Firjan SENAI e Sebrae/RJ promovem edição especial do Rede de Oportunidades óleo, gás e naval para fornecedores na FPSOs Expor

As empresas âncoras PRIO, SBM Offshore, Petrobras e Seatrium apresentaram seus requisitos compras para mais de 200 fornecedores fluminenses

Rio, 16 de maio de 2023

Com um público que ultrapassou os 220 participantes, a 5ª edição de 2025 do programa Rede de Oportunidades Óleo, Gás e Naval para Fornecedores (RdO Fornecedores) da Firjan foi promovida durante a feira FPSOs Expor 2025, que aconteceu na Expomag, em 14 e 15 de maio. Ao longo dos dois dias, as quatro empresas âncoras PRIO, SBM Offshore, Petrobras e Seatrium apresentaram seus requisitos de compra e oportunidades de contratação para empresas interessadas em fornecer bens e serviços, bem como tiveram reuniões individuais com fornecedores selecionados. Ao todo, foram 15 mesas tira-dúvidas e mais de 200 reuniões realizadas. Esta edição especial fez parte do projeto celebrado entre Firjan SENAI e Sebrae/RJ.

Karine Fragoso, gerente geral de Petróleo, Gás, Energias e Naval da Firjan, e Danielle Rodrigues, coordenadora de energias do Sebrae/RJ, promoveram a abertura do primeiro dia desta edição do RdO Fornecedores. Pela PRIO, foi a vez de Thiago Almeida e Rodrigo Gonçalves, coordenadores de Suprimentos, falarem sobre os desafios da operadora. Na sequência, Leonardo Pereira, Unity Buyer – FPSO Cidade de Anchieta da SBM Offshore, apresentou as oportunidades, desafios e tendências da empresa.

Aberto por Thiago Valejo, gerente de Projetos de Petróleo, Gás, Energias e Naval na Firjan, o segundo dia do evento trouxe exposições da Petrobras e da Seatrium. Como parte do aprimoramento contínuo da aplicação da metodologia do RdO Fornecedores, o momento de palestras também deu voz às startups Pix Force e Intcom. “A novidade faz parte do aprimoramento da metodologia, contemplando um espaço mais dedicado para fornecedores”, explicou.

 

Empresas âncoras

Gisela Macedo, gerente geral de Estratégia de Contratação, Planejamento e Parceria de Negócio para Projetos de Investimentos Petrobras, apresentou as muitas oportunidades da companhia, com a robustez da demanda e planos até 2030. Ela destacou que a empresa tem requisitos de conteúdo local explícitos nos contratos e modelos de contratação definidos pelo melhor resultado econômico e utiliza processos públicos e transparentes.

“Temos sempre incentivo a novos entrantes e parcerias por execução de conteúdo local. Um ponto relevante é que todos os novos projetos, incluindo os que são de rodada zero, estão vindo com o conteúdo local. Isso reforça a necessidade de mercado consumidor local, a necessidade do estabelecimento de parcerias e a importância dessa rede de oportunidades justamente para fomentar essa troca entre as empresas”, avaliou a gerente.

A Petrobras tem oportunidades em aberto, de acordo com Gisela, com licitações em recebimento de proposta e pré-qualificações. As informações estão disponíveis em www.petronect.com.br

Ao falar nas oportunidades para os fornecedores, Marcos Shinohara, gerente de Supply Chain da Seatrium, informou que a empresa tem 46 módulos em carteira para serem entregues aos clientes.

“Todos esses módulos estão sendo fabricados no Brasil. Nós precisamos do máximo de fornecimento local, porque, para nós, é estratégico focar em conteúdo local com os módulos que estão sendo fabricados no Brasil. Isso porque diminui o risco logístico, facilita a resolução de qualquer problema com o fornecedor mais próximo e a gente consegue agregar mais conteúdo local e repassar para os nossos clientes”, disse, ao acrescentar que a companhia tem mais de dois mil fornecedores cadastrados nas unidades brasileiras e 90% deles são nacionais.

