Petrobras contribui para coleta de mais de 8 toneladas de lixo no Dia Mundial de Limpeza de Praias

Voluntários dos projetos recolheram resíduos em praias e rios de 13 estados do país no último dia (17/9)

Projetos apoiados pela Petrobras participaram no último sábado (17/9) do Dia Mundial de Limpeza de Praias e Rios (World Cleanup Day). Estarão presentes nas ações de limpeza de praias e rios 21 projetos ambientais patrocinados pela companhia, além das equipes do Projeto de Monitoramento de Praias (PMP), executado pela Petrobras em atendimento a condicionantes de licenciamento ambiental.

A edição de 2022 marca o retorno do World Cleanup Day à forma presencial – nos últimos dois anos, em razão da pandemia de Covid-19, as ações de limpeza de praias foram feitas de forma simbólica.

As ações devem abranger cerca de 120km de praias marítimas e fluviais em 13 Estados, com a participação prevista de mais de 2500 voluntários para fazer a coleta, triagem e pesagem dos resíduos encontrados. Com base em experiências similares, os projetos preveem coletar, este ano, um total entre 8 e 11 toneladas de resíduos sólidos.

No Rio de Janeiro, os projetos Meros do Brasil, Projeto Uçá, Coral Vivo e Guapiaçu se uniram para uma ação dentro e fora d’água. Voluntários remadores farão o percurso de pranchas de stand up da praia Vermelha, na Urca, até a praia do Flamengo recolhendo o lixo no oceano. Em pranchas fabricadas com garrafas pet, eles irão mostrar, na prática, que é preciso repensar sobre o ciclo dos resíduos que a população produz. A ideia é mobilizar e conscientizar as pessoas da importância de comportamentos preventivos, como não jogar lixo nas praias, no mar ou nos rios.

Nas ações anteriores, os resíduos encontrados vão desde os mais comuns, como garrafas plásticas e vidros, até alguns bastante inusitados, como pedaços de sofás, geladeiras, móveis e peças de carros – numa mostra de como o lixo que não é corretamente tratado pode ser levado pela correnteza até lugares muito distantes, com consequências sérias para o meio ambiente, uma vez que estes materiais podem levar séculos para se decompor.

Além das praias marítimas, muitos projetos farão ações de limpeza também em margens de rios – por exemplo, os projetos Ecomuseu e Semeando Água, no interior de São Paulo, e o Viveiro Cidadão, em Rondônia.

As informações sobre a quantidade e tipo dos resíduos coletados serão informadas ao Ministério do Meio Ambiente, visando contribuir na formulação de políticas públicas de mitigação do descarte incorreto de resíduos no mar. O lixo no mar é um dos temas que vem mobilizando Estados, empresas e a sociedade civil em especial nesta década da Ciência Oceânica e da Restauração de Ecossistemas. Esses marcos estabelecidos pela ONU chamam a atenção para os Objetivos dos Desenvolvimento Sustentável e a necessidade de conservação do meio ambiente.

O Projeto de Monitoramento de Praias compreende o registro, resgate, necropsia, reabilitação e soltura de mamíferos, tartarugas e aves marinhas e muitos destes animais são encontrados machucados, debilitados ou mesmo mortos pelo contato ou ingestão de lixo.

Além do mutirão de limpeza, as equipes do PMP realizarão atividades educativas com a população. O resíduo recolhido será posteriormente separado, pesado e destinado para cooperativas de reciclagem locais que possam transformar o lixo em algo novo.

No ano passado, foram mais de 500 voluntários envolvidos e cerca de duas toneladas recolhidas, até um pneu de caminhão foi retirado em Imbituba, litoral de Santa Catarina. Na praia do Boqueirão Sul, em Ilha Comprida (SP), por exemplo, foram retirados cerca de 100 kg de lixo em menos de duas horas, e em Santos (SP), no bairro Ponta da Praia, em parceria com a Prefeitura, foi registrado o total de 376 kg de lixo recolhidos, 62 tipos de resíduos diferentes, 20,5 mil itens.

