Petrobras lança programa inédito para bolsistas e investirá em capacitação de toda cadeia de inovação

A proposta é integrar formação acadêmica e empreendedorismo.

A Petrobras ampliará o programa de bolsas acadêmicas, passando a investir na capacitação de toda cadeia de inovação, desde a formação de mão de obra até a preparação de fornecedores, por meio de um programa integrado de formação em empreendedorismo. Inédita, a proposta visa impulsionar o ecossistema nacional. A previsão é de que, no horizonte de 5 anos, sejam concedidas 4 mil bolsas de estudo, criadas 400 novas empresas de base tecnológica nacionais e desenvolvidos mais de 100 novos fornecedores para a indústria.

“A Petrobras tem um profundo conhecimento da malha de desenvolvimento tecnológico do país e sempre foi uma grande impulsionadora da economia brasileira. O ponto forte desse programa é o investimento integrado em um processo único, que tem início na concessão de bolsas acadêmicas, focadas nos temas de interesse para desenvolvimento tecnológico, e se estende até o suporte na criação e consolidação de novas empresas de base tecnológica para provimento de soluções inovadoras para a indústria”, avalia o presidente da Petrobras Jean Paul Prates.

O programa visa a aceleração da maturidade de tecnologias com alto potencial de aplicação, aumento da capacidade de resposta, inovação, competitividade e robustez do mercado nacional – empresas  e profissionais – na entrega de soluções tecnológicas. Ele irá somar-se às outras iniciativas voltadas para o desenvolvimento do ecossistema de inovação mantidas pela Petrobras: o Programa de Formação de Recursos Humanos da ANP (PRH-ANP) e o Petrobras Conexões para Inovação.

O PRH-ANP financia a concessão de bolsas acadêmicas, revertendo, com quitação antecipada, parte da sua obrigação de investimento em P&D,I da companhia em benefício educacional à sociedade, promovendo a formação e capacitação de futuros profissionais da área. O Conexões para Inovação conecta a companhia com todo o ecossistema inovador, desde startups, universidades, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) até empresas. Dividido em módulos, reúne as diferentes formas de desenvolver, testar ou comercializar tecnologias com a Petrobras.

“Acreditamos que lançar um programa integrado que contemple a formação e inclua a visão de empreendedorismo e o desenvolvimento de fornecedores, irá enriquecer o ecossistema de fornecedores nacionais, criando um círculo virtuoso e inédito nesse setor”, afirma o diretor de Tecnologia e Engenharia da Petrobras José Carlos Travassos.

“Uma vez em que o programa esteja em pleno funcionamento e maturidade, estimamos ter, anualmente, em torno de 1.000 bolsas acadêmicas ativas, distribuídas por cerca de 50 temas de interesse da Petrobras, e com um mínimo de 30 desafios tecnológicos em desenvolvimento por novos empreendedores de base tecnológica, com maturidades diversas, distribuídas entre as fases de pré-incubação; pré-aceleração; e capacitação para desenvolvimento de fornecedores, calcula a gerente executiva do Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes), Maíza Goulart.

O programa será dividido em módulos e não é obrigatório ter participado de um deles para ingressar no outro. O processo se dará mediante avaliação dos gestores. A capacitação da cadeia de inovação prevê desde a concessão de bolsas acadêmicas, capacitação em gestão de inovação e empreendedorismo; pré-incubação de empresas; pré-aceleração de novas empresas de base tecnológica e capacitação para desenvolvimento de fornecedores.

Para gerir o novo programa de empreendedorismo, a Petrobras abriu seleção de parceiros para conceber, gerir e executar o novo programa, que visa não só formar mão de obra mas empreendedores que queiram transformar o resultado de pesquisas em negócios. A oportunidade está aberta e receberá propostas até a próxima sexta-feira (4/8). Todas as informações estão disponíveis neste endereço: Competitividade (petrobras.com.br).

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📣 Este evento reunirá expoentes da indústria que estão à frente na prestação de serviços integrados Floating Production Storage and Offloading (FPSO), incluindo líderes de mercado como Modec, SBM, Ocyan, Yinson e BW Offshore.

📣 Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável. Verifique em anexo a programação do evento e a lista de temas que serão abordados.

