ExxonMobil inicia a segunda etapa da campanha de combate à fome em Sergipe

A ExxonMobil doará R$ 225.000 para a campanha iniciada em julho de 2021 de combate à fome em Sergipe. Esta é a segunda doação feita pela companhia ao Instituto Rahamim que entregará mais 2.825 cestas básicas. Na primeira etapa, foram distribuídas 3.600 cestas com uma doação de R$ 287.500.

Com as duas fases da campanha, o valor total destinado é de R$ 512.500 e o alcance de cerca de 6.400 famílias em estado de insegurança alimentar em 18 municípios sergipanos.

As doações integram a campanha “Balaio Solidário – Sergipe Sem Fome” e estão sendo realizadas, por meio do apoio do Instituto Rahamim, uma Sociedade Civil Organizada de caráter assistencial atuante no estado. O objetivo da ação é auxiliar aquelas pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social, agravada pela pandemia da COVID-19.

Firjan: uso do hidrogênio como energia do futuro e as oportunidades para o Rio de Janeiro

Websérie ‘Novas Energias’, organizada pela federação, debaterá o cenário mundial do hidrogênio que prevê investimentos de US$ 500 bilhões até 2030. Projetos de Hidrogênio Verde no país já somam US$ 22 bilhões.  Desenvolvimento dessa tecnologia apresenta oportunidades para o Brasil e para o Rio, em especial no Porto do Açu

Aposta estratégica de diversas grandes empresas e de governos ao redor do mundo, o uso do hidrogênio (H2) como energia do futuro é tema de debate da websérie “Novas Energias”, promovida pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) na terça-feira (3/8), às 10h. Usada atualmente em mais de 130 países já comprometidos com a meta de zerar as emissões de gases do efeito estufa, o H2 trará uma série de oportunidades para o estado do Rio de Janeiro, como por exemplo no Porto do Açu, em São João da Barra, Norte Fluminense, que já negocia a instalação de usinas no local.

O debate poderá ser conferido por meio do Youtube da Firjan: https://youtu.be/nncpc_WmxTs

O Hydrogen Council, iniciativa global liderada por CEOs de 92 empresas líderes em energia, estima que o investimento total em produção de hidrogênio até 2030 será de US$ 500 bilhões, correspondendo a 11 milhões de toneladas em todo o mundo. Além de ser uma fonte limpa de energia, o H2 pode gerar produção de Hidrogênio Verde, oriundo de fontes renováveis eólica e solar; e de Hidrogênio Azul, fabricado com captura de carbono (CCUS) e gás natural.

Ao todo, projetos de Hidrogênio Verde no Brasil já somam US$ 22 bilhões. Neste ano, seis memorandos foram assinados por multinacionais para instalação de usinas em três estados, incluindo o Rio de Janeiro. A expectativa é de que em 30 anos, o Hidrogênio Verde (H2V) possa representar até 20% da matriz energética global.

Diante disso, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) introduziu o H2 como um dos temas prioritários de pesquisa e desenvolvimento. Atualmente, o Ministério de Minas e Energia trabalha nas diretrizes do Programa Nacional do Hidrogênio.

Com isso, abre-se a oportunidade de expandir e integrar a produção desse combustível às energias solar, eólica offshore e ao mercado de petróleo e gás, principalmente por meio do uso de plataformas antigas, como é o caso da Bacia de Campos. Motivo pelo qual o Porto do Açu é alvo de estudos da australiana Fortescue, uma das maiores produtoras de minério de ferro do mundo, para instalação de uma unidade com capacidade de 300 megawatts.

Websérie reúne empresas

Outra vantagem do hidrogênio, além da não emissão de gases de efeito estufa, está a alta densidade energética, que permite várias formas de uso e de armazenamento. Com isso, seu uso poderá transformar a dinâmica de mercados estratégicos, não só o de energia elétrica como também o de transporte, já que a armazenagem é feita em cilindros semelhantes aos do GNV.

