Svitzer lança serviços de reboque neutro em carbono

A Svitzer, operadora líder global de reboque e parte da AP Moller-Maersk, anunciou que, depois de conduzir um piloto bem-sucedido, converterá toda a sua frota de 10 rebocadores em Londres e Medway para ser movida a biocombustível marítimo.

A substituição do óleo combustível marítimo pelo biocombustível neutro em carbono permite que a Svitzer ofereça uma nova solução de reboque, a Ecotow, aos seus clientes, liberando uma redução de cerca de 90% de CO2 nas emissões do Escopo 3 de suas operações de reboque. A empresa está oferecendo o Ecotow diretamente em Londres para clientes cujas embarcações exigem serviços de reboque no Tamisa e para clientes globais, dando-lhes a oportunidade de inserirem rebocadores movidos a combustíveis fósseis em outras partes de sua cadeia de valor. A Svitzer alcançou isso calculando o impacto das emissões das operações de reboque para os clientes do Ecotow e combinando esse impacto com um volume de biocombustível a ser fornecido à frota sediada em Londres.

Inicialmente, os cinco rebocadores da Svitzer que servem o terminal de GNL da Ilha de Grãos no Medway, funcionam inteiramente com biocombustível de Óleo Vegetal Tratado com Hidrogênio (OVH) desde 15 de novembro de 2021. A mudança comprova a viabilidade operacional e também o valor comercial e ambiental do uso de biocombustível no setor de reboque.

Comentando as notícias, Nicola Duffin, Diretor Comercial, Grain LNG afirmou: “Estamos muito satisfeitos que a frota da Svitzer que atende o terminal esteja funcionando com biocombustível. A Grain LNG orgulha-se de trabalhar com um parceiro comprometido em fazer os investimentos necessários para reduzir as emissões. Este é um passo importante para alcançar a neutralidade de carbono no setor.”

Em janeiro de 2022, todos os 10 rebocadores da Svitzer em Londres irão operar usando biocombustível de OVH, expandindo ainda mais a oferta do Ecotow. A decisão de aumentar o uso de biocombustíveis em toda a frota de Londres segue a conclusão bem-sucedida do primeiro teste de biocombustível do setor a bordo do Svitzer Intrepid, que funciona com biocombustível fornecido desde setembro de 2021.

Comentando sobre o Ecotow, Lise Demant, diretora administrativa da Svitzer Europa, afirmou: “Este é um passo grande e animador para a descarbonização de reboques. O Ecotow nos permite oferecer aos nossos clientes uma oportunidade de reduzir suas emissões de Escopo 3 e suas pegadas ambientais, seja adquirindo serviços de reboque fornecidos por rebocadores alimentados com biocombustível ou “inserindo” as emissões de carbono de rebocadores em outros lugares em comparação às economias geradas em Londres e Medway.”

A Svitzer considera o OVH um primeiro passo crucial no roteiro para um setor de reboques mais neutro em carbono, um requisito cada vez mais impulsionado pelas demandas dos clientes. O anúncio de hoje permitirá que a Svitzer trabalhe com responsabilidade para aumentar a oferta do Ecotow para mais operações globais da Svitzer.

Comentando sobre o potencial do biocombustível nos rebocadores, Sven Lumber, chefe do Ecotow na Svitzer, acrescentou: “É sensato que busquemos ampliar o uso de biocombustível no momento certo alinhados para ajudar nossos clientes a navegar de forma lucrativa em suas trajetórias de descarbonização. A transição para uma adoção mais ampla de combustíveis alternativos nos reboques acabará por acontecer mais rapidamente se os clientes aceitarem a tecnologia e entenderem o equilíbrio custo/benefício, por isso, continuamos comprometidos com o teste de soluções que funcionarão para eles.”

O produto Ecotow exclusivamente usa biocombustíveis sustentáveis de segunda geração. Esses combustíveis são produzidos com o uso de resíduos, como óleo de cozinha usado, como matérias-primas, e são certificados pelo ISSC ou RSB. Em relação ao diesel marítimo, esses biocombustíveis reduzem as emissões de carbono em até 100% em uma base tanque para vigília e cerca de 90% em uma base bem acordada.

