Dow e Ambipar Group anunciam ampla parceria para expansão da economia circular

Gigantes em seus setores, as empresas trabalham para fechar o ciclo da embalagem, por meio de estratégias robustas para garantir a circularidade do plástico de ponta a ponta

A Dow, empresa líder mundial em ciência dos materiais, a Boomera Ambipar, empresa brasileira especializada em economia circular controlada pela Ambipar, multinacional brasileira líder em gestão ambiental – acabam de dar um importante passo rumo a fechar o ciclo da cadeia de resíduos plásticos, entregando uma economia circular de fato com foco em desenvolvimento de novas soluções e envolvendo todos os atores do ciclo das embalagens plásticas.

A estratégia de sustentabilidade visa fomentar a conversão para uma economia circular que permite a reutilização de materiais. As empresas trabalharão em conjunto, em um projeto piloto para ampliação da coleta de resíduos domésticos e industriais que iriam para aterros sanitários, garantindo que os mesmos sejam reciclados. O projeto tem capacidade de abrangência nacional e as ações estão programadas para 2023.

A atuação tem como objetivo ampliar o escopo e as oportunidades do trabalho que já vem sendo desenvolvida entre Dow & Ambipar Group com projetos de logística como o Corredor Sustentável. Este novo momento consiste em ampliar os investimentos e ações com cooperativas de catadores, desenvolvimento de novos produtos, principalmente resinas diferenciadas, que atendam às metas de ESG de cada um desses setores.

“O fortalecimento da parceria e o nosso compromisso é um exemplo de como a Dow trabalha para avançar em ações colaborativas ajudando a fechar o ciclo dos plásticos, que é uma das nossas principais metas. Até 2035 pretendemos ter 100% dos produtos Dow vendidos em aplicações de embalagens reutilizáveis ou recicláveis e acreditamos que, somente através de cooperações com toda a cadeia de valor, poderemos atingir esse objetivo” – Carolina Mantilla – Diretora de Sustentabilidade, Embalagens e Plásticos Especiais da Dow.

Algumas das principais ações práticas da parceria consistem em avaliar os resíduos plásticos, preparar instalações de recuperação desses materiais, selecionar modelos de coleta e conversão em alta escala, ao mesmo tempo em que se melhora a qualidade de todos os plásticos recicláveis e, contribuir para designar mercado final para a conversão desses materiais reciclados.

“Temos projetos com a Dow e com Boomera Ambipar há anos, ambas foram fundamentais para fomentar o trabalho com as cooperativas de catadores e também para desenvolvermos uma linha de resinas de altíssima qualidade, importante para o mercado brasileiro. Acreditamos muito que parcerias como essa de grandes empresas é o que faz com que a economia circular aconteça de fato, em alta escala e nos possibilite criar produtos ainda mais inovadores.” – Gui Brammer – CEO e fundador da Boomera Ambipar

Por meio dessa colaboração também será possível expandir o trabalho já existente com as cooperativas de reciclagem, onde são realizados o mapeamento dos resíduos, treinamentos dos catadores e estudos de coleta em comunidades para apoiar o desenvolvimento das melhores práticas e otimizar a recuperação desses resíduos.

“É muito importante para a Ambipar poder contar com empresas referências em seus setores, pois é assim que conseguiremos garantir que todos os elos da cadeia do plástico estejam trabalhando para a circularidade e reciclagem, gerando impacto social e ambiental significativos.” – Cristina Andriotti, CEO da Ambipar Environment.

As empresas ainda trabalharão para desenvolver processos para atender às especificações para reciclagem avançada, possibilitando ampliar o portifólio de resinas, aumentar a aquisição de matéria prima para explorar formas de desenvolver novas resinas plásticas, mais sustentáveis e desenhadas para reciclabilidade.

Karoon Energy Brasil concluiu a perfuração de dois poços no Brasil

A empresa concluiu a perfuração dos dois poços da acumulação de Patola, no campo de Baúna, na Bacia de Santos. Os dois primeiros poços da Karoon como operadora desse campo.

Foram mais de 4 mil metros perfurados e cimentados em 35 dias, sem acidentes, e dentro dos padrões mundiais de qualidade e integridade.

