Shell Brasil e Copergás assinam acordo de fornecimento de gás natural

GNL e gás doméstico suprirão mercado pernambucano a partir de 2022

A Shell Brasil e a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) assinaram no último dia (26/08) um acordo de suprimento de gás natural válido para os anos de 2022 e 2023. Os volumes contratados pela Copergás – 750 mil m³ diários a partir de janeiro de 2022 e 1 milhão de m³ diários em 2023 – fazem parte do primeiro lote de contratação previsto no edital da chamada pública.

Segunda maior produtora de gás natural no Brasil, a Shell possui também um dos maiores portfólios globais de Gás Natural Liquefeito (GNL), que serão as duas alternativas de suprimento para a Copergás.

“Para a Shell Brasil, este primeiro acordo com uma distribuidora estadual de gás natural é uma demonstração de confiança em nosso suprimento. Ao mesmo tempo aumenta o número de potenciais supridores no mercado brasileiro e ajuda a reforçar a segurança energética do país com mais gás natural, um importante combustível de transição, e viabiliza o suprimento de gás desde o pré-sal até o estado de Pernambuco,” afirmou André Araujo, presidente da Shell Brasil. “Pernambuco conta com um parque industrial diversificado e em crescimento, e para diversos setores, o gás natural é um insumo estratégico,” acrescentou.

De acordo com o presidente da Copergás, André Campos, com essa iniciativa pioneira, a empresa pernambucana “assume posição de destaque no cenário nacional”, ao firmar esse primeiro acordo, pós nova Lei do Gás, para suprimento do produto. “A Copergás, além da diversificação dos supridores, busca proporcionar aos seus usuários maior competitividade e estabilidade de preços, frente às oscilações do petróleo no mercado internacional”, argumentou Campos.

A Copergás lançou o edital de suprimento no dia 17 de setembro de 2020, com o objetivo de diversificar os supridores do combustível e buscar preços mais competitivos, favorecendo o mercado em geral e os consumidores finais. Oito empresas se inscreveram, apresentando 18 propostas.

 

Petrobras informa sobre arrendamento de Terminal de Regaseificação de GNL

A Petrobras informa, sobre o processo de arrendamento do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TR-BA) e instalações associadas, que foi concluída a etapa de verificação de efetividade da proposta comercial e negociação, prevista no edital da licitação, tendo a empresa Excelerate Energy Comercializadora de Gás Natural Ltda. (Excelerate) avançado para a etapa de habilitação.

Uma vez recebida toda a documentação necessária para avaliação dos aspectos legais e econômico financeiros da Excelerate e tendo esta atendido a todas as exigências previstas pelo edital, o processo será encaminhado para homologação pelas autoridades competentes da Petrobras, visando à autorização da celebração dos instrumentos contratuais do arrendamento.

O arrendamento está alinhado com a estratégia da companhia de melhoria na sua alocação do capital e da construção de um ambiente favorável à entrada de novos investidores no setor de gás natural.

Para mais informações acesse https://petrobras.com.br/pt/canais-de-negocios/arrendamento-tr-ba/.

Enauta de volta à produção total em Atlanta após os reparos

Após uma falha no sistema de bombeamento e seus reparos, a empresa brasileira de petróleo e gás Enauta retomou as operações completas em seu campo operado em Atlanta, localizado na costa do Brasil.

O campo EPS de Atlanta possui três poços, projetados para operar com bombas dentro dos poços ou bombas localizadas no fundo do mar. No início de julho de 2021, dois poços de Atlanta interromperam a produção com apenas um poço permanecendo em produção. Enauta diagnosticou falha no sistema de bombeamento desses dois poços.

O primeiro dos dois poços produtores retomou as operações no final de julho e agora o segundo poço também foi restaurado.

A saber, a Enauta disse na quarta-feira que o campo de Atlanta voltou a operar totalmente os poços do Sistema de Produção Antecipada, após concluir o reparo dos aquecedores.

