MODEC tem 253 vagas abertas para níveis Técnico e Superior

Oportunidades são para as cidades do Rio de Janeiro, Macaé (RJ) e Santos (SP), além de postos Offshore

Os interessados devem acessar o site www.modec.com/vagasbrasil  para fazer a inscrição. Após recente conquista de um novo contrato para construção de mais uma unidade FPSO para o país, a MODEC está ainda mais ativa no mercado em busca de novos talentos para o seu time. A empresa está com 253 vagas abertas para profissionais de níveis técnico e superior.

A MODEC oferece remuneração compatível com o mercado além de um pacote de benefícios diferenciado. São eles: Plano de Saúde e Odontológico, Previdência Privada, Plano de Incentivo Anual, Seguro de Vida, Vale Alimentação e Refeição (posições onshore), Gympass, Auxílio Creche, Cartão Farmácia, Bônus de Performance e Ajuda de Custo para Embarque (posições offshore).

As vagas disponíveis são para as cidades do Rio de Janeiro, Macaé (RJ) e Santos (SP). Para postos Offshore, o profissional pode ser alocado em qualquer uma das embarcações em operação nas bacias de Santos e Campos.

Confira algumas das vagas em destaque:

Offshore

  • Mestre de Cabotagem
  • Operador de Produção
  • Técnico de Elétrica
  • Operador de Utilidades

Onshore 

  • Analista Contábil
  • Analista de Gestão e Projetos
  • Analista de Controladoria
  • Analista de TI
  • Especialista de RH
  • Coordenador de Projetos

Sobre a MODEC

A MODEC é líder global no segmento de construção, afretamento e operação de plataformas para produção de óleo e gás. Com mais de 50 anos de história e quase duas décadas em mares brasileiros. Atualmente, a MODEC opera 12 plataformas de Petróleo e Gás e possui outras 4 unidades em construção para o país.

Mercado de petróleo e naval em Macaé (RJ) conta com serviços de ponta em gases industriais

Com o objetivo de aumentar a capacidade de armazenamento e distribuição de produtos, a Air Products inaugura seu novo sale center para atendimento aos segmentos onshore e offshore.

O mercado offshore para as indústrias de petróleo e naval tem estado aquecido na região fluminense do Rio de Janeiro, já que atrai investidores, gera oportunidades de empregos e de novos projetos. O estado possui projetos em fase de licenciamento no Ibama com potencial para alcançar cerca de 27,5 GW de potência.

Soma-se a esse bom momento o recente anúncio do governo estadual de um investimento da ordem de US$ 85 bilhões na geração de energia em alto mar nos próximos anos, já com foco em projetos de energia eólica e hidrogênio verde.

Uma das empresas, que atua na região atendendo esse mercado há mais de 10 anos, é a Air Products, multinacional especializada em gases industriais, especiais e medicinais, que fornece uma completa linha de gases e soluções para o segmento onshore e offshore. A companhia também atende empresas em todo o mundo que usam a tecnologia para exploração, mergulho saturado, fabricação, produção e inspeção, reparo e manutenção submarina (IRM).

“Fornecemos oxigênio, argônio, nitrogênio, hélio e misturas para mergulho, proporcionando qualidade e segurança nas operações offshore. Mergulhadores e soldadores beneficiam-se da qualidade e do alto nível de produtividade com a utilização dos nossos gases e confiam na pureza e na precisão de nossas misturas. Nossos gases especiais também são aplicados em análises de laboratório e processos de calibração”, conta Fabio Godoi, Gerente de Vendas Packaged Gases da Air Products.

Segundo ele, no setor offshore os clientes esperam entregas pontuais e serviços confiáveis, especialmente em situações de emergência. “Nossos serviços de pós-venda incluem o fornecimento regular de certificados de análises e rastreamento de cestas”, afirma.

