Campo de Tupi/ Iracema volta a atingir produção de 1 milhão de barris por dia

Com a marca, Petrobras retoma produção alcançada no campo em 2019 e confirma o pré-sal como uma das fronteiras petrolíferas mais competitivas da indústria.

campo de Tupi/ Iracema, localizado no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu na última sexta-feira (9/1), a produção de 1 milhão de barris/diarepetindo a marca histórica alcançadapela primeira vez, em 2019.  O resultado está alinhado ao novo Plano de Negócios 2026-30 da Petrobras, que prevê o aumento da curva de produção de óleo e gás, por meio do gerenciamento e maximização do potencial dos reservatórios, melhoria da eficiência de produção, aumento da eficiência de injeção de água e mapeamento de novas oportunidades.

“Sempre acreditamos que Tupi/Iracema poderia voltar a produzir nos níveis do passado. Esse ativo é o nosso primeiro campo gigante do pré-sal, com jazidas de grande produtividade. Nossas equipes se empenharam fortemente para garantir a retomada da produção para um nível coerente com a magnitude do campo. Estamos muito orgulhosos em agora operar dois gigantes, com potencial acima de 1 milhão de barris por dia: Tupi/ Iracema e Búzios, ambos no pré-sal da Bacia de Santos”, celebra Magda Chambriard, presidente da Petrobras.


(FPSO P-69_Credito_Andre Motta de Souza_Agencia Petrobras)

A Petrobras interligou, ao longo de 2025, onze poços em Tupi/ Iracema, que conta agora com mais de 150 poços perfurados. A companhia estuda a construção de outros poços, além de avaliar a possibilidade de uma nova plataforma, a partir de 2031, e da extensão da vida útil de algumas das nove existentes, com o direcionador de geração contínua de valor do ativo. A implementação de tais atividades está sujeita às aprovações necessárias pelo consórcio e pela ANP, como a análise do pedido de extensão de licença.

“Esse retorno de Tupi/Iracema à produção de 1 milhão de barris por dia reforça que o pré-sal, ao longo de 16 anos, se tornou uma das fronteiras petrolíferas mais competitivas da indústria global e um celeiro de inovações. Uma combinação única de reservas gigantes, alta produtividade, petróleo com menor pegada de carbono e eficiência acima da média”, comemora a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos.


(FPSO P-67_Credito_Andre Motta de Souza_Agencia Petrobras)

Das 57 plataformas de produção operadas pela Petrobras, 28 estão exclusivamente no pré-sal que, em janeiro de 2025, alcançou produção acumulada de 7 bilhões de barris de petróleo, liderada pelos três maiores campos em operação nessa camada: Tupi/Iracema, Búzios, o maior do mundo em águas ultraprofundas, e Mero.

O pré-sal, que representa cerca de 80% da produção da Petrobras, tem uma trajetória de sucesso sem precedentes. O desenvolvimento de tecnologias para a exploração e produção em uma fronteira geológica até então desconhecida rendeu reconhecimento internacional para a companhia e a criação de um legado de conhecimento para projetos da indústria offshore.

Tupi/Iracema é operado pela Petrobras, com os parceiros Shell e Petrogal Brasil, e a PPSA, representante da União na Jazida Compartilhada de Tupi.

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Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

FAFENs Bahia e Sergipe entram em operação e reforçam produção nacional de fertilizantes

Com R$ 76 milhões de investimentos iniciais, a retomadas das FAFENs gera mais de 5 mil empregos.

O mês de janeiro marca um avanço importante na retomada das fábricas de fertilizantes nitrogenados no Nordeste. Em Sergipe, a unidade, que já vinha produzindo amônia desde 31 de dezembro, iniciou a produção de ureia em 3 de janeiro. Já a fábrica da Bahia teve a manutenção concluída no mês passado e agora está em comissionamento de partida, com expectativa de início da produção de ureia até o final de janeiro. Juntas, as plantas vão produzir amôniaureia e ARLA 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo), com investimentos iniciais de R$ 38 milhões em cada uma. A retomada das FAFENs já está gerando 1.350 empregos diretos e 4.050 indiretos.

