Projeto Mar Atento Inicia Capacitação de Comunidade Pesqueira para Resposta a Emergências Ambientais

Ação tem como objetivo preparar comunidade pesqueira de Campos dos Goytacazes (RJ) e Quissamã (RJ) para ajudar na proteção de ecossistemas marinho e costeiro.

O Projeto Mar Atento, iniciativa da Shell e Equinor, em parceria com a Vast Infraestrutura e PRIO, focado na segurança e proteção ambiental das comunidades costeiras, dará início à sua etapa de capacitação no próximo dia 13, em Barra do Furado (Quissamã, RJ). A ação tem como objetivo treinar pescadores da região, que também inclui o Farol de São Thomé (Campos dos Goytacazes, RJ), para responder eventuais situações de emergência envolvendo derramamento de óleo no mar, contribuindo, assim, para a proteção dos ecossistemas marinho e costeiro.

“A importância dessa capacitação foi amplamente reconhecida pelos próprios pescadores. Esse engajamento fortalece a segurança e o desenvolvimento sustentável das comunidades pesqueiras,” afirma Suely Ortega, consultora sênior de Performance Social da Shell Brasil. A condução do treinamento será realizada por especialistas da Environpact e Oceanpact, ambos com ampla experiência em resposta a emergências ambientais.

“Preparar os pescadores locais para responderem a emergências ambientais é um passo essencial para mitigar impactos e garantir uma resposta rápida e eficaz em situações críticas. Enxergamos grande importância em atuar nesse projeto ao lado de empresas do setor que também possuem o compromisso com a sustentabilidade e preservação do meio ambiente. É o tipo de ação que não só fortalece nossa capacidade de proteger o ecossistema marinho como nos ajuda a valorizar a comunidade local, promovendo um ambiente mais seguro e responsável.” afirma Leandro Brandão, Gerente de Sustentabilidade da PRIO.

Mar Atento em prática: etapa de treinamento

A capacitação será dividida em dois módulos – teórico e prático – com duas turmas, totalizando 60 participantes. Na parte teórica, todos aprenderão sobre os procedimentos de recolhimento de óleo e de segurança com animais oleados. Já a parte prática será dividida em Proteção de Costa e Limpeza de Praia. Na primeira, pescadores aprenderão o lançamento de barreiras de contenção e técnicas de coleta de óleo com o apoio de seis embarcações previamente cadastradas. A turma de Limpeza de Praia será treinada no uso de equipamentos específicos e nos processos de descontaminação de pessoas e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Todos os participantes receberão certificado de conclusão e materiais didáticos, além de EPIs para a aplicação dos conhecimentos adquiridos. Os participantes foram selecionados com base em critérios específicos, como residência local e experiência na pesca marítima, buscando fortalecer o vínculo entre a comunidade e as práticas de proteção ambiental.

O projeto Mar Atento possuí quatro etapas (I – Planejamento, II – Engajamento, III – Capacitação e IV – Devolutiva). Em agosto, pescadores locais participaram da EXPO Mar Atento, uma exposição técnica voltada para sensibilização em segurança e sustentabilidade na indústria de petróleo e gás. Após a conclusão do projeto, os pescadores participantes estarão mais preparados para uma resposta rápida a incidentes de derramamento de óleo e terão suas embarcações cadastradas como parte das operações de resposta ambiental.

Projeto Mar Atento 

Desde 2017, o projeto já foi realizado em seis municípios da Bacia de Campos, sendo três no Espírito Santo, nas cidades de Marataízes, Anchieta e Itapemirim, e três no Rio de Janeiro, em Cabo Frio, São João da Barra e São Francisco do Itabapoana. A iniciativa já treinou quase 300 pescadores e teve mais de 90 embarcações cadastradas. O Mar Atento é um projeto de cunho social voluntário, ou seja, não faz parte da obrigação do licenciamento ambiental relacionada às atividades offshore das empresas.

Sobre a Shell

Há mais de 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro de energia.

