Edição de Março/2022 no ar!

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A edição de Março/2022 da Revista digital Oil & Gas Brasil, já está disponível.

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  • MATÉRIA DE CAPA: COMPANHIAS INDEPENDENTES – NOVO CENÁRIO por Julia Vaz;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: UM HORIZONTE PROMISSOR – Eduardo Gerk, diretor-presidente da Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. – Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) por Julia Vaz;
  • ARTIGO: Inovações tecnológicas aliadas ao gerenciamento de integridade de risers por Hélio Alves Senior Engineer na 4Subsea;
  • Siem Offshore e Helix estendem acordo de navios de intervenção em poços;
  • CNOOC paga mais de US$ 2 bilhões à Petrobras por mais participação adicional no campo de Búzios;
  • Petrobras divulga resultado e contratação de empresas de tecnologia em edital de R$ 12,9 milhões;
  • Enauta adiciona mais dois poços ao backlog da sonda contratada;
  • Yinson faz revisão estratégica do negócio FPSO com IPO como uma opção;
  • OneSubsea escolhe a solução da Vallourec para o projeto Bacalhau;
  • Enauta assinou um contrato com a Yinson;
  • Solstad segue em busca de descarbonização com a Wärtsilä;
  • Petrobras aprova venda de campos terrestres no Espírito Santo;
  • ExxonMobil inicia operações de perfuração no Brasil com o navio-sonda Seadrill;
  • Aker Solutions utiliza PaleBlue para simulador de ROV;
  • HBR cria um novo conceito de compressor para o mercado;
  • Shell Brasil amplia portfólio de investimentos sociais em 2022;
  • Enauta substitui bomba e reinicia o segundo poço de Atlanta;
  • Garantias de descomissionamento: BCB regulamenta abertura de contas em moeda estrangeira;
  • Diretor da Petrobras vê companhia preparada para mercado de gás mais dinâmico;
  • Petrobras e Gaspetro concluem saída da Gasmar;
  • Estatal em parceria com universidades, investe mais R$ 3 milhões;
  • Shell Brasil fechou contrato com a Maersk Supply Service;
  • Petrobras inicia processo de desinvestimento de ativos do Golfo do México;
  • Petrobras investe mais de R$ 3 milhões em ações socioambientais no entorno da (Reduc);
  • Trident Energy contrata Helix Energy Solutions para descomissionamento no Brasil;
  • Sonardyne visa a liberação de UXOs mais segura com nova tecnologia sem fio;
  • SINTEF e ECONNECT desenvolvem nova modelagem para tubo flutuante;
  • Petrobras recebe prêmio internacional por gestão da dívida em 2021;
  • Petrobras assinou um novo acordo com a Solstad;
  • Inscrições para o Prêmio ABPIP Inova vão até o próximo dia 15/03;
  • BW Offshore envia FPSO para sucata;
  • Enauta contrata sonda para operações de campos brasileiros;
  • Petrobras bate metas de produção e aumenta carga de refinarias em 2021;

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Petrobras e Defensorias Públicas iniciam curso de educação em direitos para pescadores do Rio e de SP

A Petrobras, em parceria com as Defensorias Públicas dos estados do Rio e de São Paulo, promoveram um curso virtual gratuito de Educação em Direitos voltado para a cidadania e empoderamento social. O curso Redes de Direitos é um projeto piloto e direcionado para algumas comunidades pesqueiras do Rio de Janeiro e de São Paulo nos quais a Petrobras possui relacionamento por meio de programas de licenciamento ambiental. As aulas tiveram início no último dia 8 de março, data em que se celebrou o Dia Internacional da Mulher. O curso será em formato virtual, com aulas quinzenais. O encerramento do curso está previsto para 7 de junho.

Os participantes serão membros de comunidades pesqueiras da Baía de Guanabara, do litoral Sul Fluminense, do litoral Norte de São Paulo e da Bacia de Campos. A aula inaugural será precedida por uma cerimônia que contará com a participação da Gerente de Relacionamento Comunitário da área Responsabilidade Social da Petrobras, Danuzza Braune, da Advogada-geral da Petrobras, Taísa Maciel, além de representantes das defensorias públicas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Na cerimônia de inauguração do curso está prevista a apresentação de uma liderança feminina na comunidade pesqueira, aluna e participante do curso. A aula inaugural ficará gravada e poderá ser vista no canal da Defensoria no YouTube.

O curso Redes de Direitos vai abordar temas levantados pelas próprias comunidades pesqueiras, como a participação das mulheres na atividade pesqueira, direito ambiental, criação de associações pesqueiras, direito previdenciário, seguro defeso, dentre outros temas.”

