Petrobras escolhe sistema permanente de monitoramento de reservatórios para o terceiro maior campo de petróleo do país

A Petrobras concedeu à Alcatel Submarine Networks (ASN) e à Maersk Supply Service (MSS) um contrato para o fornecimento e instalação de um sistema permanente de monitoramento de reservatórios (PRM) em um campo localizado na Bacia de Santos.

O contrato inclui a engenharia, aquisição, construção, instalação e operação do sistema PRM, que será usado para monitorar e otimizar a produção de petróleo do campo de Mero, localizado em águas profundas no pré-sal da Bacia de Santos, a 180 quilômetros da litoral do Rio de Janeiro.

“As motivações para investir em um esquema 4D frequente, de alta densidade/alta repetibilidade em Merostems do valor agregado antecipado de informações 4D para auxiliar diretamente uma unidade de produção, baseada em WAG – reinjeção alternada de água e gás”, afirmou a Petrobras .

O sistema PRM é baseado na tecnologia Optowave desenvolvida pela ASN Noruega. A ASN mobilizará seus recursos e subcontratados na Europa e no Brasil para concluir a engenharia, fabricação, instalação e comissionamento do sistema PRM.

A Maersk Supply Service projetará, projetará e executará a instalação offshore, operando em seu escritório no Rio de Janeiro e usando uma de suas embarcações de apoio submarino I-Class para realizar a operação.

“Estamos muito satisfeitos em cooperar com a Petrobras para implantar o sistema Optowave, como o primeiro PRM do pré-sal com mais de 4.400 estações de 4 componentes em águas profundas”, disse Alain Biston, presidente da Alcatel Submarine Networks.

“A ASN também tem o prazer de entregar este sistema com a colaboração da Maersk Supply Service, que possui uma grande frota de embarcações no Brasil com capacidades e ativos especializados para este projeto.”

De acordo com a ASN, uma vez que os sistemas Optowave PRM capturam dados sísmicos ativos, eles são transferidos para centros de processamento em terra e processados ​​para fornecer imagens de alta resolução do reservatório.

As imagens são usadas para caracterizar o reservatório e são comparadas ao longo dos anos para avaliar as mudanças na pressão do reservatório e a localização e movimento dos fluidos. A interpretação dos dados do PRM deve contribuir para melhorar a gestão do reservatório e, consequentemente, permitir aumentar a recuperação de óleo.

Mero é o terceiro maior campo do Brasil em volume de óleo in situ, atrás apenas de Tupi e Búzios, também localizados no pré-sal da Bacia de Santos.

A produção em campo teve início em 30 de abril de 2022 por meio do FPSO Guanabara. Em janeiro, a Petrobras divulgou que o FPSO atingiu sua capacidade máxima de produção, com a marca de 180 mil barris de óleo por dia (bpd).

A operação do campo unitizado de Mero é conduzida pelo consórcio operado pela Petrobras (38,6 por cento), em parceria com a Shell Brasil Petróleo (19,3 por cento), TotalEnergies EP Brasil (19,3 por cento), CNODC Brasil Petróleo e Gás (9,65 por cento), CNOOC Petroleum Brasil (9,65 por cento) e Pré-Sal Petróleo (PPSA) (3,5 por cento).

Aggreko inicia primeiro projeto de geração de energia elétrica via flare gas no Brasil

Localizada em Linhares/ES, usina de 1.1MW possui capacidade para reduzir em até 40% as emissões diárias de CO2

A Aggreko, líder global no fornecimento de serviços de energia, anuncia seu primeiro projeto de flare gas no Brasil, reforçando o compromisso em trazer inovações com alto desempenho, sustentabilidade e eficiência econômica para o país. A usina está situada no município de Linhares, no Espírito Santo.

A usina de 1.1MW foi desenvolvida com a finalidade de ajudar o cliente a diminuir as oscilações de energia da rede que atende a Estação Coletora de Petróleo e dar destinação comercial ao gás produzido no Campo de petróleo. A Aggreko ofertou a geração por meio de gás de poço, com toda a expertise da empresa nesse tipo de tecnologia.

