TBG abre processo de aquisição e venda de gás para balanceamento e uso em seu sistema de transporte

A TBG abre nesta quarta-feira (12/01) o processo de consulta ao mercado para aquisição e venda de gás natural de terceiros, visando ações de balanceamento, e para aquisição de gás natural com vistas ao uso em seu sistema de transporte (GUS). O período de recebimento das propostas de compra ou venda acontece até o dia 17/02/2022 e os interessados podem enviá-las para comercial.proposta@tbg.com.br.

As etapas do processo de contratação de fornecedor, ou de prospecção de adquirentes, incluem a submissão das propostas, a escolha dos proponentes; e a negociação, assinatura e celebração dos contratos. Esta última está prevista para ocorrer a partir do dia 15/05/2022.

O balanceamento é um procedimento que tem como objetivo manter o equilíbrio das injeções e das retiradas de gás necessário para o bom funcionamento da Rede de Transporte da TBG, podendo ser necessária a aquisição ou venda de gás natural para sua realização. A necessidade de compra de gás pela transportadora pode ocorrer quando a retirada de gás da rede, pelos carregadores, é maior do que a injeção de gás. Quando a retirada de gás é menor do que a injeção, pode haver a necessidade de venda do excedente.

Os contratos de compra ou venda de gás, para fins de balanceamento, ou de gás para uso no sistema (GUS), terão vigência até 31 de dezembro de 2022 e requerem garantia do vendedor, ou comprador, de injeção e retirada de gás no sistema, sempre que for acionado pela TBG.

O GUS consiste na quantidade de gás necessária para operar a rede de transporte, incluindo o gás combustível utilizado nos equipamentos da transportadora.

Para aquisição de gás para balanceamento podem participar comercializadores, distribuidoras de gás e consumidores livres. No caso do fornecimento de gás para balanceamento e uso no sistema (GUS), podem participar produtores, comercializadores e importadores de gás natural ou GNL.

Concurso da Petrobras tem mais de 200 mil inscritos

Alta procura reflete interesse dos profissionais brasileiros em atuar na companhia. Há vagas para engenharias, geologia, geofísica, ciência de dados, entre outras carreiras

A Petrobras encerrou na quarta-feira (05/01/2022) as inscrições para o concurso público que selecionará 757 profissionais para cargos de nível superior. O número de inscritos no processo seletivo foi de 212 mil pessoas de todos os estados brasileiros. Levando-se em conta todas as carreiras, a relação candidato-vaga será de 566.

O elevado número de inscritos no concurso reflete o interesse do mercado de trabalho em atuar na companhia, que é reconhecida pela excelência de seu corpo técnico. Nos últimos anos, a Petrobras vem passando por um sólido processo de recuperação financeira. Por meio de uma gestão eficiente, a companhia vem melhorando expressivamente sua performance operacional e ampliando sua contribuição para a sociedade.

A prova está prevista para dia 20 de fevereiro e será realizada nas capitais de todos os estados do Brasil, além do Distrito Federal. Com o concurso, a Petrobras pretende selecionar profissionais com perfil dinâmico com foco em inovação e que queiram participar dos desafios que estão no horizonte da empresa para os próximos anos.

As vagas são para profissionais com formação nas ênfases Engenharia de Petróleo, Engenharia de Equipamentos (elétrica, eletrônica, inspeção, mecânica, terminais e dutos), Engenharia de Processamento, Engenharia Civil, Engenharia de Segurança de Processo, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Naval, Engenharia Ambiental , Geofísica (Física, Geologia), Geologia,  Ciência de Dados, Análise de Sistemas (engenharia de software, infraestrutura e processos de negócio), Análise de Comércio e Suprimento, Análise de Transporte Marítimo, Economia e Administração. Os convocados poderão trabalhar em qualquer área ou unidade, a depender da necessidade da Petrobras.

Após 77 dias sem aumentos, a Petrobras fará ajustes nos preços de gasolina e diesel

Desde 26/10/2021, a Petrobras reduziu preços de gasolina e manteve preços de diesel

Após 77 dias sem aumentos, a partir de amanhã 12/01/2022, a Petrobras fará ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras.

Os últimos aumentos ocorreram em 26/10/2021 e, desde então os preços praticados pela Petrobras para a gasolina foram reduzidos em R$ 0,10 litro em 15/12/2021, e permaneceram estáveis para o diesel.

A partir de amanhã, 12/01, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,11 por litro.

Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,24 por litro.

Esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras.

