Petrobras recolheu R$ 1,1 bilhão em tributos e participações governamentais por dia útil em 2024

Companhia é uma das maiores contribuintes do Brasil.

A Petrobras pagou, em média, R$1,1 bilhão por dia útil na forma de tributos (próprios e retidos) e participações governamentais (PGOV) no Brasil em 2024. O total recolhido pela empresa no ano passado foi de mais de R$ 270,3 bilhões. A companhia é uma das principais contribuintes do país, sendo responsável por aproximadamente 7% da arrecadação total brasileira.

Na esfera federal, a companhia contribui com 6% do recolhimento nacional, enquanto, nos estados, essa participação corresponde a cerca de 13% do total arrecadado. Ao longo dos últimos cinco anos, a companhia pagou mais de R$ 1,1 trilhão em tributos e Participações Governamentais no Brasil, valor distribuído entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios.

Em 2024, foram recolhidos R$ 62 bilhões em participações governamentais. Os valores de PGOV pagos são formados, majoritariamente, por royalties (R$ 38,1 bilhões) e participação especial (R$ 23,6 bilhões). Com base em dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), só a Petrobras é responsável por 65% na distribuição de Participação Especial e Royalties no ano passado.

“O valor de mais de R$ 270 bilhões pagos aos cofres públicos em 2024 foi o segundo maior nos últimos 10 anos. A Petrobras está presente em 22 estados e 128 municípios brasileiros e temos orgulho em contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do nosso país. A publicação do Relatório Fiscal reflete os princípios sólidos de ética, integridade, transparência, eficiência e responsabilidade social que norteiam a nossa gestão tributária”, afirma o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Fernando Melgarejo.

Os recolhimentos realizados pela Petrobras abrangem tributos próprios, oriundos das suas operações e retidos de terceiros, nas condições de responsável tributário e substituto tributário, uma vez que a Petrobras retém tributos nas operações comerciais com clientes e fornecedores, conforme estabelecido na legislação brasileira. Os recolhimentos também envolvem as participações governamentais, que são compensações financeiras pagas pelas empresas que exploram e produzem petróleo e gás natural no território brasileiro.

As informações citadas constam no Relatório Fiscal 2024, divulgado pela Petrobras nesta quarta-feira (12/03). Para acessar o conteúdo do relatório na íntegra, clique aqui.

3rd Edition of the biggest event on FPSOs in Brazil

Don’t miss the opportunity to participate in the biggest FPSO industry event in the country!

Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
Exhibition and Conference on Floating, Production, Storage and Offloading Platforms

Date: May 13, 14 and 15, 2025.

Conference: 9am to 6pm (Registration open!!!) Click here: Sympla
Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

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BRAVA ENERGIA lança documentário inédito sobre o projeto Atlanta

Produção audiovisual percorre cada etapa do empreendimento, incluindo depoimentos de especialistas da indústria, colaboradores e fornecedores.

A BRAVA Energia lançou o documentário Conquistando Atlanta, que narra os desafios superados pela companhia, desde que assumiu a operação do Campo de Atlanta até o início da produção do Sistema Definitivo de produção, em dezembro de 2024. O projeto é o primeiro e único de produção de petróleo em águas profundas executado por uma empresa independente brasileira desde a fase inicial.

O curta-metragem acompanha cada etapa do projeto, como a fabricação, o transporte, o recebimento e a instalação de equipamentos subsea de última geração, a adequação do novo FPSO Atlanta até a instalação e produção do 1º óleo, a 185 km da costa do Rio de Janeiro. Com filmagens em Dubai, Reino Unido, Noruega, EUA e diferentes regiões do Brasil, o documentário inclui depoimentos inéditos de especialistas da indústria, colaboradores da BRAVA e fornecedores, que oferecem uma visão real dos desafios do dia a dia de um projeto como Atlanta. Foram mais de 30 depoimentos capturados e 2 anos de filmagens a bordo, aéreas, submarinas, terrestres e timelapses, incluindo a jornada da plataforma do Oceano Índico ao Atlântico.