Sobre a Equinor

A Equinor é uma empresa internacional de energia comprometida com a criação de valor a longo prazo em um futuro de baixo carbono. Com portfólio que abrange petróleo, gás, energias renováveis e soluções de baixo carbono, a Equinor é a principal operadora na plataforma continental norueguesa. No Brasil, área estratégica internacionalmente para a companhia, o portfólio crescente conta com ativos em óleo e gás (O&G) e energias renováveis. Em O&G, a companhia tem projetos em desenvolvimento, incluindo Raia e Bacalhau, e ativos em produção, como Peregrino e Roncador. Em renováveis, a empresa conta com ativos em energia solar em operação – as plantas solares Apodi e Mendubim, além de ter adquirido em 2023 a Rio Energy, empresa líder em energia renovável onshore no país.

Sobre a Vast Infraestrutura

A Vast Infraestrutura é uma companhia dedicada a oferecer infraestrutura e soluções logísticas para a movimentação de líquidos no Brasil. Com uma experiência consolidada em operações de transbordo de petróleo confiáveis e com baixo perfil de emissões de carbono no Porto do Açu, a Vast quer ir além e se tornar também um hub de movimentação e armazenagem de combustíveis líquidos do presente e do futuro. A companhia está alinhada às demandas da sociedade e tem a ambição de ser referência em sustentabilidade e melhores práticas no segmento de atuação, sempre cuidando do meio ambiente e das comunidades em sua área de influência, para movimentar energia de forma segura e potencializar um futuro cada vez mais sustentável.

Prazer, PRIO  

Somos a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, pioneira na recuperação e aumento da vida útil de campos em produção. Criada em 2015 e com cinco ativos na Bacia de Campos, temos foco na excelência e na busca por eficiência operacional, priorizando a segurança das operações e o zelo com as pessoas e com a preservação do meio ambiente.  

Carioca, a PRIO tem um propósito que supera o O&G: queremos extrair o melhor da nossa energia para transformar o Brasil em um lugar mais eficiente. Além disso, buscamos envolver e devolver esse crescimento para a sociedade por meio do incentivo a iniciativas conectadas ao esporte, à cultura e à educação – que fazem parte do da nossa plataforma de patrocínios I ❤ PRIO.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h (Em breve! abriremos as inscrições)
Exposição: 14h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Estatal inicia operação comercial da UPGN do Complexo de Energias Boaventura

Unidade de Processamento de Gás Natural, em Itaboraí (RJ), irá aumentar a capacidade de processamento de gás para o mercado brasileiro.

Desde domingo (10/11), a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), localizada no Complexo de Energias Boaventura (Itaboraí, RJ), já está operando comercialmente com seu primeiro módulo, que tem capacidade de processar 10,5 milhões de m³/dia. Com a partida do segundo módulo, prevista para até o fim deste ano, a capacidade total de processamento será de 21 milhões de m³/dia.

A UPGN do Boaventura vai contribuir para o aumento da oferta do produto para o mercado nacional, reduzindo a dependência de importações. O gás natural escoado para a unidade é um gás bruto que, após o processamento, gera pelo menos três derivados: Gás Natural (GN); Gás Liquefeito de Petróleo (GLP ou gás de cozinha); e C5+ (matéria-prima na indústria petroquímica e produção de combustíveis).

O gás natural disponibilizado pela Petrobras ao mercado, incluindo o gerado pelo escoamento no Gasoduto Rota 3 e processado na UPGN do Boaventura, compõe um portfólio focado no mercado nacional. Ou seja, o gás natural produzido na unidade recém-inaugurada integra a carteira do volume total ofertado pela companhia.

“Além de aumentar a capacidade de escoamento, o Projeto Integrado Rota 3 também traz uma maior flexibilidade para nossas atividades, já que, independentemente do ponto de conexão, o gás dos campos de produção da Bacia de Santos pode ser escoado para as diversas unidades de processamento da companhia, incluindo a nova UPGN do Complexo de Energias Boaventura”, explica a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Renata Baruzzi.

O Projeto Integrado Rota 3 faz parte do Sistema Integrado de Escoamento de Gás da Bacia de Santos, responsável pelo escoamento de campos como Tupi, Búzios e Sapinhoá, entre outros.