PetroRio abre programa de estágio

Inscrições on-line vão de 22 de novembro a 29 de dezembro

A PetroRio, maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, iniciou as inscrições para o seu programa de estágio hoje, 22 de novembro. Batizado de ‘Cria da Prio’, o programa oferece vagas para áreas relacionadas à operação da companhia como também para áreas administrativas e de backoffice. Para concorrer, os estudantes precisam ter previsão de formatura entre dezembro de 2022 e junho de 2024, além de possuir inglês avançado. As inscrições poderão ser realizadas até o dia 29 de dezembro por meio da plataforma on-line https://99jobs.com/petrorio/jobs/188007-programa-de-estagio-petrorio-2022 .

Para o gerente de Recursos Humanos da Petrorio, Mário Bello, entre os principais critérios de avaliação do candidato está a vontade de integrar o time da empresa e ser parte de um setor tão importante para o crescimento do país como é o de óleo e gás. “Trabalhamos para desenvolver um ambiente de trabalho que estimule nossos colaboradores, por isso buscamos talentos que compartilhem conosco uma energia criativa para formação de novas ideias. Atuamos para nos destacar dentro do nosso segmento como uma empresa que valoriza a experiência aliada ao novo e que preza por um conceito no qual cada colaborador é parte fundamental do processo para chegarmos aos nossos objetivos”, explica.

O programa está aberto a estudantes de todas as regiões do Brasil, desde que tenham disponibilidade de mudança para o Rio de Janeiro, pois o estágio será presencial no escritório da PetroRio localizado em Botafogo. A bolsa-auxílio é de R$ 2.500,00 para carga horária de 6h/dia e vale-refeição de R$ 1.300,00. A empresa ainda oferece vale-transporte e seguro de vida.

Serviço ‘Cria da Prio’

Inscrições: 22 de novembro a 29 de dezembro

Processo admissional:  última etapa em 14 de janeiro de 2022

Início do estágio: 7 de fevereiro de 2022

Local do estágio: Botafogo (Rio de Janeiro – RJ)

Áreas de interesse:
Todas as Engenharias
Administração, Direito
Economia, Geologia
Tecnologia
Ciências Contábeis
Publicidade e Propaganda
Jornalismo e Design.

Plataforma: https://99jobs.com/petrorio/jobs/188007-programa-de-estagio-petrorio-2022

Exigência: previsão de formatura entre dezembro de 2022 e junho de 2024, além de inglês avançado

Benefícios: bolsa-auxílio de R$ 2.500,00; vale-refeição de R$ 1.300,00;  vale-transporte e seguro de vida

PetroRio

A PetroRio é a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, pioneira na recuperação e aumento da vida útil de campos em produção. Com seus ativos localizados na Bacia de Campos, a empresa busca a eficiência operacional com a otimização de processos, emprego de novas tecnologias e soluções inovadoras que visem a diminuição de custos, sempre com a premissa da excelência e da segurança das operações. A PetroRio vem crescendo por meio de aquisições. Graças aos constantes resultados positivos teve uma forte valorização passando a fazer parte do índice B3, principal da bolsa brasileira em 2020.

Prêmio ANP de Inovação Tecnológica ocorrerá em 29/11, com transmissão ao vivo

A ANP realizará, em 29/11, às 11h, a cerimônia de entrega da edição 2020 do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica. O evento terá transmissão ao vivo pelo canal da ANP no YouTube. Os finalistas, divididos em cinco categorias, foram divulgados em 31/5.

O Prêmio tem como objetivo reconhecer e premiar os resultados associados a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), que representem inovação tecnológica de interesse do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis, desenvolvidos no Brasil por instituições de pesquisa credenciadas pela ANP, empresas brasileiras e empresas petrolíferas, com utilização total ou parcial de recursos provenientes da Cláusula de PD&I presente nos contratos de Exploração e Produção (E&P).

A edição 2020 contempla cinco categorias de projetos, sendo duas com temas inéditos: Redução de Impactos Ambientais e Energias Renováveis e Tecnologias Submarinas (ambas para projetos desenvolvidos por instituição credenciada e/ou empresa brasileira, em colaboração com empresa petrolífera). As demais categorias são: Exploração e Produção de Petróleo e Gás (para projetos desenvolvidos exclusivamente por instituição credenciada, em colaboração com empresa petrolífera), Exploração e Produção de Petróleo e Gás (para projetos desenvolvidos por empresa brasileira, com ou sem participação de instituição credenciada, em colaboração com empresa petrolífera) e Transporte, Dutos, Refino e Abastecimento (para projetos desenvolvidos por instituição credenciada e/ou empresa brasileira, em colaboração com empresa petrolífera).