Um dos principais benefícios para o cliente é livrar-se das eventuais quedas de energia, garantindo continuidade operacional e maximização da produção de petróleo, além do aproveitamento de parte do gás também produzido no campo, tornando o campo praticamente autônomo em geração. Michael Campos, Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Petróleo e Gás no Brasil, manifestou seu entusiasmo sobre este grande projeto. “Estamos extremamente orgulhosos por entregar um projeto de natureza inédita da nossa operação no Brasil. O desenvolvimento da infraestrutura local gera benefícios tanto para as empresas que atendemos, quanto para a comunidade. Logo, esse trabalho significa boas notícias para o meio ambiente e economia”, afirma Campos.

O projeto está contratado para operar por 24 meses, fornecendo energia 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano. O time de engenharia da Aggreko elaborou e entregou o projeto e irá fornecer treinamento aos técnicos do cliente para que possam operar a máquina com autonomia.

Com foco global na redução da queima, a Aggreko emergiu como líder global em soluções de flare gas para geração de energia. Até o momento, a empresa entregou mais de 200 projetos em todo o mundo, como uma usina no Oriente Médio que está reaproveitando 40 milhões de pés cúbicos padrão de GAP (Gás Associado ao Petróleo) por dia, reduzindo a queima da operadora em um terço e economizando 840 toneladas de emissões de carbono diariamente.

A Aggreko investiu mais de £ 200 milhões para aumentar o tamanho de sua frota de geração de gás como parte de seu compromisso geral de alcançar Net Zero em suas próprias operações. O objetivo é reduzir a quantidade de combustível diesel usado nas soluções dos clientes em 50%, fazendo a transição para gás e continuando a aproveitar o gás residual em energia. A empresa também está ampliando sua oferta de serviços, incluindo a expansão para soluções de dutos virtuais de GNV, GNL e GLP, com vários projetos já apoiados por esse investimento contínuo.

Sobre a Aggreko:  

A Aggreko é líder global no fornecimento de serviços de energia. A empresa atua na vanguarda de um mercado em rápida transformação e é voltada a resolver os desafios de seus clientes para fornecer soluções econômicas, flexíveis e mais ecológicas em todo o mundo. Por meio da inovação, fornece equipamentos modulares, o que mantém o alcance global da companhia, seja para o curto prazo, ou para atuação como produtor independente de energia no longo prazo. Na América Latina, a empresa atende, principalmente, os setores de Petróleo e Gás, Mineração e Setor Elétrico. Os equipamentos Aggreko têm máxima flexibilidade de combustível, usando fontes renováveis e gás e diesel. A empresa também oferece soluções de microgrid e de armazenamento. Constantemente, trabalha no desenvolvimento de ferramentas que ajudam os clientes a se adaptarem à transição das fontes energéticas pela qual o mundo passa. O que torna a Aggreko única é seu conhecimento, experiência e valores, colocando seus clientes em primeiro lugar e entregando inovação e equipamentos mais eficientes. Fundada em 1962 e com sede na Escócia, a Aggreko passou de uma pequena empresa local para uma companhia mundial líder em energia. Com mais de 7.300 funcionários, opera em cerca de 190 países. Em 2020, sua receita foi de aproximadamente 1,36 bilhão de libras esterlinas. Para mais informações: aggreko.com.

Presidente da Petrobras se reúne com CEO Global da Shell em Brasília

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, recebeu, nesta segunda-feira (13/2), o CEO Mundial da Shell, Wael Sawan, e o presidente da Shell no Brasil, Cristiano Pinto da Costa. O encontro ocorreu pela manhã no prédio da Petrobras em Brasília. Em seguida, os executivos participam de reunião com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. O Brasil é o primeiro país a ser visitado por Wael Sawan, desde que assumiu a liderança global da Shell em janeiro de 2023, o que demonstra a importância do Brasil no portfólio da empresa.