Este horizonte de oportunidades para o país e para o estado do Rio será detalhado na segunda websérie “Novas Energias”: “Rotas de Hidrogênio: energia do futuro e oportunidades para o Rio”. Participam do debate: Filipe Segantine, gerente de Desenvolvimento de Negócios Sustentáveis do Porto do Açu; Ansgar Pinkowski, gerente de Inovação e Sustentabilidade da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha; e Luciano Basto Oliveira, consultor técnico da EPE. Os mediadores serão Fernando Montera, coordenador de Relacionamento Petróleo, Gás e Naval da federação, e Giorgio Rossi, coordenador da Firjan Internacional.

Shell Brasil distribui mais de 340 mil refeições a comunidades pesqueiras e quilombolas do RJ e ES

Iniciativa busca garantir segurança alimentar e minimizar impactos da pandemia de Covid-19

A Shell Brasil iniciou, em julho, a distribuição de refeições para 21 comunidades quilombolas e 13 comunidades pesqueiras localizadas nos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A iniciativa faz parte do projeto “Pessoas e Negócios Saudáveis”, uma parceria com o Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS), e tem previsão de realizar mais de 340 mil entregas em até três meses.

Entre os municípios fluminenses atendidos estão Araruama, Arraial do Cabo, Armação dos Búzios, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Macaé, Quissamã e São Francisco de Itabapoana, e entre os capixabas, Anchieta, Itapemirim, Marataízes, Piúma, Presidente Kennedy e Vila Velha. O projeto inclui a capacitação por mentoria virtual de empreendedores locais, que produzem as refeições, e de organizações comunitárias responsáveis pelas entregas para a população.

 De acordo com Leíse Duarte, assessora de Investimentos Sociais da Shell Brasil, a ação visa garantir segurança alimentar a pessoas em situação de vulnerabilidade social e mitigar os impactos da pandemia de Covid-19. “Além disso, nos comprometemos a apoiar os negócios locais envolvidos no projeto, como uma forma de fomentar também o empreendedorismo nessas regiões”, comenta.

Mais sobre o projeto

As comunidades pesqueiras e quilombolas estão localizadas em cidades próximas às atividades de exploração e produção de petróleo da Shell Brasil. Desde junho, a companhia realiza a mesma ação na capital do Rio de Janeiro – no Morro da Providência e na Ilha do Governador -, onde serão distribuídas outras 18 mil refeições até o fim de agosto. Em 2020, o Morro da Providência recebeu a fase preliminar do projeto, que contou com 9 mil entregas.

Programa Mais Valor atinge R$ 5 bi em operações realizadas

Por meio desta iniciativa, a Petrobras incentiva o desenvolvimento do mercado a partir da melhoria do capital de giro da indústria de óleo e gás

O programa da Petrobras de fomento ao desenvolvimento da cadeia produtiva de óleo e gás, o Mais Valor, atingiu esta semana R$ 5 bi em operações realizadas. Desde o seu lançamento em dezembro do ano passado, a nova plataforma de soluções financeiras vem facilitando o acesso de empresas do setor ao recebimento antecipado do valor de notas fiscais por bens e serviços entregues junto aos bancos parceiros.

Nestes primeiros meses do projeto, que reúne fornecedores e setor financeiro em uma mesma ferramenta, mais de 33 mil faturas foram antecipadas e 1.500 fornecedores cadastrados. Por meio desta iniciativa, a Petrobras incentiva o desenvolvimento do mercado a partir da melhoria do capital de giro da indústria, possibilitando o acesso às operações de antecipação de pagamento com taxas mais competitivas, utilizando o risco de pagamento da Petrobras.

Com investimentos da ordem de US$ 55 bilhões até o final de 2025, a Petrobras está entre as empresas que mais investem no Brasil e implementa uma carteira de projetos relevantes para o cenário energético nacional. “Todos esses empreendimentos demandam aquisição de bens e serviços. O ‘Mais Valor’ tem o propósito de impactar de forma positiva no fluxo de caixa dos fornecedores e trazer mais robustez à cadeia de suprimentos”, afirma o diretor de Finanças e de Relacionamento com Investidores, Rodrigo Araújo Alves.