Está prevista uma premiação para a Personalidade da Academia. O objetivo é reconhecer e premiar uma pessoa física relacionada a instituições de pesquisa, que tenha gerado contribuição relevante para a pesquisa e desenvolvimento de interesse do setor. A edição terá ainda uma premiação para a Personalidade da Indústria, para uma pessoa física relacionada à indústria, que tenha gerado contribuição relevante para inovação de interesse do setor.

Aos vencedores de cada categoria, da personalidade da academia e da personalidade da indústria, será destinado um troféu de vencedor e certificados atestando sua condição de vencedor na premiação. Aos demais finalistas serão concedidos troféus de finalistas e certificados atestando sua condição de finalista na premiação.

Devido à pandemia de Covid-19, o cronograma da edição 2020 do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica 2020 foi prorrogado, com a cerimônia de premiação ocorrendo em 2021.

Saiba mais sobre o Prêmio ANP de Inovação Tecnológica

Petrobras projeta que 5G e satélites vão adicionar US$ 70 bilhões ao setor de óleo e gás até 2030

As novas tecnologias de conectividade a serem implementadas na indústria de petróleo e gás em plataformas e refinarias para otimizar a exploração e produção de óleo bruto e derivados devem agregar até US$ 250 bilhões de valor às operações nos próximos nove anos, até 2030. A projeção é de Nicolás Simone, diretor de transformação digital e inovação da Petrobras.

Em painel virtual sobre internet 5G na indústria, realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o executivo da Petrobras estimou que 28% desse montante, ou US$ 70 bilhões, virão especificamente da tecnologia de sinal de nova geração e dos chamados satélites de órbita baixa (LEO, do inglês Low Earth Orbit), normalmente instalados entre 350 quilômetros e 1,4 mil quilômetros da superfície terrestre.

Segundo Simone, entre US$ 160 bilhões e US$ 180 bilhões a serem agregados aos resultados das operações no período virão de infraestrutura já existente, como os satélites de média órbita (O3B), instalados a 2 mil quilômetros da terra e malhas de fibra ótica. Toda essa nova aparelhagem, a ser introduzida sobretudo em plataformas offshore, vai levar a uma redução de 20% a 25% no custo do barril de petróleo até 2030, projeta Simone.Ele afirmou que a Petrobras se prepara para incorporar essas tecnologias sobretudo em plataformas offshore. “Estamos implementando satélites de média órbita e baixa órbita e temos projeto para colocar fibra ótica e 5G em nossas plataformas, lembrando que trabalhamos a mais de 300 quilômetros da costa. Também trabalhamos a três mil metros de profundidade e estudamos como implementar wi-fi submarino, para robotização a essas profundidades”, disse.

O executivo informou que, com relação à conectividade de longo alcance, a Petrobras tem hoje sete plataformas em alto mar servidas por satélites de órbita média, número que deve chegar a 10 em meados de 2022. Depois, já com malha de fibra ótica, o plano é chegar a 13 plataformas servidas em 2023 e 24 unidades de produção em 2024. Quanto à conectividade de curto alcance, com tecnologia 4G e 5G, o plano é alimentar 11 navios-plataforma em 2022, 24 no ano seguinte e 29 em 2024.

O objetivo da companhia, resumiu Simone, é ter “alta conectividade, baixa latência e segurança” a partir da combinação redundante entre malha de fibra ótica e tecnologias 4G e 5G.

“Queremos chegar ao 5G, mas ter um ‘backup’ de malha ótica também”, afirmou.

Sem informar valores, ele disse que o orçamento destinado à segurança da rede em 2022 será sete vezes maior que o de 2019. Já a “baixa latência”, por ele mencionada, diz respeito à velocidade da internet e pode ser entendida como “pouco atraso” no tempo para um pacote de dados ir de um ponto a outro.
Todas essas tecnologias, disse, serão aplicadas de modo a oferecerem suporte remoto, com o objetivo de poupar especialistas de idas a plataformas e refinarias, além de robôs e drones submarinos. Uma dessas máquinas, o robô multivisão faz imagens de instalações para reparo e manutenção de forma independente e deve ter seu desempenho melhorado com o avanço de sinal.

Outro robô, nomeado Tupã, opera em ambiente offshore ou terrestre, munido de sensores, detectores e câmeras para inspeção visual, termográfica e de espectro sonoro para detecção de vazamento de gases.