“A produção desse documentário é uma importante realização para todos que se dedicaram tanto a este projeto e uma oportunidade para que o público em geral tenha acesso e compreenda a magnitude do empreendimento. A execução do projeto Atlanta e a entrega do primeiro óleo significam o começo de uma nova e promissora etapa para nossa Companhia”, afirma o CEO da BRAVA, Décio Oddone.

O primeiro grande desafio de Atlanta foram as condições do próprio campo: o reservatório com um grande volume de petróleo pesado, de 14° API, localizado a cerca de 1550 metros de lâmina d´água e abaixo de 800 metros de uma camada de arenito com porosidade quase no limite físico entre rocha e areia.

O diretor de Operações Offshore da BRAVA, Carlos Mastrangelo, destaca: “A realização deste filme consolida uma memória importante da história do óleo e gás brasileiro. Colhemos depoimentos que trazem uma visão inédita de backstage e do engajamento das equipes envolvidas, evidenciando o orgulho de todos na superação de toda a complexidade técnica. Registrar e comunicar adequadamente todas as etapas de um megaprojeto são atividades necessárias para contribuir para o sucesso. Este filme representa a visão individual dos seus participantes e a intenção da Brava em superar desafios entregando resultados.”

O filme também mostra que, na fase de adequação do FPSO Atlanta, a engenharia do projeto já considerou diversas maneiras de mitigar impactos ambientais e promover inovações tecnológicas.

Conquistando Atlanta revela as complexidades da construção naval, a integração de tecnologias de ponta e a gestão e parceria dos principais players da indústria mundial, oferecendo uma visão equilibrada sobre as oportunidades e os desafios que um megaprojeto de petróleo offshore representa.

O documentário foi produzido em colaboração com a One Global Media, uma agência de comunicação integrada e produtora de filmes, com sede em Miami e profissionais espalhados nos EUA, Europa e Oriente Médio.

Acesse e assista o documentário na íntegra em: www.bravaenergia.com/conquistando-atlanta

3rd Edition of the biggest event on FPSOs in Brazil

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Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
Exhibition and Conference on Floating, Production, Storage and Offloading Platforms

Date: May 13, 14 and 15, 2025.

Conference: 9am to 6pm (Registration open!!!) Click here: Sympla
Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

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Com aquisição de 40% de Peregrino, PRIO fecha 2024 com receita total de US$2,4 bilhões

A PRIO, maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, fechou 2024 com receita total de US$ 2,4 bilhões e um lucro líquido (ex-IFRS 16) de US$ 1,7 bilhão, 54% maior do que o ano anterior. A compra de 40% do campo de Peregrino foi um dos destaques do ano apontados pela companhia, que encerrou o período com alavancagem de 1,2x dívida líquida/EBITDA e posição de caixa de US$ 645 milhões.

Em 2024, a PRIO teve produção média de 84 mil barris por dia e um lifting cost competitivo de US$ 9 por barril, reafirmando seu compromisso com a eficiência e a otimização de custos. “Mesmo em um ano desafiador, mantivemos nossa estrutura de custos eficiente, o que é essencial para navegarmos com segurança pela volatilidade de preços de petróleo. Acreditamos que a melhor proteção contra a volatilidade do Brent é a otimização do lifting cost e esse continuará sendo um pilar dos atuais e futuros projetos da nossa companhia”, ressalta Roberto Monteiro, CEO da PRIO.

No balanço anual, a empresa também destacou a importância de ampliar a atuação da área de trading. A comercialização de cargas de terceiros e o início da venda de gás natural ao mercado permitem, além de ganhos logísticos, explorar novas oportunidades no setor de energia.

“Iniciativas como essas tornaram nossa operação ainda mais competitiva e eficiente. Essa expansão representa um avanço estratégico para a PRIO, diversificando a operação e gerando caixa líquido para focarmos em projetos estratégicos”, pontua o executivo da PRIO.

Já em 2025, o campo de Wahoo, passa a ser o projeto prioritário da companhia, iniciando a campanha de perfuração dos poços na região, após a liberação da licença de perfuração pelo Ibama. “Finalmente [em fevereiro 2025] obtivemos a licença de perfuração e iniciamos a campanha de perfuração do campo. Seguimos confiantes em obter a licença de instalação nos próximos meses, o que permitirá a construção do tieback e primeiro óleo do campo”, lembra Monteiro. Com o início da produção, a previsão do campo é adicionar cerca de 40 mil barris à produção diária da PRIO.

