Acordo de FPSO de US$ 400 milhões da SBM Offshore abre portas para vias de financiamento ‘inovadoras’

A SBM Offshore fez sua primeira incursão no financiamento de venda e arrendamento com um refinanciamento multimilionário de uma embarcação flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO).

Ao divulgar a assinatura do contrato de financiamento de venda e arrendamento sem recurso, no valor de US$ 400 milhões, para o FPSO Cidade de Paraty com prazo de oito anos, a SBM Offshore confirmou o cronograma para a conclusão da transação, que deverá ocorrer antes do final de abril de 2025, após o cumprimento de determinadas condições de fechamento.

Este FPSO faz parte do portfólio de uma sociedade de propósito específico, de propriedade de empresas afiliadas da SBM Offshore (63,125%) e seus parceiros (36,875%). Segundo os termos do acordo, a sociedade de propósito específico transferirá a propriedade para quatro empresas de leasing chinesas.

No entanto, a empresa e seus parceiros continuarão a operar e manter o ativo até o final do afretamento inicial e os contratos de operação pelos 8,5 anos restantes. O FPSO Cidade de Paraty está formalmente alugado desde junho de 2013.

Comentando sobre o acordo de financiamento, Douglas Wood, CFO da SBM Offshore, destacou: “Estamos muito satisfeitos por termos assinado o refinanciamento do FPSO Cidade de Paraty, o primeiro financiamento de sale and leaseback da empresa.

Com esta transação estratégica, demonstramos mais uma vez o valor da nossa oferta única de ciclo de vida, não apenas do ponto de vista da execução e operação, mas também da nossa capacidade de continuar a fornecer soluções inovadoras de financiamento de longo prazo para os nossos clientes. Agradecemos o apoio contínuo dos nossos parceiros de leasing chineses.

A unidade opera sob um contrato de fretamento e operação de vinte anos no desenvolvimento de Lula Nordeste, na área do pré-sal, na Bacia de Santos, no bloco BM-S-11, localizado a aproximadamente 300 quilômetros da costa, em lâmina d’água de 2.100 metros.

O FPSO Cidade de Paraty instalou instalações de superfície com um peso de cerca de 14.000 toneladas para processar 120.000 barris de petróleo por dia (bpd), tratamento de gás associado para 5 milhões de pés cúbicos padrão por dia com compressão e remoção de dióxido de carbono, e uma instalação de injeção de água para 150.000 bpd.

Este acordo de financiamento ocorre um mês após a SBM Offshore confirmar a chegada de outro FPSO à camada pré-sal da Bacia de Santos.

Esta será a quinta adição a um dos campos de petróleo da Petrobras, quando o primeiro petróleo for liberado no final deste ano.

3rd Edition of the biggest event on FPSOs in Brazil

Don’t miss the opportunity to participate in the biggest FPSO industry event in the country!

Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
Exhibition and Conference on Floating, Production, Storage and Offloading Platforms

Date: May 13, 14 and 15, 2025.

Conference: 9am to 6pm (Registration open!!!) Click here: Sympla
Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

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Poder financeiro da SBM Offshore aumenta com empréstimo de US$ 1,1 bilhão

A SBM Offshore aumentou seu potencial financeiro com uma nova linha de crédito rotativo (RCF), garantida por um grupo de 13 bancos internacionais.

A gigante holandesa assinou uma linha de crédito rotativo de US$ 1,1 bilhão para refinanciar seu RCF existente de US$ 1 bilhão, que expiraria em fevereiro de 2026.

A empresa destaca que seu novo RCF tem um prazo de cinco anos e vem com duas opções de extensão de um ano, além de uma opção não comprometida de aumentar a linha de crédito em mais US$ 500 milhões.

“O RCF é um pilar importante da estratégia de financiamento da empresa e pode ser usado para financiar propósitos corporativos gerais e necessidades de capital de giro durante a construção de soluções de produção flutuantes”, destacou a SBM Offshore.

A empresa também explica que projetos verdes qualificados podem ser financiados por uma parcela verde específica de US$ 100 milhões.

“A sindicação bem-sucedida do aumento do RCF reflete o forte apoio que a SBM Offshore continua a receber de instituições financeiras em todo o mundo”, sublinhou a empresa.

Este empréstimo ocorre logo após a SBM Offshore divulgar seu primeiro acordo de financiamento de venda e arrendamento para uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) trabalhando para a Petrobras em águas brasileiras.

