Siemens Energy firma acordo com Petrobras para fornecimento de software de modelagem, planejamento e suporte à tomada de decisão

A Siemens Energy e a Petrobras celebraram um acordo para a ampliação de licenciamento do software Oil & Gas Manager™ (OGM™) até 2026. Usando funcionalidades abrangentes e algoritmos de custo com recursos de design flexíveis, o programa oferece suporte à tomada de decisão para engenheiros e gerentes, garantindo dimensionamento e custo de ativos de produção confiáveis e precisos, desde a avaliação inicial de viabilidade até o design do projeto final.

O software OGM™ analisa rapidamente os conceitos de desenvolvimento, examina os impactos das opções de projeto e estima o custo das instalações necessárias para extrair, processar e refinar fluidos de poços de petróleo e gás. Além disso, o programa reduz significativamente as horas trabalhadas em engenharia e programação, pois a solução digitalizada gera resultados consistentes e rastreáveis, incorporando preferências de design, benchmarks e experiências de projetos anteriores.

“Essa plataforma digital colaborativa possibilitará à Petrobras a contínua otimização de seus projetos, custos e riscos nos principais empreendimentos de O&G desse importante player do setor de Energia”, afirma Leandro Russo, gerente de Vendas da Siemens Energy no Brasil.

Disponível como uma solução Software-as-a-Service (SaaS), o OGM™ segue os padrões internacionais das principais regiões produtoras de petróleo e gás no mundo, aplicáveis para avaliação de vários ativos convencionais e não convencionais para operações onshore e offshore.

Saiba mais sobre o Oil & Gas Manager™ em www.siemens-energy.com/oil-gas-manager.

Petrobras informa sobre afretamento de FPSO de Mero 4

A Petrobras informa que assinou Carta de Intenção com a empresa SBM Offshore para afretamento e prestação de serviços do FPSO Alexandre de Gusmão, a ser instalado no campo de Mero, localizado no pré-sal da Bacia de Santos.

O FPSO, cuja sigla em inglês significa unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo, será a quarta plataforma do sistema definitivo do campo de Mero e terá capacidade de processamento de 180 mil barris de óleo e 12 milhões de m3 de gás por dia. O início da produção está previsto para 2025. Os contratos de afretamento e de serviços terão duração de 22 anos e 6 meses, contados a partir da aceitação final da unidade.

O projeto prevê a interligação de 15 poços ao FPSO, sendo 8 produtores de óleo, 6 injetores de água e gás, 1 poço conversível de produtor para injetor de gás, através de uma infraestrutura submarina composta por dutos rígidos de produção e injeção e dutos flexíveis de serviços.

O campo de Mero é o terceiro maior do pré-sal e está localizado na área de Libra, operada pela Petrobras (40%) em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda. (20%), TotalEnergies EP Brasil Ltda. (20%), CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda. (10%), CNOOC Petroleum Brasil Ltda. (10%) e Pré-Sal Petróleo S.A.(PPSA), que exerce papel de gestora desse contrato.

Diretora Symone Araújo recebe Ordem do Mérito Aperipê

A diretora da ANP Symone Araújo recebeu a Ordem do Mérito Aperipê, mais alta condecoração conferida pelo Governo do Estado de Sergipe, que se destina a distinguir personalidades e instituições que prestaram relevantes serviços ao Estado de Sergipe e ao Brasil. A solenidade para receber a insígnia e o diploma do Grão-Mestre da Ordem foi realizada no Teatro Tobias Barreto, em Aracaju (SE), no último dia 02/08 e transmitida ao vivo pelo YouTube.

A diretora Symone também recebeu o prêmio em nome do diretor Césario Cecchi, que foi homenageado, mas não pôde comparecer à cerimônia.

Estatal informa sobre prazos para venda de refinarias previstos no TCC

A Petrobras informa que celebrou novo aditivo ao Termo de Compromisso de Cessação (TCC) firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), com a finalidade de estender o prazo para que a Petrobras siga com as tratativas para a efetiva conclusão dos processos de negociação e realize a assinatura dos contratos de compra e venda relativos às refinarias REMAN, LUBNOR e REFAP.

Com isso, os prazos atuais para assinatura dos contratos de compra e venda (signing) são:

(i) Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) – 31/08/2021;

(ii) Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR), Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), Refinaria Gabriel Passos (REGAP) e Refinaria Abreu e Lima (RNEST) – 30/10/2021 e

(iii) Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR) – 31/12/2021.