Diretores ressaltam compromisso da Petrobras para transição energética na CERAWeek

O posicionamento da Petrobras como uma companhia comprometida com a transição para uma economia global de baixo carbono, com projetos duplamente resilientes, de baixo custo e menos emissões, foi destacado na terça-feira (8/3), durante a participação dos diretores da companhia na CERAWeek. O evento, realizado em Houston (EUA), é considerado um dos principais encontros da indústria de energia mundial e tem por objetivo promover novas ideias e diálogos sobre o setor.

O diretor Financeiro e de Relação com Investidores da Petrobras, Rodrigo Araujo, participou do painel “Balancing Act: futuro do petróleo e gás na América Latina?” e ressaltou que os projetos da companhia, pela alta tecnologia implantada e a larga escala de produção, conseguem ter emissões mais baixas de carbono. Além disso, os projetos são resilientes a preços de barril de petróleo baixo, ressaltando a importância da disciplina de capital. “Sabemos que a indústria do petróleo é cíclica. Precisamos estar preparados para atuar em qualquer cenário. Dois anos atrás, por exemplo, o preço do barril estava a US$ 20”, afirmou Araujo.

Durante sua explanação, Araujo explicou que hoje a Petrobras está preparada para um cenário desafiador, em função de seu sólido portfólio, que prevê ainda a entrada em produção de 15 novas plataformas até 2026. Pela carteira atual, a relação da produção é de 85% de óleo e 15% de gás. “Essa é uma dinâmica dos nossos projetos do pré-sal e, pelo menos no médio prazo, deve continuar nessa linha”, disse Araujo.

No painel que discutiu as mudanças nas estratégias para a área de exploração e produção de petróleo no futuro, o diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Rafael Chaves, divulgou números que reforçam o papel do óleo no pré-sal para a transição energética. “Nossos campos de águas ultraprofundas são muito eficientes em termos de emissões. No pré-sal, são emitidos 10kg de gases de efeito estufa por barril produzido, sendo que a emissão média de CO2 da indústria é de quase 20kg”, detalhou.

Mesmo com o bom desempenho da Petrobras, Chaves acredita que a companhia precisa estar alerta para reduzir ainda mais suas emissões. “O investimento em soluções tecnológicas voltadas para a redução das emissões não é uma questão de opção, é obrigatória para todas as empresas de petróleo”, ressaltou o diretor, que também falou sobre os investimentos que estão previstos nas refinarias, tanto para a redução de emissões das plantas industriais quanto para o desenvolvimento de biocombustíveis, como o diesel com conteúdo renovável.

CNOOC paga mais de US$ 2 bilhões à Petrobras por mais participação adicional no campo de Búzios

A CNOOC fechou um acordo com a Petrobras, que lhe permitirá adquirir uma participação adicional no campo de Búzios, localizado no pré-sal da Bacia de Santos.

Em setembro de 2021, a Petrobras informou que a CNOOC havia demonstrado interesse em comprar uma participação adicional em seu campo operado de Búzios.

A CNOOC manifestou esse interesse após o prazo de até 30 dias que tinha para manifestar seu interesse em exercer a opção de compra de parcela adicional de 5% no Contrato de Partilha de Produção (PSC) para Cessão de Excedente de Direitos.

Essa opção foi ativada após a Petrobras emitir o certificado de conformidade ao regulador do país, ANP, logo após um pagamento em dinheiro de US$ 2,9 bilhões, que foi recebido no final de agosto de 2021 pelas obrigações de seus parceiros CNODC Brasil Petróleo e Gás (CNODC) e CNOOC no Acordo de Co-participação de Búzios.

Em atualização na semana passada, a Petrobras informou que assinou um contrato com a CNOOC para ceder uma participação adicional de 5% à gigante chinesa, permitindo aumentar com sucesso sua participação no campo de Búzios, como resultado da opção de compra de um ação adicional, exercida pela CNOOC em 29 de setembro de 2021.

A Petrobras explicou ainda que o valor que receberia em dinheiro no fechamento da transação seria de US$ 2,12 bilhões pela ação da CNOOC. O valor foi calculado com data base de 1º de setembro de 2021 e com taxa de câmbio de R$ 5,07/US$. A empresa brasileira elaborou que este valor se refere à compensação e reembolso do bônus de assinatura da participação adicional da CNOOC.

Além disso, esse valor ainda estará sujeito aos ajustes usuais desse tipo de contrato entre a data-base e a data de fechamento enquanto a efetivação da operação estiver sujeita às aprovações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Ministério de Minas e Energia (MME).

Uma vez efetivada a operação, a Petrobras passará a deter 85 por cento do Contrato de Partilha de Produção do Excedente de Cessão de Direitos do campo de Búzios, enquanto a CNOOC deterá 10 por cento e a CNODC os 5 por cento restantes.