Sustentabilidade
A PRIO ampliou seu compromisso de retorno à sociedade. O Reação Offshore chegou a sua 3ª edição. O programa, responsável por capacitar pessoas para trabalhar na indústria de O&G, abriu, em 2024, sua primeira turma no Espírito Santo. Além disso, a empresa publicou a 2a edição do seu Relatório Anual de Sustentabilidade, reafirmando sua responsabilidade em atuar com transparência e melhores práticas no mercado.

Nas frentes de cultura e impacto social, a empresa reforçou a atuação com projetos de investimentos contínuo, como o Teatro I🖤PRIO, ‘Instituto Reação’, ‘Todos na Luta’, ‘Rede Cruzada’ e ‘Instituto Vini Jr.’, por meio da Plataforma I🖤PRIO.

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Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
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Date: May 13, 14 and 15, 2025.

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Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

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Estaca torpedo é instalada por navio PLSV da Seagems em Mero, na bacia de Santos

Empresa executou operação com o navio Esmeralda, suprimindo a necessidade de atuar com embarcações AHTS, tradicionalmente empregadas nesse tipo de projeto.

A Seagems, empresa brasileira especializada em soluções de engenharia submarina, acaba de concluir projeto inédito de instalação de quatro estacas torpedo no campo de Mero 3, na Bacia de Santos, em operação contratada pela Subsea7. O diferencial do projeto foi a utilização do navio Esmeralda, um PLSV (Pipe Laying Support Vessel), para a execução integral da instalação.

Tradicionalmente, esse tipo de operação é realizado por embarcações do tipo AHTS (Anchor Handling Tug Supply Vessel), que atuam no reboque, manuseio de âncoras e transporte de suprimentos. De forma inovadora, a Seagems empregou um PLSV na tarefa, embarcação especializada no lançamento e recolhimento de dutos, demonstrando sua capacidade de expandir as aplicações desse tipo de navio.

A operação foi feita pela embarcação Esmeralda, a menor da frota Seagems, o que deu ainda mais destaque para o projeto. “O navio Esmeralda conta com dois sistemas de lançamento independentes, um vertical e outro horizontal. Essa versatilidade, embora vantajosa para a instalação de linhas, representa um desafio no manuseio de estacas torpedo devido ao espaço reduzido no convés. Superamos essas limitações com engenharia precisa, proporcionando uma solução mais eficiente e econômica para nossos clientes. Em operações como essa, eliminamos a necessidade de contratar uma empresa para navios AHTS e outra para PLSV, permitindo a execução completa do projeto por uma única embarcação”, explica Jadyr Peres, Engenheiro de Operações da Seagems.

Importância da instalação de estacas

De acordo com o especialista John Brooke (2003), há 63% de probabilidade de ocorrer uma onda gigantesca a cada 100 anos, fenômeno conhecido como “onda centenária”. Esse fator é considerado nos projetos de engenharia offshore, pois, caso ocorra, pode impactar significativamente a estabilidade das instalações.

Para garantir a segurança, estabilidade e a integridade dos dutos instalados em leitos marinhos, utiliza-se comumente o sistema de estacas torpedo, enormes estruturas projetadas para ancorar grandes equipamentos ao fundo do mar, minimizando deslocamentos causados por marés fortes ao longo de sua vida útil.

O processo de instalação consiste na descida controlada da estaca torpedo até uma profundidade específica acima do leito marinho. Em seguida, a peça é liberada em queda livre, atingindo alta velocidade antes de penetrar no fundo do mar. Posteriormente, um ROV (Remotely Operated Vehicle) é utilizado para conectar correntes e cabos de ancoragem às estacas, garantindo a estabilidade do sistema.

Usualmente, esse procedimento é realizado por duas embarcações específicas de manuseio de âncoras, trabalhando em conjunto. Em alguns casos, até uma terceira embarcação pode ser utilizada.
“A execução dessa operação com um PLSV reforça o compromisso da Seagems com a inovação e a busca por novas metodologias de instalação. Além de ampliar as possibilidades para navios de lançamento de flexíveis, abrimos um novo campo de atuação na instalação de estacas torpedo, agregando eficiência e otimização de custos ao mercado offshore”, conclui Jadyr Peres.

