Prosafe se revela vencedora de mais uma licitação da Petrobras

A Prosafe, fornecedora de plataformas de acomodação offshore, foi declarada vencedora de mais um processo de licitação lançado pela Petrobras para o fornecimento da unidade semissubmersível Safe Eurus para suporte de segurança e manutenção offshore.

A Prosafe revelou que foi declarada vencedora de uma licitação para um contrato de quatro anos da Petrobras para o fornecimento do Safe Eurus . No entanto, uma possível adjudicação de contrato e o momento da adjudicação do contrato estão sujeitos a um processo formal durante o qual outros licitantes podem recorrer nessa semana.

Se adjudicado, o contrato tem um compromisso de período firme de quatro anos e a data de início é no 1º/2º trimestre de 2023, após o término do contrato atual. O valor total do contrato associado ao processo de licitação é de aproximadamente US$ 126 milhões.

Construído pela COSCO da China, o Safe Eurus é uma embarcação semi-submersível de suporte de segurança e manutenção de posicionamento dinâmico (DP3), capaz de operar em ambientes adversos. Pode acomodar até 500 pessoas, possui amplas instalações de recreação e uma área de deck aberto de grande capacidade e passarela telescópica. Ao operar a embarcação, a Prosafe se concentrará na redução de emissões por meio do monitoramento inovador do desempenho energético e da redução do consumo de combustível associado.

Há cerca de um mês, a Prosafe também foi declarada vencedora de uma licitação para um contrato de quatro anos da Petrobras no Brasil para o fornecimento da unidade Safe Notos . Assim como o último, este contrato foi submetido a um processo formal durante o qual outros licitantes tiveram a opção de apelar. A adjudicação formal do contrato para a Prosafe foi anunciada no início de maio com data de início prevista para o 3T/4T 2022.

Petrobras promove exposição “Replan 50 anos” em Campinas

Até o dia 31/5, visitante do shopping Dom Pedro poderá fazer um passeio virtual pela maior refinaria do país

Em comemoração pelo 50º aniversário da maior refinaria do país, a Petrobras promove, entre os dias 17 e 31/5, no Parque Dom Pedro Shopping, em Campinas, a exposição “Replan 50 anos”. Em um espaço de 300m², o visitante poderá não só conhecer a história da Refinaria de Paulínia (Replan), mas fazer um “passeio virtual” pela unidade industrial que é responsável por 20% do petróleo processado pela companhia.

Com os óculos de realidade virtual (VR), em uma experiência de imersão digital, também é possível ter a sensação de embarcar em uma plataforma e descobrir como é retirado o petróleo a mais de 7 mil metros de profundidade. O caminho do petróleo, desde os campos do pré-sal até a transformação nos combustíveis que são usados nos automóveis, pode ser seguido por meio de uma maquete interativa. Para quem tem curiosidade amostras de diversos produtos estarão disponíveis para visualização.

Exposição acessível

A experiência é totalmente acessível, com rampas disponíveis para cadeirantes em todos os espaços. Piso tátil, placas em braile e maquete reproduzida em relevo permitem que as pessoas com deficiência visual aproveitem a exposição de forma significativa.

Apresentações dos Canarinhos da Terra

Além de todas as atrações da exposição, nos dias 20 de maio (sexta-feira), às 17h, e 21 de maio (sábado), às 19h30, o público contará com apresentações especiais do coral do projeto social “Canarinhos da Terra”. Patrocinado pela Petrobras desde 2009, o projeto trabalha com mais de 900 crianças de Paulínia e Campinas, promovendo o aprendizado e desenvolvimento cultural através dos programas educacionais e culturais nas áreas de música e artes integradas.

Sobre a Replan

Em 12 de maio, a Replan completou 50 anos de atuação. Responsável por atender cerca de 30% do território brasileiro e 55% do estado de São Paulo, a refinaria tem como seus principais produtos o diesel, gasolina, querosene de aviação, asfaltos, GLP e propeno, dentre outros derivados de petróleo.

Serviço

De: 17 a 31 de maio de 2022

Horário: das 10h às 22h (Segunda a sábado) das 12h às 20h (Domingos)

Local: Parque Dom Pedro Shopping
(Av. Guilherme Campos, 500 – Jardim Santa Genebra) Campinas – SP

Comunicado sobre venda da REMAN

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 10/03/2022, informa que a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou a transação de venda da Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) para a Ream Participações S.A..

