Novo FPSO chega ao Brasil para comissionamento final antes do início da produção

A MODEC, confirmou que uma nova embarcação flutuante de armazenamento e descarga (FPSO) chegou ao Brasil para se preparar para o trabalho no pré-sal da Bacia de Santos para a Petrobras.

O FPSO Anita Garibaldi MV33, seu mais novo navio de produção, chegou ao Brasil, onde seu comissionamento final ocorrerá em um estaleiro no estado do Espírito Santo. Este FPSO deixou o estaleiro DSIC Marine Yard na cidade de Dalian, na China, e embarcou em sua jornada para o Brasil em 6 de outubro de 2022.

O FPSO Anita Garibaldi MV33 será instalado no campo de Marlim, na Bacia de Campos. Será capaz de processar 80 mil barris de petróleo bruto e 7 milhões de metros cúbicos de gás por dia. A nova embarcação será conectada a 43 poços, com pico de produção previsto para 2026.

Este é o segundo de dois FPSOs que fazem parte do projeto de revitalização de Marlim e Voador na Bacia de Campos , que substituirá nove plataformas atualmente em operação nos campos de Marlim e Voador (P-18, P-19, P-20, P- 26, P-32, P-33, P-35, P-37 e P-47).

O segundo FPSO se chama Anna Nery e tem início de produção previsto para o primeiro trimestre de 2023. Em uma tentativa de estender a produção das jazidas dos campos até 2048 , esses dois FPSOs estão planejados para serem conectados a 75 poços.

Mais um FPSO começará a funcionar no Brasil em 2023
Além disso, a MODEC divulgou que começará a operar o FPSO Almirante Barroso MV32 em 2023 para a Petrobras no campo de Búzios . Convertido de um transportador de petróleo muito grande (VLCC) e entregue pela COSCO Shipping Dalian na China, este FPSO iniciou sua viagem ao Brasil em julho de 2022.

O FPSO chegou em 5 de outubro de 2022 em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro, para iniciar suas atividades de comissionamento em um estaleiro local. Este FPSO terá capacidade para produzir até 150.000 barris de óleo e 6 milhões de m³ de gás diariamente.

 

Embarcação contratada pela Ocyan chega ao Brasil para trabalho pioneiro em descomissionamento de campos de produção offshore

Barco da Solstad se prepara para iniciar atividades ainda em janeiro

A empresa de óleo e gás Ocyan anuncia a chegada ao Brasil da embarcação da Solstad, o Normand Cutter, que sob a sua gestão executará as atividades de descomissionamento de estruturas submarinas da Petrobras na Bacia de Campos (Rio de Janeiro) e Sergipe-Alagoas, em contrato conquistado no ano passado.

“Esse é o primeiro contrato de descomissionamento de campos de produção offshore no Brasil e podemos dizer que estamos na vanguarda desta atividade em nossa cadeia produtiva nacional. A experiência que vamos adquirir com o projeto nos dará grande expertise. Este projeto marca a retomada da Ocyan na área de construção submarina. Vislumbramos um futuro promissor com novas oportunidades em outras empresas incluindo operadoras internacionais”, comemora André Luiz Magalhães, gerente executivo de Construção Submarina da Ocyan.

O Normand Cutter é uma embarcação de construção offshore (OCV), tem comprimento de 127,5 metros e conta com um guindaste com capacidade de içamento de 300 toneladas, além de um sistema de lançamento de dutos flexíveis de até 100 toneladas e de armazenamento de dutos de até 1250 toneladas.  A capacidade do navio é para uma tripulação de 114 pessoas, sendo que a equipe da Ocyan a bordo será de aproximadamente 23 pessoas.

A embarcação estava na Noruega, de onde partiu para a Escócia, local onde foram instalados os sistemas de recolhimento e lançamento de dutos. Iniciou, então, a viagem para o Brasil em 12 de dezembro de 2022. A partir da segunda quinzena de janeiro de 2023, a embarcação fará a primeira campanha de recolhimento de equipamentos na Bacia de Campos, onde atuará por duas semanas e descarregará as estruturas em Vitória (ES). Ao final desta primeira etapa, ainda no Espírito Santo, fará a última etapa de instalação dos equipamentos – roletes e bobinas de armazenamento de dutos flexíveis – necessários para a sequência do projeto.

