Edital da Chamada Pública 03/21 da TBG é lançado

ANP autorizou transportadora a realizar a CP 03 para alocação de Produtos de Capacidade Firme no período entre 2022 e 2026

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a realização da Chamada Púbica 03/2021 para contratação de Produtos de Capacidade Firme Anual no Regime de Entrada e Saída do Gasoduto da TBG para o período de 2022 a 2026.

De acordo com o cronograma aprovado pela ANP, o edital está disponível desde o dia 17/01 e poderá ser acessado, no mesmo dia, pelo Portal de Oferta de Capacidade (POC), no endereço eletrônico: www.ofertadecapacidade.com.br. No POC, também estará disponível o cronograma de todas as etapas da CP03/21, além das Minutas Contratuais, Propostas Tarifárias, o Formulário de Inscrição e a Manifestação de Interesse (MI).

O período de inscrição dos participantes acontecerá entre os dias 17 e 21 de janeiro e a divulgação dos inscritos habilitados acontecerá no dia 24 de janeiro.

A Assinatura do Contrato de Transporte tem data prevista para acontecer entre os dias 21 e 25 de fevereiro. O início das operações de prestação de serviços acontecerá após todos os trâmites necessários, conforme cronograma, estimados para 1o de março de 2022.

Serão disponibilizadas as Ofertas de Capacidade Firme de Entrada:

Já as Capacidades de Saída Ofertadas serão:

CRONOGRAMA DA CP- 03/2021 

 

VLI e Codeba formalizam intenção de ampliar a atuação conjunta na Bahia

Memorando de Entendimento (MOU) dá início a uma nova fase de oportunidades comerciais

A VLI, empresa logística que opera ferrovias, portos e terminais, administradora da Ferrovia Centro-Atlântica, e a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), assinaram na primeira quinzena de janeiro de 2022 um Memorando de Entendimento (MOU) que ratifica a intenção de ambas as companhias em ampliar o escopo de trabalho, de forma conjunta, no Estado da Bahia. A partir de então, VLI e Codeba unirão esforços para realizarem estudos de viabilidade para prospectar possíveis novos negócios que possam agregar aos volumes que já são realizados pela operadora logística com destino aos portos baianos. “A parceria nasce da dedicação em ampliar ainda mais a matriz de cargas local e reforça o compromisso da companhia em desenvolver os setores produtivos na Região Nordeste com foco nos fluxos destinados ao litoral baiano”, afirma o gerente-geral comercial da VLI, Aroldo Cecílio.

 

“Esse momento é importante para o setor de logística. Nós trabalhamos todo o ano de 2021 visando essa parceria no sentido de incrementar ainda mais o número de cargas e receitas operadas nos Portos Organizados da Codeba”, afirmou a diretora da Diretoria Empresarial e Relação com o Mercado, Ana Paula Calhau.

 

O memorando é o mais recente avanço de uma parceria que já vem se consolidando. VLI e Codeba estiveram reunidas em setembro de 2021 para debater o cenário logístico do estado e discutir novas formas de parceria para atender aos setores produtivos locais.

 

O corredor Minas-Bahia, ramal logístico operado pela VLI que viabiliza o fluxo de insumos até o litoral baiano, atua como uma importante rota de escoamento para os setores produtivos em razão de uma característica singular: a vocação para o transporte de cargas gerais. O ramal conta com movimentações regulares de derivados de petróleo, cal, químicos, minério de ferro, minério de cromo, minério de magnesita (com destino ao Porto de Aratu e Minas Gerais), cimento (com destino ao Porto de Aratu) e contêineres. No Estado da Bahia, os municípios de Alagoinhas, Castro Alves, Iaçu, Licínio de Almeida, Camaçari, Brumado, Campo Formoso, Candeias (com acesso direto ao Porto de Aratu), Pojuca e Itiúba integram o mapa ferroviário regional e atuam como pontos de carga e descarga de produtos.

 

De janeiro a junho de 2021, a empresa movimentou pelo corredor cerca de 4 milhões de toneladas, volume 32% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior. Nos últimos dois anos, o número de clientes atendidos pela VLI via Corredor Minas-Bahia também teve alta de 25%.

