Projeto em parceria com a Petrobras abre inscrições para turmas de capacitação em construção civil

Em parceria com a Petrobras, o projeto Mão na Massa Bahia realiza, nos dias 12 e 15 de agosto, das 8h às 12h, inscrições para novas turmas de capacitação em construção civil. São oferecidas 22 vagas a jovens e adultos das comunidades de Tucum, no município de Alagoinhas, e mais 22 vagas para Mato Limpo, na cidade de Araçás.

Para se inscrever, é preciso ter de 18 a 40 anos, escolaridade mínima de ensino fundamental incompleto e residir nos municípios de Alagoinhas e Araçás. Ao fim de cada turma, os alunos construirão um espaço comunitário que ficará disponível para a comunidade. O curso é gratuito para os participantes e tem duração de aproximadamente 5 meses, com emissão de certificado ao final.

Com foco na construção civil e viabilizado desde julho de 2021 pelo Instituto Protetor dos Pobres e Crianças Abrigo Maria Imaculada, o projeto Mão na Massa Bahia tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento de competências profissionais, fortalecimento das instituições locais e ampliação das oportunidades de inserção profissional.

Serviço

Inscrições para turmas de capacitação em construção civil do projeto Mão na Massa Bahia
Dias: 12 e 15 de agosto.

Horário: 8h às 12h

Locais: Escola Municipal Márcio Borges (Araçás, 12 de agosto) e Escola Municipal de Tucum (Alagoinhas, 15 de agosto.)

Bureau Veritas lança balcão único para o mercado brasileiro de energia eólica offshore

Grupo combina conhecimento técnico e expertise global no setor para dar suporte a empresas nas demandas regulatórias e nos processos de licenciamento

O Bureau Veritas, líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC), lança o Balcão Único, serviço que facilita e agiliza o processo de licenciamento ambiental para implementação de Parques Eólicos Offshore no Brasil e oferece todo o suporte necessário para as empresas interessadas em atuar no setor. O número de projetos do setor subiu 200% no último ano e a obtenção de licença ambiental, que antes dependia apenas de um órgão, agora passa previamente por outros 11 departamentos e entidades regulatórias, um cenário que torna todo o processo de licenciamento mais complexo e demorado.

“O Bureau Veritas nasceu no setor marítimo e há quase 200 anos vem contribuindo para o crescimento e desenvolvimento sustentável de seus clientes, com sua experiência em projetos internacionais e profundo conhecimento da indústria marítima nacional. O Brasil tem enorme potencial de produção de Energia Eólica e os parques offshore trazem grandes vantagens, como aproveitamento de ventos regulares e maior fator de capacidade”, afirma Márcio Pereira, diretor de Marítima e Offshore do Bureau Veritas.

O Balcão Único do Bureau Veritas reúne, de forma simples e objetiva, as demandas exigidas pelo decreto nº 10.946, publicado no início do ano. Empresas interessadas em atuar no setor precisam obter a Declaração de Interferência Prévia (DIP) em 11 órgãos e entidades regulatórias. Cada entidade possui critérios específicos e padronização própria de apresentação dos documentos exigidos, o que torna o processo complexo. O serviço inclui análise de documentação, revisão e recomendações para maior robustez dos projetos e acompanhamento do processo para uma pronta resposta aos respectivos Termos de Referência (TR).

O Brasil tem grande diferencial para liderar o mercado de Energia Eólica Offshore, a começar por sua extensa costa, com um litoral de aproximadamente 7 300 quilômetros, uma superfície oceânica equivalente a meio Brasil, aliado a ventos mais regulares que auxilia na redução dos custos de geração e maior rendimento dos aerogeradores. Dados do mercado mostram que os primeiros parques eólicos offshore devem ser construídos a partir de 2027, entrando em operação a partir de 2030.

O Bureau Veritas é referência internacional nos principais mercados de Energia, com atuação em mais de 90 projetos de parques eólicos offshore internacionais nos últimos 12 anos, auxiliando empresas na revisão, certificação e gerenciamento de projetos offshore, gestão operacional de ativos e suporte em todas as etapas que constituem o ciclo de vida de um empreendimento eólico.

Sobre o Grupo Bureau Veritas
Com receita global de 4,9 bilhões de euros, o Bureau Veritas é líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC). Fundado em 1828, o Grupo está presente em 140 países, atendendo mais de 400 mil clientes. São 80 mil colaboradores localizados em mais de 1.600 escritórios e laboratórios pelo mundo, sendo 5 mil profissionais no Brasil. O Bureau Veritas oferece um portfólio completo de serviços e soluções inovadoras para garantir que ativos, produtos, infraestrutura e processos atendam aos padrões e regulamentações de qualidade, saúde e segurança, proteção ambiental e responsabilidade social.

