Vallourec fornecerá OCTG à Petrobras de 2026 a 2029 em acordo de até US$ 1 bilhão

A Vallourec assinou um acordo de longo prazo com a Petrobras para o fornecimento de produtos tubulares para indústria petrolífera (OCTG), que podem gerar uma receita total de até US$ 1 bilhão.

Após um processo de licitação competitivo, a Vallourec foi selecionada para fornecer produtos e serviços OCTG para as operações offshore da Petrobras de 2026 a 2029, com o acordo representando a maior adjudicação, tanto em volumes quanto em receitas, desde que a grande empresa brasileira adotou a estratégia de licitação aberta.

O contrato abrange todo o escopo de fornecimento de OCTG para tubos sem costura e conexões VAM premium necessárias para poços offshore de 4,5” a 18”, incluindo tubulares de aço carbono e aço inoxidável e acessórios associados. 

A Vallourec disse que também fornecerá serviços abrangentes de valor agregado tanto onshore quanto offshore, desde engenharia de mesa e coordenação de materiais até preparação de plataformas, supervisão offshore, reparos de retorno de plataformas e reabastecimento, para dar suporte à Petrobras na otimização da eficiência operacional.

“Esta conquista é uma demonstração contundente da capacidade da Vallourec de atender às necessidades complexas e em constante evolução dos clientes. Ela confirma a força e a consistência do nosso posicionamento, construído com base na excelência técnica, na presença industrial integrada no Brasil e em uma parceria de longa data com a Petrobras, baseada na confiança mútua”, afirmou Philippe Guillemot, Presidente do Conselho de Administração e CEO do Grupo Vallourec.

No mesmo período do ano passado, as duas empresas assinaram um   contrato “significativo” para o fornecimento de OCTG e acessórios para o desenvolvimento dos projetos Sepia 2 e Atapu 2 na Bacia de Santos, na costa brasileira.

Em julho deste ano, a Vallourec garantiu uma série de novos contratos pelos quais fornecerá OCTG para a Abu Dhabi National Oil Company (ADNOC) dos Emirados Árabes Unidos, bem como para a CNOOC e a PetroChina no Iraque.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

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FPSOs EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: Expo RIO CIDADE NOVA, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Shell, Galp e Petrobras se unem em bloco de exploração africano

Parceiros em um consórcio composto por três gigantes — a Shell do Reino Unido, a Petrobras do Brasil e a Galp de Portugal — estão unindo forças em um bloco localizado na costa de São Tomé e Príncipe, na África.

Os parceiros colaborarão no que a Galp descreve como um bloco exploratório em estágio inicial, o Bloco 4. Com 30% de participação, a Shell será a operadora do ativo, enquanto a Galp e a Petrobras deterão 27,5% cada. Os 15% restantes pertencem à Agência Nacional do Petróleo de São Tomé e Príncipe (ANP-STP).

A Galp divulgou ter firmado um acordo de farm-in com a KE STP Company BV, afiliada da Shell, como um compromisso financeiro limitado pela sua participação de 27,5% no bloco. A empresa portuguesa também é operadora de dois blocos no país, o Bloco 6 (45%) e o Bloco 12 (41,2%), e detém uma participação de 20% no Bloco 11.

A Galp também atua mais ao sul da África, mais especificamente na Namíbia. Há alguns meses, óleo leve e condensado de gás foram descobertos no quinto poço do segundo programa de exploração e avaliação na Bacia de Orange.

Em comunicado à parte, a Petrobras afirmou que a transação diversificará seu portfólio e impulsionará suas operações de exploração na África. Após anos de ausência , a petrolífera brasileira retornou a São Tomé e Príncipe em fevereiro de 2024 , quando adquiriu 45% de participação nos Blocos 10 e 13 e 25% no Bloco 11, todos operados pela Shell.

A empresa vê a exploração de novas fronteiras e as operações de parceria como uma forma de reabastecer as reservas de petróleo e gás. Portanto, o acordo estaria alinhado com sua estratégia de longo prazo e com o Plano Estratégico 2025-2029 .

Enquanto isso, a operadora dos novos blocos, a Shell, tem estado bastante ocupada este mês. Além de garantir um acordo de fornecimento de gás natural liquefeito (GNL) com a italiana Edison, a gigante britânica nomeou Neil McCulloch como CEO da Adura , sua joint venture com a Equinor.