Dessa forma, a Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações para cima e para baixo, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais.

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor. Convidamos a visitar:
https://petrobras.com.br/pt/nossas-atividades/precos-de-venda-de-combustiveis/

Bomba Prime S da Gilbarco Veeder-Root incorpora recurso antiadulteração do combustível

Antecipando-se ao conceito “posto do futuro” em que a tecnologia será capaz de monitorar todos os processos da operação, por meio de soluções tecnológicas, a Gilbarco Veeder-Root agrega novo recurso a sua Bomba Prime S, que garante a qualidade do combustível abastecido. Transparência que rende fidelidade ao posto de serviço: o cliente é o fiscal que controla a quantidade do volume do abastecimento e a qualidade do combustível, dentro dos parâmetros dos órgãos reguladores.

Em novembro de 2021 o lançamento da Bomba Prime S da Gilbarco Veeder-Root completou seu primeiro aniversário: um marco na trajetória do varejo de combustíveis, por se antecipar a exigências técnicas futuras.

O equipamento possui nível superior de segurança antifraude, pois as informações do pulser que são enviadas para a CPU estão assinadas digitalmente, evitando fraudes. Isso porque os desvios se dão justamente nesse percurso, entre o pulser e a CPU. Essa nova eletrônica, com segurança antifraude aumentada, é exclusiva da Bomba Prime S.

É a validação dos dados pela CPU, aliada à criptografia assimétrica que asseguram a legitimidade dos dados, ao inviabilizar fraudes volumétricas, como a conhecida ‘bomba baixa’. A assinatura digital das informações do pulser – ou seja, o volume de combustível que passa pelo bloco medidor – é verificada na interface dos pulsers e o resultado codificado (encriptado) dessa checagem é enviado para a CPU por um canal de comunicação especial, que transmite dois ou mais sinais individuais, de forma simultânea, por meio de um único cabo, ampliando a capacidade de envio de dados.

Além de transmitir segurança aos clientes do posto, propicia economia ao seu proprietário, dado que o equipamento requer calibrações mais espaçadas, tem reduzido custo de manutenção, e, ainda, possibilita upgrades, como o sistema de identificação de frentista que de forma única no mercado, possui leitor RFID integrado ao teclado de preset e possibilita a conexão com o aplicativo Prime ID, solução de gerenciamento remoto do posto de serviços .

Fim das fraudes volumétricas e de qualidade: o consumidor é o fiscal

Mas, embora a Bomba Prime S garantisse a autenticidade do volume exibido em seu display, não era, ainda, capaz de verificar se o combustível estaria de acordo com os padrões legais de qualidade ou se havia sido adulterado.

Mas isso está solucionado. Para aumentar o nível confiabilidade da qualidade do produto entregue ao consumidor, a Gilbarco Veeder-Root desenvolveu e oferece um pacote de soluções para impedir fraudes, tanto volumétricas quanto de integridade, ao aliar a Bomba Prime S à Sonda Mag D, única sonda de monitoramento de densidade disponível no mercado.

A Bomba Prime S é um produto altamente confiável em relação à segurança antifraude de volume, com sistema preciso e inviolável de medição, enquanto a Sonda Mag D tem o poder de, por meio da checagem da densidade do combustível armazenado no tanque do posto, garantir que o produto se encontra de acordo com as especificações técnicas de qualidade determinadas pelos órgãos oficiais. Quando conectada ao ponto de venda do posto, também possibilita que no cupom fiscal venha impressa a densidade do combustível abastecido, permitindo ao consumidor comparar esse dado com a especificação estabelecida pelo órgão regulador.

A Sonda Mag D (sonda de densidade magnetostrictiva), que funciona com os sistemas de medição Veeder-Root da família TLS 4, realiza a medição contínua e altamente precisa da densidade de qualquer combustível, de forma econômica e prática, para detectar se o combustível está em conformidade com o padrão oficial de qualidade, inclusive no momento da entrega. Também possui sensor de temperatura multiponto para fornecer extrema exatidão nas informações para controle de inventário e detecção de vazamento no tanque.

Além disso, o equipamento oferece teste de estanqueidade com capacidade de detectar vazamentos de até 0,38 litros por hora e monitoramento de água, e pode ser configurado para variadas aplicações em diferentes tanques.

Por meio dessas soluções tecnológicas combinadas, a Gilbarco Veeder-Root contribui para o resultado de postos de serviços, oferecendo segurança aos clientes e liberando gestores para se dedicarem a iniciativas e estratégias que efetivamente agreguem valor ao negócio.