 

Ao longo de 2021, a VLI divulgou novos negócios com grandes empresas na região. Em maio deste ano, a companhia iniciou, em parceria com a Tora, um novo serviço de movimentação de produtos da Braskem. A nova operação combina o uso de caminhões e trens para oferecer uma alternativa mais eficiente e sustentável ao mercado. O trajeto contempla aproximadamente 1.650 quilômetros de trechos de ferrovia entre os polos industrializados Camaçari (BA) e Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). A complementação do deslocamento, executada pela Tora, via modal rodoviário, possibilita a interligação com outras cidades.

 

Já em julho, VLI e Bamin assinaram um contrato para garantir o fluxo de minério de ferro da Mina de Caetité, no interior da Bahia, até o TUP Enseada do Paraguaçu, litoral baiano, por onde o insumo será exportado. A operação já teve início e a movimentação estimada é de 490 mil toneladas ao longo de 2021. Para viabilizar este fluxo estão sendo investidos R$ 35,8 milhões. Entre as destinações dos recursos, estão o investimento em material rodante, a reativação do terminal ferroviário em Licínio de Almeida e a construção de um terminal de transbordo ferroviário/rodoviário em Castro Alves, onde será realizada a descarga do minério de ferro dos vagões e o carregamento dos caminhões que seguirão até o porto.

 

Sobre a VLI
A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Eleita em 2020 e 2021 a empresa mais inovadora do país na categoria “Logística e Transportes” pelo Prêmio Valor Inovação, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

 

Sobre a Codeba
A Companhia das Docas do Estado da Bahia é uma autoridade portuária, que administra os Portos Organizados de Salvador, Ilhéus e Aratu-Candeias, que são de grande importância para a economia do Estado da Bahia, e, consequentemente, para o país, dando suporte aos processos de importação e exportação de granéis sólidos, líquidos, produtos gasosos, movimentação de contêineres e cargas gerais. A CODEBA fechou o balanço de 2021 batendo a marca de 13 milhões de toneladas, registrando 13.491.011 de cargas movimentadas em seus Portos Organizados. O número supera o recorde histórico anual, de 2017, quando foram registradas 11,8 milhões de toneladas. A revitalização do modal ferroviário vai ampliar a movimentação dos Portos da Companhia e propiciar maior eficiência na logística do Estado baiano.

Engenheiros da Petrobras empreendem em franquia e apostam na alta busca de clientes estrangeiros beneficiados pelo câmbio favorável

A diferença cambial favorável e a excelente relação custo-benefício fazem da capital carioca um destino potencial para outros tratamentos de saúde. Os turistas americanos economizam cerca de 30% em tratamentos estéticos no Brasil.

Brasil, janeiro de 2022: Fatores como segurança hospitalar, fama internacional e custo reduzido tem atraído cada vez mais os estrangeiros a virem ao Brasil exclusivamente para realizar cirurgias e outros procedimentos estéticos. Segundo o Ministério do Turismo, os eventos de estética vêm impulsionando as viagens de negócios no país, tornando- se líder no setor de turismo estético e tendo a cidade do Rio de Janeiro como principal destino brasileiro.

De acordo com a Patients Beyond Borders, o tamanho do mercado atual gira entre US$ 65 e 87,5 bilhões. São cerca de 24 milhões de pacientes, que gastam uma média de US$ 3.410 por visita, incluindo custos médicos, serviços locais, transporte, internação, acomodação e tratamentos estéticos

Já para 2022, o Ministério do Turismo, além de focar no turista brasileiro, que enfrenta a dificuldade da alta cotação das moedas estrangeiras para viajar para o exterior, pretende promover o Rio de Janeiro no exterior, estado que promete serviços plásticos e estéticos de alta qualidade a preços acessíveis, atraindo cada vez mais pacientes viajantes internacionais para cuidar da saúde e bem-estar.

