Petrobras reduz preços de venda de gasolina para as distribuidoras

A partir de hoje, 02/09, o preço médio de venda de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,53 para R$ 3,28 por litro, uma redução de R$ 0,25 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,57, em média, para R$ 2,39 a cada litro vendido na bomba.

Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

Transparência é fundamental

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor.

Convidamos a visitar precos.petrobras.com.br

Evonik atende projeto da Bahiagás

Solução traz redução de tempo e de custos e mantém instalações seguras e sustentáveis

A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, teve a oportunidade de demonstrar na prática o alto grau de eficiência e as vantagens da poliamida 12 (PA 12) em mais uma obra de distribuição de gás natural.

Desta vez, a poliamida 12 VESTAMID® NRG atendeu um projeto da Bahiagás – Companhia de Gás da Bahia e foi utilizada em 310 metros de tubulação para a distribuição de gás natural a um posto de combustível situado na Avenida Paralela, em Salvador. O principal desafio foi atravessar a avenida e passar a tubulação por baixo de uma linha de metrô, com alta interferência eletromagnética.

Flávio Dias, Coordenador de Negócios da Evonik, destacou que o projeto com a Bahiagás é fruto de uma longa cooperação entre as partes envolvidas, desde a elaboração do projeto até a execução da obra, passando pelo treinamento do pessoal envolvido na instalação dos dutos. “Conseguimos demonstrar para o usuário final a nossa proposta de valor, que é reduzir o tempo e os custos envolvidos na obra, assim como os processos de manutenção ao longo da vida útil da instalação”, observa.

Isadora Bastos, Coordenadora de Projetos da Bahiagás, explica que a escolha da poliamida levou em consideração o local da obra, de alta interferência magnética e com pressão não atendida por outras soluções. “Por isso, estamos sempre procurando inovar, buscando soluções eficientes e que possam diminuir custos e prazos para atender nossos clientes”, diz Isadora.

O Engenheiro de Obras da Bahiagás, Ricardo Santos Sampaio, destaca que poliamida une a produtividade do polímero e os custos baixos de manutenção, com a resistência mecânica que tem o aço e, por isso, pode ser bastante aproveitada para estas aplicações.

Marcio Rocha, Coordenador de Qualidade da EBRIC, empresa responsável pela instalação dos dutos, reforça que a utilização da poliamida 12 garantiu mais agilidade na instalação do sistema e que por ser fornecida em bobinas de grande extensão, reduziu a necessidade de soldas e emendas, diminuindo também a necessidade de mão de obra.

Aplicações da poliamida
A Evonik é líder global na produção de PA 12 e desenvolve polímeros de alta performance customizados para aplicações exigentes e tecnicamente sofisticadas, substituindo com vantagens outros materiais. Os produtos ajudam a indústria petrolífera, por exemplo, a aumentar a produção offshore e reduzir seus custos, mantendo operações seguras e sustentáveis.

Os polímeros são indicados para aplicação na camada de barreira e na capa externa de tubos flexíveis; em mangueiras multicamadas para umbilicais; em tubos de grande diâmetro, para a distribuição de gás; e como “liner” polimérico em tubos metálicos para proteção anticorrosão.

Por reunir propriedades como alta estabilidade aliada à flexibilidade, resistência à temperatura e baixo peso, a poliamida 12 VESTAMID® da Evonik é empregada em diversos setores: em projetos automotivos e de redução de peso, tubulações de petróleo e gás, no setor médico e também na impressão 3D.

Dados da obra:
Projeto de distribuição de gás natural
Local: Avenida Paralela, Salvador (BA)
Empresas envolvidas: Bahiagás (usuária), Evonik (fornecedora da poliamida 12), Polierg (fabricante dos tubos) e EBRIC (responsável pela instalação do sistema).
Conclusão da obra: maio de 2022

ANP divulga o Oil, Natural Gas and Biofuels Statistical Yearbook 2022

A ANP publicou a versão em inglês das tabelas e gráficos do Anuário Estatístico, com uma síntese das principais informações da evolução do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis no Brasil em 2021. Os dados em português já haviam sido divulgados pela Agência em junho.

