Anker Schroeder lança manilhas para içamento pesado

A Anker Schroeder ASDO GmbH (ASDO), com sede em Dortmund, na Alemanha, lançou novas manilhas para içamentos pesados, com capacidade de 85 t a 1.500 t, nas linhas Heavy Duty (HD), Heavy Super (HS) e Heavy Polar (HP).  Manilhas grandes são fabricadas pela ASDO há 60 anos, mas esta é a primeira série a apresentar a marca ASDO em relevo no corpo. As cores corporativas, laranja e azul, serão utilizadas para o pino e uma cor única para a coroa de manilhas para diferenciar os três tipos: HD, padrão; SH, laranja; e HP, azul. É uma estratégia para orientar os usuários nos locais de uso desse acessório.

“Quando tiramos o aço aquecido do forno, ele brilha em laranja, e o azul é a cor de nosso macacão e representa nossa herança de engenharia desde a concepção em 1920. Produzimos manilhas de alta qualidade, começando desde a obtenção do material de melhor qualidade até o processo de forjamento com desperdício zero, terminando com a extensa inspeção e escopo de teste do produto final”, diz Ralf Römermann, diretor da ASDO.


Manilhas HD da ASDO, com capacidades entre 85 t e 1550 t

O lançamento foi bem recebido por usuários finais de empresas de guindastes, fabricantes de equipamentos submarionosa e de células de carga, além de empresas de EPCI no setor offshore. As manilhas frequentemente combinam com tecnologias de monitoramento de carga e equipamentos abaixo do gancho em aplicações de parques eólicos onshore e offshore. As entregas já estão destinadas aos principais mercados da América do Norte e América Latina, bem como à região da Ásia-Pacífico.

“Historicamente, raramente vendemos diretamente ao mercado, mas a clientes exclusivos, frequentemente fabricamos de acordo com requisitos específicos do projeto, como ancoragem para construção de portos”, diz Daniel Schroeder, diretor administrativo da ASDO.

Segundo ele, a ASDO possui alta capacidade de fabricação e processos para atender a alta demanda antecipada do setor de energia eólica offshore, mesmo com prazos de entrega curtos, em uma indústria que pode suportar gargalos na cadeia de suprimentos. “Para isso, aderimos aos princípios preservados em um século de história em forjamento pesado que abrange quatro gerações do que chamamos aqui na Alemanha, um negócio ‘ Mittelstand ‘ [sinônimo de estabilidade e resistência, apesar das mudanças econômicas e de mercado].”

Aprovação de tipo DNV

O fator de segurança das manilhas ASDO é totalmente avaliado pela análise interna de elementos finitos (FEA) e confirmado por testes físicos durante os processos de aprovação de tipo DNV (DNV-ST-0377 e DNV-ST-0378). As manilhas da empresa geralmente atendem ou excedem os requisitos de projeto e teste de todas as orientações, incluindo ASME B30.26-1 e Federal Specification RR-C-271. Elas também são marcadas com código de lote estampado e identificação única de série, bem como marcações em relevo a quente, incluindo limite de carga de trabalho (WLL), grau de aço e marca CE.

Nina Sverdlova , da área de pesquisa e desenvolvimento, lembr que a DNV é uma das sociedades de classificação mais amplamente referenciadas. “Para acessórios de içamento, eles estabelecem requisitos mínimos para projeto e fabricação, incluindo rastreabilidade de materiais, inspeção e práticas de teste. No entanto, em várias áreas, as manilhas ASDO excedem os requisitos da DNV.”

Ela explica que o DNV-ST-0377 fornece especificações para acessórios de içamento a bordo de um navio, para manuseio de carga dentro do navio offshore ou onshore. A DNV-ST-0378, por sua vez, aplica-se a equipamentos para manuseio de cargas, também fora da embarcação/unidade offshore, como em operações de instalação, incluindo projetos de turbinas eólicas em mar aberto. É importante ressaltar que a documentação da DNV fornece orientação para que o usuário entenda como aplicar, manter e inspecionar corretamente o equipamento.

As manilhas laranja e azul ASDO são fornecidas com um pino dividido para evitar que a porca gire além do ponto de segurança. O sistema anti-rotação em todas as manilhas fornecidas permite um manuseio mais fácil e melhor desempenho. Como a linha se concentra em manilhas de grande porte, ela possui olhais que são fáceis de usar em termos de manuseio do pino. Para ambientes altamente dinâmicos, estão disponíveis manilhas com sistema de porca travada, que protegem a porca da rotação. O pino antirrotação para todos os tamanhos pode ser especialmente útil para fornecedores de células de carga.