Após um período de estabilização, a expectativa da empresa é produzir inicialmente cerca de 20.000 mil barris de óleo / dia, com a operação de três poços, o que responde pelo recorde diário de produção da Enauta.

Além disso, estão em andamento atividades para expandir a capacidade de tratamento de água do FPSO Petrojarl I e ​​aumentar a produção de petróleo. A conclusão da primeira fase, que prevê um volume 35 por cento superior de água tratada, está estimada para o final de 2021.

Em agosto, a empresa iniciou a licitação dos equipamentos e serviços necessários para a perfuração de um quarto poço, com o objetivo de aumentar a capacidade de produção do campo. A perfuração do quarto poço está estimada para o terceiro trimestre de 2022, e a produção deve começar no final de 2022.

Localizado na bacia de Santos, o campo de Atlanta é operado pela Enauta Energia, subsidiária integral da empresa, que detém 100 por cento de participação neste ativo.

Petrobras assina o contrato para a venda da Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) em Manaus

Operação de US$ 189,5 milhões (R$ 994,15 milhões*) ainda será aprovada por órgãos reguladores

A Petrobras assinou com o Grupo Atem, o contrato para a venda da Refinaria Isaac Sabbá (REMAN), em Manaus, no Amazonas, e seus ativos logísticos associados pelo valor de US$ 189,5 milhões (R$ 994,15 milhões*). A refinaria é a segunda dentre as oito que estão em processo de venda a ter o contrato assinado. Em 24/3 foi assinado o contrato de venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM) na Bahia. A venda da REMAN está em consonância com a Resolução nº 9/2019 do Conselho Nacional de Política Energética, que estabeleceu diretrizes para a promoção da livre concorrência na atividade de refino no país, e integra o compromisso firmado pela Petrobras com o CADE para a abertura do setor de refino no Brasil.

O processo de desinvestimento da REMAN, aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobras nesta data seguiu rigorosamente a Sistemática de Desinvestimentos aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O projeto de desinvestimento da refinaria foi aprovado em todas as instâncias da governança corporativa da Petrobras.

Rodrigo Costa, diretor de Refino da Petrobras destacou a importância da operação: “A assinatura do contrato de venda da REMAN representa mais um passo importante para o processo de reposicionamento da atividade de refino na Petrobras. A companhia está investindo para se tornar mais competitiva e para se posicionar entre as melhores refinadoras do mundo, em termos de eficiência, desempenho operacional e produtos de alta qualidade”, explica Costa.

Após a venda das oito refinarias, conforme o compromisso firmado com o CADE, a Petrobras permanecerá como a maior empresa refinadora do país, com uma capacidade de refino de 1,15 milhão de barris por dia (bpd), com foco na produção de combustíveis mais eficientes e sustentáveis nas unidades mais próximas à produção de petróleo e aos maiores centros consumidores. Para isso, a Petrobras investirá em tecnologias para tornar suas refinarias duplamente resilientes, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico. A projeção é dobrar, em 5 anos, a oferta nessas refinarias de Diesel S-10, de menor emissão, e a custos cada vez mais competitivos.

A partir do compromisso firmado com o CADE, a Petrobras definiu os ativos a serem vendidos no refino, por meio da gestão estratégica de portfólio. Neste processo, a Petrobras está desinvestindo para investir mais e melhor, focando em novos desafios, como nos campos em águas profundas e ultraprofundas do pré-sal e em inovações tecnológicas no parque de refino remanescente. A companhia está investindo para transformar recursos em riqueza, com ganhos revertidos para toda a sociedade. Os investimentos têm sido sistematicamente maiores que os desinvestimentos, tornando a Petrobras uma empresa ainda mais forte.

De acordo com Miquéias Atem, acionista e um dos fundadores da ATEM, a gestão de portfólio que vem sendo implementada pela Petrobras para o mercado de refino permite reduzir a concentração e estimular a competição no setor. “A entrada de novos players possibilita uma quebra de paradigmas, capturando sinergias e dando viabilidade econômico-financeira a projetos antes preteridos. A aquisição da refinaria permitirá aprimorar o suprimento de combustíveis e derivados de petróleo e gás para a região de influência da Refinaria. Faremos isso de forma eficiente do ponto de vista logístico e sob condições comerciais isonômicas, sempre visando a otimização do mercado de combustíveis e o melhor interesse daqueles que atuam neste mercado.”