Maior oferta de gás para o mercado nacional

A operação comercial da UPGN do Boaventura é estratégica para a Petrobras, pois viabiliza um maior escoamento do gás natural desde o Pré-Sal da Bacia de Santos, incrementando a oferta de gás para o mercado brasileiro.

“A partida comercial da UPGN do Boaventura consagra o início de um projeto integrado com alta complexidade operacional, que vai desde a exploração até a entrega na saída da UPGN, e reafirma o nosso firme propósito de ofertar um maior volume de gás ao mercado nacional. São novas infraestruturas com capacidade de até 18 milhões de m³/dia no escoamento, e até 21 milhões de m³/dia no processamento, contribuindo para o desenvolvimento do país e preservando a sustentabilidade financeira da companhia.”, afirma o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França.

“O início de operação de um projeto tão relevante para o mercado de gás é essencial para o país e para aumentar a competitividade da Petrobras no novo ambiente dinâmico e competitivo do mercado de gás nacional. Reforçamos o nosso portfólio de ativos, investimos no Brasil e vamos conseguir reduzir as importações. Com isso, pudemos oferecer novas condições comerciais aos clientes Petrobras e aumentamos a nossa confiabilidade de fornecimento, que já é de praticamente 100%. Agora vamos com toda a nossa energia e mais o novo gás do Complexo de Energias Boaventura para as distribuidoras e para os clientes da indústria interessados em soluções sustentáveis e competitivas.”, completa o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade, Maurício Tolmasquim.

Em 2023, a Petrobras celebrou mais de 34 contratos de fornecimento de gás natural, após participação vencedora em chamadas públicas de distribuidoras e processos competitivos de consumidores livres, que representaram a venda de mais de 70 bilhões de m³ em contratações com vendas previstas até 2034. Além disso, a Companhia celebrou com diversas empresas instrumentos para avaliação de oportunidades relacionadas à transição energética.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h (Em breve! abriremos as inscrições)
Exposição: 14h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Petrobras, Gerdau e Sulgás assinam primeiro contrato para fornecimento de gás natural no mercado livre no Rio Grande do Sul

Unidades em Charqueadas e Sapucaia do Sul passam a ser as primeiras consumidoras industriais de gás natural no mercado livre no estado.

Petrobras, Gerdau e Sulgás assinaram contratos para o fornecimento de gás natural no ambiente livre de comercialização, atendendo a unidade de produção de aços especiais em Charqueadas e a planta de produção de aços longos em Sapucaia do Sul, chamada Riograndense, localizadas no Rio Grande do Sul. O acordo marca a primeira migração de um cliente do mercado industrial cativo para o mercado livre no estado gaúcho. Assim, a companhia se torna pioneira na mudança para esse modelo de comercialização no estado, cujas regras foram recentemente aprovadas pela agência reguladora gaúcha (AGERGS) e pelo governo do estado do RS.

“A ampliação da parceria entre Petrobras e Gerdau no mercado livre de gás, demonstra que o portfólio de venda de gás natural da Petrobras está, a cada dia, mais competitivo e atrativo. Estamos investindo mais de US$ 7 bilhões em novas infraestruturas de ofertas de gás natural além de oferecer diversas opções de contratos flexíveis, adequados às necessidades dos clientes, com diferentes modalidades de prazo e indexadores, contribuindo para a descarbonização e aumento da competitividade da indústria nacional”, afirma o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

“A Gerdau, cuja história centenária se iniciou há mais de 123 anos no Rio Grande do Sul, tem o estado como uma de suas bases para crescimento no longo prazo e este acordo reafirma o compromisso da empresa em fortalecer a competitividade de suas Operações. A nova parceria com a Petrobras, viabilizada pela atuação em distribuição da Sulgás, representa movimento pioneiro e inovador na busca pelo desenvolvimento do mercado livre do gás natural no Rio Grande do Sul, um insumo que acreditamos ser fundamental para a produção e descarbonização do aço nos próximos anos”, afirma Flávia Souza, diretora global de energia e suprimentos da Gerdau.