O PMP atua em mais de três mil km de praias do litoral brasileiro, em regiões onde a companhia opera. Atualmente, a Petrobras mantém quatro PMPs, que juntos, atuam em 10 estados litorâneos, acompanhando mais de três mil quilômetros de praias em regiões onde a companhia atua, trabalhando em parceria com diversas organizações científicas e comunidades locais.

Helix Energy Solutions garantiu outra extensão de seus contratos

A empresa garantiu outra extensão de seus contratos de afretamento e serviços de intervenção em poços com a Petrobras para o navio de intervenção em poços Siem Helix 2.

A extensão de dois anos segue diretamente os contratos atuais da Helix com a Petrobras e está programada para ser concluída em dezembro de 2024.

O contrato inicial de quatro anos entre as duas empresas para a embarcação  foi prorrogado por um ano no final de 2021 a uma taxa reduzida.

De acordo com a Helix, a Siem Helix 2 está atualmente realizando atividades de intervenção em poços baseados em risers nas Bacias de Santos e Campos offshore no Brasil e até agora concluiu mais de 60 intervenções em poços para a Petrobras.

“As condições do mercado globalmente e no Brasil estão melhorando, e a demanda por nossos ativos de classe mundial e equipes experientes tem aumentado constantemente”, disse Scotty Sparks , vice-presidente executivo e diretor de operações da Helix.

“O Siem Helix 2 forneceu consistentemente serviços de intervenção em poços líderes do setor e do mundo para a Petrobras. Esta extensão de dois anos demonstra a capacidade da Helix de fornecer continuamente soluções inovadoras para atender às necessidades dos clientes, apoiadas por nossa experiência e histórico comprovado, e apoia nosso modelo de negócios de Transição Energética de oferecer aos clientes a capacidade de maximizar a produção de seus poços existentes.”

O Siem Helix 2 é um navio de intervenção de poço avançado e construído especificamente para realizar serviços submarinos, como aprimoramento de produção, descomissionamento de poços, instalação submarina, operações de guindastes offshore e ROV, trabalhos de construção offshore e recursos de resposta a emergências, disse Helix.

No início deste ano, a Helix celebrou um novo acordo com a empresa de navegação norueguesa Siem Offshore para Siem Helix 1 e Siem Helix 2, por um período firme de três e cinco anos, respectivamente.

ANP faz consulta prévia do relatório de AIR para revisão dos padrões de poços

A Diretoria da ANP aprovou a consulta prévia da Análise de Impacto Regulatório (AIR) para revisão dos padrões técnicos de dados de poços. O objetivo é realizar uma troca entre a indústria do petróleo e gás natural e a ANP, dando transparência e isonomia às ações da Agência.

Recentemente, o padrão de Perfil de Acompanhamento Geológico (PAG), Perfil Composto (PC) e perfis digitais de poços foram consolidados em uma única Resolução. A Resolução ANP n° 880/2022 teve como principal objetivo a simplificação regulatória, e atendeu ao Decreto nº 10.139/2019 e à Portaria ANP nº 232/2020.

Além dos dados de PAG, PC e perfis digitais, será revisado o padrão ANP8, que trata do recebimento de dados relacionados a Teste de Formação, que se encontra disponível no endereço eletrônico da ANP desde 2003, necessitando revisão. O Padrão de PAG, por exemplo, foi publicado em 2012 e o Perfil Composto e perfis digitais foram publicados em 2016, portanto, passíveis de contribuição da sociedade para atualização.

O principal ponto relacionado à revisão dos padrões de poços diz respeito ao desenvolvimento tecnológico. Esses processos demandam aplicações de tecnologia da informação, com o uso intensivo de recursos de computação, como softwares, hardwares e outras soluções no campo da gestão da informação, para maios eficiência e efetividade das operações da ANP. Considerando-se os constantes avanços tecnológicos, é possível que os padrões de poços se encontrem defasados.

As instituições que podem contribuir nesta consulta prévia são as empresas de exploração e produção (operadoras ou parceiros integrantes do consórcio), empresas de aquisição de dados e instituições acadêmicas com projetos relacionados a petróleo e gás, além de toda a sociedade de modo geral.