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TechnipFMC quebra recordes de pedidos e espera atingir US$ 9 bilhões em 2023

A TechnipFMC recebeu US$ 4,1 bilhões em pedidos de entrada submarina no segundo trimestre de 2023, um aumento de 62,2% em comparação com o primeiro trimestre de 2023 e um aumento de 113,4% em comparação com o mesmo período de 2022. Recordes foram estabelecidos para o desenvolvimento submarino de campo completo iEPCI da empresa e execução de projetos integrados e sistema de produção submarina Subsea 2.0.

A receita total da TechnipFMC no segundo trimestre foi de US$ 1.972,2 milhões, enquanto a perda de operações contínuas foi de US$ 87,2 milhões. A receita ajustada de operações contínuas foi de US$ 44 milhões e o EBITDA ajustado, que exclui encargos e créditos antes dos impostos, foi de US$ 205,9 milhões.

A carteira de pedidos total da empresa aumentou 25% sequencialmente, para US$ 13,3 bilhões.

“Nossos resultados do segundo trimestre refletem o forte desempenho operacional e a entrega contínua de nossos compromissos financeiros ”, disse Doug Pferdehirt, presidente e CEO da TechnipFMC. “Colocamo-nos estrategicamente numa posição muito diferenciada. Mais de 90% do total de pedidos e receita da empresa são gerados fora do mercado de terras da América do Norte.

“Estamos mudando fundamentalmente a maneira como operamos nossos negócios para garantir a criação de maior valor para todas as partes interessadas. Isso está sendo claramente reconhecido pelo mercado, com o trimestre representando o maior nível de atividade de entrada para iEPCI e Subsea 2.0 na história de nossa empresa.”

O segmento submarino da empresa registrou receita de US$ 1.618,4 milhões, um aumento de 16,6% em relação ao primeiro trimestre, devido em grande parte ao aumento da atividade de projetos na América do Sul, Mar do Norte e Golfo do México. O EBITDA ajustado foi de US$ 233,8 milhões, um aumento de 64,8%.

O lucro operacional do segmento foi de US$ 153,4 milhões, um aumento de 129,6% em relação ao primeiro trimestre. De acordo com o relatório financeiro, esse aumento deveu-se principalmente a receitas mais altas, melhores margens na carteira de pedidos e maior atividade de instalação e serviços.

A expectativa para o ano inteiro de pedidos submarinos foi revisada para cima e deve chegar a US$ 9 bilhões.

“Os pedidos submarinos incluíram seis projetos integrados, incluindo a concessão direta de nosso maior iEPCI até o momento, um contrato da Equinor para o desenvolvimento do BM-C-33 no Brasil. No acumulado do ano, o iEPCI foi responsável por mais de 50% de nossa entrada de pedidos. Continuamos esperando que o iEPCI alcance sua maior entrada de todos os tempos em 2023, possibilitado por um nível recorde de atividade do iFEED que frequentemente se converte em prêmio direto”, disse Pferdehirt .

“A entrada submarina no primeiro semestre do ano totalizou US$ 6,7 bilhões, dando-nos confiança para aumentar nossa perspectiva para o ano inteiro. Agora esperamos que os pedidos cheguem a US$ 9 bilhões em 2023. Prevemos que 70% desses pedidos virão de uma combinação de iEPCI, serviços submarinos e todos os outros prêmios diretos, destacando a qualidade de nossa entrada.”

A Surface Technologies registrou receita de US$ 353,8 milhões, um aumento de 7,3% em relação ao primeiro trimestre, impulsionada principalmente pela maior atividade no Oriente Médio e América do Norte, e lucro operacional de US$ 25,7 milhões, um aumento de 14,7%.

O EBITDA ajustado do segmento foi de $ 46,9 milhões, um aumento de 16,4% em relação ao primeiro trimestre. De acordo com a TechnipFMC, os resultados aumentaram em grande parte devido ao aumento da receita e ao melhor desempenho operacional.

Para lembrar, a TechnipFMC relatou pedidos de entrada para o ano inteiro de US$ 8,1 bilhões para 2022 , um aumento de 20% em relação a 2021, impulsionado por US$ 6,7 bilhões em pedidos do segmento submarino.

“O cenário do mercado continua muito forte. O pipeline FEED continua a se expandir, com mais projetos em estágios avançados avançando para a decisão final de investimento. Nossa lista de oportunidades submarinas, que destaca os projetos disponíveis nos próximos 24 meses, continua robusta. A visibilidade de longo prazo também está melhorando, com clientes garantindo capacidade para projetos que se estendem até 2030. Esses são alguns dos muitos sinais tangíveis que sustentam nossa visão de que este será um ciclo de mercado estendido”, concluiu Pferdehirt.

SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – 1º Simpósio Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs). O evento organizado pela Revista digital Oil & Gas Brasil e apoio da AIF Consulting Partners será realizado na vibrante cidade do Rio de Janeiro. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Corporate Tower, no Rio de Janeiro!

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Petrobras registra novo recorde trimestral de produção no pré-sal

Relatório Operacional mostra ainda que volume de gasolina e diesel produzidos no 2T23 também cresceu

A Petrobras bateu novo recorde trimestral de produção no pré-sal, de abril a junho, chegando a 2,06 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). Isso representou 78% da produção total da companhia e superou o recorde anterior de 2,05 milhões de boed, registrado no primeiro trimestre.  Os dados constam do Relatório de Produção e Vendas do 2T23.

A produção média de óleo, LGN e gás natural, por sua vez, teve leve redução (1,5%) no último trimestre se comparada com o 1T23, alcançando 2,64 milhões de boed. Isso se deu, principalmente, por conta de paradas e manutenções, além do declínio natural de campos maduros e de desinvestimentos.

Esses efeitos, entretanto, foram parcialmente compensados pelo ramp-up da P-71, no campo de Itapu, e pelo início de produção, em maio, dos FPSOs Almirante Barroso, no campo de Búzios, e Anna Nery, no campo de Marlim, além de novos poços de projetos complementares, na Bacia de Campos. A segunda unidade do projeto de revitalização de Marlim e Voador, o FPSO Anita Garibaldi, já concluiu as atividades de ancoragem e tem entrada em operação prevista para o terceiro trimestre deste ano.

“A implantação dos FPSOs Anna Nery e Anita Garibaldi proporciona a continuidade operacional dos campos de Marlim e Voador, com a expectativa de aumento de 20% da produção e redução de 60% de emissão de gases de efeito estufa, em relação a 2018, quando as nove unidades estavam em operação em Marlim, além de abrir uma importante frente de aprendizados e conhecimentos para outros projetos de revitalização”, comentou Carlos Travassos, diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação. “Búzios é o maior campo em águas profundas do mundo. As plataformas instaladas no campo registraram, em junho, a produção média operada de óleo e LGN de 635 mil barris por dia (Mbpd). Temos ainda mais seis unidades já contratadas em implantação, elevando para 11 o número de plataformas em operação no campo até 2027“, completou Joelson Mendes, diretor de Exploração e Produção.

Fator de utilização
O fator de utilização (FUT) das unidades de refino da Petrobras atingiu 93% no 2T23, sendo que em junho alcançou 95%, maiores resultados desde 2015. Os expressivos números foram obtidos mesmo com paradas programadas de manutenção na RPBC, REFAP, REDUC e REPLAN, respeitando os requisitos de segurança, meio ambiente e saúde. A produção de diesel, gasolina e QAV representou 67% da produção total no 2T23, mantendo o elevado patamar do 1T23.

Gasolina
O Relatório mostra ainda que a produção de gasolina teve aumento de 7,4% no segundo trimestre, em comparação com o anterior, acompanhando o desempenho de mercado e o maior aproveitamento da capacidade operacional das refinarias. Em junho, a produção de gasolina foi de 421 mil barris ao dia (bpd), melhor resultado desde 2014.

As vendas de gasolina no 2T23 registraram crescimento de 4,8%, em relação ao primeiro trimestre. Foram as maiores registradas para o mesmo período nos últimos seis anos, mesmo com o desinvestimento de algumas refinarias. Em relação ao segundo trimestre do ano passado, as vendas cresceram 15,7%. Isso ocorreu, principalmente, por conta do ganho de participação da gasolina sobre o etanol hidratado no abastecimento dos veículos flex, bem como do aumento do mercado ciclo Otto.

Diesel
A produção de diesel também cresceu no último trimestre: 9,7% em relação ao primeiro trimestre. O diesel S10, menos poluente e com menor impacto ambiental, teve recorde mensal de 442 mil bpd em junho. Os resultados são fruto de constantes melhorias operacionais, otimização de processos e controle da produção, com objetivo de atender à demanda crescente do derivado.

