Brasil em evidência na OTC Houston!!! Com investimentos de US$ 9 bilhões por ano em exploração nosso país ganha destaque no evento

O IADC BRAZIL CHAPTER é o único capítulo do IADC localizado na América Latina, mostrando a importância do Brasil, do Estado do Rio de Janeiro e, especialmente da cidade de Macaé, onde encontra-se sediado, na indústria de produção e perfuração de petróleo. Nosso capítulo foi fundado há 27 anos, com a primeira ata de constituição assinada em 28 outubro de 1993, na cidade de Macaé, tendo como representantes os oficiais das seguintes empresas: ARETHUSA/ ZAPATA OFFSHORE BRASIL LTDA, BRASDRIL SOCIEDADE DE PERFURAÇÕES LTDA., ODEBRECHT PERFURAÇÕES LTDA. e NEDDRILL DO BRASIL S/C LTDA.

Durante todos estes anos a IADC Brazil Chapter, vem desenvolvendo seu papel estratégico de catalizador da indústria de perfuração de petróleo onshore e offshore no Brasil. Somos referência nas áreas técnicas e de operações da indústria, junto às operadoras (IOC’S) e na área se HSE, buscando sempre a segurança das operações. Além da grande importância do seu papel técnico e operacional, o IADC BRAZIL CHAPTER  possui relevância institucional junto a órgãos e instituições públicas nas esferas municipal, estadual e federal. Valorizamos ainda, como princípio de responsabilidade social, o trabalho junto a instituições carentes e filantrópicas, através de doações e apoio institucional a eventos, somado ao trabalho de desenvolvimento estudantil, para aproximar universitários das empresas do setor de petróleo.

Nada disso seria possível sem o trabalho incessante de nossos oficiais executivos, que doam seu tempo e sua expertise em benefício de toda a indústria de perfuração, e sem o apoio fundamental das empresas associadas, que acreditam no papel transformador do nosso trabalho.

Somos Óleo e Gás, somos perfuração, somos Brasil!

  • ANP: Almirante Rodolfo Henrique de Saboia, diretor geral da Agência Nacional do Petróleo, como a IADC Brazil e IADC Internacional: a influência  da IADC Brazil Chapter (Associação Internacional de Contratantes de Perfuração) fomentação do setor de óleo e Gás e principalmente no desenvolvimento de operações seguras. A ANP recebeu a comitiva da IADC Brazil e IADC Headquarters, estreitando os laços destas duas instituições contribuindo para o aumento da segurança nas operações ligadas ao setor de óleo e energia.

(Sr. Roberto Paschoalin International Adviser Brazil – IADC Corporate; Sr. Mardonildo Filho – Presidente IADC Brazil; Dr. Leandro Luzone – Secretário da IADC Brazil; Sr. Mike DuBose – IADC Internacional Vice-President; Rodolfo Henrique Saboia – Diretor Geral ANP; Claudio Jorge de Souza – Diretor ANP).

  • Ministério de Minas e Energia: sobre a contribuição da comitiva da IADC Brazil que é sediada na cidade de Macaé: A IADC Brazil Chapter (Associação Internacional de Contratantes de Perfuração) uma organização que apoia e promove a aproximação de empresas e órgãos ligados da indústria de óleo e Gas e se coloca a disposição para conversar sobre os desafios da indústria em território brasileiro. Com a participação do Sr. Carlos Cabral do MME (Ministério de Minas e Energia); Secretário Rafael Bastos da Silva do MME (Ministério de Minas e Energia); (Sr. Roberto Paschoalin International Adviser Brazil – IADC Corporate; Sr. Mardonildo Filho – Presidente IADC Brazil; Dr. Leandro Luzone – Secretário da IADC Brazil; Sr. Mike DuBose – IADC Internacional Vice-President).

  • Petrobras – Sr. Pedro Henrique  Rittershaussen – Diretor Executivo de Desenvolvimento e Produção Petrobras; Sr. Marcos Tolfo – Gerente Gera Petrobras; (Sr. Roberto Paschoalin International Adviser Brazil – IADC Corporate; Sr. Mardonildo Filho – Presidente IADC Brazil; Dr. Leandro Luzone – Secretário da IADC Brazil; Sr. Mike DuBose – IADC Internacional Vice-President): A Petrobras é participante ativa das atividades da IADC Brazil em nossas reuniões e workshops, contribuindo de forma estratégica para o desenvolvimento e crescimento seguro das operações na indústria de Óleo, Gas e Energias.