ANP fará consulta pública sobre minuta de resolução que regulamenta importação de biodiesel

A Diretoria da ANP aprovou a realização de consulta pública por 45 dias, seguida de audiência pública, sobre minuta de resolução que altera a Resolução ANP nº 777/2019, regulamentando a possibilidade de comercialização do biodiesel importado para fins de atendimento ao percentual obrigatório de biodiesel ao óleo diesel de que trata a Lei nº 13.033, de 24 de setembro de 2014.

A medida atende à Resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nº 14/2020, que estabeleceu que todo biodiesel necessário para o atendimento ao percentual obrigatório de mistura ao óleo diesel fosse contratado mediante modelo de comercialização que substituísse os leilões públicos até então realizados pela ANP.

A Resolução ANP nº 857/2021 deu fim aos leilões públicos de biodiesel e estabeleceu o regime de contrato de fornecimento de biodiesel e as transações por mercado à vista (spot market), como novo modelo de comercialização de biodiesel entre os produtores e os distribuidores de combustíveis líquidos.

A Resolução CNPE nº 14/2020 estabeleceu ainda um período de transição de 12 meses, a contar da entrada em vigor do novo modelo de comercialização de biodiesel (ocorrida em 01/01/2022), em que todo o biodiesel comercializado deveria ser exclusivamente oriundo de unidades produtoras autorizadas pela ANP.

Assim, para fins da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel, durante o período de 01/01/22 a 31/12/22, somente pode ser utilizado biodiesel oriundo de unidade produtora nacional autorizada pela ANP (sem prejuízo de possíveis autorizações da Agência, em caráter excepcional, de comercialização de biodiesel importado, conforme descrito no §5º do art. 1º da Resolução CNPE nº 14/2020). Já a partir de 01/01/23, quando terminará o prazo de excepcionalidade, poderá ser usado, complementarmente, biodiesel importado para o atendimento ao percentual obrigatório de biodiesel ao óleo diesel de que trata a Lei nº 13.033, de 24 de setembro de 2014.

A ANP regulamenta a atividade de comércio exterior de biocombustíveis, petróleo e seus derivados e de gás natural, e disciplina o procedimento de anuência prévia dos pedidos de importação e exportação, por meio da Resolução nº 777/2019. Como esse ato normativo traz em si a limitação à comercialização do biodiesel importado, sendo possível apenas para fins de consumo próprio do adquirente ou para uso experimental autorizado pela ANP, será submetido à alteração para que a barreira regulatória de uso de biodiesel importado na mistura obrigatória no óleo diesel seja retirada.

Uma vez que a minuta de resolução que será submetida à consulta e audiência públicas trata de ato normativo destinado a disciplinar direitos ou obrigações definidos em norma hierarquicamente superior (Resolução CNPE nº 14/2020) que não permite, técnica ou juridicamente, diferentes alternativas regulatórias (Decreto 10.411/2020), a Diretoria da ANP aprovou a dispensa de realização de Análise de Impacto Regulatório (AIR) prévio para a regulamentação da importação de biodiesel para o atendimento ao percentual obrigatório de biodiesel ao óleo diesel.

Equinor toma medidas para reduzir as emissões de CO2 em seu maior campo operado fora da Noruega

A gigante de energia estatal da Noruega Equinor embarcou na substituição do diesel por gás natural como principal combustível para geração de energia em um campo offshore no Brasil para reduzir a pegada de carbono de suas operações com substituição de combustível.

Após o recente reinício da produção no  campo de Peregrino, na Bacia de Campos, a Equinor, em nome dos parceiros da Peregrino, revelou que seu projeto de importação de gás começou a operar no campo com gás natural sendo entregue através do gasoduto Rota 2 da Petrobras .

O jogador norueguês destacou que realizou uma série de modernizações em Peregrino para diminuir a intensidade de carbono. Isso foi confirmado por Veronica Coelho , presidente da Equinor no Brasil, que explicou ainda que “com essas novas melhorias, as reduções na intensidade das emissões do campo serão bastante significativas”.