“Depois de todo este trajeto, em fevereiro, o Normand Cutter começa a operar em definitivo na Bacia de Campos, recolhendo estruturas dos FPSO Cidade do Rio de Janeiro e FPSO Cidade de Rio das Ostras, e no segundo semestre, inicia o trabalho na Bacia de Sergipe Alagoas, na área do FPSO Piranema. Todo o material será tratado e enviado para reciclagem. Os serviços offshore do contrato terão duração de aproximadamente um ano e meio e o marco inicial se deu ainda na Escócia, para a instalação dos equipamentos”, explica o executivo.

“Para a Ocyan, ter essa embarcação em sua frota é estratégico e abrirá uma janela de oportunidade para novos contratos de construção submarina. A partir de agora, podemos buscar outros projetos que exijam este ativo como uma ferramenta de trabalho para atividades nessa área. Essa embarcação possibilitará a execução de mais de um projeto ao mesmo tempo”, pontua Rafael Guigon, diretor de Contratos de Construção Submarina da Ocyan.

Sobre a Ocyan

A Ocyan é uma empresa com atitude sustentável e conhecimento para prover soluções para a indústria de óleo e gás que conta com uma frota de cinco unidades de perfuração e dois FPSOs (floating, production, storage and offloading). A companhia desenvolve também projetos SURF, fabricação e instalação de equipamentos submarinos, e presta serviços de manutenção offshore. Mais informações: www.ocyan-sa.com. 

Porto de Suape recebe a maior importação privada de gás de cozinha (GLP) já realizada no Brasil

Por meio da Interco, que firmou acordo com a Transportadora Gas del Sur (TGS), a embarcação Eco Arctic transportou 12,5 mil toneladas de GLP. A carga suprirá a região Nordeste do Brasil.

A Interco, Trading company que atende o mercado de importação de derivados de petróleo, com foco no Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o popular gás de cozinha, realizou, por meio de acordo com a Transportadora Gas del Sur (TGS), o primeiro grande recebimento de GLP no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. A carga importada será descarregada integralmente no navio cisterna BW Princess por meio de uma operação de transbordo (“ship to ship”).

A embarcação Eco Arctic, vinda de Bahia Blanca, na Argentina, atracou no dia 6 de janeiro, trazendo 12,5 mil toneladas de GLP, para atender a região Nordeste. O produto foi adquirido por diferentes distribuidoras que atuam no Brasil.

De acordo com Interco, a importação de GLP para Suape é uma alternativa que pretende eliminar, por completo, os sobressaltos no suprimento de GLP no Brasil, trazendo normalidade e fluidez nos fluxos do produto.

“A chegada da embarcação Eco Arctic atenderá regiões que demandam uma quantidade alta de GLP. Outro ponto que precisa ser destacado é que este modelo de importação é importante para diminuir os riscos de desabastecimento, que vez ou outra, acabam ocorrendo em nosso país. O trabalho que realizamos é feito em individualmente com cada distribuidora, explica o Diretor de commodities e trading da Interco Trading, Marcos Paulo Ferraz

A Interco, reconhecida como uma “startup” no segmento de commodities e composta por reconhecidos profissionais da indústria de óleo e gás, iniciou as operações em setembro do ano passado, atendendo mercado do Sul do Brasil por meio de GLP importado pelo modal rodoviário proveniente da Argentina. Com a abertura da infraestrutura portuária no Terminal de Suape, uma nova possibilidade de negócio surgiu para a companhia.  Em três meses de atuação, a companhia já importou mais de 20 mil toneladas de gás para as principais distribuidoras do Brasil.

“Nesse primeiro semestre temos a perspectiva de importar 60 mil toneladas da molécula para o Brasil, tanto pela malha rodoviária quanto pela marítima. Entendemos que somos uma ferramenta de garantia de fluxos e com isso, faz parte do nosso planejamento estratégico para os próximos anos a diversificação do nosso portfolio e aumento de participação no mercado petroquímico, de gases especiais, propelentes e biocombustíveis. ” ressalta o diretor executivo da Interco Trading, Nicholas Taylor.