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Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
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BW Energy vai investir em seu campo na Bacia do Espírito Santo

A BW Energy, tomou a decisão final de investimento (FID) para um projeto que visa aumentar a produção de petróleo em seu campo na Bacia do Espírito Santo.

Logo após obter a extensão da licença de Golfinho até 2042, a BW Energy divulgou o FID para o projeto Golfinho Boost, que visa aumentar a disponibilidade, reduzir as despesas operacionais e adicionar aproximadamente 3.000 barris por dia de produção adicional de petróleo a partir de 2027 no campo de Golfinho, na costa brasileira. O orçamento total do investimento é de US$ 107 milhões.

A empresa incorporou os clusters de Golfinho e Camarupim em agosto de 2023, assumindo a operação como única proprietária da licença de Golfinho na Bacia do Espírito Santo, em lâmina d’água entre 1.300 e 2.200 metros. O FPSO Cidade de Vitória, que a empresa possui e opera desde novembro de 2023 , opera no ativo de Golfinho desde 2007.

Carl K. Arnet, CEO da BW Energy, comentou: “A BW Energy continua a fortalecer sua posição no Brasil por meio de medidas direcionadas no campo de Golfinho para aumentar a produção, o tempo de atividade e a independência operacional. Os aprimoramentos planejados de baixo risco para os ativos e operações do campo oferecem retornos muito atrativos e devem ajudar a desbloquear a criação de valor substancial de longo prazo para a empresa e seus stakeholders.”

O mais recente projeto da BW Energy no campo brasileiro envolve diversas medidas para aumentar a eficiência da produção e as reservas recuperáveis ​​em aproximadamente 12 milhões de barris, abrangendo atualizações no sistema de reforço submarino, substituindo o sistema de elevação de gás por bombas submersíveis elétricas (ESPs) no fundo do mar, reabertura de poços fechados, substituição de umbilicais, melhoria na logística de campo e aumento da capacidade do FPSO.

Com capacidade de armazenamento de 1,6 milhão de barris, o FPSO Cidade de Vitória tem capacidade para produzir mais de 100.000 barris de petróleo por dia e conta com capacidade adicional para produção e compressão de gás. O cluster Golfinho é composto pelo campo de petróleo de Golfinho, o campo de gás não associado de Canapu e o bloco exploratório BM-ES-23, que abriga a descoberta de gás e condensado de Brigadeiro.

O campo de Golfinho, que possui cinco poços submarinos produtores em reservatórios de idade Campaniana e Maastrichtiana, ancorados à FPSO Cidade de Vitória, está localizado em lâmina d’água entre 800 e 1.700 metros. O petróleo bruto é descarregado em navios aliviadores, e o gás pode ser transportado de ou para a costa por meio de um gasoduto conectado à unidade de tratamento de gás de Cacimbas.

As reservas brutas do campo de Golfinho são de 42 milhões de barris de óleo equivalente, com base em estimativas de terceiros, predominantemente petróleo, dos quais 28,3 milhões de barris de óleo equivalente (boe) são desenvolvidos e 13,7 milhões de boe são oportunidades de preenchimento não desenvolvidas.

Além de aumentar a produção em seu ativo brasileiro, a BW Energy está trabalhando em seu portfólio na África, onde planeja perfurar o prospecto Kharas dentro da licença Kudu . A empresa também fez uma descoberta de petróleo na costa do Gabão.

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Date: May 13, 14 and 15, 2025.

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Plataforma autoelevatória chega à Bacia de Sergipe para operações de descomissionamento

Petrobras investe na destinação sustentável de 26 unidades de produção marítimas de Sergipe.

A plataforma autoelevatória PA-38, contratada pela Petrobras, chegou à Bacia de Sergipe, para atividades de descomissionamento de poços no campo Guaricema, em águas rasas, a cerca de 9km da costa. Essas operações integram o Programa de Descomissionamento de Instalações da Petrobras em Sergipe, que prevê investimentos da ordem de US$ 1,7 bilhões na região, no horizonte do Plano Estratégico e de Negócios da companhia para o período de 2025 a 2029.

Com pernas de quase 150 metros de altura (correspondente a um arranha-céu de 42 andares) e 12700 toneladas (equivalente a mais de 12000 carros populares), a plataforma autoelevatória fará atividades de intervenção em poços de petróleo e gás natural para sua desativação e tamponamento. A campanha inicial terá duração de cerca de sete meses, com posterior deslocamento para outros poços.