Próximos passos

Após a conclusão da operação, a Petrobras continuará operando a refinaria através de um contrato de prestação de serviços por um período transitório (Transition Service Agreement – TSA) enquanto o comprador estrutura seus processos e monta suas equipes. Isso acontecerá sob um acordo de prestação de serviços, evitando qualquer interrupção operacional. A Petrobras e a ATEM reafirmam o compromisso estrito com a segurança operacional na REMAN em todas as fases da operação. Foram tomadas medidas para que não ocorra descontinuidade no fornecimento de gás natural, petróleo e GLP da região.

Os empregados da Petrobras que decidirem permanecer na companhia poderão optar por transferência para outras áreas da empresa. Outra possibilidade é a adesão ao Programa de Desligamento Voluntário, com pacote de benefícios. A Petrobras vem conduzindo os processos de desinvestimento com transparência e respeito aos empregados. A companhia divulga interna e externamente as principais etapas do processo e dá todo o apoio aos profissionais envolvidos. Nenhum empregado da Petrobras será demitido em decorrência da transferência do controle da REMAN para o novo dono.

Por meio da gestão de seu portfólio, a Petrobras contribui ativamente para construção de uma economia mais competitiva e dinâmica e apoia a ideia da entrada de novas empresas no mercado brasileiro de refino e de exploração e produção de petróleo e gás. Ao mesmo tempo, a companhia seguirá investindo para estar entre as melhores refinadoras do mundo, em termos de eficiência, desempenho operacional e produtos de alta qualidade.

Sobre a REMAN

A REMAN, situada em Manaus no estado do Amazonas, possui capacidade de processamento de 46 mil barris/dia e seus ativos incluem um terminal de armazenamento. Entre os principais produtos da refinaria estão o GLP, nafta petroquímica, gasolina, querosene de aviação, óleo diesel, óleos combustíveis, óleo leve para turbina elétrica, óleo para geração de energia e asfalto.

Sobre a Atem

O Grupo Atem é composto por diversas sociedades no ramo de combustíveis, logística rodoviária e fluvial e construção naval, entre outras, sendo a principal delas a Atem Distribuidora de Petróleo, sociedade anônima, fundada há mais de 20 anos. O Grupo está presente em 9 estados do Brasil, possuindo, a Distribuidora, mais de 300 postos franqueados, 5 bases de distribuição ativas, 4 bases em construção e mais de 2.000 clientes ativos, movimentando um total de mais de 2 bilhões de litros de combustíveis por ano.

*Valor estimado considerando a taxa de câmbio de hoje (25/08/2021). A efetiva conversão do preço de aquisição para Reais será realizada por ocasião do closing, ainda sem data definida

Petrobras informa sobre desinvestimento na RNEST

A Petrobras informa que os interessados no processo de venda da Refinaria Abreu e Lima (RNEST) declinaram formalmente de apresentar proposta vinculante para a compra da refinaria. Assim, a Companhia está realizando os trâmites internos para encerramento do processo de venda em curso e avaliará seus próximos passos.

Os processos competitivos para venda da Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), no Rio Grande do Sul, Refinaria Gabriel Passos (REGAP), em Minas Gerais, Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR), no Ceará, e Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná, continuam em andamento visando a assinatura dos contratos de compra e venda. As refinarias Landulpho Alves (RLAM) e Isaac Sabbá (REMAN) já tiveram seus contratos de compra e venda assinados.

A Petrobras reforça o seu compromisso com a ampla transparência de seus projetos de desinvestimento e de gestão de seu portfólio e informa que as etapas subsequentes dos projetos em curso serão divulgadas ao mercado.

