Petroleira aprova Decisão Final de Investimento para o desenvolvimento do projeto Sergipe Águas Profundas módulo 2

Projeto estratégico na região Nordeste ampliará a oferta de gás nacional.

Petrobras aprovou a decisão final de investimento para o desenvolvimento do projeto Sergipe Águas Profundas módulo 2 (SEAP II), na Bacia de Sergipe-Alagoas. O projeto é estratégico para ampliar a disponibilidade do gás nacional, além de abrir uma nova fronteira de produção na região Nordeste.

O projeto SEAP II abrange jazidas com óleo leve, considerado de boa qualidade, entre 38 e 41 graus API, pertencentes aos campos de Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste, localizados a cerca de 80 km da costa nas concessões BM-SEAL-4, BM-SEAL-4A e BM-SEAL-10, respectivamente. A Petrobras é operadora das concessões BM-SEAL-4 – com 75% de participação em parceria com a ONGC Campos Limitada (25%) – e BM-SEAL-4A e BM-SEAL-10, onde detém 100% de participação.

Para o desenvolvimento do projeto está em contratação um FPSO (Floating, Production, Storage and Offloading) no modelo BOT (“Build Operate and Transfer”), com capacidade de 120 mil barris de óleo por dia (bpd) e 12 milhões de m³ por dia, com previsão de conclusão da negociação no 1º semestre de 2026, viabilizando o 1º óleo do projeto em 2030, conforme previsto no Plano de Negócios 2026-2030.

Sergipe Águas Profundas

Além do projeto SEAP II, a companhia tem o projeto SEAP I, que abrange as jazidas pertencentes aos campos de Agulhinha, Agulhinha Oeste, Cavala e Palombeta, localizados nas concessões BM-SEAL-10 e BM-SEAL-11. A Petrobras é operadora das concessões BM-SEAL-11 – com 60% de participação, em parceria com a IBV Brasil Petróleo LTDA (40%) – e BM-SEAL-10, onde detém 100% de participação.

Nova frente de investimentos

Com volume substancial de gás, considerando potencial de ofertar até 18 milhões de m³ de gás por dia, os projetos abrem um novo horizonte de investimentos, trazendo uma série de oportunidades para o setor e para os estados de Sergipe e Alagoas. Além disso, vai viabilizar no país um novo marco tecnológico: a implantação de um projeto de produção em profundidade d´água acima de 2500 metros (alcançando até 3 mil metros), incorporando inovações de última geração.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

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FPSO EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Petrobras e Lightsource bp anunciam assinatura de parceria estratégica no segmento de energia renovável no Brasil

Movimento impulsiona atuação da Petrobras em energias renováveis, visando acelerar projetos solares no país e contribui para a estratégia de crescimento de longo prazo da Lightsource bp no Brasil.

A Petrobras e a Lightsource bp anunciaram, a assinatura de um acordo para estabelecer uma parceria estratégica no segmento de energias renováveis onshore. Pelo acordo, a Petrobras adquirirá 49,99% das subsidiárias da Lightsource bp no Brasil. A conclusão da transação está sujeita a aprovações regulatórias. A parceria será estruturada como uma joint venture, com gestão compartilhada entre Petrobras e Lightsource bp.

Por meio dessa iniciativa, a Petrobras dá um passo significativo e estratégico ao ingressar no segmento de geração de energia solarampliando sua atuação no mercado de fontes renováveis no Brasil, bem como permite a criação de uma plataforma que pode agregar novos negócios em renováveis, como armazenamento de energia. A Petrobras já vem desenvolvendo projetos de plantas solares em suas unidades de refino. Atualmente, a companhia tem a pretensão de instalar 56 MW até 2027, sendo que 10 MW já estão instalados na Regap. Essa parceria, no entanto, permite que a Petrobras tenha uma atuação mais ampla no segmento, envolvendo outros consumidores, o que reforça o compromisso da companhia com a diversificação de seu portfólio e a construção de um futuro mais sustentável.

“Estamos dando hoje um importante passo na atuação da Petrobras no segmento de energia solar. Essa parceria representa um avanço fundamental na trajetória da companhia rumo à Transição Energética Justa e se soma aos projetos de geração renovável em implantação pela Petrobras em seus ativos, como nas refinarias Regap e Replan. Estamos comprometidos em liderar esse processo no país, ampliando nossa presença em novas fontes energéticas, promovendo a descarbonização de nossas operações e produzindo combustíveis mais sustentáveis. Seguiremos provendo a energia necessária para o desenvolvimento do Brasil”, afirma a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

Juntos, esta parceria combinará a expertise de ponta a ponta da Lightsource bp em renováveis onshore e armazenamento de energia no Brasil com as capacidades estratégicas da Petrobras para impulsionar ainda mais o crescimento de soluções de energia de baixo carbono em todo o Brasil”, disse Joaquin Oliveira, CEO da Lightsource bp. “Com o nosso forte expertise local, construída ao longo de quase sete anos de atividade no Brasil em todas as fases de desenvolvimento, construção e operação de projetos, continuaremos a gerar valor para a empresa, para os nossos clientes e stakeholders. Estamos entusiasmados com esta parceria com a Petrobras”.