Fonte: Valor

ESSS Óleo & Gás anuncia parceria com empresa da Indonésia que fornece tecnologia para a Indústria de Energia

Companhia asiática poderá oferecer mais soluções aos seus clientes a partir da utilização do software ALFAsim

A ESSS, multinacional brasileira focada em simulação computacional, acaba de anunciar uma parceria com a Energi Partner Indo (EPI) por meio de seu setor de Óleo & Gás (O&G). Sediada em Jacarta, capital da Indonésia, a empresa fornece serviços e tecnologias para a Indústria de Energia, especialmente para o setor de Óleo & Gás do país asiático. Essa nova parceria vai possibilitar que a EPI ofereça novos produtos aos seus clientes, como é o caso do software ALFAsim. A solução de simulação permite modelar o fluxo multifásico dinâmico em poços e dutos, incluindo módulos especiais para questões complexas de garantia de fluxo.

“Estamos muito satisfeitos com essa parceria e confiantes de que ela será positiva para ambas as empresas”, afirma Jean Paul Kabche, Channel Partner Manager da ESSS O&G. “A EPI tem uma rede bem estabelecida na Indonésia e acreditamos que o software ALFAsim pode ser uma adição poderosa aos grupos de produção e garantia de fluxo dessas empresas”, acrescenta Kabche.

“O ALFAsim é um simulador moderno, rápido, fácil de usar e personalizável, importante para enfrentar desafios específicos que possuímos no mercado local”, afirma Wisnu Wardana Ginting, diretor técnico e de marketing da EPI. “Na Indonésia, temos muitas companhias que enfrentam desafios relacionados à garantia de fluxo. Considerando esse cenário, o ALFAsim é a solução ideal”, acrescenta Wisnu.

O Channel Partner é um programa global disponível para pequenas e médias empresas. Ele possibilita a venda de softwares da ESSS O&G, focando no crescimento e na expansão desses negócios. As empresas parceiras também recebem acesso ao suporte técnico e treinamento dado por especialistas da ESSS. Interessados de qualquer lugar do mundo podem entrar em contato pelo site.

Sobre a ESSS

Multinacional com 25 anos de mercado, a Engineering Simulation and Scientific Software, conhecida pelo seu acrônimo ESSS, é uma empresa de Florianópolis que nasceu como uma spin-off do laboratório de Engenharia da UFSC. Com foco em simulação computacional, incluindo prototipagem e testagem de produtos, a companhia representa a Ansys na América Latina e Iberia. Além disso, possui ferramentas próprias, como o Rocky DEM, que simula o comportamento de partículas de diferentes formatos e tamanhos com rapidez e precisão. Desenvolvido nacionalmente, é distribuído para corporações ao redor do globo. Já a ESSS O&G é a área da ESSS dedicada ao desenvolvimento de softwares e rotinas específicas, como o mercado de energia e de óleo e gás. Além disso, possui uma área voltada para a Academia, onde se relaciona com as universidades de engenharia da América Latina que utilizam os softwares Ansys no ensino de graduação e pós-graduação de engenharia. Atualmente a companhia conta com mais de 180 funcionários em seus escritórios no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, Estados Unidos, Espanha, França e Portugal. É desde 2014 uma empresa certificada Great Place To Work.

Transpetro acompanha a transformação digital e melhora os processos com a adoção do Sistema Ellevo

Com a implantação da Plataforma Ellevo, a Transpetro, empresa de transportes da Petrobras, permitiu a eliminação de processos manuais, sistemas obsoletos e otimizações que resultaram na redução de custos em 30% e a satisfação dos clientes acima dos 95%.

A Transpetro, empresa multinacional de transporte e logística de combustíveis, é considerada a melhor empresa do ramo para clientes na indústria de óleo, gás e biocombustíveis do Brasil, gerando valor com segurança, respeito às pessoas e ao meio ambiente.

A empresa apresenta um lucro líquido de mais de R$1.3 milhões, com um capital social de R$ 2.846 milhões, representado por 3.403.344 ações, subscrito e integralizado pela Petrobras. A Transpetro armazena e transporta petróleo e derivados, biocombustíveis e gás natural nos pontos mais remotos do Brasil. São bilhões de litros de combustíveis que passam anualmente por uma rede de 15 mil quilômetros de oleodutos e gasodutos, 47 terminais e uma frota com cerca de 42 navios em operação.