Segundo a empresa, o campo de Peregrino é seu maior ativo operado fora da Noruega e consiste em um FPSO e duas plataformas fixas. Como parte do desenvolvimento da Fase II da Peregrino, a gigante norueguesa instalou uma terceira plataforma fixa, Peregrino C , que deve começar a operar no campo ainda neste trimestre.

A Equinor sublinhou que, uma vez que Peregrino Fase II esteja em operação, prevê-se que a importação de gás natural evite 100 mil toneladas de emissões de CO 2 do campo por ano, estendendo a vida útil e o valor do campo e adicionando  250-300 milhões de barris . 

“Teremos uma redução de 80% no consumo de diesel e esperamos que cada barril de óleo produzido pela Peregrino agora emita 50% menos CO 2 ” , acrescentou Coelho.

O  campo de Peregrino , que iniciou a  produção em 2011 , está localizado nas licenças BM-C-7 e BM-C-47, a aproximadamente 85 km da costa brasileira. Este campo é operado pela Equinor com 60% de participação, enquanto seu parceiro, Sinochem, detém os 40% restantes.

Quando se trata das atividades mais recentes da Equinor em outros lugares, vale a pena notar que a empresa norueguesa concedeu um contrato de vários anos ao Bristow Group no início deste mês.

Este acordo é para serviços de busca e salvamento (SAR), apoiando as operações da Equinor na plataforma continental do sul da Noruega (NCS).

Campo de Atlanta volta a produção

Após uma interrupção preventiva da produção, a Enauta reiniciou a produção de um poço localizado em um campo offshore no Brasil e espera que os dois poços restantes voltem a operar até o final do mês.

No final de agosto de 2022, a Enauta decidiu  interromper preventivamente a produção  no  campo de Atlanta , após serem detectados problemas durante a inspeção da mangueira em alguns de seus trechos. Isso ocorreu pouco mais de uma semana depois que o campo voltou à produção após um tempo de inatividade programado , que começou em julho de 2022.

Essa parada para manutenção foi realizada como parte do objetivo da Enauta de atender às exigências normativas do Ministério do Trabalho e preparar o FPSO de flutuação, produção, armazenamento e descarregamento (FPSO) para ser recertificado pela DNV (Det Norske Veritas), no que diz respeito a  dois prorrogação  de um ano dos contratos de afretamento, operação e manutenção (O&M) do FPSO  Petrojarl I , que atualmente está operando no campo.

Em atualização na quarta-feira, a Enauta revelou que o campo de Atlanta retomou sua produção através do poço 7-ATL-2HP-RJS, explicando que o segundo poço deve começar a operar no próximo e, até o final de setembro, a retomada da produção do terceiro poço é esperado.

O player brasileiro destacou que o comissionamento da nova unidade de tratamento de água com aumento de capacidade será realizado ainda este mês, antecipando a estabilização da produção também.

A empresa elaborou que, durante o período de paralisação, foram observadas as exigências do Ministério do Trabalho e foram realizadas fiscalizações e adequações no FPSO Petrojarl I para prorrogar o contrato de afretamento por até dois anos. A Enauta ressaltou que ao longo dos próximos meses essas atividades serão concluídas, para que, até o final do ano, a entidade classificadora de navios possa avaliar o estado geral do FPSO e confirmar o prolongamento de sua vida útil. 

Após a recertificação, a prorrogação contratual permitirá a continuidade da operação do FPSO até a entrada do  Full Development System (FDS) , previsto para meados de 2024, quando uma embarcação, que está  sendo convertida no Dubai Drydocks World , será implantada no campo de Atlanta. Após a conversão, a embarcação – denominada FPSO  Atlanta  – será  operada na classe ABS .

Com reservas estimadas em 106 MMbbl, o  campo de Atlanta , localizado no bloco BS-4 na  Bacia de Santos , em lâmina d’água de 1.500 metros, é operado pela Enauta Energia, subsidiária integral da empresa, que também possui 100 por cento de participação neste ativo.

TechnipFMC obtém contrato com a TotalEnergies

A TotalEnergies concedeu à TechnipFMC um contrato de engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) para o campo Lapa Nordeste no pré-sal da Bacia de Santos.