Boas-vindas offshore

O lançamento é apoiado pela publicação de um novo folheto, que foi levado para a Conferência de Tecnologia Offshore que ocorreu de 1 a 4 de maio no NRG Park em Houston, Texas. Nina Sverdlova , que visitou pessoalmente André Carrion, que gerencia a América Latina, durante o evento, disse: “Queríamos que o folheto e o site fossem, antes de mais nada, documentos de referência técnica. O feedback é que o mercado realmente precisa de um novo player de ponta, tanto em içamento quanto em ancoragem. Encontramos muitos clientes que nos conhecem há muitos anos e apreciamos que agora possamos oferecer nossas manilhas fabricadas na Alemanha diretamente no mercado. Também fomos solicitados a cotar manilhas especiais.”

A ASDO não planeja produzir manilhas menores (menos de 85 t WLL) como padrão. Por outro lado, a pedido, pode forjar manilhas até um diâmetro de arco de 330 mm.


Manilha ASDO com capacidade para 800t

Petrobras assina com a Bram Offshore contrato de afretamento

Nova embarcação é pioneira na sua categoria no país. As tecnologias empregadas visam economia de combustível, redução de emissões de gases de efeito estufa e dão o tom do futuro em desenho pela petroleira.

Petrobras assinou com a Bram Offshore, contrato de afretamento da embarcação Mr. Chafic, do tipo AHTS (Anchor Handling Tug Suplly), para realizar operações de transporte marítimo de cargas pela Logística Offshore, em atendimento às demandas operacionais do E&P e Sondas de Perfuração. A Bram Offshore será responsável pela implementação das inovações tecnológicas, além de armar e tripular a embarcação.

A principal novidade deste contrato é que a embarcação terá implementada, até outubro de 2024, propulsão híbrida, isto é, serão instaladas baterias a bordo, permitindo que a navegação e operações marítimas sejam feitas com redução de emissões de gases de efeito estufa, bem como do consumo de combustível. A Petrobras tem a expectativa de que essas reduções se situem em torno de 15%.

O Diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Cláudio Schlosser, comenta a dimensão das operações logísticas da Petrobras e a importância da transição energética desse segmento: “A Petrobras promove uma das maiores operações logísticas offshore do mundo. O posicionamento da Petrobras a torna um ator fundamental no atendimento às demandas da sociedade. E essas demandas são cada vez mais sofisticadas, passando necessariamente pela sustentabilidade em toda cadeia de operações de fornecimento energético. Vamos continuar investindo em iniciativas inovadoras que posicionem a Petrobras como a melhor empresa de energia na geração de valor, provendo energia que assegure efetiva prosperidade hoje e também nas próximas gerações.”

O que é uma embarcação híbrida?

Uma característica importante dessa tecnologia é a sua perfeita integração ao sistema de propulsão. Através dessa integração, as baterias auxiliam os motores principais, proporcionando redução no consumo de combustível, uma vez que existe a possibilidade da embarcação operar com uma menor quantidade de geradores no barramento, mantendo-se a segurança operacional. Essa abordagem híbrida permite que a embarcação opere de forma mais eficiente, economizando recursos e reduzindo as emissões poluentes. A certificação da DNV (Det Norske Veritas) é uma validação importante para a segurança e conformidade com normas internacionais. A notação de classe garante que as baterias atendam aos mais altos padrões de segurança, assegurando a operação confiável e a proteção dos tripulantes e do meio ambiente.

“A consecução desse projeto é um passo importante da transição energética no âmbito das nossas operações logísticas. Os desafios tecnológicos ainda são expressivos, mas confiamos na capacidade técnica dos nossos times e fornecedores que, em conjunto, estão obtendo avanços importantes nessa temática e, igualmente relevante, demonstrando a nossa capacidade de incorporar tecnologias de ponta que não só promovam a descarbonização das nossas operações, mas o façam com segurança e competitividade.” – pontua Daniel Gago, Gerente Executivo da Logística de E&P da Petrobras.

Essas embarcações podem operar em plataformas, turbinas eólicas offshore, em áreas de pesquisa e para construção e reparo offshore. O banco de baterias não requer espaço no convés da embarcação, nem interfere nas suas atividades.

Com um Bollard Pull de 167 toneladas e uma capacidade de carga de aproximadamente 2.800 toneladas, a embarcação alcançará níveis ainda mais expressivos ao agregar a bateria ao seu sistema. A autonomia aumentada e a manobrabilidade aprimorada proporcionarão maior flexibilidade para realizar operações complexas com eficiência e segurança. Além disso, a presença das baterias proporcionará uma maior segurança operacional, garantindo a continuidade das operações e minimizando riscos. A flexibilidade operacional também é ampliada, permitindo adaptações ágeis às necessidades e demandas do mercado.