E completa: “temos uma linha dedicada de cestas offshore com 16 cilindros interconectados por manifold. Além disso, a Air Products fornece baskets usados para transporte de cilindros individuais, todos os equipamentos em conformidade com os padrões mais recentes exigidos pelo segmento offshore, incluindo o padrão DNV (norma 2.7-1) e ABNT 12274”, diz.

Inauguração

Com o objetivo de aumentar a capacidade de armazenamento e distribuição de produtos, a Air Products inaugurou, em 11 de maio, seu novo sale center para atendimento aos segmentos onshore e offshore, na cidade de Macaé, região Norte Fluminense (RJ).

Segundo Marcus Silva, Gerente Geral Brasil e Argentina, a adequação às políticas de segurança da empresa e a melhor utilização do espaço, com atualização do layout de carga e descarga, são os grandes impulsionadores da mudança.

“Com a otimização do processo de armazenamento e distribuição teremos vantagens aos clientes, que contarão com ainda mais flexibilidade no atendimento, já que haverá diminuição do lead time de entregas regulares e melhor capacidade de atendimentos emergenciais. Além disso, haverá maior mix de produtos e melhor acessibilidade a clientes que retiram os produtos com transportadora cadastrada, bem como a expansão da rota às regiões mais próximas”, esclarece Silva.

E ainda reforça: “na questão da segurança, a nova área de armazenamento de inflamáveis está conforme com a norma do Corpo de Bombeiros. O espaço é amplo e conta com melhor acessibilidade e manobra para as carretas, além de ter cobertura na área para carga e descarga, o que mitiga o risco de acidentes com movimentação sob chuva e maior cobertura do monitoramento 24 horas”.

Os principais produtos e serviços oferecidos pela Air Products na região são as linhas de gases especiais puros e as misturas para processos e calibração, gases em cestas para mergulho, gases industriais para soldagem e oxicorte e cestas offshore DNV, de nitrogênio e hélio. “Com isso, atendemos as aplicações de nitrogênio para inertização, purga e teste de vazamento e de hélio em liquetest para detecção de vazamentos nas tubulações das plataformas”, conclui.

Sobre a Air Products

Desde 1940, a Air Products oferece ao mercado soluções inovadoras na fabricação e distribuição de gases, com serviços inseridos no cotidiano das pessoas.  Atualmente conta com plantas de separação de gases e enchimento de cilindros em Belo Horizonte Duque de Caxias, Mogi das Cruzes, Araraquara, Curitiba e Guaíba, plantas onsite em todo o país e um Sale Center em Macaé.

Além de todo seu know-how em produção, distribuição e soluções de gases, a empresa mantém a sustentabilidade como um dos seus pilares. Está alinhada com o objetivo mundial de descarbonização, tendo estabelecido a meta “1/3 até 2030” para reduzir as próprias emissões e vem estimulando seus clientes a reduzir os impactos ambientais por meio de aplicações das novas tecnologias.

Petrobras terá novos produtos para venda de Gás Natural

Companhia buscará maior competitividade e oferecerá aos clientes diversidade de prazos e diferentes indexadores.

A Petrobras aprovou a criação de novos produtos de venda de gás natural, com mais possibilidades e flexibilidade para os clientes. A companhia já está participando dos processos competitivos de chamadas públicas de distribuidoras estaduais com a nova carteira comercial. No total, a companhia passa a ter 10 produtos base para venda de gás natural, considerando cinco diferentes prazos e dois indexadores.

Com a abertura do mercado de gás natural, que já conta com contratos de mais de 14 supridores, a companhia desenvolveu uma nova carteira comercial para venda de gás natural com prazos, indexadores e local de entrega diversificados, com o objetivo de assegurar a sua competitividade nas chamadas públicas em curso pelas distribuidoras estaduais e na comercialização via Mercado Livre.