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Tenaris fornecerá tubos e revestimentos para Búzios 11

A Rio Pipeline 2025, realizada de 9 a 11 de setembro no Rio de Janeiro, foi o cenário para a Tenaris anunciar sua participação no projeto Búzios 11, reforçando o papel da empresa como fornecedora essencial para os desenvolvimentos offshore do Brasil.

A Tenaris garantiu o fornecimento de tubos de linha sem costura para risers e flowlines, além dos revestimentos TenarisShawcor para isolamento térmico. “Este projeto destaca nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento do Pré-Sal”, disse Renato Catallini, presidente da Tenaris no Brasil, durante o coquetel Rio Pipeline, patrocinado pela Tenaris.

Este será o décimo primeiro módulo do campo de Búzios, localizado a 180 km da costa do Rio de Janeiro, na Bacia de Santos, em lâmina d’água de 2.100 metros. Esta fase prevê a construção de 15 poços conectados a uma embarcação flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO). O sistema de coleta dependerá exclusivamente de linhas rígidas (risers e flowlines) para produção e injeção.

O contrato inclui o fornecimento de 18 mil toneladas (115 km) de tubos sem costura, a serem produzidos em Dalmine, o centro de fabricação da Tenaris na Itália. Além disso, 112 km de tubos serão isolados com os revestimentos TenarisShawcor Marine Sintático de 5 Camadas e Marine Sólido de 5 Camadas, a serem aplicados na Confab, a fábrica da Tenaris em Pindamonhangaba, Brasil.

O projeto será fornecido sob o modelo de serviço One Line®, que integra o gerenciamento de projetos para agilizar processos e garantir adaptabilidade às mudanças ao longo da duração do projeto.

Estamos orgulhosos de, mais uma vez, apoiar o desenvolvimento do campo de Búzios, com base na experiência positiva das fases anteriores . Este prêmio demonstra o valor que entregamos ao integrar nossas tecnologias de produtos com serviços especializados, ao mesmo tempo em que alavancamos nossa capacidade global de fabricação e nossa forte presença local no Brasil”, disse Catallini.

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Bermo Válvulas e Equipamentos recebe representantes de 11 países da América Latina e segue os planos de expansão

Encontro ocorreu na sede da empresa, em Blumenau (SC). A expectativa é crescer mais 40% no mercado latino americano ainda neste ano.

A Bermo Válvulas e Equipamentos Industriais Ltda, empresa brasileira adquirida em 2016 pelo grupo alemão ARI-Armaturen, deu mais um passo importante para o processo de expansão no mercado latinoamericano. Responsável pela comercialização dos produtos do grupo nos países da América Latina (operação que antes ocorria diretamente da Alemanha) desde 2023, a Bermo reuniu recentemente distribuidores de 11 países para o primeiro “Encontro Técnico Comercial Latam 2025”, que ocorreu na matriz, em Blumenau (SC). Estiveram presentes representantes da Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Perú, Bolívia, Equador, Honduras, Costa Rica, República Dominicana e El Salvador.

O encontro faz parte da estratégia da empresa de ocupar uma fatia cada vez maior do mercado de válvulas industriais e soluções térmicas na América Latina. Neste ano, a projeção é de um incremento de 40% na região. “Há dois anos temos trabalhado no desenvolvimento dessas parcerias. E agora, pudemos estreitar os laços, com a certeza de que a América Latina é uma região vibrante, cheia de oportunidades de crescimento. Estamos prontos para investir, apoiar e crescer junto com cada um dos nossos distribuidores”, afirma o CEO da Bermo/ARI-Armaturen, Bernd Otto Bubeck.

Segundo o diretor de Marketing da companhia, Bruno Abreu, o evento teve o objetivo de treinar os distribuidores, além de informá-los sobre estratégias comerciais. Foram tratados temas como o atual portfólio da ARI Armaturen (válvulas, purgadores, bombas e filtros) e novos projetos, como tecnologias que virão em diferentes tipos de válvulas. “Nossos produtos estão alinhados cada vez mais com a tecnologia da indústria 4.0. Não só os produtos fabricados na Alemanha, mas também os produzidos no Brasil, que são exclusividade da Bermo: trocadores de calor, válvulas de descarga de fundo, resfriadores de amostra, visores de fluxo, bombas de condensado, pasteurizadores alimentícios, sistemas de filtração, equipamentos para economia de combustível na geração de vapor, entre outros”, aponta Abreu.

