Equinor investirá cerca de R$ 42 milhões no Brasil em parceria de P&D com CNPEM, Unicamp e UFSC

A Equinor anunciou o investimento de cerca de R$ 42 milhões em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), dos quais cerca de 22 milhões serão dedicados para o desenvolvimento de parte da infraestrutura de uma das estações de pesquisa do Sirius, acelerador de elétrons do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).

O restante do investimento será aplicado em parcerias com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em pesquisas direcionadas para o setor de óleo e gás.

As iniciativas vão avaliar, por exemplo, o potencial de aprimoramento de simulações de reservatórios baseado em ferramentas digitais; as relações entre propriedades físicas de diferentes rochas de reservatórios de petróleo; e o impacto das interações entre rochas e fluidos envolvidos nos processos de extração.

“Investir em tecnologia e inovação é crucial para otimizar o setor de óleo e gás, acelerar projetos em energias renováveis e desenvolver soluções de baixo carbono, em linha com a nossa estratégia global. Nesse sentido, temos trabalhado para fomentar o desenvolvimento de soluções que contribuam para a eficiência de nossas operações, ao mesmo tempo em que estimulamos a ciência em nosso país”, afirma Veronica Coelho, presidente da Equinor no Brasil.

“O desenvolvimento de pesquisas em parcerias com instituições de expertise reconhecidas em suas áreas, como CNPEM, UNICAMP e UFSC geram conhecimento técnico e soluções de valor aplicados aos projetos da Equinor”, declara Andrea Achôa, gerente de PD&I da Equinor no Brasil.

A parceria com as três instituições tem escopos complementares integrando-se no “superprojeto” Sirius, com investimentos na extensão de infraestrutura e atividades de pesquisa. A Equinor, em parceria com CNPEM, Unicamp e UFSC, utilizará a maior e mais complexa infraestrutura científica brasileira para aprofundar conhecimentos sobre atividades de exploração e produção.
O projeto de P&D em parceria com a Unicamp terá como objetivo avaliar as propriedades das rochas existentes no pré-sal no que diz respeito, principalmente, à sua porosidade, permeabilidade e seu comportamento em contato com diferentes fluidos. As amostras de rocha serão enviadas ao CNPEM para serem investigadas na estação de pesquisa Mogno, do Sirius, e comparados a dados coletados no Labore – Laboratório de Reservatórios de Petróleo da Faculdade de Engenharia Mecânica, da Unicamp.

“A parceria dá continuidade a que iniciamos em 2013, quando o Labore esteve à frente de dois dos três projetos entre a Equinor e a Unicamp. A cooperação reforça a formação de recursos humanos de alta qualificação por meio do curso de pós-graduação em Ciências e Engenharia de Petróleo, de caráter interdisciplinar, com gestão conjunta por meio da Faculdade de Engenharia Mecânica e do Instituto de Geociências, com apoio do Cepetro”, declara Rosangela B. Z. L. Moreno, Coodenadora do Projeto da Unicamp. “Os projetos de pesquisas em conjunto têm impactado positivamente no desenvolvimento de novas tecnologias que beneficiam o setor energético e consequentemente a sociedade”, complementa Marcelo Souza de Castro, Diretor do Cepetro.
Também para observar os fenômenos dos diferentes fluidos interagindo com as rochas, a colaboração com a UFSC vai realizar estudos, a partir da utilização de rochas reservatório do pré-sal, para desenvolver um protocolo digital para estas amostras. Esses experimentos, que integram outro projeto de P&D, serão comparadas a imagens geradas com uso de técnicas avançadas de microtomografia, realizadas no Sirius. Pretende-se, com a iniciativa, aperfeiçoar os códigos de simulação numérica do escoamento de fluidos em meios porosos, o que é recorrentemente utilizado nas operações da Equinor.
“A parceria com a Equinor, a Unicamp e o CNPEM reforça o compromisso da UFSC com o desenvolvimento de ciência e tecnologia de alta qualidade e suas aplicações na indústria, uma marca importante na identidade de nossa universidade. Este projeto é especialmente relevante pela elevada internacionalização, ao nos conectar com uma multinacional atuante em um setor estratégico da economia brasileira e com pesquisadores de vários outros países”, salienta o professor Jacques Mick, pró-reitor de Pesquisa e Inovação da UFSC.