Receita com exportação de petróleo alcança US$ 30,5 bilhões em 2021 e bate recorde

O Brasil nunca ganhou tanto dinheiro vendendo petróleo a outros países como em 2021. Com a cotação do barril em alta, a receita chegou a US$ 30,5 bilhões, 54% mais do que no ano anterior, segundo o Ministério da Economia. Em moeda nacional, esse valor corresponde a cerca de R$ 173 bilhões, considerando o dólar negociado nesta quinta-feira, 6, a R$ 5,7. Até então, o recorde da receita com a exportação era de US$ 25 bilhões, de 2018.

Em volume, a exportação de petróleo caiu 3,15% em 2021, para 67,8 milhões de toneladas (o que inclui óleo bruto e minerais betuminosos), de acordo com a Secex. Esse volume corresponde a 1,3 milhão de barris por dia, quase a metade da produção nacional de 2,8 milhões de barris por dia.

O último dado divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que se refere ao período de janeiro e novembro de 2021, mostra queda de 4,4% no volume exportado em comparação a igual período de 2020. O gasto com importação subiu, mas não o suficiente para abalar o saldo comercial positivo até novembro, de US$ 23,7 bilhões.

O que fez a diferença em 2021 foi o preço do petróleo, apesar de o produto brasileiro ser vendido a um valor inferior ao do Brent, negociado na Europa e usado como referência mundial. No ano passado, a commodity bateu a casa dos US$ 80 por barril. No melhor momento do mercado, em março de 2012, a cotação média mensal chegou a US$ 125 por barril.

O produto brasileiro foi negociado a US$ 61,80 o barril, na média de 2021, enquanto o Brent saiu a US$ 67,60. Isso significa que o óleo nacional valeu 8,6% menos do que o europeu. A ANP divulga volumes e receita de exportação, mas não o valor do barril brasileiro. Esses números foram calculados considerando a relação entre quantidade e arrecadação. A concorrência entre os exportadores e a qualidade do petróleo costumam influenciar o valor pago pelos importadores.

A Petrobras, principal vendedora do petróleo nacional, divulgou em seu último resultado financeiro, do terceiro trimestre do ano passado, que as exportações de petróleo renderam à companhia R$ 61,8 bilhões, de janeiro a setembro. A empresa também está ganhando com a venda de óleo combustível para navios, o que gerou uma arrecadação de R$ 19,4 bilhões.

Procurada, a petrolífera respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, que os dados divulgados pela ANP e pelo Ministério da Economia incluem informações de outros produtores de petróleo, além dela. Afora disso, argumentou que o resultado financeiro do quarto trimestre ainda não foi divulgado e, por isso, ainda não pode se posicionar.

Destino
A China continua a ser o principal comprador do petróleo brasileiro. O país asiático gerou receita de US$ 14,2 bilhões para o Brasil, com a aquisição de petróleo, quase a metade do total arrecadado no ano, de acordo com o Ministério da Economia. Outros destinos, no entanto, também entraram na rota de exportação do óleo nacional, como Chile, Portugal e Coreia do Sul. Esses países têm demonstrado interesse especial na produção do pré-sal, com baixo teor de enxofre e, por isso, menos poluente.

“O aumento da receita com as exportações de petróleo está associado, principalmente, à recuperação do preço do barril do mercado internacional. Apesar disso, em termos de volume, a quantidade exportada caiu em 4,4%, muito provavelmente porque o principal comprador do nosso petróleo, a China, teve uma queda significativa de suas importações no segundo trimestre de 2021. Em maio de 2021, a quantidade de petróleo exportado teve seu pior desempenho no ano”, avalia Rodrigo Leão, pesquisador do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo e Gás Natural (Ineep).

Para 2022, a expectativa para os preços absolutos de petróleo é positiva, pois o crescimento da demanda segue ultrapassando o da produção, mesmo diante do aumento do número de infectados pela variante do coronavírus Ômicron, no mundo, segundo Sergio Baron, analista sênior da S&P Global Platts.

“A nossa opinião é que as exportações de petróleo brasileiro serão duplamente beneficiadas, em 2022, pela continuação da valorização relativa do petróleo em relação ao Brent e pela perspectiva de preços de Brent mais elevados no corrente ano”, acrescenta o especialista.