Após alguns ciclos sem utilizar o indexador gás-gás (Henry Hub), a Companhia voltou a utilizá-lo nesta nova carteira, além do indexador Brent, e ampliou as opções de prazos contratuais, de forma a possibilitar às distribuidoras a composição de um portfólio aderente às necessidades dos seus mercados.

A Petrobras apresentou também duas opções como local para entrega do gás natural: (a) no hub, no qual a Companhia é responsável pela contratação da entrada no sistema de transporte e o cliente é responsável pela contratação da saída ou (b) no ponto de entrega (city-gate) no qual a Petrobras se responsabiliza pela contratação da entrada e da saída de transporte.

Além da diversificação, as condições comerciais da Petrobras buscam dinamizar ainda mais o ambiente competitivo e o processo de abertura de mercado ao possibilitar, entre outros, a redução de volumes contratados pelas distribuidoras estaduais em caso de migração de volumes de clientes cativos para o ambiente livre, além de maior flexibilidade na gestão de suprimento das distribuidoras com a inclusão de opção de descontratação para os volumes que superem 2/3 dos volumes comercializados em cada zona de concessão, em linha com o estabelecido na Resolução CNPE 03/2022.

As fórmulas de precificação só poderão ser divulgadas quando concluídos os processos competitivos das distribuidoras locais, que correm sob confidencialidade.

Importante destacar que contratos de fornecimento eventualmente celebrados com as distribuidoras se tornarão públicos e serão divulgados pela ANP, conforme previsto na Resolução ANP nº 52/2011, que, no § 6º do art. 11, prevê que a Agência dará publicidade integral dos contratos de compra e venda de gás natural firmados entre os comercializadores e as distribuidoras locais de gás canalizado para atendimento a mercados cativos, bem como das suas principais condições comerciais, de forma a facilitar o acesso dos consumidores.

Com tecnologia da Petrobras, Refinaria Riograndense se prepara para ser a primeira biorrefinaria no Brasil a processar matéria-prima 100% renovável

Refinaria no Rio Grande do Sul será a primeira a testar a aplicação da tecnologia para biorrefino. Investimento da Petrobras será de R$ 45 milhões

A Refinaria de Petróleo Riograndense (RPR), localizada na cidade de Rio Grande (RS), vai realizar testes industriais para a geração de produtos petroquímicos e combustíveis de origem inteiramente renovável. A tecnologia representa uma nova fronteira para o biorrefino no país.

O acordo de cooperação será celebrado na segunda-feira (29/05), em Rio Grande, com a presença de executivos da própria RPR e das empresas que têm participação acionária na refinaria (Petrobras, Braskem e Ultra). O primeiro teste industrial está previsto para o próximo mês de novembro, devendo durar até cinco dias. O segundo, será realizado em junho de 2024. Uma vez comprovado o êxito, já estão negociados o contrato de licenciamento da tecnologia da Petrobras. O valor do investimento que será realizado pela Petrobras na RPR é em torno de R$ 45 milhões.

Para o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, os testes na RPR demonstram o compromisso da companhia com a transição energética: “A Petrobras é pioneira no desenvolvimento de tecnologia capaz de impulsionar oportunidades para o biorrefino no Brasil. Em parceria com os nossos sócios na Refinaria de Petróleo Riograndense, estamos avançando e perseguindo a descarbonização dos nossos processos, gerando produtos com conteúdo renovável, mais sustentáveis e eficientes para a sociedade”.

Tecnologia com DNA Petrobras

A partir de uma tecnologia desenvolvida pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (Cenpes) da Petrobras, a unidade de FCC (craqueamento catalítico fluido) da RPR será preparada, no primeiro teste, com inovações de processo e sistema catalítico, gerando insumos integralmente renováveis.

O teste posterior será por meio do coprocessamento de carga fóssil com bio-óleo, gerando propeno, gasolina e diesel, todos com conteúdo renovável a partir de matéria-prima avançada de biomassa não alimentar.

