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Autor: redacao

Arrecadação com royalties e participação especial foi recorde em 2021

A arrecadação com royalties e participação especial (PE) foi recorde em 2021. Foram distribuídos R$ 37,6 bilhões de royalties e R$ 36,8 bilhões de participação especial para estados, municípios e à União. Esse valor é 65% superior ao distribuído em 2020.

O aumento da arrecadação deve-se sobretudo a elevação do preço do barril de petróleo no mercado internacional e da taxa de câmbio, contudo, destaca-se também o crescimento da produção dos campos sob o regime de partilha de produção, sujeitos à alíquota de royalties de 15%.

Os royalties são uma compensação financeira devida à União, aos Estados, ao DF e aos municípios beneficiários pelas empresas que produzem petróleo e gás natural no território brasileiro: uma remuneração à sociedade pela exploração desses recursos não renováveis.

Os royalties incidem sobre o valor da produção do campo e são recolhidos mensalmente pelas empresas produtoras de petróleo e gás natural. O valor a ser pago é obtido multiplicando-se três fatores: alíquota prevista no contrato para exploração e produção de petróleo e gás, que pode variar de 5% a 15%; produção mensal de petróleo e gás natural produzidos pelo campo e o preço de referência desses hidrocarbonetos no mês. Os royalties são distribuídos mensalmente aos beneficiários.

A participação especial é a compensação financeira extraordinária devida pelas empresas que exploram campos com grande volume de produção e/ou grande rentabilidade. Para apuração da participação especial, alíquotas progressivas, que variam de acordo com a localização da lavra, o número de anos de produção e o respectivo volume de produção trimestral fiscalizada, são aplicadas sobre a receita líquida da produção trimestral de cada campo, consideradas as deduções previstas em lei (royalties, investimentos na exploração, custos operacionais, depreciação e tributos).A PE é distribuída trimestralmente.

Saiba mais sobre royalties e participação especial e consulte a tabela com os valores distribuídos aos beneficiários na página Royalties e outras participações.

Prazo para pagamento da taxa de inscrição do concurso da Petrobras termina nesta sexta-feira (28/01)

Empresa oferece remuneração inicial de R$ 11,7 mil, amplo pacote de benefícios e possibilidade de progressão na carreira

Termina nesta sexta-feira, dia 28 de janeiro, o prazo para os candidatos que se inscreveram no concurso da Petrobras realizarem o pagamento da taxa de inscrição. Ao realizar a inscrição pelo site da organizadora do concurso, o candidato gerou um boleto bancário, no valor de R$ 79,83 (setenta e nove reais e oitenta e três centavos). A participação do candidato no processo seletivo público só é confirmada após o pagamento do boleto dentro do prazo estabelecido. O boleto bancário pode ser pago em caixas eletrônicos, internetbanking, agências bancárias bem como nas casas lotéricas e nos Correios, obedecidos os critérios estabelecidos nessas instituições. Caso o candidato tenha perdido o boleto bancário antes do pagamento, há a possibilidade de reimprimir o documento pela página de acompanhamento do processo seletivo. O site no qual foram realizadas as inscrições e pode ser acessado o boleto bancário é https://www.cebraspe.org.br/concursos/petrobras_21_ns.

As inscrições para o concurso se encerraram no dia 5 de janeiro. A prova está prevista para dia 20 de fevereiro e será realizada nas capitais de todos os estados do Brasil, além do Distrito Federal. A instituição organizadora do processo seletivo público será o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

Serão oferecidas 757 vagas, além da formação de cadastro de reserva. Haverá reserva de 8% das vagas para pessoas com deficiência e 20% para pessoas negras (pretos e pardos), conforme estabelece a legislação.

Todas as vagas são para profissionais de nível superior júnior para os quais não é requerida comprovação de experiência prévia. A remuneração mínima inicial é de R$ 11.716,82. Uma das maiores empresas do Brasil, a Petrobras oferece amplas possibilidades de desenvolvimento e carreira. A empresa possui um plano de cargos e salários (remuneração fixa + variável) consistente e com regras claras, aplicáveis para todos com igualdade de condições. Além disso, os empregados tem direito a um amplo pacote de benefícios: previdência complementar (opcional), plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia), benefícios educacionais para dependentes, entre outros.