Mediante esse cenário, quem está surfando nessa onda da capital carioca são os empreendedores.  O Rio de Janeiro está entre as 30 melhores cidades do Brasil para se abrir uma franquia, informa um estudo da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Analisando os dados favoráveis, os amigos Yuri Bastos, Anderson Braga, Leonardo de Siqueira, e Joemar Narciso resolveram abrir uma franquia da rede de estética Ad Clinic em Copacabana. A empresa é uma das franchisings mais bem-sucedidas dos últimos anos.

A clínica, que hoje conta com mais de 100 procedimentos estéticos, tem um ranking com os tratamentos mais procurados: Depilação a Led, Aplicação de Enzimas para emagrecimento, Lipos sem cortes, Botox, Preenchimento e Harmonização Facial, sempre proporcionando o que há de melhor nos tratamentos corporais e faciais, com segurança, autocuidado e saúde para seus clientes.

Joe, Leonardo e Yuri já investiram antes na franquia e na sociedade, com a parceria tendo início na unidade da Ad Clinic Downtown, na Barra da Tijuca, também no Rio. Agora, o mais novo integrante, Anderson Braga, vendo os o sucesso e a competência dos amigos, decidiu embarcar nos negócios.

“Sei o quão importante é empreender e é isso que eu estou fazendo. Tenho certeza de que fiz uma boa escolha, afinal os dados são promissores, a franquia tem resultados incríveis, acompanhei de perto o processo com meus amigos. Tenho a intenção de proporcionar mais que um procedimento estético para os cariocas, mas sim uma experiência de bem-estar completo”, comenta Anderson.

Ainda de acordo com a ABF, o Brasil é o quarto maior mercado de estética e beleza, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão. Ainda segundo a Associação Brasileira de Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, (ABIHPEC) o setor cresceu cerca de 567%, envolvendo mais de 480 mil profissionais. No ramo de franquias, na área da Saúde, Beleza e Bem-estar, faturou-se aproximadamente R$34,2 bilhões.

Para o CEO da franquia, Rodrigo Nunes, que transformou R$ 5 mil de investimento inicial em franquias com faturamento de R$ 32 milhões e já anunciou 600 operações até 2024, sendo 10 unidades internacionais, afirma que agora é o melhor momento de investir . “Em tempos de crise, é onde se vê os melhores resultados, nessa hora o empreendedorismo cria asas”. Afirma

O mais surpreendente de tudo é que a rede de estética iniciou com um investimento do casal no valor de R$ 5 mil em panfletos para divulgar a primeira loja. Enquanto Aline Medici, sócia e namorada, realizava os procedimentos estéticos, Rodrigo panfletava nas ruas para atrair mais clientes.

Sobre a rede de estética Ad Clinic:

São mais de 102 unidades em diversas localidades. Em termos de cifras, a marca vale R$100 milhões.

Entre os tratamentos estéticos mais procurados estão as massagens relaxantes, como a de pedras quentes, que alivia as tensões, combate a hiperatividade e traz sensação de prazer pelo calor. Os serviços que apresentam maior demanda em todas as lojas são: harmonização facial, Botox, preenchimento, depilação a laser e tratamentos corporais como lipoaspiração sem cortes, massagens e muito mais. Destaque ainda para o programa de emagrecimento com método exclusivo. Através dele é possível eliminar 15 quilos em apenas 60 dias.

Inovação e sinergia com energias renováveis mostram como o setor de óleo e gás pode auxiliar no processo de diversificação da matriz energética

IBP participou do último dia do Rio Innovation Week que discutiu as transformações no setor de energia 

As perspectivas e evoluções esperadas para o setor de energia nos próximos anos foram debatidas neste domingo (16/1), no último dia do Rio Innovation Week. No painel “As transformações no setor de energia”, a Diretora Executiva Corporativa do IBP, Fernanda Delgado, destacou a importância do setor de óleo e gás como grande gerador de empregos, renda e arrecadação, além do seu papel no processo de transformação da matriz energética.

“O setor é responsável por parcela significativa do PIB e entende que tem um papel central na descarbonização. É consciente das mudanças climáticas e há uma preparação nessa direção”, afirmou Delgado.