No ano de 2021, as reservas provadas de petróleo atingiram 13,3 bilhões de barris, já as reservas de gás natural atingiram 381,2 bilhões de m3. Neste ano, a produção nacional de petróleo em 2021 atingiu 2,9 milhões de barris/dia, sendo que 74%, proveniente do pré-sal. Já a produção de gás natural atingiu 133,8 milhões de m3/dia, sendo que a produção de gás no pré-sal correspondeu a 67,5% do total. As exportações de petróleo em 2021 alcançaram o valor de 1,2 milhão de barris/dia, já as importações de petróleo alcançaram 163,2 mil barris/dia, com crescimento de 21,2%.

A produção nacional de derivados cresceu 3,4% em 2021 e atingiu 2 milhões de barris/dia, em torno de 79% da capacidade instalada de refino. Já as vendas de derivados pelas distribuidoras registraram crescimento de 9,1%, com destaque para as vendas de óleo combustível, que cresceram 67,9%.

No setor de biocombustíveis, em 2021, a produção de biodiesel foi de 6,8 bilhões de litros e a de etanol anidro e hidratado atingiu a marca de 30 bilhões de litros. Já as vendas de etanol hidratado atingiram 16,8 bilhões de litros.

+ Clique aqui para ver o Oil, Natural Gas and Biofuels Statistical Yearbook 2022.

+ Clique aqui para ver a versão em português.

Projeto de revitalização prevê reduzir em 60% emissões de carbono nos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos (RJ)

A Petrobras prevê reduzir em 60% as emissões de carbono associadas à produção dos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos (RJ), como reflexo da implantação do projeto de revitalização dessa bacia. A estratégia consiste em substituir as nove plataformas próprias que operam hoje nesses dois ativos por dois novos FPSOs (unidades flutuantes que produzem, armazenam e transferem petróleo), equipados com tecnologias para redução de emissões de gases de efeito estufa.

A revitalização da Bacia de Campos integra o maior projeto de recuperação de ativos maduros da indústria offshore global. Com isso, a Petrobras espera agregar mais valor aos campos de Marlim e Voador, instalando ali os FPSOs Anita Garibaldi e Anna Nery com capacidade de produzir, juntos, até 150 mil barris por dia (bpd). O início de operação das duas plataformas está previsto para 2023.

Para implementar os novos projetos de produção, a Petrobras irá perfurar 14 novos poços, remanejando outros 61 –  e com o esforço de revitalização dos reservatórios, a previsão é gerar ganhos de produção para o campo. A Petrobras incorporou nas novas plataformas válvulas de baixa emissão fugitiva, tecnologia para redução de gás ventilado a partir de tanques de armazenamento de óleo, além de outras soluções com foco na redução de emissões de carbono, contribuindo ainda mais para a resiliência ambiental dos campos de Marlim e Voador.

Petrobras informa sobre venda da REMAN

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 13/05/2022, informa que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), em sessão do Tribunal ocorrida nesta data, aprovou a transação de venda da Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) para a Ream Participações S.A., mediante a assinatura de Acordo em Controle de Concentração – ACC (acordo).

O acordo foi proposto pela Ream Participações S.A. e visa atender às preocupações de natureza concorrencial identificadas pelo CADE.

A decisão será publicada no Diário Oficial da União conforme prazo regimental do CADE e a conclusão da transação ainda está sujeita às demais condições precedentes previstas no contrato de compra e venda.

Estatal realiza pagamento da 1ª parcela dos dividendos aprovados no 2T22

Remuneração aos acionistas reforça compromisso com a distribuição de resultados e a sustentabilidade financeira da companhia 

A Petrobras realizou ontem (31/8) o pagamento da 1ª parcela da remuneração aos acionistas referente ao segundo trimestre de 2022 e aprovada por seu Conselho de Administração, conforme divulgado em 28/07/2022.