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Sergipe, localizada no município de Laranjeiras, tem capacidade de produzir 1.800 toneladas por dia de ureia, equivalente a 7% do mercado nacional. Na Bahia, a planta que fica em Camaçari, pode produzir 1.300 toneladas por dia de ureia, o que corresponde a 5% do mercado nacional. A operação da FAFEN-BA contempla também os Terminais Marítimos de Amônia e Ureia no Porto de Aratu, na cidade Candeias.

“As duas FAFENs, juntamente com a Araucária Nitrogenados S.A (ANSA), outra fábrica nacional de fertilizantes da Petrobras, instalada no Paraná, responderão por 20% de toda a demanda de ureia do Brasil. A nossa expectativa é elevar a produção nacional para 35% nos próximos anos, com uma nova planta em construção no Mato Grosso do Sul”, projeta o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França.

A produção de nitrogenados das FAFENs vai contribuir principalmente para recuperar a capacidade nacional de insumos estratégicos para o agronegócio, com ureia fertilizante e ureia para alimentação de ruminantes, podendo também atender às indústrias têxtil, de tintas e de papel e celulose. Ao produzir ARLA 32, a Petrobras contribui com um produto essencial para redução de emissões veiculares e preservação ambiental.

“Atualmente, toda a ureia consumida no Brasil é importada. Com a retomada da produção nacional, a Petrobras amplia a oferta do insumo no mercado interno, reduz a dependência externa e fortalece a cadeia produtiva do agronegócio”, enfatiza o diretor William. Segundo ele, trata-se de uma ação estratégica, já que o processo utiliza o gás natural como principal matéria-prima, ampliando as alternativas de alocação do gás produzido pela companhia e gerando valor para a indústria, o setor agrícola e o país.

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Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
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Petrobras oferece ao mercado novos combustíveis com conteúdo renovável

Diesel Podium e Diesel Verana entram na carteira de produtos mais sustentáveis da empresa.

Petrobras acrescentou novos produtos na sua carteira de combustíveis mais sustentáveis. Agora, o Diesel Podium, desenvolvido especialmente para o segmento de SUVs e picapes de uso pessoal; e o Diesel Verana, voltado ao segmento de embarcações náuticas de lazer, passam a ter 5% de conteúdo renovável, ampliando a atuação da companhia em soluções de baixo carbono para os mais diversos usos.

Com a nova formulação, o Diesel Petrobras Podium que sai da refinaria reduz as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) em, aproximadamente, 3% em relação ao diesel mineral. Produzido por coprocessamento de diesel mineral com 5% de conteúdo renovável (óleo vegetal ou gordura animal), o produto tem as mesmas características e propriedades de um óleo diesel S10 100% mineral, não exigindo qualquer adaptação dos motores para o seu uso, tornando o impacto ambiental ainda mais baixo. O combustível, desenvolvido e testado pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (CENPES), garante alto desempenho, com o máximo aproveitamento da potência instalada; e maior proteção ao motor, evitando a corrosão, a formação de depósitos e o desgaste de peças do sistema de combustão.

O novo Diesel Verana, único diesel premium destinado ao mercado náutico de lazer, também passa a incorporar 5% de conteúdo renovável. Assim como o diesel rodoviário, gera uma redução em torno de 3% de GEEs no seu ciclo de vida e não requer adaptações nos motores. Testado pelo CENPES em condições de operação no mar, sua formulação exclusiva garante maior conforto e segurança, proporcionando desde um abastecimento mais rápido sem a formação de espuma e com a redução do odor característico de um diesel marítimo, até uma performance superior, assegurando potência e confiabilidade. Sua alta estabilidade garante, ainda, uma maior proteção às partes do motor em contato com o combustível, incluindo os longos períodos sem uso da embarcação.

“Ao adicionar ao seu portfólio produtos com conteúdo renovável adequados às necessidades do consumidor e que mantêm o alto nível de qualidade, a Petrobras reafirma seu propósito de expandir a atuação no segmento de mercado premium. Estamos atuando em soluções aplicáveis a diversos setores, expandindo a oferta de produtos mais sustentáveis e caminhado no rumo de uma transição energética justa, de acordo com as atuais demandas da sociedade”, afirma o diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Claudio Schlosser.

