Campanha de ancoragem do FPSO Atlanta

A Enauta embarcou em uma campanha de ancoragem de um navio flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO), destinado a trabalhar em seu campo de petróleo.

A Enauta explica que a campanha de ancoragem do FPSO Atlanta marca o início da instalação da Fase I do campo de Atlanta. Esta etapa compreende a instalação de âncoras riser flexíveis e âncoras torpedo para a nova plataforma. Segundo a empresa, a campanha segue o cronograma original do projeto.

Isso ocorre poucos dias depois de a empresa ter concluído a perfuração e completação do último poço da primeira fase de seu programa de perfuração no campo de Atlanta. A Enauta afirma que a Fase I do desenvolvimento do campo representa “um marco importante” para entregar o potencial de capacidade de produção de 50 mil barris de petróleo por dia do novo FPSO Atlanta, que deverá iniciar operações em meados de 2024.

A empresa  comprou  o FPSO  OSX-2 para o Full Development System (FDS)  de Atlanta   no ano passado. Este FPSO, conhecido como  FPSO Atlanta , que substituirá o FPSO  Petrojarl I , será  operado na Classe ABS . O FDS tem como meta o primeiro petróleo até meados de 2024, originalmente com seis poços conectados ao FPSO Atlanta, chegando a  dez poços em 2029 .

O  campo de Atlanta  é operado pela Enauta Energia, subsidiária integral da empresa, que também detém 100% de participação neste ativo. Localizado no bloco BS-4, na  Bacia de Santos , em lâmina d’água de 1.500 metros, o campo produz desde 2018 por meio de Sistema de Produção Antecipada (SPA) – composto por três poços interligados ao FPSO Petrojarl I.

SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – 1º Simpósio Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs). O evento organizado pela Revista digital Oil & Gas Brasil e apoio da AIF Consulting Partners será realizado na vibrante cidade do Rio de Janeiro. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Corporate Tower, no Rio de Janeiro!

📣 Este evento reunirá expoentes da indústria que estão à frente na prestação de serviços integrados Floating Production Storage and Offloading (FPSO), incluindo líderes de mercado como Modec, SBM, Ocyan, Yinson e BW Offshore.

📣 Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável. Verifique em anexo a programação do evento e a lista de temas que serão abordados.

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Petrobras dá posse ao novo gerente geral da Refap

A Petrobras realizou em Canoas, a cerimônia de posse do novo gerente geral da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), Marcus Aurelius Valenti.

Participaram do evento que ocorreu no ginásio do Clube dos Empregados da Petrobras, o diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França; o gerente executivo do Refino, Marcos Jeber Jardim; autoridades civis e militares; representantes de órgãos do governo do Estado; dos Poderes Executivo e Legislativo de Canoas e Esteio; do Polo Petroquímico de Triunfo; da Refinaria de Petróleo Riograndense; empresas clientes; empresas prestadoras de serviço; além de lideranças sindicais e comunitárias.

Falando de sua gestão, Marcus Valenti afirmou que considera indispensável a atenção às questões de segurança, meio ambiente e saúde, assim como a valorização dos trabalhadores, pois são as pessoas que, segundo ele, constroem e desenvolvem a companhia: “É preciso dar atenção especial às pessoas e com muito respeito à diversidade, fomentando o desenvolvimento da liderança feminina, procurando manter muito bom o relacionamento sindical e com as partes interessadas, tendo tolerância zero nas questões de violência no trabalho, como o assédio moral e sexual”.

O novo gerente geral da Refap observa que a Petrobras está atenta ao desenvolvimento das regiões e das empresas com as quais trabalha. “Para o Rio Grande do Sul e o Brasil, a nossa companhia é um grande vetor de desenvolvimento, promovendo o crescimento social e econômico de todas as áreas onde atua. E a Refap tem de estar nessa mesma sintonia”.

Valenti é engenheiro civil, natural de Esteio, com MBA em Gestão de Negócios. Ingressou na empresa em 1987 como técnico de operação. Em sua carreira na Refap, atuou como coordenador técnico de operações, gerente de Craqueamento Catalítico, de Programação de Produção e de Destilação e Coque. Na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, Valenti foi gerente da área de processos e operação. Ele ainda colabora com áreas de Confiabilidade e Segurança de Processo do Refino.