Além disso, as participações no Depósito Compartilhado de Búzios, incluindo as parcelas do Contrato de Cessão de Direitos e do Contrato de Concessão BS-500 – 100% Petrobras – serão compartilhadas entre os três sócios, com a Petrobras mantendo a maior participação de 88,99 por cento e CNOOC e CNODC com os restantes 7,34 por cento e 3,67 por cento, respectivamente.

Recentemente, a Petrobras vem entregando contratos para atividades no campo de Búzios. Em dezembro de 2021, a gigante de petróleo e gás do Brasil concedeu um terceiro contrato de sonda à Seadrill para este campo.

Este acordo ocorreu menos de um mês depois que a Petrobras assinou dois outros  contratos com a Seadrill para trabalhar no campo de Búzios. Graças a esses três contratos, as sondas West Jupiter , West Carina e  West Tellus  da Seadrill realizarão operações no campo.

Produção no Pré-sal corresponde a cerca de 75% do total nacional

A produção no Pré-sal em janeiro registrou recorde tanto em volume quanto em percentual sobre a produção total. Foram produzidos de 2,912 MMboe/d (milhões de barris de óleo equivalente por dia), sendo 2,292 MMbbl/d (milhões de barris diários) de petróleo e 98,6 MMm3/d (milhões de metros cúbicos diários) de gás natural, o que correspondeu a 74,7% da produção nacional. Houve aumento de 7,5% em relação ao mês anterior e de 10,7% em relação a janeiro de 2021. A produção teve origem em 134 poços.

O principal motivo para o aumento na produção no Pré-sal foi a entrada de poços em produção, principalmente nos campos de Sépia e Sépia Leste.

Os dados sobre a produção nacional em janeiro de 2022 estão disponíveis no Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural da ANP, que traz dados detalhados da produção nacional. Também estão disponíveis, de forma interativa, nos Painéis Dinâmicos de Produção de Petróleo e Gás Natural.   

Produção nacional 

A produção nacional de petróleo e gás natural em janeiro de 2022 foi de 3,897 MMboe/d (milhões de barris de óleo equivalente por dia), sendo 3,032 MMbbl/d de petróleo e 137 MMm3/d de gás natural. A produção de petróleo aumentou 6,8% se comparada com a do mês anterior e 5,6% frente a janeiro de 2021. No gás natural, houve aumento de 3,9% em relação a dezembro e de 0,8% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Aproveitamento do gás natural   

Em janeiro, o aproveitamento de gás natural foi de 97,6 %. Foram disponibilizados ao mercado 50,6 MMm³/dia. A queima de gás no mês foi de 3,2 MMm³/d, uma redução de 2,9 % se comparada ao mês anterior e um aumento de 11,4% se comparada ao mesmo mês em 2021.

Origem da produção

Neste mês de janeiro, os campos marítimos produziram 97,2% do petróleo e 87,3% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras foram responsáveis por 94,1% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

Destaques

Em janeiro, o campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, registrando 893 MMbbl/d de petróleo e 42,5 MMm3/d de gás natural.

A plataforma Petrobras 77, produzindo no campo de Búzios por meio de cinco poços a ela interligados, produziu 161,953 Mbbl/d de petróleo e foi a instalação com maior produção de petróleo.

A instalação FPSO Cidade de Itaguaí, produzindo no campo de Tupi, por meio de 7 poços a ela interligados, produziu 7,729 MMm³/d e foi a instalação com maior produção de gás natural.

Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres: 953.

Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 61.

Campos de acumulações marginais 

Esses campos produziram 370,5 boe/d, sendo 142,1 bbl/d de petróleo e 36,3 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 213,4 boe/d.

Outras informações

No mês de janeiro de 2022, 272 áreas concedidas, quatro áreas de cessão onerosa e seis de partilha, operadas por 41 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 63 são marítimas e 219 terrestres, sendo 12 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.177 poços, sendo 491 marítimos e 5.686 terrestres.

O grau API médio do petróleo extraído no Brasil foi de 28,2, sendo 2,3% da produção considerada óleo leve (>=31°API), 92,2% óleo médio (>=22 API e <31 API) e 5,5% óleo pesado (<22 API).

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 91,183 Mboe/d, sendo 70,878 Mbbl/d de petróleo e 3,2 MMm³/d de gás natural. Desse total, 50,9 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 40,2 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, dos quais: 19.165 boe/d no Rio Grande do Norte, 16.167 boe/d na Bahia, 3.598 boe/d em Alagoas, 1.132 boe/d no Espírito Santo e 166 boe/d em Sergipe.