O fechamento do negócio (closing) está sujeito às aprovações pertinentes, incluindo as dos órgãos reguladores competentes.

A Lightsource bp, empresa do grupo bp, contribuirá para a joint venture com seu pipeline que inclui entre 1 e 1,5 GW em estágio mais avançado de desenvolvimento, além de outros projetos menos maduros no Brasil, bem como a usina solar fotovoltaica de Milagres, em Abaiara, Ceará, que está em operação desde 2023 com 212 MWp de capacidade instalada – uma das maiores do estado.

Esta joint venture tem como objetivo desenvolver projetos rentáveis de energia renovável aumentar a presença da Petrobras e da Lightsource bp entre os principais players do setor de energia renovável brasileiro.

Sobre a Lightsource bp

A Lightsource bp é líder no desenvolvimento, construção e operação de soluções de projetos de energias renováveis onshore de grande escala e armazenamento de energia. Atuando em três regiões globais, com 11,9 GW desenvolvidos e um pipeline global de desenvolvimento superior a 55 GW, a empresa está focada em avançar a transição energética, gerando valor para suas pessoas, parceiros e o planeta. Aproveitando sua ampla expertise, a Lightsource bp oferece soluções integradas de energia renovável com segurança durante toda a cadeia de desenvolvimento, desde a seleção inicial do local, financiamento e licenciamento, engenharia e gestão de construção, até as operações. A empresa entrega ativos de energia renovável e armazenamento de energia flexíveis, híbridos e impulsionados pela demanda. A Lightsource bp é uma empresa da bp.

Para mais informações, acesse lightsourcebp.com.

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Brava prevê elevar investimentos a US$ 550 milhões em 2026, com impulso de novos poços

Para este ano, a projeção dos investimentos é de cerca de US$ 500 milhões, segundo estimativas da companhia.

A Brava Energia (BRAV3) prevê investir US$ 550 milhões em 2026, sendo dois terços em sua estratégia de expansão, que prevê a perfuração de quatro poços entre 2026 e 2027, e o restante em manutenção, afirmou o diretor financeiro da petroleira brasileira, Luiz Carvalho, no último dia 17/12.

Para este ano, a projeção dos investimentos é de cerca de US$ 500 milhões, segundo estimativas da companhia.

A petroleira brasileira manteve seus planos de perfurar quatro novos poços, como parte de investimentos para ampliar a produção, apesar do cenário de baixos preços do petróleo.

“A sonda chega em janeiro”, disse Carvalho, em encontro com jornalistas na sede da companhia, no Rio de Janeiro, após assumir a posição de diretor financeiro em novembro.Os dois primeiros poços previstos deverão entrar em operação no quarto trimestre de 2026 no campo de Papa-Terra, enquanto os outros dois entram no campo de Atlanta entre o primeiro e o segundo trimestres de 2027, segundo o executivo.

Os investimentos permitirão que a companhia atinja capacidade de produção de cerca de 100 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) a partir de 2027, após encerrar este ano com cerca de 90 mil boed, conforme o previsto.

Para 2026, há uma perspectiva de recuo da produção, em virtude de um declínio natural de campos, antes da entrada dos novos poços, explicou.

PREÇOS DE PETRÓLEO E PERSPECTIVAS

Carvalho, que liderou equipes de análises do setor de Petróleo, Gás e Petroquímicos na América Latina por 13 anos, em passagens por BTG Pactual, UBS e HSBC, afirmou que os preços da commodity devem ficar mais baixos no início de 2026, e que a companhia busca se proteger deste cenário por meio de operações de hedge.

“A tendência é que a gente tenha um preço de petróleo, pelo menos na primeira parte do ano (de 2026), mais pressionado, eventualmente indo para US$55 por barril”, afirmou.

Para a primeira metade de 2026, a empresa tem cerca de dois terços da produção protegida com operações de hedge e no segundo semestre, cerca de um terço, detalhou Carvalho.

Do lado da dívida, a companhia deve encerrar o quarto trimestre com o indicador de alavancagem de dívida líquida sobre Ebitda semelhante ao do terceiro trimestre, quando atingiu 2,3 vezes. Nos próximos anos, a companhia vai buscar reduzir o indicador para abaixo de 1,5 vez.