A Karoon segue para a completação destes poços, que serão interligados ao FPSO Cidade de Itajaí, rumo a meta de mais do que dobrar a produção!

Esse trabalho foi fruto da integração das excelentes equipes da Karoon Energy, da Sonda e das Companhias de Serviço.

Petrobras informa sobre processo de venda da REGAP

A Petrobras informa que recebeu proposta vinculante para venda da Refinaria Gabriel Passos (REGAP), em Minas Gerais, mas decidiu pelo encerramento do processo, uma vez que as condições da proposta apresentada ficaram aquém da avaliação econômico-financeira da Petrobras. Assim, a companhia avaliará o momento adequado para iniciar novo processo competitivo.

A Petrobras reforça o seu compromisso com a ampla transparência de seus projetos de desinvestimento e de gestão de seu portfólio e informa que as etapas subsequentes serão divulgadas ao mercado de acordo com a Sistemática para Desinvestimentos da companhia e com o Decreto 9.188/2017.

Refap bate recordes de vendas de Diesel S-10 e de produção e comercialização de asfalto

Unidade da Petrobras em Canoas registrou marcas em outubro

A Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) obteve marcos importantes no mês de outubro. Para o Diesel S-10, foi registrado recorde de vendas: 1.393 mil barris, superando em 9% o recorde anterior de julho deste ano. O Diesel S10 é um combustível com baixo teor de enxofre e que atende às tecnologias mais modernas de motores em uso no Brasil.

Outros destaques foram a produção e vendas de asfalto. Em outubro, foram estabelecidos novos recordes de produção: 33,8 mil toneladas, 19% acima do recorde mensal anterior, de 2017. Em termos de vendas, foram 25,9 mil toneladas, 15% acima do realizado em setembro de 2016.

A estratégia da Petrobras é usar o parque de refino da empresa de forma eficiente, observando a demanda dos mercados para cada produto e as alternativas de suprimento de petróleo e derivados. O desempenho das refinarias respeita os requisitos de segurança, qualidade dos produtos e respeito ao meio ambiente, com o foco em geração de valor.

Petrobras informa sobre a forma de distribuição da remuneração aos acionistas

A Petrobras, em continuidade aos Fatos Relevantes de 03 de novembro de 2022, informa que a distribuição da segunda parcela da remuneração aos acionistas, aprovada naquela data pelo Conselho de Administração, a ser paga no dia 19 de janeiro de 2023, no valor de R$ 1,67445 por ação, será realizada da seguinte forma:

(i) Dividendos: R$ 1,600192 líquido por ação ordinária e preferencial em circulação;

(ii) Juros sobre capital próprio (JCP): R$ 0,074258 bruto por ação ordinária e preferencial em circulação.

A data de corte é dia 21 de novembro de 2022 para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3 e dia 23 de novembro de 2022 e a record date para os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) negociados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). As ações da Petrobras serão negociadas ex-direitos na B3 e as ADRS na NYSE a partir de 22 de novembro de 2022.

O pagamento da segunda parcela para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3 será realizado no dia 19 de janeiro de 2023 e para os detentores de ADRs a partir de 26 de janeiro de 2023.

O valor da segunda parcela será atualizado pela variação da taxa Selic de 31 de dezembro de 2022 até a data do pagamento.

As informações referentes à primeira parcela, a ser paga em 20 de dezembro de 2022 permanecem inalteradas conforme Fato Relevante de 03 de novembro de 2022.

Sobre os valores de JCP, incidirá imposto de renda conforme legislação vigente. As retenções de imposto de renda não serão aplicadas aos acionistas que comprovarem legalmente sua condição de imune e isento.

Os dividendos e os JCP não reclamados no prazo de 3 (três) anos, a contar da data de início do pagamento, prescreverão e reverterão em favor da companhia (Lei 6404/76, art. 287, inciso II, item a).

INSTRUÇÕES QUANTO AO CRÉDITO

Para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3, o pagamento será efetuado pelo Banco Bradesco S.A. (Bradesco), instituição depositária das ações escriturais de emissão da Petrobras. Todos os acionistas que estiverem com seu cadastro devidamente atualizados terão seus direitos creditados automaticamente em suas contas bancárias na data do pagamento. Para os acionistas com ações custodiadas na B3, o pagamento será efetuado através de suas respectivas corretoras.