As vagas são para profissionais com formação nas ênfases Engenharia de Petróleo, Engenharia de Equipamentos (elétrica, eletrônica, inspeção, mecânica, terminais e dutos), Engenharia de Processamento, Engenharia Civil, Engenharia de Segurança de Processo, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Naval, Engenharia Ambiental , Geofísica (Física, Geologia), Geologia, Ciência de Dados, Análise de Sistemas (engenharia de software, infraestrutura e processos de negócio), Análise de Comércio e Suprimento, Análise de Transporte Marítimo, Economia e Administração. Os convocados poderão trabalhar em qualquer área ou unidade, a depender da necessidade da Petrobras.

Oferta Permanente: prazo para a apresentação de novas declarações dos setores de interesse termina em 03/02

A ANP informa que todas as empresas inscritas interessadas em participar do 3º Ciclo da Oferta Permanente têm até a próxima quinta-feira (03/02/22) para apresentação de novas declarações de setores de interesse acompanhadas de garantias de oferta.

As declarações de setores de interesse acompanhadas de garantias de oferta deverão ser entregues exclusivamente no serviço de Protocolo do Escritório Central da ANP, aos cuidados da Superintendência de Promoção de Licitações (SPL), ou remetidas por serviço de entrega expressa contratado pela empresa para envio da documentação à ANP.

O Protocolo do Escritório Central da ANP está funcionando em horário normal, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h.

Há 78 empresas inscritas para participar da Oferta Permanente. Veja a lista completa.

A Oferta Permanente é uma modalidade de concessão de blocos e de áreas com acumulações marginais para exploração ou reabilitação e produção de petróleo e gás natural. Nessa modalidade, há a oferta contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais localizados em quaisquer bacias terrestres ou marítimas.

Uma vez tendo sua inscrição aprovada no processo, a empresa pode declarar interesse em um ou mais dos blocos e áreas ofertados no Edital. Após aprovação pela CEL uma ou mais declarações de interesse, tem início um ciclo da Oferta Permanente, com a divulgação de seu cronograma pela Comissão. Os ciclos correspondem à realização das sessões públicas de apresentação de ofertas para um ou mais setores que tiveram declaração de interesse. No dia da sessão pública, as empresas inscritas podem fazer ofertas para blocos e áreas com acumulações marginais nos setores em licitação naquele ciclo.

ANP amplia prazo de consulta pública sobre terminais aquaviários

A Diretoria da ANP aprovou a ampliação do prazo da consulta pública nº 27/2021, sobre a versão revisada da minuta de resolução que tratará da regulamentação do acesso não discriminatório, por terceiros interessados, aos terminais aquaviários, existentes ou a serem construídos, para movimentação de petróleo, seus derivados e de biocombustíveis. O prazo para envio de contribuições terminava hoje (27/1) e será prorrogado por 15 dias. A audiência pública está prevista para o dia 22/3.

A prorrogação foi motivada por solicitação dos agentes do setor em função dos impactos da pandemia nas atividades das instituições, afetando a elaboração e envio de comentários. De modo a não comprometer os prazos já estabelecidos, a ANP optou por estender o prazo da Consulta Pública até 11/2, mantendo a data prevista para a Audiência Pública inalterada.

A nova norma propõe alterações na Portaria ANP nº 251/2000. A iniciativa de propor uma minuta de resolução aperfeiçoada, que visa simplificar o acesso aos terminais aquaviários, deve-se à grande quantidade de contribuições, críticas e sugestões recebidas sobre a proposta anterior, submetida a consulta e audiência públicas em 2020 (Consulta e Audiência Públicas nº 01/2020). A ampla participação do mercado levou a ANP a realizar workshops e reuniões individuais com os agentes econômicos, e, como resultado, a elaborar uma minuta de resolução que aperfeiçoa a versão anterior e seguirá novamente os trâmites de consulta/audiência públicas previstos em lei.

As novas regras propostas pela ANP buscam compatibilizar dois pilares de políticas públicas de Estado: o incentivo de atração em investimentos portuários e o desenvolvimento de um mercado competitivo no setor de combustíveis a partir do amplo acesso de terceiros a instalações portuárias, o que estimula a entrada de novos atores no mercado concorrencial. Esse tema se mostra ainda mais pertinente devido ao momento atual de abertura do mercado e com o programa de desinvestimentos da Petrobras no downstream.

O processo de revisão da Portaria ANP nº 251/2000 contou com ampla participação da sociedade e dos agentes de mercado, inclusive sendo objeto de discussões e debates no âmbito dos programas governamentais Combustível Brasil e Abastece Brasil.

