Petrobras inicia medições e estudos eólicos no pré-sal

Pesquisa fornecerá avanços científicos em análise de dados para subsidiar eventuais projetos de eólica offshore no campo de Búzios e Mero.

A Petrobras, Shell Brasil, TotalEnergies, CNPC e CNOOC e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) iniciaram uma série de medições eólicas em alto-mar, na região do pré-sal. A coleta dos primeiros dados acontece no Campo de Búzios, na Bacia de Santos e, este ano, será ampliada para o Campo de Mero. O objetivo é coletar dados inéditos e de alta qualidade sobre o comportamento dos ventos da região para subsidiar futuros projetos de eólica offshore no pré-sal. A pesquisa faz parte do Projeto Ventos de Libra, um investimento de R$ 8 milhões que prevê o desenvolvimento de tecnologia para realização de estudos e criação de metodologias de análise de ventos, além de avaliar a viabilidade técnica de instalações eólicas na área.

A Petrobras é hoje a empresa com maior potencial em projetos de geração eólica offshore em estudos do país, em capacidade protocolada junto ao Ibama, além de apostar em pesquisa e desenvolvimento para viabilizar projetos inovadores em eólica offshore. Uma das propostas promissoras é o Ventos de Libra, que busca avaliar o potencial de integração entre sistemas eólicos offshore e projetos de produção de petróleo na região do pré-sal.

“Trata-se de mais uma iniciativa com viés de desenvolvermos conhecimento e capacitação no segmento de eólicas offshore, de grande potencial no Brasil, desta vez com envolvimento de importantes parceiros no pré-sal e do setor acadêmico, representado por instituições de renome, destaca o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

Redução de riscos para instalação de projetos eólicos

Os dados de vento são essenciais para o dimensionamento estrutural das turbinas eólicas e a caracterização do regime de ventos de uma região.  Mas a pesquisa vai além. O projeto busca desenvolver avanços científicos em modelagem do vento, metodologia de medição de dados, aprimoramento de modelos, redução de incertezas e riscos para implantação de projetos eólicos flutuantes em regiões de águas ultra profundas.  Os resultados irão subsidiar as próximas etapas de desenvolvimento, visando a avaliação de implantação de turbinas eólicas associadas a sistemas de produção de óleo e gás na região.

“As tecnologias empregadas nesse projeto multidisciplinar serão capazes de avaliar o potencial eólico offshore na região do pré-sal e contribuir para a elevação do padrão tecnológico nacional,” avalia o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Joelson Mendes. “Os projetos eólicos offshore consistem em um grande desafio científico e tecnológico, ampliado pelas condições que se apresentam na região do pré-sal, a cerca de 200 km da costa, em profundidades d´água de até 2 mil metros”, observa.

O diretor de Transição Energética e Sustentabilidade, Maurício Tolmasquim, ressalta que “projetos desta natureza podem indicar potenciais caminhos para continuarmos avançando na descarbonização das nossas atividades, em linha com o que já anunciamos no nosso Plano Estratégico”.

Avaliação do potencial eólico

A estação de medição de ventos foi instalada no navio-plataforma P-75, que é do tipo FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e transporta petróleo), no bloco de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. A tecnologia consiste em um sistema de medições de sensoriamento remoto do tipo Lidar (Light Detection and Ranging). O equipamento dispõe ainda de outros sensores para fornecer subsídios aos estudos de aprimoramento dos métodos de medição de dados eólicos offshore. Os dados serão acumulados e transmitidos diretamente do FPSO P-75 para o Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação da Petrobras, o Cenpes, e serão avaliados por um período de 3 anos. No projeto está prevista a instalação de mais um equipamento, este ano, em outra plataforma do pré-sal, no Campo de Mero.

“As campanhas de medição não são novidade para a Petrobras. Há uma década a empresa iniciou estudos de viabilidade para implantação da atividade eólica offshore, com a instalação da primeira torre anemométrica, capaz de medir características do vento, no mar do Brasil em uma plataforma instalada em águas rasas no litoral do estado do Rio Grande do Norte”, lembra o diretor de Engenharia e Tecnologia e inovação da Petrobras, Carlos Travassos. Já as primeiras medições no campo de Mero, se deram em 2019, em caráter de teste curto, a bordo do FPSO Pioneiro de Libra.