Até 2017 os processos de TI da empresa eram descentralizados, além de não possuir um departamento de serviços com foco diretamente na controladoria. Outro ponto fraco é que a empresa não possuía um catálogo de serviços estruturado de serviços homogêneos ou processos documentados próprios. As aprovações de serviço eram feitas por e-mail ou memorando, sendo tudo feito manualmente.

Com o intuito de melhorar o atendimento, digitalizar os processos e garantir excelência, a Transpetro investiu na Plataforma Ellevo, que permite inúmeras funcionalidades para gestão de atendimento, automatização de processos, help desk, service desk e centro de serviços compartilhados. A plataforma é desenvolvida pela empresa blumenauense Ellevo, pioneira e referência nacional na área.

O consultor da Transpetro, Décio Silva, relata que antes da contratação dos serviços da Ellevo, haviam diversas entradas de e-mail, memorandos, ferramentas de solicitação para diferentes atividades e inúmeros contatos telefônicos. “O projeto envolvia alguns marcos principais como estratégia para especificar o framework de processos, contratação de provedor de serviços, criação de catálogo de serviços e seus procedimentos, criação de base de conhecimento interno, implantação de uma ferramenta de execução dos processos e treinamento e gestão para todas essas mudanças”.

Resultados

“Os processos de gerenciamento se tornaram simples, organizados e de fácil acesso. Obtivemos uma redução de 25% dos tickets na comunicação com o cliente devido a comunicação adequada e automática, cerca de 94% das entregas foram feitas no prazo estabelecido, redução de 50% de recursos humanos para realizar os serviços. Com a eliminação de processos manuais, sistemas obsoletos e otimizações, obtemos uma redução de custos em 30% e a satisfação dos clientes está acima dos 95%, motivo de muito orgulho para nós”.

O trabalho voltado a processos e o uso da tecnologia para a automatização vêm contribuindo com a otimização, melhoria contínua e redução de custo das organizações. Quando os processos são automatizados, é possível ter total controle dos processos internos e externos da empresa através do armazenamento, acesso e a análise de tudo o que foi gerado em um único banco de dados.

“Com a Plataforma Ellevo, a Transpetro tem controle total dos serviços oferecidos e tudo centralizado em um sistema que podemos acessar de qualquer lugar a qualquer momento. Com o framework temos gerenciamento de eventos, interface web, chamada telefônica e entrada e saída de e-mail em um único sistema, tudo centralizado, gerando organização”, informou Silva.

O gerente apresenta informações sobre o catálogo e serviços online. “O catálogo conta com mais de 900 serviços oferecidos pela Transpetro, possuindo SLA definido, formulários completos, taxonomia, descrição e base de conhecimento com procedimentos associados e respectivas pessoas envolvidas”.

Plataforma Ellevo

A Plataforma Ellevo é considerada um sistema completo, robusto e cheio de funcionalidades para gestão de atendimento, automatização de processos, help desk, service desk e centro de serviços compartilhados. Voltada para a gestão do atendimento e processos, o sistema permite automatização de processos, integração com diversos sistemas, centralização de informações e dados, além de comportar mais de 15 idiomas, possuir aplicativo mobile e oferecer uma comunicação Omnichannel.

“Nenhum negócio é igual ao outro. Até mesmo dentro de uma corporação, cada filial tem suas peculiaridades. Um dos grandes diferenciais da Plataforma Ellevo é a sua flexibilidade e a facilidade de integração com diversos sistemas. Altamente configurável, todos os módulos e funcionalidades da plataforma se adequam aos processos dentro de uma empresa”, destaca a CEO da Ellevo, Irene da Silva.

Mais informações no site https://ellevo.com/

ABPIP – Expectativas dos produtores independentes acerca do Fórum Onshore Potiguar

Produtores independentes pedem ajustes no procedimento de licenciamento ambiental, celeridade e melhorias no projeto de Lei da distribuição de gás natural do Rio Grande do Norte

Com a proximidade da sexta edição do Fórum Onshore Potiguar, a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP) participou da elaboração de uma carta encaminhada ao Governo do Rio Grande do Norte reiterando sugestões para que o setor de petróleo e gás no estado contribua ainda mais com o desenvolvimento do estado.