Agência Marítima da Wilson Sons atende 70% do mercado de FPSOs afretados no Brasil

Estimativas do setor de óleo e gás indicam crescimento, com novas unidades em operação nos próximos cinco anos

Com 70% do mercado nacional, a Wilson Sons lidera hoje o setor de agenciamento marítimo de FPSOs (sigla em inglês para Unidades Flutuantes de Produção, Armazenamento e Transferência) afretados em águas brasileiras. Das 26 plataformas em operação no Brasil, 19 são atendidas pela empresa.

“O mercado de FPSO tem grande perspectiva de crescimento no país. Estimativas do setor mostram que até 26 unidades devem entrar em operação nos próximos cinco anos. Isso sem considerar as áreas de exploração de petróleo arrematadas nas rodadas de 2017 a 2019. A Wilson Sons tem forte atuação nesse mercado e estamos nos preparando para o aumento da demanda”, ressalta Marcio Panisset, gerente regional de Operações de Agenciamento.

Atualmente, a Wilson Sons atende unidades de produção nas bacias de Campos, de Santos e do Espírito Santo. Neste ano, além dos contratos para atendimento contínuo, a empresa participou da mobilização (chegada) e desmobilização (saída) de FPSOs no pré-sal brasileiro. “São operações complexas e bem desafiadoras, principalmente, com as diversas restrições impostas pela pandemia”, explica Marcio Bragança, supervisor de Operações no Rio de Janeiro.

Entre os clientes da Wilson Sons no segmento está a BW Offshore, companhia de origem norueguesa com uma das maiores frotas de FPSOs da indústria global. No Brasil, a empresa opera uma unidade de produção. “A experiência e a robustez da Wilson Sons no mercado portuário e marítimo nos dá a segurança necessária para o porte de nossas operações”, destaca Leonardo Tannure, gerente de Suprimentos da empresa.

A Agência Marítima atuou no gerenciamento e coordenação de todos os trâmites necessários para autorização das autoridades portuárias nas operações pretendidas, bem como no controle de certificados e inspeções da plataforma da BW e no suporte em compras de materiais e equipamentos em geral. Cliente da Wilson Sons há aproximadamente 10 anos, a BW Offshore também utiliza os serviços de apoio marítimo dos rebocadores da Companhia. “Além da confiança na qualidade, a sinergia entre serviços agiliza a comunicação, facilita a tomada de decisão e traz benefícios comerciais”, conta Tannure.

O agenciamento marítimo foi o primeiro negócio da Wilson Sons, há mais de 180 anos. Hoje a empresa é a maior e mais experiente agência de navegação do país, presente nos principais portos brasileiros, com 18 filiais próprias. Em 2020, atendeu a mais de 4.000 escalas em diversos segmentos como minério, carvão, aço, açúcar, grãos, fertilizantes, químicos, líquidos e o segmento offshore.

Sobre a Wilson Sons

A Wilson Sons é o maior operador integrado de logística portuária e marítima do mercado brasileiro, com mais de 180 anos de experiência. A Companhia tem abrangência nacional e oferece soluções completas para mais de 2 mil clientes, incluindo armadores, importadores e exportadores, indústria de óleo e gás, projetos de energia renovável, setor do agronegócio, além de outros participantes em diversos segmentos da economia.

Presidente da Petrobras se reúne com governador do Mato Grosso do Sul

O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, se reuniu, nesta quarta-feira (26/1), com o governador do Mato Grosso do Sul (MS), Reinaldo Azambuja. Eles conversaram sobre o futuro da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN III), localizada em Três Lagoas, no estado de MS.

A construção da UFN-III teve início em setembro de 2011, mas foi interrompida em dezembro de 2014. A unidade encontra-se no processo de desinvestimento da Petrobras.

Petrobras elege novo conselho de administração em 13 de abril

Os acionistas da Petrobras vão eleger um novo conselho de administração no dia 13 de abril, na Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2022, quando vencem os mandatos de três conselheiros, após dois anos de suas eleições. Como o estatuto social da empresa e a Lei das Estatais preveem gestão unificada dos membros do colegiado, quando cai um deles, caem todos e um novo conselho tem que ser referendado pelos acionistas em assembleia.

Neste ano, o esperado é que os minoritários repitam a estratégia adotada na última eleição, em 2021, de tentar ampliar o número de representantes no conselho, segundo fontes que acompanham de perto o processo. O conselho de administração da Petrobras é composto por 11 membros, atualmente. Esse é o limite de vagas previsto no estatuto social, mas, em 2021, os minoritários se valeram de uma brecha legal para tentar elevar o número de assentos para 13. O mesmo está sendo planejado para abril.