Projeto multidisciplinar

O projeto Ventos de Libra é liderado por duas mulheres: a engenheira Cristiane Lodi, que coordena o projeto pela Petrobras e pelo consórcio de Libra*, e a professora Adriane Prisco Petry, da UFRGS, que coordena o NIEPIEE (Núcleo de Integração de Estudos, Pesquisa e Inovação em Energia Eólica). O Núcleo, da UFRGS, inclui especialistas do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Ao todo, a equipe multidisciplinar associada do NIEPIEE reúne cerca de 50 pesquisadores, além de especialistas do Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação da Petrobras, o Cenpes.

O Consórcio de Libra é operado pela Petrobras (38,6%) em parceria com a Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e Pré-Sal Petróleo S.A. – PPSA (3,5%), que exerce papel de gestora do Contrato de Partilha de Produção, no Consórcio de Libra, e representa a União na área não contratada.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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Petrobras alcança resultado histórico anual na taxa de queima em suas unidades de processamento de gás natural

Resultados contribuem para a redução das emissões operacionais de gases de efeito estufa da companhia.

A Petrobras alcançou em 2023 o melhor resultado histórico anual na taxa de queima de gás em tocha nas unidades de Processamento de Gás Natural vinculadas à Diretoria de Processos Industriais e Produtos da companhia, atingindo a marca de 0,16%. O indicador mede o percentual de queima de gás em relação à produção total das unidades.

O resultado traduz os esforços da empresa pela busca de operações com maior eficiência e menores emissões de gases de efeito estufa (GEEs), contribuindo com os objetivos estratégicos da Companhia, na busca constante pela excelência operacional, uma das frentes do nosso Programa Carbono Neutro, com impacto positivo ao meio ambiente e às pessoas.

Entre 2017 e 2023, houve uma redução de 78% no indicador, passando de 0,72% para 0,16%, evidenciando a consistência na queda histórica. Estima-se que essa melhoria ao longo do período seja correspondente a 971 mil toneladas de CO2 equivalente que deixaram de ser emitidas, considerando como referência as taxas do primeiro ano do período. Vale ressaltar que a capacidade total de processamento das plantas que passam por essa aferição é de 65,2 milhões de m3/dia.

Para o diretor de Processos industriais e Produtos da Petrobras, William França, o resultado alcançado reflete a integração entre a equipe técnica e os objetivos estratégicos da companhia. “Temos consciência do empenho da Petrobras em atingir níveis de excelência em sua performance, mas o alcance de uma marca assim também demonstra o quanto é importante para nós o que hoje é um dos principais objetivos da empresa, de promover uma transição energética justa”, comemora França.

O Diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim, ressaltou que a Petrobras reduziu em 39% suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) entre 2015 e 2022. “Medidas de ganhos de eficiência das operações como essa são fundamentais para atingirmos nossos compromissos de redução de emissões de forma mais efetiva e com menores custos”, comenta Tolmasquim.

Sobre a Tocha

A tocha, ou flare, não é uma unidade operacional, mas sim um importante sistema de segurança da unidade de processamento de gás. Sua função é evitar o descarte de gases inflamáveis ou tóxicos para a atmosfera, realizando a queima segura desses compostos.

Descarbonização das operações e investimentos em baixo carbono

A Petrobras tem um conjunto de metas de redução de emissões para médio e longo prazo (2025 e 2030), que envolvem 100% de suas atividades (escopos 1 e 2). Além de meta para redução de 30% das emissões absolutas operacionais em 2030 (base 2015), a Petrobras ambiciona neutralizar as emissões operacionais de gases de efeito estufa nas atividades em território brasileiro sob seu controle até 2050.

Recentemente, a Petrobras anunciou o Plano Estratégico 2024-2028, tendo como um dos principais direcionadores, preparar a empresa para um futuro mais sustentável, na busca por uma transição energética justa e segura no país, conciliando o foco atual em óleo e gás com a busca pela diversificação de portfólio em negócios de baixo carbono.