Sob o contrato descrito como “significativo”, a TechnipFMC irá reconfigurar e instalar umbilicais e tubos flexíveis em uma nova configuração definida para garantir ainda mais a produção do campo.

“O mercado offshore brasileiro está se tornando mais diversificado em relação ao escopo de trabalho e oportunidade do cliente”, disse Jonathan Landes , presidente da Subsea da TechnipFMC.

“Na Lapa Nordeste, estamos trabalhando com um cliente valioso com quem construímos um relacionamento de confiança. Ao oferecer a flexibilidade de uma campanha em fases, estamos ajudando a TotalEnergies a acelerar seu cronograma e iniciar a produção mais cedo.”

As duas empresas também estão trabalhando juntas em Angola. Ou seja, a TechnipFMC ganhou um contrato em junho para fornecer sistemas de produção submarinos para o desenvolvimento da Fase 3 do CLOV no Bloco 17.

O contrato é o primeiro sob o novo acordo-quadro que as partes  assinaram no início de maio,  cobrindo árvores submarinas para desenvolvimentos brownfield no Bloco 17.

Para a TechnipFMC, um contrato “significativo” está entre US$ 75 milhões e US$ 250 milhões.

O campo de petróleo e gás da Lapa, anteriormente conhecido como Carioca, foi descoberto em 2007 antes de Sapinhoá ser descoberto no mesmo bloco em 2008.

O bloco BM-S-9 foi então dividido em dois sub-blocos para Lapa e Sapinhoá. A produção comercial plena da Lapa começou no final de 2016 através do FPSO Cidade de Caraguatatuba, de 100.000 b/d.

A TotalEnergies opera o campo que fica a 270 quilômetros da costa do Brasil, trabalhando com a MODEC, operadora do FPSO.

 

Nalco Water entregará obras de tratamento de água para Shell Jurong Island

A Nalco Water, empresa de gerenciamento de água e processos da Ecolab, projetará, construirá, operará, será proprietária e manterá uma nova estação de tratamento de água na Shell Jurong Island, um local de fabricação de produtos químicos. A planta está programada para iniciar as operações em julho de 2023 e deve contribuir para a ambição de conservação de água da Shell. A Ecolab supervisionará o processo de projeto e construção, bem como o comissionamento e a operação, uma vez concluídos.

O projeto inclui uma etapa que passará a água por um processo de pré-tratamento e ultrafiltração para que, mesmo quando houver maiores variações na qualidade da água que passa pela alimentação, melhor consistência possa ser garantida na qualidade do produto final. Após a etapa de pré-tratamento, há também um processo de osmose reversa que pode tratar até 24.000 m3 de água por mês.

A Ecolab designará uma equipe de especialistas em água de sua sede regional da Ásia-Pacífico em Cingapura e outros escritórios no sudeste da Ásia, com a experiência operacional necessária, com base nas instalações da Shell Jurong Island. A combinação dessa experiência no local com os avançados testes de laboratório e conhecimento técnico da empresa garantirá que a estação de tratamento de água funcione sem problemas e de maneira confiável.

Greg Lukasik, vice-presidente sênior e chefe de mercado para o Sudeste Asiático da Ecolab, disse: “Nossos Objetivos de Impacto Ecolab se concentram em ajudar nossos clientes a economizar 300 bilhões de galões de água até 2030. Nosso objetivo é ajudar nossos clientes a avançar para um consumo de água mais responsável, por isso, estamos muito satisfeitos em ajudar a Shell a avançar em suas ambições com esta nova estação de tratamento de água na Shell Jurong Island.”

Ronald Doesburg, Gerente Geral da Shell Jurong Island, disse: “Na Shell, nossa ambição é conservar a água doce reduzindo o consumo e aumentando a reutilização e a reciclagem. Para conseguir isso, trabalhamos com organizações globais de tecnologia como a Ecolab para avançar em nossa ambição de melhorar a gestão da água e promover a circularidade e a eficiência hídrica em nossas operações.”

NEUMAN & ESSER e Ballard investem na QUANTRON e estabelecem uma aliança de hidrogênio para um ecossistema 360° H2

Como parte de uma rodada de financiamento da Quantron AG totalizando até 50 milhões de euros, a especialista líder mundial em células de combustível Ballard Power Systems Inc. do Canadá e a especialista alemã em sistemas de hidrogênio NEUMAN & ESSER estão investindo na Quantron AG.