Prosafe fecha acordo de US$ 110 milhões no Brasil

A Prosafe recebeu um contrato da Petrobras para o fornecimento da embarcação semi-submersível Safe Notos para suporte de segurança e manutenção offshore no Brasil.

Como lembrete, a Prosafe foi declarada vencedora de uma licitação para um contrato de quatro anos pela Petrobras no início de abril. No entanto, uma possível adjudicação de contrato e o momento da adjudicação do contrato estavam sujeitos a um processo formal durante o qual outros licitantes tiveram a oportunidade de apelar.

Em uma atualização na quarta-feira, a Prosafe confirmou a adjudicação do contrato com um compromisso de período firme de quatro anos e a data de início no 3T/4T 2022 após a expiração do atual contrato de três anos mutuamente estendido da embarcação que começou no 4T 2016. O valor total do contrato é de aproximadamente US$ 110 milhões.

O Safe Notos é uma embarcação de apoio de segurança e manutenção semi-submersível tecnologicamente avançada e eficiente, com Posicionamento Dinâmico (DP3), capaz de operar em ambientes agressivos. O Safe Notos pode acomodar até 500 pessoas e possui amplas instalações de recreação e uma área de deck aberto de grande capacidade e passarela telescópica. Ao operar a embarcação, a Prosafe se concentrará na redução de emissões por meio do monitoramento inovador do desempenho energético e da redução do consumo de combustível associado.

Jesper Kragh Andresen , CEO da Prosafe, disse: “O Brasil continua sendo a principal região operacional da Prosafe e é uma prova da tripulação, da embarcação e do gerenciamento operacional que o Safe Notos continuará a demonstrar o melhor desempenho da classe em 2026”.

Oferta Permanente de Partilha (OPP): Diretoria da ANP aprova edital e modelos de contratos

A Diretoria da ANP aprovou, na última sexta-feira (29/4), em circuito deliberativo, o edital e os modelos dos contratos da Oferta Permanente de Partilha da Produção (OPP), em que serão licitados 11 blocos localizados no polígono do Pré-sal. Os documentos, que passaram por consulta e audiência públicas, já foram encaminhados para aprovação pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e, em seguida, serão submetidos à apreciação do Tribunal de Contas da União (TCU).

Dos 11 blocos em oferta, Ágata, Água Marinha, Esmeralda, Jade, Turmalina e Tupinambá, na Bacia de Santos, estavam previstos para serem ofertados na 7ª e 8ª rodadas de partilha de produção. Os demais não receberam ofertas em rodadas de licitação de partilha da produção realizadas anteriormente pela ANP: Itaimbezinho (4ª Rodada de Partilha, Bacia de Campos), Norte de Brava (6ª Rodada de Partilha, Bacia de Campos), Bumerangue, Cruzeiro do Sul e Sudoeste de Sagitário (6ª Rodada de Partilha, Bacia de Santos).

A Petrobras manifestou, em 3/2/22, ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), o interesse no direito de preferência em blocos a serem licitados no Sistema de Oferta Permanente, sob o regime de partilha de produção, nos termos da Lei 12.351/2010 e do Decreto Federal 9.041/2017. A empresa exerceu o direito de preferência em relação aos blocos de Água Marinha e Norte de Brava, com percentual de 30%, considerando os parâmetros divulgados na Resolução do CNPE nº 26/2021.

O pré-edital, as minutas de contrato e outras informações sobre a OPP podem ser consultados em: Oferta Permanente de Partilha

Saiba mais sobre a Oferta Permanente de Partilha (OPP)

A Oferta Permanente é, originalmente, um formato de licitação de outorga de contratos de exploração e produção de blocos exploratórios e de áreas com acumulações marginais para exploração ou reabilitação e produção de petróleo e gás natural. Nesse formato, há a oferta contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais localizados em quaisquer bacias terrestres ou marítimas.