A executiva enfatizou que a indústria de óleo e gás contribuirá ainda mais no processo de transição energética, principalmente por meio do desenvolvimento tecnológico. Fernanda Delgado citou iniciativas como a evolução de biorrefinarias, de biocombustíveis de segunda geração e inovações na captura, sequestro e armazenamento de carbono, além da sinergia com outras indústrias.

“A indústria de petróleo é grande geradora de tecnologia que transborda o próprio segmento. Ela auxilia o setor eólico e de biocombustíveis (biorrefinaria), por exemplo. É uma indústria preparada, capitalizada e que anda de braço dado com a indústria renovável para fazer essa transformação”, afirmou Delgado.

Elbia Gannoum, CEO da ABEEÓLICA – Associação Brasileira de Energia Eólica -, destacou o crescimento do segmento nos últimos anos, prevendo um aumento expressivo no futuro, baseado no desenvolvimento tecnológico.

“Nos últimos 10 anos, instalamos 10 GW [de capacidade de geração eólica]. Hoje, em 2022, já estamos com 21 GW e daqui a três anos vamos instalar mais 10 GW. Isso demonstra a velocidade de implementação do setor. A nossa contratação a partir de 2018 também cresceu, passou para 4 GW/ano”, afirmou Gannoum, ressaltando que o setor eólico no país tem potencial de 50 GW em geração onshore e de mil GW em instalações offshore. “Temos ainda uma indústria nacional. Cerca de 80% de um aerogerador é feito no Brasil. Temos cadeia produtiva forte capaz de atender essa demanda”, concluiu.

Já Rodrigo Lopes Sauaia, presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), apontou a evolução tecnológica do segmento como um fator impulsionador, tornando-o mais atrativo e acessível. “Com a evolução da tecnologia, a energia solar barateou mais de 85%, se tornou a fonte mais barata disponível na maior parte do mundo. Hoje, um sistema de energia solar pode ser acessado mais facilmente para instalação seja em casa, num negócio ou em propriedade rural. No Brasil temos 1 milhão de consumidores atendidos por geração própria de energia solar”, revelou Sauaia.

O executivo ressaltou que a energia solar ganha força na onda de diversificação da matriz energética e atribui esse crescimento à tecnologia e à inovação. “Temos hoje cerca de 13 GW de capacidade instalada, quase uma Itaipu em energia. O segmento investe em média 3% do faturamento em inovação. Inovação está no nosso dna”, enfatiza Sauaia.

Petrobras inicia contratação de fornecedor para desenvolver tecnologia patenteada HISEP®

Equipamento é capaz de separar, no fundo do mar, o gás rico em CO2 do petróleo. Companhia adotou o early engagement, envolvimento precoce de empresas fornecedoras para mitigar riscos no processo e acelerar o desenvolvimento da tecnologia.

A Petrobras, operadora do consórcio de Libra, iniciou a contratação de fornecedores para execução do projeto, construção, instalação e realização de testes HISEP®, tecnologia patenteada pela companhia que tem como objetivo separar e reinjetar, ainda no fundo do mar, o gás com elevado teor de CO2 que é produzido junto com o petróleo. A contratação teve início após conclusão de avaliações conceituais e testes-piloto em terra, quando a Petrobras e as empresas fornecedoras trabalharam em parceria na execução de estudos conceituais e na validação do desempenho das bombas submarinas que farão a reinjeção do gás rico em CO2 no reservatório. A expectativa é de que a fabricante seja selecionada até agosto/2022 e que o equipamento seja instalado em 2025.

O HISEP® poderá abrir uma nova fronteira exploratória e de desenvolvimento da produção de petróleos em águas profundas e ultra profundas, em regiões onde há fluidos de reservatório com razão gás-óleo e teor de CO2 elevados.  O HISEP® proporcionará aumento da produção de óleo ao liberar espaço na planta de processamento de gás de superfície. O teste-piloto está previsto para ser realizado na área de Mero 3, que deverá entrar em produção em 2024. Após dois anos de testes, com a comprovação da tecnologia, o HISEP® poderá ser utilizado em outras áreas, como Libra Central e Júpiter, onde a inovação tem o potencial de viabilizar o projeto de desenvolvimento da produção. Uma vez comprovada a tecnologia HISEP®, será possível também desenvolver unidades de produção offshore com plantas de processamento de gás menores e menos complexas, que possuem menores custos e prazos de construção, bem como menores custos de operação.