Com uma avaliação da empresa de 250 milhões de euros, a NEUMAN & ESSER adquire uma participação minoritária e garante uma opção de investimento adicional. Com isso, o fabricante de máquinas e instalações reforça seu compromisso com essa parceria estratégica. A Ballard Power também está adquirindo uma participação minoritária na faixa de um dígito de um milhão e também está entrando em uma cooperação de desenvolvimento com a QUANTRON para o lançamento acelerado no mercado de veículos de célula de combustível com até 4 veículos nos próximos 12 meses.

A Quantron AG é especialista em veículos comerciais elétricos a bateria e a hidrogênio. Com o Quantron-as-a-Service (QaaS), oferece um ecossistema aberto OEM de 360 ​​graus para seus clientes. A rodada de financiamento serve para acelerar o desenvolvimento de outros BEVs e FCEVs com foco em caminhões pesados ​​e expandir ainda mais o ecossistema QaaS junto com a rede de parceiros da QUANTRON. No futuro, a Hydrogen Alliance fornecerá aos clientes uma plataforma aberta de 360 ​​graus que, além dos veículos H2 de emissão zero, também incluirá a infraestrutura associada, desde a geração H2 até o reabastecimento.

A NEUMAN & ESSER se concentra em produtos e serviços relacionados ao hidrogênio para apoiar os clientes na descarbonização de seus sistemas de energia ou industriais e aplicações descentralizadas. Uma parte significativa do portfólio de produtos concentra-se na geração e uso de hidrogênio neutro para o clima. O grupo de empresas que opera globalmente contribui para a Hydrogen Alliance fornecendo a infraestrutura necessária, em particular eletrolisadores e tecnologias de reformador, bem como compressores de pistão e membrana para transporte e armazenamento até estações completas de enchimento de hidrogênio e plantas de enchimento. Com seu portfólio abrangente, a NEUMAN & ESSER facilita o acoplamento de setores como um pré-requisito importante para a transformação do setor de petróleo e gás baseado em combustíveis fósseis em uma economia sustentável com hidrogênio neutro para o clima.

Os principais especialistas em células de combustível do mundo da BALLARD POWER SYSTEMS adquiriram uma participação minoritária na Quantron AG como parte de uma rodada de financiamento para acelerar a introdução de veículos de células de combustível na Europa e nos Estados Unidos. O investimento da Ballard destina-se a apoiar o desenvolvimento de plataformas de veículos de célula de combustível sob um Acordo de Desenvolvimento Conjunto (“JDA”). Ballard será o fornecedor exclusivo de células de combustível da QUANTRON para essas plataformas de caminhões.

Como parceiro chave da aliança, a Deutsche Tamoil / HEM juntou-se como o primeiro fornecedor de postos de abastecimento e irá, juntamente com a QUANTRON, explorar a viabilidade de integrar postos de abastecimento H2 nos seus mais de 400 postos de abastecimento HEM na Alemanha, que seriam melhorados em um processo escalonado com recursos de abastecimento de H2, com foco também nos requisitos de abastecimento de caminhões pesados ​​dos clientes da QUANTRON.

“Estamos comprometidos em fornecer aos nossos clientes as melhores soluções possíveis. A rodada de financiamento concluída com sucesso nos dá a margem necessária para desenvolver ainda mais o desenvolvimento de nosso veículo de célula a combustível, ao mesmo tempo em que consolida nossa rede de parceiros necessária para esse fim. maneira que podemos atender às necessidades de nossos clientes de maneira ideal, incluindo alcance, carga útil e tempo de reabastecimento. No entanto, não nos vemos como um concorrente dos OEMs existentes – mas sim como um parceiro de engenharia e plataforma de abastecimento de H2, permitindo assim a aceleração do hidrogênio adoção como fonte de energia para transporte com foco em transporte pesado e de longa distância”, diz Michael Perschke, CEO da QUANTRON.