TBG e Delta Geração celebram primeiro contrato de transporte de gás na modalidade Diário do mercado nacional

A TBG e a Delta Geração, do grupo Delta Energia, assinaram contratos de capacidade de transporte de gás natural de curto prazo na modalidade Diário. É a primeira vez que este tipo de serviço é prestado no mercado nacional. Também é o primeiro contrato de curto prazo da transportadora com um agente, além da Petrobras.

A TBG é a única empresa do setor no Brasil que oferece serviço de transporte nas modalidades trimestral, mensal e diário. As novas modalidades de contrato e outras iniciativas têm como objetivo contribuir com a abertura do mercado, no sentido em que vão ao encontro de suas demandas.

O serviço apoia o abastecimento da usina de William Arjona, em Campo Grande (MS), primeira termelétrica do país a usar gás natural do gasoduto Bolívia-Brasil. Com um sistema que permite acionamento pontual, realizado conforme as condições do sistema, a usina pode demandar até 1,3 milhão de metros cúbicos por dia.

De acordo com Jorge Hijjar, diretor comercial da TBG, o contrato com a Delta Geração representa um avanço para o mercado no país. “A contratação da modalidade Diário é inédita no Brasil e muito relevante para o setor, pois mostra que a entrada de novos players já é uma realidade, que gera concorrência e fortalece o ambiente de negócios. Isso só foi possível porque a TBG desenvolveu e submeteu à ANP os produtos de curto prazo, as plataformas de oferta de capacidade (POC) e de operação (PTG), que permitem a compra em tempo hábil para viabilizar o serviço, conforme horários operacionais, tanto do sistema de transporte quanto do suprimento de gás, possibilitando o planejamento de todas as ações necessárias para o dia seguinte. Foram assinados, até o momento, sucessivos contratos da ordem de 600 mil m³/dia cada e há a expectativa da continuidade da prestação do serviço.”

Para Luiz Fernando Vianna, presidente da Delta Geração, a modalidade de contratação de transporte Diário junto à TBG indica o amadurecimento do mercado de energia brasileiro, que vem avançando em flexibilidade e liberdade para os agentes. “Num momento sensível em que as geradoras são chamadas a suportar a demanda do sistema, a possibilidade de fechar acordos diários se revela um trunfo”, observa.

As contratações foram feitas por meio do Portal de Oferta de Capacidade (POC), que é um ambiente digital que possibilita a contratação de produtos e serviços de curto prazo da TBG (trimestral, mensal e diário) e que pode ser acessado em www.oferta de capacidade.com.br.

Atualmente o POC tem ofertas disponíveis e os carregadores interessados poderão solicitar a contratação da capacidade de um ou mais produtos, por ponto de entrada e/ou zona de saída, conforme seus interesses.

ABPIP vai premiar instituições de ensino superior com estudos e tecnologias inovadoras no setor de petróleo e gás natural

A Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP) acaba de lançar o edital para o Prêmio ABPIP Inova, que visa reconhecer os esforços de Instituições de Ensino Superior (IES) em contribuir na disseminação de estudos e tecnologias com foco na inovação no setor de petróleo e gás natural. As inscrições serão abertas no dia 15 de fevereiro, seguirão até 15 de março e poderão ser feitas gratuitamente por meio de link que será disponibilizado no site e nas redes sociais da associação. Podem participar IES nacionais ou estrangeiras.

Segundo Anabal Santos Jr., Secretário Executivo da ABPIP, o prêmio possibilitará a apresentação de contribuições e projetos que estejam relacionados ao desenvolvimento de inovação na cadeia produtiva de petróleo e gás. “Os trabalhos serão analisados pelos membros do Comitê de Inovação e Relacionamento com a Academia (CIRA), formado por representantes das empresas associadas e membros da Secretaria Executiva da Associação”, explicou.

O Prêmio ABPIP Inova vai explorar o conhecimento científico e tecnológico associado ao resultado gerado, de modo a avaliar o impacto dos estudos e soluções inovadoras desenvolvidos pelas IES participantes para melhorias da indústria de óleo e gás. Para tanto, os inscritos poderão eleger um dos temas relacionados aos pleitos defendidos pela Associação que, segundo Santos Jr., são de extrema importância para a exploração e produção de campos de petróleo e gás natural:

  • Revitalização de Campos Maduros de Exploração e Produção;
  • Dados técnicos disponibilizados pelo BDEP/ANP;
  • Fomento à Indústria de Bens e Serviços;
  • Exploração de Recursos Não Convencionais no Brasil;
  • Licenciamento ambiental no Brasil;
  • Os hidrocarbonetos e a transição energética;
  • REATE;
  • PROMAR;
  • Novo Mercado de Gás;
  • Utilização de ferramentas BI para Gestão de Processos na ANP.