Compromisso com segurança e meio ambiente

As atividades de descomissionamento refletem o compromisso da Petrobras em garantir o encerramento das operações dos ativos de forma segura, sustentável e atendendo aos mais rigorosos padrões ambientais da indústria. “A Petrobras avança em seus processos de descomissionamento na Bacia de Sergipe, uma etapa natural para ativos com mais de 25 anos de produção em uma indústria madura como a de óleo e gás no Brasil. Todo o trabalho está sendo conduzido com a melhor técnica e alinhado às regulamentações vigentes” disse o gerente geral de Projetos de Descomissionamento da Petrobras, Carlos Castilho.

O descomissionamento é uma exigência legal para ativos que tiveram interrupção definitiva de produção e a realização de etapas depende de aprovação e acompanhamento dos órgãos competentes – como a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Marinha do Brasil e IBAMA. Trata-se de um processo necessário dentro do ciclo produtivo da indústria de óleo e gás.

A perspectiva é que a Petrobras descomissione 26 unidades de produção em Sergipe, trazendo oportunidades para a indústria e a cadeia de fornecedores locais. A Bacia de Sergipe é a segunda com maior volume de investimentos em descomissionamento no país, logo após a Bacia de Campos, que ocupa a primeira posição. A unidade operacional da Petrobras na região, sediada em Aracaju, está dedicada às operações de descomissionamento nas Bacias de Sergipe-Alagoas, Rio Grande do Norte e Ceará.

Plataformas autoelevatórias

As plataformas autoelevatórias são móveis e transportadas por rebocadores – ou por propulsão própria. Atuam em águas rasas, em lâmina d´água que variam de 5 a 130 metros. São compostas por uma balsa equipada com estruturas de apoio, ou pernas, que, quando acionadas, movimentam-se para baixo até atingirem o fundo do mar, fixando-a numa dada locação. Em seguida, inicia-se a elevação da plataforma acima do nível da água, para que a sonda opere nos poços a uma altura segura e fora da ação das ondas.

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Petrobras e IDESA Brasil lançam projeto com foco o desenvolvimento econômico sustentável de municípios de Sergipe

Projeto Pescando Saberes: Ecológicos, Empreendedores e Sustentáveis foi aprovado no Edital Socioambiental da Petrobras 2023 e beneficiará moradores dos municípios Brejo Grande, Pacatuba, Pirambu, Barra dos Coqueiros e São Cristóvão.

A Petrobras e a IDESA Brasil lançaram no último dia (08/04) o Projeto Pescando Saberes: Ecológicos, Empreendedores e Sustentáveis em evento na sede da Petrobras em Aracaju, em Sergipe. A iniciativa foi aprovada no Edital Socioambiental da Petrobras 2023, que será executada entre 2025 e 2027, com um investimento superior a R$ 4 milhões. O projeto tem como foco o desenvolvimento econômico sustentável em cinco municípios de Sergipe: Brejo Grande, Pacatuba, Pirambu, Barra dos Coqueiros e São Cristóvão.

Com ênfase na preservação ambiental, geração de renda solidária e capacitação profissional, o Pescando Saberes busca promover a inclusão social de grupos prioritários, como mulheres, jovens, comunidades LGBTQIA+ e povos tradicionais. O impacto direto esperado abrange 520 participantes contínuos e até 3 mil pessoas em eventos esporádicos, com idades entre 6 e 59 anos, sendo 60% mulheres e 40% homens.

O projeto também está alinhado aos esforços globais da Década do Oceano e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade e o fortalecimento de comunidades pesqueiras.

Investimento socioambiental da Petrobras em Sergipe

O Projeto Pescando Saberes é mais uma das iniciativas patrocinadas pela Petrobras na região. Ele se junta a alguns outros projetos socioambientais já executados no território sergipano, como o Rede Solidárias de Mulheres, que atua no território há alguns anos, e o Povos das Águas, recém-iniciado. Somente esses três projetos, juntos, representam investimentos de mais de R$14 milhões, com focos variados como sustentabilidade, empreendedorismo, fortalecimento e empoderamento comunitário. Além desses, Sergipe também é atendido por projetos de longo prazo voltados para a conservação de espécies marinhas como o Viva o Peixe-Boi Marinho e o Baleia Jubarte.