Mais informações poderão ser obtidas através de qualquer agência do Bradesco ou pelo telefone 0800-7011616.

Para os detentores de ADRs, o pagamento ocorrerá a partir do dia 26 de janeiro de 2023 através do JP Morgan Chase Bank, banco depositário dos ADRs da Petrobras. Informações e esclarecimentos poderão ser obtidos por intermédio do site www.adr.com.

Petrobras conclui bookbuilding da emissão de CRI

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 31/10/2022, informa que finalizou o procedimento de bookbuilding da emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), em até 3 (três) séries, integrantes da 1ª (primeira), da 2ª (segunda) e da 3ª (terceira) séries da 67ª (sexagésima sétima) emissão Opea Securitizadora S.A. (Securitizadora), lastreados em notas comerciais escriturais da 2ª emissão (Emissão) da companhia, sem garantia real e fidejussória, para colocação privada, nos termos da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nº 400, da Resolução da CVM nº 60 e das demais disposições legais e regulamentares aplicáveis, resultando na emissão de 3 (três) séries no valor total de R$ 1.514.971,00 (hum bilhão, quinhentos e quatorze mil, novecentos e setenta e um reais).

A tabela abaixo apresenta um resumo contendo as condições finais obtidas e a alocação dos CRIs entre as séries da Emissão:

A oferta terá início somente após (i) o atendimento de requisitos previstos nos documentos da oferta; (ii) a concessão do registro da oferta pela CVM; (iii) a divulgação do anúncio de início; e (iv) a disponibilização do prospecto definitivo aos investidores, nos termos da Instrução CVM 400.

A liquidação final da operação está prevista para ocorrer em 05/12/2022, nos termos do cronograma previsto nos documentos da oferta.

O presente comunicado ao mercado tem caráter exclusivamente informativo, nos termos da legislação em vigor, e não deve ser interpretado ou considerado, para todos os fins e efeitos legais, como um material de venda e/ou de divulgação das Notas Comerciais e/ou da oferta dos CRI.

Repsol Sinopec Brasil celebra 25 anos no país

Com forte presença em ativos de classe mundial e projetos promissores, empresa mira no futuro reafirmando seu compromisso com a gestão ESG

A Repsol Sinopec Brasil (RSB) está celebrando 25 anos, com uma trajetória de pioneirismo, inovação, e grandes contribuições para o desenvolvimento e progresso da sociedade.

Com forte presença em ativos de classe mundial, especialmente no pré-sal, a empresa se consolida hoje como a quarta maior produtora nacional e uma das maiores empresas de energia da América Latina.

Sua carteira de ativos é composta por três grandes campos produtores – Albacora Leste, Lapa e Sapinhoá -, além de blocos exploratórios de grande potencial – Sagitário e BM-C-33.

Pioneirismo e geração de valor

Como parte do grupo espanhol Repsol, a empresa se tornou a precursora na abertura do mercado de exploração e produção brasileiro, em 2000, através da parceria para o campo de Albacora Leste. Em 2010, firmou uma joint venture com o grupo chinês Sinopec (40%), com objetivo de focar e  expandir suas atividades no upstream.

Mais tarde, a RSB participou de grandes descobertas no pré-sal brasileiro, como a de Sapinhoá, que hoje é terceiro maior campo produtor do país. Também foi a primeira empresa internacional a realizar operações de transbordo entre navios (ship-to-ship) em águas brasileiras.

Como resultado, de 2011 a 2022, a companhia investiu 5 bilhões de dólares no Brasil nos últimos 10 anos, destacando-se entre as empresas do setor que mais investiram no país na última década.

Energia para criar o amanhã

Esta trajetória de pioneirismos também foi reforçada quando, em 2019, a Repsol foi a primeira companhia do mundo no setor a declarar sua meta de zero emissões líquidas até 2050, compromisso assumido a partir de um modelo de sustentabilidade próprio, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) e aos anseios da sociedade.

Neste contexto, a diversidade de talentos e a tecnologia são aliadas importantíssimas na busca de soluções para oferecer energia de forma cada vez mais segura, eficiente e sustentável.