Além dos dois dias de encontro técnico, três empresas permaneceram mais três dias na fábrica, para serem certificadas como assistências técnicas autorizadas ARI-Armaturen em Costa Rica, Peru e Colômbia. Atualmente, o grupo já conta com assistências no Chile, República Dominicana, Equador, Honduras, Bolívia e Argentina. “Como fabricante alemão, temos orgulho em oferecer produtos de qualidade, confiabilidade e tecnologia de ponta. Mas sabemos que o verdadeiro sucesso nasce da combinação entre inovação global e a proximidade local, que apenas parceiros dedicados podem oferecer”, ressalta Thomas Eschen, gerente territorial de Vendas, da matriz na Alemanha, que também participou do encontro.  

Nova fábrica

Para atender esse mercado em expansão, a Bermo está investindo em uma nova fábrica, que deve ser inaugurada no início de 2027. Em 2023, a empresa adquiriu um novo terreno na cidade de Blumenau, para ampliação de seu parque fabril, sendo o maior terreno já adquirido pelo Grupo ARI Armaturen fora da Alemanha. A nova planta contará com um investimento de R$ 80 milhões.

Há 52 anos no mercado, a Bermo conta com quase 170 funcionários, 12 filiais de vendas e engenharia em todo o território nacional Brasileiro, e filiais de vendas na Argentina e Colômbia, a empresa já atingiu o patamar de maior provedor de componentes e acessórios para área de vapor no mercado brasileiro, em termos de faturamento.

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Foresea desenvolve tecnologia pioneira no mundo para atuar em poços de petróleo em águas rasas

Solução, que será aplicada no navio-sonda Norbe VIII, reduz impactos, aumenta segurança e terá primeiros testes de fábrica neste segundo semestre de 2025.

A Foresea, empresa líder no setor de perfuração offshore, começou o desenvolvimento de um pacote de tecnologias pioneiro para a intervenção em poços de petróleo em águas rasas, com sondas de grande porte e posicionamento dinâmico. O objetivo é permitir que navios-sondas projetados para atuar em águas profundas e ultraprofundas também possam operar, com precisão e segurança, em poços localizados a menos de 400 metros de profundidade, reduzindo os esforços sobre cabeças de poços durante as operações. O projeto é uma parceria com a Petrobras e mescla tecnologias de três fabricantes internacionais.

“Hoje há no Brasil centenas de poços em águas rasas que precisam ser finalizados ou passar por algum tipo de intervenção. Essa tecnologia vem para possibilitar nossa atuação nesses campos, com o mínimo de impacto no leito marinho e o máximo de segurança e precisão”, ressalta o COO da Foresea Heitor Gioppo.

O kick off do projeto ocorreu no primeiro semestre deste ano, quando uma equipe multidisciplinar da Foresea se reuniu com todos os parceiros envolvidos para alinhar as etapas de implementação da tecnologia. A nova solução será aplicada pioneiramente no navio-sonda Norbe VIII, da Foresea, e os primeiros testes de fábrica estão previstos para começar ainda neste segundo semestre de 2025.

O desafio é integrar diferentes tecnologias como a Reactive Flex Joint (da TechnipFMC) — que reduz a sobrecarga na cabeça dos poços — com um dispositivo conhecido como K-BOS (da Kinetic), uma gaveta cisalhante (que pode efetuar cortes) instalada no BOP capaz reduzir drasticamente o tempo de desconexão do poço em caso de necessidade e também eliminar riscos de operações com elementos não cisalháveis em frente ao BOP e o Neosight (da Stress Engineering) – sistema de riser analysis em tempo real que calcula os círculos de desconexão segura com base em dados também em tempo real de condições ambientais.

Novas Tecnologias são a evolução do BOP Ancorado, outra inovação pioneira no mundo

A solução que está sendo desenvolvida pela Foresea para a Norbe VIII segue a mesma linha de ancoragem de BOP (Blowout Preventer – equipamento de segurança que controla a pressão do poço) usada pioneiramente pela empresa na plataforma semissubmersível Norbe VI. Essa tecnologia, que recebeu prêmio de reconhecimento internacional na OTC Brasil 2023, possibilita que sondas de posicionamento dinâmico possam atuar em poços de águas rasas sem a necessidade de ancoragem no fundo do mar, de forma mais ágil e com menos impacto ambiental.