Early engagement

A Petrobras vem trabalhando em parceria com empresas do mercado na forma compreendida pelo conceito de early engagement, ou seja, com o envolvimento das fornecedoras no desenvolvimento da tecnologia desde os estágios iniciais do processo, para a definição e desenvolvimento da solução a ser adotada no produto final. O objetivo é tornar a tecnologia não só viável tecnicamente, mas também replicável e comercialmente interessante para o mercado.

Desde 2017, as empresas têm sido consultadas para identificação dos equipamentos que já haviam sido desenvolvidos por elas e que poderiam ser adaptados para o projeto, e também dos principais gargalos tecnológicos existentes para que o projeto pudesse se tornar realidade. Ao longo dos anos, foram desenvolvidos com sucesso estudos conceituais e testes de desempenho em parceria, como por exemplo verificação do desempenho das bombas centrífugas submarinas de injeção do gás denso, rico em CO2.

O Consórcio de Libra é operado pela Petrobras (40%), em parceria com a Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC Limited (10%), tendo como gestora a Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA).

Petrobras realiza doação de voucher para compra de gás de cozinha e cartões-alimentação em Cubatão

A ação alcançou mais de 1500 famílias que vivem no entorno da refinaria e da termelétrica no município

Na segunda-feira, 17/01, a Petrobras iniciou a doação de voucher para aquisição de gás de cozinha e de cartões-alimentação para compra de cestas básicas para mais de 1500 famílias de comunidades no entorno da Refinaria Presidente Bernardes (RPBC) e Usina Termelétrica de Cubatão (UTE – Cubatão). A ação começou em 2021 quando as famílias receberam o cartão-alimentação, no valor de R$120,00 durante três meses, e terá continuidade ao longo de 2022.

O objetivo é atender comunidades vizinhas das unidades de Refino e Gás Natural da Petrobras, conforme dados do sistema do Cadastro Único (CadUnico), que disponibiliza quantitativos de pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social. Nesta fase, o voucher para aquisição de gás de cozinha tem valor de até R$ 100,00. A distribuição dos cartões-alimentação e do voucher para compra do gás será executada em etapas pela instituição Vozes da Arte, entre os dias 17 e 27 de janeiro, seguindo os protocolos sanitários para prevenção à Covid.

“A Petrobras só é sustentável quando inserida em uma sociedade que possui suas necessidades atendidas de forma equilibrada. Nesse contexto, temos buscado apoiar a população, não só com repasse de recursos diretos, mas principalmente por meio do incentivo a iniciativas para geração de renda, mantendo estreito contato com as comunidades no entorno de nossas unidades, como acontece com a RPBC em Cubatão. Essa ação é mais uma iniciativa que expressa nosso comprometimento com a região”, destaca o Gerente Geral da Refinaria Presidente Bernardes, Wagner Felicio de Oliveira.

Desde o início da pandemia, a Petrobras vem realizando uma série de ações voluntárias de apoio à sociedade. Em 2022, R$ 270 milhões serão destinados ao programa social de acesso a gás de cozinha para famílias em situação de vulnerabilidade. O valor é complementar aos R$ 30 milhões destinados em 2021, totalizando R$ 300 milhões até o fim desse ano.

Petrobras investiu cerca de R$ 120 milhões na execução do maior Projeto de Monitoramento de Praias do mundo em 2021

Mais de 23 mil animais, de 94 espécies, foram monitorados no litoral brasileiro ao longo do ano

A Petrobras investe continuamente em programas ambientais e, atendendo condicionantes para licenciamento ambiental conduzido pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), mantém o maior Projeto de Monitoramento de Praias do mundo, cobrindo mais de três mil quilômetros do litoral brasileiro. Para execução deste Projeto, no último ano, foram investidos cerca de R$ 120 milhões.