“Além da tecnologia de baterias, para a qual também oferecemos soluções, a gama de aplicações do hidrogênio é o segundo componente elementar da descarbonização do setor de mobilidade. Para atender à crescente demanda por hidrogênio neste setor, por meio de nossa parceria estratégica, podemos combinar know-how de infraestrutura com tecnologia de veículos de célula de combustível para criar um ecossistema. Isso dá ao crescente número de clientes acesso a uma plataforma de mobilidade totalmente integrada”, dizem Stefanie e Alexander Peters, sócios-gerentes da NEUMAN & ESSER.

“Este é realmente um dos primeiros caminhões de célula de combustível comercialmente disponíveis para o exigente segmento pesado de 44 toneladas. E sabemos, é claro, nos próximos anos e décadas, que a logística de frete crescerá e, portanto, as emissões de GEE aumentarão, a menos que tenhamos soluções de emissão zero de valor de mercado. Portanto, estamos muito empolgados em atacar esta oportunidade de mercado em uma parceria com a QUANTRON, onde reunimos um especialista em integração de veículos e um fornecedor líder de células de combustível”, afirmou Randy McEwen, CEO da Ballard Power Solutions.

Vice-Presidente da Rockwell Automation para América Latina visita o Brasil e reafirma a importância estratégica do país para os negócios da companhia

– Gustavo Zecharies chega ao país com o objetivo de promover encontros com parceiros e clientes da empresa, para debater temas importantes para a indústria, como tecnologia, inovação e diversidade

– Dentre as iniciativas as quais o executivo marcou presença, destaca-se o encontro do grupo PWC Brasil (Professional Women Council), que contou com palestra ministrada pela Presidente da Microsoft no Brasil, Tania Cosentino

Com mais de 30 anos de experiência em automação industrial e software, o Vice-Presidente da Rockwell Automation para América Latina, Gustavo Zecharies, chega ao Brasil com o intuito de reafirmar a importância estratégica do país para os negócios da companhia. Como parte do movimento “ReConnect” da Rockwell Automation, a visita está alinhada à promoção de uma série de encontros com parceiros e clientes para discussão de temáticas cruciais para a indústria, com foco, especialmente, em tecnologia, inovação e diversidade.

Zecharies ressalta que esta é uma grande oportunidade para reunir grande parte da equipe da companhia no Brasil, já que, em sua última estadia no país, os encontros foram impossibilitados devido às restrições da pandemia. “Desta vez, nós incluímos reuniões presenciais com clientes usuários finais, assim como parceiros de acesso ao mercado como empresas distribuidoras, integradores de sistemas e de desenvolvimento. Entendemos que o Brasil é uma região estratégica para os negócios da Rockwell Automation, uma vez que, obter sucesso na região da América Latina, depende diretamente, da satisfação dos negócios no mercado brasileiro, pelo fato de ser a maior economia da região, com um PIB superior a $1.8 trilhões de dólares”, explica.

Outros fatores que tornam o Brasil uma região prioritária, segundo o executivo, incluem o fato do país contar com um parque industrial pujante em sua diversidade de atividades. “Entendemos que apesar dos desafios, a indústria brasileira está muito bem posicionada no cenário regional das Américas. Hoje, nós temos a satisfação em poder atuar de maneira intensa nos principais segmentos da indústria brasileira, impulsionando a produtividade e sustentabilidade de nossos clientes e parceiros”, explica.

Inovação e diversidade caminham juntos

Atuando na Rockwell Automation há mais de dez anos, Zecharies tem como missão entregar resultados consistentes, sempre evidenciando sua paixão por pessoas, cultura, inclusão e diversidade. E, mirando este objetivo, o executivo participou, em São Paulo, do encontro do grupo PWC Brasil (Professional Women Council), o qual promove ações em torno do desenvolvimento de mulheres profissionais na Rockwell Automation. “O PWC é um grupo global de mulheres profissionais que oferece todo o suporte necessário às colegas da empresa para que a atinjam seus objetivos de crescimento na carreira e na obtenção de equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Buscamos a equidade de gênero na empresa e encorajamos o público masculino da empresa a tornarem-se nossos aliados nessa jornada”, destaca Zecharies.