Dia do Consumidor: ANP terá programação ao longo do mês em homenagem à data

Ao longo do mês de março, a ANP terá uma programação especial em homenagem ao Dia do Consumidor, comemorado em 15/3. O objetivo é reforçar à sociedade informações sobre os direitos dos consumidores relacionados ao mercado de combustíveis e intensificar ações de fiscalização.

A ANP divulgará, durante todo o mês, conteúdos de interesse dos consumidores, tais como: dicas ao abastecer ou adquirir botijões de gás; o que observar nos estabelecimentos e nos rótulos dos produtos; como denunciar irregularidades; como funciona a fiscalização; entre outros. Também serão respondidas dúvidas enviadas por usuários nas redes sociais da Agência.

Será publicado ainda o novo Boletim Fiscalização do Abastecimento em Notícias, que trará os dados anuais da fiscalização da ANP em 2021. Na publicação, será possível verificar a distribuição das ações de fiscalização por região geográfica e por unidade da federação, o quantitativo de infrações, de interdições e de apreensões, além das principais infrações identificadas.

Em 21/3, também será realizado o Seminário de Avaliação do Mercado de Combustíveis – Ano Base 2021. O evento apresentará o desempenho do mercado de combustíveis em 2021, bem como a atuação da ANP com relação à garantia do abastecimento, à qualidade dos produtos e à fiscalização.

Petrobras informa sobre candidatos indicados pelo acionista controlador para os Conselhos de Administração e Fiscal

A Petrobras informa que recebeu ofício do Ministério de Minas e Energia com oito indicações para o Conselho de Administração e quatro indicações para o Conselho Fiscal da Companhia, e ofício da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Economia com duas indicações para o Conselho Fiscal da Companhia, para deliberação na Assembleia Geral Ordinária de 13 de abril de 2022.

O acionista controlador está indicando os seguintes candidatos:

Em anexo, os currículos dos candidatos indicados.

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Luiz Rodolfo Landim Machado. O Sr. Luiz Rodolfo Landim Machado é graduado em engenharia civil com especialização em obras hidráulicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979), com pós-graduação em engenharia de petróleo pela Petrobras (1980) e pela Universidade de Alberta (1985) e em administração de negócios pela Universidade de Harvard (1994). Ingressou na Petrobras em 1980, onde trabalhou por 26 anos e ocupou diversas funções gerenciais na área de Exploração & Produção, incluindo Superintendente de Produção da Região de Produção do Nordeste, Superintendente do Distrito de Produção da Área Norte, Gerente Geral de Exploração e Produção da Bacia de Campos e Gerente Executivo de Exploração e Produção das Regiões Sul e Sudeste. Entre 2000 e 2003 foi presidente da Gaspetro, responsável pelas participações societárias da Petrobras nas companhias de transporte e distribuição de gás natural, além de atuar como Diretor Gerente e Gerente Executivo de Gás Natural, compondo o Comitê de Negócios da Petrobras. Entre 2003 e 2006 foi presidente da Petrobras Distribuidora S.A. –BR. Após sair da Petrobras, atuou como Diretor Geral da MMX Mineração e Metálicos S.A. (2006 a 2008), fundador e posteriormente CEO da OGX Petróleo e Gás Participações S.A. (2008 a 2009) e CEO da OSX Brasil S.A. (2009-2010). Entre 2010 e 2020 foi Presidente do Conselho de Administração e CEO da Ouro Preto Óleo e Gás S.A., coordenando com sucesso as negociações que resul taram na venda da Ouro Preto para um investidor privado com atuação na indústria de óleo e gás, em fevereiro de 2020. Desde 2019 é o presidente do Clube de Regatas do Flamengo, o clube com maior valor de mercado do Brasil, com um faturamento anual de R$ 950 milhões. Possui diversas experiências como membro de Conselho de empresas e entidades, incluindo o Instituto Brasileiro de Petróleo – IBP.