 Sobre a Interco Trading

A Interco Trading é uma startup no segmento de commodities que atua no mercado de importação de derivados de petróleo, com foco no Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). A companhia iniciou suas operações em setembro de 2022, com o papel de ser uma alternativa que garante o suprimento de GLP. A Interco Trading já importou mais de 32,5 mil toneladas do produto para as principais distribuidoras do país e visa duplicar essa quantidade até o final do primeiro semestre de 2023.

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  •   MATÉRIA DE CAPA: A grande partilha por Julia Vaz;
  •  ARTIGO: A digitalização é a nova fronteira – A manutenção da integridade de ativos offshore no upstream demanda cada vez mais ferramentas digitais, por Pedro Luiz de Souza Pinto Filho, CEO da BR2W;
  •   ENTREVISTA EXCLUSIVA: Fernanda Delgado, diretora-executiva corporativa do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás – 2023 será um ano desafiador –  por Julia Vaz;
  •   Petrobras testa bunker com conteúdo renovável em navio da Transpetro;
  •   Shearwater fecha dois contratos com a Petrobras;
  •   Petrobras e CNOOC fecham mais um acordo para o campo de Búzios;
  •   PGS assina contrato com a Petrobras;
  •   Petrobras investe R$ 450 milhões na maior parada de manutenção da história da Refap;
  •   Petrobras inicia processo de contratação de plataformas P-84 e P-85;
  • Ocyan inicia 2023 com mais de 100 vagas abertas;
  • Shell amplia portfólio no Brasil em leilão da oferta permanente;
  •   Petrobras conclui venda do campo de Papa-Terra;
  •   Actemium assina contrato com a Petrobras em Macaé;
  •   Sapura muda de visual olhando para o futuro;
  •   Revap realiza testes com o ‘robô Anymal’, novo aliado da Petrobras para inspeções em áreas industriais;
  •   FPSO Cidade de Anchieta retoma produção após paralisação em janeiro;
  •   P-71 inicia produção;
  •   QatarEnergy, TotalEnergies e Petronas conquistam bloco exploratório offshore no Brasil;
  •   DNV emitiu recertificação do FPSO Petrojarl I;
  •   ANP aprova proposta de acordo que poderá elevar investimentos na Margem Equatorial;
  •    ExxonMobil destina US$ 17 bilhões para intensificar os esforços de redução de emissões nos próximos cinco anos;

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Capa

 

CHC do Brasil fecha novos contratos com a Petrobras

A Petrobras concedeu novos contratos à CHC do Brasil, parte da CHC Helicopter, para serviços de transporte offshore.

A CHC revelou que assinou cinco contratos de exclusividade com a Petrobras, avaliados em milhões. No entanto, a empresa não divulgou o valor exato desses contratos, que estão garantidos para o transporte offshore de passageiros e pequenas cargas para a Bacia de Campos – principal área sedimentar já explorada na costa brasileira – pelos próximos 4 a 5 anos.

Gilson Caputo, Diretor de Operações da CHC no Brasil, comentou: “Essas novas conquistas de contratos são uma prova da equipe fantástica e trabalhadora que temos aqui no Brasil. Estamos muito orgulhosos de termos sido escolhidos pela Petrobras para este projeto em Campos e na Bacia de Vitória. Apoiar a produção de energia é uma especialidade central da CHC e estamos comprometidos em aumentar nossas operações na América Latina nos próximos anos.”

O operador do helicóptero explicou que esses projetos devem começar no segundo semestre de 2023 e foram premiados como resultado de “concurso público” realizado em agosto de 2022. Para apoiar os contratos, a CHC Brasil operará cinco helicópteros Leonardo AW139 de novas bases localizadas em Campos dos Goytacazes, e Aeroporto Bartolomeu Lisandro e Aeroporto Eurico de Aguiar Salles em Vitória.

A CHC espera aumentar sua frota para cerca de dez aeronaves de médio e grande porte com esses novos contratos, que também suportam novos empregos na região, com a operadora de helicópteros elevando seu quadro de funcionários para aproximadamente 280 funcionários no Brasil.

Além disso, a CHC destacou que tem “planos significativos de crescimento de longo prazo” para a América Latina e já possui operações no Brasil e no México, tendo anteriormente operado também no Suriname, Uruguai e Ilhas Malvinas.

