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  • MATÉRIA DE CAPA: Descomissionamento: O jogo começou por Julia Vaz;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Luciano Gaete, CEO da HMSWeb Tecnologia da Informação e diretor de Tecnologia do Grupo Forship – Uma plataforma para o futuro por Flavia Vaz;
  • ARTIGO I – Novo SGSO: um debate importante para a indústria de Óleo & Gás por Mayra Aquino é chair do Comitê Técnico de Poços e Deputy da Diretoria de Comitês Técnicos da SPE Brasil;
  • Petrobras investe R$ 200 milhões em novos sistemas de tratamento de gases nas refinarias Replan e Refap;
  • Petrobras adota a transformação digital com a tecnologia baseada em nuvem do SLB para otimizar a produção de petróleo e gás;
  • Ecovix e Gerdau vencem leilão e farão descomissionamento da plataforma P-32;
  • Baker Hughes recebe contrato significativo de tecnologia de gás para apoiar o projeto BM-C-33 da Equinor no Brasil;
  • Measure Offshore – Empresa Especialista em Engenharia Elétrica, Naval e Consultoria Ambiental;
  • FPSO Sepetiba zarpa;
  • Anker Schroeder lança manilhas para içamento pesado;
  • 3R Petroleum oferta gás no mercado livre no Espírito Santo;
  • Petrobras contrata Nauticus para inspeção offshore com robô autônomo;
  • BP assina contrato de partilha de produção para o bloco de Bumerangue, na Bacia de Santos;
  • Mayekawa fornecerá sistema Hydrocarbon Dew Point Control Unit para as FPSO P-80 e P-83;
  • Petrobras aprova a continuidade da implantação do Trem 2 da RNEST;
  • Petrobras assina com a Bram Offshore contrato de afretamento;
  • Saipem arrecada US$ 1 bilhão para novas atribuições com Aramco e Petrobras;
  • Petrobras adquire certificação internacional que garante origem 100% renovável de energia elétrica usada em suas operações;
  • SBM Offshore fecha financiamento de US$ 1,62 bilhão com 12 bancos para FPSO com destino ao Brasil;
  • Revap troca equipamento de tocha para aumentar a eficiência;
  • Veolia Water Technologies & Solutions instala unidades móveis de dessalinização com bombas da Danfoss em plataformas petrolíferas offshore;
  • Petrobras testa combustível marítimo com 24% de conteúdo renovável;
  • Oil States Brasil fecha contrato importante com a Petrobras;
  • Petrobras vai ampliar capacidade de produção de diesel com conteúdo renovável ainda em 2023;
  • Petrobras e BNDES assinam acordo de cooperação técnica;
  • Grupo Orguel completa 60 anos como referência na construção civil e de olho em novas áreas de atuação;
  • Petrobras obtém reconhecimento internacional por pioneirismo em captura e armazenamento de CO2 – CCUS;
  • Petrobras assina contrato de comercialização para uso de robô inédito no país, desenvolvido em parceria com startup;
  • Equinor alcança produção de 110 mil barris diários em Peregrino.

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Capa

Petrobras assina contrato com a Comgás no valor de R$ 56 bilhões

Documento prevê fornecimento de gás natural pelo período de onze anos.

A Petrobras assinou novo contrato de gás natural com a Companhia de Gás de São Paulo (Comgás), no valor estimado de R$ 56 bilhões, com vigência de janeiro de 2024 a dezembro de 2034. O contrato é resultado de processo concorrencial por meio da Chamada Pública nº 01/2023 realizada pela Comgás, que visa o suprimento de gás para atendimento ao mercado cativo da distribuidora, no Estado de São Paulo, reforçando a parceria comercial entre as empresas.

“As novas contratações mostram que a Petrobras está cumprindo, e bem, o seu papel de suprir gás para os mercados estaduais. Nossa previsão de investimentos próprios nesta área supera R$ 25 bilhões nos próximos anos.  Estamos oferecendo contratos mais flexíveis, com diferentes modalidades de prazo e indexadores. Com isso, as distribuidoras podem optar pelo portfólio mais adequado às suas necessidades de atendimento dos diversos mercados: industrial, comercial, residencial e automotivo”, destacou o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

O contrato da Comgás foi objeto de prévia análise e aprovação da ARSESP – Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado de São Paulo e será enviado para a ANP, de acordo com o rito regulatório que prevê que a Agência torne públicos os contratos de compra e venda de gás natural firmados pelas distribuidoras locais de gás canalizado para atendimento a mercados cativos.

“O gás natural é um energético estratégico para o estado de São Paulo e o Brasil, e nós aqui na Comgás estamos investindo continuamente em soluções para levar essa energia a cada vez mais pessoas e negócios, além de garantir a segurança energética que o Estado de São Paulo tanto precisa para crescer com competitividade e sustentabilidade.  Nossos investimentos somam mais de R$1 bilhão por ano no estado, ampliando a malha de gasodutos de distribuição e conectando mais de 150 mil novos clientes anualmente. Este contrato com a Petrobras, que renova uma parceria de suprimento longeva entre as duas companhias, traz melhorias em relação às condições atuais, abrindo oportunidades para a tão esperada migração de clientes para o mercado livre de gás”, afirma Antônio Simões, CEO da Comgás.

Esta é a terceira pactuação entre Petrobras e Companhias Distribuidoras Locais aderente à nova carteira de produtos da Petrobras, considerando as recentes celebrações de instrumentos contratuais com a Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) e a Companhia de Gás de Pernambuco (Copergás), conforme comunicados divulgados em 27/6 e 03/7.

Nova carteira

Com a abertura do mercado de gás natural, a Petrobras desenvolveu uma nova carteira comercial para venda de gás natural com prazos, indexadores e locais de entrega diversificados, visando assegurar a sua competitividade nas chamadas públicas em curso pelas distribuidoras estaduais e na comercialização via Mercado Livre.

Além da diversificação, as condições comerciais da Petrobras buscam dinamizar ainda mais o ambiente competitivo e o processo de abertura de mercado ao possibilitar, entre outros, a redução de volumes contratados pelas distribuidoras estaduais em caso de migração de volumes de clientes cativos para o ambiente livre, além de maior flexibilidade na gestão de suprimento das distribuidoras com a inclusão de opção de descontratação para os volumes que superem 2/3 dos volumes comercializados em cada zona de concessão, em linha com o estabelecido na Resolução CNPE 03/2022.