A diversidade já é parte da empresa, que conta com uma equipe de pessoas de 10 diferentes nacionalidades e índices de presença feminina superiores aos da média da indústria. Na RSB, as mulheres representam 39% do time e 46% da liderança executiva. processo seletivo é oculto, e nele a paridade de gênero é assegurada. A nossa licença paternidade é de quatro meses, proporcionando maior igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, e, além disto, existe um canal de ética e cumprimento disponível 24h. O comitê de Diversidade e Inclusão, formado por empregados voluntários, também  desempenha um importante papel fomentando a diversidade e a inclusão na RSB.

Tecnologia e inovação são outras pontas de lança na estratégia voltada para a construção de modelos de energia mais sustentáveis. Na vanguarda da inovação, já foram mais de R$ 185 milhões em projetos de P&D nos últimos cinco anos, e cerca de R$ 200 milhões previstos para os próximos dois anos. Entre os projetos mais recentes do nosso portfólio, destacam-se o CO2CHEM, que está desenvolvendo tecnologias inovadoras para produção de hidrocarbonetos sustentáveis a partir de CO2, e o DAC.SI, que construirá a primeira planta de captura e armazenamento geológico de carbono atmosférico da América do Sul. Esses são projetos da linha de Pesquisa & Desenvolvimento em Gestão de Carbono que reforçam o compromisso da companhia com a sustentabilidade e a transição energética.

Além de atuação de destaque em diversidade e tecnologia, a empresa vem se consolidando como um player cada vez mais importante no mercado de gás natural brasileiro, através da venda direta do gás de Sapinhoá Norte, da sua importante contribuição e participação nos Sistemas Integrados de Escoamento e Processamento de Gás Natural (SIE e SIP), e do desenvolvimento do bloco BM-C-33, onde está localizada Pão de Açúcar, descoberta com volume total recuperável estimado acima de um bilhão de barris de óleo equivalente.

Agora, a Repsol Sinopec Brasil tem como objetivo construir os próximos 25 anos, com o nosso de seguir produzindo petróleo e gás de forma cada vez mais responsável, para suprir a demanda de energia, bem essencial para o bem-estar da sociedade. Tudo isto promovendo, ao mesmo tempo, o desenvolvimento do mercado, da indústria e do país.

Shell e Raízen assinam acordo expressivo para etanol celulósico

Combustível de baixo carbono deverá ser produzido por cinco usinas que a Raízen planeja construir no Brasil

A Shell concordou em comprar um total de 3,25 bilhões de litros de etanol celulósico de cana de açúcar, no âmbito de um acordo de longo prazo com a brasileira Raízen. O combustível de baixo carbono deverá ser produzido por cinco usinas que a Raízen planeja construir no Brasil, elevando seu portfólio total de usinas de etanol celulósico para nove.

A Shell contribuiu com a tecnologia do etanol celulósico durante a formação da Raízen, joint venture com a Cosan SA, em 2011. Desde então, a Raízen desenvolveu e ampliou o processo de produção de etanol de baixa intensidade de carbono a partir de resíduos de cana de açúcar. As novas plantas permitirão que a Raízen opere parques bioenergéticos altamente integrados, enquanto o acordo de fornecimento ajudará a Shell em sua estratégia de se transformar em um negócio de energia com emissões líquidas zero até 2050.

“A demanda global por combustíveis sustentáveis está crescendo”, disse Andrew Smith, vice-presidente executivo da Shell Trading and Supply. “Combinar a inovadora tecnologia de resíduos de cana de açúcar da Raízen com a rede de distribuição global e o relacionamento com os clientes da Shell ajudará a atender a essa demanda.”

Ao aproveitar os resíduos da cana de açúcar, a tecnologia de etanol de segunda geração (E2G) da Raízen pode produzir cerca de 50% mais etanol com a mesma quantidade de terra. As novas usinas, a primeira das quais deverá iniciar a produção em 2025, permitirão à Raízen fornecer significativamente mais combustível de baixo carbono sem criar competição pelo uso da terra com as culturas alimentares.