O processo de venda desses ativos está sujeito a avaliação dos órgãos internos de governança da Petrobras. Tais operações estão previstas no TCC assinado com o CADE em junho de 2019.

A Petrobras reafirma o seu compromisso com a ampla transparência da gestão de seu portfólio e reforça que as principais etapas dos processos são divulgadas ao mercado de acordo com as normas internas da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Terminais da Wilson Sons estão entre os melhores do Brasil em operações de longo curso

A Wilson Sons vem tendo destaque nas operações de longo curso em seus terminais de contêineres, localizados no Rio Grande do Sul, Tecon Rio Grande, e na Bahia, Tecon Salvador. Ocupando sempre posições entre os dez principais terminais portuários do Brasil nos últimos três anos, em 2020 o Tecon Rio Grande ficou em 6º colocado e o Tecon Salvador em 10º na modalidade de navegação com escalas em portos de mais de um país, conforme dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). Somados os dois, isso representa a 4ª colocação entre os terminais brasileiros.

Os principais destinos do terminal gaúcho em 2020 foram Estados Unidos, com 14%, e China, 12%, posições que se invertem em relação à importação: 22% da China e 11% Estados Unidos. Já no terminal baiano a Europa divide com a China tanto em exportações (28% e 26%, respectivamente) quanto em importação, quando também trocam posições (35% China e 29% Europa).

Com atuação comercial no Brasil e no mundo, tanto Tecon Rio Grande como Tecon Salvador exercem importante papel na movimentação de cargas em longo curso em suas regiões. Maior hub logístico portuário do Norte e Nordeste, o Tecon Salvador é o principal porto para esta finalidade na região Nordeste do País, enquanto o Tecon Rio Grande é o 4º maior na região Sul do Brasil. Ambos são reconhecidos por oferecerem uma alternativa segura e confiável para armazenagem e movimentação dos mais diversos tipos de carga.

“O investimento continuado em infraestrutura, como a recém duplicação do cais de atracação, passando a 800 metros lineares e expansão da retroárea, logística 4.0 e equipes especializadas, associados às características singulares de acessibilidade marítima e terrestre, são essenciais para que o Tecon Salvador siga como referência para o mercado. Já são mais de R$ 900 milhões investidos desde que iniciamos as atividades no terminal”, ressalta Demir Lourenço, diretor executivo do Tecon Salvador.

O diretor-presidente do Tecon Rio Grande, Paulo Bertinetti, também comenta o bom desempenho do terminal gaúcho na modalidade de longo curso. “O Tecon Rio Grande é um dos mais importantes terminais de contêineres do País e uma das instalações mais competitivas na América do Sul. Desde o ano passado, passamos a contar com um novo calado apto a receber navios de grande porte. Com localização estratégica e equipamentos de ponta, o Tecon Rio Grande caminha para ser um terminal concentrador de cargas do Cone Sul. Hoje, já recebe as principais linhas marítimas que conectam a região do Mercosul com os mais importantes portos estrangeiros na Europa, Ásia e América do Norte”, finaliza Bertinetti.

Recordes em 2021 – O Tecon Salvador registrou, em junho e no primeiro semestre deste ano, o maior volume de contêineres movimentados desde o início das suas atividades, iniciada há pouco mais de duas décadas. O desempenho na movimentação semestral cresceu pelo terceiro ano consecutivo, sendo 155.848, 159.471 e 184.481 TEUs em 2019, 2020 e 2021, respectivamente. A importação obteve destaque neste semestre superando recorde no mesmo período, com 42.340 TEUs, e também as cargas de transbordo, com 24.538 TEUs. Já a cabotagem, alcançou 38.510 TEUs movimentados, o que representa um crescimento de 20% em relação a 2020. A maior representatividade de cargas no período ficou por conta dos produtos químicos e petroquímicos, polímeros diversos, além de celulose e papel.

Junho deste ano também foi o melhor dos últimos cinco anos, com a movimentação de 28.708 TEUs, um crescimento de 6,3%. O transbordo movimentou 3.779 TEUs e a cabotagem 5.671 TEUs, o que representa um crescimento de 8,6% no modal com relação ao ano anterior. O atendimento aos projetos fotovoltaicos e aos segmentos de químicos, petroquímicos, polímeros diversos, além de celulose e papel, foram os grandes destaques.

O Terminal de Contêineres do Porto de Salvador está em fase de nova expansão, com duplicação de cais e retroárea adicional de 30.000m² já concluídos, e conta com infraestrutura similar às dos maiores portos do mundo. Suas atividades dispõem de logística 4.0 e de equipamentos com alta tecnologia, que inclui 3 STS New Panamax, 3 Super Post-Panamax, 3 STS Panamax e 16 RTGs elétricos, todos com sistema regenerativo de energia.