O trânsito em julgado da aprovação da transação pelo CADE ainda está sujeito ao transcurso do prazo de 15 dias imposto pela Lei 12.529/11 para apresentação de eventuais recursos por terceiros ou para a avocação do processo pelo Tribunal do CADE. A conclusão da transação também está sujeita ao cumprimento das demais condições precedentes previstas no contrato de compra e venda de ações.

A Petrobras reforça o seu compromisso com a ampla transparência de seus projetos de desinvestimento e de gestão de seu portfólio e informa que as etapas subsequentes serão divulgadas ao mercado de acordo com a Sistemática para Desinvestimentos da companhia e com o Decreto 9.188/2017.

Petrobras informa sobre desinvestimento na Bacia de Sergipe-Alagoas

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 20/07/2018, informa que decidiu encerrar o atual processo competitivo, que estava na fase vinculante, para a venda parcial de quatro concessões localizadas em águas profundas na Bacia de Sergipe-Alagoas (BM- SEAL-4, 4-A, 10 e 11). Atualmente, as concessões são representadas pelos campos de Agulhinha, Budião, Budião Noroeste, Budião Sudeste, Cavala e Palombeta.

A Petrobras avalia constantemente seu portfólio e, considerando o alinhamento das concessões à estratégia da companhia e a melhoria dos indicadores econômico-financeiros da Petrobras, as concessões foram mantidas integralmente na carteira, marcando o início do desenvolvimento de uma nova fronteira em águas profundas na Bacia de Sergipe-Alagoas.

A Petrobras reforça o seu compromisso com a ampla transparência de seus projetos de desinvestimento e de gestão de seu portfólio e afirma seu foco em ativos em águas profundas e ultraprofundas, onde tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos, com alta produtividade e com menores emissões de gases de efeito estufa.

Wilson Sons registra lucro superior a R$ 143 milhões no primeiro trimestre de 2022, superando em 437% o mesmo período de 2021

A Wilson Sons registrou lucro líquido acima de R$ 143 milhões no primeiro trimestre de 2022, superando em 437% o mesmo período de 2021. Os resultados financeiros da companhia foram divulgados na sexta-feira (13/05), após o fechamento do mercado brasileiro (B3). 

 

O crescimento de 437% no lucro líquido foi beneficiado pela variação cambial deste trimestre, uma vez que o real valorizou 15%. Mas mesmo excluindo os efeitos cambiais, a companhia apresentou um lucro líquido robusto de R$ 80 milhões, um crescimento de 71% em relação ao primeiro trimestre de 2021.

 

As receitas líquidas em reais também apresentaram crescimento. O aumento foi de mais de 4% no trimestre, na comparação com o mesmo período de 2021. O desempenho financeiro foi superior ao desempenho operacional, com o aumento das receitas de armazenagem nos terminais, o aumento nas exportações e importações para a divisão de logística internacional, a Allink, o aumento na receita média por manobra portuária em rebocadores e os novos contratos nas bases de apoio offshore. Com o aumento do nível de preços nos principais negócios, as receitas líquidas chegaram a R$ 529 milhões.

 

O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também subiu para R$ 239 milhões, um crescimento de 4% com resultados robustos de rebocadores. Os resultados de rebocadores foram fortes com aumento da receita média por manobra, apesar da queda no volume operacional, ocasionada, principalmente, pela redução de carga conteinerizada. A receita líquida de rebocadores aumentou para R$ 253,7 milhões no 1T22.

“Estamos satisfeitos por apresentar resultados financeiros resilientes, neste primeiro trimestre do ano, mesmo diante do cenário desafiador que se apresenta para 2022, com o agravamento da crise da cadeia de suprimentos e pressões inflacionárias”, destaca Fernando Salek, CEO da Wilson Sons.

Segurança e sustentabilidade

Em relação a um dos temas mais relevantes para a empresa, a Wilson Sons encerra o primeiro trimestre de 2022 com bons índices. A taxa de frequência de acidentes com afastamento fechou o período acumulado de 12 meses em 0,23 incidentes por um milhão de horas trabalhadas, patamar abaixo do último trimestre, o que confirma o compromisso da empresa com a segurança de seus colaboradores.

Na agenda ESG, a companhia registrou um importante avanço, com a divulgação do primeiro relatório de sustentabilidade da Wilson Sons. A publicação demonstra o amadurecimento da empresa em relação à pauta de práticas ambientais, sociais e de governança corporativa, que ganha cada dia mais relevância no cenário mundial. 