Nesse contexto, a Gerdau, a Petrobras e a Sulgás consolidam seus laços comerciais, de parceria e de pioneirismo no mercado livre de gás natural, apostando no desenvolvimento de soluções para a criação de um ambiente de comercialização aberto, competitivo, transparente, sustentável e cada vez mais avançado no país.

“O mercado livre é positivo para todos os agentes do mercado. Os consumidores passam a ter maior liberdade de escolha, os supridores atuam em um mercado mais aberto e competitivo e a distribuidora segue focada em expandir e operar a rede com segurança e excelência, conectando mais consumidores ao sistema. O propósito da Sulgás é promover o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Apoiar e integrar o mercado livre do gás faz parte dessa jornada”, afirma o CEO da Sulgás, Marcelo Leite.

“O Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura, acompanhou o processo que culminou na migração da Gerdau para o mercado livre de gás natural e entende que essa migração amplia o ambiente de competitividade, trazendo eficiência energética para a indústria. O Rio Grande do Sul, que tem uma matriz energética diversificada, compreende a relação que a suficiência tem com o desenvolvimento econômico”, afirmou a secretária da pasta, Marjorie Kauffmann.

“O mercado livre de gás natural constitui um avanço do setor no Estado do Rio Grande do Sul, resultado, em grande parte, da atuação da AGERGS a partir de 2021, como novo ator nesse ambiente, responsável pela regulação técnica independente e imparcial. Com isso, a economia gaúcha ganha mais competitividade em momento estratégico de reconstrução do Estado”, afirma Luciana Luso de Carvalho, Conselheira-Presidente da AGERGS.

A parceria entre a Petrobras e a Gerdau para o fornecimento de gás natural no ambiente livre de comercialização desse insumo teve início em 2021, com o atendimento da planta de Ouro Branco (MG). Em junho deste ano, as empresas anunciaram a migração da unidade Cosigua, localizada no Rio de Janeiro.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h (Em breve! abriremos as inscrições)
Exposição: 14h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Petrobras lucra R$ 32,6 bilhões no 3º trimestre de 2024

Companhia investiu US$ 4,5 bilhões no período. Dívida financeira ficou em US$ 25,8 bilhões, menor nível desde 2008.

A Petrobras reportou lucro líquido de R$ 32,6 bilhões no 3º trimestre de 2024 (3T24). A companhia apresentou outros indicadores financeiros consistentes no trimestre, como EBITDA Recorrente de R$ 64,4 bilhões, fluxo de caixa livre de R$ 38 bilhões e uma forte geração operacional de caixa (FCO), de R$ 62,7 bilhões, um dos seis melhores fluxos de caixa operacional trimestrais de sua história. Os dados estão detalhados nos Resultados Financeiros do 3º trimestre de 2024, divulgados na noite do último dia (07/11).

“Apresentamos um  lucro líquido expressivo no trimestre, com uma forte geração de caixa e redução tanto da dívida financeira quanto da dívida bruta. Tudo isso em um cenário desafiador, de queda no preço do petróleo brent. Além disso, no 3º trimestre realizamos investimentos de US$ 4,5 bilhões em projetos que garantirão o futuro da companhia.  Nossos resultados mostram que estamos no caminho certo”, destacou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

O FCO é um indicador da capacidade da companhia de gerar recursos a partir de suas operações regulares e é um relevante índice para avaliação do desempenho de uma empresa.

O EBITDA Ajustado Recorrente do 3T24 foi de R$ 64,4 bilhões,  3% superior ao trimestre anterior. O aumento da taxa de câmbio média do real frente ao dólar, o maior volume de petróleo produzido pela companhia no mix de derivados e o crescimento nas vendas contribuíram para o resultado. Esses fatores positivos foram compensados, parcialmente, pela queda de 6% no preço do Brent e a menor margem de derivados, em especial pela redução de 16% da diferença do preço do diesel em relação ao petróleo (crackspread). O EBITDA Ajustado Recorrente representa o lucro recorrente obtido antes do pagamento de juros, impostos e do cálculo de depreciações e amortizações.