O RdO Fornecedores, que conecta empresas compradoras com de suprimentos dos mercados de óleo, gás natural e naval, criado em 2022, completou sua 19ª edição sempre com grandes empresas âncoras como parceiras, muitas vezes recorrentes, como a Petrobras que já esteve em quatro edições. O programa já mapeou mais de mil oportunidades de demandas, que em grande parte podem ser atendidas pela indústria instalada no Rio de Janeiro.

Durante os dois dias de evento, Felipe Siqueira, especialista da área e responsável pelo programa na Firjan, apresentou o funcionamento da metodologia e os diferenciais do RdO Fornecedores, contando com um trabalho pré e pós-evento dedicado.

SLB destina cerca de 2 milhões de toneladas de resíduos para reaproveitamento energético

Volume corresponde a 36 % de todo resíduo comum gerado nas locações da empresa no Rio de Janeiro, Macaé, Rio das Ostras e Aracaju

 

Base da SLB em Macaé – Divulgação

 

No Dia Mundial da Reciclagem, comemorado no próximo sábado (17/05), a SLB no Brasil, empresa global de tecnologia, comemora a marca de cerca de 2 milhões de toneladas de resíduos que tiveram reaproveitamento energético nos anos de 2023 e 2024. O volume corresponde a 36% de todo o resíduo gerado em quatro locações da companhia, presentes nas cidades de Rio de Janeiro, Macaé e Rio das Ostras e Aracaju.
O dia 17 de maio foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) para estimular a reflexão sobre a importância do descarte correto de resíduos e o seu reaproveitamento.

 

A ação da SLB no Brasil, que tem como objetivo estimular a economia circular e tornar a operação mais sustentável, faz parte do Programa Aterro Zero, que visa dar uma destinação apropriada para os resíduos que não podem ser reciclados, como borra oleosa, madeira, produtos químicos, borracha e lixo comum.

 

O projeto foi planejado em 2022, e efetivamente implementado a partir de janeiro de 2023, com foco em um dos pilares da Sustentabilidade, o cuidado à natureza.
Neste pilar, o foco é o avanço da sustentabilidade ambiental, minimizando o impacto nos ecossistemas e na biodiversidade, conservando os recursos naturais e promovendo a circularidade ao longo do ciclo de vida da tecnologia empregada pela SLB.

De acordo com Luciara Queiroz, gerente de Sustentabilidade da SLB no Brasil, os rejeitos comuns destinados a aterros em 2022 representavam aproximadamente 7% do total geral dos resíduos.
“Nossa meta é chegar ao lixo zero, um movimento que tem como objetivo minimizar os resíduos enviados para aterros sanitários, reutilizando materiais e reciclando de forma eficaz”, afirmou a gerente.
“Desta forma, decidimos empregar recursos para adotar o programa Aterro Zero, que proporcionaria o descarte eficiente do nosso rejeito comum, antes destinado para aterros sanitários, passando então a ser combustível por meio de seu reaproveitamento energético, contribuindo para a descarbonização da indústria cimenteira e trazendo mais benefícios ambientais”, explicou.
Ainda foram realizadas capacitações com os funcionários da SLB, a fim de tornar a separação de resíduos mais eficiente dentro da companhia. “Nossa meta é gerar o mínimo de resíduos e dar o aproveitamento total aos que não conseguirmos evitar”, concluiu Queiroz.

Como é feito

Para a fração de resíduos antes não reciclável, foram realizados testes para a incorporação ao processo de blendagem para coprocessamento em fornos de clínquer como reaproveitamento energético. O coprocessamento usa resíduos em substituição parcial ao combustível que alimenta a chama do forno que transforma calcário e argila em clínquer, matéria-prima do cimento.
O resíduo enviado para os aterros pode se tornar um passivo ambiental porque, além de não ter nenhum reaproveitamento, precisa ser monitorado durante décadas pelas empresas que são corresponsáveis pela sua destinação.

Sobre a SLB

Há 80 anos no Brasil, a SLB é uma empresa global de tecnologia que impulsiona a inovação energética para um planeta equilibrado. Com presença global em mais de 100 países e funcionários representando quase o dobro de nacionalidades, trabalha todos os dias para descarbonizar petróleo e gás e desenvolver novas tecnologias de energia escaláveis para acelerar a transição energética. Saiba mais em slb.com.