Conteúdo local: ANP esclarece prazos da resolução sobre termos de ajustamento de conduta

Entrou em vigor a Resolução ANP n° 848/2021, que foi publicada no último dia 15/7 e regulamenta os termos de ajustamento de conduta (TAC) de conteúdo local. Com o início dos efeitos da norma, a ANP publicou esclarecimentos ao mercado sobre seus prazos. Para maiores informações, cliq​ue aqui.

Entre os esclarecimentos, destaca-se que o prazo de 180 dias, durante o qual ficam suspensos os processos sancionadores já em curso, iniciou-se em 15/7, data da publicação da resolução. Assim, as empresas interessadas em aderir ao termo devem apresentar tanto o requerimento para sua celebração quanto a proposta de TAC em até 180 dias contados a partir de 15/7.

Já para processos sancionadores gerados a partir da publicação da resolução, são aplicados os prazos para requerimento de TAC e suspensão de processos previstos na Seção I, Capítulo II do ato normativo. Ou seja, o requerimento poderá ser apresentado a qualquer momento, desde a emissão do auto de infração pela ANP até: (1) o decurso do prazo para recurso contra a decisão de primeira instância que determine aplicação da penalidade de multa, caso não seja apresentado recurso; (2) ou o trânsito em julgado da decisão que julgar o recurso administrativo contra a decisão de primeira instância que determine a aplicação da penalidade de multa.

A Resolução ANP n° 848/2021 regulamenta a celebração de TAC relativo a processos sancionadores por descumprimento de compromissos de conteúdo local em contratos que não puderam ser aditados pela Resolução ANP n° 726/2018. Nesses casos, as empresas poderão requerer a substituição do pagamento das multas pela realização de novos investimentos em bens e serviços nacionais, de forma a estimular a indústria brasileira.

Os compromissos de conteúdo local são os assumidos pelas empresas, nos contratos de exploração e produção de petróleo e gás, de contratação de um percentual mínimo de bens e serviços nacionais.

Linha de lubrificantes para compressores de ar da Klüber Lubrication traz maior produtividade e eficiência para a operação

Série Klüber-Summit, tendo como destaque o Klüber-Summit FG Elite, proporciona intervalos de troca mais longos e maior vida útil para os equipamentos; caso de sucesso comprovado trouxe resultado de quase 50% em redução de custo na indústria alimentícia

Os compressores de ar são uma das mais importantes aplicações para a indústria, em diversos segmentos. Nesse contexto, a lubrificação possui papel fundamental, ajudando a melhorar o desempenho desses componentes sob várias condições de operação. Com o objetivo de atender os principais desafios de mercado e oferecer mais produtividade e eficiência para a operação, a Klüber Lubrication, empresa do Grupo Freudenberg que desenvolve e produz lubrificantes especiais de alto desempenho, graxas e óleos para diversos setores, oferece ao mercado uma linha completa de produtos para esses equipamentos.

O portfólio de soluções de lubrificantes sintéticos da Klüber Lubrication para compressores de ar traz resultados efetivos para as empresas, além de ajudar a resolver o desafio de redução de custos com maior desempenho operacional. Além disso, os óleos sintéticos de alto desempenho possuem vantagens em relação aos óleos minerais tradicionais, em fatores como vida útil prolongada, resistência a oxidação e atrito reduzido, resultando em benefícios financeiros e sustentáveis.

“O desempenho superior pode ser comprovado em propriedades fundamentais como pressão de vapor, índice de viscosidade e coeficiente de atrito, que está diretamente relacionado à Eficiência Energética, pois determina o esforço exigido do lubrificante para fazer a máquina operar. Além da certificação food grade, fundamental para aplicação em indústrias alimentícia e farmacêutica”, comenta Bruno Ascenço, gerente de mercado de Engenharia de Aplicação.

O destaque fica por conta de toda a linha Klüber-Summit e do Klüber-Summit FG Elite, desenvolvidos especialmente para esta finalidade. Contam com um pacote de aditivos especiais que proporcionam maior estabilidade à oxidação, reduzindo a formação de resíduos. Esses benefícios permitem intervalos de troca de óleo mais longos e maior vida útil de filtros e separadores de óleo. A maioria das soluções possui registro NSF H1, certificação ISO-21469, Kosher e Halal, e permite contato acidental com produtos e materiais de embalagem nas indústrias de processamento de alimentos, cosméticos, farmacêutica ou de ração animal.