A dívida financeira da companhia foi reduzida em 2,1% no último trimestre, para cerca de US$ 25,8 bilhões, o menor patamar desde 2008. A dívida bruta também foi reduzida em 0,8%, para US$ 59,1 bilhões (montante que inclui US$ 33,4 bilhões em arrendamentos), permanecendo dentro da faixa estabelecida no Plano Estratégico 2024-2028 da Petrobras.

Investimentos e retorno para acionistas e sociedade

A Petrobras investiu forte no 3º trimestre, totalizando US$ 4,5 bilhões, cerca de 30% acima do trimestre passado. O foco dos investimentos continua, principalmente, nos grandes projetos do pré-sal.  Nos primeiros nove meses do ano, os investimentos somaram US$ 10,9 bilhões, representando um aumento de 19,5% em relação ao mesmo período do ano anterior (9M23). A projeção de CAPEX total para 2024 da Petrobras está mantida para no patamar entre US$ 13,5 bilhões e US$ 14,5 bilhões, conforme anunciado em agosto.

A boa performance da Petrobras permitiu ao Conselho de Administração aprovar o pagamento de dividendos no valor de R$ 17,12 bilhões, a serem pagos em duas parcelas (fevereiro e março), em acordo com a Política de Remuneração aos Acionistas da Petrobras.

No terceiro trimestre de 2024, a companhia recolheu R$ 64,4 bilhões em tributos, pagos aos diversos entes federativos (União, estados e municípios) e que representam a relevante contribuição da Petrobras para a sociedade brasileira.

Novas plataformas

Os resultados financeiros do 3T24 se somam a relevantes marcos operacionais, que contribuirão para a produção futura de petróleo e gás da companhia. Em 30 de outubro, o navio-plataforma Marechal Duque de Caxias (Mero 3) começou a produzir óleo e gás,  no campo de Mero, bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. A unidade tem capacidade de produzir até 180 mil barris de óleo e de comprimir até 12 milhões de metros cúbicos de gás, tudo isso diariamente.

O FPSO Maria Quitéria, cuja previsão inicial era começar a operar 2025, teve sua entrada antecipada, e produziu o seu primeiro óleo em 15 de outubro. A unidade tem capacidade de produzir diariamente até 100 mil barris de óleo e de processar até 5 milhões de metros cúbicos de gás. Instalada no campo de Jubarte, no pré-sal da Bacia de Campos, a plataforma está equipada com tecnologias para redução de emissões, incluindo o ciclo combinado na geração de energia, que permite maior eficiência operacional associada à redução em cerca de 24% de emissões operacionais de gases de efeito estufa.

Outro marco importante em outubro foi a chegada ao Brasil do navio-plataforma Almirante Tamandaré, vindo da China. A unidade será instalada no Campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, na costa do Rio de Janeiro. Plataforma do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês), Almirante Tamandaré é a primeira unidade de alta capacidade a ser instalada no campo, com potencial para produzir até 225 mil barris de óleo (bpd) e processar 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h (Em breve! abriremos as inscrições)
Exposição: 14h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
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Petrobras encerra projeto de desinvestimento da PBio

A Diretoria Executiva da  Petrobras aprovou o encerramento do projeto de desinvestimento da sua subsidiária integral Petrobras Biocombustível S.A. (PBio), que será mantida no portfólio da Petrobras.

A decisão está alinhada aos direcionadores estratégicos vigentes, que consideram a atuação da Petrobras em negócios de baixo carbono, diversificando o portfólio de forma rentável e promovendo a perenização da companhia.

De forma complementar, no âmbito das discussões do novo ciclo do seu Plano Estratégico, a Petrobras está avaliando alternativas e modelos de negócio para a PBio por meio de parcerias que possam potencializar sua atuação, considerando novas oportunidades de negócios, possíveis sinergias entre os ativos da companhia e a maximização dos resultados do Sistema Petrobras.

Sobre a PBio

Fundada em 2008, a PBio é uma subsidiária integral da Petrobras, atuante nos segmentos de produção de biocombustíveis e comercialização de enxofre, proprietária de três usinas de biodiesel: duas operacionais situadas em Candeias (BA) e em Montes Claros (MG) e uma em Quixadá (CE), que está hibernada.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h (Em breve! abriremos as inscrições)
Exposição: 14h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
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