Shell une forças com Shape Digital, MODEC e Unicamp para reforçar a segurança das unidades offshore

A Shell Brasil, uniu forças com a MODEC Brasil, uma afiliada da MODEC japonesa, a Shape Digital, que é uma spin-off de serviços digitais da MODEC, e a Unicamp, para empregar inteligência artificial para melhorar o desempenho de segurança de unidades offshore.

A parceria entre as empresas visa desenvolver uma metodologia para monitoramento de riscos e prevenção de falhas operacionais em unidades offshore utilizando inteligência artificial, baseada no Shape Reef, ferramenta de segurança de processos operacionais desenvolvida pela Shape Digital.

Olivier Wambersie , Diretor de Tecnologia e Inovação da Shell Brasil, comentou: “A segurança é um ativo inegociável para a Shell Brasil. Investir em tecnologia e inovação para aprimorar a gestão de riscos em unidades offshore é parte central da nossa estratégia de excelência operacional.

Parcerias como esta nos permitem antecipar falhas, reduzir incertezas e aumentar a proteção das pessoas e do meio ambiente. É assim que avançamos com responsabilidade e garantimos operações cada vez mais seguras.

Ao fornecer visualização em tempo real, apoiar a tomada de decisões e contribuir para operações mais seguras, a ferramenta será aprimorada para identificar a degradação de barreiras de segurança em unidades offshore, sistemas, procedimentos e equipamentos projetados para prevenir, controlar ou mitigar riscos operacionais.

Felipe Baldissera, CEO da Shape Digital, comentou: “Vamos desenvolver e testar novos métodos para gerenciar barreiras de segurança em unidades offshore, tornando a ferramenta ainda mais robusta. Este projeto está totalmente alinhado com nossa visão e estratégia: gerar cada vez mais inteligência baseada em dados e IA, apoiando a tomada de decisões rumo à excelência operacional.”

Financiado com recursos da cláusula de PD&I da ANP, o projeto implementará, testará e aprimorará abordagens de estimativa de risco usando técnicas baseadas em dados para dois contextos, abrangendo degradação de barreiras de segurança e cenários de vazamento de gás, ao longo de 36 meses. A MODEC fornecerá expertise operacional de seus FPSOs no Brasil para apoiar o desenvolvimento da ferramenta.

Leonardo Santoro, gerente de Gestão Técnica da MODEC Brasil, destacou: “A iniciativa reforça o compromisso da MODEC com a inovação contínua e a adoção de tecnologias que fortaleçam a segurança das pessoas e a excelência operacional das unidades offshore.

“É por isso que estamos comprometidos em compartilhar nossa experiência, fornecendo dados técnicos relevantes e todo o capital intelectual necessário para impulsionar soluções que contribuam para operações mais seguras e eficientes.”

A tecnologia em desenvolvimento, que teria origem em um projeto anterior realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) sob a coordenação do professor Sávio Viana , envolveu a criação e o registro de dois programas de computador em uma primeira etapa, que deram origem a produtos inovadores: o Fuzzy BowTie e a Rede Neural Artificial para Detecção de Vazamentos.

Na Fase II, novamente sob a coordenação do Prof. Vianna, da Unicamp, o projeto combinará dados de dinâmica de fluidos computacional e dados reais de campo para investigar e aplicar novos modelos de inteligência artificial, elevando o nível de maturidade tecnológica da solução. Uma vez validadas essas tecnologias, o Shape Reef terá capacidade para identificar e auxiliar na mitigação de riscos, aumentando a cobertura e a precisão.

Esta solução, já em operação em unidades offshore no Brasil, México e África, pode ser aplicada a diversas plantas industriais do segmento de petróleo e gás. A Shape Digital também comercializa o Shape Lighthouse, descrito como um software inteligente de gestão de ativos, e o Shape Aura, usado para eficiência energética e redução de emissões de GEE.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

Don’t miss the opportunity to participate!

FPSOs EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: Expo RIO CIDADE NOVA, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Sonda de perfuração afretada pela Petrobras chega ao Amapá para atuar em simulado

Embarcação é um dos recursos que serão colocados em prática durante a Avaliação Pré-operacional (APO), etapa final do processo de licenciamento para perfuração de poço em águas profundas.

sonda de perfuração NS-42, afretada pela Petrobras, chegou à locação, no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá, na noite do último dia, 18/8. A embarcação será utilizada durante a Avaliação Pré-Operacional (APO), que tem início previsto para o dia 24/8.

A APO é a última etapa do processo de licenciamento ambiental para perfuração de poço no bloco marítimo FZA-M-59, localizado a 175 quilômetros da costa do Amapá e distante mais de 500 quilômetros da foz do rio Amazonas. Durante o exercício, será avaliado pelo Ibama o atendimento pela Petrobras das ações previstas nos Planos de Proteção e Atendimento à Fauna e no Plano de Emergência. Por meio da simulação de uma ação de resposta a um acidente, o órgão avaliará aspectos como a eficiência dos equipamentos, agilidade, cumprimento dos tempos de atendimento à fauna previstos e comunicação com autoridades e partes interessadas.

O exercício envolverá mais de 400 pessoas e contará com recursos logísticos como embarcações de grande porte, helicópteros e a própria sonda de perfuração NS-42, que será posicionada no local onde o poço será perfurado. Por meio da APO, a Petrobras será capaz de demonstrar sua capacidade de atuar com prontidão e estará habilitada para receber a licença para perfuração do poço. Esse procedimento é semelhante ao realizado, em 2023, no offshore do Rio Grande do Norte, antes da licença de perfuração dos poços Pitu Oeste e Anhangá.

“Atuaremos nesse simulado com os rigorosos protocolos de segurança e prontidão que praticamos em todas as atividades da Petrobras. Estamos levando para o Amapá a maior estrutura de resposta a ocorrências já mobilizada pela companhia. A confirmação da existência de petróleo na Margem Equatorial poderá abrir uma importante fronteira energética para o país, que se desenvolverá de forma integrada com outras fontes de energia e contribuirá para que o processo de transição energética ocorra de forma justa, segura e sustentável”, afirma a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

A atuação da Petrobras na Margem Equatorial, região que compreende a faixa litorânea entre o Amapá e o Rio Grande do Norte, é pautada no respeito à vida, às pessoas e ao meio ambiente. As atividades da Petrobras são realizadas sob protocolos rigorosos de responsabilidade social e ambiental e a companhia tem ampla e larga experiência técnica, adquirida ao longo de décadas atuando no offshore brasileiro, com reconhecimento mundial em Exploração e Produção em águas profundas.

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Date: May 19, 20, and 21, 2026.
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