Carlos Eduardo Lessa Brandão. O Sr. Carlos Eduardo Lessa Brandão é engenheiro civil (UFRJ), Mestre em Planejamento Energético (COPPE/UFRJ) e Doutor em História e Filosofia da Ciência (HCTE/UFRJ), com MBA Executivo em Finanças (IBMEC). É sócio da JFLB Ltda. (desde 2005), atuando em consultoria em governança e sustentabilidade e em educação executiva. O Sr. Brandão tem 18 anos de experiência como executivo em construção, TI, meios de pagamento, telecomunicações, comércio eletrônico e sistemas de informação geográfica. Atuou em desenvolvimento de negócios e M&A como CFO e diretor executivo de holdings (AG Tele com e Valepontocom) e de empresas do portfólio. Desde 2016 atua como conselheiro independente. Foi conselheiro de administração da Companhia de Distribuição de Gás do Rio de Janeiro (2016-18), Progen S/A (2016-18), Cemig (2017-18) e Multiner S/A (2018-21). É conselheiro consultivo da Santa Ângela Urbanização e Construções Ltda. Com relação aos temas ESG, é conselheiro de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa–IBGC e membro do Standards Advisory Council do B Lab (EUA). Foi membro dos conselhos do Instituto Ethos, do Índice de Sustentabilidade Empresarial–ISE, da B3, do Fundo Ethical e do Conselho de Stakeholders da Global Reporting Initiative (Holanda). É administrador de recursos de terceiros autorizado pela CVM e conselheiro de administração certificado pelo IBGC (CCA+).

Joaquim Silva e Luna. O Sr. Silva e Luna é membro do Conselho de Administração da Petrobras e Presidente desde abril de 2021. Como experiência profissional, o Sr. Joaquim Si lva e Luna foi Diretor-Geral da ltaipu Binacional. É General de Exército da Reserva e foi Ministro da Defesa até janeiro de 2019, tendo chegado ao topo da hierarquia na sua carreira. Fez cursos de pós-graduação em Projetos e Análise de Sistemas na Universidade de Brasília, pós-graduação em Política, Estratégia e Alta Administração do Exército, Mestrado em Operações Militares e Doutorado em Ciências Militares. Entre os cargos que exerceu cabe citar o de Comandante de várias Companhias de Engenharia e Construção na Amazônia, o de instrutor da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, o de Chefe da Seção de Inteligência no Comando de Operações Terrestres e a Seção de Imprensa do Centro de Comunicação Social do Exército, o de Comandante do 6º Batalhão de Engenharia de Construção, o de Comandante da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, o de Diretor de Património, o de Chefe do Gabinete do Comandante do Exército, o de Chefe do Estado-Maior do Exército, o de Secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, o de Secretário-Geral do Ministério da Defesa, o de Ministro da Defesa e o de Diretor-Geral da ltaipu Binacional. Foi o primeiro militar a ocupar os cargos de Secretário-Geral do Ministério da Defesa e o de Ministro da Defesa. Possui fluência na língua inglesa. Foi Conselheiro da Amazônia Azul Tecnologia de Defesa S.A. (AMAZUL) por três anos.

Luiz Henrique Caroli. O Sr. Luiz Henrique Caroli é Almirante de Esquadra da Marinha do Brasil desde 2016. Além da Escola Naval, o Sr. Luiz Henrique Caroli fez os cursos na Escola de Guerra Naval, incluindo Comando e Estado -Maior (Mestrado em Ciências Navais), Superior de Guerra Naval e Política e Estratégia Marítimas (Doutorado em Ciências Navais). Ele também concluiu o curso de Altos Estudos de Política e Estratégia, na Escola Superior de Guerra. Possui pó s-graduação em Planejamento Estratégico e Gestão pelo Instituto COPPEAD da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi membro de diversas Comissões relacionadas à Marinha do Brasil e representante permanente do Brasil junto à Organização Marítima Internacional.

Márcio Andrade Weber. O Sr. Márcio Andrade Weber é engenheiro civil formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1975), com especialização em engenharia de petróleo pela Petrobras. Ingressou na Petrobras em 1976 onde trabalhou por 16 anos, tendo sido um dos pioneiros no desenvolvimento da Bacia de Campos, e ocupou, em seguida, diversos cargos gerenciais e diretivos entre os quais se destacam atividades no exterior, na área internacional da Petrobras, em Trinidad (1980-1981), Líbia (1984-1986) e Noruega (1987-1990). Foi membro da Diretoria de S erviços da Petrobras Internacional (Braspetro) (1991-1992) e Diretor da Petroserv S.A. (2007 -2020), desenvolvendo a participação da companhia nas atividades de E&P, navegação de apoio e sondas de perfuração para águas profundas. Foi responsável como CEO da empresa BOS navegação (JV entre Petroserv e duas companhias estrangeiras) pela construção em estaleiros nacionais de 4 rebocadores de apoio. Paralelamente, como Diretor da Petroserv participou na construção e operação de 4 plataformas de perfuração para á guas profundas, unidades estas que entre seus clientes se encontram a Shell e a ENI (Indonésia). Posteriormente prestou assessoria ao grupo PMI na operação das referidas unidades (2020-2021).