Ao todo, foram resgatados mais de 23 mil animais debilitados ou mortos nas praias do litoral brasileiro pelo Projeto de Monitoramento de Praias (PMP). Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo foram os estados com maior incidência de animais registrados pelo projeto. Santa Catarina, por exemplo, teve quase nove mil animais encontrados debilitados ou mortos; seguido de Rio de Janeiro e São Paulo, com quase quatro mil cada.

Segundo levantamento, foram 94 espécies monitoradas e praticamente a metade dos indivíduos, 10 mil eram tartarugas marinhas. No Brasil, ocorrem cinco espécies, todas ameaçadas de extinção: tartaruga-cabeçuda, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde, tartaruga-oliva e tartaruga-de-couro. De acordo com os dados obtidos em 2021, o litoral sudeste é o local com maior incidência: Rio de Janeiro (cerca de 2600), São Paulo (com mais de 1600) e Espírito Santo (aproximadamente 1500). Lembrando que regiões do Rio de Janeiro e do Espírito Santo são áreas prioritárias para a reprodução de algumas espécies. Os pesquisadores explicam que em muitos casos as tartarugas são encontradas machucadas por algum petrecho de pesca ou debilitadas por ingestão de lixo.

Entre as aves marinhas, os Pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus) são destaque na pesquisa, com aproximadamente 6800 animais registrados, um número 20% maior que o ano passado, quando foram registrados quase 5700 pinguins, no mesmo período. Confira os dados aqui.

Outras espécies de aves encontradas pelos pesquisadores foram: gaivotas (Larus dominicanus), atobás (Sula leucogaster), bobo-pequeno (Puffinus puffinus) e fragatas (Fregata magnificens). De acordo com os dados, no Rio de Janeiro, muitos animais foram encontrados com lesão por interação com linha de pipa. “Este número cresceu nos últimos anos com a pandemia. Antes era comum atendermos animais com ferimentos causados por linha de pipa no verão ou férias escolares, mas, com a pandemia e as crianças mais tempo em casa, o número infelizmente se tornou constante nos meses do ano”, explica Juliana Savioli, coordenadora veterinária da Econservation, empresa responsável pela execução do PMP no litoral fluminense.

Em 2021, também chamou a atenção das equipes de monitoramento o aumento de encalhe nas praias de cetáceos como baleias, golfinhos e botos. Enquanto em 2020 houve aproximadamente mil ocorrências, ao longo de 2021 foram registrados cerca der 1300 animais. A Toninha, por exemplo, espécie de cetáceo mais ameaçada no Brasil, foram resgatados mais de 500 indivíduos no último ano.  Só em Santa Catarina foram aproximadamente 300 animais encontrados e mais de 200 em São Paulo.

A Petrobras trabalha em parceria com diversas organizações científicas e com as comunidades locais para a realização deste projeto. Atualmente são quatro PMPs, que, juntos, constituem o maior programa de monitoramento de praias do mundo. São 10 estados litorâneos, acompanhando mais de três mil quilômetros de praias em regiões onde a companhia atua. A Petrobras investe em projetos e ações para ampliar o conhecimento, conservação e recuperação da biodiversidade.

Cada região tem sua peculiaridade. No Ceará e no Rio Grande do Norte, por exemplo, é comum avistar peixes-boi marinhos nas praias do litoral. Atualmente, 22 peixes-boi estão em reabilitação nas bases do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia Potiguar e quatro estão em cativeiro de aclimatação, para, em breve, retornarem ao seu habitat natural. Desde 2009 as equipes estão trabalhando na conscientização da população local para a preservação desta espécie, ameaçadas de extinção do Brasil. “Após a reabilitação e readaptação em cativeiro de aclimatação, esses animais serão soltos para o seu ambiente natural e, antes da soltura, os peixes-boi recebem um número de identificação e um equipamento que permite localizá-los.  Segundo Vitor Luz, coordenador geral do PMP no Ceará e veterinário da Aquasis, este rastreador muitas vezes chama a atenção da população e dos pescadores que, em alguns momentos, podem tentar retirá-lo do animal. Por isso, estamos realizando um trabalho educativo com as comunidades locais para explicar a funcionalidade e importância deste rastreador, já que serve para acompanharmos a adaptação, saúde e desenvolvimento do animal”, explica.