 

Inovação: programa de capacitação tecnológica para trabalhadores gera economia de R$ 3,5 milhões ao Porto Sudeste

Programa Talentos Digitais estimula melhorias em diversos setores do terminal portuário

Time de limpeza industrial do Porto Sudeste

Itaguaí, maio de 2025 – O Porto Sudeste, empreendimento privado da região de Itaguaí, comemora os resultados do programa Talentos Digitais, que tem como foco a capacitação de funcionários a partir do uso de ferramentas digitais, como Power BI e Power Automate. Cada ciclo de treinamento tem duração de dois meses e meio, com 32 horas no total. Entre 2022 e 2024, o programa gerou uma economia total de R$ 3,5 milhões, com um investimento de R$ 450 mil, e mais de 60 participantes. O objetivo da iniciativa é incentivar a resolução de processos rotineiros, a partir dessas ferramentas práticas.

 

O projeto seleciona profissionais de cada setor da empresa para aprender como usar tecnologias intuitivas (low code), além de conteúdos sobre governança e segurança digital. O resultado expressivo é fruto direto do engajamento dos empregados e da aplicação prática das soluções desenvolvidas ao longo do programa. Ao todo, foram concluídos 80 projetos que abrangem desde a automatização de tarefas repetitivas até a criação de dashboards inteligentes e aplicativos de uso interno, otimizando recursos e promovendo mais agilidade na tomada de decisões.

 

A partir do desenvolvimento de novas habilidades, os profissionais não apenas obtêm uma melhora de desempenho nas atividades laborais diárias, mas também podem aplicar seus conhecimentos em atividades da vida pessoal. “A verdadeira inovação nasce quando desenvolvemos as pessoas para usarem a tecnologia a seu favor. Hoje, transformar processos por meio do digital é algo muito mais acessível: o que antes exigia cursos complexos, agora está ao alcance de todos — sem limite de idade ou função. Do escritório à portaria, todos podem ser protagonistas da transformação digital. Um exemplo disso é que antes, os guardas da portaria do Porto anotavam os nomes dos visitantes à mão. Hoje, fazem isso com um simples toque no tablet, usando tecnologia NFC (Near Field Communication), que permite a leitura de dados por aproximação, como quando você paga algo só encostando o cartão”, comenta Fabiano Medeiros, gerente de Inovação e Melhoria Contínua do Porto Sudeste.

 

Dentre as funções que os Talentos Digitais podem desempenhar está a de App Maker, na qual recém desenvolvedores utilizam a do Microsoft Power Platform, um conjunto de ferramentas low-code que permite automatizar processos, criar aplicativos, analisar dados e desenvolver chatbots de forma rápida e integrada. A partir disso, os profissionais podem desenvolver soluções práticas que podem ser acessadas em qualquer smartphone por outros funcionários.

 

Um exemplo disso foi o processo de transformação digital na Gestão da Limpeza Industrial, conduzido pela analista Yasmin Campos. O sistema foi criado para organizar as atividades de limpeza industrial do Porto, buscando uma visão clara do status e eficiência das atividades. A iniciativa eliminou atrasos, garantiu a segurança de dados estratégicos, promoveu uma maior organização das atividades de limpeza e gerou maior clareza para tomada de decisões baseadas em dados. “Com o sistema de gestão da limpeza industrial, a equipe conseguiu monitorar a produtividade e melhorar a comunicação interna. O impacto dessa solução foi significativo para a operação, trazendo assertividade e gestão ao processo de limpeza”, comentou Yasmin.

 

Outra função de destaque é a de estudo de dados, na qual a partir da leitura de métricas, os trabalhadores se tornam responsáveis pela transformação de dados, criação de modelos de dados escalonáveis e eficientes e a habilitação e implementação de funcionalidades analíticas avançadas em relatórios para análise e insights relevantes e significativos.

 

A coleta e retorno de materiais não-aplicados, desenvolvido pelo técnico de planejamento e programação Christiano Santana, busca gerenciar e otimizar o recolhimento de insumos que não foram aplicados em sua totalidade na operação. A partir desses dados, foi criado um processo de registro e aprovação desses materiais, uma solução trouxe maior rastreabilidade e controle sobre o processo. “A centralização das solicitações tornou o processo mais ágil e transparente, além de evitar desperdícios e reduzir custos”, explicou.