Já a colaboração com o CNPEM envolve o desenvolvimento de projetos de infraestrutura para a linha de luz Mogno, atualmente em fase de testes no Sirius. Projetada para micro e nanotomografia de raios-X, a Mogno permite gerar imagens tridimensionais em poucos segundos e em zoom contínuo, o que torna possível estudar uma mesma amostra em baixa e alta resolução.
Os experimentos a serem realizados em parceria com a Equinor na linha de luz Mogno se beneficiarão das características que tornam o Sirius uma fonte de luz síncroton de última geração, como seu alto brilho. Dessa forma, os pesquisadores envolvidos nesses projetos terão uma melhor compreensão das dinâmicas do escoamento de fluidos através dos poros das rochas-reservatório, o que contribui, por exemplo, para a recuperação avançada de petróleo.

“Este projeto permitirá implementar um novo sistema experimental na microestação atual da linha Mogno, visando obter imagens tridimensionais de alta resolução em condições in-situ e operando. Nesses experimentos, as amostras de rocha poderão ser analisadas em condições similares às dos reservatórios de petróleo, durante a injeção de diferentes fluidos nos meios porosos dessas rochas”, explica Harry Westfahl Jr., diretor do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), do CNPEM.

Petrobras dá posse ao novo gerente geral do Polo Gaslub Itaboraí

O Polo Gaslub, em Itaboraí, no Rio de Janeiro, tem um novo gerente geral. Foi realizada na quarta-feira (16/8) a cerimônia de posse do novo gerente geral da unidade, Candido Luis Queiroz da Silva. Estiveram presentes o diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França, o prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli, entre outras autoridades.

O diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França ressaltou durante a ocasião a retomada da companhia em investimentos no refino. “Estamos vivendo uma virada de chave na área de refino na companhia e o Gaslub é um projeto extremamente importante que vai contribuir para a petroquímica, para o refino, para o gás e para a demanda de gás nacional.”, afirmou William.

O novo gerente geral da Gaslub lembrou da importância da unidade para a região e para o estado do Rio de Janeiro.

“Nosso objetivo é produzir Biocombustíveis, lubrificantes de Grupo II, Diesel S-10, QAV, Nafta, GLP e Gás Natural, além de avaliar outras oportunidades que agreguem valor para a Petrobras, incluindo a Petroquímica. Tudo isso promoverá o desenvolvimento social e econômico da região e do Rio de Janeiro, em linha com a visão da Petrobras de diversificação em negócios de baixo carbono e geração de valor”, afirmou Candido.

Candido Luis Queiroz da Silva ingressou na Petrobras em 1985. Antes de ser nomeado como gerente geral da Gaslub, Candido exercia, desde 2019, o cargo de gerente geral no Refino. Na Petrobras, desenvolveu carreira gerencial desde 1994. Atuou principalmente em áreas de operação e manutenção ligadas ao refino, utilidades e em Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS).

Candido é formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Veiga de Almeida e Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Federal Fluminense. E possui mestrado em Sistema de Gestão pela Universidade Federal Fluminense.

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Presidente da Petrobras debate transição energética em encontro internacional do setor de O&G

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, participou na última quarta-feira (23/8), em Genebra, na Suíça, do CEO Oil and Gas Governors Meeting, evento que reuniu os principais líderes mundiais do setor. Coordenado pelo Fórum Econômico Mundial, o encontro abordou dois temas principais: transição energética na COP 28 e o compromisso da indústria em relação à meta de redução das emissões (net zero).

Além do Oil and Gas Governors, também foi realizada, em paralelo, reunião da Oil and Gas Climate Initiative (OGCI), iniciativa que busca alinhar as empresas de energia às ambições do Acordo de Paris. Ao longo dia, executivos debateram e analisaram a proposta da indústria de óleo e gás para a COP28, com foco na aceleração da descarbonização do setor.