O valor distribuído hoje corresponde a R$ 3,37 por ação ordinária e preferencial em circulação, sendo R$ 2,94 por ação sob forma de dividendos e R$ 0,43 por ação como juros sobre capital próprio. Da remuneração total aos acionistas, 36,6% serão destinados para a União*, que detém a maior parte das ações ordinárias da companhia.

Ao longo do ano de 2022, a Petrobras pagou R$ 10,05 por ação ordinária e preferencial em remuneração aos seus acionistas, incluindo a parcela complementar dos dividendos referentes ao exercício de 2021 paga em maio; as duas parcelas dos dividendos declarados no 1T22 cujas parcelas foram pagas em junho e julho; além da primeira parcela do 2T22 paga hoje.

A maior parte da remuneração aos acionistas paga pela Petrobras deve retornar à União e à sociedade brasileira, incluindo os mais de 700 mil acionistas brasileiros.

Dividendos não concorrem com investimentos

O retorno ao pagamento de dividendos pela Petrobras – após anos sem pagar qualquer remuneração à União e aos demais acionistas – tem sido acompanhado pelo aumento dos investimentos de forma responsável e compatível com a sustentabilidade financeira da companhia.

Atualmente todos os investimentos previstos e aprovados no Plano Estratégico 2022-26 estão sendo realizados, não havendo qualquer represamento de projetos por restrição orçamentária.

É importante lembrar que o pagamento de dividendos só é definido após a gestão garantir recursos para as operações e os investimentos planejados para o período. Além disso, também é necessário cumprir com os pagamentos do serviço da dívida (juros e amortização), mantendo-a em equilíbrio com sua geração de caixa. Hoje, a Petrobras cumpre todos esses requisitos.

Política de remuneração aos acionistas 

O montante destinado pela Petrobras para pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio segue rigorosamente a legislação e a Política de Remuneração aos Acionistas da Petrobras, que prevê pagamentos trimestrais, com a decisão sobre a distribuição sendo avaliada pelo Conselho de Administração.

A Política prevê que, em caso de endividamento bruto inferior a US$ 65 bilhões, a companhia pode distribuir aos seus acionistas 60% da diferença entre o fluxo de caixa operacional e as aquisições de ativos imobilizados e intangíveis (investimentos). Ou seja, trata-se de um percentual dos recursos que sobram em caixa após os investimentos.

A Política prevê ainda a possibilidade de pagamento de dividendos extraordinários compatíveis com a sustentabilidade financeira da companhia. Isso foi possível este ano, porque a companhia equacionou o seu endividamento e se encontra numa situação de caixa confortável. Ou seja, o pagamento dos dividendos extraordinários se mostrou a melhor alocação do caixa e sem qualquer prejuízo para os investimentos aprovados e previstos.

Destaca-se ainda que a Petrobras segue comprometida com a qualidade e transparência de seus reportes, comunicações e demonstrações financeiras. Como resultado desse trabalho, a companhia foi eleita uma das dez empresas com as demonstrações financeiras mais transparentes do Brasil pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), na categoria de empresas com receita líquida superior a R$ 20 bilhões. Ao longo dos 26 anos do Troféu Transparência, as demonstrações financeiras da Petrobras foram premiadas 20 vezes.

*Parcela União (União Federal, BNDES e BNDESPar)

Petrobras reduz em 6,4% preços de venda de asfaltos para os distribuidores

No próximo dia 1º de setembro, a Petrobras ajustará os preços de asfaltos com uma redução de 6,4% nos valores de venda para os distribuidores. Esta é a segunda redução seguida nos preços de asfaltos, que já haviam tido queda de 4,5% no início de agosto.

Importante ressaltar que o mercado brasileiro é aberto à livre concorrência e não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtores ou importadores de asfalto. Desse modo, o método de precificação busca o equilíbrio com o mercado e acompanha as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, mas sem repassar a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio.

Para conhecer os preços de venda da Petrobras para as distribuidoras, convidamos a visitar: precos.petrobras.com.br. Conforme regulação da ANP, os novos preços de asfaltos estarão disponíveis neste site a partir de 1º de setembro, data de início de vigência.