O PWC conta com diversas atividades internas e externas, como o compartilhamento de experiências entre as membras, aprimoramento de conhecimento no tema diversidade com convidados externos, desenvolvimento de mulheres na liderança, círculos de mentoria a partir da leitura e estudo de livros específicos sobre mulheres profissionais, entre outras iniciativas.

Um dos encontros do PWC realizado na sede da Rockwell Automation contou com a presença da Presidente da Microsoft Brasil, Tania Cosentino. “Tudo começa quando acreditamos que lugar de mulher é onde ela quiser, apesar de estarmos acostumadas a escutar o contrário, especialmente no ambiente de TI. Nós da Microsoft queremos, por meio da tecnologia, empoderar pessoas e organizações a conquistarem sempre mais, uma vez que enxergamos a transformação digital como um vetor de crescimento econômico. Não existe inovação sem diversidade”, comenta Tania.

Indo de encontro a este propósito, a Rockwell Automation também promoverá a Automation Fair, de 14 a 17 de novembro, esperando reunir mais de 10 mil líderes de produção e tecnologia de todo o mundo para debater diversidade, inovação e sustentabilidade, com o intuito de dividir histórias e construir um espaço de trabalho adequado para o crescimento humano.

Projeções da Rockwell Automation para o mercado brasileiro

A Rockwell Automation está presente em mais de 80 países e a corporação atua diretamente no mercado brasileiro há quase 45 anos, oferecendo tecnologia de alta qualidade voltada à automação industrial, por meio de produtos e serviços, além de contar com fabricação nacional de equipamentos de baixa e média tensão.

Com uma operação ampla, desde fabricação, reparos, centro logístico e serviços de desenvolvimento e consultoria, a operação do Brasil já conta com mais de 600 colaboradores. “Oferecermos desde os dispositivos inteligentes que atuam no chão de fábrica, até os sistemas de controle, conectividade e software, que compreendem os elementos para a construção de uma manufatura inteligente e ativa na zona de fusão entre as áreas tecnológicas de operação (OT) e as tecnologias de informação (IT)”, explica Zecharies.

Outro diferencial, segundo Zecharies, está na oferta de serviços da Rockwell Automation para acompanhar os clientes durante todo o ciclo de vida tecnológico da indústria, desde as fases de desenvolvimento, até a etapa de otimização e modernização. Além disso, a empresa atua em praticamente todos os segmentos industriais de transformação, como Mineração, Oléo & Gás, setor Químico, Siderúrgico, assim como os segmentos de bens de consumo duráveis e não-duráveis como Automotivo, Pneus, Alimentos, Bebidas, Farmacêutico e Higiene Pessoal.

De acordo com Zecharies, a projeção de negócios da Rockwell Automation no mercado brasileiro é bastante otimista. “Estamos traçando uma trajetória de crescimento acelerado no Brasil de duplo dígito e nosso objetivo é seguir com estas taxas, tendo o país como destaque na América Latina. Somente durante os dois anos enfrentando a pandemia, crescemos o negócio e contratamos mais talentos, pilares alinhados ao nosso plano de crescimento global, que traz além da expansão orgânica, o crescimento inorgânico por meio de fusões e aquisições que ampliam nosso portfólio para trazer a visão da “Empresa Conectada” à indústria do Brasil e do mundo”, ressalta. As últimas aquisições da Rockwell Automation incluem a PLEX e Fiix, empresas líderes em ofertas de SaaS (Software as a Services) na nuvem para indústria.

Zecharies comenta ainda que as ações em torno da evolução tecnológica da indústria brasileira, quem incluem os diversos aspectos da digitalização, tratam-se de um esforço coletivo entre indústria e sociedade. “A inovação é um fator imprescindível, que exige ações de educação e impulso. É com esta visão, que recentemente, firmamos um memorando de entendimentos com a CNI (Confederação Nacional da Indústria) para ações conjuntas de inovação, assim como com o SESI/SENAI em torno de educação. Todas essas iniciativas nos ajudam a fomentar cada vez mais a inovação e a nossa visão disruptiva ao mercado brasileiro”, finaliza.