Os novos combustíveis da Petrobras são produzidos na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP). O novo Diesel Podium será disponibilizado nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Já o novo Diesel Verana será disponibilizado no Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

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Inteligência Artificial na Comunicação: como a PRIO usa tecnologia para acelerar a produção audiovisual e testar novas narrativas no setor de óleo e gás

Com o apoio da IA, a companhia reduziu de até dois anos para cerca de um mês o tempo de produção de uma série audiovisual, ampliando escala, agilidade e liberdade criativa.

A inteligência artificial vem deixando de ser apenas um recurso operacional para assumir um papel estratégico na comunicação corporativa. Em setores tradicionalmente associados a narrativas técnicas, como o de óleo e gás, esse movimento ainda é recente. A PRIO, maior empresa independente de óleo e gás do país, avançou nesse debate ao desenvolver uma série audiovisual criada com o apoio de IA generativa, explorando novas linguagens para traduzir temas complexos.

Com o uso da tecnologia, o tempo estimado de produção do projeto foi reduzido de cerca de dois anos, nos modelos tradicionais de produção audiovisual, para cerca de um mês, evidenciando ganhos relevantes de escala, velocidade e autonomia criativa.

Uma série audiovisual criada com IA generativa

A série é composta por quatro filmes originais, cada um com estética e narrativa próprias, concebidos para funcionar como elementos centrais da comunicação institucional da companhia. As produções foram apresentadas durante o PRIO Conference, evento proprietário que reuniu lideranças empresariais, reguladores e especialistas para discutir futuro energético, inovação e eficiência.

No contexto do evento, os vídeos atuaram como fio condutor narrativo, conectando dados, contexto internacional, trajetória da empresa e projeções de futuro de forma acessível a públicos não técnicos. A iniciativa reuniu diferentes estilos visuais, que vão de universos modulares em miniatura a animações inspiradas em LEGO, Pixar e a estética inspirada na arte do cineasta Wes Anderson.

Velocidade, escala e liberdade criativa
Para a PRIO, a adoção da IA abriu um novo patamar de possibilidades no processo criativo. “O uso da inteligência artificial ampliou significativamente o nosso repertório criativo. Um projeto que levaria anos para ser produzido nos formatos convencionais foi desenvolvido em cerca de um mês, o que nos permitiu experimentar linguagens, testar estéticas e acelerar etapas criativas”, afirma Giullia Pontual, Produtora Audiovisual da PRIO.
A iniciativa está entre os primeiros usos estruturados de IA generativa para produção audiovisual institucional no setor de óleo e gás no Brasil, demonstrando como a tecnologia pode ser incorporada à comunicação de marca sem perder coerência narrativa ou identidade institucional. A tecnologia permite à companhia criar universos visuais que antes dependeriam de longos ciclos de produção, maquetes 3D complexas ou orçamentos elevados.

Estéticas diversas para traduzir temas complexos

Os filmes exploram diferentes metáforas visuais e universos estéticos para tornar compreensíveis assuntos frequentemente restritos ao vocabulário técnico do setor. Mundos miniaturizados, narrativas inspiradas em animação e composições visuais lúdicas foram utilizados para representar o sistema energético global, a presença do petróleo no cotidiano e a estratégia de longo prazo da companhia.

Da operação à comunicação: tecnologia como cultura

O uso da inteligência artificial na comunicação dialoga diretamente com a forma como a PRIO já incorpora tecnologia em sua operação. A IA está presente em áreas como geologia e geofísica, apoiando análises complexas, automatizando tarefas repetitivas e ampliando a capacidade de interpretação de dados.
Na comunicação, esse mesmo princípio se traduz na busca por eficiência, experimentação responsável e construção de narrativas mais acessíveis. Ao integrar a IA de forma estratégica, a PRIO amplia as possibilidades de contar sua história e reforça como tecnologia, cultura e storytelling podem caminhar juntas na construção de marcas contemporâneas — inclusive em setores considerados pouco óbvios para esse tipo de inovação.

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