Durante sua participação no evento, Prates destacou ser crucial a conscientização das pessoas em relação à essencialidade na contribuição de petróleo na economia, questão que já está praticamente consolidada junto aos formadores de opinião, mas que ainda demanda reforço. O presidente da Petrobras salientou que a maior parte das empresas tem praticado investimentos de mitigação máxima dos seus efeitos, especialmente por meio de atividades de descarbonização.

De acordo com o presidente da Petrobras, o grande desafio para a COP 28 é reverter o entendimento geral de que a indústria de óleo e gás é vilã do processo global de transição energética.

“Precisamos entender que a indústria não é apenas parte do problema, mas também da solução. Não há transição energética justa, não há transição ecológica, sem o engajamento da indústria do petróleo. Nossa indústria é essencial para a transição energética por contar com tecnologia de ponta, pessoal qualificado, capilaridade junto a economias de vários países e perfis, e escala para promover a transformação necessária”, reforçou Prates.

Na avaliação do presidente da Petrobras, o evento foi extremante produtivo, levantando discussões relevantes ao setor. Entre os pontos consenso pré-acordados no encontro está a proposta de um alinhamento mais enfático do setor de óleo e gás no apoio ao Acordo de Paris.

“É necessário que, até a COP 28, a indústria de óleo e gás em transição faça uma afirmação cabal de compromisso com os objetivos do Acordo de Paris, declarando que vai trabalhar ativamente tanto junto aos seus fornecedores como seus consumidores em prol desses objetivos”, destaca Prates.

O presidente Jean Paul Prates é membro do steering committee do OGCI, ao lado de outros 11 executivos globais do setor – Wael Sawan (Shell), Patrick Pouyanné (TotalEnergies), Anders Opedal (Equinor), Bernard Looney (BP), Darren Woods (ExxonMobil), Michael Wirth (Chevron), Dai Houliang (CNPC), Amin Nasser (Saudi Aramco), Josu Jan Imaz (Repsol), Vicki Hollub (Occidental Petroleum) e Claudio Descalzi (Eni).

O evento em Genebra reuniu mais 30 executivos e autoridades de diversos países, como Sultan Ahmed Al Jaber, ministro de Indústria e Tecnologia dos Emirados Árabes e futuro presidente designado da COP 28. Além da Petrobras, o evento contou com a participação de altos executivos da Galp, Technip Energies, Shell, Total Energies, Basf, Kuwait Petroleum, entre outras empresas.

Prates também salientou que é preciso atentar para o risco de que as exigências de transformações agravem problemas sociais e econômicos, como inflação estrutural, preços conjunturalmente altos de acesso às fontes energéticas, e, no limite, fome.

“As metas de descarbonização e os princípios da transição energética não devem ser compreendidos como uma imposição que ameace a sobrevivência de qualquer um, especialmente das populações mais frágeis. São, em sentido inverso, um chamado à liderança das maiores empresas para que contribuam com uma mudança decisiva em defesa da preservação da vida do nosso planeta. Quando chamados a agir, devemos dar o exemplo, entendendo que as realidades socioeconômicas locais vão ditar cronogramas diferentes nesse processo”, defende Jean Paul Prates.

Além de participar do evento, Prates se reuniu com o chairman do comitê executivo do OGCI, Bjorn Otto Sverdrup. O presidente da Petrobras também se encontrou com o fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab.

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Unidade da Petrobras em Caraguatatuba alcança maior proporção histórica de processamento de gás do pré-sal

Até atingir marca de 73%, em julho, incremento gradativo permitiu ganhos significativos de gás natural e GLP nos últimos anos

Durante o último mês de julho, a Unidade de Processamento de Gás de Caraguatatuba (UTGCA), pertencente à Petrobras, atingiu a maior proporção histórica diária de processamento na camada do pré-sal, alcançando 73%.

No mês em que a marca foi atingida, a UTGCA recebeu 13,3 milhões de m3/d de gás não processado, ofertando ao mercado 12,7 milhões m3/d de gás natural especificado.