Até dezembro de 2021, a Oferta Permanente era realizada exclusivamente em regime de contratação por concessão, não contemplando a possibilidade de inclusão de áreas do pré-sal, tampouco aquelas consideradas áreas estratégicas, nos moldes da Lei nº 12.351/2010, e cujo regime legal de contratação é o de partilha de produção.

Foram realizados, pela ANP, três ciclos de Oferta Permanente com contratos no modelo de concessão, nos anos de 2019, 2020 e, o mais recente, em abril de 2022.

Em 24/12/2021, da Resolução CNPE nº 27/2021, permitiu que os campos ou blocos no Polígono do Pré-sal ou em áreas estratégicas possam ser licitados no sistema de Oferta Permanente mediante determinação específica do CNPE, com definição dos parâmetros a serem adotados para cada campo ou bloco.

Em 5/1/2022, foi publicada a Resolução CNPE nº 26/2021, que autorizou a licitação de 11 blocos no sistema de Oferta Permanente de Partilha de Produção (OPP), sob o regime de partilha de produção, e aprovou os parâmetros técnicos e econômicos do certame.

FPSO Guanabara MV31 entra em operação e é a terceira unidade da MODEC a iniciar produção em menos de um ano

O FPSO Guanabara MV31 iniciou, no sábado (30), a produção do campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, a mais de 150 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. Capaz de produzir diariamente até 180 mil barris de óleo e processar 12 milhões de metros cúbicos de gás, a embarcação é a maior em termos de complexidade a operar no offshore brasileiro. Esta é terceira plataforma que a MODEC coloca em operação nos últimos meses.

A empresa iniciou em agosto de 2021 a operação do FPSO Carioca MV30 no campo de Sépia, também no pré-sal da Bacia de Santos, e em fevereiro deu início à produção do FPSO MIAMTE MV34, no Golfo do México. Com estas unidades, a MODEC passa a operar 20 unidades em todo o mundo – 12 delas no Brasil.

As novas embarcações consolidam a companhia como líder global no segmento de afretamento de soluções flutuantes para produção de óleo e gás. Além de unidades no Brasil e no México, a empresa também opera plataformas na Ásia e na África. 

“A entrada em operação de múltiplas unidades em diferentes regiões do mundo neste curto intervalo de tempo reforça nossa capacidade de lidar com projetos de grande porte e de seguirmos crescendo e entregando resultados, mesmo no cenário desafiador dos últimos anos”, ressalta o presidente e CEO da MODEC no Brasil, Eonio Rocha. “Apenas com o Guanabara, reforçamos nosso time com mais de 150 profissionais e hoje já temos mais de 2,8 mil pessoas no país”.

Além das recentes entradas em operação de novos navios, a MODEC tem em seu pipeline quatro outras unidades em construção. Três deles são para o Brasil – o FPSO Almirante Barroso MV32, o FPSO Anita Garibaldi MV33 e um FPSO destinado ao Campo de Bacalhau – e um para o Senegal, o FPSO Léopold Sédar Senghor.

O campo unitizado de Mero é operado pela Petrobras (38,6%), em parceria com a Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC Limited (9,65%) e Pré-Sal Petróleo S.A -PPSA (3,5%), como representante da União na área não contratada.

Sobre a MODEC

A MODEC é fornecedora líder de soluções flutuantes de produção para a indústria de óleo e gás offshore. Com mais de 50 anos no mercado, a empresa atua no offshore brasileiro desde 2003 e tem mais de 2,8 mil empregados no país. Seus clientes no Brasil são Equinor, Petrobras, Shell e TotalEnergies.

OTC 2022: Petrobras investirá US$ 16 bilhões em plano de renovação da Bacia de Campos

Companhia prevê instalar três novas plataformas e mais de 100 poços nos próximos cinco anos

A Petrobras investirá US$ 16 bilhões no plano de renovação da Bacia de Campos, com previsão de instalar três novas plataformas e interligar mais de 100 poços na área, nos próximos cinco anos. Com mais de 40 anos de história e dois prêmios recebidos pela Offshore Technology Conference (OTC) pelos avanços tecnológicos nos campos Marlim (1992) e Roncador (2001), a Bacia de Campos mantém posição de destaque como polo de inovação e aponta para o futuro: hoje é palco do maior projeto de revitalização da indústria offshore mundial. A afirmação é do gerente executivo de Estratégia da Petrobras, Eduardo Bordieri, que apresentou, nesta terça-feira (3/05), os principais investimentos da companhia para a área, durante a Offshore Technology Conference (OTC).