Murilo Marroquim de Souza. Sr. Murilo Marroquim de Souza é formado em geologia pela Universidade Federal de Pernambuco, com mestrado em geofísica pela Universidade de Houston, Texas, nos Estados Unidos. Trabalha na indústria de petróleo há 50 anos, tendo exercido atividades em mais de 20 países na América, Europa, África e Ásia. Atuou na Petrobras entre 1971 e 1994, onde ocupou diversas funções gerenciais na área de Exploração & Produção, tendo sido Diretor da Brasoil UK (1989-1993), em Londres, com atividades de exploração no Mar do Norte e outras Bacias. Foi Gerente Geral da IBM da Unidade de Soluções para Indústria de Petróleo na América Latina (1994-1998). Atuou como consultor, trabalhando para ANP em vários projetos (1998-1999), e na Ipiranga como Assessor para Exploração e Produção (1999-2001). De 2001 a 2011 foi Presidente da Devon Energy do Brasil (Ocean Energy) e desde 2011 é Presidente da Visla Consultoria de Petróleo, empresa de consultoria focada em projetos especiais para indústria de energia.

Ruy Flaks Schneider. O Sr. Ruy Flaks Schneider é engenheiro industrial mecânico e de produção formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) em 1963 e mestre em engenharia econômica pela Universidade de Stanford em 1965, cursou a Escola Superior de Guerra. Oficial da Reserva da Marinha. Fundou na PUC/RJ o Departamento de Engenharia Industrial, tornando-se seu primeiro Diretor (1966-1968), estabelecendo o primeiro programa de mestrado em Engenharia Industrial no Brasil. Com diversos artigos publicados, atua como palestrante, no Brasil e no exterior. Acumulou vasta experiência, tanto como executivo quanto como membro do Conselho de Administração e Conselho Fiscal de grandes empresas, incluindo Xerox do Brasil SA (1966-1970), Banco Brascan de Investimento SA e Banco de Montreal AS – Montreal Bank (1970-1998), Grupo Multiplan (1988 -1991) e INB Indústrias Nucleares do Brasil (2007-2012). Atuou como membro do Conselho Consultivo do Banco Central para o mercado de capitais, participando da assessoria na preparação do programa de conversão de dívida externa. Criou o primeiro fundo de pensão multipatrocinado e introdutor no Brasil dos fundos de Contribuição Definida. É membro do Conselho de Administração da Eletrobras desde 2019 e da Petrobras desde 2020.

Sonia Julia Sulzbeck Villalobos. A Sra. Sonia Julia Sulzbeck Villalobos é bacharel em administração pública e tem mestrado em administração de empresas com especialização em finanças, ambos na Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP-FGV). Sonia Villalobos tem mais de 30 anos de experiência no mercado acionário brasileiro, sendo a primeira pessoa na América do Sul a receber a credencial CFA em 1994. Sonia Villalobos trabalhou de 1985 a 1987 na Equipe DTVM, e de 1987 a 1989 no Banco Iochpe como analista de investimentos. De 1989 a 1996, no Banco Garantia como Chefe do Departamento de Análise de Investimentos, quando foi votada melhor analista do Brasil pela Revista Institutional Investor em 1992, 1993 e 1994. Trabalhou de 1996 a 2002 na Bassini, Playfair & Associates como responsável por private equity no Brasil, Chile e Argentina. De 2005 a 2011, trabalhou para Larrain Vial como gestora de fundos. De 2012 a 2016, Sonia Villalobos trabalhou como sócia fundadora e gestora dos fundos de ações na América Latina pela Lanin Partners. Desde 2016, é professora do Insper na pós-graduação Lato Sensu nas matérias de gestão de ativos e análise de demonstrações financeiras. Sonia Villalobos é membro do Conselho de Administração da Telefônica do Brasil desde 2016 e da LATAM Airlines Group S.A desde 2018. Ela também atuou como membro do Conselho de Administração, no período entre 1996 e 2002, das empresas TAM Linhas Aéreas e Método Engenharia (Brasil), Tricolor Pinturas e Fanaloza/Briggs (Chile), Milkaut e Banco Hipotecario (Argentina). Foi membro do Conselho de Administração da Petrobras de 2018 até 2020, sendo eleita novamente em 2021.

CONSELHO FISCAL

Agnes Maria de Aragão da Costa. A Sra. Agnes Maria de Aragão da Costa é Chefe da Assessoria Especial em Assuntos Regulatórios, tendo como especialidade as Economias de Energia e de Mineração. Atua há 16 anos no Ministério de Minas e Energia – MME, na recomendação e na formulação de políticas públicas. Possui bacharelado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é mestre em Energia pela Universidade de São Paulo (USP). Servidora da carreira de Especialista de Políticas Públicas e Gestão Governamental , é membro do Conselho Fiscal da Petrobras. Foi membro do Conselho de Administração da Norte Energia. Foi membro suplente do Conselho Fiscal da Petrobras, de 2015 a 2020. Foi membro do Conselho de Administração da CEAL e da CEPISA e membro do Conselho Fiscal da Eletrobras.