Destaques 

Os portos de Salvador e Rio Grande foram os únicos do país a figurar no ranking do Índice Global de Desempenho Portuário de Contêineres, divulgado pelo Banco Mundial e IHS Markit. 

“A boa colocação nesta lista de portos mais eficientes é motivo de comemoração para a Wilson Sons”, afirma a CFO da companhia, Fabricia Souza.

As receitas de rebocagem subiram 2,9%, para R$ 253,7 milhões, com o aumento da receita média por manobra, que foi maior 9,7% em relação ao período comparativo. As manobras portuárias, principalmente em contêineres, apresentaram ligeira queda, que foi parcialmente compensada por maiores volumes de commodities..

O segmento de embarcações de apoio offshore continua apresentando recuperação. O aumento das receitas líquidas foi de mais de 26%, com um aumento dos dias de operação em 12% e um aumento da diária média em relação ao período comparativo.

Outro segmento que merece destaque no trimestre é a Allink. A divisão de logística internacional da Wilson Sons apresentou um aumento de quase 73% acima do primeiro trimestre de 2021 na receita líquida, chegando a R$ 41,3 milhões. O segmento foi beneficiado pela alta demanda e melhores receitas tanto com os armadores quanto com os terminais.

Para aumentar a liquidez da companhia, a Wilson Sons implementou este mês, após aprovação na última assembleia geral ordinária e extraordinária, ocorrida no dia 26 de abril de 2022. O desdobramento das ações da companhia de uma para seis ações da mesma espécie. Com essa iniciativa, a companhia busca não apenas melhorar a liquidez das ações, deixando os lotes mais acessíveis para pessoas físicas e outros investidores, mas também possibilitar um ajuste na sua cotação, tornando o preço por ação mais atrativo e acessível a um número maior de investidores.

Outro destaque foi o pagamento de dividendos, referente aos resultados de 2021, no montante de 2,68 por ação equivalente a quase R$ 196 milhões, com um dividend yield de 4,5% e em linha com o mercado.

Teleconferência para apresentação de resultados

A teleconferência para apresentação de resultados acontece nesta quinta-feira (19/05), às 11h (Brasília), 15h (Londres), 10h (Nova York). Links para ingressar:

 

Português

Webcast: link do webcast
Dial-in: +55 11 3181-8565 (SP) | +55 11 4210-1803 (SP)

 

Inglês

(tradução simultânea do Português)
Webcast: link do webcast
Dial-in: +1 412-717-9627 (US) | +44 20 3795-9972 (UK)

Replay disponível em: wilsonsons.com.br/ri

Sobre a Wilson Sons

A Wilson Sons é o maior operador integrado de logística portuária e marítima do mercado brasileiro, com mais de 180 anos de experiência. A companhia tem abrangência nacional e oferece soluções completas para mais de 2 mil clientes, incluindo armadores, importadores e exportadores, indústria de óleo e gás, projetos de energia renovável, setor do agronegócio, além de outros participantes em diversos segmentos da economia.

Petrobras estende licença para software de imagem sísmica CGG

A empresa de serviços geofísicos CGG assinou um contrato de licenciamento expandido de cinco anos com a Petrobras para seu software de imagem sísmica Geovation.

A gigante brasileira de petróleo e gás usa a plataforma de imagens sísmicas há mais de uma década e o novo acordo deve dar a seus geocientistas acesso a inovações, incluindo inversão de forma de onda completa (FWI), e aprimorar seus recursos de imagem.

De acordo com a CGG, o novo acordo também inclui treinamento especializado da equipe de GeoTraining da CGG para apoiar o aumento no número de licenças da Petrobras Geovation, permitindo que novos usuários aproveitem rapidamente os recursos avançados de imagem sísmica do software para seus projetos.

“Durante nossos 60 anos de história operacional no Brasil, desenvolvemos uma estreita parceria de tecnologia e negócios com a Petrobras, que viu a CGG ser reconhecida como um fornecedor-chave. Esta última expansão do nosso contrato de licenciamento Geovation reflete a força desse relacionamento e a vantagem significativa que nossa tecnologia de imagem de subsuperfície de última geração oferece”, disse Peter Whiting , EVP, Geoscience da CGG.