Nos próximos anos, a Petrobras vai adotar novas tecnologias para revitalização de ativos maduros na área e descomissionamento de suas plataformas de petróleo – que é o processo de desativação das unidades quando encerram seu ciclo de vida. “Em 2021, a Bacia de Campos respondeu por cerca de 25% da produção total da Petrobras. A companhia projeta alcançar, em 2026, um volume de 900 mil barris de óleo equivalente (boe) naquela bacia, com a entrada em produção de três novos sistemas. Esse volume representa cerca de três vezes a produção que atingiríamos se não tivéssemos investido nas novas plataformas. Ou seja: sem os novos projetos, nossa produção futura na bacia seria de 300 mil boe”, explicou Bordieri

Três novas plataformas previstas até 2026

A Petrobras prevê instalar três novas plataformas do tipo FPSO (sistemas flutuantes de produção, armazenagem e transferência de petróleo) na região nos próximos anos. Os FPSOs Anita Gabribaldi e Anna Neri serão instaladas no campo de Marlim e terão capacidade de  produzir juntas até 150 mil barris por dia (bpd). A terceira unidade prevista é a Maria Quitéria, em Jubarte, no complexo do Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos, com capacidade de 100 mil bpd.

A bacia acumula uma série de resultados expressivos. Para se ter ideia, a Petrobras bateu, ali, recorde nacional no tempo de construção de um poço em águas profundas, alcançando a marca de 35 dias, no campo de Marlim, na Bacia de Campos. Para efeito de comparação, o recorde anterior no país foi de 44 dias, batido em 2021 no campo de Golfinho, na Bacia do Espírito Santo. Já em Marlim, a média histórica nos últimos 20 anos na construção de poços era de 93 dias, indicando uma redução de 63% nesse prazo. “Esse desempenho demonstra nossa resiliência econômica em projetos de poços, além de nosso avanço tecnológico em novos modelos de poços, mais rápidos e otimizados que os convencionais”, disse Bordieri.

De acordo com seu Plano Estratégico 2022-2026, a Petrobras tem a ambição de acrescentar um volume de 20 bilhões de boe às suas reservas, até 2030, sendo 5 bilhões de boe oriundos dos ativos operados pela Petrobras na Bacia de Campos. Essa projeção é foco do programa estratégico chamado RES-20, totalmente voltado para ampliação das reservas da companhia.

OTC 2022: Petrobras reduziu a intensidade das emissões de CO2 por barril produzido em cerca de 50% entre 2009 e 2021

Companhia investe em plataformas offshore totalmente eletrificadas e desenvolve tecnologia inédita para reduzir emissões

A Petrobras conseguiu reduzir em cerca de 50% a intensidade de emissões de gases de efeito estufa por barril de petróleo produzido no período de 2009 a 2021 – como efeito da aplicação de  tecnologias inovadoras de baixo carbono. Para intensificar esse movimento, além das soluções já incorporadas aos novos projetos de unidades offshore, a companhia está desenvolvendo um novo modelo de plataformas eletrificadas – conhecidas como All Eletric – equipadas para utilizar menos combustível na geração de energia a bordo da unidade. O novo sistema reduz em até 20% o volume de emissões de gases de efeito estufa em comparação à plataforma tradicional.  A empresa está testando também uma tecnologia inédita  – o chamado HISEP® – que reduzirá emissões em campos do pré-sal, ampliando sua eficiência.

Esses foram alguns dos destaques das palestras dos diretores da Petrobras João Henrique Rittershaussen (Desenvolvimento da Produção) e Rafael Chaves (Relacionamento Institucional e Sustentabilidade) apresentadas, em 3/05, na Offshore Technology Conference (OTC) 2022, principal congresso da indústria mundial de petróleo e gás offshore, em Houston (EUA). Ambos reforçaram o compromisso da Petrobras com a transição global para uma economia de baixo carbono – com ênfase sobre os resultados obtidos até o momento, a aplicação de tecnologias para redução de emissões, além dos projetos futuros nesse segmento.

