ABPIP realiza encontro SMS Oil&Gas com foco em liderança, cultura de segurança e sustentabilidade

Especialistas, representantes da ANP e empresas do setor marcaram presença na segunda edição do evento em Salvador (BA).

Com o tema “Liderança, cultura de segurança e sustentabilidade: pilares para produtores independentes e fortes”, a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP) promoveu, nos dias 11 e 12 de setembro, a segunda edição do SMS Oil & Gas, em Salvador (BA).

O encontro reuniu especialistas, representantes de órgãos reguladores, empresários e profissionais de toda a cadeia da produção independente de petróleo e gás, em dois dias de debates sobre segurança operacional, saúde, meio ambiente e sustentabilidade no setor. Entre os presentes estavam Marcio Felix, presidente da ABPIP; Luiz Bispo e Alberto de Carvalho, representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); e Aline Lobo, líder do Polo Sebrae Onshore.

O primeiro dia foi marcado por quatro painéis temáticos e uma sessão dedicada a Cases de Sustentabilidade, com debates sobre garantia da disponibilidade e integridade de sistemas e equipamentos críticos, monitoramento e adequado gerenciamento de integridade de poços em operação ou abandono temporário, NR 01 – Segurança e Saúde no Trabalho e aprimoramento das investigações de incidentes e incorporação das lições aprendidas nos sistemas de gestão de segurança.

Já no segundo dia, foi realizada a reunião do Comitê de SMS da ABPIP e uma palestra especial sobre “Cultura de segurança e responsabilidade da liderança”, ministrada por Gilsa Monteiro, consultora em Segurança de Processo, Fatores Humanos e Organizacionais.

Para Felix, o SMS Oil&Gas cumpre um papel fundamental na agenda do setor. “Esse evento reforça a importância de promovermos um espaço de diálogo e troca de experiências para fortalecer os produtores independentes de petróleo e gás, com foco em segurança, sustentabilidade e na valorização da cultura de prevenção”, disse.

Nesta edição de 2025, o evento da ABPIP contou com o apoio do Polo Sebrae Onshore e patrocínio da Enerflex e da Superior Energy.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

Don’t miss the opportunity to participate!

FPSOs EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: Expo RIO CIDADE NOVA, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Sensor desenvolvido na Unicamp e UnB avança em testes internacionais e pode virar produto para a indústria de petróleo

Dispositivo não-invasivo mede, a partir da vibração de dutos, a proporção entre gás e líquido na composição do escoamento — informação estratégica para otimizar operações, reduzir custos e aumentar a segurança na indústria de petróleo.

Uma tecnologia desenvolvida em parceria entre a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por meio do Centro de Estudos de Energia e Petróleo (CEPETRO), e a Universidade de Brasília (UnB) acaba de dar um salto importante rumo à aplicação industrial. Trata-se de um sensor não-invasivo capaz de medir, a partir da vibração de dutos, a fração gás-líquido em escoamentos multifásicos — uma informação considerada prioritária pela Petrobras, que encomendou o desenvolvimento da tecnologia para atender a desafios estratégicos de sua operação.

Na prática, a tecnologia permite identificar a proporção de gás e líquido dentro do duto sem instalar equipamentos internos ou interromper o escoamento. Essa informação é valiosa para diferentes etapas da cadeia do petróleo — da produção em poços e linhas de escoamento, passando pelo transporte em dutos, até processos de refino. Em todos esses estágios, o conhecimento da fração gás-líquido ajuda a ajustar bombas, otimizar válvulas, aumentar a eficiência energética e reforçar a segurança operacional.

Avanço em TRL – O grande diferencial do projeto é a elevação do nível de prontidão tecnológica (TRL, na sigla em inglês). “Conseguimos testar a tecnologia em condições inéditas, muito próximas às de uma planta real, chegando a 110 bar de pressão com fluidos diferentes fluidos e vazões elevadas. Isso nos permite sair de um TRL de bancada (3 ou 4) para níveis de 5 ou 6, já em ambiente próximo ao de campo”, explica o professor Marcelo Souza de Castro, diretor do CEPETRO e coordenador do projeto.

Esses ensaios foram conduzidos em parceria com a Expro, empresa de serviços global no ramo de energia, contratada pela Petrobras no âmbito da encomenda tecnológica. A Expro avaliou diferentes tecnologias disponíveis e escolheu a patente desenvolvida na Unicamp, em colaboração com a UnB, para avançar em testes com vistas à sua transformação em produto.