Foto: Pedro Torres

“Estamos aproximando a Petrobras das outras grandes empresas do setor para construir novas oportunidades de cooperação tanto no segmento de óleo e gás como para a transição energética. Essa iniciativa está dentro da minha nova abordagem de tratar diretamente com os CEOs globais das grandes empresas do segmento para avançarmos na transição energética. Iremos ao Palácio do Planalto juntos para conversar com o Presidente Lula, um grande patrocinador dessa agenda”, afirmou Prates.

Foto: Pedro Torres

“A Petrobras e a Shell – que está no Brasil há 110 anos – têm uma importante parceria baseada em cooperação e uma visão comum de promover novos investimentos. Nós mantemos uma relação próxima em operações e ações de desenvolvimento no setor petrolífero e na transição energética”, pontuou o CEO da Shell, Wael Sawan.

Foto: Pedro Torres

Na gestão de Prates, a Petrobras usará o edifício da companhia de Brasília como representação institucional perante órgãos federais, legislativo, judiciário, além de local para encontro com representantes de outros países.

Ocyan realiza primeira etapa do projeto de descomissionamento

Navio afretado com a Solstad descarrega primeiros equipamentos em Vitória

A Ocyan celebra a conclusão com sucesso da primeira etapa do projeto de descomissionamento em contrato firmado com a Petrobras para atuação na Bacia de Campos. O navio afretado com a Solstad já está no Porto de Vitória (ES), onde irá descarregar os primeiros equipamentos retirados do fundo do mar. Parte dele será entregue à Petrobras para reaproveitamento e a outra porção terá destinação final, atendendo aos requisitos legais e seguindo as melhores práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança).

“Concluímos a primeira etapa com êxito, mantendo a integridade do material recolhido. A atuação conjunta das equipes de engenharia e operações contribuiu em muito para o resultado. Essa atividade de descomissionamento representa um novo momento para Ocyan que segue ampliando sua área de atuação no âmbito da construção submarina”, destaca André Luiz Magalhães, gerente executivo de Construção Submarina da Ocyan.

Nessa etapa inicial, já foram recolhidas mais de 90 toneladas de equipamentos. Entre os materiais estão três MCVs (Módulo de Conexão Vertical), um PLEM (Pipeline End Manifold) e um PLET (Pipeline End Termination). Segundo o executivo, todas as etapas estão sendo cumpridas de acordo com o cronograma. “O trabalho vem sendo executado conforme planejado – dentro do prazo e de acordo com as nossas análises, riscos e estudos para este projeto”, explica ele.

Depois dessa etapa, o navio iniciará uma campanha de cortes e inspeções das estruturas a serem recolhidas e posteriormente retornará ao estaleiro Mauá, em Niterói (RJ) para instalação das bobinas. Depois, seguirá para o trabalho de recolhimento de dutos nas regiões onde operaram os FPSO Cidade do Rio de Janeiro e FPSO Cidade de Rio das Ostras, na Bacia de Campos. No segundo semestre, na Bacia de Sergipe Alagoas, será executado o mesmo trabalho na área do FPSO Piranema. André Luiz Magalhães lembra também que a Ocyan acompanhará todo o processo de destinação final dos equipamentos, que estão sendo recolhidos.

“Com a finalização da colocação dos equipamentos a bordo, estamos aptos para a outra fase que é a do recolhimento dos dutos submarinos. A estimativa é de um trabalho de 14 a 15 meses, com 18 viagens entre todos os trajetos para descomissionar e entregar o material em uma base em Vitória, de onde seguirá para a limpeza final e destinação adequada conforme planejado”, completa.

Sobre a Ocyan

A Ocyan é uma empresa com atitude sustentável e conhecimento para prover soluções para a indústria de óleo e gás que conta com uma frota de cinco unidades de perfuração e dois FPSOs (floating, production, storage and offloading). A companhia desenvolve também projetos SURF, descomissionamento, fabricação e instalação de equipamentos submarinos, e presta serviços de manutenção offshore. Mais informações: www.ocyan-sa.com. 

