Subsea7 nomeia Yann Cottart como vice-presidente no Brasil

Em linha com a estratégia de se consolidar como líder global em seu segmento, a Subsea7 anunciou a nomeação de Yann Cottart como vice-presidente no Brasil.

Com uma trajetória de sucesso na Subsea7 desde 2005, Cottart ocupou vários cargos em gerenciamento de projetos, depois como gerente geral (Managing Director) da Nigéria e, mais recentemente, como vice-presidente do Oriente Médio.

Cottart é engenheiro mecânico, com mestrado na mesma área, e acumula 20 anos de experiência na indústria de serviços de energia, principalmente no setor de construção offshore.

SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – 1º Simpósio Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs). O evento organizado pela Revista digital Oil & Gas Brasil e apoio da AIF Consulting Partners será realizado na vibrante cidade do Rio de Janeiro. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Corporate Tower, no Rio de Janeiro!

📣 Este evento reunirá expoentes da indústria que estão à frente na prestação de serviços integrados Floating Production Storage and Offloading (FPSO), incluindo líderes de mercado como Modec, SBM, Ocyan, Yinson e BW Offshore.

📣 Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável. Verifique em anexo a programação do evento e a lista de temas que serão abordados.

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Petrobras investirá mais de R$ 300 bilhões no Novo PAC

Companhia é a estatal que mais fará investimentos no programa

Na cerimônia de lançamento do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, na última sexta-feira (11), o ministro da Casa Civil, Rui Costa e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, anunciaram que a companhia irá investir R$ 323 bilhões no programa nos próximos quatro anos. Entre diferentes fontes contribuidoras, somente o valor aplicado pela Petrobras equivale a 17% do total de R$1,7 trilhão disponibilizados pelo Novo PAC Desenvolvimento e Sustentabilidade.

“Toda mudança histórica nasce de um sonho, e o sonho do povo brasileiro é de uma vida melhor: com menos desigualdade, com oportunidade de empreender ou conseguir um emprego. As novas gerações querem estabilidade sem ameaça de crise ambiental. Com o PAC, vamos colocar toda a capacidade do Estado a serviço dos sonhos da sociedade, unindo setores para liberar o potencial do Brasil. Nessa nova edição, queremos um crescimento correto e acelerado, mas também sustentável”, afirmou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, presente no evento.

Além dos aportes da Petrobras, a maior investidora individual, também contribuirão para o fundo do Novo PAC o próprio governo federal, outras estatais, e a iniciativa privada, por meio de parcerias público-privadas e concessões. Os recursos serão usados para concluir obras em todo o país e, em um segundo momento, realizar obras pleiteadas pelos estados e Ministérios, priorizando as de maior impacto econômico.

“As responsabilidades fiscal e ambiental serão um importante pilar do novo programa, mas o social continua sendo nossa prioridade. Acima de tudo o foco é cuidar do social, cuidar de gente, cuidando de todas as responsabilidades ao mesmo tempo”, frisou Rui Costa.

Também estiveram presentes no evento o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entre outras autoridades. Silveira destacou que o Brasil já tem seu trabalho de transição energética reconhecido internacionalmente, assim como a contribuição da Petrobras.

“O mundo nos enxerga – e seremos, com certeza – o grande protagonista das energias limpas e renováveis do planeta, liderando o sul global. Mostramos que é possível equilibrar desenvolvimento econômico com sustentabilidade. Internamente, com o apoio da Petrobras, queremos aumentar a oferta de gás para ajudar o país a se industrializar e, consequentemente, gerar emprego e renda para combater as desigualdades”, disse Alexandre Silveira.

A Petrobras poderá ainda ampliar os investimentos e aplicá-los também em manutenção e recuperação de ativos.

“A contribuição da Petrobras ao PAC é singular, significativa e revigorante. Mostra que estamos de volta: o PAC voltou, a Petrobras voltou, o Brasil voltou. Os R$300 bilhões vão impulsionar 47 projetos nossos – desde a revitalização dos campos e plataformas do pré-sal até a transformação das nossas refinarias em biorrefinarias. Nossa aliança com o PAC é um efeito multiplicador das nossas atividades em todo o país. Reforço, a todos os ministérios, que estamos abertos a apoiá-los, pois a Petrobras tem o senso de responsabilidade, do seu dever, como empresa estatal, de ser parceira do Brasil”, declarou Jean Paul Prates.