Como comparativo de um caso de sucesso comprovado na indústria alimentícia, o Klüber-Summit FG Elite proporcionou o aumento da vida útil do lubrificante em 100% (de 4 mil para 8 mil horas), a redução do custo com trocas de filtros de óleos e separadores pela metade (em um ano) e o aumento da disponibilidade de mão de obra. Em um ano, a troca do lubrificante representou cerca de US$ 48 mil (ou 48% a menos) em redução de custo para a empresa, com a padronização da solução. O exemplo considerou o total de 14 máquinas instaladas.

Petrobras investe 24 milhões de reais no Porto de Imbetiba

Uma das instalações portuárias próprias da companhia comemora aniversário de Macaé com investimentos e retomada nas operações

Investimentos da ordem de 24 milhões de reais para o biênio 2021 e 2022. Esse é o valor que a Petrobras está destinando à modernização e à atualização da infraestrutura do Porto de Imbetiba – Engenheiro Zephyrino Lavenère Machado Filho, em Macaé. A empresa comemora o aniversário de Macaé, além dos investimentos, com a expectativa de retomada do fluxo nas operações pós-pandemia.

Essa injeção de recursos visa incrementar o atendimento logístico portuário para dar suporte à rotina e aos projetos de ancoragem de plataformas da companhia. Paralelamente, a Petrobras realizou ainda contratação e mobilização de equipamentos de grande porte para atender a esses projetos. Estes investimentos geram retorno para a sociedade, através da geração de empregos, incentivo às atividades de outras empresas e consequente arrecadação de impostos.

Uma das instalações portuárias próprias da empresa, o Porto de Imbetiba dispõe de três píeres e seis berços e, atualmente, realiza em torno de 115 atracações por mês. No pós-pandemia, esse número deve chegar a 150 atracações/mês.

Projetos

A fim de atender aos projetos submarinos, o porto passa a utilizar três guindastes de grande porte – um com capacidade de movimentar 120 toneladas em um raio de 25 metros e dois que movimentam 30 toneladas em um raio de 35 metros. Todos estes guindastes possuem cabine elevada – o que garante mais segurança nas operações, especialmente, para os profissionais envolvidos.

José Alves, gerente de Operações Portuárias de Macaé, ressalta a relevância da atividade para a Petrobras. “A ancoragem, segmento da área submarina, é responsável pela instalação e manutenção de unidades de produção (p.ex.: UEP – Unidade Estacionária de Produção, FPSO – sigla em inglês para unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo), bem como ancoragem de sondas de perfuração utilizando e movimentando materiais e equipamentos com grandes dimensões e elevado peso.”

Para se ter ideia dessa relevância, ele cita dois projetos ligados ao pré-sal. “Tivemos a conclusão do posicionamento do FPSO Carioca em sua locação definitiva e que deve iniciar a produção no campo de Sépia nos próximos meses. Atualmente, estamos entrando na segunda fase da ancoragem do Teste de Longa Duração no campo de Mero. Essa atividade tem por objetivo realizar a instalação de oito linhas de ancoragem, que é responsável por manter a unidade de produção no ponto estabelecido.”

Outro investimento é a ampliação da retroárea de 16 para 24 mil m², o que representa um acréscimo de 50%. Comparativamente, com a futura extensão, caberiam estacionados 235 ônibus de transporte coletivo. Esse espaço suplementar à área de armazenagem pode ser utilizado, por exemplo, para desembaraço aduaneiro e para construção e montagem de materiais de grande porte que não podem ser transportados por meio rodoviário.

Otimização

A expectativa do aumento do volume de até 150 atracações por mês no Porto de Imbetiba está ligada, em grande parte, à ampliação da janela de atracação, modelo em vigor desde abril desse ano. Passou a ser possível que as AHTS 21000 — embarcações de elevada potência que atuam como rebocador, manuseio de âncoras e transporte de suprimentos — façam atracações e desatracações sem necessidade de aguardar a maré alta.

Com esta mudança, o ganho obtido está na redução tempo de espera das embarcações, que, devido a alguma condição ambiental, por vezes, ficavam 12 horas paradas, aguardando uma nova oportunidade de atracação. Uma embarcação, mesmo parada, mantém custos de afretamento. Além disso, poderia gerar atrasos nas operações de instalação e manutenção de linhas de ancoragem. Em conjunto, esses fatores poderiam impactar algumas atividades de produção.