Petrobras reduz preços de venda de diesel para as distribuidoras

A partir de hoje, 12/08, o preço médio de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 5,41 para R$ 5,19 por litro, uma redução de R$ 0,22 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

Transparência é fundamental

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor.

Convidamos a visitar precos.petrobras.com.br

Replan e Refap alcançam recorde de produção de diesel S-10 em julho

A Refinaria de Paulínia (Replan) e a Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), unidades da Petrobras localizadas, respectivamente, nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, registraram marcos importantes em julho de 2022. Ambas as unidades obtiveram a maior produção mensal de diesel S-10 de suas histórias. A Replan atingiu um total de 3.196 mil barris de diesel S-10, enquanto o marco anterior foi em março de 2022 (produção de 3.174 mil barris). O diesel S10 é um combustível com baixo teor de enxofre e que atende às tecnologias mais modernas de motores em uso no Brasil.

A Refap também atingiu um novo recorde de produção de óleo diesel S10 em julho: 1.404 mil barris, um incremento sobre a produção de maio, quando obteve 1.306 mil barris. Nas duas unidades também foram registrados recordes de vendas de diesel S-10.

A estratégia para o parque de refino da Petrobras busca sempre a sua utilização mais eficiente, observando a demanda dos mercados para cada produto, e as alternativas de suprimento do petróleo e derivados. O desempenho das refinarias respeita os requisitos de segurança, de meio ambiente e de qualidade dos derivados produzidos e com o foco em geração de valor.

Petrobras sobre ofício da CVM

A Petrobras informa que recebeu ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informando sobre pedido de interrupção do curso do prazo de antecedência da convocação da Assembleia Geral Extraordinária (AGE), agendada para 19/08/2022, nos termos do art.124, §5°, II, da Lei n° 6.404/76.  O pedido foi formulado pela Associação Nacional dos Petroleiros Acionistas Minoritários da Petrobras (ANAPETRO). A CVM solicitou manifestação da Companhia, que foi realizada de maneira tempestiva.

Fatos julgados relevantes serão oportunamente comunicados ao mercado.

Edição de Agosto/2022 no ar!

Prezado (a) leitor (a),

A edição de Agosto/2022 da Revista digital Oil & Gas Brasil, já está disponível.

Clique aqui e acesse a edição completa. Lembrando que não precisa de login/senha, acesso rápido e sem burocracia. (Compartilhem).

# MATÉRIA DE CAPA: Downstream brasileiro em transformação por Julia Vaz;
# ENTREVISTA EXCLUSIVA: Raul Sanson, vice-presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) – O Diálogo é essencial para a retomada do desenvolvimento industrial por Julia Vaz;
# ARTIGO I: Recuperação avançada: um estudo de caso PRIO por Elida Gurgel Pinto, Karla dos Santos Gomes e Richard Moreira, da PRIO (PetroRio);
# ARTIGO II: Utilização de BOW TIE como ferramenta para avaliação da continuidade operacional de ativos maduros por Adonias Gomes Pereira;
#  Plataformas da Bacia de Campos passam por serviços de manutenção com uso de Hotéis flutuantes;
#  Entrada em operação de contrato do Sistema Integrado de Processamento ´SIP` é mais um avanço no mercado de gás brasileiro;
#  Petrobras e Bunge celebram contrato para fornecimento de matéria-prima usada na produção de Diesel R5;
#  Campo de Búzios bate recorde de produção mensal, com volume de 616 mil bpd;
#  PRIO iniciou produção na Bacia de Campos;
#  Petrobras estende contrato para navio de apoio da Sapura;
#  Yinson encomenda tecnologia MAN para FPSO;
#  Novo navio-tanque da AET pronto para trabalhar para a Petrobras;
#  Petrobras mantém trajetória de solidez e sustentabilidade financeira com distribuição dos resultados gerados;
#  Ocyan e Fundação Norberto Odebrecht lançam projeto para incentivar agricultura familiar em Macaé;
#  Petrobras assina convênio com projeto voltado a pescadores de sistemas lagunares no entorno da Bacia de Campos;
#  Oceaneering fecha contrato de ROVs para apoiar projetos da Petrobras;
#  Enauta anuncia aumento das reservas do Campo de Atlanta;
#  AKOFS Offshore assina contrato com a Petrobras;
#  Navio-sonda Valaris inicia novo capítulo no Brasil;
#  Petrobras alcança 97% de utilização em suas refinarias;
#  Estatal busca atrair novos investidores em Itaboraí ´RJ`;
#  CRP Subsea conquista vários contratos em águas profundas no Brasil;
#  Petrobras reserva unidade de hospedagem offshore para trabalho de quatro anos;
#  Equinor retoma produção do campo de Peregrino;
#  Schlumberger lança segunda edição do seu programa de inovação aberta com novo aporte de até R$ 2 milhões;
#  Petrobras inicia a montagem do supercomputador Pégaso;
#  Wilson Sons registra aumento de manobras portuárias;
#  PRIO inicia produção do primeiro poço perfurado pela Companhia em Frade, dobra a produção do ativo e aumenta em 45% a da empresa;
#  WEG entrega equipamentos para importante projeto de liquefação de gás natural offshore nos EUA;
#  FPSO Anna Nery deixa estaleiro na China;