Investimentos para a modernização

A Petrobras investiu, recentemente, cerca de R$ 100 milhões para redução da emissão atmosférica na Refap. Em julho deste ano, entrou em operação um novo sistema para o tratamento de gases da refinaria, o que evita a emissão ao meio ambiente de cerca de 30 toneladas por mês de material particulado.

Além disso, no primeiro semestre, foi realizada a maior parada programada de manutenção da história da refinaria, quando foram investidos R$ 450 milhões na implantação de projetos que aumentaram a eficiência energética e a segurança dos processos, mantendo a confiabilidade operacional da Refap. Durante, aproximadamente, três meses, foram gerados cerca de 5 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

Segundo o diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França, “a Petrobras está preparando as refinarias para assumirem um papel relevante em direção à transição energética, com investimentos em eficiência no consumo de energia e na redução da pegada de carbono das operações e dos nossos produtos”.

Com uma capacidade de processamento de 32 mil m3 de óleo por dia, a Refap abastece todo o território estadual e o oeste de Santa Catarina, além de atender a outras regiões do país. Em 2023, completa 55 anos de existência, com a visão de futuro que visa ao crescimento, à inovação e à sustentabilidade.

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Petrobras assina memorando de entendimento com TotalEnergies e Casa dos Ventos para avaliação de oportunidades em energias renováveis

Empresas irão estudar oportunidades de negócios em eólica onshore e offshore, além de energia solar e hidrogênio.

A Petrobras assinou, memorando de entendimento não vinculante com a TotalEnergies e Casa dos Ventos para avaliar projetos em energias renováveis no Brasil. O objetivo é desenvolver estudos conjuntos para avaliar oportunidades de negócios em eólica onshore, eólica offshore, solar e hidrogênio de baixo carbono no país, utilizando os expertises de cada empresa. A assinatura do acordo aconteceu na sede da Petrobras no Rio de Janeiro e contou com a presença do presidente da companhia, Jean Paul Prates; do CEO da TotalEnergies, Patrick Pouyanné;  e do presidente da Casa dos Ventos, Mario Araripe.

“A Petrobras dá mais um passo relevante em direção à transição energética justa e inclusiva com esse novo acordo com a TotalEnergies e a Casa dos Ventos, dois pesos-pesados em energias renováveis. Nosso propósito é atuar em conjunto com grandes players para deslanchar investimentos em negócios de baixo carbono, encorpando o cenário de pesquisa tecnológica e novos negócios no país. Caso sejam viáveis e venham a ser implementados, essas iniciativas irão contribuir decisivamente para o aumento da oferta de energias renováveis no mercado brasileiro”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

A Petrobras e a TotalEnergies são parceiras em ativos importantes de exploração e produção no Brasil, tais como Mero, Iara, Atapu e Sépia entre outros, além de manterem parceria estratégica no país na área de pesquisa e desenvolvimento vigente desde 2017. “A extensão dessa parceria para a área de renováveis é um passo natural e se encaixa na estratégia de ambas as empresas de avançar na transição energética justa. A Casa dos Ventos por sua vez, agrega sua expertise no desenvolvimento de projetos de geração eólica e solar onshore no mercado brasileiro.”, complementou Prates.

Petrobras: tradição em operações offshore e vasto acervo de dados

A Petrobras é a maior empresa de energia do Brasil e possui capacidade técnica reconhecida em diversas áreas. Suas operações offshore atuais poderão gerar sinergias importantes para os futuros projetos de eólica offshore, por exemplo. Além disso, a Petrobras possui um acervo importante de dados e informações da costa brasileira com potencial de acelerar o desenvolvimento de projetos offshore.

O acordo tem duração de dois anos. Durante esse período, serão avaliadas oportunidades de investimento conjunto em eólica onshore e offshore, além do hidrogênio e solar, em linha com os direcionadores do Plano Estratégico da Petrobras já divulgados, que buscam a diversificação em negócios de baixo carbono, preferencialmente por meio de parcerias que permitam compartilhar riscos e expertise. Caso essas oportunidades se mostrem viáveis e sejam do interesse de todas as partes, novos acordos vinculantes deverão ser firmados para que os investimentos possam ser feitos.