O programa faz parte de uma agenda de soluções financeiras que visa a construção de relacionamentos produtivos para que a companhia possa implementar o seu Plano Estratégico com eficiência e agilidade. “A expectativa é que o programa continue avançando com a inclusão de cada vez mais parceiros de negócio”, comenta o diretor.

O “Mais Valor” tem dinâmica 100% digital por meio da plataforma da Monkey, startup parceira do programa. O fornecedor cadastrado na ferramenta recebe um e-mail sempre que tiver faturas disponíveis para antecipação. As transações ocorrem por meio de um leilão reverso, vencido pela instituição financeira que fizer o lance com a menor taxa de juros. O mecanismo resulta em taxas de desconto mais atrativas para os fornecedores. O valor mínimo das faturas a serem adiantadas é de R$ 1.000,00 e não há valor máximo. Empresas de qualquer porte podem aderir ao programa e não há qualquer limitação de nicho, apenas que sejam fornecedores diretos da Petrobras.

Seminário da ANP apresentará estudos sobre bacias da Margem Equatorial Brasileira

A  ANP irá realizar, no dia 4/8, a partir das 15h, o seminário “Plays exploratórios em águas profundas das bacias da Margem Equatorial Brasileira”. O evento será virtual, com transmissão ao vivo pelo canal da ANP no Youtube.

O evento tem como objetivo apresentar os resultados alcançados nos estudos dos dados relacionados às Bacias da Foz do Amazonas, Para-Maranhão/Barreirinhas e Potiguar, realizados pela Universidade Federal do Norte Fluminense (UENF) a partir dos dados da Agência.

Os estudos são resultado de uma parceria da ANP com universidades brasileiras e estrangeiras, que possuem acesso gratuito aos dados públicos (sem restrições de confidencialidade) do setor armazenados no Banco de Dados de Exploração e Produção (BDEP) da Agência. Em contrapartida, as instituições compartilham os trabalhos acadêmicos realizados com base nas informações acessadas.

Com o seminário, a ANP pretende conferir transparência aos seus processos, mostrando os benefícios da universalização dos dados petrolíferos, além de incentivar outras universidades a desenvolverem trabalhos e apresentarem os resultados obtidos a partir dos dados públicos do BDEP. Dados de 2019 a 2021 demonstram que o acesso dessas instituições de ensino e pesquisa corresponde a 26% do total de acessos anuais aos dados públicos.

A ANP, através do BDEP, tem a missão de disseminar conhecimento e fomentar pesquisas acerca das bacias sedimentares brasileiras, em especial sobre as que possuem potencial petrolífero. O acesso aos dados públicos pelas universidades e instituições de pesquisa é regulamentado pela Resolução ANP n° 757/2018 – especificamente no Capítulo VI, Seção II “Do Acesso para Universidades e Instituições de Pesquisa”.

ANP revoga 45 atos normativos defasados

A Diretoria da ANP aprovou resolução que revoga 45 atos normativos, cujos efeitos já haviam se extinguido ou cuja necessidade ou significado não existem mais. São, em sua maioria, atos acessórios, como, por exemplo, os que alteram normas já revogadas. A revogação terá efeito após a publicação da resolução no Diário Oficial da União.

A medida dá continuidade ao trabalho da Agência de gestão de seu estoque regulatório, visando à simplificação administrativa e à consolidação normativa. Atende ainda ao Decreto nº 10.139, de 28 de novembro de 2019, que determina a revisão e a consolidação de todos os atos normativos inferiores a decreto (portarias, resoluções, instruções normativas, ofícios e avisos, entre outros) editados por órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.