Navio de perfuração da Seadrill inicia seu trabalho para a Petrobras

A Seadrill revelou que um de seus navios-sonda embarcou em uma missão para a Petrobras

Em dezembro de 2021, a Petrobras concedeu à Seadrill o contrato do  navio-sonda West Jupiter  para trabalhar no campo de Búzios. Como aconteceu menos de um mês depois que a Seadrill recebeu dois outros  contratos com a Petrobras para suas  plataformas West Carina  e  West Tellus , representou o terceiro contrato de plataforma para a Seadrill no campo.

Além disso, o contrato para o navio-sonda West Jupiter tem um prazo firme de 1.040 dias e a data de início estava prevista para dezembro de 2022. O valor total do contrato é de aproximadamente US$ 264 milhões, incluindo receita de mobilização e serviços adicionais.

Em uma atualização na terça-feira, 7 de fevereiro de 2023, a Seadrill confirmou que o navio-sonda West Jupiter começou a trabalhar com a Petrobras.

“Juntos, os contratos para West Jupiter, West Carina e West Saturn solidificam a Seadrill como a maior empreiteira internacional de perfuração da região e se dedica a atender o mercado brasileiro nos próximos anos”, destacou a empreiteira de perfuração offshore em sua declaração.

O West Jupiter , construído em 2014,  é um navio de perfuração de águas ultraprofundas de sexta geração construído pela Samsung Heavy Industries. Este equipamento é do design Samsung 12.000. É capaz de operar em profundidades de até 12.000 pés e sua profundidade máxima de perfuração é de 37.500 pés.

Em relação às atividades recentes da Seadrill, vale a pena notar que a empresa firmou um contrato em dezembro de 2022 para adquirir a Aquadrill, anteriormente conhecida como Seadrill Partners, em uma transação de ações avaliada em US$ 958 milhões.

Trident Energy encerra campanha de mergulho de saturação nos campos de Pampo e Enchuva

Segundo a Trident Energy, esta é a primeira campanha de mergulho de saturação da empresa no Brasil e a segunda em sua história.

A Trident Energy explicou que o principal objetivo era remover duas válvulas, permitindo que tarefas adicionais de integridade fossem realizadas e trazendo um resultado geral maior em termos de integridade submarina e potencial de retorno à produção (RTP).

Para realizar o trabalho, a empresa contratou uma embarcação de apoio ao mergulho (DSV), DOF Skandi Achiever, e uma empresa brasileira de mergulho, SISTAC, que forneceu os mergulhadores de saturação.

A empresa com sede em Londres informou que seu departamento de saúde, segurança e meio ambiente (HSE) participou do planejamento e execução offshore garantindo a segurança dos mergulhadores.

Dada a complexidade da mobilização de recursos para a campanha de mergulho de saturação e para rentabilizar o projeto, a Trident Energy aproveitou a oportunidade para realizar também outras reparações na linha de gás, linhas de controlo, árvore de natal e válvulas manifold, como parte do contrato DOF Skandi Achiever.

A empresa de petróleo e gás destacou que a campanha foi concluída dentro do prazo e do orçamento, com 28 mergulhos de saturação bem-sucedidos e 150 horas de mergulho.

A Trident Energy entrou no mercado brasileiro no verão de 2020, quando  adquiriu os clusters Pampo e Enchova  da estatal Petrobras.

Os clusters incluem dez campos – Enchova, Enchova Oeste, Marimbá, Piraúna, Bicudo, Bonito, Pampo, Trilha, Linguado e Badejo – localizados na parte rasa da Bacia de Campos. Eles foram inicialmente desenvolvidos pela Petrobras na década de 1980.

Em outubro de 2022, a Trident Energy realizou sua primeira campanha de substituição de mangueiras de exportação submarina e mergulho de saturação na Guiné Equatorial.

UBE expande produção de membranas para a separação de gases

Os investimentos serão feitos em 02 unidades no Japão e permitirão praticamente dobrar a produção de filamentos de poliimida, usados em membranas, já em 2025.

A UBE, um dos principais players globais de membranas para a separação de gases, anunciou, no final de janeiro, que expandirá sua capacidade de produção de filamentos de poliimida usados nestas membranas. A expansão acontecerá na Ube Chemical Factory e no módulo de membranas para separação de gás da fábrica Sakai, ambas no Japão. As duas expansões deverão estar concluídas na primeira metade do ano fiscal de 2025 e representarão um aumento de 1,8 vez a capacidade atual.