O documento pede melhorias no projeto de lei estadual sobre a atividade de distribuição de gás natural, que atualmente encontra-se na ALERN, para que seja mais aderente aos objetivos da Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/21), de modo a garantir a segurança jurídica necessária para que o estado do RN continue atraindo investimentos. Pede, ainda, ajustes nos procedimentos de licenciamento ambiental.

Segundo Anabal Santos Jr., Secretário Executivo da ABPIP, os associados têm contribuído constantemente para o desenvolvimento do setor no estado. A partir de 1º de janeiro do próximo ano, o Rio Grande do Norte terá suprimento de gás natural fornecido diretamente pelas empresas produtoras independentes, que aumentaram significativamente a produção de gás na bacia potiguar. Além do desconto significativo no preço atualmente praticado, cerca de 35%, o fato livrará o estado do reajuste de até quatro vezes o valor atual, que a Petrobras tem proposto às distribuidoras estaduais para 2022, como tem sido divulgado pela mídia especializada.

“Temos agora uma grande expectativa quanto as devidas contrapartidas do governo estadual, especialmente, as questões ligadas ao licenciamento ambiental, em relação ao valor da licença, o prazo de emissão e a retirada da nova exigência do Relatório de Avaliação e Desempenho Ambiental (RADA) pelo IDEMA RN em seus procedimentos de licenciamento, o que onera as empresas que atuam no setor no estado, sem razão justificável. Na prática, tal obrigação impõe ainda mais gastos na contratação de terceiros para a elaboração do citado relatório além do pagamento de uma nova taxa no valor de R$ 9.794,67 para cada licença a título de análise do documento, o que pode chegar a cerca de adicionais R$ 30 milhões gastos somente se considerarmos os associados da ABPIP. “Isso acarreta em menos dinheiro investido para acelerar a produção crescente de petróleo e gás no RN e, consequentemente, menos benefícios sociais e royalties para municípios e estado”, disse Santos Jr.

Em relação à necessária e urgente melhoria do PL 371/2021 – Projeto de Lei do Gás, Santos Jr. acredita que o Rio Grande do Norte merece e tem condições para estar em posição melhor no Ranking Regulatório ABRACE. Baseado nas condições propostas no PL, o estado hoje aparece com pontuação 34 em 100 possíveis, que corresponde a 8ª posição, entre total de 16 estados avaliados no ranking. O Ranking é um produto da ABRACE com a finalidade de avaliar as regulações estaduais vigentes em cada estado, no que concerne à abertura do mercado de gás natural. No estudo são verificados aspectos regulatórios que facilitam ou têm potencial de impedir a migração do consumidor para o ambiente livre de contratação do gás, tendo em vista que a regulação é variável a depender do estado brasileiro em questão.

As empresas independentes são geradoras de receita de royalties expressiva e de empregos. “Vemos que a realidade de Mossoró, nossa querida capital do Onshore, é de pleno emprego para trabalhadores do setor de petróleo e gás que são contribuições importantes para o estado que nenhum outro segmento do setor de energia faz”, disse Santos Jr. “Por tudo isso, temos certeza que com o apoio das lideranças do estado e a costumaz sensibilidade da equipe do governo do estado, que em breve essas barreiras serão superadas”, completou.

Segundo Painel Dinâmico da ANP, os associados da ABPIP produziram juntos 15.630,00 boe/d na Bacia Potiguar, no mês de setembro deste ano, o que representa cerca de 42% da produção total do estado desse mês. Vale destacar que existem 11 empresas operadoras atuantes no estado em produção, das quais seis são associadas da ABPIP. “O recorte das iniciativas e ações de nossas associadas demonstra os esforços e investimentos que essas empresas independentes estão realizando no estado para operar os campos maduros desinvestidos pela Petrobras, a fim de aumentar o volume de produção de petróleo e gás natural e estender a vida útil desses campos”, comentou Santos Jr.

Como resultado para o Estado, somente dos associados da ABPIP, houve um recolhimento de royalties de cerca de R$ 181 milhões em 2021, até o mês de setembro. Além disso, foi realizado o pagamento de participação aos proprietários da ordem de R$ 17,5 milhões, considerando o mesmo período, o que corrobora a importância da atividade dessas empresas para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento regional com geração de emprego e renda decorrentes destas atividades.