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Petrobras e Coppe promovem parceria para reduzir perdas no escoamento de óleo e gás

Evento de assinatura do termo de cooperação contará com a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

A Petrobras e a Coppe/UFRJ celebram nesta quarta-feira, 16/4, um termo de cooperação para a construção do maior e mais avançado Loop de Garantia de Escoamento do Brasil. A cerimônia será realizada na Coppe e contará com a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard. Também participarão da cerimônia, a diretora da Coppe, professora Suzana Kahn, e o reitor da UFRJ, professor Roberto Medronho, dentre outras autoridades e representantes do setor de Óleo & Gás.

A infraestrutura permitirá que os estudos e pesquisas sobre o comportamento de hidratos e demais fenômenos que geram risco de obstrução das tubulações em sistemas de transporte de fluidos, como gás natural e petróleo, sejam executadas em uma escala mais próxima à condição de campo. Com previsão de possuir cerca de 150 metros de tubulação, será a única no país capaz de pesquisar escoamentos com até 100% de CO₂. Desta maneira, as atividades que envolvem CCUS (captura, armazenamento e uso de carbono) também serão beneficiadas, dado que a planta possibilitará pesquisas com sistemas ricos em dióxido de carbono.

Lançamento oficial da cooperação para construção de Loop de Garantia de Escoamento
Data: 16 de abril
Horário: 10h30
Local: Auditório da Coppe, no Centro de Tecnologia 2 da UFRJ – Rua Moniz de Aragão, 360, bloco 1, Cidade Universitária

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Armstrong International traz ao Brasil soluções para energia térmica que unem eficiência operacional e sustentabilidade

Com 125 anos de história, a empresa oferece tecnologias como o software SAGE® Thermal Utility System Management, que identificou o potencial de US$ 5.9 bilhões de economia em perdas de vapor por ano em todo o mundo.

A Armstrong International, líder global em soluções de eficiência energética térmica, está atenta ao potencial do Brasil de liderar a transição energética e ser exemplo de como as indústrias podem unir eficiência e sustentabilidade. Por isso, a empresa anunciou, recentemente, a expansão de suas operações para o Brasil, com a abertura de um novo escritório e centro de distribuição em São Paulo. A decisão da companhia de estabelecer uma presença física no país está alinhada à estratégia da Armstrong de melhor atender aos seus clientes em mais de 100 países ao redor do mundo, oferecendo suporte direto aos clientes brasileiros e garantindo acesso mais rápido a produtos e serviços especializados.

Com diversas empresas buscando alternativas para reduzir suas emissões de carbono e atingir a meta de emissões líquidas zero, a Armstrong, que tem mais de 125 anos de história e ampla experiência em soluções térmicas de alta eficiência energética, chega ao Brasil com o objetivo de apoiar a transformação das indústrias que utilizam energia térmica.

“A descarbonização não pode ser encarada apenas como um dever, mas sim como uma estratégia inteligente para redução de custos e aumento da eficiência. Nossa ferramenta para monitoramento, medição e documentação inteligentes de sistema de vapor e água quente, a SAGE®, por exemplo, tem potencial de obter economias globais de mais de US$ 5.9 bilhões em perdas de vapor por ano, além da redução de mais de 9 bilhões de quilos de CO² emitidos ao redor do mundo”, afirma José Alberto Valença, Diretor Geral da Armstrong International no Brasil.

Processos industriais e sistemas de resfriamento emitem uma grande quantidade de calor que, atualmente, está sendo desperdiçada. As tecnologias Circular Thermal® e de bomba de calor da Armstrong capturam esse calor desperdiçado para reutilização dentro da fábrica para a produção, garantindo um gerenciamento mais eficiente do ciclo de energia. Essa abordagem tem um impacto direto na produtividade industrial, reduzindo custos com combustível e tornando as operações mais sustentáveis.

“O Brasil, sendo o maior país da América do Sul e com grande potencial para liderar a transição energética global, oferece um ambiente propício para a inovação e adoção de soluções de energia limpa. Estamos confiantes de que nossa presença no país ajudará a fortalecer ainda mais essa mudança, oferecendo mais de um século de experiência e conhecimento em gestão de utilidades térmicas”, destaca Luiz Ramos e Silva, Diretor Administrativo Financeiro no Brasil.