FUSÕES E AQUISIÇÕES

Carvalho disse ainda que a Brava tem sido muito procurada por agentes de mercado interessados em avaliar possíveis operações de fusões e aquisições e que a companhia está atenta a eventuais oportunidades de negócios.

Ele reforçou, porém, posicionamento da empresa que negou notícia de que poderia estar negociando ativos com a Eneva, e reiterou que também não tem conhecimento sobre negociações envolvendo a Ecopetrol.

Sobre o mercado em geral, Carvalho afirmou que o mercado das petroleiras menores no Brasil é “muito mais vibrante” do que quando só havia praticamente a Petrobras, permitindo que haja muitas conversas sobre potenciais oportunidades de negócios.

“Desde que eu cheguei, o que eu mais recebi foi pedido de reunião, foi de companhia de trading…, de banco”, disse ele, afirmando que os agentes têm interesse em mapear possibilidades de negócios.

Carvalho disse acreditar que será mais fácil de ver, daqui em diante, no mercado, a troca de ativos de mãos ou de percentuais desses ativos, do que atividades de fusões e aquisições envolvendo companhias. (Fonte: Reuters)

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Petrobras e Shell Brasil lançam o Carbon Countdown, maior inventário de estoques de carbono já realizado no país

Projeto pioneiro cria base científica para impulsionar o mercado de carbono em todos os biomas brasileiros.

A Petrobras e a Shell Brasil lançaram o Carbon Countdown, o maior projeto já realizado para medir, de forma padronizada e em escala nacional, os estoques de carbono acima e abaixo do solo em todos os biomas terrestres do país. Ao interesse mútuo das empresas na trajetória de descarbonização, soma-se a experiência científica da Esalq/USP, executora do projeto, e de universidades e centros de pesquisa que participam do projeto em todas as regiões do Brasil.

O projeto contará com investimento de mais de R$ 100 milhões, provenientes da Cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) prevista nos contratos de exploração e produção de óleo e gás, recurso que tem a aplicação regulada e fiscalizada pela ANP. O Carbon Countdown estabelece uma linha de base científica inédita, construída a partir de metodologias reconhecidas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organismo científico da ONU. Todos os dados serão abertos e disponibilizados publicamente, permitindo aplicações diversas, como conservação, modelagem climática e planejamento territorial.

Serão cinco anos de muito trabalho integrado e produção de conhecimento. “As grandes entregas do Carbon Countdown são a geração de um banco de dados geoespacial público, com base em coletas significativa de amostras ambientais, implantação de infraestrutura de pesquisa, e a tropicalização confiável das metodologias internacionais à realidade dos nossos biomas. Esse trabalho se torna ainda mais robusto com a participação de diversas universidades que agregam expertise e conhecimento local a essa iniciativa”, afirma Lílian Melo, Gerente Executiva do Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação da Petrobras – CENPES.

“O projeto Carbon Countdown nos dá as ferramentas para criar uma base sólida e confiável de dados sobre os estoques naturais de carbono. Essas informações são essenciais para fortalecer projetos de créditos de carbono, iniciativas de restauração e ações de uso do solo, além de consolidar o papel da ciência brasileira nesse mercado emergente”, afirma Olivier Wambersie, gerente-geral de Tecnologia da Shell Brasil.

O levantamento vai abranger 6.500 áreas demarcadas, com mais de 250 mil amostras de solo e um número ainda maior de amostras de vegetação e outras 400 mil amostras de atributos complementares, caracterizando o maior inventário do tipo já realizado. O projeto implementa uma rede nacional de pesquisa, com polos regionais nos seis biomas brasileiros – Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa. Cada núcleo envolve pesquisadores, equipes de campo e infraestrutura laboratorial local, garantindo metodologias unificadas, protocolos técnicos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde; padrões éticos e consistência dos dados.

Ao produzir uma base de dados realista e cientificamente validada, o Carbon Countdown fornece segurança para investidores e formuladores de políticas, apoia a transição para uma economia de baixo carbono e amplia o protagonismo do Brasil no mercado global de créditos de carbono, por meio de Soluções Baseadas na Natureza como projetos agroflorestais, de conservação e reflorestamento.

Capacitação científica

Carbon Countdown também investe na formação de equipes, no fortalecimento de laboratórios distribuídos pelo país e na criação de uma base integrada para armazenamento, análise e compartilhamento dos resultados, com liderança científica da Esalq/USP – centro de excelência em ciências agrárias, ambientais, biológicas e sociais. A iniciativa contribui diretamente para a capacitação de profissionais e para o avanço da pesquisa ambiental no Brasil.

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