Colaboração científica – Ao longo da pesquisa, diferentes soluções foram exploradas até chegar ao sensor atual, com destaque para uma dissertação de mestrado orientada pelo professor Adriano Todorovic Fabro, da UnB, que resultou em patente depositada no Brasil e nos Estados Unidos. “O sensor é do tipo clamp-on, instalado por fora do duto, sem necessidade de contato com o fluido, o que representa uma alternativa muito mais segura e menos invasiva do que métodos tradicionais baseados em sondas radioativas”, explica Fabro.

Segundo ele, o trabalho é exemplo de inovação deep tech, em que avanços científicos dão origem direta a soluções tecnológicas. “Foi a primeira vez que mostramos, na literatura, a relação entre a fração de gás-líquido e o comportamento de vibração em dutos. Isso abre caminho para aplicações práticas com grande impacto”, afirma.

Testes e impactos – Os ensaios com o sensor, realizados no National Engineering Laboratory TÜV SÜD, em Glasgow, na Escócia, permitiram validar a tecnologia em condições como as observadas em cenários offshore — com tubulações de até 10 polegadas e pressões muito elevadas — que não poderiam ser reproduzidas no Brasil. “Os resultados preliminares foram muito animadores e reforçam o interesse da Petrobras e da Expro em avaliar a transformação da pesquisa em produto comercial”, comenta Castro. Esse avanço, segundo ele, é decisivo porque mostra que a tecnologia já pode começar a atender às rigorosas normas de segurança e operação exigidas em plataformas de petróleo.

Para os pesquisadores, o projeto representa um marco também no relacionamento entre universidade e indústria. “No Brasil, ainda temos dificuldade em transformar descobertas acadêmicas em produtos. Atrair o interesse de uma multinacional do porte da Expro mostra a relevância do que estamos desenvolvendo”, destaca Castro.

Fabro complementa: “A universidade desempenha papel essencial em reduzir o risco tecnológico para a indústria, oferecendo soluções inovadoras a partir de pesquisa científica robusta. Nesse caso, conseguimos não apenas gerar artigos e patentes, mas também avançar na direção de aplicações concretas”.

Sobre o CEPETRO: O Centro de Estudos de Energia e Petróleo (CEPETRO) é um centro de pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com mais de 35 anos de história, focado em petróleo, gás, energias renováveis e transição energética. Instalado, atualmente, em cinco prédios com mais de 5 mil metros quadrados de área, possui dez laboratórios próprios e conta com mais de 350 pesquisadores. Além de executar projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), o CEPETRO presta serviços técnicos e de consultoria, forma recursos humanos altamente qualificados e promove a disseminação do conhecimento. Seus projetos de P&D são financiados por empresas, fundações e agências governamentais de fomento à pesquisa. O CEPETRO é um dos maiores captadores de recursos via cláusula de PD&I da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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BW Energy conclui financiamento e arrendamento de FPSO

A empresa avançou com seus planos para um campo de petróleo na Bacia de Campos, graças à conclusão do financiamento para a reforma de uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) e um arrendamento de curto prazo de uma plataforma de desenvolvimento.

Após a decisão final de investimento (FID) tomada em maio de 2025 para o desenvolvimento do campo de Maromba, que visa produzir 500 milhões de barris de petróleo in loco, medidas adicionais foram tomadas para viabilizar este projeto. Previsto para incluir uma plataforma integrada de perfuração e cabeça de poço (WHP) e um FPSO reformado, o projeto deverá permitir que a BW Energy mais que dobre sua produção líquida total até 2028.

Como resultado, a empresa concluiu uma linha de financiamento de projeto de US$ 365 milhões, apoiada pela China Export & Credit Insurance Corporation (Sinosure), para financiar a reforma e a realocação da FPSO Maromba, anteriormente conhecida como Polvo. Além disso, a empresa finalizou um contrato de arrendamento de curto prazo com a Minsheng Financial Leasing (MSFL) para a aquisição da plataforma de desenvolvimento Maromba.

De acordo com a BW Energy, a linha de financiamento do projeto, que foi significativamente superlotada, cobrirá aproximadamente 80% do custo total do projeto FPSO fornecido por um sindicato composto pelo Export-Import Bank of China (CEXIM), Abu Dhabi Commercial Bank (ADCB), Arab Banking Corporation (Bank ABC), National Bank of Fujairah (NBF) e Commercial Bank of Dubai (CBD).