O escritório da Armstrong em São Paulo será capaz de atender a uma ampla variedade de setores, incluindo alimentos e bebidas, farmacêutico, refinarias, agronegócio e ração animal. Com experiência técnica sólida, a equipe local está preparada para diagnosticar ineficiências, identificar oportunidades de melhoria e implementar soluções que otimizem o uso de energia, reduzam desperdícios e promovam a sustentabilidade.

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Ecopetrol anuncia novo presidente no Brasil

Jorge Andrés Martínez foi nomeado novo presidente da Ecopetrol Óleo e Gás do Brasil Ltda. (ECP Brasil), subsidiária do Grupo Ecopetrol S.A. Presente no Brasil há quase vinte anos, a ECP Brasil integra uma das três maiores empresas estatais de energia da América Latina, reconhecido por sua liderança e inovação ao longo de sua trajetória profissional nos setores empresariais em que atuou. A nomeação de Martínez ocorre no momento em que a empresa anuncia a aprovação de investimentos para o desenvolvimento do projeto Gato do Mato, na Bacia de Santos.

“O Brasil é um mercado estratégico e com grande potencial no setor energético e, sem dúvida, é parte fundamental da estratégia de expansão regional do Grupo Ecopetrol. Estou comprometido em alinhar todas as relações e estratégias necessárias para avançar na consolidação da nossa empresa num país onde atuamos há quase duas décadas”, afirma o presidente.
Jorge Andrés Martínez possui uma sólida trajetória nos setores público e privado, tendo desempenhado papéis-chave em empresas e instituições como Trayectoria Oil and Gas, New Stratus Energy e o Departamento Nacional de Planejamento (DNP). Sua formação em administração de empresas, finanças, MBA, mestrado em ciências políticas e gestão pública, Energy MBA e especialização em gestão o consolidam como um líder com visão estratégica e capacidade para fortalecer as operações no Brasil.

Sobre Gato do Mato:

A Ecopetrol Óleo e Gás do Brasil Ltda. (ECP Brasil), subsidiária do Grupo Ecopetrol S.A., aprovou os investimentos para o projeto Gato do Mato. A Decisão Final de Investimento (FID) é mais um passo em direção ao desenvolvimento do primeiro projeto com participação da empresa na área de pré-sal da Bacia de Santos. O consórcio Gato do Mato é Integrado pela Shell (operadora com participação de 50%), Ecopetrol (30%), Total Energies (20%) e Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) como representante do governo brasileiro no contrato de produção compartilhada
O projeto Gato do Mato, consolida a posição do Grupo Ecopetrol no Brasil, o coloca como um dos atores relevantes no desenvolvimento de recursos energéticos na América Latina e como parceiro estratégico para futuros projetos, além de contribuir para a sustentabilidade do negócio através da incorporação de reservas.

Sobre a Ecopetrol:

Ecopetrol é a maior empresa da Colômbia e uma das principais empresas integradas de energia no continente americano, com mais de 18.000 funcionários. Na Colômbia é responsável por mais de 60% da produção de hidrocarbonetos da maior parte do sistema de transporte, logística e refinação de hidrocarbonetos, e tem posições líderes em petroquímica e distribuição de gás. Com a aquisição de 51,4% das ações da ISA, participa na transmissão de energia, gestão de sistemas em tempo real (XM) e concessão viária Costera Barranquilla – Cartagena.

A nível internacional, Ecopetrol tem presença em bacias estratégicas do continente americano, com operações de E&P nos Estados Unidos (bacia do Permiano e Golfo do México) e Brasil; através da ISA e suas subsidiárias têm posições líderes no negócio de transmissão de energia no Brasil, Chile, Peru e Bolívia, concessões rodoviárias no Chile e telecomunicações. E conta com uma companhia de trading na região asiática com base na Singapura.

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Reforma Tributária pode travar R$ 9 bilhões por ano no setor de gás natural

Especialistas alertam para risco de acúmulo de créditos e perda de competitividade com novo modelo do IBS/CBS. Preocupação marcou debates do 3º Seminário Tributação em Óleo e Gás, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro.

Com o regime monofásico, o setor de gás natural pode enfrentar um acúmulo de até R$ 9 bilhões por ano em créditos presos na cadeia. O alerta foi feito por especialistas durante o segundo dia do 3º Seminário Tributação em Óleo e Gás, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro e pela Infis Consultoria, nesta quarta e quinta-feira (10 e 11/4) no Rio de Janeiro. A estimativa considera a alíquota máxima de 26,5%, prevista para o novo modelo de tributação do IBS/CBS. Para representantes da indústria, o risco é que a introdução do regime monofásico para o gás natural, ao buscar simplificação, acabe comprometendo a competitividade de um setor essencial para a transição energética.

