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Baker Hughes é pioneira em nova solução de dutos flexíveis para superar desafios do desenvolvimento submarino do pré-sal

Baker Hughes é pioneira em nova solução de dutos flexíveis para superar desafios do desenvolvimento submarino do pré-sal

Baker Hughes, uma empresa de tecnologia energética, alcançou um significativo marco histórico ao ser a pioneira no desenvolvimento de uma solução para superar astrincas de corrosão de dutos flexíveis (SCC) em campos com alta concentração de CO, assim como aqueles encontrados no desenvolvimento do pré-sal Offshore do Brasil.

A organização responsável pela inspeção, verificação e certificação de garantia, Lloyd’s Register, emitiu uma certificação de documento de avaliação de projeto (DAD) para a Baker Hughes, validando os resultados dos testes de dutos flexíveis da companhia. Isso segue uma extensa campanha de testes de três anos realizada pela Baker Hughes – mostrando mais de 120 configurações de testes, metodologias e caracterizações, incluindo a dissecação de dutos recuperados de campos de operação – e marca um passo em direção à opção viável de dutos flexíveis para campos Offshore com maior demanda de CO2. A certificação verifica que a Baker Hughes consegue extender o prazo da vida útil requerida para os projetos atuais dos dutos flexíveis em, no mínimo, 50%, com o potencial de extensão de vida 2,5 vezes maior.

Em 2017, a Agência Nacional de Petróleo emitiu um alerta de falha quando identificou pela primeira vez o risco de ocorrência de trincas em  dutos flexíveis utilizados em campos de alta pressão e concentração de CO2 , ocasionando a ruptura de arames de tensão em uma instalação de dutos flexíveis com potencial para causar impactos ambientais e perdas de produção. O DAD oferece um caminho para o crescimento de dutos flexíveis com segurança e atendendo requisitos regulatórios na indústria de óleo e gás.

“Como uma empresa de energia, nós devemos constantemente compartilhar lições aprendidas para assegurar operações seguras, confiáveis e ambientalmente corretas. A Baker Hughes aplicou sua experiência em tecnologia para ser pioneira em uma solução para resolver esse desafio”, disse Domenico Di Giambattista, vice-presidente de Sistemas de Dutos Flexíveis na Baker Hughes. “Apesar de o fenômeno SCC- CO2 não ter sido algo que experimentamos com os nossos dutos flexíveis, ele foi uma ameaça para a viabilidade de certos campos offshore que requerem dutos flexíveis para desenvolvimento. Essa certificação é um importante passo à medida que investimentos no crescimento para disponibilizar totalmente os sistemas de dutos flexíveis nesses ambientes offshore mais difíceis.

O DAD confirmou que a combinação de materiais avançados e processos de fabricação de última geração produz um duto flexível capaz de suportar as mais severas condições de operação enquanto retém vantagens, incluindo a flexibilidade no layout do campo, a configuração simplificada no balcony do FPSO e a redução do tempo para o primeiro óleo. Indo adiante, todos os dutos flexíveis instalados no Brasil pela Baker Hughes serão protegidos pelo DAD e ofertados aos operadores uma extensão de vida útil antes da substituição. Ainda, O DAD possibilita que a Baker Hughes acesse e preveja a integridade da operação dos dutos flexíveis por vários anos.

A Baker Hughes está comprometida para os testes futuros de dutos flexíveis para avançar ainda mais em sua única tecnologia. 

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