Após realizadas as inscrições, as instituições participantes terão até o dia 11 de novembro de 2022 para apresentar seus trabalhos e informações. O resultado será divulgado no dia 30 de novembro de 2022. As instituições que conquistarem a primeira e segunda colocação no prêmio vão receber uma placa, certificados e uma visita técnica às instalações de uma das empresas associadas da ABPIP. A vencedora poderá, ainda, indicar um aluno para fazer um estágio de seis meses na ABPIP ou em uma empresa associada.

Enauta: Campo de Manati permanece no portfólio

Sob o ponto de vista estratégico, demos um importante passo em nossos planos a partir de 2022. Com a alta no valor do gás e a valorização do ativo desde o momento em que a transação havia sido feita, ainda em 2020, o Campo de Manati volta ao papel de importante gerador de caixa para a empresa.

Decidimos voltar atrás na venda da fatia no Campo de Manati, acordo que havia sido fechado em agosto de 2020 com a Gas Bridge para alienação de 45%, percentual que cabe à participação da companhia.

Um dos maiores campos de gás do país, localizado da Bahia de Camamu (BA), Manati, além de voltar a ser um dos principais geradores de caixa para a companhia, está sendo analisado para uma iniciativa inédita: ser transformado em um reservatório para estocagem de gás, operação que ainda não acontece no Brasil.

Revisitamos alguns planos, como o de focar em exploração, e optamos por decisões mais estratégicas para investir em um portfólio equilibrado. Nosso objetivo é nos tornarmos na companhia independente com o portfólio mais equilibrado em atuação no Brasil.

“Manati é um ativo que sempre foi importante para a geração de caixa da Enauta. Quando chegamos ao final de 2021, optamos por não prosseguir com o deal, já que as condições não foram cumpridas no tempo previsto”, explica nosso CEO, Décio Oddone. “Com isso, fortaleceremos um dos pontos do nosso tripé da empresa, que é a geração de caixa através de ativos de produção”.

Campo de Manati pode ser usado para estocagem – A operação para a utilização do reservatório para armazenar gás natural teria como objetivo atender o mercado em momentos de falta. O fato de estar em uma localização estratégica, conectada a rede de gasoduto do Nordeste, por Salvador (BA), é mais um fator fundamental a ser levado em consideração.

O momento é de avaliar como o Campo será melhor aproveitado – além da possibilidade de estocagem, trata-se de um campo antigo, mas com anos de produção à frente, lembra Décio.

“São pontos positivos para levarmos adiante. O importante, ainda, é que iremos fortalecer a geração de caixa da empresa, que estava muito concentrada no Campo de Atlanta. Trazer essa diversidade também é essencial”, afirma Décio. Conforme citado anteriormente, a Gas Bridge propôs uma eventual associação no projeto de transformar o reservatório de Manati, caso venha a ter sucesso na aquisição da participação dos parceiros da Enauta no campo – Petrobras, PetroRio e Geopark.

Décio destaca ainda que o Brasil é um grande importador de GNL, o que valoriza ainda mais o Campo de Manati.

“Na Europa, vimos o preço de gás atingir valores inéditos, quando o que geralmente observamos é o gás sendo negociado a um sexto do preço do petróleo. Temos que lembrar ainda que a produção de gás natural é ambientalmente melhor do que atuar somente no petróleo. As companhias precisam se preocupar com a transição energética e a pegada de carbono. É preciso que pensem na sustentabilidade de seus negócios”, comenta.

Produção no Campo de Manati – Atualmente, cerca de 3 milhões de metros cúbicos de gás por dia são produzidos, gerando entre 150 e 250 milhões de reais por ano para a companhia, variando de acordo com o preço do gás. Agora, com a anulação da venda, o caixa que vinha sendo gerado pelo ativo desde a transação passa a ser direcionado para a Enauta.

Belgo Bekaert abre mais 85 vagas de emprego em Itaúna

Todas as vagas são para Operador de Produção I. Currículos devem ser enviados para a empresa até 28/01/2022.

A Belgo Bekaert, maior produtora de arames de aço da América Latina, está com mais 85 vagas de emprego abertas para o cargo de Operador de Produção I, em Itaúna (MG). Para se candidatar, o(a) interessado(a) deve ter o Ensino Médio completo, ser maior de 18 anos e ter disponibilidade para trabalhar em revezamento de turno, conforme a necessidade da empresa. Os currículos serão recebidos pelo e-mail trabalheconosco@belgobekaert.com.br, até o dia 28/01 e as vagas serão preenchidas entre fevereiro e março de 2022. Em dezembro, a empresa já havia aberto 40 novas vagas, logo totalizará neste primeiro trimestre, 125 novos postos de trabalho no município.