Inscrições para seleção pública de projetos de destinação de resíduos recicláveis no RJ prorrogadas até 8 de setembro

Iniciativas contempladas atuarão na coleta seletiva de resíduos recicláveis gerados em unidades da Petrobras no Rio de Janeiro e em Belford Roxo (RJ)

Ainda é possível se inscrever na Seleção Pública para projetos socioambientais com foco em reciclagem e reutilização de resíduos sólidos recicláveis no estado do Rio de Janeiro até o dia 8 de setembro. Podem participar cooperativas ou associações de catadores de materiais recicláveis ou reutilizáveis, formadas por pessoas físicas de baixa renda, que disponham de infraestrutura e capacidade para realizar a triagem e a classificação dos resíduos, tenham estabelecido sistema de rateio entre cooperados ou associados e sejam cadastradas no Sinir (Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos).

Os projetos devem ter duração de 36 meses e ter como foco a coleta seletiva de parte dos resíduos sólidos recicláveis, assemelhados aos classificados como “resíduos sólidos urbanos” (como plástico, papel, madeira e vidro), gerados por imóveis pré-definidos da Petrobras na Ilha do Fundão, Cordovil e Caju, no município do Rio de Janeiro e no centro de Belford Roxo (RJ). O valor do projeto para cada imóvel deve ser de no mínimo R$ 900 mil e no máximo R$ 1 milhão para os três anos, podendo chegar até R$ 4 milhões para esse período caso a cooperativa contemplada tenha capacidade de atender todos os imóveis. A coleta nesses locais será feita em rodízio, contemplando até três cooperativas para atender cada imóvel, sendo possível se inscrever para mais de uma oportunidade.

A divulgação dos selecionados está prevista para acontecer no final de 2022. As inscrições podem ser feitas no link:https://petrobras.com.br/pt/sociedade-e-meio-ambiente/socioambiental/?q=selecoes-publicas

Petrobras informa sobre a venda da UFN-III

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 31/05/2022, informa que está em curso a fase vinculante referente à venda integral da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III).

Os potenciais compradores habilitados para essa fase, em conformidade com os critérios publicados no teaser, receberam process letter com instruções detalhadas sobre o processo de desinvestimento, incluindo orientações para a realização de due diligence e para o envio das propostas vinculantes.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e à melhora de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor e maior retorno à sociedade, sendo realizada de acordo com as normas internas da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Sobre a UFN-III

A UFN-III é uma unidade industrial de fertilizantes nitrogenados localizada em Três Lagoas, no estado de Mato Grosso do Sul. A construção da UFN-III teve início em setembro de 2011, mas foi interrompida em dezembro de 2014, com avanço físico de cerca de 81%. Após concluída, a unidade terá capacidade projetada de produção de ureia e amônia de 3.600 t/dia e 2.200 t/dia, respectivamente.

Petrobras reduz em 15,7% preços de venda de Gasolina de Aviação (GAV) para as distribuidoras

No próximo dia 1º de setembro, a Petrobras ajustará os preços de Gasolina de Aviação (GAV) com uma redução de 15,7% nos valores de venda para as distribuidoras. Esta é a segunda redução seguida nos preços de GAV, que já havia tido queda de 5,7% no início de agosto.

Os ajustes de preços de GAV são mensais e definidos por meio de fórmula contratual negociada com as distribuidoras. Os preços de venda da GAV da Petrobras para as companhias distribuidoras buscam equilíbrio com o mercado e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, com ajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio.

A Petrobras comercializa a GAV produzida em suas refinarias ou importada apenas para as distribuidoras. As distribuidoras, por sua vez, transportam e comercializam o produto para as empresas de transporte aéreo e outros consumidores finais nos aeroportos, ou para os revendedores. Distribuidoras e revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos e pelos serviços de abastecimento.

Importante ressaltar que o mercado brasileiro é aberto à livre concorrência e não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtores ou importadores de GAV.

Para conhecer os preços de venda da Petrobras para as distribuidoras, convidamos a visitar: precos.petrobras.com.br. Conforme regulação da ANP, os novos preços de GAV estarão disponíveis a partir de 1º de setembro, data de início de vigência.