“Como a potência por trás do sucesso dos próprios serviços de imagem sísmica de ponta da CGG, é a plataforma de software mais eficiente e confiável para geofísicos que trabalham com conjuntos de dados cada vez maiores e enfrentam desafios de imagem cada vez mais complexos, como iluminação do pré-sal.”

A CGG ganhou recentemente um contrato de imagem sísmica de nó fundo oceânico (OBN) em duas partes para o Reservatório Compartilhado Sapinhoa ​​na Bacia de Santos, no Brasil.

A Petrobras é a operadora da concessão onde está localizado o campo de Sapinhoa ​​com 45% de participação.

A CGG está aplicando inversão de forma de onda completa com atraso de tempo, atenuação múltipla interna e migração de mínimos quadrados, para resolver incertezas estruturais desafiadoras no pré-sal e obter uma melhor visão do comportamento geomecânico do reservatório.

Petroleira investirá mais de US$ 500 milhões na Replan até 2025

Recursos incluem construção de nova unidade de hidrotratamento de diesel e projetos do RefTOP

A Petrobras investirá na Refinaria de Paulínia (Replan) mais de US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 2,5 bilhões de reais) até 2025, com o objetivo de atender à demanda por produtos com menores emissões e aumentar a eficiência energética e desempenho operacional da unidade. Maior refinaria da companhia em capacidade de processamento de petróleo, a Replan completa 50 anos nesta quinta-feira, 12 de maio.

“A história da Replan ilustra a evolução tecnológica, a integração dos negócios e as conquistas da Petrobras nessas últimas cinco décadas. Em 1972, a refinaria processava apenas petróleo importado, com instrumentação analógica, casas locais de controle, coletas manuais de dados em formulários e inúmeras atividades e manobras realizadas fisicamente por operadores no campo. Hoje, temos a Replan refinando principalmente óleo produzido no pré-sal, em um cenário tecnológico completamente diferente, automatizado, com uso intensivo de simuladores e intervenções remotas na operação”, afirma o presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho.

De acordo com o Plano Estratégico 2022-2026 da Petrobras, será construída uma nova unidade de hidrotratamento de diesel (HDT) na Replan, que terá capacidade de produção de 10 milhões de litros de Diesel S-10 por dia. O contrato para a construção da nova unidade foi assinado na última segunda-feira (9/5) com o Consórcio Toyo Setal HDT Paulínia, formado pelas empresas TSE e TOYO.

A entrada em operação está prevista para ocorrer em 2025 e os investimentos chegam a US$ 458 milhões (cerca de R$ 2,2 bilhões). “Com esse projeto, todo o óleo diesel produzido na Replan será de baixo teor de enxofre (S-10) e permitirá o aumento de produção de querosene de aviação (QAV)”, destaca Rogério Daisson, gerente geral da Replan, que estima cerca de 3 mil novos empregos e outros 3 mil indiretos na região, durante o período da obra.

Além da nova HDT, estão previstos investimentos na Replan relacionados ao programa RefTOP, que busca posicionar a Petrobras entre os melhores refinadores do mundo. Dos US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 1,5 bilhão) alocados pela companhia ao RefTOP, US$ 90 milhões (cerca de R$ 450 milhões) serão destinados a projetos da Refinaria de Paulínia voltados à maior geração de valor, melhoria da eficiência energética e aumento de disponibilidade operacional, incluindo o uso intensivo de tecnologias digitais.

Contribuição à sociedade

Atualmente, a Replan conta com cerca de 960 empregados próprios e 65 empresas prestadoras de serviços de rotina, somando aproximadamente 3.300 colaboradores, atende 30% do território brasileiro e 55% do estado de São Paulo. Entre os principais produtos estão diesel, gasolina, querosene de aviação, asfaltos, GLP e propeno, dentre outros derivados de petróleo. Para entender a relevância da refinaria para o país, ela foi responsável em 2021 por 0,81% do PIB brasileiro, 3,2% do PIB do estado de São Paulo.
Inaugurada em maio de 1972, a Replan possui capacidade de processar 69 milhões de litros (434 mil barris) de petróleo por dia, equivalente a cerca de 20% de tudo o que a Petrobras processa em suas refinarias. Do total de petróleo processado na Refinaria de Paulínia, mais de 70% são provenientes dos campos do pré-sal.