A Belgo Bekaert oferece transporte, seguro de vida, plano de saúde e dental, refeições na unidade, previdência privada, Gympass, bolsa de estudos, licença maternidade e licença paternidade estendida e salário atrativo entre os principais benefícios. A carga horária é de 30h semanais, com jornada em escala.

A empresa apoia e busca cada vez mais estimular a diversidade,inclusão e igualdade no ambiente laboral. Por isso, incentiva a candidatura às vagas independentemente de raça, gênero, religião, identidade de gênero,orientação sexual, nacionalidade, idade ou deficiência. Todas as pessoas são bem-vindas!

Sobre a Belgo Bekaert 

Líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação e fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert, a Belgo Bekaert atua nos segmentos de Agronegócios,Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Neste ano, foi eleita pela FIA Employee Experience como uma das 30 melhores empresas de grande porte para trabalhar no Brasil, com a conquista do prêmio Lugares Incríveis para Trabalhar, da Fundação Instituto de Administração (FIA) e UOL. Também foi reconhecida como a melhor empresa de Mecânica e Metalurgia do país pelo Anuário de Época NEGÓCIOS 360°, desenvolvido por Época NEGÓCIOS e Fundação Dom Cabral.

Há três anos a empresa passa por uma transformação cultural, também acelerada pela pandemia, e atualmente adota horário flexível para cargos administrativos, jornada híbrida de trabalho, home office, disponibilização de espaços de coworking e de inovação para potencializar a criação e contribuição das equipes para a construção de ambientes mais saudáveis. Um dos investimentos que marca esse novo momento é em Diversidade e Inclusão, com comitês de Equidade de Gênero, Pessoas com Deficiência e Migrantes em Vulnerabilidade, Igualdade Racial, LGBTI+ e Gerações. A empresa é signatária dos Princípios de Empoderamento das Mulheres, da ONU, e compõe o Grupo Diretor da Rede Empresarial de Inclusão Social pela Empregabilidade de Pessoas com Deficiência (REIS).

 

Rockwell Automation aposta na experiência do cliente com novo Acordo de Serviços Integrados

A fim de aprimorar a experiência do cliente, a Rockwell Automation, empresa multinacional com mais de 100 anos de experiência em tecnologia e inovação, acaba de anunciar um novo modelo de suporte chamado Acordo de Serviços Integrados, com objetivo de simplificar o acesso a serviços críticos, diminuir custos e fornecer suporte prioritário.

A ação da empresa está alinhada às novas exigências do mercado, que tem se moldado, uma vez que a experiência do cliente assumiu papel de destaque nas escolhas das empresas. De acordo com a pesquisa “CX Trends 2021”, 81% dos consumidores afirmaram dar preferência a companhias que oferecem uma experiência satisfatória. Neste sentido, a tecnologia é uma nova maneira dos clientes terem acesso a vários serviços por meio de um único contrato que possibilita o acesso rápido e fácil ao suporte técnico.

O Acordo de Serviços Integrados permite que as empresas selecionem o pacote ideal às suas necessidades, fazendo com que qualquer serviço selecionado seja facilmente acionado através de um único número de telefone. Desta forma, os clientes são atendidos por especialistas e recebem atendimento prioritário.

A solução permite ainda que as empresas obtenham suporte técnico 24 horas por dia em 7 dias por semana, além de garantir serviços de campo, remanufatura, relatórios e análises, e-learning, entre outros. Tudo isto, em um contrato integrado e em uma suíte flexível de serviços de suporte técnico, que permite maximizar o valor dos investimentos na base instalada pela Rockwell Automation.

Além disso, o contrato de suporte ainda ajuda a melhorar a eficiência operacional, fornecendo visibilidade quanto à utilização dos serviços e os dados necessários para a tomada de decisões, proporcionando ferramentas de suporte virtual, recursos de aprendizagem e modernas ferramentas de treinamento às empresas.

O Acordo de Serviços Integrados possibilita também maximizar a confiabilidade e o tempo de operação dos ativos, reduzir o custo total de propriedade, otimizar o investimento de base instalada, bem como complementar a força de trabalho técnica com acesso a engenheiros altamente qualificados.