O novo PAC irá financiar projetos e obras em nove eixos: transporte eficiente e sustentável; cidades sustentáveis e resilientes; água para todos; educação, ciência e tecnologia; saúde; infraestrutura social inclusiva; transição e segurança energética; inclusão digital e conectividade; e inovação para a indústria da defesa.

Investimentos Petrobras

O Plano Estratégico (PE) 2023-2027 da Petrobras serviu como norteador para eleger os projetos prioritários da companhia que receberão os investimentos do novo PAC. Foram selecionados 47, sendo um deles o fundo de descarbonização, e outros poderão ser incorporados à medida que atingirem maturidade, especialmente após aprovação do novo PE 2024-2028.

Liderando a carteira do PAC estão 19 novos sistemas de produção da Exploração e Produção, abrangendo as bacias de Campos e Santos, e outros dois para o Sergipe Águas Profundas (SEAP). Em relação às novas fronteiras exploratórias em desenvolvimento, estão previstos nove poços pioneiros na Margem Equatorial, no norte do país. Na logística de escoamento da produção, destacam-se o Programa Integrado Rota 3, que irá permitir o escoamento do gás do pré-sal da Bacia de Santos, e o gasoduto de SEAP I e II.

Já o Refino terá foco no aumento do volume e qualidade dos produtos: na RNEST, em Pernambuco, haverá ampliação da capacidade de processamento para 260 mil barris por dia; e na Replan e na Revap, ambas em São Paulo, melhoria do Diesel S-10 produzido.

Há ainda a frente de desenvolvimento de um programa de construção de 25 navios em estaleiros brasileiros. Outros 11 navios para operações de cabotagem de petróleo e derivados serão afretados.

Uma das tendências do Novo PAC e meta atual da Petrobras, no eixo da transição energética está prevista uma planta de biorrefino dedicada à produção de bioquerosene de aviação e diesel renovável, além de coprocessamento de óleo vegetal em outras unidades. A produção de derivados petroquímicos, fertilizantes e combustíveis com menor pegada de carbono ou origem inteiramente renovável também terá vez. Um exemplo prático disso é o reposicionamento que a Petrobras estuda para a Refinaria Riograndense (RPR) como a primeira biorrefinaria do Brasil.

Projetos de descarbonização são outro destaque no portfólio da Petrobras no Novo PAC, inclusive numa visão mais ampla que a produção ou refino. Novos negócios, como hidrogênio sustentável e captura e estocagem de carbono (CCUS), tecnologias inovadoras em ascensão no mercado, também receberão investimentos.

Também foi definido um modelo verde para destinação de 26 plataformas a serem descomissionadas, nos próximos cinco anos, visando sustentabilidade, segurança e cuidado com pessoas e meio ambiente. O objetivo é que a companhia se torne referência global nessa atividade.

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Petrobras pretende retomar operação em fábrica de fertilizantes no Paraná

Volta da operação da Araucária Nitrogenados (ANSA) deve ser pautada na diretoria e no Conselho de Administração.

Em visita à Refinaria Getúlio Vargas (REPAR) e à ANSA, unidades da Petrobras no Paraná, nesta segunda-feira (14/08), o presidente da companhia, Jean Paul Prates, afirmou que está em fase final de estudos a retomada da produção de fertilizantes na Araucária Nitrogenados (ANSA), subsidiária da Petrobras.

Após a finalização dos estudos de viabilidade técnica e financeira, o tema deve passar ainda pela Diretoria Executiva e pelo Conselho de Administração da empresa. A fábrica está desativada desde 2020 e, após investimentos e adequações para atender às normas regulatórias, poderá voltar a operar no primeiro semestre de 2024.

No evento, estiveram presentes, além do presidente da Petrobras e de representantes da diretoria da empresa, a deputada federal Gleisi Hoffmann e os deputados federais Zeca Dirceu, Tião Medeiros, e Geraldo Mendes, outras lideranças políticas estaduais e federais, além de representantes sindicais.