As unidades de processamento recebem um gás não comercializável proveniente de plataformas marítimas. Após o tratamento na unidade de processamento, esse gás se torna três produtos: Gás Natural, porção mais leve da mistura; GLP (gás de botijão); e o C5+, porção mais pesada, sendo um produto intermediário cujo processamento é finalizado na Refinaria REVAP do sistema Petrobras, em São José do Campos (SP).

O projeto inicial da UTGCA previa apenas o processamento de gás proveniente de poços do pós-sal, usualmente denomidado de “gás pobre” por ter uma alta concentração de metano, principal componente do gás natural comercializado no Brasil. Com o início da exportação de gás das plataformas do pré-sal, a unidade foi adequada para permitir uma mistura dos gases na ordem de 50% para gás rico (pré-sal) e 50% para gás pobre (pós-sal).

Após a autorização especial 836/2020, da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que flexibilizou o limite mínimo no teor de metano de 85% para 80% na especificação do gás natural, e a realização de melhorias operacionais, a unidade conseguiu elevar essa proporção, permitindo um maior processamento de gás rico e o alcance da marca histórica.

O Diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, Willian França, comemora os ganhos nos últimos anos. “O aumento da proporção de gás do pré-sal no processamento da unidade, desde a concessão da autorização especial da ANP, trouxe importantes benefícios para a produção”, comemora França. “De novembro de 2020 a julho de 2023, as iniciativas implementadas na Unidade de Caraguatatuba permitiram um ganho de aproximadamente 2,4 bilhões de m³ de gás natural e 617 mil m³ de GLP”, completa.

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Petrobras dá posse ao novo gerente geral da Refinaria Henrique Lage

Alexandre Coelho Cavalcanti assume o comando da Revap, em São José dos Campos (SP)

A Petrobras realizou, nesta quinta-feira, 24 de agosto, em São José dos Campos (SP), a cerimônia de posse do novo gerente geral da Revap, Alexandre Coelho Cavalcanti.  Participaram do evento o diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França, representando o presidente da companhia, Jean Paul Prates; representantes dos poderes Executivo e Legislativo municipal; autoridades civis e militares; representantes de empresas prestadoras de serviço e de sindicatos, além de lideranças comunitárias.

O gerente geral Alexandre Coelho Cavalcanti destacou a importância da Revap, que é responsável por fornecer cerca de 12% da demanda nacional de combustíveis e de 80% do abastecimento de Querosene de Aviação (QAV), por meio de dutos do aeroporto de Guarulhos, o maior da América Latina.

“Aqui produzimos um cimento asfáltico mais sustentável, o CAP Pro AP (Cimento Asfáltico de Petróleo de Alta Penetração), que diminui as emissões de gases do efeito estufa, integrando uma nova geração de produtos mais sustentáveis da companhia, em linha com a transição para o futuro de baixo carbono. Vamos também ampliar a produção, na Revap, de diesel S-10, combustível com baixo teor de enxofre, mais moderno e sustentável, de maior valor agregado e com menor impacto ao meio ambiente”, ressaltou Coelho.

O diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França, aproveitou a ocasião para falar sobre os investimentos da área e reforçar a participação do refino na estratégia da companhia. “A Petrobras está preparando as refinarias para assumirem um papel relevante em direção à transição energética justa, com investimentos em eficiência no consumo de energia e na redução da pegada de carbono das operações e dos nossos produtos”, destacou William.

Alexandre Coelho Cavalcanti ingressou na Petrobras em 1987. Antes de ser nomeado como gerente geral da Revap, Coelho exercia, desde fevereiro de 2022, o cargo de gerente geral da Reduc. Na Petrobras, desenvolveu ampla carreira gerencial desde 2004, principalmente, em áreas ligadas ao refino. Iniciou na Reduc, onde atuou como gerente setorial de Movimentação de Lubrificantes (2004-2007), em seguida assumiu a gerência de Transferência e Estocagem (2007-2009) e a gerência de Produção de Combustíveis (2009-2013). Em 2013, começou sua carreira na função de gerente geral, inicialmente, na FAFEN-MS (2013-2014) e FAFEN-SE (2014-2018). No período de 2018 a 2020, esteve à frente da RLAM e, em 2020, retornou à Reduc, então como gerente geral.

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