Enquanto a CEXIM, o ADCB e o Banco ABC atuaram como coordenadores principais mandatados, o ADCB e o Banco ABC atuaram como bancos estruturantes, consultivos e de documentação. O Banco ABC também atuou como banco de consultoria técnica. A linha de crédito, com taxa de juros de SOFR mais margem de 2,8%, é estruturada como um empréstimo de financiamento de projeto com saques progressivos durante o período de construção, seguidos de um período de amortização de 6,5 anos após a conclusão do projeto.

O arrendamento de curto prazo com a MSFL cobre o preço de compra de US$ 107,5 milhões da plataforma autoelevatória classe B Super Gorilla da BW Maromba, permitindo que a BW Energy comece os preparativos para o desenvolvimento do campo de Maromba enquanto trabalha com a MSFL para finalizar o financiamento de longo prazo.

A empresa destaca que o contrato de arrendamento atual, estruturado como um afretamento a casco nu com pagamentos apenas de juros, será substituído por um afretamento de longo prazo após a conclusão. O primeiro óleo do projeto brasileiro está previsto para o final de 2027. A BW Energy prevê uma produção de 60.000 barris de petróleo por dia.

Com capacidade de armazenamento de um milhão de barris, o FPSO Maromba terá capacidade total de líquidos de 100.000 barris por dia, capacidade de produção de petróleo de 65.000 barris por dia e capacidade de tratamento de água de 85.000 barris por dia.

Brice Morlot , CFO da BW Energy, comentou: “O fechamento deste financiamento marca um marco importante no desenvolvimento de Maromba, demonstrando nossa capacidade de garantir financiamento competitivo de longo prazo e construir relacionamentos sólidos com um grupo diversificado de novos credores do Oriente Médio e da Ásia.

“Além disso, isso reflete nossa estratégia de reutilização da infraestrutura de produção existente, o que não apenas reduz os custos gerais de desenvolvimento e a pegada ambiental, mas também permite o acesso a financiamento econômico baseado em ECA.”

 

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Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos completa dez anos

Executado pela Petrobras, projeto envolve aproximadamente 600 profissionais em trecho de 1.500 Km, que vai de Laguna (SC) até Saquarema (RJ).

A maior bacia sedimentar marítima brasileira tem feito história. E não estamos falando só da produção de óleo e gás. O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), que acaba de completar dez anos, tornou-se referência em monitoramento da biodiversidade.

Executado pela Petrobras no escopo do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, o projeto realiza um trabalho diário e minucioso que envolve diversas instituições e aproximadamente 600 profissionais, no trecho do litoral que vai desde Laguna (SC) até Saquarema (RJ), em um total de 1.500 km de costa.

“Com as ações do projeto, aprofundamos o conhecimento sobre a nossa biodiversidade com informações que se tornaram insumos para a companhia, para a academia, para políticas públicas e para as comunidades”, conta o gerente de Gestão Ambiental para a área de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Senna. “Implementar um projeto desta dimensão representa o desafio de integrar ciência, gestão ambiental e logística em larga escala ao longo de uma extensa faixa costeira, com características geográficas diversas”, avalia.

Monitoramento, resgates, atendimentos veterinários e análises

Os números do PMP-BS evidenciam a abrangência da iniciativa. Ao longo de dez anos, os profissionais responsáveis pelo monitoramento de praias percorreram mais de 3,2 milhões de quilômetros. Nesse período, foram registradas 183 mil ocorrências, das quais aproximadamente 24.000 animais foram encontrados vivos, porém debilitados. Esses animais foram encaminhados para reabilitação, possibilitando a devolução de mais de 5.500 indivíduos à natureza.

Já os animais encontrados mortos, quando em condições adequadas, são submetidos à necropsia, procedimento realizado por médicos veterinários com o objetivo de identificar as possíveis causas da morte. Essa análise contribui significativamente para a compreensão dos impactos ambientais que afetam a fauna marinha.

Para dar suporte a essas ações, o PMP-BS conta com 17 instalações da rede de atendimento veterinário, que recebem tanto os animais vivos debilitados, para reabilitação, quanto as carcaças destinadas às necropsias.