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

Capa

Petrobras assina aditivo de convênio para melhorias no Aeródromo de Oiapoque

Local será usado também pela companhia para auxiliar operações de exploração de petróleo na região

A Petrobras assinou na última segunda-feira (8/8) com a Prefeitura de Oiapoque (AP) um aditivo ao convênio celebrado no início do ano para a realização de melhorias na infraestrutura do Aeródromo do município. Até maio de 2023, a companhia se propõe a executar diversos serviços para adequar o local à exigência dos órgãos reguladores, permitindo a utilização do espaço para benefício da população da região e para o auxílio das operações de exploração de petróleo offshore da empresa na Margem Equatorial.

O aditivo assinado inclui, entre outros itens, o compromisso da Petrobras de deixar como benfeitoria de caráter definitivo a infraestrutura necessária para a reativação do fornecimento de energia elétrica pela concessionária local, além de providenciar o treinamento para os empregados da Prefeitura que vão operar o aeroporto. Por parte do município, caberá o cumprimento de todas as condicionantes necessárias à manutenção da licença de operação do Aeródromo, nos termos da legislação aplicável.

Conforme o Plano Estratégico 2022-2026 da Petrobras, serão investidos US$ 2 bilhões na exploração da Margem Equatorial, nova fronteira que abrange o litoral do Amapá até o Rio Grande do Norte. No quarto trimestre deste ano, está prevista a realização de um simulado em Amapá Águas Profundas para testar toda a infraestrutura logística e de segurança da companhia, o que permitirá o início da perfuração do primeiro poço exploratório ainda em 2022.

Entrada em operação de contrato do Sistema Integrado de Processamento (SIP) é mais um avanço no mercado de gás brasileiro

O sistema prevê o acesso de produtores de gás natural a unidades de processamento de gás da Petrobras

A entrada em operação do contrato do Sistema Integrado de Processamento (SIP) celebrado entre a Petrobras e a Petrogal Brasil, e divulgado ao mercado em 1º de agosto de 2022, é mais um marco na abertura do mercado de gás.

Em Janeiro deste ano tivemos outro marco para o desenvolvimento do setor de gás natural com a assinatura do acordo de Swap, por meio do qual o gás rico da Repsol Sinopec, proveniente do campo de Sapinhoá, era vendido para a Petrobras na entrada da Planta de Processamento de Cabiúnas (UTGCAB) – parte do Sistema Integrado de Processamento (SIP) – e comprado já processado na saída. Este contrato foi o primeiro dessa modalidade no mundo.

Agora, com a entrada em operação do SIP, outras empresas produtoras podem acessar as unidades de processamento de gás de propriedade da Petrobras, localizadas nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, ligadas ao Sistema Integrado de Escoamento (SIE). E com isso, comercializarem seus volumes de gás já processados diretamente aos seus clientes.

A Repsol Sinopec Brasil participou ativamente das discussões para criação e implantação do SIE e do SIP, evidenciando o nosso compromisso com o desenvolvimento de um mercado competitivo e sustentável no país.

Os novos sistemas integrados de escoamento e processamento de gás permitem uma diversificação ainda maior dos agentes do mercado de gás, resultando em aumento da concorrência e da competitividade, contribuindo para o desenvolvimento de um mercado competitivo e sustentável no país.

Os avanços no mercado de gás natural são decisivos para uma transição energética segura e responsável rumo à uma economia de baixo carbono, promovendo, ao mesmo tempo, o desenvolvimento do mercado, da indústria e do nosso país.