“Este aumento já era esperado frente ao rápido crescimento da demanda global de membranas para a separação de CO2. E neste cenário, o Brasil tem uma representatividade importante, especialmente após o lançamento do Programa Metano Zero em 2022”, comenta Carlos Catarozzo, Diretor da UBE América Latina.

O negócio de membranas para separação de gases da UBE oferece soluções para diversas aplicações, incluindo membranas para a separação de hidrogênio, membranas para desumidificação, membranas para a separação de nitrogênio e CO2, e membranas para a desidratação de solventes orgânicos. Todas elas são produzidas com a poliimida da UBE e têm como principal vantagem a alta durabilidade.

Um mercado em constante evolução

Nos últimos anos, a demanda por membranas para separação de CO2, usadas para remover o dióxido de carbono e outros gases do biogás e extrair o biometano como combustível, cresceu muito, especialmente na Europa e na América do Norte, alavancada pelo uso de energias renováveis. A expectativa de que o mercado global mantenha este nível de expansão justifica o investimento da UBE na otimização de seu sistema de produção com a expansão das fábricas e com o aumento da capacidade das plantas existentes.

“O Brasil também tem um importante papel neste crescimento por seu potencial de produção de biogás a partir de resíduos devido à sua extensa produtividade agroindustrial aliada ao tamanho da população. Além disso, o biogás possui inúmeras vantagens como matriz energética, especialmente quando comparado a outras fontes limpas e renováveis de energia. E como ele se origina do tratamento de resíduos e efluentes orgânicos, seu aproveitamento fomenta investimentos na correta destinação de resíduos urbanos e na agropecuária, constituindo um grande aliado do saneamento ambiental”, completa Carlos Catarozzo.

Segundo Carlos, as inovadoras membranas para a separação de gases da UBE permitem um upgrade do biogás para o biometano, considerado uma energia verde. “A ideia é que estas tecnologias de última geração apoiem a indústria e os clientes brasileiros no processo de separação de gases e possibilitem atingir as metas definidas pelo Governo Brasileiro no Programa Metano Zero que propõe o tratamento do lixo orgânico, da cidade e do campo (resíduos de aves, suínos, cana, laticínios e aterro sanitário), transformando-o em biogás.”

A contribuição da UBE está justamente na oferta de tecnologias inovadoras em membranas para a separação de gases que acelerem e otimizem a implantação do Programa. As membranas desenvolvidas pela empresa garantem eficiência e segurança no upgrade do biogás para o biometano, resultando em um combustível que atende às normas estabelecidas pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), é mais versátil que os outros energéticos e que pode ser aplicado de forma complementar ao gás natural e ao diesel.

“Dentre as principais vantagens do uso da tecnologia de membranas frente a outras tecnologias para o processo de upgrade de biogás, pode-se destacar a não utilização de insumos químicos ou água para remoção do CO2. Por sua configuração modular, a operação, manutenção e um possível scale-up da planta são muito simples”, explica Carlos Catarozzo.

Dentro de seu plano “UBE Visão 2030 Transformação – 10 Estágio”, apresentado em maio de 2022, a UBE que ser uma corporação centrada em especialidades químicas com impacto positivo global no meio ambiente e na saúde humana e que enriqueçam o futuro da sociedade. O propósito justifica os recentes investimentos. “Entendemos que as membranas para a separação de gás contribuirão para o desenvolvimento de um mundo mais sustentável a partir de produtos e negócios de cunho ambiental e energético, com tecnologia de ponta”, finaliza o Executivo.

Estima-se que em 2022 houve um crescimento de 22% no volume de biogás gerado no Brasil, impulsionado pela entrada em operação de plantas que estavam sendo implantadas ou reformadas em 2021 (56 plantas). Assim, a produção nacional pode ultrapassar os 2,8 bilhões de Nm³/ano de biogás. 

Sobre a UBE

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos. A UBE possui mais de 35 anos de expertise na tecnologia de membranas para separação de gases. Em 1989, a UBE forneceu os primeiros separadores de CO2 para uma planta piloto de tratamento de biogás na Alemanha.