Mesmo antes da publicação do decreto, a ANP já vinha realizando o trabalho de gestão do estoque regulatório – o conjunto das normas em vigor emitidas pela Agência ou por seus órgãos antecessores –, como parte dos esforços para aprimorar a qualidade da sua atuação. Desde a elaboração da sua primeira Agenda Regulatória, instituída para o biênio 2013-2014, já foram revogadas ​mais de 1300 normas.

O Decreto nº 10.139/2019 também estabeleceu a obrigatoriedade de divulgação dos atos normativos vigentes, que seriam objeto de triagem, exame e consolidação ou revogação, nos termos do decreto. A ANP já cumpria esse dispositivo desde a adoção do seu primeiro sistema de legislação, no início da década de 2000. Atualmente, todos os atos normativos expedidos pela ANP encontram-se disponíveis no Site de Legislação da Agência.

Estatal recebe upgrade na nota stand-alone pela S&P

A Petrobras informa que a agência de classificação de risco S&P Global Ratings (S&P) elevou a sua nota de crédito stand-alone (risco intrínseco) em um nível, de “bb” para “bb+”.

A agência manteve o nível de risco (rating) da dívida corporativa da companhia em “BB-“, dois níveis abaixo da nota stand-alone, devido ao limite imposto pelo rating da República Federativa do Brasil. A perspectiva foi mantida como estável.

“Este upgrade é um reconhecimento do comprometimento da Petrobras em melhorar sua alavancagem financeira e em gerar cada vez mais valor. Continuaremos executando nossas estratégias para progredir ainda mais”, destacou o Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Rodrigo Araujo Alves.

A S&P ressaltou que a elevação da nota stand-alone reflete a melhora na estrutura de capital da companhia, a sólida geração de caixa e o progresso no programa de vendas de ativos. Destacou ainda o foco na redução de custos, ganhos de eficiência e a forte posição competitiva da companhia.

Petrobras alerta sobre os perigos da soltura de balões

Além de campanhas de conscientização contra a prática nesta época do ano, companhia investe permanentemente em estrutura de combate à emergência

A Petrobras lançou nessa última semana uma campanha nas redes sociais para prevenir a soltura de balões no município de Duque de Caxias (RJ), onde estão instaladas a Reduc e a Usina Termelétrica TermoRio. O objetivo é alertar a população para o perigo da soltura de balões e estimular o uso do 199, número da Defesa Civil, para o recebimento de denúncias anônimas e relatos de emergências.

A iniciativa é uma extensão da campanha publicitária em curso nas cidades paulistas de Mauá, Santo André, São José dos Campos e Cubatão, em regiões próximas às refinarias RPBC, Recap e Revap, em parceria com o Instituto São Paulo Contra a Violência, que coordena o Disque-Denúncia (181).

Fabricar, vender, transportar e soltar balões é crime. A pena para quem é flagrado pode chegar a três anos de prisão, além de multa. Com a campanha, a Petrobras, além de contribuir com os órgãos públicos para coibir esta prática, reforça o compromisso com a vida de seus trabalhadores e da população que reside nas proximidades de suas unidades.

Nesta época do ano os problemas crescem junto com o número de balões no espaço aéreo. Nos meses de junho, julho e agosto o ar fica mais seco, facilitando a propagação de incêndios, principalmente florestais. A queda de um balão pode ainda interromper o fornecimento de energia ao danificar linhas de transmissão, causar incêndios nas refinarias, em depósitos de combustíveis, em áreas urbanas e em polos petroquímicos, com consequências desastrosas para toda a sociedade.

A primeira campanha da Petrobras para prevenir a queda de balões em suas unidades foi realizada em 1998 em Duque de Caxias, quando foram registradas 72 quedas de balões na área da Reduc. Desde então o número de incidentes com balões vem diminuindo, chegando a zero em anos recentes na unidade.

Investimentos na estrutura de resposta à emergência da Reduc

Além de campanhas de conscientização, a Petrobras realiza investimentos constantes em equipamentos modernos e treinamentos intensivos, priorizando a segurança das pessoas, do meio ambiente e das instalações, em todas as suas operações.