Um dos candidatos mais prováveis é o banqueiro José João Abdalla Filho, conhecido como Juca Abdalla. Ele é presidente e controlador do Banco Clássico e o maior acionista privado da Petrobras. As articulações entre os pequenos investidores só devem ganhar força no mês que vem.A brecha do estatuto da Petrobras que possibilita a ampliação do número de assentos é a que determina que os indicados pela União devem ser maioria no conselho. Isso significa que o governo tem que emplacar um nome a mais que o somatório dos números de representantes dos acionistas minoritários (dois – um preferencialista e um ordinarista), do representante dos empregados, mais quantos os minoritários conseguirem eleger na assembleia.

No ano passado, os pequenos acionistas tentaram emplacar três cadeiras, o que elevaria o total de membros do colegiado a 13 (5 dos minoritários, um dos empregados e sete da União). O mesmo deve ocorrer neste ano, segundo fontes.

Fim de mandato

Em abril, será encerrado o mandato da representante dos empregados, Rosangela Buzanelli, e dos dois representantes independentes dos minoritários – Marcelo Mesquita e Rodrigo Pereira. A única que já se candidatou à reeleição foi Buzanelli. Os funcionários têm até o dia 30 para definir a vaga. Ela concorre com outros 11 candidatos. Os nomes só serão conhecidos um mês antes da assembleia, em março, quando será divulgado o manual da assembleia.

A expectativa é de que Buzanelli ganhe, porque ela está sendo apoiada por todas as entidades sindicais. Indicada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) em 2020 e neste ano, ela agora tem o apoio também da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet) e da Associação dos Petroleiros Acionistas Minoritários da Petrobras (Anapetro).

A FUP, a FNP e a Aepet costumam apresentar candidatos próprios. Mas, dessa vez, se unirão para eleger um nome que se posicione contra a venda de ativos isolados e a privatização de toda estatal.

O movimento é contrário ao dos minoritários. Essa tentativa de conquistar voz no conselho ganhou relevância após os ataques do presidente da República, Jair Bolsonaro, à gestão da empresa. Bolsonaro critica a política de reajuste dos preços dos combustíveis adotada desde 2016, que atrela os preços internos de refinaria ao dólar e à cotação do petróleo no mercado internacional. Essa política tem contribuído para encarecer a gasolina e o óleo diesel e, com isso, contrariar a base eleitoral de Bolsonaro, principalmente os caminhoneiros.Além de Buzanelli, todo atual conselho é candidato à reeleição, já que o estatuto da empresa prevê a ampliação dos mandatos por até três vezes. No ano passado foram eleitos oito membros – o presidente da companhia, Joaquim Silva e Luna; o presidente do conselho, Eduardo Bacellar; Cynthia Silveira; Márcio Weber; Murilo Marroquim; Ruy Schneider; Sonia Villalobos; e Marcelo Gasparino.

 

 

 

 

TechnipFMC assina contrato EPCI submarino com a Petrobras

A Petrobras concedeu à TechnipFMC um contrato de engenharia, aquisição, construção e instalação submarina (EPCI) para o desenvolvimento greenfield do campo Búzios 6 (módulo 7) na área do pré-sal da Bacia de Santos.

O escopo do contrato inclui tubos flexíveis e rígidos, umbilicais, terminais terminais de dutos, jumpers rígidos, conjuntos de terminação de umbilicais e um sistema de ancoragem.

De acordo com a TechnipFMC, os tubos flexíveis, umbilicais e estruturas submarinas, bem como alguns dos tubos rígidos, serão fabricados no Brasil usando habilidades e competências que a empresa desenvolveu no país, minimizando a pegada de carbono associada ao transporte e instalação.

A TechnipFMC disse que o contrato é “grande” , o que significa que vale entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão.

“Estamos empolgados em anunciar este prêmio, que demonstra a força contínua do mercado submarino no Brasil e nosso relacionamento colaborativo com a Petrobras. Usamos nosso profundo conhecimento das necessidades do cliente para chegar a soluções tecnológicas desenvolvidas especificamente para o campo de Búzios 6”, disse Jonathan Landes , presidente de Subsea da TechnipFMC.

O campo de Búzios foi descoberto em 2010 e é o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo. O campo deve chegar ao final da década com produção diária acima de 2 milhões de barris de óleo equivalente por dia, tornando-se o ativo da Petrobras com maior produção.

A TechnipFMC conquistou em junho de 2021 contrato com a Petrobras para entrega de árvores submarinas com controles, unidades de distribuição elétrica e hidráulica, sistemas topside, além de serviços de apoio à instalação e intervenção com aluguel de ferramental para os campos de Búzios 6-9.