Outra forma pela qual a companhia mostra cuidado com a comunidade próxima à refinaria é por meio dos projetos socioambientais e das ações de doação de itens, como gás de cozinha e cestas básicas, para famílias em situação de vulnerabilidade social. Na linha de biodiversidade e clima do Programa Petrobras Socioambiental, três projetos são da área de abrangência da Replan. O Projeto Semeando Água, patrocinado pela companhia desde 2013, restaurou 30 hectares e plantou mais de 50 mil mudas nativas da Mata Atlântica; o Corredor Caipira atua na implantação de florestas e agroflorestas em uma área de 45 hectares de cinco municípios da região, com o plantio de 1.500 mudas programado para o segundo semestre deste ano; já o projeto De Olho nos Rios, contemplado na Seleção Pública de 2021, contribuirá para a preservação e proteção dos recursos hídricos das bacias dos Rios Atibaia, Jaguari e afluentes, com a previsão de recuperar mais de 72 hectares, sequestrando cerca de 34,5 mil toneladas de CO2.

Em relação aos projetos voltados à Educação, o Janelas para o Amanhã, que investe na formação em tecnologia de alunos e professores da rede pública de ensino, permitiu a doação de computadores para oito escolas de Paulínia e sete de Cosmópolis; o Paulínia Educação e Cidadania, contemplado na Seleção Pública de 2021 do Programa Petrobras Socioambiental, vai utilizar o bicicross como ferramenta para a promoção do desenvolvimento pessoal, social e emocional de crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. A mesma instituição que promove esse projeto, a Paulínia Racing Bicicross, foi patrocinada em três edições anteriores, beneficiando 480 crianças; o Canarinhos da Terra, patrocinado desde 2009, atendeu a 3.900 pessoas de Campinas e Paulínia com programas educacionais e culturais nas áreas de música e artes integradas, priorizando alunos das escolas públicas na faixa etária de 4 a 18 anos.

Enauta registra EBTIDAX de R$ 432,9 milhões no 1T22

Valor foi 250% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Companhia possui 95% do caixa indexado ao dólar e tem o melhor desempenho na bolsa entre as independentes brasileiras de petróleo e gás

A Enauta atingiu EBITDAX de R$ 432,9 milhões no primeiro trimestre de 2022. O resultado representa um crescimento de mais de 250% em relação ao mesmo período no ano passado e foi impulsionado pelo reajuste de 17% no valor do gás de Manati, a partir de janeiro, e pelo preço médio de venda de Atlanta, de US$ 112,5/barril.

Em resultado divulgado nesta quinta-feira (12), a petroleira destacou ainda o retorno total aos acionistas de 74,9% de sua ação (ENAT3) – com expressivo dividend yeld e o melhor desempenho entre as petroleiras independentes brasileiras no ano, além da geração de caixa operacional – aproximadamente R$ 200 milhões – que vão ajudar a fazer frente aos investimentos futuros e oportunidades de negócios.

“Começamos 2022 com alta do EBITDAX na comparação anual, reflexo do forte desempenho operacional, ganhos de eficiência logística e momento favorável para o setor petrolífero. Nossa posição de caixa segue robusta, acima dos R$ 2 bilhões, o que confere proteção à capacidade de investimento da empresa para executar sua estratégia de crescimento e expansão do portfólio”, afirma o CEO da companhia, Décio Oddone.

Também no primeiro trimestre, a empresa teve a aprovação do Sistema Definitivo (SD) de Atlanta, que já está com mais de 90% dos contratos firmados, o início das obras de conversão do novo FPSO Atlanta e a possibilidade de prolongar o Sistema de Produção Antecipada (SPA) do Campo, peças fundamentais na estratégia de crescimento.

O CAPEX realizado no primeiro trimestre de 2022 totalizou US$ 146,2 milhões, sendo destinado em grande parte ao Campo de Atlanta, cerca de US$ 130 milhões. Este valor inclui a aquisição do FPSO Atlanta, que atuará no Sistema Definitivo do Campo e o início da adaptação da unidade. Para proteger sua capacidade de investimento, a Enauta aumentou de 60% para 95% o montante do seu caixa em dólares.

Produção

A produção da Enauta em Atlanta aumentou 292,3% no 1T22 em comparação ao 1T21, resultado, principalmente, do aumento de participação da Companhia no Campo a partir do final de junho de 2021.