Strohm, Petrobras, Shell devem implantar linha de fluxo e riser TCP fora do Brasil

Strohm entrou em um programa de indústria conjunto (JIP) com a Petrobras e a Shell para sua linha de fluxo de tubo termoplástico (TCP) e tecnologia de riser.

Descrito como uma mudança de jogo, o projeto de quatro anos tem como objetivo implantar a linha de fluxo TCP da Strohm e a tecnologia de riser offshore do Brasil até 2024.

O JIP se baseia em trabalhos anteriores realizados no Brasil e começa neste mês. A Strohm desenvolverá, qualificará e testará a tecnologia com as duas operadoras para torná-la comercialmente disponível para a indústria de petróleo e gás.

As atividades de engenharia e teste de tubulação serão realizadas na Holanda e no Brasil, enquanto protótipos em escala real serão fabricados e instalados offshore no Brasil.


O riser TCP. Fonte: Strohm

Strohm disse que a linha de fluxo e riser TCP é um produto novo e resistente à corrosão com uma vida útil de três décadas. Ele tem um desempenho de fadiga superior e é leve, resultando em uma configuração de catenária suspensa livre e econômica após a instalação.

“O programa único vai fabricar e pilotar a instalação de dois sistemas TCP, um para linhas de fluxo TCP e outro para risers TCP”, afirmou a empresa.

“Isso resultará no primeiro programa da indústria para amadurecer o TCP Riser para TRL-6 (API 17N), provando que é uma tecnologia capacitadora e pronta para implantação”.

O riser TCP é considerado baixo em sua pegada de carbono, uma vez que é bobinável e preparado em longos comprimentos, resultando em menores custos de transporte e instalação.

Ele é instalado em embarcações atualmente disponíveis no mercado e, como não requer nenhum elemento de flutuação durante a instalação, os custos são reduzidos significativamente, levando a uma economia geral.

“O cluster do pré-sal brasileiro tem atualmente mais de 20 FPSOs em operação e cada um está suportando vários risers, proporcionando uma grande oportunidade para nós no mercado de reposição”, disse Oliver Kassam , CEO da Strohm.

“Além disso, o país também investe cerca de US $ 1 bilhão em risers para apoiar novas operações de FPSO a cada ano, e isso deve crescer em linha com sua ambição de se tornar o quarto maior produtor de petróleo do mundo até 2029. Este JIP confirma que a TCP é bem posicionada para ser uma virada de jogo para o setor de águas profundas e para Strohm ”.

Petrobras recebe pagamento do acordo de coparticipação de Búzios

A Petrobras recebeu hoje o pagamento à vista no valor de US$ 2,9 bilhões referente às obrigações das parceiras CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda. (CNODC) e CNOOC Petroleum Brasil Ltda. (CNOOC) no acordo de coparticipação de Búzios.

Com esse pagamento, a Petrobras emitirá o certificado de adimplência para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), visando atender à última condição precedente exigida pelo acordo, que estará vigente a partir de 01/09/2021.

A partir da vigência do acordo, as empresas CNODC e CNOOC têm até 30 dias corridos para manifestarem interesse no exercício da opção de compra de parcela adicional, de 5% cada uma, no Contrato de Partilha de Produção do Excedente da Cessão Onerosa.

Atualmente, a Petrobras possui 90% dos direitos de exploração e produção do volume excedente da Cessão Onerosa do campo de Búzios, em parceria com a CNODC (5%) e a CNOOC (5%).

Oferta Permanente: ANP apresenta potencial dos blocos oferecidos no edital

A ANP realizou ontem (23/8) o Workshop Técnico sobre Potencial Petrolífero dos Blocos Exploratórios na Oferta Permanente. O evento foi online, com transmissão pelo canal da ANP no Youtube.

Por ser uma modalidade licitatória contínua, a Oferta Permanente não dispõe dos seminários Técnico e Ambiental/Jurídico-fiscal realizados para as rodadas de licitações tradicionais. Por isso, o evento teve o objetivo de apresentar às empresas interessadas as informações técnicas sobre os blocos exploratórios em oferta, seu potencial petrolífero e aspectos legais da licitação.