Em relação aos recentes negócios da CHC em outros lugares, vale a pena notar que a operadora de helicópteros ganhou um contrato em outubro de 2022 para serviços de transporte offshore no setor holandês do Mar do Norte.

FPSO Guanabara, no pré-sal do campo de Mero, alcança capacidade máxima de 180 mil bpd

Resultado comprova alta produtividade dos poços

A Petrobras informa que o navio-plataforma Guanabara, instalado no campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, alcançou sua capacidade máxima de produção, com a marca de 180 mil barris de petróleo por dia (bpd), passados cerca de oito meses desde que a unidade entrou em operação. Do tipo FPSO (sistema flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo), o Guanabara atingiu esse resultado com quatro poços produtores e três injetores de gás. É a primeira plataforma de uma série de quatro unidades definitivas programadas para Mero, cada qual com capacidade de produzir até 180 mil bpd de petróleo

Esse desempenho é resultado da alta produtividade por poço, da aceleração da curva de aprendizado e da utilização de tecnologias de última geração no campo – como a chamada configuração em loop para os poços injetores de água e gás e a separação de dióxido de carbono (CO2) por membranas. “O resultado evidencia um ramp up (evolução) da produção em ritmo consistente, indicando elevada produtividade do campo e uma estratégia de desenvolvimento acertada, dentro dos mais rigorosos padrões de segurança operacional”, afirmou o Diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Fernando Borges.

Redução de emissões de CO2

O FPSO Guanabara incorpora um dos mais robustos programas de Captura, Uso e Armazenamento Geológico de CO2, o chamado CCUS, já que o campo de Mero tem um teor de 45% desse gás possibilitando a redução das emissões de CO2.

Além disso, o Consórcio está desenvolvendo, para aplicação no campo, a tecnologia inédita de separação submarina batizada de HISEP® (High Pressure Separation). Com ela, será possível separar, ainda no leito marinho, o gás produzido rico em CO2, para sua reinjeção no reservatório.

O campo de Mero abriga não só o FPSO Guanabara, como também o FPSO Pioneiro de Libra, que opera o Sistema de Produção Antecipada (SPA 2), produzindo atualmente 50 mil bpd. O SPA 2 é dedicado à avaliação do comportamento da produção do campo. Com as duas unidades em operação, o campo de Mero produz atualmente cerca de 230 mil bpd.

Mero: terceiro maior campo do país

No segundo semestre deste ano, o Consórcio prevê instalar a segunda plataforma definitiva em Mero: o FPSO Sepetiba, também com capacidade de produzir até 180 mil bpd. Até 2025, a empresa colocará em operação outras duas unidades no campo, totalizando cinco sistemas que, juntos, corresponderão a 770 mil bpd da capacidade instalada no país.

Mero é o terceiro maior campo do Brasil em volume de óleo in place, atrás apenas de Tupi e Búzios, também localizados no pré-sal da Bacia de Santos.

As operações do campo unitizado de Mero são conduzidas pelo consórcio operado pela Petrobras (38,6%), em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda (19,3%), TotalEnergies EP Brasil Ltda (19,3%), CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda (9,65%), CNOOC Petroleum Brasil Ltda (9,65%) e Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA) (3,5%), como representante da União na área não contratada.

Emerson ajuda equipes a desenvolver estratégias abrangentes de monitoramento da condição dos ativos

O Serviço de monitoramento da condição dos ativos AMS maximiza o valor e a eficiência dos investimentos em software de análise de dados dos usuários

A líder mundial de software e engenharia Emerson lançou o Serviço de monitoramento da condição dos ativos AMS, uma nova solução projetada para ajudar usuários a desenvolver estratégias de monitoramento abrangentes e equipar os profissionais de confiabilidade com ferramentas e apoio para o desafio de lidar com muitos dados sem o tempo ou a equipe necessários para processar e analisar tudo. O serviço pode suplementar um programa existente com análises sob demanda, ou especialistas da Emerson podem gerenciar completamente a análise para empresas que podem não ter os recursos ou as habilidades dentro da empresa.