Para dar mais agilidade e autonomia no combate a emergências internas e próximas ao parque industrial da Petrobras, a Reduc recebeu em junho deste ano um novo caminhão do modelo Auto Bomba Químico (ABQ), adaptado e customizado com as melhores tecnologias para conter incêndios de grande porte.

A segurança em suas atividades é prioridade, mas a empresa também investe em treinamentos e equipamentos para poder agir rapidamente em caso de emergência. A aquisição, no valor aproximado de R$ 2 milhões, é parte da carteira de investimentos em Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) na unidade, que contempla ainda a compra de três novas ambulâncias, além da criação de uma sala com materiais específicos para combate a incêndios, que reduzirá o tempo de resposta das equipes em situações de emergência.

Ao todo, a refinaria conta com cinco caminhões ABQ, um caminhão Auto Hidro Químico (AHQ), dois canhões monitores portáteis e um canhão rebocável de alta vazão, além de três ambulâncias do tipo UTI móvel.

A Petrobras busca constantemente a excelência nas práticas de SMS em suas operações. Através de investimentos em tecnologias, treinamento de segurança, certificações internacionais e simulados frequentes, a companhia promove a segurança das pessoas, do meio ambiente e das suas instalações.

Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do campo de Bacalhau será apresentado em audiência pública virtual na próxima semana

No dia 05 de agosto, às 18h, o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) realizará audiência pública virtual para apresentação do Estudo de Impacto Ambiental do campo de Bacalhau, na Bacia de Santos. Bacalhau é um campo operado pela Equinor, tendo como parceiros a ExxonMobil, Petrogal Brasil e Pré-sal Petróleo S/A. Além de apresentar o estudo, o objetivo da audiência é esclarecer eventuais dúvidas das comunidades e da sociedade em geral. Para participar, basta realizar a inscrição pelo site: www.apvcampodebacalhau.com.br. Os cadastrados poderão assistir ao vivo à transmissão da audiência, além de enviar suas perguntas ao IBAMA.

Bacalhau será o primeiro empreendimento desenvolvido por uma operadora internacional no pré-sal brasileiro. No início de junho, a Equinor anunciou investimentos de cerca de 8 bilhões de dólares na primeira fase do projeto, que contará com um dos maiores FPSOs do Brasil, com capacidade de produção de 220 mil barris por dia e dois milhões de barris de armazenamento.   O óleo produzido será escoado para navios aliviadores e o gás da fase 1 será reinjetado no reservatório. Além disso, cerca de três mil profissionais estarão envolvidos no desenvolvimento das atividades do campo de Bacalhau no Brasil.

A audiência pública é o momento dedicado à escuta da sociedade – população, autoridades e outras partes interessadas – dos municípios que sofrerão algum tipo de influência com a instalação da atividade de produção. A realização de forma virtual é uma medida que visa assegurar as diretrizes de segurança sanitária em meio à pandemia da Covid-19.

Licenciamento Ambiental

O licenciamento ambiental do campo de Bacalhau está sendo conduzido pelo IBAMA, por meio da Coordenação Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Marinhos e Costeiros (CGMAC), pertencente à Diretoria de Licenciamento Ambiental (DILIC).

Como parte do processo de licenciamento, primeiramente foi definida a área de estudo, de acordo com a localização do empreendimento. A partir desta definição, as principais características físicas, biológicas e socioeconômicas da região foram detalhadas no diagnóstico ambiental para a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA). Em um segundo momento, foi elaborado o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), que apresenta as principais questões abordadas no EIA de maneira mais sucinta e com uma linguagem mais simples para o entendimento do público geral. Todos os documentos estão disponíveis para download no site da audiência.