Na abertura do evento, o Diretor da ANP Dirceu Amorelli destacou que esse é um procedimento adotado pela ANP para dar mais publicidade e transparência ao processo. “Sempre que são incluídos novos blocos no edital da Oferta Permanente, fazemos workshops para mostrar o potencial que existe nessas novas áreas que estão entrando. Com a atualização do edital, publicado em 30/7/2021, estão em oferta 1.068 blocos exploratórios, localizados em 72 setores, em 17 bacias sedimentares brasileiras, totalizando 462 mil km²”, afirmou.

Amorelli lembrou ainda que a Oferta Permanente tem demonstrado ser um modelo eficaz para desenvolver o setor de petróleo e gás natural no país. “Os dois ciclos da Oferta Permanente já realizados representam de maneira prática um novo e exitoso modelo de licitação que oferece permanentemente um portfólio de áreas às empresas interessadas, além de se mostrar eficaz em atender as diretrizes do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de incentivar a exploração e produção de petróleo e gás natural, e de aumentar a participação das empresas de pequeno e médio portes”, concluiu.

A Oferta Permanente consiste na oferta contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais localizados em quaisquer bacias terrestres ou marítimas. A exceção são os blocos localizados no Polígono do Pré-sal, nas áreas estratégicas ou na Plataforma Continental além das 200 milhas náuticas, bem como os autorizados a compor a 17ª e a 18ª Rodadas de Licitações. Dessa forma, as empresas, especialmente as que ainda não atuam no Brasil, têm a oportunidade de estudar essas áreas sem a limitação de tempo que as rodadas tradicionais proporcionam.

Nessa modalidade, as licitantes inscritas podem apresentar interesse para quaisquer blocos ou áreas, desde que apresentem declarações de setores de interesse, acompanhadas de garantias de oferta. Com a aprovação de uma ou mais declarações de setores de interesse pela Comissão Especial de Licitação (CEL), é iniciado um ciclo da Oferta Permanente. Até o momento, foram realizados dois ciclos, um em 2019 e um em 2020.

Veja a gravação do workshop

Saiba mais sobre a Oferta Permanente

Ocyan é reconhecida com prêmio nacional de inovação aberta

A Ocyan, empresa de óleo e gás, recebeu no último dia 23, a maior premiação de inovação aberta do país. A companhia foi listada no ranking 100 Open Corps, que é formado anualmente pelas 100 empresas que mais fazem inovação aberta no país, além de figurar entre o top 3 da categoria Petróleo&Gás. Mais de 3.300 empresas se inscreveram e foram avaliadas pela 100 Open Startups, responsável pela organização do prêmio, que conta com diversas categorias. Esse é o primeiro ano em que a Ocyan figura na lista.

“A Ocyan iniciou seu programa de relacionamento com startups em 2019 por meio do Ocyan Waves e, desde então, apresentamos uma evolução constante, gerando valor para a empresa e para as startups.  A premiação é o reconhecimento do quão benéfica pode ser a sinergia criada a partir da união entre uma empresa de grande porte com a criatividade dos empreendedores”, comemora Rodrigo Lemos, vice-presidente de Inovação e Novos Negócios da Ocyan.

Na avaliação do ranking, que considerou o período de junho de 2020 a junho de 2021, a Ocyan estabeleceu 23 relações de negócios com startups, impactando diretamente no engajamento e nas transformações relacionadas à inovação na organização. Este foi o primeiro ano em que a Ocyan participou do ranking, apesar de rodar o programa Ocyan Waves Challenge desde 2019. O programa foi criado pela companhia para buscar iniciativas de inovação com vistas a melhorar suas operações, ampliar a eficiência e segurança de seus colaboradores e clientes, incentivar o ecossistema de startups e criar uma nova geração de fornecedores do setor de óleo e gás no Brasil.