Marisete Fátima Dadald Pereira. A Sra. Marisete Fátima Dadald Pereira é formada em ciências contábeis e econômicas pela Universidade Vale do Rio dos Sinos (1987), com pós -graduação em ciências contábeis, pela Universidade do Vale do Itajaí (1990), auditoria, pela Universidade de Santa Catarina (1992), e ciências econômicas, pela Universidade Federal de Santa Catarina (1994), além de possuir MBA para executivos pela Universidade Estado Santa Catarina (2002). A Sra. Marisete Fátima Dadald Pereira é especialista em políticas públicas nos setores de energia elétrica, petróleo e gás e de mineração, com foco na elaboração, implementação e avaliação de políticas públicas em nível nacional para o setor de energia elétrica. Iniciou sua carreira Eletrosul Centrais Elétricas S.A., onde atuou como Superintendente do Departamento Econômico-Financeiro (1987 a 2005). Desde 2005 trabalha no Ministério de Minas e Energia, tendo atuado como Chefe da Assessoria Especial de Assuntos Econômicos, assessorando e aconselhando o Ministro de Minas e Energia, Secretário‐Executivo e demais Secret ários de Estado em todas as iniciativas políticas públicas e programas estratégicos sobre os setores de energia e de recursos naturais no Brasil. Participou de diversos conselhos de administração e fiscal, incluindo presidência do Conselho Fiscal da Petrobras e membro do Conselho de Administração da Eletrobras Eletronorte.

Janete Duarte Mol. A Sra. Janete Duarte Mol é graduada em matemática, pela PUC-Minas (1996), e em economia, pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (1998), com mestrado em economia pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional – CEDEPLAR/UFMG (2001) e especialização em “The Theory and Operation of a Modern National Economy”, na George Washington University (2010). Iniciou sua atuação na Secretaria do Tesouro Nacional como Gerente de Projeto da Coordenação Geral de Planejamento Estratégico da Dívida Pública (2003-2010), passando pela Coordenação Geral de Estudos Econômicos-Fiscais (2010-2016). Foi especialista sênior da Secretaria do Tesouro Nacional no Banco Mundial em Washington D.C. em 2014. Na Casa Civil da Presidência da República atuou como Gerente de Projeto da Subchefia de Finanças Públicas (2016-2020) e Subchefe Adjunta de Finanças Públicas (2020 -2021). Desde dezembro de 2021 é Secretária Adjunta do Tesouro Nacional.

Otavio Ladeira de Medeiros. O Sr. Otavio Ladeira de Medeiros possui graduação em economia, pela Universidade de Brasília (1992), com extensão em “The Theory and Operation of a Modern National Economy”, na George Washington University (1999). Além disso, possui MBA Executivo em Finanças, pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (1998), e mestrado em economia, pela Universidade de Brasília (2003). No Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional, atuou como Chefe-Adjunto e Chefe da Divisão de Análise e Planejamento da Dívida Pública, Coordenador e Coordenador-Geral de Planejamento Estratégico da Dívida Pública e Subsecretário de Planejamento e Estatísticas Fiscais. Entre 2015 e 2016 foi Secretário do Tesouro Nacional, atuando como Secretário-Adjunto do Tesouro Nacional desde 2016. Possui diversas experiências em conselhos de administração e fiscal, incluindo Embraer S.A. , Liquigás Distribuidora S.A. e Banco do Brasil S.A.

Sérgio Henrique Lopes de Sousa. O Sr. Sergio Henrique Lopes de Sousa é graduado em Ciências Navais pela Escola Naval, com especialização em Gestão Internacional e MBA em Gestão Empresarial pelo Instituto COPPEAD/UFRJ. Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Master of Science em “National Resource Strategy” pela National Defense University (NDU) de Washington, DC e Doutor em Ciências Navais pela Escola de Guerra Naval. Capitão de Mar e Guerra do Corpo de Intendentes da Marinha, além de ter exercido funções de Direção e Vice Direção de unidades administrativas, desempenhou, durante cerca de 37 anos no Serviço Ativo da Marinha, diversas atividades afetas ao planejamento e execução orçamentários e financeiros, logística e controle interno. Foi Conselheiro Fiscal da Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. – Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). Atualmente é Chefe de Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério de Minas e Energia.