Sobre a Seagems
Especializada em soluções práticas de engenharia submarina, a Seagems oferece respostas inovadoras às demandas offshore da indústria de energia. A empresa conta uma frota de seis navios PLSV e tem escritórios nas cidades do Rio de Janeiro, Rio das Ostras e Viena. A Seagems é 100% brasileira, resultado de uma joint venture entre duas multinacionais de renome: Sapura Energy Behard e Paratus Energy Services Ltd.  Atualmente a Seagems tem contratos de longo prazo assegurados para toda a frota a serviço da Petrobras.

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Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
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Date: May 13, 14 and 15, 2025.

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Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

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Firjan SESI encerra participação no Torneio Nacional de Robótica com prêmio de melhor técnico do país

Romulo de Jesus Costa, que é Instrutor de Automação e Mecatrônica da Firjan SENAI Nova Friburgo, vai representar o Brasil no título de melhor técnico no Mundial de Robótica nos EUA.

Após dias de suor, emoção e muita programação, a Firjan SESI encerrou a participação no Torneio Nacional de Robótica, em Brasília, com o Woodie Flowers Finalist Award, prêmio dedicado ao melhor técnico do país: o Instrutor de Automação e Mecatrônica da Firjan SENAI Nova Friburgo, Romulo de Jesus Costa, da equipe Tucanus da Firjan SESI Nova Friburgo, vai agora representar o Brasil nesta categoria no Torneio Mundial em Houston, nos Estados Unidos.

Este é o único título dedicado aos técnicos, que qualifica os mais inspiradores. Os juízes da FIRST, nos Estados Unidos – organização responsável pelas competições de robótica –, avaliaram as ações realizadas para estimular, promover e democratizar a Robótica, não só na equipe à qual Romulo está dedicado, como junto à comunidade. Romulo é técnico desde 2022, está pela terceira vez em Brasília e, com a equipe, já ganhou dois prêmios, de Imagem e Inovação. “Minha história na robótica começa quando eles me aceitam. E o prêmio representa o todo, né, tudo o que a gente faz na escola, no computador; as noites de sono perdidas, os dias de treino – que às vezes vão das 7h às 22h. Então este prêmio representa nossos esforços em conjunto. A ficha ainda não caiu”, disse Romulo.

A equipe de Nova Friburgo, ao lado da Nine Tails, da Firjan SESI Resende, chegou até as fases eliminatórias na categoria FRC – na qual concorrem robôs de porte industrial de mais de 1,5 metro de altura. A Firjan SESI São Gonçalo, com a equipe Tech Fênix, ficou em terceiro lugar no Control Award, Prêmio de Controle, concedido às equipes de FTC – robôs de porte semi-industrial – que melhor usaram sensores e softwares para aumentar a funcionalidade. Já a equipe Medal Hunters Kids, da Firjan SESI Barra Mansa, disputou na FLLC (robôs de lego), e ficou em quarto lugar no Prêmio Maré da Ciência, em reconhecimento aos projetos de inovação que melhor seguiram o tema da temporada: os oceanos.

Os 74 estudantes Firjan SESI competiram com mais de 2 mil jovens das redes SESI SENAI, públicas e privadas de todo o país. Vinícius Cardoso, diretor de Educação e Cultura da Firjan SENAI SESI, destacou o desenvolvimento dos alunos em vias de entrar no mercado de trabalho. “Temos nos nossos quadros inúmeros jovens oriundos de torneios de robóticas e que hoje são mentores, professores ou se dedicam a diversos segmentos da indústria. Este desenvolvimento, não só em áreas de formação profissional, como também interpessoal, é o maior mérito do torneio, estimulando habilidades diversas para o jovem que chega ao mercado de trabalho”, destacou.

É o caso de Felipe Mitsuru, ex-aluno da Firjan SESI Friburgo e agora funcionário da Firjan para atuar como mentor da equipe, depois de se destacar em outros torneios. Morador da zona rural de Cachoeiras de Macacu, no Centro Norte do estado, há três anos ele ajudava os pais na lavoura e, hoje, tem o sonho de desenvolver um sistema de irrigação automatizado e acessível.