“A Bram Offshore e o Grupo Chouest são parceiros da Petrobras há décadas. Nesse tempo, foram inúmeros os projetos conjuntos de desenvolvimento e transformação das operações logísticas, dado que compartilhamos com a Petrobras esse objetivo de buscar incessantemente novas tecnologias que tornem as operações logísticas mais seguras, sustentáveis e competitivas. Ficamos entusiasmados em participar, de forma pioneira no Brasil, de mais esse capítulo de transformação.” – afirma Ricardo Chagas (foto), Diretor Presidente do Grupo Chouest para a América Latina.

O Mr. Chafic entrará em operação até outubro de 2023 e inaugurará sua configuração híbrida nos 12 meses subsequentes.

Esta contratação integra um rol de projetos em desenvolvimento pela Petrobras, em conjunto com o mercado nacional, com vistas à descarbonização das suas atividades e à modernização da frota de embarcações empregada nas suas atividades de E&P

Petrobras aprova a continuidade da implantação do Trem 2 da RNEST

Reinício dos trabalhos está previsto para 2024.

A Petrobras informa que seu Conselho de Administração, em reunião realizada decidiu dar continuidade à implantação do Trem 2 da Refinaria Abreu e Lima – RNEST, cujas obras foram interrompidas em 2015. A decisão é fundamentada em criteriosa reavaliação do Projeto RNEST que, à luz das premissas do Plano Estratégico 2023-2027, teve sua atratividade econômica confirmada.

As contratações associadas à continuidade das obras do Trem 2 da RNEST passarão por todas as análises necessárias, em observância às práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis, e serão divulgadas oportunamente ao mercado. É importante destacar que tal projeto já estava previsto no Plano Estratégico 2023-2027, dentro do CAPEX previsto.

O início das operações do Trem 2 da RNEST é previsto para 2027, e com essa implantação, a Petrobras contribuirá para expandir a capacidade de refino nacional, viabilizando o aumento da produção de derivados, principalmente diesel S10, em atendimento às demandas do mercado.

A Petrobras reforça, assim, os direcionadores estratégicos que norteiam as decisões da companhia: atenção às pessoas, adequação e aprimoramento do parque atual de refino, foco em ativos rentáveis e descarbonização de E&P, desenvolvimento sustentável do país, transição energética justa e atuação internacional por meio de parcerias tecnológicas e operacionais.

Para o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França, “a expansão da capacidade da RNEST é fundamental para aumentar a produção e a disponibilidade de derivados, em especial, óleo diesel S10.  Localizada estrategicamente em Pernambuco, a refinaria está conectada ao sistema logístico nacional e contribuindo para o desenvolvimento do Nordeste brasileiro”.

De acordo com o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos, “a retomada das obras na RNEST revela o compromisso da companhia em modernizar suas operações, levando em consideração a viabilidade econômica e atendimento às necessidades do mercado e da sociedade”.

O Trem 2 da RNEST adicionará cerca de 13 milhões de litros de diesel S10 por dia à capacidade de produção nacional.

Revap troca equipamento de tocha para aumentar a eficiência

Petrobras investe aproximadamente R$ 40 milhões em nova geração de tecnologia smokeless.

A Petrobras investiu R$ 40 milhões em um equipamento para reduzir a emissão de fuligem na Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP). Trata-se da troca da ponteira da Tocha B, que agora conta com 10 queimadores e tem uma capacidade potencial de queima “sem fumaça” três vezes maior do que a anterior.

A refinaria tem duas tochas: A e B, que funcionam como reserva uma da outra. A tecnologia anterior, apesar de já ser smokeless (queima sem formação de fumaça), ainda era de primeira geração. Agora, a tocha B está mais moderna, com um equipamento de terceira geração, que tem uma queima mais eficiente.

A capacidade de queima, ou seja, a quantidade de gás que pode ser direcionado para a tocha, não foi alterada: mantém-se 1.100.000 kg/h. Em compensação, a capacidade de queima sem fumaça aumentou consideravelmente sua performance, passando de 40 t/h para 170 t/h. Isso significa que eventuais episódios de “fumaça preta” devem se tornar raros, minimizando os impactos para a vizinhança da refinaria.

Assim, a unidade conta com um equipamento mais robusto, mais moderno do ponto de vista tecnológico, com mais confiabilidade e eficiência, gerando menos incômodo para as comunidades vizinhas.

Sobre a Tocha

A tocha, ou flare, não é uma unidade operacional, mas sim um sistema de segurança de grande importância. Sua função é evitar o descarte de gases inflamáveis ou tóxicos para a atmosfera, realizando a queima segura destes compostos. Para que a combustão seja completa e adequada, é utilizado vapor d’água para criar turbulência, arrastar ar e promover uma boa mistura com os tipos de gases que chegam para serem queimados no sistema de tocha.