O mercado de gás natural no Brasil vive um ponto de virada, com aumento de investimentos, entrada de novos agentes e maior diversificação da oferta — sinais claros de amadurecimento. Mas esse avanço pode ser ameaçado pelo modelo monofásico do gás natural aprovado na Reforma Tributária, que concentra a arrecadação em apenas um elo da cadeia produtiva, normalmente na origem.

Para os especialistas, essa mudança ignora as especificidades do setor e pode desorganizar sua dinâmica, ao transformar o imposto em um custo fixo que dificulta novos modelos de negócio e trava recursos que poderiam ser destinados a novos investimentos. “Como a maior parte do consumo de gás é destinada à indústria ou à geração de energia, o regime de monofasia ignora as especificidades dessa cadeia e gera distorções graves, como aumento da carga efetiva, perda de competitividade e acúmulo de créditos. Por isso, ele não representa, na prática, uma simplificação. O que se vê é uma antecipação da arrecadação fiscal, que deixa as empresas dependentes da agilidade nos ressarcimentos. Isso gera incerteza e uma certa angústia para os contribuintes”, explica Eduardo Pontes, sócio fundador da Infis Consultoria e membro do Conselho Empresarial de Petróleo e Gás da Firjan.

O modelo não só tende a aumentar a carga tributária da cadeia de gás natural, como também pode comprometer a atratividade dos investimentos no setor. É o que destaca Rodrigo Novo, gerente tributário na Origem Energia e coordenador do Comitê Tributário de Gás Natural do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP). “O segmento de gás natural está no umbral quanto ao seu futuro regime tributário. Se o regime monofásico não for incorporado de forma adequada à agenda de investimentos no setor, acabará sendo apenas um acréscimo de custo, isto porque se transforma em capital de investimento travado dentro da cadeia. Não adianta tentar convencer o investidor estrangeiro — ou mesmo o local — se não houver segurança jurídica e transparência do ponto de vista fiscal. Sem isso, o incentivo para investir no gás natural do Brasil simplesmente não se sustenta”, defende Novo.

O cenário parece ir na direção oposta dos esforços do Ministério de Minas e Energia (MME) para reduzir o preço do gás para o consumidor final. “Por meio do Programa Gás para Empregar, o MME tem promovido esforços para reduzir os custos em cada elo da cadeia. Mas faltou sinalizar também uma redução da tributação. Ao contrário, o regime monofásico muito provavelmente aumentará a carga tributária”, explica Sylvie D’Apote, diretora do IBP.

Em sua avaliação, há uma inconsistência nas políticas públicas setoriais, com objetivos conflitantes: de um lado, a tentativa de simplificar e aumentar a arrecadação com a reforma tributária; de outro, a necessidade de tornar o gás mais competitivo como âncora para a reindustrialização e a transição energética do país.

“O gás natural é um combustível essencial para garantir a segurança energética, ao mesmo tempo que avançamos na transição energética. Ele é um complemento indispensável das energias renováveis intermitentes e também um facilitador da inserção do biometano”, conclui.

Gás natural: peça-chave na transição energética

A preocupação se acentua diante do crescimento da demanda elétrica nos próximos anos. Segundo Paula Alves, diretora tributária da Eneva, o país já enfrenta um risco real de desabastecimento. “O sistema elétrico brasileiro já enfrenta um risco real de falta de energia a partir de 2026. O fato é que não dá tempo de colocar uma térmica ou uma usina de pé em menos de quatro ou cinco anos”, afirmou. “A energia contratada hoje não será suficiente para abastecer o país a partir de 2027, e o gás natural é a solução para esse cenário.”

Diante desse contexto, a expectativa do setor é por ajustes na regulamentação do novo sistema tributário, de modo a garantir que o gás natural continue cumprindo seu papel estratégico na expansão da matriz energética brasileira. “O setor passou por uma diversificação brutal na oferta e entrada de novos players. Isso cria complexidade, mas também mostra que estamos lidando com um mercado amadurecido”, afirmou D’Apote.