Projetos com resiliência ambiental e econômica

No painel “Shifting to a low carbon offshore industry”, que contou com a moderação da gerente executiva de Mudança Climática da companhia, Viviana Coelho, o diretor Rittershaussen destacou os pilares da estratégia de baixo carbono da Petrobras. “Priorizamos projetos com dupla resiliência, econômica e ambiental, buscando uma operação com baixo custo e baixo carbono para manter nossa competitividade. Este pilar é a base atual do nosso negócio” explicou.

O diretor apresentou também um conjunto de soluções já incorporadas aos novos projetos de plataforma que contribui para a redução das emissões, além de ressaltar o desenvolvimento de uma nova geração de plataformas: “A utilização do conceito all electric vai trazer maior eficiência operacional, além de simplificação da configuração da plataforma e redução de emissões. Nossa expectativa é desenvolver uma nova geração de unidades marítimas com produção mais sustentável. A trajetória de descarbonização envolve trabalhar com soluções desafiadoras, tanto do ponto de vista econômico quanto tecnológico”, destacou Rittershaussen.

Outro destaque foram os resultados expressivos do Programa de Captura, Uso e Armazenamento geológico de CO2 (Carbon Capture, Utilization and Storage – CCUS) para campos do pré-sal. “Pioneiro em águas ultraprofundas, o programa se tornou o maior do mundo em volume reinjetado em 2020. Em 2021 houve a reinjeção de 8,7 milhões de toneladas de CO2”, concluiu.

Nova tecnologia para reduzir emissões

O diretor Chaves participou do painel “Accelerating the Energy Transition: Highlighting Developments in Brazil and Argentina”, em que ressaltou a relevância do petróleo e gás de baixo carbono para a redução de emissões, no contexto brasileiro de alta presença de renováveis na matriz energética.

“Atualmente estamos trabalhando no desenvolvimento de novas soluções de captura de CO2  e a tecnologia conhecida como HISEP® é um caso exemplar: com ela, o gás rico em CO2 que sai do reservatório é separado do óleo e parte dele é reinjetado, por meio de um sistema instalado no fundo do mar. Dessa forma, evitamos que esse gás seja processado a bordo da plataforma, reduzindo a emissão de CO2”, disse ele. “Essa inovação é patente nossa e representa um passo importante no avanço tecnológico em baixo carbono”, complementou.

O diretor ressaltou ainda a ambição da Petrobras de atingir a neutralidade de emissões nas atividades sob seu controle, em prazo compatível com o estabelecido pelo Acordo de Paris. “Seguimos comprometidos com a transição para uma economia global de baixo carbono como imperativo ético e de competitividade. Avançar na descarbonização exige identificar as opções de menor custo para a sociedade e buscar tornar a energia mais acessível – elemento fundamental para a competitividade e o bem-estar social.”, concluiu ele.

Ocyan abre inscrições para programa de aceleração de cleantechs

O Ocyan Waves Booster visa impulsionar startups em estágio de validação

A Ocyan, está com inscrições abertas para seu novo programa de aceleração de startups, o Booster, que faz parte da plataforma de inovação Ocyan Waves. O objetivo é impulsionar startups ainda em estágio de validação. O foco neste primeiro ano será em cleantechs que tenham soluções conectadas a temas como o ar e meio ambiente, eficiência energética, armazenamento de energia e energia limpa. O programa busca ampliar o olhar da Ocyan para a diversificação da matriz energética e alavancar o ecossistema de startups voltadas a energia limpa no país.

“Vamos dar prioridade em 2022 à aceleração de startups que tragam soluções ligadas a oportunidades de novos negócios. Isso difere das edições do Ocyan Waves Challenge, em que trouxemos desafios das diversas áreas da companhia para serem solucionados por startups maduras. O foco em cleantechs é um movimento importante dentro da nossa estratégia de longo prazo de ESG, cuja uma das metas é dedicar 25% do nosso negócio para energia limpa até 2040”, explica Patricia Grabowsky, gerente de inovação da Ocyan.