A Refinaria de Petróleo Riograndense

A história do refino de petróleo no Brasil começou na cidade do Rio Grande (RS). A Refinaria de Petróleo Riograndense, que iniciou suas operações em 1937, hoje tem como acionistas a Petrobras, Braskem e Ultrapar.

Atualmente, a companhia tem como principal atividade a produção e comercialização de derivados de petróleo, especialmente gasolina, óleo diesel, nafta petroquímica, óleo combustível, GLP (gás de cozinha), além de outros derivados. Seu mercado de atuação concentra-se na região sul do Brasil, especialmente no estado do Rio Grande do Sul. A refinaria tem capacidade de processamento instalada de 17 mil/barris dia.

Considerando o êxito nos testes, a RPR estará preparada para produzir, principalmente, bioaromáticos para a indústria petroquímica, tornando-se um marco no desenvolvimento do biorrefino no Brasil. Com o sucesso da iniciativa, a RPR será a primeira refinaria na América Latina a ser convertida para operar como uma biorrefinaria e processar insumos de origem 100% renovável.

Para Felipe Jorge, diretor-superintendente da RPR, as perspectivas são boas: “Estamos dando mais um importante passo em direção ao futuro da nossa pioneira refinaria.  Este investimento para a produção de renováveis pode abrir as portas da RPR para um mercado bastante promissor”, destaca.

Segundo o CEO da Braskem, Roberto Bischoff “a empresa está comprometida em contribuir para a construção de uma economia circular de carbono neutro. No contexto da transição energética, compartilhamos a visão da Refinaria Riograndense de desenvolver novos produtos de fontes renováveis para atender à demanda do mercado e da própria sociedade”.

Por sua vez, Marcelo Araújo, diretor executivo corporativo e de participações da Ultrapar, afirma: “A Refinaria Riograndense é a primeira refinaria do Brasil. Esse passo aponta para uma jornada de evolução do potencial da bioindústria nacional. Uma política pública dedicada ao assunto é fundamental para destravar oportunidades de desenvolvimento, trazer fomento e segurança aos futuros investimentos. Estamos apoiando a iniciativa e seus desdobramentos para posicionar a Refinaria Riograndense como referência do biorrefino brasileiro”.

Presidente da Petrobras destaca oportunidades de investimentos no Rio Grande do Sul

Jean Paul Prates participou de evento com empresariado gaúcho em Porto Alegre

A Refinaria Alberto Pasaqualini (Refap), em Canoas, no Rio Grande do Sul, receberá novos investimentos da Petrobras para produção de diesel com menos enxofre e de diesel com conteúdo renovável. É o que anunciou o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, em reunião com empresários gaúchos, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O encontro abordou oportunidades de investimentos no setor de petróleo e gás, além de projetos futuros para a indústria local.

Prates ressaltou a importância do resgate da indústria nacional para alavancar o setor de petróleo e gás. “Nós certamente saberemos conduzir uma nova fase da indústria naval, que permita que tenhamos serviços e trabalhos importantes sendo realizados no Brasil. Estamos em fase ainda de levantamento das capacidades e, dentro da Petrobras, estamos vendo o que nós podemos demandar e direcionar para os estaleiros brasileiros e para a indústria em geral”, disse ele.

O presidente da Petrobras enfatizou também que as refinarias que operam no Brasil ainda têm muita capacidade de refino. “Há muito a fazer antes de pensar em construir uma refinaria nova. Percebemos que há muita capacidade de refino para extrair das mesmas instalações que já temos. Uma delas é a Refap”, afirmou Prates.

Além da reunião na Fiergs, Prates visitou as instalações da Refap pela primeira vez, onde inaugurou o novo sistema de tratamento de gases da refinaria. Nos dois eventos, esteve acompanhado dos diretores da Petrobras William França (Processos Industriais e Produtos) e Cláudio Schlosser (Logística, Comercialização e Mercados), além do presidente da Transpetro, Sérgio Bacci.