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Ampliação da RNEST vai gerar 30 mil empregos durante as obras e 13 milhões de litros de Diesel S10 por dia quando concluída

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, participam da cerimônia de retomada de investimentos na refinaria pernambucana.

Geração de cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos e um acréscimo de cerca de 13 milhões de litros de Diesel S10 (de baixo teor de enxofre) por dia à capacidade de produção nacional. Esses são os números que a Petrobras e o governo federal projetam para a Refinaria Abreu e Lima (RNEST), na cidade de Ipojuca, em Pernambuco, com a confirmação da ampliação da unidade. A cerimônia de retomada de investimentos acontece nesta quinta-feira (18/01), com presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, além de representantes da Casa Civil, do Ministério de Minas e Energia (MME) e outras autoridades. Na ocasião também será lançado o Programa Autonomia e Renda, da Petrobras.

O investimento no Projeto RNEST está previsto no Plano Estratégico 2024-28+ da Petrobras e faz parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. Já em fase de contratação, a construção do Trem 2 da refinaria pernambucana tem data para finalização em 2028, quando ela passará a ter capacidade para processar 260 mil barris de petróleo por dia. As obras do Trem 2 estão previstas para o segundo semestre de 2024.

Além da conclusão do Trem 2, o Projeto RNEST prevê a construção da primeira unidade SNOX do refino brasileiro, que será responsável por transformar óxido de enxofre (SOx) e óxido de nitrogênio (NOx) em um novo produto para comercialização. As obras desta parte já estão em andamento e a unidade começa a operar em 2024. Ainda esse ano também começam as obras para a ampliação da produção do Trem 1 (Revamp), que proporcionará aumento de carga, melhor escoamento de produtos leves e maior capacidade de processamento de petróleo do pré-sal. A expectativa de conclusão do Revamp (ampliação) do Trem 1 é no primeiro trimestre de 2025.

Segundo o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, os investimentos da Petrobras em refino, a exemplo da retomada das obras da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), poderão contribuir, de forma rentável, para tornar o país autossuficiente na produção de combustíveis, reduzindo a demanda por importação. “Considerando todos os projetos previstos de adequação e o aprimoramento do parque industrial e da cadeia de abastecimento e logística, a Petrobras estima um aumento de produção de diesel da ordem de 40% nos próximos anos”, adiantou Prates.

Nos próximos cinco anos, a Petrobras vai investir US$ 17 bilhões em projetos de refino, transporte e comercialização no Brasil para ampliar sua capacidade de produção de diesel e aumentar gradualmente a oferta de produtos para mercado de baixo carbono.

Sobre a RNEST

Localizada no Complexo Industrial Portuário de Suape, a RNEST tem relevância estratégica para a região e o país. “Esta refinaria é o principal hub da Petrobras nas Regiões Norte e Nordeste e tem fácil acesso por cabotagem aos mercados consumidores. Com a implantação do Trem 2, a Petrobras contribuirá para expandir a capacidade de refino nacional, viabilizando o aumento da produção de derivados como gasolina, GLP, nafta, mas principalmente diesel de baixo teor de enxofre (diesel S10), em atendimento às demandas do mercado, reduzindo a demanda por importação”, explicou o presidente Jean Paul Prates.

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) iniciou suas operações em 2014 com o primeiro conjunto de unidades (Trem I), 34 anos depois de construída a última refinaria da Petrobras. É a mais moderna refinaria já construída pela companhia e contribui para atender a demanda nacional por derivados de petróleo. Dentre todas as refinarias brasileiras, a RNEST apresenta a maior taxa de conversão de petróleo cru em diesel (70%), combustível essencial para a circulação de produtos e riquezas do país.

A unidade conta com avançadas tecnologias de refino e com o maior nível de automação. Sua concepção foi projetada para atender a diretrizes de categoria internacional e contempla tecnologias que respeitam o meio ambiente, com destaque para o alto nível de confiabilidade e desempenho, atendimento à qualidade dos produtos, baixo custo de manutenção, baixo consumo energético, uso otimizado de água e a máxima segurança operacional.