A Raízen espera investir cerca de US$ 1,5 bilhão nas usinas, sendo que a última deve entrar em operação até o final de 2027, o mais tardar.

Ricardo Mussa, CEO da Raízen, disse: “A produção em larga escala de etanol celulósico a partir da cana de açúcar posicionará a Raízen como uma fornecedora líder de combustíveis de baixo carbono e matéria-prima para substituir os combustíveis fósseis. O tamanho deste acordo reforça a escala comercial que nossa tecnologia E2G alcançou e sua capacidade de apoiar as jornadas de descarbonização de nossos clientes em todo o mundo”.

Nota de advertência

As empresas nas quais a Shell plc detém, direta e indiretamente, investimentos são pessoas jurídicas distintas. Neste anúncio, “Shell”, “Grupo Shell” e “Grupo” são algumas vezes usados por conveniência quando são feitas referências à Shell plc e suas subsidiárias em geral. Da mesma forma, as palavras “nós”, “nos” e “nosso” também são usadas para se referir à Shell plc e suas subsidiárias no geral ou àqueles que trabalham para elas. Esses termos também são usados quando nenhum propósito útil é atendido pela identificação da entidade ou entidades em particular. ‘‘Subsidiárias’’, “Subsidiárias da Shell” e “Empresas Shell”, conforme usado neste anúncio, referem-se a entidades sobre as quais a Shell plc tem controle direto ou indireto. Entidades e acordos não incorporados sobre os quais a Shell tem controle conjunto são geralmente denominados “joint ventures” e “operações conjuntas”, respectivamente. “Empreendimentos conjuntos” e “operações conjuntas” são coletivamente mencionados como “acordos conjuntos”. As entidades sobre as quais a Shell tem influência significativa, mas sem controle ou controle conjunto, são chamadas de “associadas”. O termo “participação da Shell” é usado por conveniência para indicar a participação acionária direta e/ou indireta detida pela Shell em uma entidade ou acordo conjunto não incorporado, após a exclusão de todas as participações de terceiros.

Declarações prospectivas

Este anúncio contém declarações prospectivas (na acepção da Lei de Reforma de Litígios de Títulos Privados de 1995 dos EUA) relativas à condição financeira, resultados de operações e negócios da Shell. Todas as declarações que não sejam declarações de fatos históricos são, ou podem ser consideradas, declarações prospectivas. As declarações prospectivas são declarações de expectativas futuras baseadas nas expectativas e suposições atuais da administração e envolvem riscos e incertezas conhecidos e desconhecidos que podem fazer com que os resultados, desempenho ou eventos reais sejam materialmente diferentes daqueles expressos ou implícitos nessas declarações. As declarações prospectivas incluem, entre outras coisas, declarações relativas à exposição potencial da Shell a riscos de mercado e declarações que expressam expectativas, crenças, estimativas, previsões, projeções e suposições da administração. Essas declarações prospectivas são identificadas pelo uso de termos e frases como “visar”, “ambição”, “antecipar”, “acreditar”, “poderia”, “estimar”, ” esperar”, ”objetivos”, ”pretender”, ”pode”, “marcos”, ”objetivos”, ”perspectivas”, ”planejar”, ”provavelmente”, ”prever”, ”riscos”, ”programar”, ”buscar”, ”deveria”, ‘meta”, ”vai” e termos e frases semelhantes. Há vários fatores que podem afetar as operações futuras da Shell e fazer com que esses resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressos nas declarações prospectivas incluídas neste anúncio, incluindo (sem limitação): (a) flutuações dos preços do petróleo bruto e do gás natural; (b) mudanças na demanda por produtos da Shell; (c) flutuações cambiais; (d) resultados de perfuração e produção; (e) estimativas de reservas; (f) perda de participação de mercado e concorrência no setor; (g) riscos ambientais e físicos; (h) riscos associados à identificação de propriedades e metas potenciais de aquisição adequadas, e negociação e conclusão bem-sucedidas de tais transações; (i) o risco de fazer negócios em países em desenvolvimento e países sujeitos a sanções internacionais; (j) desenvolvimentos legislativos, judiciais, fiscais e regulatórios, incluindo medidas regulatórias que abordam as mudanças climáticas; (k) condições econômicas e financeiras de mercado em diversos países e regiões; (l) riscos políticos, incluindo os riscos de desapropriação e renegociação de termos de contratos com entidades governamentais, atrasos ou adiantamentos na aprovação de projetos e atrasos no reembolso de custos compartilhados; (m) riscos associados ao impacto de pandemias, como o surto da COVID-19 (coronavírus); e (n) alterações nas condições de negociação. Nenhuma garantia é fornecida de que os futuros pagamentos de dividendos serão iguais ou superiores aos pagamentos de dividendos anteriores. Todas as declarações prospectivas contidas neste anúncio são expressamente qualificadas em sua totalidade pelas declarações de advertência contidas ou referidas nesta seção. Os leitores não devem confiar indevidamente em declarações prospectivas. Fatores de risco adicionais que podem afetar os resultados futuros estão contidos no Formulário 20-F da Shell plc para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2021 (disponível em www.shell.com/investor e www.sec.gov). Esses fatores de risco também qualificam expressamente todas as declarações prospectivas contidas neste anúncio e devem ser consideradas pelo leitor. Cada declaração prospectiva refere-se apenas à data deste anúncio, 7 de novembro de 2022. Nem a Shell plc nem nenhuma de suas subsidiárias assumem qualquer obrigação de atualizar ou revisar publicamente qualquer declaração prospectiva como resultado de novas informações, eventos futuros ou outras informações. À luz desses riscos, os resultados podem diferir materialmente daqueles declarados, implícitos ou inferidos nas declarações prospectivas contidas neste anúncio.