A UBE vem aprimorando a tecnologia ao longo dos anos e suas principais vantagens são a alta resistência a H2S, podendo operar com concentrações de até 30.000ppm, sem danos ao material. A alta resistência química, térmica e mecânica da poliimida patenteada pela UBE garante uma vida útil longa. Com uma excelente permeabilidade e seletividade, o UBE CO2 Separator garante um processo compacto de baixo CAPEX e OPEX.

Todas as membranas da UBE são fabricadas no Japão e o escritório brasileiro, localizado em São Paulo, atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Conheça mais sobre a tecnologia em:  https://ube.es/products/gas-separation-membrane/

Ocyan está com mais de 140 vagas para início imediato

Oportunidades são para área de Manutenção e Serviços Offshore

A empresa prestadora de serviços para o mercado de óleo e gás Ocyan está com mais de 140 vagas abertas para atividades nas áreas de manutenção e serviços offshore (trabalho embarcado). O cadastro pode ser realizado no site da empresa, na página Nossa Gente, no campo Faça Parte da Nossa Equipe.

“Estamos com diversas vagas abertas, agora para nossa área de Manutenção e Serviços Offshore, o que demonstra o forte crescimento da nossa empresa nos últimos anos. São muitas posições para vagas de conhecimento específico, que exigem o ensino médio. Em alguns casos, temos percebido algumas dificuldades para encontrar perfis que se encaixem exatamente nessas qualificações e certificações técnicas, o que é um desafio a mais”, destaca Nir Lander, vice-presidente de Pessoas & Gestão da Ocyan.

Entre as principais posições em aberto estão as de montador de andaime, com 30 vagas; caldeireiro convencional, 50; caldeireiro escalador N1, 40; inspetor de solda LP/PM escalador N1, 15 edelineador/técnico de planejamento, 10.

Veja abaixo os requisitos para cada das vagas:

– Montador(a) de andaime: Ensino Médio completo, com treinamento e certificado em montagem de andaimes. Desejável mínimo de dois anos de experiência na função;

– Caldeireiro(a) convencional: Ensino Médio completo, certificado como Caldeireiro Nível 1 pelo sistema ABRAMAN ou mínimo de dois anos de experiência na função de Caldeireiro ou três anos de experiência na função de Ajudante de Caldeiraria;

– Caldeireiro(a) escalador N1: Ensino Médio completo, certificado como Caldeireiro Nível 1 pelo sistema ABRAMAN ou mínimo de dois anos de experiência na função de Caldeireiro ou três anos de experiência na função de Ajudante de Caldeiraria e possuir certificados em conformidade com a NBR 15475 (Acesso por Corda – Qualificação e Certificação de Pessoas);

– Inspetor(a) de solda LP/PM escalador N1: Ensino Médio completo e qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal em Soldagem (FBTS). O inspetor para essa atividade poderá ser N1 e possuir certificados em conformidade com a NBR 15475 (Acesso por Corda – Qualificação e Certificação de Pessoas);

– Delineador(a) / Técnico(a) de planejamento: Ensino Médio completo com experiência em delineamento e/ou planejamento de atividades industriais.

Como em todos os processos seletivos que realiza, a Ocyan encoraja a diversidade. “Buscamos promover diversidade em nossas unidades e priorizamos contratações visando nossas metas estabelecidas em nossa agenda socioambiental e de governança. Queremos ser uma empresa reconhecida por grupos minoritários como excelente para se trabalhar até 2030”, completa o executivo.

Para informações adicionais, acesse: https://www.ocyan-sa.com/pt-br/nossa-gente  no campo Faça Parte da Nossa Equipe.

Produção de petróleo estimulará o desenvolvimento na Margem Equatorial

Técnicos da Petrobras apresentaram seminário em Belém essa semana

A Petrobras está próxima de iniciar suas atividades exploratórias na Margem Equatorial, que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte, e seus técnicos avaliam que a produção de petróleo estimulará o desenvolvimento econômico de todos os estados compreendidos nessa faixa. Para a Bacia Pará-Maranhão há a previsão de perfuração de dois poços, a partir de 2026. Essas informações foram apresentadas pelos gestores da Petrobras em palestras na Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), quarta, dia 1/2, e na Associação Comercial do Pará (ACP), no dia 2/2.