Quais são os animais marinhos “campeões” do PMP-BS?

No ranking das aparições registradas pelo PMP-BS, o “campeão” é o pinguim-de-magalhães, com 63.552 animais, seguido da tartaruga-verde (52.652), bobo-pequeno (8.506), tartaruga-cabeçuda (8.156), gaivotão (7.785), atobá-pardo (7.415) e da toninha (5.612).

Transformando dados em ciência

Ao longo desta década, o PMP-BS se consolidou como uma ferramenta para o conhecimento e a proteção da fauna marinha, reunindo uma grande base que transforma dados em ciência. As informações têm sido usadas para a elaboração de estudos científicos e estratégias de conservação, apoio a políticas públicas, pesquisas acadêmicas e educação ambiental em comunidades litorâneas.

A partir dos dados obtidos, foram produzidos 81 artigos científicos, dez teses de doutorado, 29 dissertações de mestrado, 26 trabalhos de conclusão de curso, 127 resumos em congressos, além de fornecer subsídios para planos de ação nacional de conservação de espécies ameaçadas de extinção.

Além disso, as ações de educação ambiental do PMP-BS também atingiram milhares de pessoas, com a realização de palestras em escolas, capacitações, conscientização de turistas e diálogos com moradores das cidades litorâneas e instituições locais, reforçando a inserção local do projeto.

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Petrobras produz SAF com conteúdo renovável na Revap

Teste realizado na refinaria é marco para a produção de combustível que reduz emissões do setor aéreo.

Na primeira semana de setembro, a Refinaria Henrique Lage (Revap) da Petrobras, em São José dos Campos (SP), realizou testes para a produção de SAF a partir do coprocessamento de óleo vegetal em mistura com correntes tradicionais de petróleo.

O combustível sustentável de aviação, também conhecido como SAF (Sustainable Aviation Fuel), pode substituir diretamente o querosene convencional sem necessidade de modificações nas aeronaves ou na infraestrutura de abastecimento. Isso o torna uma solução prática e imediata para reduzir as emissões do setor aéreo.

Durante o teste na Revap, foi misturado óleo vegetal ao processo tradicional de produção do querosene de aviação (QAV). O teor de óleo vegetal no produto atingiu o patamar de até 1,2%, um marco fundamental na produção de combustíveis mais sustentáveis para a aviação. De acordo com o gerente geral da Revap, Alexandre Coelho Cavalcanti, “trata-se de uma abordagem de menor investimento para a produção de combustíveis com conteúdo renovável, pois utiliza os ativos existentes”, avalia.

A consolidação da rota tecnológica de produção de SAF por coprocessamento é especialmente relevante para o mercado, considerando as futuras exigências do setor. A partir de 2027, as companhias aéreas no Brasil deverão começar a usar, obrigatoriamente, esse tipo de combustível, com base na Lei do Combustível do Futuro e da fase obrigatória do CORSIA, que é o programa da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) para redução e compensação de emissões de CO2 provenientes dos voos internacionais.

Compromisso com a transição energética justa no setor

Segundo o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França, o avanço representa um marco tecnológico para a Petrobras e um passo importante para o Brasil no cenário global de combate às mudanças climáticas. “A iniciativa demonstra o compromisso da Petrobras com a inovação e a sustentabilidade, preparando-se para atender às demandas futuras de um setor aéreo mais sustentável”, disse o diretor.

Recentemente, a Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, obteve a autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para incorporar até 1,2% de matéria-prima renovável na produção de SAF. A previsão é que, a partir dos próximos meses, a refinaria inicie a produção para comercializar.

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Edição de Agosto no ar!

Prezado (a) leitor (a),

A edição de Agosto, já está disponível.

Clique aqui e acesse a edição completa. Lembrando que não precisa de login/senha, acesso rápido e sem burocracia. (Compartilhem)

Baixe o PDF da edição: (Revista Oil & Gas Brasil_Agosto)