De acordo com o presidente Jean Paul Prates, o setor de fertilizantes tem importância estratégica para a Petrobras e para o país: “O Brasil é um grande produtor de commodities agropecuárias, porém, dependente de fertilizantes de origem estrangeira. Esse mercado vem enfrentando muitos desafios no mundo todo. A Petrobras tem interesse em investir na reativação da ANSA por conta da sinergia da unidade com a Repar. Além de reduzir a dependência do país em relação à importação do produto, com a operação, vamos gerar emprego e renda”.

A ANSA tem capacidade de processar cerca de 1,9 mil toneladas por dia de ureia e 1,3 mil toneladas por dia de amônia, usadas na produção de fertilizantes agrícolas, além de outros setores. A matéria-prima usada na unidade é o resíduo asfáltico, que pode ser obtido na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), também localizada na cidade de Araucária (PR).

Para o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França, a Petrobras dá mais um passo importante ao retomar os estudos para colocar novamente a ANSA em operação: “Nossas decisões são pautadas em análises criteriosas de viabilidade técnica e financeira. Desde a hibernação da fábrica, os trabalhadores dos municípios do entorno estão sofrendo com o desemprego causado pela falta de oportunidades na região. Ao investir na retomada da produção na ANSA, estaremos demonstrando a capacidade da Petrobras em fornecer produtos de valor estratégico para o país, com total segurança operacional e ambiental, além de contribuir para o desenvolvimento regional”.

REPAR é unidade de referência no refino da Petrobras

O presidente Jean Paul Prates aproveitou a visita para confirmar que a Petrobras, com a Repar, permanece no Paraná. A Repar é referência em inovação e técnica, representa 14% das vendas da Petrobras e o polo de Araucária é o segundo maior em faturamento da empresa. O perfil de produção é de 49% diesel e 27% gasolina. Isto é, a Repar converte quase 80% do seu processamento em diesel e gasolina.

Além disso, a Petrobras prevê aumentar em 146% sua capacidade de produção de diesel com conteúdo renovável (Diesel R), após ter recebido autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operar mais uma unidade de produção desse combustível na REPAR.

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ANP debate garantias de descomissionamento em workshop

O objetivo foi esclarecer ao mercado e à sociedade sobre critérios mínimos de aceitabilidade e procedimentos de aporte da garantia financeira que assegura o descomissionamento de instalações de produção em campos de petróleo e gás natural.

A ANP realizou  o Workshop de Garantias de Descomissionamento, evento virtual com transmissão pelo canal da ANP no YouTube. O objetivo do evento foi esclarecer ao mercado de óleo e gás, ao mercado financeiro e à sociedade sobre critérios mínimos de aceitabilidade e procedimentos de aporte da garantia financeira que assegura o descomissionamento de instalações de produção em campos de petróleo e gás natural (como plataformas).

Na abertura do workshop, o Diretor da ANP Fernando Moura lembrou que a Resolução ANP nº 854/2021, que regulamenta as garantias de descomissionamento, estabeleceu um prazo de transição até 2/10/2023 para adequação do mercado. Assim, todos os campos em produção no Brasil precisarão entregar essas garantias até essa data. A exceção foram os campos que passaram por cessão de contratos, que precisaram apresentar a garantia no ato da cessão, mesmo durante o período de transição.

“Em decorrência disso, a ANP já recebeu mais de R$ 7 bilhões em garantias, em 192 campos já segurados. Para 2023, a ANP espera receber cerca de R$ 83 bilhões em garantias de descomissionamento de instalações. Atualmente, o Brasil conta com 444 campos em produção, sendo 287 maduros, com um custo total de descomissionamento estimado de R$ 224 bilhões”, destacou o Diretor.

O descomissionamento é o conjunto de atividades associadas à interrupção definitiva da operação das instalações, ao abandono permanente e arrasamento de poços, à remoção de instalações, à destinação adequada de materiais, resíduos e rejeitos, à recuperação ambiental da área e à preservação das condições de segurança de navegação local.

Esta atividade é uma obrigação contratual, e é realizada ao final da vida produtiva do campo, quando a produção já não é suficiente para sustentar os custos de operação.

O descomissionamento requer que os contratados realizem gastos, exatamente em um momento em que o campo já não apresenta retorno financeiro. Por isso, os contratos para exploração e produção de petróleo e gás natural determinam, além da própria obrigação de conduzir o abandono e a desativação das instalações, a obrigação apresentar garantias financeiras para assegurar os recursos necessários para este fim.

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