A Petrobras investirá US$ 2,9 bilhões nos próximos 5 anos, para a perfuração de 16 poços na Margem Equatorial, com início a partir do 1º. trimestre de 2023, conforme o seu Plano Estratégico 2023-2027. Esses dados foram apresentados nos seminários sobre a produção na Margem Equatorial, em Belém. O gerente geral de Ativos Exploratórios da Petrobras, Rogério Soares Cunha, fez uma breve exposição na abertura da palestra da companhia na FIEPA: “Ao buscarmos uma nova fronteira exploratória, como a Margem Equatorial, nosso objetivo é adicionar reservas de óleo e gás, de acordo com a visão de futuro da companhia o que, consequentemente, estimulará o desenvolvimento econômico de toda a região”, explicou ele. A coordenadora de Projetos Exploratórios, Ana Helena Rebelo Anaisse, e a gerente de Mudanças Climáticas, Raquel Campos Cauby Coutinho, palestraram sobre os “Projetos Exploratórios na Margem Equatorial e Transição Energética”.

Ana Helena explicou, durante os seminários, que a Petrobras criou um Centro de Reabilitação e Despetrolização de Fauna (CRD), em Belém, como parte integrante da estrutura de resposta a emergências, cuja Licença de Instalação (LI) e Licença Prévia (LP), foram emitidas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (SEMAS-PA) ontem, dia 02/02. A palestrante apresentou a etapa posterior do projeto exploratório, a Avaliação Pré-Operacional (APO), um simulado de emergência que é uma exigência do IBAMA para a concessão do licenciamento para a perfuração do poço Morpho, que será realizada a 175km em relação à costa do Amapá e em lâmina d’agua de 2880m.

Durante o evento, a Petrobras demonstrou que está envidando todos os esforços e mobilizando os recursos necessários para a realização da APO. Os recursos encontram-se no local onde será perfurado o poço e estão em processo de vistoria e testes operacionais, tanto pela Petrobras quanto pelo IBAMA, de modo a estarem aptos a realizar as operações. A data para a realização da APO será definida em breve, junto ao IBAMA. Após a realização dessa atividade, a emissão da licença ambiental deverá ser emitida pelo Órgão Ambiental, para o início da perfuração do poço, no bloco exploratório FZA-M-59, em região do Amapá Águas Profundas.

Os planos da Petrobras para a região incluem o compromisso com o desenvolvimento sustentável, como um valor para todas as iniciativas da Petrobras. Raquel Coutinho destacou, em sua fala, os investimentos para fortalecer as iniciativas de baixo carbono. Ela detalhou que, para tanto, a Petrobras investirá US$ 4,4 bilhões, previstos em seu Plano Estratégico. Além da descarbonização, outras prioridades são a produção e oferta de produtos com conteúdo renovável, como o Diesel R e futuramente o BioQAV e os projetos de pesquisa e desenvolvimento, visando trazer oportunidades para diversificação de produtos e fontes de energia.

A expectativa da Petrobras em relação aos fornecedores da região foi um dos temas das falas do gerente geral de Relacionamento com o Mercado Fornecedor, Márcio Pereira. Ele discorreu sobre as premissas de contratação da companhia, baseadas em conformidade e segurança. Além disso, Márcio Pereira explicou os critérios de avaliação do Cadastro de Fornecedores da Petrobras, determinados conforme os tipos de fornecimentos e famílias de bens e serviços. Ele também abordou as ferramentas digitais da companhia, disponíveis para o relacionamento com o mercado fornecedor e a realização das contratações.