“É surpreendente pensar como minha vida mudou em três anos. Não tinha noção do quanto a robótica estava perto de mim: pra mim era coisa de ficção científica. Também achava que o curso técnico ajudaria apenas a conseguir um bom emprego, mas meus horizontes se expandiram para diversas possibilidades. Graças aos esforços dos meus pais na lavoura para me manter em outra cidade, pude mudar o rumo da minha vida e, com toda certeza, irei usar a robótica para auxiliá-los na roça”, disse Felipe.

Já Felipe Barreto, aluno do 3º ano do Ensino Médio da Firjan Jacarepaguá, comemora as descobertas pessoais. “Fizemos um robô funcional e competitivo, incluindo um sistema de elevadores novo para nós. Estou muito feliz de ter adquirido esse conhecimento, e tanto que pretendo fazer engenharia de automação. Essa descoberta, com esse nível de convicção, é meu maior prêmio pessoal. Nunca pensei em adentrar tão profundamente nesse universo; aqui eu me descobri, e nunca vou me esquecer desses momentos”, conta Felipe.

Os alunos da Firjan SESI, com idades entre nove e 18 anos, participaram em três categorias. A equipe Alpha Tech da Firjan SESI Jacarepaguá disputou na FRC (robôs industriais), ao lado da Nine Tails da Firjan SESI Resende e da Tucanus da Firjan SESI Friburgo. As equipes Alpha, da Firjan SESI Jacarepaguá, e Tech Fênix, da Firjan SESI São Gonçalo, disputaram na FTC (robôs semi-industriais); já as equipes Marvel, da Firjan SESI Maracanã, Medal Hunter Kids, da Firjan SESI Barra Mansa, e Dragon Bots disputaram na FLLC, que envolve robôs com peças Lego.

O torneio foi parte dos eventos realizados no 7º Festival SESI de Educação, que ocorreu no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), e contou ainda com o Seminário Internacional SESI de Educação. Foram classificados para o mundial nos Estados Unidos – que acontece entre 16 e 19 de abril – três competidores da FLLC, três da FTC e quatro da FRC. As competições abrangem ainda troféus em categorias como Core Values, Design do Robô, Desafio Robô (arena) e Projeto de Inovação, que correspondem à qualidade e profundidade das pesquisas científicas, trabalho em equipe, montagem e programação realizadas para desenvolver as missões e o funcionamento em si.

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Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
Exhibition and Conference on Floating, Production, Storage and Offloading Platforms

Date: May 13, 14 and 15, 2025.

Conference: 9am to 6pm (Registration open!!!) Click here: Sympla
Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

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Navio-plataforma Alexandre de Gusmão chega ao Brasil e consolida atuação da SBM Offshore no país

Embarcação, com capacidade para processar 180 mil barris/dia, é a nona da empresa em operação em águas brasileiras.

A SBM Offshore anunciou a chegada do navio-plataforma (FPSO na sigla em inglês) Alexandre de Gusmão ao Campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos. A embarcação, que saiu do cais do estaleiro COSCO Shipping (Qidong) Offshore, na China, é a nona da SBM a operar no Brasil. O primeiro óleo do FPSO, localizado a uma distância de aproximadamente 190 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, está previsto para ainda este ano.

O navio-plataforma tem capacidade de produção de 180 mil barris de óleo por dia (bpd) e compressão de 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia. O Campo de Mero é operado pela Petrobras (38,6%), em parceria com a Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e PPSA (3,5%), como representante da União na área não contratada.

Em outubro passado, a SBM também anunciou a chegada do FPSO (Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência) Almirante Tamandaré, que tem capacidade de produção de 225 mil barris de petróleo por dia (bpd) e 12 milhões de metros cúbicos de gás, sendo o primeiro a operar no país com a notação Sustainability-1 emitida pela Bureau Veritas, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Com tecnologias de ponta, o Almirante Tamandaré opera no Campo de Búzios, na Bacia de Santos, no litoral do Rio de Janeiro. No último dia 15 de fevereiro, o navio plataforma entrou em produção.