Atualmente, a Ocyan mantém seis startups contratadas pela empresa, rodando um total de 7 projetos distintos. Na chamada anual de 2021, foram lançados nove desafios ao ecossistema, sendo que dois estão finalizando os projetos piloto e os outros sete em fase inicial. Além desta edição, a Ocyan decidiu, a partir deste ano, manter o programa aberto de forma permanente. O cadastro das startups pode ser feito a qualquer momento no site www.ocyanwaves.com, de acordo com as áreas de interesse da empresa, ou seja, dentro dos macrotemas apresentados, que são: segurança, meio ambiente, eficiência operacional, digitalização e transição energética. A startup que tiver conexão com esses temas pode se cadastrar, apresentar sua solução e ser chamada para novas oportunidades.

Sobre o Ranking

Publicado desde 2016, o Ranking 100 Open Startups se consolidou como referência para o mercado. Construído a partir de critérios objetivos, o Ranking reconhece e premia as corporações líderes em open innovation com startups e as startups mais atraentes para o mercado corporativo.  (https://www.openstartups.net/site/)

O Ranking 100 Open Startups 2021 recebeu o registro de 26.348 relacionamentos de open innovation entre corporações e startups, dobrando o volume registrado em 2020. No total, 3.334 corporações e 2.344 startups pontuaram para esta edição. É a principal fonte de coleta de dados do mercado que ratifica as líderes em open innovation com startups no país e, por um ano, destaca e reconhece o trabalho de colaboração para inovação entre essas corporações e startups.

81º Leilão de Biodiesel da ANP negocia 1,29 bilhão de litros

No 81º Leilão de Biodiesel da ANP, foram arrematados 1.293.587.000 litros de biodiesel para atendimento à mistura obrigatória. Não houve arremates para mistura voluntária. Todo esse volume foi oriundo de produtores detentores do Selo Biocombustível Social. O preço médio de negociação foi de R$ 5,658/L, sem considerar a margem da adquirente. O valor total negociado atingiu o patamar de R$ 7,32 bilhões, refletindo um deságio médio de 27,6% quando comparado com a média ponderada dos “Preços Máximos de Referência” regionais (R$ 7,811/L).

A etapa de apresentação das ofertas para atendimento à mistura obrigatória ocorreu em 9/8/2021, com 45 produtores disponibilizando um volume total de 1.534.960.000 litros de biodiesel. Em continuidade ao processo do Leilão de Biodiesel, na primeira etapa de seleção de ofertas, realizada no dia 10/8/2021, foram arrematados 80.641.000 litros de biodiesel, volume esse oriundo exclusivamente de produtores de pequeno porte detentores de Selo Biocombustível Social, representando 60,1% do volume ofertado por esses produtores e 5,3% do total ofertado no Leilão.

Na segunda etapa de seleção de ofertas, realizada nos dias 11 e 12/8/2021, foram arrematados 1.071.454.000 litros de biodiesel, oriundos exclusivamente de produtores detentores de Selo Biocombustível Social, representando 69,8% do volume total ofertado no Leilão.

Na terceira etapa de seleção de ofertas, realizada em 13/8/2021, foram arrematados 141.492.000 litros, representando em torno de 9,2% do total ofertado no Leilão.

O processo de apresentação de ofertas de biodiesel pelas usinas e de seleção pelos distribuidores para mistura voluntária ocorreu no dia 17/8/2021. Foram disponibilizados 29.500.000 litros, sendo 100% de produtores detentores do Selo Biocombustível Social. Este volume representou 12,2% do saldo total de oferta não vendida para fins de adição obrigatória. Nessa etapa não houve nenhuma negociação efetivada.

Os Leilões de Biodiesel destinam-se a atender a Lei nº 13.263, de 23 de março 2016, e a Resolução CNPE nº 16, de 29 de outubro de 2018, para implementação do cronograma de evolução da adição obrigatória de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final.

Ressalta-se que o 81º Leilão (L81) visa a garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional durante o período de 1º de setembro a 31 de outubro de 2021, conforme os critérios estabelecidos no Edital de Leilão Público nº 004/21-ANP.

Veja os resultados homologados do L81 na página dos leilões de biodiesel.