O AMS Machine Works e o Monitor de vibração wireless AMS da Emerson oferecem aos usuários um ecossistema digital para integrar monitoramento wireless e on-line em uma única plataforma de software com interfaces e ferramentas em comum. Mas com a atual escassez de mão de obra qualificada, muitos estabelecimentos não têm os especialistas necessários para analisar os dados disponíveis integralmente nessas plataformas e transformá-los em informações efetivas.

O Serviço de monitoramento da condição dos ativos AMS apoia os usuários de AMS com uma equipe de analistas profissionais com certificação ISO 18436-2 Categoria III ou superior que oferecem conhecimentos que capacitam empresas a tomar decisões de negócios significativas monitorando e interpretando dados e acompanhando com relatórios de ação fáceis de ler. O serviço em breve será totalmente integrado à experiência digital do Guardian da Emerson, onde os usuários podem acessar suas descobertas e gerenciar o serviço.

Com o Serviço de monitoramento da condição dos ativos AMS, plantas podem receber conhecimentos antes de causar uma interrupção significativa, reduzir a operação e os custos de manutenção, conectar-se a especialistas certificados a qualquer momento e fazer um programa sob medida que atenda a suas necessidades. Usuários podem mudar o foco ao gerir a planta e evitar o alto custo associado a analistas de vibração certificados no local.

Sobre a Emerson

Emerson (NYSE: EMR) é uma empresa global de tecnologia e software que fornece soluções inovadoras para os clientes dos mercados industrial, comercial e de consumo. Por meio de seu portfólio de automação que é líder de mercado, além da sua participação majoritária na AspenTech, a Emerson ajuda fabricantes híbridos, de processo e discretos na otimização de suas operações, na proteção de seus funcionários, na redução de emissões e na realização de metas de sustentabilidade. Para mais informações, visite Emerson.com.

Revap registra em 2022 recordes históricos de entrega de derivados

Mesmo em um ano com uma parada programada de manutenção, refinaria da Petrobras alcançou volumes inéditos de fornecimento ao mercado de quatro produtos

A Refinaria Henrique Lage (Revap), unidade da Petrobras em São José dos Campos (SP), registrou em dezembro de 2022 o recorde mensal de entrega de gasolina A, com 85.035 m³ fornecidos. A refinaria bateu também o recorde anual do mesmo produto, com volume acumulado no ano de 764.805 m³ – 3% acima do recorde anterior, de 2017 (742.800 m³).

Além dos marcos relativos à gasolina A, a Revap registrou recorde anual de fornecimento de GLP, com a entrega de 802.212 toneladas. O recorde anterior desse produto tinha sido registrado em 2020, com um volume de 790.656 toneladas (um avanço de 1,5%).

Os recordes confirmam a alta disponibilidade operacional que a refinaria apresentou no ano passado e foram alcançados mesmo em um ano com uma parada programada de manutenção, realizada nos meses de maio e junho justamente na unidade produtora de gasolina A e GLP.

Mais recordes da Revap em 2022

Outros dois produtos também foram destaques na produção da Refinaria Henrique Lage: Diesel S-10 e Asfalto. Em março, a unidade alcançou uma produção recorde de Diesel S-10, combustível com baixo teor de enxofre e que atende às tecnologias mais modernas de motores em uso no país. Naquele mês, foram produzidos 217.615 m³.

No caso do Asfalto, a Revap teve em novembro do ano passado a melhor entrega mensal dos últimos 8 anos, com 36.759 toneladas fornecidas ao mercado. O maior volume fornecido de Asfalto havia sido em setembro de 2016, de 32.607 toneladas.

Ocyan inicia 2023 com mais de 100 vagas abertas

A empresa de óleo e gás Ocyan abre mais de 100 vagas para o projeto de atividades em suas unidades de perfuração e manutenção e serviços offshore. As oportunidades são para trabalho offshore (embarcado) e onshore (terra).  O cadastro pode ser realizado no site da empresa, na página Nossa Gente.

“Iniciamos o ano com diversas posições abertas para diversos cargos. As vagas em sua maioria são para oportunidades técnicas e por isso, muitas delas exigem profissionais com qualidade técnica e experiência em certas atividades; outras demandam formação superior ou apenas ensino médio”, destaca Nir Lander, vice-presidente de Pessoas & Gestão da Ocyan.