A pegada líquida de carbono da Shell

Além disso, neste anúncio podemos nos referir à “Pegada Líquida de Carbono” ou “Intensidade Líquida de Carbono” da Shell, que inclui as emissões de carbono da Shell provenientes da produção de nossos produtos de energia, as emissões de carbono de nossos fornecedores na oferta de energia para essa produção e as emissões de carbono de nossos clientes associadas ao uso dos produtos de energia que vendemos. A Shell controla apenas suas próprias emissões. O uso do termo “Pegada Líquida de Carbono” ou “Intensidade Líquida de Carbono” da Shell é apenas para conveniência e não pretende sugerir que essas emissões sejam da Shell plc ou de suas subsidiárias.

Meta de emissões líquidas zero da Shell

O plano operacional, as perspectivas e os orçamentos da Shell são previstos para um período de dez anos e são atualizados todos os anos. Eles refletem o ambiente econômico atual e o que podemos esperar ver nos próximos dez anos. Assim, eles refletem nossas metas de Escopo 1, Escopo 2 e Pegada Líquida de Carbono (NCF, na sigla em inglês) para os próximos dez anos. No entanto, os planos operacionais da Shell não podem refletir nossa meta de emissões líquidas zero para 2050 e a meta de NCF para 2035, pois essas metas estão atualmente fora do nosso período de planejamento. No futuro, à medida que a sociedade caminha para emissões líquidas zero, esperamos que os planos operacionais da Shell reflitam esse movimento. No entanto, se a sociedade não for líquida zero em 2050, a partir de hoje, pode haver um risco significativo de que a Shell não atinja essa meta.

Medidas prospectivas não GAAP 

Este anúncio pode conter certas medidas prospectivas não GAAP, como despesas de capital em dinheiro e desinvestimentos. Não podemos fornecer uma reconciliação dessas medidas prospectivas não-GAAP com as medidas financeiras GAAP mais comparáveis, porque certas informações necessárias para reconciliar essas medidas não-GAAP com as medidas financeiras GAAP mais comparáveis dependem de eventos futuros, alguns dos quais estão fora do controle da Shell, como preços de petróleo e gás, taxas de juros e taxas de câmbio. Além disso, estimar tais medidas GAAP com a precisão necessária para fornecer uma reconciliação significativa é extremamente difícil e não poderia ser realizada sem envolver um esforço desproporcional. As medidas não GAAP em relação a períodos futuros que não podem ser reconciliadas com a medida financeira GAAP mais comparável são calculadas de maneira consistente com as políticas contábeis aplicadas nas demonstrações financeiras consolidadas da Shell plc.