O Booster trará um forte diferencial que é o de oferecer mentoria aos empreendedores, ampliando a jornada da Ocyan no relacionamento com o ecossistema de startups.  “A partir de agora passaremos a explorar um outro modelo de conexão, a aceleração, que impacta diretamente o desenvolvimento e o crescimento da startup e, consequentemente, todo o ecossistema, principalmente quando ampliamos o relacionamento delas com o nosso mercado de óleo e gás, setor altamente tecnológico e globalizado”, pontua a executiva.

As inscrições poderão ser realizadas até o dia 10 de junho no site www.ocyanwaves.com.  As startups selecionadas receberão um capital semente de R$ 30 mil reais, a serem utilizados no período em que o programa estiver em curso. Os mentores serão integrantes da Ocyan, divididos em mentores executivos, ligados diretamente às startups selecionadas, e um time de mentores especialistas, para apoiar durante a aceleração, além de parceiros que vão apoiá-las ao longo do programa.

Ambiente fala mais alto

A Ocyan também está olhando para o futuro do seu negócio ao buscar um mercado mais neutro em emissões de carbono por meio da inovação. A empresa tem explorado ativamente novas oportunidades de mercado para reduzir gradativamente as atividades voltadas exclusivamente a combustíveis fósseis.

O mercado de cleantechs no Brasil ainda é tímido e, assim, o novo programa servirá como ferramenta para alavancá-lo em uma relação de ganha-ganha. A previsão é que a aceleração aconteça entre julho e dezembro deste ano.

Ocyan Waves Challenge

A plataforma Ocyan Waves foi lançada há três anos e o Ocyan Waves Challenge se tornou um programa consolidado e reconhecido no ecossistema de startups. Em 2021, a Ocyan esteve na lista de empresas que melhor se relacionam com startups – figurou no ranking das 100 Open Corps e ficou entre o top 3 da categoria Petróleo & Gás.

Os dois programas (Challenge e Booster) têm objetivos diferentes e serão duas vertentes da plataforma Ocyan Waves.  O Booster não deverá contratar as startups selecionadas, mas oferecer um programa que as auxilie a maturar sua proposta de valor. Ao final do programa, poderão ser estabelecidas parcerias para a co-desenvolvimento e comercialização das soluções. Já o Ocyan Waves Challenge, que foca em pilotos para resolução de desafios internos, continuará em curso em 2022.

Hoje, a Ocyan já trabalha com startups em diferentes frentes, sendo que muitas delas foram selecionadas pelo Ocyan Waves Challenge. “Temos mais de 13 soluções criadas no âmbito do Ocyan Waves Challenge. A percepção dos clientes da Ocyan sobre essa inovação tem sido muito positiva”, completa Patrícia.

Petróleo do pré-sal é competitivo no cenário de transição energética

Diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade, Rafael Chaves, destacou a importância do pré-sal para o futuro da indústria de óleo e gás, em evento realizado na Offshore Technology Conference  (OTC 2022), em Houston

No primeiro dia da Offshore Technology Conference (OTC), realizada em Houston, Texas, o diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Rafael Chaves, destacou o potencial competitivo dos campos do pré-sal, que estão entre os que produzem com menor emissão por barril no mundo. O diretor participou de uma coletiva organizada pela ApexBrasil, Agência Brasileira de Promoção do Comércio e Investimento, em parceria com a Petrobras, a Agência Brasileira de Pesquisa Energética (EPE), o Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás (IBP), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), para destacar as oportunidades de investimentos e a crescente liderança do país no setor de óleo e gás.

“O futuro da indústria de óleo e gás já começou com os investimentos no pré-sal caracterizados pela menor emissão de carbono por volume produzido. Se não entregarmos um barril com óleo produzido no pré-sal, com baixa emissão, outro barril será entregue com emissão, em média, 70% maior”, afirmou. De acordo com Rafael, o mundo vai continuar demandando óleo e gás no futuro e a produção do pré-sal poderá atender mesmo no longo prazo, com um a produção de baixo custo e baixa emissão de carbono, ressaltou.