Mas se o gás natural deixou de ser visto como “um mal necessário” para se tornar parte da solução energética do país, como disse Anderson Bastos, diretor de estocagem da Origem Energia, os desafios da transição continuam. Um deles é a criação de estruturas para estocagem do insumo, essencial para o equilíbrio entre oferta e demanda. “No passado, a Petrobras fazia toda a gestão de risco. Com a entrada de múltiplos agentes, precisamos de mecanismos que garantam o balanceamento do sistema. A estocagem vem para isso e deve estar operacional ainda este ano”, adiantou Bastos.

O evento, que reuniu especialistas do setor, destacou a urgência de se construir um ambiente regulatório e tributário que acompanhe a transformação do mercado de gás natural, estimule investimentos, facilite a entrada de novos agentes e preserve a competitividade e a sustentabilidade do setor energético.

3rd Edition of the biggest event on FPSOs in Brazil

Don’t miss the opportunity to participate in the biggest FPSO industry event in the country!

Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
Exhibition and Conference on Floating, Production, Storage and Offloading Platforms

Date: May 13, 14 and 15, 2025.

Conference: 9am to 6pm (Registration open!!!) Click here: Sympla
Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

1) Watch our 3D MAP of the 2025 event: Click here
2) Access testimonials from great executives in the sector: Click here
3) Brazil Epicenter Global of FPSOs 2024 (Disclosure 1): Click here
4) Brazil Epicenter Global of FPSOs 2024 (Disclosure 2): Click here

Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

PRIO projeta aumentar investimento em pesquisas em 2025 e dobrar o número de projetos apoiados

Parcerias com startups e instituições de ensino focam em técnicas de recuperação avançada, melhoria de eficiência operacional e redução de custos.

Com o objetivo de identificar e ajudar a desenvolver melhores práticas e soluções no mercado de óleo e gás, a PRIO investe constantemente em projetos diversos de pesquisa com foco em melhorar o fator de recuperação dos campos maduros. Prevendo aumentar seu investimento em pesquisa com relação ao gasto do ano passado, a maior empresa independente de óleo e gás do país firmou parcerias que atuam primordialmente em três frentes: técnicas de recuperação avançada, melhoria de eficiência operacional e redução de custos. A expectativa da companhia é firmar novas parcerias ao longo de 2025, que, ao todo, mais que dobraria o portfólio firmado em 2024.

Em uma operação offshore, essas três frentes destacadas desempenham papéis complementares e essenciais para garantir uma produção eficiente, segura e contínua de petróleo e gás, além de trabalharem juntas para garantir a viabilidade econômica e operacional de campos maduros, reduzindo riscos e maximizando a produção ao longo da vida útil do reservatório.

Gabriel Romeiro, gerente responsável pela frente de pesquisas na PRIO, destacou a importância deste investimento e das soluções que estão sendo desenvolvidas, não só para a companhia, mas para a indústria como um todo: “Esses projetos fazem parte da nossa estratégia de melhorar o fator de recuperação dos nossos campos maduros focando na redução de custos e emissões de forma segura e eficiente. A indústria sai ganhando a partir do momento que mostramos resultados que comprovam a melhoria de segurança das nossas operações com aplicação de novos métodos e tecnologias”.

No ano passado a empresa já havia anunciado investimento em soluções de recuperação avançada envolvendo injeção de água de baixa salinidade e micro emulsões na injeção de água, e de inversão sísmica com o desenvolvimento de um software próprio e adaptado às suas operações. Além do investimento em soluções comunicadas no ano passado pela companhia, estão firmados projetos que focam em soluções como a utilização de inteligência artificial para otimizar medições de vazão local e pressão de poços, uso equilibrado de produtos químicos, de forma sustentável, e com o fenômeno da formação de hidratos.

Os projetos têm duração média acima de dois anos e envolvem parcerias com instituições de ensino renomadas como Universidade Federal Fluminense (UFF), PUC-Rio, Universidade de Campinas (Unicamp – CEPETRO) e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), além de startups, como a Wikki.

3rd Edition of the biggest event on FPSOs in Brazil

Don’t miss the opportunity to participate in the biggest FPSO industry event in the country!

Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
Exhibition and Conference on Floating, Production, Storage and Offloading Platforms

Date: May 13, 14 and 15, 2025.

Conference: 9am to 6pm (Registration open!!!) Click here: Sympla
Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

1) Watch our 3D MAP of the 2025 event: Click here
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3) Brazil Epicenter Global of FPSOs 2024 (Disclosure 1): Click here
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Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/