Já a produção média diária do Campo de Manati foi de 3,0 milhões de m³ no 1T22, redução de 9,1% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 3,2% na comparação com o 4T21. Manati apresentou uma contribuição importante para o resultado do trimestre.

Certificação de reservas

A certificação de reservas da GaffneyCline para o Campo de Atlanta, atualizada em 31 de dezembro de 2021, indicou que as reservas 2P de 100% totalizavam 105,7 milhões de bbl, um aumento de 7% em relação à última certificação, excluindo a produção de 2021.

No Campo de Manati, as reservas 2P de 100% totalizavam 4,2 bilhões de m³ de gás natural e 0,33 milhões de barris de condensado, que correspondem a cerca de 26,7 milhões de barris de óleo equivalente, em 31 de dezembro de 2021. Houve um aumento de 54% na reserva 2P, mesmo excluindo o volume produzido no ano.

Clique aqui e acesse nosso relatório de resultados do 1T22 na íntegra.

Subsidiária da Scana ganha contrato de atracação para FPSO

A norueguesa Seasystems, de propriedade da Scana, ganhou um contrato para a entrega de um sistema de ancoragem para um projeto flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO) no Brasil.

Sob o contrato, a Seasystems fornecerá equipamentos de amarração, como batentes de corrente de eixo duplo, sistemas de manuseio de corrente e guinchos.

O FPSO será reconstruído e a integração do sistema de atracação será realizada em um pátio em Dubai.

A empresa iniciou os trabalhos imediatamente, com entrega prevista para o segundo trimestre de 2023.

A Scana descreve o contrato como “substancial”, com um valor superior a 50 milhões de coroas norueguesas (cerca de 4,9 milhões de euros).

“Nossas soluções de ancoragem estão em demanda. Isso é demonstrado tanto na forte entrada de pedidos que experimentamos até agora este ano quanto nas muitas consultas que recebemos para novas entregas”, disse Styrk Bekkenes , CEO da Scana.

“A Seasystems trabalhou sistematicamente para desenvolver soluções de ancoragem resistentes e econômicas, e agora vemos bons resultados desse trabalho”, acrescentou Torkjell Lisland , diretor administrativo da Seasystems.

Os sistemas de ancoragem são a principal área de foco da Seasystems e, nos últimos dez anos, a empresa disse que entregou mais de dez grandes sistemas para clientes no mercado de petróleo e gás, bem como mercados em crescimento como a indústria de GNL, aquicultura e offshore flutuante vento.

A subsidiária da Scana foi recentemente contratada pela Sustainable Marine Energy para fornecer tensores de amarração ajustáveis ​​para a plataforma de energia das marés PLAT-I de 420 kW que será instalada na Baía de Fundy, no Canadá.

Petrobras assina contrato de nova unidade de hidrotratamento de diesel da Replan

Com investimentos de US$ 458 milhões, planta iniciará produção em 2025

A Petrobras assinou na última segunda-feira (9/5) contrato com o Consórcio Toyo Setal HDT Paulínia, formado pelas empresas TSE e TOYO, para a construção de uma nova unidade de hidrotratamento de diesel (HDT) na Refinaria de Paulínia (Replan). O projeto permitirá à Petrobras incrementar em 10.000 m³ por dia sua produção de Diesel S-10 a partir de 2025, prazo previsto para a entrada em operação da planta.

O investimento na nova HDT será de US$ 458 milhões e a expectativa é que sejam gerados aproximadamente 3 mil empregos diretos e outros 3 mil indiretos na região, durante o período da obra. Com esta unidade, a quarta HDT da Replan, todo o diesel produzido na refinaria será de baixo teor de enxofre, além de permitir o aumento da produção de querosene de aviação (QAV).

A Petrobras segue com foco na melhoria de eficiência energética e redução de gases de efeito estufa, adequando as refinarias e se preparando para continuar competitiva. Nos próximos cinco anos, a companhia prevê investimentos de US$ 6,1 bilhões em Refino, com objetivo de expansão da capacidade de refino e para posicionar as refinarias entre as melhores do mundo em eficiência e desempenho operacional.

Sobre a Replan

Inaugurada em maio de 1972, a Replan é a maior refinaria do Brasil em capacidade de processamento, com carga de 69 milhões de litros (434 mil barris) de petróleo por dia. Além de óleo diesel, a refinaria produz gasolina, querosene de aviação, asfaltos, GLP e propeno, dentre outros derivados de petróleo.