Poucos meses depois, as duas empresas assinaram três contratos-quadro , segundo os quais a TechnipFMC deverá fabricar mais de 500 quilômetros de dutos flexíveis nos próximos quatro anos no Brasil, além de prestar outros serviços.

 

SBM Offshore vende participação em FPSO para dupla japonesa

A  SBM Offshore vendeu uma participação minoritária no FPSO Almirante Tamandaré, que está atualmente em construção e será a maior unidade de produção de petróleo a operar no Brasil, para duas empresas japonesas.

A SBM Offshore em julho de 2021 assinou contratos com a Petrobras para o arrendamento e operação de 26,25 anos do FPSO Almirante Tamandaré . A embarcação será implantada no campo de Búzios, na Bacia de Santos, a aproximadamente 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, no Brasil.

Será a sexta unidade do sistema definitivo a ser instalada no campo de Búzios e terá capacidade para processar 225 mil barris de petróleo e 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

A SBM Offshore revelou que celebrou um acordo de acionistas com seus parceiros de negócios de longa data Mitsubishi Corporation (MC) e Nippon Yusen Kabushiki Kaisha (NYK).

Como resultado, MC e NYK adquiriram as respectivas participações de 25% e 20% nas sociedades de propósito específico relacionadas ao arrendamento e operação do FPSO Almirante Tamandaré. A SBM Offshore é a operadora e continuará sendo a acionista majoritária com 55% de participação acionária.

O FPSO Almirante Tamandaré está em construção. O primeiro óleo está previsto para o segundo semestre de 2024. A Petrobras está operando o campo de Búzios em parceria com a CNODC e a CNOOC.

A SBM Offshore já garantiu um empréstimo-ponte de US$ 635 milhões para o financiamento da construção do FPSO Almirante Tamandaré. Na época, a SBM era a única proprietária do FPSO e procurava alienar 45% da participação acionária aos parceiros.

Emerson é nomeada ‘Empresa industrial IoT do ano’ em prêmios IoT Breakthrough 2022

Prêmio reconhece a inovação da Emerson na automação e software digitais para ajudar clientes a atingirem objetivos de sustentabilidade globais.

Líder global de tecnologia e software industrial, Emerson foi nomeada a “Empresa industrial IoT do ano” pela IoT Breakthrough , uma homenagem recebida pela empresa quatro dos últimos cinco anos. A IoT Breakthrough, que recebeu 4000 indicações para a competição de 2022, reconhece a inovação em software e tecnologia da Emerson que está ajudando clientes em indústrias essenciais a realizar operações mais eficientes, seguras e sustentáveis.

O Plantweb™ da Emerson é o ecossistema mais completo de sensores, dispositivos inteligentes, software industrial e análise da indústria. Além disso, a Emerson projeta e fornece mais dispositivos inteligentes de detecção do que qualquer outra empresa no mundo.

“Tecnologias digitais, software e análise avançados da Emerson tem fornecido melhoras de operação mesuráveis em instalações de manufatura há anos, e agora essas mesmas tecnologias estão focadas na sustentabilidade,” disse Mark Bulanda, presidente executivo da Emerson Automation Solutions. “Estamos ajudando clientes nas indústrias de energia, química, ciências biológicas, alimentos e bebidas, entre tantas outras, a avançarem seus objetivos de sustentabilidade em formas tangíveis e escaláveis.”

Por meio do seu portfólio Industrial Internet of Things (IIoT) de tecnologias, softwares e análises digitais, a Emerson está ajudando algumas das maiores empresas do mundo a atingir desempenho Top Quartile em áreas chave, incluindo maior confiabilidade, maior segurança e menos emissões energéticas. Essas tecnologias IIoT estão transformando modelos de operação industriais, permitindo operações remotas e autônomas e ao mesmo tempo criando equipes de manufatura mais ágeis e colaboradoras.

“As tecnologias digitais e de automação avançadas da Emerson são instrumentais em ajudar clientes a otimizar suas operações enquanto atingem objetivos de sustentabilidade ambiental robustos,” disse James Johnson,

diretor administrativo da IoT Breakthrough. “Parabéns, novamente, em serem nossa escolha de ‘Empresa da IoT industrial do ano’.”

A IoT Breakthrough homenageia as melhores empresas, líderes, tecnologias e produtos do mundo em uma faixa de categorias IoT, desde industrial e comercial, até de consumidor e casa conectada. Os ganhadores são selecionados por um júri composto por profissionais sênior com experiência no espaço IoT, entre eles jornalistas, analistas e executivos de tecnologia.