O processo de homologação do porto para atuação com embarcações do tipo AHTS 21000 com calados de oito metros (medida da parte submersa da embarcação) está sendo realizado em conjunto com a Marinha, que avaliou serem as condições dos canais favoráveis a uma flexibilização.

A fim de melhorar ainda mais essas condições, estão previstas a sinalização dos canais de acesso, bem como realizar, no ano de 2023, a dragagem de manutenção e aprofundamento dos canais e da área de manobra das embarcações (bacia de evolução) e píeres. Com estas ações ficam mais fáceis as manobras de entrada e saída de embarcações, além de aumentar a segurança operacional.

As atividades realizadas no Porto de Imbetiba são: atracação, desatracação, carregamento e descarregamento de embarcações, bem como seu abastecimento de água e diesel; atividades de troca de turma (tripulantes das embarcações), além de armazenamento, construção e montagem de materiais de grande porte.

 

 

PetroRio consegue redução de royalties em Tubarão Martelo

Aprovação do Plano de Desenvolvimento Integrado estende a vida útil dos campos até 2033

Foi aprovado pela ANP no dia 29/07/21, o Plano de Desenvolvimento Integrado do cluster composto pelos campos de Polvo e Tubarão Martelo. Com a aprovação do novo plano, toda a produção incremental que virá de novos investimentos terá sua alíquota reduzida de 10% para 5%, inclusive a produção resultante da completação do poço TBMT-10HP, com expectativa de início de produção em setembro.

O Plano de Desenvolvimento contém os compromissos de investimento, as estimativas de produção e a análise econômica do projeto de redesenvolvimento conjunto dos campos. Embora a realização do tie-back já tivesse sido autorizada, é o Plano de Desenvolvimento que rege as obrigações do concessionário perante a Agência e que serviu de base para a redução de alíquota de royalties de Tubarão Martelo.

“A redução de royalties sobre a produção incremental reforça o compromisso da PetroRio em trabalhar pela evolução regulatória do setor, tendo sido a primeira operadora na história a obter o benefício na ANP (Polvo, 2020). Com essa aprovação, a produção incremental de ambos os campos do cluster contam com a redução de royalties e a expertise obtida em Polvo foi fundamental para alcançar esse objetivo” afirma o CEO da PetroRio, Roberto Monteiro.

A redução permite a alocação de cerca de R$ 130 milhões de reais em novas oportunidades de investimento, inclusive no próprio cluster. Para a PetroRio, como o projeto do tie-back viabiliza a prorrogação da vida útil de Tubarão Martelo em mais de 10 anos, o retorno que a obtenção dessa medida proporciona para a União, Estados e Municípios deve ser destacado, pois permite uma arrecadação adicional de royalties em mais de 700 milhões de reais até o seu descomissionamento.

Saiba Mais sobre o processo de Tie Back no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Scvr1CtVc7Y.

Petrobras assina contrato para venda de empresas de energia elétrica no Norte e no Nordeste

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 11/09/2020, informa que assinou hoje contratos para a venda de suas participações de 20% na Termelétrica Potiguar S.A. (TEP) e de 40% na Companhia Energética Manauara S.A. (CEM) para a Global Participações Energia S.A. (GPE), por meio de suas subsidiárias GFT Participações S.A. e GFM Participações S.A., respectivamente.

O valor total das transações é de R$ 160,3 milhões, sendo R$ 81,3 milhões pela TEP e R$ 79 milhões pela CEM, a serem pagos no fechamento das transações, sujeitos aos ajustes previstos nos contratos. Essa operação está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e à melhora de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor.

A TEP é uma holding controlada pela GPE (detentora de 80% do seu capital social, sendo a Petrobras detentora dos 20% restantes) que possui participações societárias diretas nas empresas Areia Energia S.A. e Água Limpa Energia S.A., proprietárias de pequenas centrais hidrelétricas, localizadas em Tocantins, com capacidades instaladas de 11,4 MW e 14,0 MW, respectivamente. Além disso, a TEP detém 60% do capital social da CEM (sendo a Petrobras detentora dos outros 40%). A CEM possui uma usina termelétrica a gás natural localizada no Amazonas, com 85,4 MW de capacidade instalada.

A GPE atua desde 2001 no segmento de geração de energia elétrica, controlando sete usinas distribuídas nos estados do Rio Grande do Norte, Amazonas, Tocantins e Bahia. A GPE assinou recentemente com a Petrobras contrato para compra de mais três usinas termelétricas, localizadas no Polo Industrial de Camaçari no estado da Bahia.

As operações estão sujeitas ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). A presente divulgação ao mercado está de acordo com normas internas da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.