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Petrobras lança primeira gasolina carbono neutro do mercado brasileiro

Companhia vai compensar com créditos de carbono as emissões de gases de efeito estufa do ciclo de vida da Gasolina Petrobras Podium.

A Petrobras lançou, a nova Gasolina Petrobras Podium carbono neutro, a primeira do mercado brasileiro a ter suas emissões de gases de efeito estufa (GEEs) totalmente compensadas. Como parte da estratégia de fortalecer seu posicionamento na transição energética, a companhia irá compensar as emissões GEEs da Gasolina Podium em todo o ciclo de vida do produto, por meio de créditos de carbono gerados por ações de preservação ou de recuperação florestal de biomas nacionais.

Além de ser o primeiro combustível carbono neutro no país, a Gasolina Petrobras Podium tem o menor teor de enxofre do mercado e a maior octanagem de fábrica, o que melhora o desempenho do veículo e, também, colabora para a eficiência do transporte e para uma menor emissão de GEEs. “O lançamento da nova Gasolina Petrobras Podium carbono neutro impulsiona, ainda mais, nossa estratégia de ofertar combustíveis mais sustentáveis, modernos e eficientes. A nova gasolina antecipa o futuro para esse mercado” afirma o diretor de Comercialização e Logística da Petrobras, Claudio Romeo Schlosser.

Neutralizando emissões em todas as etapas do ciclo de vida do combustível

A neutralização, via aquisição e aposentadoria de créditos de carbono, tem o objetivo de compensar as emissões de GEEs. A Petrobras mensurou os GEEs emitidos da Gasolina Petrobras Podium que sai de sua refinaria pela metodologia de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), com foco no impacto potencial de aquecimento global, e passou essa avaliação por revisão crítica de um painel de especialistas da consultoria ACV Brasil.

A Gasolina Petrobras Podium que chega ao usuário final terá suas emissões previamente compensadas antes da venda do produto ao consumidor. O combustível teve suas emissões determinadas, envolvendo extração e produção das matérias-primas, transportes, processamentos, distribuição e uso final. Dessa forma, a determinação de GEEs considerou todas essas etapas dos produtos que compõe o combustível, ou seja, da gasolina efetivamente produzida pela Petrobras e, também, do etanol anidro adicionado à gasolina.

Para o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade, Maurício Tolmasquim, “a Petrobras já reduziu em cerca de 40% suas emissões de GEEs desde 2015. Além disso, anunciamos, recentemente, a intenção de ampliar investimentos em renováveis e soluções de baixo carbono. A aquisição de créditos de carbono é complementar e permite ofertar produtos mais sustentáveis, enquanto apoiamos a descarbonização no Brasil, já que a rubrica de mudança de uso da terra é a mais relevante do nosso inventário nacional. O Brasil apresenta uma das matrizes energéticas mais descarbonizadas do mundo”.

Investimento na preservação da Floresta Amazônica

A Petrobras entrou, recentemente, no mercado voluntário de créditos de carbono ao adquirir 175 mil créditos gerados por ações de preservação da Floresta Amazônica. Cada crédito representa uma tonelada de CO2 equivalente, totalizando 175 mil toneladas de GEEs neutralizadas. Esses créditos correspondem à preservação de uma área de 570 hectares ou 800 campos de futebol.

Excelência e inovação disponíveis exclusivamente nos Postos Petrobras

A Gasolina Petrobras Podium, lançada há mais de 20 anos, sempre foi referência no mercado por estar à frente em tecnologia e inovação. Além da compensação de emissões de GEEs e da redução no teor de enxofre, a Petrobras investiu em tecnologia para o aumento da octanagem (RON de 101 para 102, no mínimo) do combustível. Trata-se da melhor octanagem de fábrica, obtida com as mais nobres correntes dos avançados processos de refino da Petrobras, sem a necessidade de aditivos melhoradores de octanagem, uma gasolina voltada a motores modernos que aproveitam uma gasolina de qualidade.

Segundo Vanessa Gordilho, vice-presidente de Negócios, Produtos e Marketing da Vibra, a empresa tem o compromisso de apoiar a transição energética. “Ter a Gasolina Petrobras Podium carbono neutro em nossos postos é um passo importante nesta missão. Nosso time trabalha visando a evolução, buscando sempre embarcar tecnologia e inovação em nossos produtos. Vamos continuar expandindo a nossa presença e oferta da nova Podium em novas regiões e praças para que os clientes de todo o país tenham acesso a produtos com mais benefícios e atributos”.