“Com a tecnologia que estamos desenvolvendo para a Norbe VIII vamos dar um passo além do BOP ancorado, incorporando novas tecnologias. Com isso será possível que um navio-sonda de posicionamento dinâmico possa permanecer conectado à cabeça de um poço em água rasa com um nível de controle de precisão e segurança que hoje não existe no mundo. O conjunto contará ainda com sensores de controle integrado em tempo real das condições climáticas e de correnteza”, explica o gerente de inovação da Foresea, Alessandro Pasini, que coordenou a estruturação do projeto.


(Heitor Gioppo – COO da Foresea – Foto divulgação)

Sobre a Foresea

A Foresea oferece soluções em perfuração offshore e conta com frota própria formada pelas sondas ODN I, ODN II, Norbe VI, Norbe VIII e Norbe IX, todas com contratos ativos. Sua carteira também inclui a gestão de dois ativos de perfuração de terceiros (Hunter Queen e Polvo-A). A empresa possui certificação internacional de qualidade e eficiência APIQ2 para toda frota e detém o maior índice de uptime operacional do mercado.

Atua em águas profundas e ultraprofundas para a indústria de Óleo e Gás upstream offshore no Brasil. Entre seus principais valores estão a alta performance operacional alcançada com respeito à segurança dos integrantes e meio ambiente, bem como parceria e confiança dos clientes. A companhia respeita os princípios de ESG e segue as mais rigorosas práticas ambientais, sociais e de governança.

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ABPIP realiza encontro SMS Oil&Gas com foco em liderança, cultura de segurança e sustentabilidade

Especialistas, representantes da ANP e empresas do setor marcaram presença na segunda edição do evento em Salvador (BA).

Com o tema “Liderança, cultura de segurança e sustentabilidade: pilares para produtores independentes e fortes”, a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP) promoveu, nos dias 11 e 12 de setembro, a segunda edição do SMS Oil & Gas, em Salvador (BA).

O encontro reuniu especialistas, representantes de órgãos reguladores, empresários e profissionais de toda a cadeia da produção independente de petróleo e gás, em dois dias de debates sobre segurança operacional, saúde, meio ambiente e sustentabilidade no setor. Entre os presentes estavam Marcio Felix, presidente da ABPIP; Luiz Bispo e Alberto de Carvalho, representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); e Aline Lobo, líder do Polo Sebrae Onshore.

O primeiro dia foi marcado por quatro painéis temáticos e uma sessão dedicada a Cases de Sustentabilidade, com debates sobre garantia da disponibilidade e integridade de sistemas e equipamentos críticos, monitoramento e adequado gerenciamento de integridade de poços em operação ou abandono temporário, NR 01 – Segurança e Saúde no Trabalho e aprimoramento das investigações de incidentes e incorporação das lições aprendidas nos sistemas de gestão de segurança.

Já no segundo dia, foi realizada a reunião do Comitê de SMS da ABPIP e uma palestra especial sobre “Cultura de segurança e responsabilidade da liderança”, ministrada por Gilsa Monteiro, consultora em Segurança de Processo, Fatores Humanos e Organizacionais.

Para Felix, o SMS Oil&Gas cumpre um papel fundamental na agenda do setor. “Esse evento reforça a importância de promovermos um espaço de diálogo e troca de experiências para fortalecer os produtores independentes de petróleo e gás, com foco em segurança, sustentabilidade e na valorização da cultura de prevenção”, disse.

Nesta edição de 2025, o evento da ABPIP contou com o apoio do Polo Sebrae Onshore e patrocínio da Enerflex e da Superior Energy.

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Sensor desenvolvido na Unicamp e UnB avança em testes internacionais e pode virar produto para a indústria de petróleo

Dispositivo não-invasivo mede, a partir da vibração de dutos, a proporção entre gás e líquido na composição do escoamento — informação estratégica para otimizar operações, reduzir custos e aumentar a segurança na indústria de petróleo.

Uma tecnologia desenvolvida em parceria entre a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por meio do Centro de Estudos de Energia e Petróleo (CEPETRO), e a Universidade de Brasília (UnB) acaba de dar um salto importante rumo à aplicação industrial. Trata-se de um sensor não-invasivo capaz de medir, a partir da vibração de dutos, a fração gás-líquido em escoamentos multifásicos — uma informação considerada prioritária pela Petrobras, que encomendou o desenvolvimento da tecnologia para atender a desafios estratégicos de sua operação.