O programa da Petrobras, Conexões para a Inovação, foi o tema das palestras do gerente de Inovação Tecnológica do Cenpes, Vinícius Maia de Jesus. Nas duas apresentações, ele explicou que a companhia realiza parcerias com universidades, instituições de ciência e tecnologia e outras empresas, com o objetivo de desenvolver, testar e comercializar novas tecnologias. O programa é orientado para resolver desafios tecnológicos das diversas áreas da Petrobras e o principal critério de seleção é técnico, ou seja, o parceiro selecionado é aquele que demonstra maior probabilidade de ter sucesso no desenvolvimento da solução. Um atrativo importante é que, uma vez desenvolvida e testada a tecnologia, os parceiros podem fornecer a tecnologia em escala para a Petrobras, explicou ainda Vinicius Maia.

MODEC começa 2023 anunciando aumento do quadro de empregados

Empresa abre 296 novas vagas imediatas e prevê outras 290 ao longo do ano

A MODEC – líder em construção e operação de plataformas flutuantes (FPSO) para a indústria offshore de petróleo e gás – começou o ano de 2023 com muitos motivos para comemorar. A empresa, que este ano completa 20 anos de operação no Brasil, anuncia plano de ampliação do seu quadro de empregados nas cidades do Rio de Janeiro, Macaé e Santos, além de suas unidades em operação na Bacia de Santos e Bacia de Campos.

A iniciativa é em resposta ao aquecimento do setor de petróleo e gás para os próximos anos. “A MODEC está crescendo e envolvida em grandes e importantes projetos do setor. Para acompanhar a alta demanda, investimos fortemente na ampliação do quadro de empregados para este ano, criando vagas adicionais às já existentes, tanto para offshore como para onshore, aumentando a equipe que nos apoiará nesta nova fase”, comemora Mariana Dias, coordenadora de Aquisição de Talentos na MODEC.

No momento, há 296 vagas abertas, com destaque para posições baseadas no Rio, Santos e Macaé, além das já tradicionais vagas offshore. Até o fim do ano, outras 290 vagas estão previstas e serão anunciadas e, muitas delas, serão para atender a ampliação do quadro administrativo dos escritórios do Rio de Janeiro e Santos. A MODEC também se prepara para receber, em fevereiro, um grupo de 52 novos estagiários que integrarão às diversas equipes. “Essas vagas também fazem parte do projeto de expansão e são uma ótima porta de entrada na empresa. A próxima edição do programa está prevista para começar em agosto com abertura das inscrições em maio”, explica Dias.

Para conhecer as 296 vagas imediatas, o candidato deve acessar https://jobs.kenoby.com/modec-br e fazer sua inscrição. Além de salário compatível com o mercado, os futuros empregados da MODEC contam com diversos benefícios, como: Plano de Saúde e Odontológico, Previdência Privada, Seguro de Vida, Vale Alimentação e Refeição (posições onshore), Gympass, Auxílio Creche, Cartão Farmácia, Bônus de Desempenho e Ajuda de Custo para Embarque (posições offshore). 

Os candidatos também podem saber um pouco mais da empresa por meio do site https://www.modec.com/ e do perfil no LinkedIn https://www.linkedin.com/company/modec-group/ .

As oportunidades em destaque são: 

ONSHORE:

Engenheiro de Medição

Engenheiro de Sistemas Rotativos

Engemheiro de Segurança de Máquinas

Administrador de Banco de Dados PL 

Engenheiro de HSSE 

Engenheiro de Turnaround

Gerente de Projetos 

Engenheiro de Execução Offshore de Mecânica 

Engenheiro de Processos & Confiabilidade 

Analista de Planejamento Onshore 

OFFSHORE

Técnico de Segurança do Trabalho 

Técnico de Materiais 

Operador de Produção

Técnico em Mecânica

Técnico em Elétrica

Técnico de Instrumentação

Técnico em Controle de Sistemas (Automação)

Operador de Sala de Controle

Supervisor de Praça de Máquinas

Operador de Caldeira e Utilidades

 Sobre a MODEC 

A MODEC é líder global no segmento de construção, afretamento e operação de plataformas para produção de óleo e gás. Com mais de 50 anos de história e quase duas décadas em mares brasileiros. Atualmente, a MODEC opera 12 plataformas de Petróleo e Gás e possui outras 3 unidades em construção para o país.