Juntos, os dois FPSOs, afretados pela Petrobras, marcam nova etapa na história da exploração e produção de petróleo, aumentando a produção de petróleo nacional e representando um novo capítulo na atuação a SBM Offshore no país.

“Estamos comprometidos em investir no Brasil, o principal mercado da companhia no mundo, e contribuir com o desenvolvimento do setor de O&G. Atualmente, as unidades projetadas e/ou de propriedade da SBM Offshore são responsáveis por cerca de 17% da produção nacional de petróleo, e esse número chegará a 30% com as novas unidades em operação”, diz Jonas Lobo, gerente-geral da SBM no Brasil.

Sobre a SBM Offshore
A SBM Offshore é a especialista mundial em infraestrutura oceânica de águas profundas. Por meio do design, construção, instalação e operação de instalações flutuantes offshore, desempenhamos um papel fundamental em uma transição justa. Ao aprimorar nosso core business, entregamos uma produção de energia mais limpa e eficiente. Ao inovar ainda mais, abrimos novos mercados dentro da economia azul. Mais de 7.800 colaboradores da SBM em todo o mundo trabalham juntos para oferecer soluções inovadoras como parceiros responsáveis em direção a um futuro sustentável, equilibrando a proteção dos oceanos com o progresso.
Para mais informações, visite nosso site em www.sbmoffshore.com

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Date: May 13, 14 and 15, 2025.

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Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

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Foresea lança ciclo 2025 do Projeto Educação Integral, para capacitar gestores escolares na rede municipal de Macaé

Projeto é um dos eixos do Programa Socioambiental da Foresea que, em 2024, investiu R$ 1 milhão nas áreas de Educação Integral e de Economia Verde no município.

Em evento realizado no último dia (18/03), no auditório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em Macaé, a Foresea — empresa referência no setor de perfuração offshore — anunciou o início do segundo ano de atividades do Projeto Educação Integral, que visa capacitar gestores escolares para aumentar a qualidade do ensino na rede municipal. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Educação de Macaé e a consultoria Transforma.ai, o projeto tem como meta para 2025 atingir 100% da rede pública municipal, com encontros formativos presenciais e virtuais, envolvendo os gestores escolares na cidade. O evento reuniu diretores escolares, professores, integrantes da Foresea e representantes da secretaria de Educação de Macaé. Em 2004, no primeiro ciclo do Projeto, foram capacitados 185 gestores escolares, que representaram a totalidade da rede pública do município.

“A Educação Integral é um eixo do Programa de Responsabilidade Socioambiental da Foresea, que também atua com ações voltadas para a Economia Verde. O desenvolvimento socioambiental é um valor fundamental para a companhia e estamos colocando toda nossa expertise em gestão a serviço desse programa. O que nós desejamos com o Foresea Socioambiental, que agora chega ao seu segundo ano, é criar um legado de impacto positivo com geração de valor, de modo sustentável, nas comunidades onde atuamos”, ressalta o Vice-presidente de Sustentabilidade da Foresea, Marco Aurélio Fonseca.

Além de apresentar os temas dos ciclos de formação que serão realizados com os gestores escolares ao longo do ano, o evento contou também com um debate sobre o uso consciente da tecnologia e inteligência artificial na educação. Participaram do debate os especialistas convidados Fernando Tsukumo (docente da USP, especialista em experiências lúdicas para o aprendizado e fundador da empresa Sua Vez, focada na criação destas experiências) e Juliane Cavalcante (especialista em educomunicação e aprendizagem digital, fundadora da Futurando Aprendizagem Corporativa e do projeto Tela Consciente).

As oficinas com representantes da direção das escolas municipais de Macaé estão previstas para os meses de abril, junho, agosto e novembro e fazem parte da formação continuada em competências de gestão para gestoras e gestores escolares, iniciada pelo programa em 2024.

“O principal objetivo do Projeto Educação Integral 2025 é acompanhar o desenvolvimento dos gestores, incentivando a participação ativa e a aplicação dos conhecimentos adquiridos nas unidades escolares do município”, explicou a coordenadora do Programa Foresea Socioambiental, Jocelina Valle, durante o evento de lançamento do ciclo 2025 do projeto.


Atividade dinâmica realizada com gestores escolares no primeiro ciclo do Projeto Educação Integral, em 2024

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