Como reflexo do avanço do programa BioRefino na estratégia de transição energética para mercado de baixo carbono, foi produzido em abril um novo lote de 5,8 milhões de litros de Diesel R5 (diesel com 5% de conteúdo renovável). Esse volume é suficiente para abastecer até 19.300 ônibus convencionais, com potencial redução de emissões de cerca de 610 toneladas de gases de efeito estufa.

As vendas de diesel foram 0,8% maiores no 2T23 em relação ao 1T23, com volume de produção equiparado ao volume de vendas. O aumento das vendas é explicado, principalmente, pela sazonalidade de consumo, usualmente mais fraca no primeiro trimestre de cada ano devido à redução da atividade econômica, o que foi parcialmente atenuado pelo aumento do teor de mistura obrigatória de biodiesel a partir de abril de 2023.

Controle de emissões

Outro dado do Relatório de Produção e Vendas é relacionado ao resultado das iniciativas de eficiência energética e controle de emissões nas refinarias. Em junho, foi registrada a melhor marca para o IGEE (Intensidade de Emissão de Gases do Efeito Estufa) desde 2019, ano em que iniciou a medição, alcançando o valor de 36,7 kg CO2 por carga equivalente de refino. Neste período houve uma redução da emissão de gases do efeito estufa equivalente a mais de 93.000 ônibus urbanos circulando cinco dias por semana, por 200 km por dia.

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Petrobras amplia produção de diesel com baixo teor de enxofre na Reduc

Investimentos de cerca de R$ 225 milhões permitiram aumentar capacidade de produção do diesel S-10 em 4,5 milhões de litros/dia.

Desde sábado (29/07), a Petrobras passou a contar com duas unidades que têm capacidade produzir 100% de diesel S-10 na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro. Com isso, a refinaria quase dobra o potencial de fornecimento desse combustível, de 5 milhões de litros por dia para 9,5 milhões de litros por dia.

O início da fase de execução das obras ocorreu em março de 2020 e indicava a partida da unidade em setembro de 2023. Porém, mesmo com as dificuldades decorrentes da pandemia, a unidade entrou em produção antes do previsto. Durante as obras, foram gerados mil empregos diretos e indiretos.

A partida da unidade aconteceu após o término de uma parada programada de manutenção, permitindo à companhia concluir as adequações necessárias para capacitá-la a produzir o combustível com baixo teor de enxofre (apenas 10 ppm), visando atender especificações do mercado local e internacional, além de requisitos ambientais. As intervenções realizadas na unidade de hidrotratamento da Reduc atenderam a todos os requisitos em relação à segurança e saúde das pessoas e ao meio ambiente, sendo planejadas de forma a não impactar o atendimento ao mercado durante a sua execução.

O diesel S-10 é um produto mais moderno e sustentável, de maior valor agregado e com menor impacto ao meio ambiente. Além do baixo teor de enxofre, esse combustível tem maior nível de cetano, índice que mede a qualidade de ignição. O S-10 também proporciona impactos positivos na redução de emissões de material particulado e de óxidos de nitrogênio.

De acordo com o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos, “a Petrobras está investindo em projetos e produtos que geram ganhos ambientais para toda a sociedade. A ampliação da produção de diesel S-10 na Reduc representa o cumprimento de um marco importante e reafirma o compromisso da companhia com o atendimento ao mercado e com o respeito ao meio ambiente”.

Segundo o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França, a modernização do parque de refino e a expansão da capacidade de produção de diesel S-10 é fundamental para aumentar a disponibilidade de derivados mais sustentáveis: “A substituição da produção de diesel S-500 por S-10 é de relevância estratégica para a companhia, além de ser positiva para o país, pois amplia a oferta de um derivado menos poluente e com baixo impacto ambiental para atendimento ao mercado brasileiro”.

Com investimento de quase R$ 225 milhões, este é o primeiro projeto concluído do chamado phase-out de diesel S-500, que irá adequar toda a produção de diesel rodoviário da Petrobras para o S-10.

Além da Reduc, também estão previstas as adaptações em unidades existentes nas refinarias Revap e Rnest (1º trem); construção das novas unidades de hidrotratamento na Replan e Rnest (2º trem); e estudos de novas unidades na Repar, Regap, Refap e Revap, que terão potencial de adicionar 300 mil barris por dia na produção de diesel S-10 no Brasil até 2028.

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