A nova Gasolina Petrobras Podium, desenvolvida no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), traz consigo o histórico de pioneirismo e passa, agora, a ser a única carbono neutro, mantendo o máximo desempenho. Produzida, atualmente, na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP), a nova Gasolina Petrobras Podium está disponível, exclusivamente, nos Postos Petrobras selecionados das principais cidades do país.

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Foresea assina contrato com a Petrobras para operar a sonda Norbe VIII e apresenta balanço

A empresa também elevou o uptime operacional para 98,7%.

A Foresea, líder no setor de perfuração offshore no Brasil, acaba de fechar novo contrato com a Petrobras para operar o navio-sonda de 6ª geração Norbe VIII. O negócio tem duração de três anos e foi assinado no último dia 15 de setembro. A novidade chega na mesma semana em que a empresa divulga um lucro líquido de US$ 99,9 milhões, referente às suas operações no primeiro semestre de 2023.

“Os números são resultado da experiência das nossas equipes e do compromisso com a segurança e a excelência operacional. Temos o orgulho de anunciar que, com esse novo contrato para a Norbe VIII, conseguimos um acréscimo de aproximadamente US$ 450 milhões à nossa carteira de contratos (backlog). A Foresea agora tem sua frota totalmente contratada até dezembro de 2024 e seguimos trabalhando para crescer”, destaca Rogério Ibrahim, CEO da Foresea.

O CEO da Foresea ressalta ainda que, com esses resultados, a empresa consolida sua liderança e se posiciona de forma bastante favorável para aproveitar as oportunidades decorrentes do crescimento do setor de óleo e gás no Brasil e no mundo.

“Temos uma das maiores carteiras de contratos no Brasil, o desempenho operacional mais bem avaliado do mercado com operações eficientes e inovadoras, robustez financeira e estrutura de capital vantajosa que nos permite investimentos e crescimento com novos contratos”, completa Ibrahim.

Construída em 2011, a Norbe VIII é uma plataforma de perfuração com posicionamento dinâmico em uma lâmina d’água de até 3.000 metros, capaz de perfurar poços de até 12.195m. Foi a primeira sonda de perfuração de águas ultraprofundas a oferecer no Brasil a solução de perfuração em lâmina d’água abaixo de 500 metros com posicionamento dinâmico, sem uso de ancoragem.

Robustez financeira
Com os resultados obtidos nos seis primeiros meses do ano, a Foresea elevou de 98,2% para 98,7% o uptime operacional de sua frota. Além do lucro líquido de quase US$ 100 milhões, um destaque importante das Demonstrações Financeiras da empresa é a sua nova sólida estrutura de capital, com uma relação Dívida Líquida/Patrimônio Líquido de 8%/92% decorrente da reestruturação financeira que enxugou a dívida da antiga Unidade de Negócio de Perfuração em US$ 2,4 bilhões.

Já a Receita Operacional Líquida foi de US$ 176 milhões, com um EBITDA (lucro contabilizado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) que atingiu US$ 45 milhões.

“A nova estrutura de capital permitiu-nos receber classificações positivas da Moody’s (B2) e da S&P (B+). E o excelente desempenho operacional e a nossa boa posição em termos de carteira de encomendas permitem-nos ter acesso aos mercados de capitais e ter a flexibilidade necessária para crescer”, ressalta Patrícia Ruiz, CFO da Foresea.

Sobre a Foresea

A Foresea é uma empresa focada em oferecer soluções em perfuração offshore e conta com frota própria formada pelas sondas ODN I, ODN II, Norbe VI, Norbe VIII e Norbe IX, todas com contratos ativos. A empresa possui certificação internacional de qualidade e eficiência APIQ2 para toda a sua frota e detém o maior índice de uptime operacional do mercado (98,7%).

Atua em águas profundas e ultraprofundas para a indústria de Óleo e Gás upstream offshore no Brasil e no exterior. Entre seus principais valores estão a alta performance operacional alcançada com respeito à segurança dos integrantes e meio ambiente, bem como parceria e confiança dos clientes. A companhia atua respeitando os princípios de ESG e segue as mais rigorosas práticas ambientais, sociais e de governança.

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