Outro resultado prático das empresas independentes associadas da ABPIP na extensão da vida útil dos campos é um impacto significativo na geração de empregos. Aplicando os parâmetros fornecidos pelo modelo de geração de empregos (MOGE), desenvolvido pelo BNDES para estimar número de empregos indiretos e criados pelo efeito renda do setor Petróleo e Gás, a partir dos números de empregos diretos fornecidos pelos associados da ABPIP, houve um total de 20.912 empregos gerados, considerando diretos, indiretos e efeito renda.

As associadas da ABPIP atuantes no RN preveem investimentos da ordem de mais de R$ 1,5 bilhão nos próximos anos, confirmando um horizonte positivo para a indústria de petróleo no Rio de Grande do Norte e, principalmente, a expectativa de geração de empregos, arrecadação de impostos e royalties para o Estado e municípios. Cabe ressaltar que esses números não consideram o polo Potiguar que ainda se encontra no processo de desinvestimento da Petrobras e que até o momento não foi divulgado a previsão de conclusão deste processo.

Sobre o Fórum

O VI Fórum Onshore Potiguar será realizado no dia 25 de novembro, no Garbos Recepções, em Mossoró. O evento reunirá especialistas, membros da cadeia produtiva de petróleo e gás e representantes do governo estadual e da agência reguladora. O objetivo é discutir as temáticas de maior impacto no setor de petróleo e gás, em quatro painéis temáticos, com abordagens voltadas às perspectivas dentro do atual cenário do onshore no Brasil e no Rio Grande do Norte. Também tratará o novo mercado de gás, avaliação do Programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (REATE) – Oportunidades e desafios, além de outras demandas e ofertas para o segmento.

Consolidado no cenário nacional, o evento é realizado pelo Redepetro RN e Sebrae no Rio Grande do Norte, com apoio da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo (ABPIP) e das empresas patrocinadoras 3R Petroleum, Potiguar E&P, Potigas e Wellbore Integrity.

4º Fórum Técnico Pré-Sal Petróleo acontece nesta quarta

Evento contará com palestras da Petrobras, CNODC, CNOOC, Equinor, ExxonMobil e Total Energies

A Pré-Sal Petróleo (PPSA) realiza, nesta quarta-feira (24), o 4º Fórum Técnico Pré-Sal Petróleo. O evento, que acontece de 8h30 ao meio dia, é promovido anualmente pela empresa e apresentará a nova edição do estudo “Estimativa de Resultados nos Contratos de Partilha de Produção”, que contempla o período de 2022 a 2031.

Na oportunidade, também vão acontecer debates sobre a experiência do Acordo de Coparticipação em Búzios, as inovações em curso para redução de emissões em projetos no pré-sal e a transformação digital em Libra. O encontro conta, entre palestrantes e moderadores, com representantes da PPSA, Petrobras, CNODC, CNOOC, Equinor, ExxonMobil e Total Energies.

O 4º Fórum Técnico Pré-Sal Petróleo é virtual, gratuito e será transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da agência EPBR: https://www.youtube.com/EPbrasil. Confira a programação completa acima.

Operação da ANP interdita seis postos de combustíveis na Região Metropolitana de São Paulo

Uma grande operação da ANP, composta por 15 equipes, fiscalizou, na última sexta-feira (19/11), 34 postos revendedores de combustíveis automotivos na Região Metropolitana de São Paulo. Ao todo, 21 revendas foram autuadas por irregularidades diversas, sendo seis estabelecimentos totalmente interditados por infrações tais como: comercializar combustíveis fora das especificações, romper lacres de interdições anteriores e dificultar a ação da fiscalização. Bombas medidoras de combustíveis foram interditadas em sete revendas por fornecerem combustíveis em volume inferior àquele informado no visor do equipamento (“bomba baixa”).

O trabalho dos agentes de fiscalização que resultou no representativo número de interdições deveu-se à ação coordenada do planejamento da ANP. As ações foram focadas em postos selecionados com base em indícios de irregularidades identificados através de vetores de inteligência o que garantiu os resultados positivos desta grande operação.

Os estabelecimentos, conforme as infrações constatadas, foram atuados, interditados, estando sujeitos a multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 5 milhões, além das penalidades de suspensão de funcionamento e revogação da autorização. As sanções são aplicadas somente após processo administrativo, durante o qual o agente econômico tem direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme definido em lei.

Denúncias sobre irregularidades no mercado de combustíveis podem ser encaminhadas ao Fale Conosco ou por ligação gratuita pelo telefone 0800 970 0267.