Alan Sampaio Santos. O Sr. Alan Sampaio Santos, graduado em Direito, pela Faculdade Processus/DF, (OAB 56361), em Análise de Sistemas pela PUC/RJ, Oficial de Artilharia pela Academia das Agulhas Negras e em Educação Física pela Escola de Educação Física do Exército e Pós-graduação em Treinamento Desportivo pela Universidade Gama Filho/RJ. Mestrado em Defesa, Segurança, Defesa Integral e Integração, Instituto de Altos Estudos e Defesa Nacional – IAEDEN, Caracas/Venezuela, Mestrado em Ciências Militares – Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. Assessor Especial do Ministro de Minas e Energia (2018/2020). Foi Oficial do Gabinete do Comandante do Exército (2004/2005 e 2013/2015). Foi Chefe da Seção de Relações Públicas do Centro de Comunicação Social do Exército (2011). Foi Oficial de Comunicação Social do Batalhão Brasileiro no Haiti (2009). Foi Comandante do 11º Grupo de Artilharia de Campanha (2007/2008). Foi Conselheiro Militar das Nações Unidas, no Timor Leste (2006) e Observador das Nações Unidas, em Angola (1996).

Conteúdo local: ANP publica esclarecimentos sobre termos de ajustamento de conduta de conteúdo local

A ANP publicou esclarecimentos ao mercado sobre a Resolução ANP nº 848/2021, que regulamenta os termos de ajustamento de conduta (TAC) de conteúdo local. Para informações adicionais, clique aqui.

Entre os esclarecimentos, destacam-se aspectos sobre a utilização dos excedentes de conteúdo local na composição dos compromissos do TAC, que correspondem ao valor, em moeda corrente nacional, do conteúdo local cumprido acima dos compromissos estabelecido nos contratos. São eles: a utilização única e exclusiva de excedente de conteúdo local em contratos fonte é vedada e não deve representar valor superior a 10% do total dos compromissos a serem assumidos, conforme aplicação do §2º do Art. 10 da Resolução ANP nº 848/2021; e a utilização de excedentes de conteúdo local no TAC está restrita aos casos em que o excedente apurado é passível de transferência de excedente no próprio contrato fonte, conforme dispositivos contratuais e a Resolução ANP nº 726/2018.

A Resolução ANP nº 848/2021 regulamenta a celebração de TAC relativo a processos sancionadores por descumprimento de compromissos de conteúdo local em contratos que não puderam ser aditados pela Resolução ANP nº 726/2018. Nesses casos, as empresas poderão requerer a substituição do pagamento das multas pela realização de novos investimentos em bens e serviços nacionais, de forma a estimular a indústria brasileira.

Os compromissos de conteúdo local são os assumidos pelas empresas, nos contratos de exploração e produção de petróleo e gás, de contratação de um percentual mínimo de bens e serviços nacionais.

Estatal informa sobre cessão de participação no campo de Búzios

A Petrobras, em continuidade aos comunicados de 29/09/2021 e 04/10/2021, informa que assinou contrato com a parceira CNOOC Petroleum Brasil Ltda. (CPBL) referente à cessão de 5% de sua participação no Contrato de Partilha de Produção do Volume Excedente da Cessão Onerosa, para o campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos.

O acordo é decorrente da opção de compra de parcela adicional, exercida pela CPBL em 29/09/2021.

O valor, relativo à parcela da CPBL, a ser recebido à vista pela Petrobras no fechamento da operação será de US$ 2,12 bilhões e foi calculado com a data base de 01/09/2021 e com o câmbio de R$ 5,07/US$. Esse montante é referente à compensação e ao reembolso do bônus de assinatura da participação adicional da CPBL. O valor acima ainda estará sujeito a ajustes usuais nesse tipo de contrato entre a data base e a data de fechamento.

A efetividade dessa transação está sujeita às aprovações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Ministério de Minas e Energia (MME).

Após a efetividade da transação, a Petrobras passará a deter 85% de participação no Contrato de Partilha de Produção do Volume Excedente da Cessão Onerosa do campo de Búzios, enquanto a CPBL deterá 10% e a CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda, 5%. Já as participações na Jazida Compartilhada de Búzios, incluindo as parcelas do Contrato de Cessão Onerosa e do Contrato de Concessão BS-500 (100% Petrobras), serão de 88,99% da Petrobras, 7,34% da CPBL e 3,67% da CNODC.

Próximo Levantamento de Preços de Combustíveis será publicado em 8/3

Em virtude do feriado de carnaval, a ANP publicará na próxima terça-feira, dia 8/3/22, o resultado do Levantamento de Preços de Combustíveis referente ao período de 27/2/22 a 5/3/22.

O Levantamento de Preços de Combustíveis (LPC) abrange os preços de gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e GLP P13 (gás de cozinha – botijão de 13kg) e está disponível em preco.anp.gov.br