Petrobras adquire certificação internacional que garante origem 100% renovável de energia elétrica usada em suas operações

Companhia neutraliza emissões do “escopo 2” associadas ao consumo de energia adquirida de fornecedores no Brasil. Medida é mais um passo relevante em direção à transição energética.

Em mais um passo relevante em sua trajetória de transição energética, a Petrobras adquiriu certificação internacional que garante que 100% da energia elétrica utilizada em suas operações industriais e administrativas no Brasil é gerada por fontes renováveis. Ou seja, essa chancela – chamada certificação I-REC (Renewable Energy Certificate) – atesta que a energia elétrica adquirida pela Petrobras de fornecedores externos é gerada exclusivamente por fontes renováveis (como energia hidrelétrica, eólica ou solar).

O objetivo é neutralizar as emissões do chamado “escopo 2” – termo empregado pela indústria mundial para as emissões associadas ao consumo de energia obtida de um supridor externo. A prática foi incorporada pela companhia a partir de 2022. Os certificados foram adquiridos junto às principais empresas fornecedoras de energia elétrica para a Petrobras: AES Brasil, CPFL Soluções e Cemig.
Além da energia elétrica adquirida de fornecedores externos, a Petrobras também consome energia elétrica que é gerada em suas próprias instalações (em plataformas e refinarias, por exemplo). Nesse caso, as emissões de gases de efeito estufa da geração são consideradas de “escopo 1”, ou seja, emissões diretas resultantes de operações da própria companhia.

“A neutralização de emissões do escopo 2 é um marco relevante em nossa jornada de transição energética e evidencia que estamos colhendo frutos concretos nessa caminhada em parceria com nossos fornecedores. É um avanço que nos deixa orgulhosos, comprovando que seguimos determinados em liderar a transição energética no Brasil, de mãos dadas com a cadeia produtiva nacional e em sintonia com as demandas da sociedade”, disse o presidente da Petrobras Jean Paul Prates.
Energia de origem renovável

A certificação I-REC, reconhecida internacionalmente, comprova que a energia utilizada por um determinado consumidor é de origem renovável, como hidrelétrica, eólica ou solar. Os certificados são de propriedade das empresas geradoras de energia e podem ser comercializados com os consumidores dessas empresas, interessados em assegurar a origem renovável da energia comprada.

“A aquisição dos certificados está alinhada à nossa ambição de atingir a neutralidade das emissões operacionais até 2050 e reforça o nosso compromisso com a descarbonização de nossas operações, contribuindo para uma transição energética segura e para a geração de renováveis no Brasil”, afirma o Diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.
Programa Carbono Neutro da Petrobras

“Priorizamos a aquisição de energia renovável no ambiente de comercialização do mercado livre de energia, e agora demos um passo à frente garantindo, por meio dos certificados, que essa energia elétrica que usamos para consumo em nossas unidades industriais e administrativas é proveniente de fonte renovável”, explica o gerente executivo de Gás e Energia da Petrobras, Álvaro Tupiassu.

Os certificados fazem parte da primeira iniciativa do portfólio de ações que contou com os recursos do Fundo de Descarbonização da Petrobras. Eles abrangem 100% da energia elétrica comprada e correspondem à totalidade das emissões de escopo 2 das operações da empresa no Brasil.

“Com a aquisição dos certificados, incentivamos a maior participação dos renováveis na matriz energética brasileira. É com muita satisfação que concluímos essa iniciativa que tínhamos anunciado em nosso Caderno do Clima”, explica a gerente executiva de Mudança Climática e Descarbonização da Petrobras, Viviana Coelho. “Essa ação faz parte dos esforços do Programa Carbono Neutro, que está buscando identificar trajetórias para a neutralidade, incluindo, entre outras ações, a maior eletrificação das nossas unidades e a integração com renováveis”, complementou ela.

Fundo de Descarbonização

O Fundo de Descarbonização da Petrobras foi criado para apoiar ações de descarbonização das operações da empresa nos segmentos de exploração e produção, refino, gás e energia e logística. A Petrobras tem o compromisso de reduzir suas emissões operacionais totais em 30% até 2030 (em comparação com 2015) e, no longo prazo, a ambição de neutralizar suas emissões operacionais de gases do efeito estufa até 2050 e influenciar parceiros a atingirem essa ambição.

Sobre I-REC

O chamado Renewable Energy Certificate (I-REC) é um tipo de certificado de energia renovável que representa os atributos ambientais da geração de um megawatt-hora (MWh) de energia produzida por fontes renováveis. Ele consiste em um sistema global de rastreamento dos atributos de energia renovável, desenvolvido para permitir o registro confiável de energia oriunda de fontes renováveis. O certificado é utilizado por consumidores específicos, para fins de contabilização no Escopo 2, de acordo com os mais rigorosos padrões internacionais.