Decisão da justiça carioca afirma que empresa de petróleo deve recolher o ISS no local onde foram exercidas as atividades provisoriamente

Município do Rio de Janeiro cobrava o imposto por parte de empresa de perfuração de petróleo que já o havia recolhido em outras duas cidades

A Justiça Estadual do Rio de Janeiro concedeu uma decisão favorável à empresa prestadora de serviços do ramo de óleo e gás em ação anulatória de débito fiscal proposta contra o município do Rio de Janeiro. A justiça determinou que a empresa não deve recolher o Imposto sobre Serviços (ISS) à capital carioca por conta de serviços de perfuração de poços terrestres e exploração de petróleo realizados para a Petrobras. Isso porque o imposto devido já havia sido recolhido nas cidades onde os serviços haviam sido realizados em Catu (Bahia) e em Mossoró (Rio Grande do Norte). O escritório Cescon Barrieu Advogados atuou no caso.

Segundo o sócio do Cescon Barrieu na área tributária, Rodrigo Bevilaqua, é comum que empresas que realizem serviços de perfuração e exploração de petróleo mobilizem grandes estruturas que incluem sondas, maquinário e recursos humanos trabalhando 24 horas por dia em pequenas cidades, o que caracteriza verdadeiras unidades operacionais autônomas que movimentam recursos na cidade.

“Ainda que não haja a regularização jurídica dessa estrutura reconhece-se que há um estabelecimento temporário ou provisório de fato. Em se comprovando que há essa estrutura, os impostos são recolhidos no local onde a atividade está sendo desenvolvida, ainda que a empresa emita a nota fiscal a partir de sua matriz, o que geralmente ocorre no Rio de Janeiro ou em São Paulo. Há um impacto direto daquela atividade econômica na vida do município, por isso a lei reconhece a figura do estabelecimento temporário e impõe o pagamento do imposto naquela localidade”, explica ele, reforçando que esse é um entendimento baseado na Lei Complementar 116/03.

Rodrigo explica que as regras que tratam do local do recolhimetno do ISS causam insegurança para empresas que movem grandes estruturas não só na área de óleo e gás, mas também em outros setores, uma vez que pode haver a cobrança do imposto em duplicidade, tanto na cidade onde o serviço é realizado e o estabelecimento temporário é instalado, quanto na matriz da empresa que emite a cobrança contra o cliente.

“A lei possui suas regras, mas a sua aplicação ainda gera muitas discussões. Cabe à empresa demonstrar que o recolhimento já foi realizado de forma correta, inclusive com a demonstração da estrutura existente no local capaz de configurar uma unidade econômica ou profissional capaz de prestar os serviços contratados”, ressalta.

Sobre o Cescon Barrieu

O Cescon Barrieu é um dos principais escritórios de advocacia do Brasil, trabalhando de forma integrada em cinco escritórios no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Brasília) e, também, em Toronto, Canadá. Seus advogados destacam-se pelo comprometimento com a defesa dos interesses de seus clientes e pela atuação em operações altamente sofisticadas e muitas vezes inéditas no mercado. O objetivo do escritório é ser sempre a primeira opção de seus clientes para suas questões jurídicas mais complexas e assuntos mais estratégicos. www.cesconbarrieu.com.br

Cristiano Pinto da Costa assume presidência da Shell Brasil

Ele substitui André Araujo, que decidiu se aposentar após doze anos no cargo.

A Shell Brasil informa que Cristiano Pinto da Costa assumiu, a presidência da companhia. Ele substitui André Araujo, que decidiu se aposentar após doze anos no cargo, desde 1º de agosto.

“Assumir a presidência da Shell Brasil neste momento de transição energética é a maior responsabilidade da minha carreira. Manter a relevância do Brasil para a Shell em Upstream continuará sendo um objetivo da minha gestão. O outro é fazer decolar várias outras áreas de negócio da companhia, como Hidrogênio, Eólica Offshore, Solar e Soluções Baseadas na Natureza (NBS) – buscando sempre gerar valor social e um impacto positivo na vida das pessoas dentro e fora da companhia,” afirmou Cristiano Pinto da Costa.

O executivo vinha atuando como Vice-presidente Executivo da companhia, continuando também à frente da liderança direta do negócio de Exploração e Produção no país. Cristiano é engenheiro químico formado pela UFRJ com MBA pela Cranfield School of Management, no Reino Unido. Ele entrou na Shell como estagiário em 1996 e seguiu carreira internacional por 18 anos, tendo ocupado diversas posições nas linhas de Downstream, Gás Integrado, Aquisições e Desinvestimentos, Trading e Upstream, até voltar ao Brasil em 2018 para gerenciar os ativos da Shell no pré-sal; chegando finalmente à posição de Vice-presidente Executivo em 2021.