O conteúdo dos sites mencionados neste anúncio não faz parte deste anúncio.

Podemos ter usado neste anúncio, certos termos como recursos, que a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) nos proíbe estritamente de incluir em nossos registros junto à SEC. Os investidores são convidados a considerar atentamente a divulgação em nosso Formulário 20-F, Arquivo nº 1-32575, disponível no site da SEC www.sec.gov.

Petrobras reduz preços de venda de GLP para as distribuidoras

A partir de hoje, 17/11, o preço médio de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,7842/kg para R$ 3,5842/kg, equivalente a R$ 46,59 por 13kg, refletindo redução média de R$ 2,60 por 13 kg.

Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio.

Transparência é fundamental

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor.

Convidamos a visitar precos.petrobras.com.br

Shell e Unicamp firmam parceria inovadora para produção de energia a partir do Agave no Brasil

Intitulado de BRAVE (Brazilian Agave Development), programa foi lançado na última segunda-feira (7/11) durante cerimônia no Laboratório de Genômica e Bioenergia da Unicamp, em Campinas (SP)

A Shell Brasil formalizou uma parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o desenvolvimento do Agave (cultivar típico do Sertão Brasileiro) como uma nova fonte de biomassa produtiva, eficiente e competitiva, capaz de capturar e armazenar grandes quantidades de carbono. O programa, intitulado BRAVE (Brazilian Agave Development), foi lançado na última segunda-feira (7/11) durante cerimônia no Laboratório de Genômica e Bioenergia da Unicamp, em Campinas (SP). Com investimento na ordem de R$ 30 milhões, o projeto é financiado pela Shell, utilizando recursos oriundos da cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Através do programa, serão desenvolvidas tecnologias que fornecerão a base de uma nova cadeia industrial no país, baseada em um cultivar adaptado ao clima semiárido presente no Sertão Brasileiro e cujo potencial produtivo se assemelha àquele encontrado na cana-de-açúcar cultivada em outras regiões do Brasil. O desenvolvimento do BRAVE contempla soluções biológicas para a melhoria da produtividade, adaptabilidade e resistência do Agave, assim como a criação, pela primeira vez no mundo, de equipamentos para plantio e colheita deste cultivar. Por fim, a parceria prevê a construção de plantas-piloto de processamento e refino da biomassa a serem instaladas na Bahia, convertendo o Agave em biocombustíveis e diversos outros produtos renováveis, como etanol de primeira e segunda gerações e biogás.

“Queremos ajudar a criar tecnologia para um novo conceito de produção de bioenergia no país, que pode viabilizar o surgimento de uma nova cadeia industrial colocando o Sertão Brasileiro como potencial polo produtor de biocombustíveis para o mundo, ao mesmo tempo em que ajudamos a desenvolver uma das áreas de maior vulnerabilidade socioeconômica do Brasil”, comenta Alexandre Breda, gerente de Tecnologia de Baixo Carbono da Shell Brasil.

Com duração prevista de 5 anos, o programa está alinhado à estratégia global da Shell, que tem como pilares centrais alcançar emissões líquidas zero até 2050, respeitar a natureza, impulsionar vidas e gerar valor para os acionistas. Atualmente, a Shell Brasil investe cerca de R$ 600 milhões em projetos de Pesquisa & Desenvolvimento no país, sendo 30% dessa verba destinada a iniciativas para a transição energética, como no caso do BRAVE.

“O BRAVE é uma biorevolução para o sertão: desenvolvimento de uma cadeia de valor baseada em plantas de altíssima produtividade em zona de semiárido, que se tornará ainda mais comum com as mudanças climáticas”, observa Gonçalo Pereira, coordenador do Laboratório de Genômica e Bioenergia da Unicamp.

A iniciativa faz parte do portfólio de projetos de Tecnologias de Baixo Carbono da Shell Brasil, sob a gerência de Alexandre Breda, e que tem Marcelo Medeiros na coordenação das atividades. O Prof. Dr. Gonçalo Pereira é o coordenador técnico do BRAVE, com a participação de outros nove pesquisadores e mais de 50 alunos bolsistas e técnicos da Unicamp, além de parceiros de outras instituições acadêmicas.