Serviço:

Audiência Pública – campo de Bacalhau

Data: 05/08/2021

Horário: 18h

Inscrições: www.apvcampodebacalhau.com.br

Ouvidoria – campo de Bacalhau

(21) 99126-2775 – 9h às 17h (aceita ligação a cobrar)
E-mail: ouvidoria@apvcampodebacalhau.com.br

Produção no campo de Atapu ultrapassa 100 mil boe/d

Um ano após o início da produção, o campo de Atapu, no pré-sal da Bacia de Santos, já figura entre os 10 maiores produtores do Brasil, tendo produzido no mês de junho 111,763 Mboe/d (mil barris de óleo equivalente por dia), sendo 91,881 Mbbl/d (mil barris por dia) de petróleo e 3,161 MMm3/d (milhões de metros cúbicos por dia) de gás natural. Isso o coloca como o 4º maior campo produtor do Pré-sal e o 6º maior do Brasil.

Os volumes excedentes de Atapu estão entre os que serão ofertados na 2ª Rodada dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa, prevista para ocorrer em dezembro deste ano.

Os dados consolidados da produção no mês estão disponíveis no Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural do mês de junho de 2021, publicado hoje (28/7) no site da ANP. Também estão disponíveis, de forma interativa, nos Painéis Dinâmicos de Produção de Petróleo e Gás Natural.

Produção Nacional

A produção nacional totalizou 3,757 MMboe/d, sendo 2,903 MMbbl/d de petróleo e 136 MMm3/d de gás natural. Houve redução de 1% na produção de petróleo em comparação com o mês anterior e de 3,6% em comparação com junho de 2020. Já no gás natural houve aumento de 0,9% em comparação com o mês anterior e de 5,7% se comparado a junho de 2020.

Pré-sal

A produção do Pré-sal foi de 2,142 MMbbl/d de petróleo e 90,9 MMm³/d de gás natural, totalizando 2,714 MMboe/d. Houve aumento de 0,9 % em relação ao mês anterior e de 1,6% se comparada ao mesmo mês de 2020. A produção do Pré-sal teve origem em 129 poços e correspondeu a 72,2% do total produzido no Brasil.

Aproveitamento do gás natural

Em junho, o aproveitamento de gás natural foi de 97,7%. Foram disponibilizados ao mercado 58,9 MMm³/dia. A queima de gás no mês foi de 3,1 MMm³/d, um aumento de 6,1% se comparada ao mês anterior e uma redução de 0,1% se comparada ao mesmo mês em 2020.

Origem da produção

Neste mês de junho, os campos marítimos produziram 97% do petróleo e 82,5% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras foram responsáveis por 92,5% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

Destaques

Em junho, o campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, registrando 914 Mbbl/d de petróleo e 42,6 MMm3/d de gás natural.

A plataforma Petrobras 75, produzindo no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, foi a instalação com maior produção de petróleo, com 156.416 bbl/d.

A instalação Polo Arara, produzindo nos campos de Arara Azul, Carapaúna, Cupiúba, Rio Urucu e Sudoeste Urucu, por meio de 29 poços a ela interligados, foi a instalação com maior produção de gás natural, produzindo 6,863 MMm³/d.

Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres: 1.005.

Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 61.

Campos de acumulações marginais

Esses campos produziram 365,4 boe/d, sendo 75,1 bbl/d de petróleo e 46,2 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 284 boe/d.

Outras informações

No mês de junho de 2021, 263 áreas concedidas, três áreas de cessão onerosa e cinco de partilha, operadas por 37 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 58 são marítimas e 213 terrestres, sendo 11 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.437 poços, sendo 495 marítimos e 5.942 terrestres.

O grau API médio do petróleo extraído no Brasil foi de 28,1, sendo 2,4% da produção considerada óleo leve (>=31°API), 90,8% óleo médio (>=22 API e <31 API) e 6,8 % óleo pesado (<22 API).

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 92,9 Mboe/d, sendo 73,2 mil bbl/d de petróleo e 3,1 MMm³/d de gás natural. Desse total, 69,5 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 23,4 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, dos quais: 15.666 boe/d no Rio Grande do Norte, 6.911 boe/d na Bahia, 481 boe/d no Espírito Santo, 218 boe/d em Alagoas e 190 boe/d em Sergipe.