Entre as principais posições em aberto, estão especialista de manutenção, 1º oficial de máquinas, analista de materiais, eletricista, engenheiro(a) de manutenção, marinheiro(a) de convés, plataformista, rádio operador (a), soldador (a), sondador(a) cyber, supervisor(a) de subsea, supervisor(a) de subsea sênior, técnico(a) de eletrônica, técnico(a) em elétrica, caldeireiro(a) escalador(a) NI, montador(a) de andaimes, pintor(a) escalador(a) NI, escalador(a) N3, entre outras.

Como em todos os processos seletivos que realiza, a encoraja a diversidade. “Buscamos promover diversidade em nossas unidades e priorizamos contratações visando nossas metas estabelecidas em nossa agenda ESG. Queremos ser uma empresa reconhecida por grupos minoritários como excelente para se trabalhar até 2030”, completa o executivo.

Para informações adicionais, acesse: https://www.ocyan-sa.com/pt-br/nossa-gente

Petrobras bate recorde de depósito de patentes em 2022

Com maior número de pedidos, empresa ficou em primeiro lugar pelo segundo ano consecutivo

A Petrobras bateu pelo segundo ano consecutivo o recorde de pedidos de depósito de patente junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), com 128 novos pedidos depositados até o dia 30/12, superando os 119 depósitos de 2021. Na ocasião, a companhia bateu seu próprio recorde, de 95 depósitos, obtido em 2005. Com essa marca, a empresa mantém a posição de liderança entre depositantes nacionais: empresas, universidades e Institutos de Ciência e Tecnologia. A empresa vem conquistando posições nesse ranking: passou do 5º lugar, em 2019, para o 2º, em 2020 e, desde o ano passado, lidera a os pedidos de patente.

“A Petrobras é a uma das maiores agregadoras do ecossistema de inovação em energia do país. Por meio do Cenpes, e do nosso pessoal altamente capacitado, desenvolvemos tecnologias e firmamos parcerias com as principais instituições científicas e empresas de base tecnológica no Brasil e no exterior. Esses acordos são fundamentais para antecipar soluções, superar desafios e inovar, gerando os melhores resultados para o negócio”, afirma o diretor de Transformação Digital e Inovação, Paulo Palaia.

A Petrobras é a empresa brasileira que mantém mais patentes ativas, com 1.100 depósitos no país. A maioria dos projetos relacionados aos 128 pedidos de 2022 foi desenvolvida para atender demandas de exploração e produção, refino, gás e energia, renováveis e projetos de desenvolvimento sustentável, como descarbonização e redução de emissões. O Plano Estratégico da Petrobras 2023-2027 prevê investimentos da ordem de US$ 2,1 bilhões em transformação digital e inovação e a meta de superar o número de 1.200 patentes ativas no Brasil em 2025.

Cenpes

Para dar suporte aos projetos de P&D,I, a Petrobras conta com o Centro de Pesquisas e Inovação Leopoldo Miguez de Mello, o Cenpes, que é um dos maiores centros de pesquisa da América Latina. São mais de mil colaboradores, pessoal altamente especializado, que têm à disposição 116 laboratórios, plantas piloto e mais de 4.700 equipamentos. Lá são testadas e desenvolvidas tecnologias aplicadas ao negócio e mais de 900 parcerias com empresas, universidades e instituições de ciência e tecnologia, formando um ecossistema de inovação com mais de 9 mil pesquisadores.

Conexões

Outro motor de inovação da empresa é programa Petrobras Conexões para Inovação, que conecta a companhia com todo o ecossistema inovador, desde startups, universidades, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) até empresas. Dividido em módulos, ele reúne a diferentes formas de desenvolver, testar ou comercializar tecnologias com a Petrobras. Este ano, foram lançados mais de 100 desafios por meio do portal do Conexões para Inovação e firmadas mais de 60 novas parcerias superando o valor de R$ 140 milhões em investimento contratado.

Inovação

A Petrobras foi a grande vencedora do Prêmio ANP de Inovação 2022. A empresa ficou em primeiro lugar em quatro das cinco categorias e finalista com 13 projetos em parceria com universidades, instituições de pesquisa e outras empresas. O prêmio reconhece os resultados associados a projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), que representem tecnologias de interesse do setor de Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis, Petroquímica, Energias Renováveis, Transição Energética e Descarbonização.