Na prática, a tecnologia permite identificar a proporção de gás e líquido dentro do duto sem instalar equipamentos internos ou interromper o escoamento. Essa informação é valiosa para diferentes etapas da cadeia do petróleo — da produção em poços e linhas de escoamento, passando pelo transporte em dutos, até processos de refino. Em todos esses estágios, o conhecimento da fração gás-líquido ajuda a ajustar bombas, otimizar válvulas, aumentar a eficiência energética e reforçar a segurança operacional.

Avanço em TRL – O grande diferencial do projeto é a elevação do nível de prontidão tecnológica (TRL, na sigla em inglês). “Conseguimos testar a tecnologia em condições inéditas, muito próximas às de uma planta real, chegando a 110 bar de pressão com fluidos diferentes fluidos e vazões elevadas. Isso nos permite sair de um TRL de bancada (3 ou 4) para níveis de 5 ou 6, já em ambiente próximo ao de campo”, explica o professor Marcelo Souza de Castro, diretor do CEPETRO e coordenador do projeto.

Esses ensaios foram conduzidos em parceria com a Expro, empresa de serviços global no ramo de energia, contratada pela Petrobras no âmbito da encomenda tecnológica. A Expro avaliou diferentes tecnologias disponíveis e escolheu a patente desenvolvida na Unicamp, em colaboração com a UnB, para avançar em testes com vistas à sua transformação em produto.

Colaboração científica – Ao longo da pesquisa, diferentes soluções foram exploradas até chegar ao sensor atual, com destaque para uma dissertação de mestrado orientada pelo professor Adriano Todorovic Fabro, da UnB, que resultou em patente depositada no Brasil e nos Estados Unidos. “O sensor é do tipo clamp-on, instalado por fora do duto, sem necessidade de contato com o fluido, o que representa uma alternativa muito mais segura e menos invasiva do que métodos tradicionais baseados em sondas radioativas”, explica Fabro.

Segundo ele, o trabalho é exemplo de inovação deep tech, em que avanços científicos dão origem direta a soluções tecnológicas. “Foi a primeira vez que mostramos, na literatura, a relação entre a fração de gás-líquido e o comportamento de vibração em dutos. Isso abre caminho para aplicações práticas com grande impacto”, afirma.

Testes e impactos – Os ensaios com o sensor, realizados no National Engineering Laboratory TÜV SÜD, em Glasgow, na Escócia, permitiram validar a tecnologia em condições como as observadas em cenários offshore — com tubulações de até 10 polegadas e pressões muito elevadas — que não poderiam ser reproduzidas no Brasil. “Os resultados preliminares foram muito animadores e reforçam o interesse da Petrobras e da Expro em avaliar a transformação da pesquisa em produto comercial”, comenta Castro. Esse avanço, segundo ele, é decisivo porque mostra que a tecnologia já pode começar a atender às rigorosas normas de segurança e operação exigidas em plataformas de petróleo.

Para os pesquisadores, o projeto representa um marco também no relacionamento entre universidade e indústria. “No Brasil, ainda temos dificuldade em transformar descobertas acadêmicas em produtos. Atrair o interesse de uma multinacional do porte da Expro mostra a relevância do que estamos desenvolvendo”, destaca Castro.

Fabro complementa: “A universidade desempenha papel essencial em reduzir o risco tecnológico para a indústria, oferecendo soluções inovadoras a partir de pesquisa científica robusta. Nesse caso, conseguimos não apenas gerar artigos e patentes, mas também avançar na direção de aplicações concretas”.

Sobre o CEPETRO: O Centro de Estudos de Energia e Petróleo (CEPETRO) é um centro de pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com mais de 35 anos de história, focado em petróleo, gás, energias renováveis e transição energética. Instalado, atualmente, em cinco prédios com mais de 5 mil metros quadrados de área, possui dez laboratórios próprios e conta com mais de 350 pesquisadores. Além de executar projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), o CEPETRO presta serviços técnicos e de consultoria, forma recursos humanos altamente qualificados e promove a disseminação do conhecimento. Seus projetos de P&D são financiados por empresas, fundações e agências governamentais de fomento à pesquisa. O CEPETRO é um dos maiores captadores de recursos via cláusula de PD&I da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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