MATÉRIA DE CAPA: A expansão de Búzios por Julia Vaz e Fabiano Reis
ENTREVISTA EXCLUSIVA: 30 anos em operação offshore – Eduardo Adami, Vice-Presidente Da Camorim Serviços Marítimos por Julia Vaz e Fabiano Reis
ARTIGO I: IA Generativa acelera transformação das cadeias de suprimento no petróleo e gás – por Alexandre do Valle é pesquisador na Universidade Federal Fluminense (UFF), com doutorado em processos digitais para as áreas de suprimentos, na cadeia de óleo e gás
NAVE avança – Ao completar um ano, programa de aceleração da inovação ganha velocidade de cruzeiro por Julia Vaz e Fabiano Reis
• Fugro encarregada de ajudar a proteger as atividades de exploração em águas profundas do país
• Vários contratos de robótica submarina com a Petrobras trazem US$ 180 milhões para a Oceaneering
• TechnipFMC garante dois contratos de tubos flexíveis com a Petrobras
• Karoon revela investimento multimilionário em campanha de revitalização de FPSO
• Petrobras aprova Bruno Moretti como novo presidente do Conselho de Administração
• Tenaris inova com CRA aliada à tecnologia Dopeless®, reforçando liderança técnica no pré-sal brasileiro
• 10 perguntas e respostas sobre a Avaliação Pré-Operacional – APO na Margem Equatorial
• DOF afreta embarcação para a Petrobras
• Plataforma Almirante Tamandaré, instalada no campo de Búzios, bate recorde de produção de petróleo
• ANS Serviços Industriais fecha contrato com a Petrobras para sete plataformas
• Campo de Búzios supera o patamar recorde de 900 mil barris de petróleo por dia
• Petrobras avança na contratação para construir primeira planta de BioQAV e diesel renovável
• Petrobras, BNDES e Finep recebem 32 propostas para FIP de Transição Energética e Descarbonização
• Shell une forças com Shape Digital, MODEC e Unicamp para reforçar a segurança das unidades offshore
• Sonda de perfuração afretada pela Petrobras chega ao Amapá para atuar em simulado
• Equinor notificada sobre interdição do FPSO Peregrino pela ANP
• OceanPact firma contratos de R$ 3,2 bilhões com a Petrobras para afretamento de quatro RSVs
• Ministério envia ao TCU projeto para primeira concessão de hidrovia no país
• Firjan reforça agilidade na implementação das medidas do governo federal para mitigação dos impactos para empresas fluminenses
• PetroReconcavo e Dislub constroem rota inédita para escoamento de petróleo no Pecém
• Concessões no setor de portos somam R$ 30 bilhões em investimentos
• Seagems conclui Projeto BRAVA após três anos de parceria no Campo de Atlanta
• Ambipar e SBM Offshore anunciam iniciativa conjunta para desenvolver solução robótica inovadora para limpeza de tanques em plataformas de petróleo
• Petrobras contrata embarcações voltadas à campanha de prontidão de plataformas no valor de R$ 1,2 bilhão
• Nexio e IBBX firmam parceria para levar tecnologia de monitoramento preditivo ao setor industrial e offshore
• BRAVA Energia registra lucro de R$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2025
• Solstad fecha contrato com a Petrobras
• Valmet fecha contrato estratégico com a Petrobras
• ABPIP levou agenda estratégica ao Congresso para fortalecer produção independente de petróleo e gás
• bp anuncia descoberta de hidrocarbonetos no poço exploratório Bumerangue, na costa brasileira
• Produção de petróleo e gás natural da Petrobras aumenta 5% e alcança 2,9 milhões de barris no 2º trimestre de 2025
• Perenco adquire ativos hibernados da Petrobras e define estratégia de recuperação
• Seatrium contrata a Axess para trabalhos de conformidade em FPSOs com destino ao Brasil

 

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

Fugro encarregada de ajudar a proteger as atividades de exploração em águas profundas do país

A Fugro ganhou dois contratos com a Constellation para dar suporte a atividades responsáveis ​​de exploração em águas profundas em duas regiões.

Nos dois contratos de três anos, o escopo da Fugro inclui a implantação de veículos avançados operados remotamente (ROVs) a bordo de embarcações gerenciadas pela Constellation para realizar inspeções de equipamentos submarinos, intervenções e uma variedade de atividades de observação e pesquisa.

O trabalho será realizado no que a Fugro descreve como duas das regiões estrategicamente mais importantes do Brasil: a madura Bacia de Campos e a emergente Margem Equatorial .

A primeira campanha começará neste trimestre na Bacia de Campos, a bordo do navio Tidal Action, seguida por uma segunda implantação no início de 2026 na Margem Equatorial, a bordo do Amaralina Star.