O diretor também reforçou que o Brasil tem potencial para investir na capacidade de ofertar gás e energia para viabilizar a elevada participação de renováveis na matriz elétrica brasileira. “A energia renovável corresponde a 85% de participação em nossa matriz de eletricidade. O gás é uma forma de tornar a geração de eletricidade com elevada participação de renováveis e ao mesmo tempo confiável, sem intermitência”, afirmou.

Em relação à matriz de transporte brasileira, o diretor destacou que os biocombustíveis têm 25% de participação no segmento, reforçando que tanto o óleo quanto o combustível renovável são aliados numa transição gradual para uma economia de baixo carbono. “Temos várias oportunidades e estamos abertos a investidores que têm visão e acreditam que Brasil pode conduzir a transição energética com segurança atuando junto ao mercado de energia”, concluiu Rafael.

Ontem, terça-feira (3/05), o gerente executivo de Estratégia da Petrobras, Eduardo Bordieri, fez a apresentação “The Campos Basin case: unlocking value from mature offshore Brazilian assets”, com foco sobre os investimentos programados pela companhia para a Bacia de Campos, um dos maiores complexos petrolíferos em águas profundas do mundo. Em seguida, foi a vez do Diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade, Rafael Chaves, participar do painel “Accelerating the Energy Transition: Highlighting Developments in Brazil and Argentina” em que destacará a relevância do petróleo e gás de baixo carbono para a redução de emissões.

Também às 14h (hora local), os desafios para reduzir emissões operacionais de CO2 foram o tema do painel “Shifting to a low carbon offshore industry”, com participação do Diretor de Desenvolvimento da Produção da Petrobras, João Henrique Rittershaussen, além de executivos BP, Equinor, Schlumberger e IHSMarkit.

Hoje, 4/05, às 9h (hora local), Bordieri participará da Bratecc Offshore Breakfast 2021, evento paralelo à OTC, com a palestra “Petrobras Perspectives on O&G Double Resilience”, em que destacará a estratégia da empresa de focar em ativos localizados em águas profundas e ultraprofundas com dupla resiliência: tanto ambiental quanto econômica.

Shell conclui venda de divisão de Lubrificantes no Brasil para a Raízen

A Shell Brasil Petróleo Ltda, subsidiária da Shell plc, informa que concluiu a venda da sua divisão de lubrificantes no Brasil à Raízen S.A., após a aprovação dos órgãos regulatórios.

A partir de 1º de maio de 2022, a planta de lubrificantes na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, a base de óleos em Campos Elíseos, em Duque de Caxias (RJ), a divisão de lubrificantes para navios Shell Marine e os negócios de oferta e distribuição de lubrificantes no país passam para a Raízen.

A parceria de longa data entre a Shell e a Raízen inclui os portfólios de varejo, aviação e distribuição de combustíveis. A integração da divisão de lubrificantes à joint venture gerará sinergias entre as duas companhias e garantirá uma oferta de lubrificantes e combustíveis com mais oportunidades de descarbonização.

Enauta aprova dois novos conselheiros de administração independentes

A Enauta aprovou, através da assembleia de acionistas realizada no último dia (26/04), o aumento do número de conselheiros de administração independentes da Companhia. Dois novos profissionais foram indicados: Pedro Rodrigues Galvão de Medeiros e José Alberto de Paula Torres Lima, que substituirão José Augusto Fernandes Filho e José Luiz Alquéres. Com os indicados aprovados, dos nossos sete conselheiros, três serão independentes.

“A Enauta está aprimorando sua estrutura de governança corporativa, aumentando a diversidade de experiências e reforçando o compromisso com a transparência, em linha com as melhores práticas do mercado”, afirmou nosso CEO, Décio Oddone.

Pedro Medeiros é formado em Engenharia de Produção e tem mais de 18 anos de experiência no mercado de capitais. Sócio cofundador da gestora de recursos Atalaya Capital, passou pelo Citigroup e os bancos UBS e Pactual. Atua com a indústria de energia e de commodities há 15 anos.

Já José Alberto de Paula Torres Lima é engenheiro civil e, ao longo de sua carreira, trabalhou nas empresas do Grupo Shell, desempenhando funções no Brasil, Reino Unido e Estados Unidos, em diferentes cargos.