Reabilitação

Todos os animais marinhos encontrados debilitados são avaliados e, quando necessário, encaminhados para o atendimento veterinário. Após a estabilização clínica, eles são reintroduzidos na natureza. Entretanto, antes da soltura, todos recebem uma marcação para possibilitar sua identificação caso retornem ao litoral brasileiro.

As empresas contratadas pela Petrobras para a execução do projeto trabalham conjuntamente. Muitas vezes um animal é resgatado em uma região e transferido para soltura ou tratamento em outro estado. É o que acontece, por exemplo, com os pinguins. As solturas são realizadas normalmente no litoral de São Paulo e Santa Catarina, pois as correntes marinhas são mais favoráveis. Além disso, pela característica da espécie, o ideal é que retornam ao seu habitat em grupos, para facilitar a rota migratória.

Um caso emblemático em 2021 foi o de um lobo-marinho, carinhosamente batizado de Zé pelos veterinários. Resgatado em Barra de Guaratiba, no Rio de Janeiro, esteve em tratamento por sete meses e, para a soltura, foi transportado, de avião do Rio de Janeiro para Santa Catarina, local com condições de maré favoráveis e ocorrências da espécie.

O monitoramento é fiscalizado pelo Ibama e compreende o registro, resgate, necropsia (no caso dos animais mortos), reabilitação e soltura de mamíferos, tartarugas e aves marinhas, contribuindo com as políticas públicas para a conservação da biodiversidade marinha. A população também pode participar, acionando as equipes de monitoramento ao avistar um animal marinho vivo ou morto, pelos telefones abaixo.

PMP-BS Área SC/PR e Área SP – 0800 6423341
PMP-BS Área RJ (Paraty a Saquarema) – 0800 9995151
PMP-BC/ES (RJ) – 0800 0262828
PMP-BC/ES (ES) – 0800 0395005
PMP-SEAL (Piaçabuçu/AL até Conde/BA) – 08000-793434 ou (79) 9 9683-1971
PMP-RNCE (RN) – (84) 98843 4621 e 99943 0058
PMP-RNCE (CE) – (85) 99800 0109 e 99188 2137

Plataformas da Petrobras iniciam operação de sistemas de recuperação de gases para reduzir emissões de gases de efeito estufa

Iniciativa irá contribuir para que a companhia alcance quatro dos seus compromissos de sustentabilidade

As plataformas P-66, P-70 e P-77, localizadas nos campos de Tupi, Atapu e Búzios, respectivamente, começaram a operar com mínima queima de gás no flare, que passa a ocorrer apenas em situações excepcionais de segurança, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa (GEE). O flare é o equipamento que tem a função de queimar o gás não aproveitado nas plataformas, de modo a descartá-lo de forma segura. A entrada em operação do sistema de recuperação de gases de flare (FGRU ou Flare Gas Recovery Unit) permite que esse gás retorne para processamento na unidade, evitando a sua queima e a consequente emissão de gases de efeito estufa. O potencial de redução de emissões com o uso do sistema nessas três plataformas é de cerca de 80 mil toneladas de CO2 equivalente por ano.

Além da P-66, P-70 e P-77, a Petrobras iniciará a operação, em 2022, dos sistemas de recuperação de gases de mais oito plataformas nas Bacias de Campos e de Santos.

A utilização do sistema de recuperação de gases de flare é um dos vetores da companhia para a redução das emissões de gases de efeito estufa nas atividades de produção. A iniciativa irá contribuir para que a Petrobras alcance quatro dos seus compromissos de sustentabilidade, previstos no Plano Estratégico: o de redução de 32% de intensidade de gases de efeito estufa nas operações de exploração e produção (E&P) até 2025, o de atingir zero queima de rotina em flare até 2030, o de redução de 40% na intensidade de emissões do metano no E&P até 2025 e o de reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa em 25% em 2030 em relação a 2015.