A Fugro disse que equiparia ambas as embarcações com seus sistemas FCV 3000 ROV, uma classe de veículos de águas profundas construídos para ambientes offshore complexos, a serem operados por equipe baseada no Brasil.

“Nossa parceria com a Constellation reflete um compromisso compartilhado com o avanço da exploração offshore em alinhamento com a transição energética mais ampla do Brasil”, disse Felipe Vasconcellos, Gerente da Fugro no Brasil. “Ao combinar expertise submarina confiável com tecnologia avançada de pesquisa, estamos ajudando a garantir que a exploração nessas regiões de fronteira sustente um futuro energético mais seguro, resiliente e sustentável.”

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TechnipFMC garante dois contratos de tubos flexíveis com a Petrobras

A TechnipFMC, garantiu dois contratos submarinos com a Petrobras para a entrega de tubos flexíveis a serem implantados em diversas bacias.

Definido como um contrato substancial, ou seja, com valor entre US$ 250 milhões e US$ 500 milhões, o primeiro prêmio abrange o projeto, a engenharia e a fabricação de risers flexíveis de injeção de gás, que serão usados ​​para sustentar a pressão do reservatório e aumentar a eficiência da produção por meio da reinjeção de gás de alta capacidade em formações do pré-sal na Bacia de Santos.

Resultado de uma licitação competitiva, o segundo contrato inclui o projeto, a engenharia e a fabricação de risers e linhas de fluxo flexíveis para implantação em ativos na Bacia de Campos. A TechnipFMC define este segundo contrato como significativo, com valor entre US$ 75 milhões e US$ 250 milhões.

A fabricação será realizada exclusivamente na unidade de produção de flexíveis da empresa em Açu.

Jonathan Landes, Presidente de Subsea da TechnipFMC, afirmou: “À medida que a Petrobras desbloqueia os recursos energéticos do Brasil, temos orgulho de fornecer tecnologia e expertise que apoiam alguns de seus projetos tecnicamente mais desafiadores. A TechnipFMC é líder em inovação submarina e continua a desenvolver tecnologias flexíveis para apoiar novos projetos e agregar valor aos seus clientes.”

A TechnipFMC e a Petrobras iniciaram recentemente um projeto piloto no Brasil para testar uma nova tecnologia de atuação elétrica, que deverá integrar o portfólio eSolutions da TechnipFMC para sistemas submarinos. O equipamento deverá ser integrado a uma árvore submarina com instalação prevista para 2026.

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Vários contratos de robótica submarina com a Petrobras trazem US$ 180 milhões para a Oceaneering

A Oceaneering International garantiu vários contratos de robótica submarina com a Petrobras, que têm uma receita agregada prevista de aproximadamente US$ 180 milhões.

Após uma licitação competitiva, a subsidiária brasileira da Oceaneering, Marine Production Systems do Brasil (MPS), recebeu os contratos durante o segundo trimestre de 2025 para o fornecimento de serviços de veículos operados remotamente (ROV) de classe de trabalho, pacotes de ferramentas especializadas e serviços de pesquisa a bordo de vários navios de manuseio de âncoras e suporte de ROV trabalhando em projetos da Petrobras.

Os escopos incluem suporte de ROV para atividades de inspeção, manutenção e reparo (IRM) e descomissionamento, bem como serviços relacionados ao posicionamento de superfície e submarino, conexões de FPSO, inspeções de amarração e instalações de estacas.

Os contratos, cada um com duração de quatro anos e opções de extensão, começarão em datas variadas no terceiro e quarto trimestres de 2025 e no primeiro trimestre de 2026.

“Como líder global em serviços de ROV, estamos entusiasmados em expandir ainda mais nossa presença no Brasil. Esses contratos nos dão visibilidade da nossa carteira de pedidos para os próximos anos, reforçando nossa perspectiva de mercados de energia offshore resilientes”, disse Martin McDonald, Vice-Presidente Sênior de Robótica Submarina da Oceaneering.

Essa visibilidade também nos permite planejar e alocar recursos estrategicamente, garantindo um desempenho seguro, consistente e confiável. Temos orgulho de continuar apoiando os projetos offshore da Petrobras e contribuindo para o desenvolvimento do setor energético brasileiro.

Por meio da MPS, a Oceaneering opera diversas instalações, incluindo um centro para ROV, levantamento, ferramentas de intervenção submarina e soluções de engenharia, além de um centro de operações remotas onshore em Macaé e uma fábrica de umbilicais em Niterói. A empresa atua no Brasil há quase três décadas.

