream), transporte (midstream), refino (downstream), petroquímica, naval e transição energética. Espera receber cerca de 2.000 pessoas em cada um dos três dias de realização, contemplando: visitantes, expositores, palestrantes e convidados.

O espaço de exposição é formado por empresas de todos os portes da cadeia produtiva, que integrem um ou mais dos segmentos. em paralelo acontecem as conferências.

SERVIÇO – Bahia Oil & Gas Energy 2023

Data: 24 a 26 de maio

Hora: 8h às 19h | Exposição: 13h às 19h

Local: Centro de Convenções Salvador

Av. Octávio Mangabeira, 5.490 – Boca do Rio, Salvador – BA CEP 41706-690

Sobre o Grupo Priner

O Grupo Priner atua por meio das unidades de negócios de Serviços Industriais, Infraestrutura, Isolamento Removível e Engenharia de Integridade e Inspeção. Atende os segmentos de Óleo & Gás, Petroquímica, Química, Papel e Celulose, Siderurgia, Mineração e Infraestrutura, dentre outros. Acelerou seu crescimento via M&As desde 2017, ampliando o portfólio de serviços e a base de clientes a partir da incorporação de empresas com excelência técnica.

Em fevereiro de 2020, a Priner realizou seu IPO (Oferta Pública Inicial de ações) na B3, no segmento Novo Mercado, tendo suas ações negociadas sob o código PRNR3. Com 40 anos de atuação, era uma divisão de negócios da Mills Estruturas e Serviços de Engenharia até 2013, quando foi vendida para um fundo de investimentos gerido pela Leblon Equities.

A receita líquida da companhia foi de R$ 242 milhões em 2020, ano da abertura do capital, que coincidiu com a pandemia da COVID-19. Em 2022, superou R$ 700 milhões, de acordo com os resultados publicados do quarto trimestre, e para 2023, a Priner mira receita de R$ 1 bilhão.

FPSO Guanabara completa um ano de operação com recorde de produção

Navio-plataforma faz parte de Mero, terceiro maior campo do pré-sal em volume de óleo no Brasil

O FPSO Guanabara (Mero 1) completou um ano de operação em dia 30 de abril. Esse FPSO é primeiro de uma série de quatro plataformas definitivas programadas para o campo unitizado de Mero, no bloco de Libra (Plano Estratégico 2023-2027).

Nesse primeiro ano vários marcos foram alcançados: o TOP da unidade em janeiro/2023, o recorde de produção no FPSO Guanabara, com média mensal de 179 mil barris de petróleo por dia (bpd) em fevereiro/2023, e o início da injeção de água em março/2023.

Segundo o diretor de Exploração e Produção, Joelson Mendes, o atingimento de um recorde apenas dez meses após o primeiro óleo da unidade e com quatro poços produtores, “reforça o enorme potencial do campo de Mero e é resultado da capacidade e comprometimento de nosso corpo técnico e de nossos parceiros para superar desafios”.

Guanabara: o primeiro sistema definitivo a operar em Mero, terceiro maior campo no Brasil

Em janeiro de 2022, o navio-plataforma Guanabara chegou ao campo unitizado de Mero, localizado no bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. A plataforma, do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading – unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo), é o primeiro sistema definitivo a operar em Mero, terceiro maior campo em volume de óleo (atrás apenas de Búzios e Tupi, também localizados no pré-sal da Bacia de Santos) no país. Em 30 de abril de 2022, o FPSO começou a operar.

As operações do campo unitizado de Mero são conduzidas pelo Consórcio operado pela Petrobras (38,6%), em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda (19,3%), TotalEnergies EP Brasil Ltda (19,3%), CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda (9,65%), CNOOC Petroleum Brasil Ltda (9,65%) e Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA) (3,5%), como representante da União na área não contratada.

Redução de emissões de CO2

O FPSO Guanabara se beneficia de um dos mais robustos programas de Captura, Uso e Armazenamento Geológico de CO2 (o chamado CCUS), já que o campo unitizado de Mero tem um teor de 45% desse gás, possibilitando a redução das emissões de CO2. Além disso, o consórcio está desenvolvendo, para aplicação no campo, a tecnologia inédita de separação submarina denominada de HISEP® (High Pressure Separation).  Com ela, será possível separar, ainda no leito marinho, o gás produzido rico em CO2, para sua reinjeção no reservatório.

FPSO Guanabara em números: 

Capacidade de produção: até 180 mil barris de petróleo por dia
Capacidade de processamento: 12 milhões de m3 de gás
Poços produtores: 4
Poços injetores de gás: 3
Poços injetores de água: 1
Distância da costa: a mais de 150 km
Profundidade d´água: até 1.930 metros
Altura: 172 metros
Comprimento: 332 metros
Capacidade de geração de energia: 100 megawatts (suficiente para abastecer uma cidade de 330 mil habitantes)