“Todos os novos projetos de unidades de propriedade da Petrobras já possuem o sistema de recuperação de gases por padrão e passamos a adotá-lo também na especificação de unidades afretadas. Além disso, com a revisão recente da resolução CONAMA 382, teremos uma nova geração de projetos de plataformas de alta capacidade de produção na configuração all electric, contribuindo ainda mais com a redução de emissões de gases de efeito estufa”, informa Carlos Travassos, gerente executivo de Sistemas de Superfície, Refino, Gás e Energia. A configuração all electric é mais eficiente e permite utilizar menos combustível para a geração de energia na plataforma, já que todos os equipamentos serão acionados por motores elétricos, a partir da energia elétrica gerada de forma centralizada. Na configuração atual, a geração de energia é descentralizada pois são também utilizados compressores que queimam gás natural como fonte de energia.

“Hoje produzimos petróleo com baixa emissão de carbono graças a uma melhoria de quase 50% em nossa eficiência desde 2009. Especificamente em relação ao metano, que é um dos gases que mais contribuem para o efeito estufa, tivemos uma redução de mais de 35% nas emissões nos últimos 10 anos. O uso do sistema de recuperação de gases de flare, entre outras medidas, nos ajudará a perseguir a eficiência máxima, o mais próximo possível de zero”, destaca Viviana Coelho, gerente executiva de Mudança Climática da Petrobras. A companhia busca operar com baixos custos e baixas emissões, o que a permitirá ter competitividade para atuar em cenários de transição energética acelerada e alinhados ao Acordo de Paris.

Petrobras bate recorde mensal de venda de gasolina no Paraná e em Santa Catarina

Repar comercializou 415,9 mil m³ do produto em dezembro

A Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), unidade da Petrobras localizada em Araucária (PR), bateu o recorde mensal de venda de gasolina no mês de dezembro de 2021, quando foram comercializados 415,9 mil m³ do produto nos estados do Paraná e Santa Catarina. O volume superou em 8,4% o recorde anterior, que era de 383,7 mil m³.

Ao longo de 2021, a Repar entregou às distribuidoras o total de 3,7 milhões de m³ de gasolina.

Outro recorde alcançado pela Petrobras em dezembro do ano passado foi o de entrega de produtos pelo Oleoduto Paraná-Santa Catarina (Opasc), com 137,8 mil m³. Até então, a melhor marca do poliduto, que atende as bases catarinenses de Guaramirim, Itajaí e Biguaçu, era de 135,4 mil m³.

Com capacidade instalada de processamento de 33 mil m³ de petróleo por dia, o equivalente a aproximadamente 12% da produção nacional de derivados, a Repar atende principalmente os mercados do Paraná, Santa Catarina, sul de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Além da gasolina, os principais produtos da refinaria são o diesel, GLP, óleos combustíveis, querosene de aviação (QAV), asfalto, coque e propeno.

Petrobras informa sobre venda de participação na Braskem

A Petrobras informa que foi protocolado perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em 14/01/2022, o pedido de registro de oferta pública de distribuição secundária de ações preferenciais classe “A” de emissão da Braskem S.A. e de titularidade da Petrobras e da NSP Investimentos S.A. – Em Recuperação Judicial, nos termos do artigo 6°-A da Instrução da CVM n° 400, de 29 de dezembro de 2003, conforme alterada, a serem distribuídas simultaneamente no Brasil e no exterior, sob a forma de American Depositary Shares (ADS), representadas por American Depositary Receipt (ADR), cada ADR representativo de duas ações.

Além disso, foram divulgados, nesta data, o aviso ao mercado e o prospecto preliminar da oferta. O pedido de registro da oferta encontra-se atualmente sob a análise da CVM, estando a oferta sujeita à sua prévia aprovação. O total de ações a serem ofertadas pela Petrobras no âmbito da oferta será de 75.704.061 ações preferenciais classe A da Braskem.

Informações adicionais sobre a oferta podem ser obtidas no prospecto preliminar disponível em https://www.investidorpetrobras.com.br/pt/acoes-dividendos-e-divida/prospectos. Em tal página, acessar a seção “Oferta Pública Braskem 2022” e, por fim, clicar em “Prospecto Preliminar”.

Este comunicado tem caráter exclusivamente informativo, nos termos da legislação em vigor, e não deve ser considerado como um anúncio de oferta das ações.