Em 1º de julho, a Oceaneering iniciou um contrato com a gigante de energia dos EUA, ExxonMobil, para o fornecimento de serviços de ROV e soluções integradas em um bloco offshore em Angola, que deve gerar de US$ 80 milhões a US$ 90 milhões em receitas ao longo de seu prazo de três anos.

A empresa também atualizou recentemente seu navio de pesquisa Ocean Intervention II, de 77 metros de comprimento , lançado em 2000, para realizar operações de pesquisa autônomas simultâneas.

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Karoon revela investimento multimilionário em campanha de revitalização de FPSO

A Karoon Energy, revelou seus planos de investimento para uma campanha de revitalização de seu FPSO e um projeto de extensão de vida útil em campo no país.

Meses após a aquisição do FPSO Cidade de Itajaí , implantado em seu projeto Baúna, no BM-S-40, a Karoon Energy divulgou o lançamento de seus projetos de revitalização e extensão de vida útil de Baúna, com investimentos previstos de aproximadamente US$ 55-65 milhões em 2026 e US$ 80-90 milhões no período de 2030 a 2034. A empresa reavaliou as reservas e os recursos contingentes para o projeto em 30 de junho de 2025.

O Dr. Julian Fowles, CEO e diretor administrativo da Karoon, comentou: “Um dos principais motivadores da aquisição do FPSO Baúna no 1S25 foi o potencial de redução de custos operacionais futuros, o que nos permitiria acessar alguns ou todos os recursos contingentes existentes.

Uma análise abrangente foi concluída, confirmando que, com a nova estrutura de custos prevista e a implementação dos planos de extensão de vida útil, a vida útil econômica do projeto Baúna pode ser estendida em aproximadamente sete anos, de 2032 a 2039, quando a concessão de produção expira. Além disso, nos últimos 18 meses, a taxa de declínio de Baúna tem sido menor do que nossas expectativas, indicando uma recuperação final maior do projeto.

Os estudos incluíram uma avaliação atualizada do desempenho do reservatório, modelagem e perspectiva de atividades; remoção dos custos de afretamento do FPSO Altera&Ocyan (A&O), levando a uma redução nas taxas mínimas de produção econômica; uma avaliação atualizada dos custos operacionais de longo prazo; avaliação atualizada dos custos de abandono de campo e a data de expiração da concessão de produção em fevereiro de 2039.

Como resultado, as reservas 2P foram revisadas para cima em 17,6 milhões de barris de petróleo. Após a produção de 3,9 milhões de barris de petróleo no primeiro semestre de 2025, as reservas 2P no final de junho de 2025 eram de 52,7 milhões de barris de petróleo, em comparação com 39 milhões de barris de petróleo no final de dezembro de 2024.

Por outro lado, os recursos contingentes 2C foram reduzidos de 11,2 milhões de barris de petróleo para 3 milhões de barris de petróleo no mesmo período, com base no potencial de produção até o fim estimado da vida útil operacional da instalação em 2040. A Karoon afirma que os volumes recuperáveis ​​2P aumentaram 120% desde a aquisição do ativo em novembro de 2020.

A Karoon espera investir US$ 55-65 milhões em sua campanha de revitalização de FPSO em 2026 e aproximadamente US$ 80-90 milhões em atividades de extensão de vida útil entre 2030 e 2034. Espera-se que esse CAPEX de extensão de vida útil inclua duas campanhas de flotel e atualizações de equipamentos associadas.

Dada a inclusão do FPSO, bem como mudanças no escopo, duração das atividades e taxas de embarcações, os custos de abandono aumentaram de US$ 174,9 milhões em 2032 para US$ 260 milhões em 2039. O projeto Baúna compreende os campos de Baúna, Piracaba e Patola na concessão BM-S-40 offshore do Brasil.

O FPSO Cidade de Itajaí , capaz de operar em lâmina d’água de até 1.000 metros, foi construído no estaleiro Jurong, em Cingapura, em 1995 e convertido em 2012. Essa unidade, que começou a operar no Brasil em fevereiro de 2013, pode produzir 80.000 barris de petróleo por dia e comprimir 2 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

Don’t miss the opportunity to participate!

FPSOs EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: Expo RIO CIDADE NOVA, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/