Programa Autonomia e Renda

Lançado agora pela Petrobras, o Programa Autonomia e Renda oferecerá cursos de capacitação profissional, nas modalidades de formação inicial continuada (FIC) e cursos técnicos, a pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A primeira fase do Programa conta com parceria do SESI-SENAI e Institutos Federais de Tecnologia, Ciência e Inovação.

Alinhado com as diretrizes do Programa Capacita PAC, do governo federal, o Autonomia e Renda, da Petrobras, tem como objetivo a capacitação profissional de pessoas em situação de vulnerabilidade social e pessoas sem vínculo formal de trabalho. Além disso, serão priorizados os seguintes grupos minorizados: mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência e refugiados. Os selecionados serão treinados para atuação no setor de Energia, em localidades da área de abrangência das operações da Petrobras e com vistas a contribuir com a implementação do Plano Estratégico 2024 – 2028+.

Os estados a serem atendidos na primeira fase do Programa são Pernambuco, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo que 37% das vagas serão destinadas para Pernambuco.

Serão ofertadas mais de 19 mil vagas nos estados abrangidos, entre cursos FIC no SENAI e nos Institutos Federais (IFs), além de vagas para cursos técnicos, também no SENAI e nos IFs.

Os participantes contemplados nos processos seletivos a serem realizados pelo SENAI e IFs irão receber bolsa-auxílio no valor de R$ 660 mensais durante o período em que estiverem realizando os cursos. Para as mulheres com filho (s) até 11 anos a bolsa auxílio será no valor de R$ 858 mensais.

Além da bolsa-auxílio, a iniciativa ainda apresenta como diferenciais: reforço de Português e Matemática para melhoria da escolaridade; conteúdo obrigatório de Segurança, Meio Ambiente Saúde (SMS) para fortalecer a segurança nas obras e operações, acompanhamento psicossocial e oferta de cursos para o desenvolvimento de competências socioemocionais e pessoais.

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Petro-Victory mobiliza sonda de workover para seu campo de São João, no Maranhão, e quer aumentar produção de petróleo

Com o objetivo de aumentar a sua produção de petróleo na Bacia de Barreirinhas, no Estado do Maranhão, no Nordeste brasileiro, a Petro-Victory Energy anunciou a mobilização da sonda de workover SPT-129 para o campo de São João, que passou a operar integralmente a partir de 2022. O equipamento, da Braserv Petróleo, deve chegar ao destino até 25 de janeiro próximo.

O programa de workover visa a aumentar a produção de petróleo com a inclusão de quatorze (14) zonas adicionais em três (3) poços produtores (SJ-11, SJ-01, SJ-06). A Companhia detém 100% de participação operacional no campo.

O Campo de São João possui reservas de petróleo totais provadas mais prováveis (“2P”) de 1,9 milhão de barris de petróleo, com avaliação de US$ 73,5 milhões.

Nos últimos anos, a companhia expandiu a capacidade de sua planta de produção e de estocagem em São João para processar o aumento de produção, decorrente do programa de workover a ser realizado.

“Estou muito satisfeito com o trabalho de todos os nossos colaboradores e parceiros e, especificamente, com a mais recente continuação da nossa parceria com a Braserv Petróleo para trazer à tona os recursos petrolíferos inexplorados do campo de São João e gerar fluxo de caixa. Estamos escrevendo os próximos capítulos da história de sucesso da Petro-Victory, alimentados pela dedicação, foco e compromisso com métodos comprovados que continuam a gerar valor sustentável para os acionistas e segurança energética”, afirmou Richard F Gonzalez, CEO da Petro-Victory.

Sobre a Petro-Victory Energy

A Petro-Victory Energy é uma empresa de capital aberto que atua em aquisição, desenvolvimento e produção de petróleo bruto e gás natural no Brasil. Possui um portfólio de 41 concessões em campos maduros no Brasil, totalizando uma área de 272,912 acres, com 100% de participação. A empresa está presente em duas bacias produtoras, nos estados do Rio Grande do Norte e Maranhão, no Nordeste brasileiro. A Petro-Victory gera valor agregado para os acionistas por meio de investimentos em ativos de alto impacto e baixo risco. As ações ordinárias da Empresa são negociadas na TSX Venture Exchange (“TSXV”) sob o símbolo VRY.

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