 

As capacitações do Programa Talentos Digitais são feitas por meio do Integranet Lab, um portal inovador e estratégico criado para fornecer aos integrantes um ambiente seguro e controlado, em que podem colocar em prática suas ideias, desenvolver novas soluções e realizar testes sem comprometer o ambiente de produção. O espaço foi projetado para fomentar a criatividade e a experimentação, garantindo que cada iniciativa possa ser desenvolvida e validada antes de sua implementação oficial.

 

Sobre o Porto Sudeste

O Porto Sudeste é um porto privado, projetado para movimentar diversos tipos de granéis sólidos, em especial o minério de ferro, e líquidos. Atualmente, é um dos terminais mais eficientes do Brasil, com capacidade para movimentar 50 milhões de toneladas por ano, com licença de expansão para até 100 milhões de toneladas/ano. Localizado em área abrigada na Baía de Sepetiba, na Ilha da Madeira, em Itaguaí (RJ), o empreendimento é considerado estratégico para o escoamento da produção de minério de ferro vindo de Minas Gerais, e para as operações de transbordo de petróleo e derivados dos navios que vêm da Bacia de Santos, berço do pré-sal. O Porto Sudeste gera empregos para a região, aumenta a arrecadação de impostos e promove o desenvolvimento para o município de Itaguaí.

BRAVA Energia registra EBITDA de R$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre de 2025

Companhia alcançou receita líquida de R$ 2,9 bilhões no período

A BRAVA Energia registrou, no primeiro trimestre de 2025, um EBITDA ajustado de R$ 1,1 bilhão, conforme balanço financeiro divulgado pela Companhia nesta segunda-feira (12/5). A receita líquida consolidada do ano foi de R$ 2,9 bilhões, um aumento de 47%, na comparação com o trimestre anterior. Já o lucro líquido foi de R$ 829 milhões. A Companhia encerrou o trimestre, ainda, com sólida posição de caixa de aproximadamente US$ 831 milhões.
A produção média, que no balanço do 1T25, foi de 70,8 mil barris de óleo equivalente por dia, em abril já chegou a 82 mil barris diários, um recorde para a empresa. Dos 82 mil barris de abril, 69 mil são de óleo.

Já o custo de extração (lifting cost) onshore ganha destaque pela redução pelo segundo trimestre consecutivo, atingindo US$ 16,7.

“Encerramos o primeiro trimestre do ano com resultados consistentes, que reforçam a eficiência da nossa estratégia. Registramos recorde de produção, um marco que demonstra a evolução constante dos nossos ativos e a capacidade de entrega das nossas equipes. Estamos confiantes em um crescimento ainda maior daqui para frente”, afirma o CEO da empresa, Décio Oddone.

Recorde de produção – O mês de abril foi marcado por fatores importantes, como o recorde de produção da companhia, registrando 82 mil barris de óleo equivalente por dia, e a conclusão da conexão de dois poços em Atlanta, de forma que o FPSO do campo passou a produzir por meio de quatro poços. Atlanta também apresentou recorde de produção em abril, com 34 mil barris por dia.

Ainda no período, o atual Diretor de Operações Offshore da BRAVA, Carlos Travassos, assumiu o cargo e a Companhia publicou seu primeiro Relatório Anual e de Sustentabilidade, refletindo o alinhamento com as melhores práticas do mercado.

 

Sobre a BRAVA Energia

A BRAVA Energia é uma das principais empresas independentes de petróleo e gás do país, com o portfólio mais diversificado e atuação mais abrangente, em diferentes elos da cadeia de valor do setor. A companhia possui ativos em terra e mar, nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Rio Grande do Norte e Ceará. A BRAVA Energia opera os campos offshore de Atlanta e Oliva (Bacia de Santos), Papa-Terra (Bacia de Campos) e Peroá (Bacia do Espírito Santo). Na Bacia de Camamu (BA), detém participação majoritária do campo de Manati, na Bacia de Campos, adquiriu 23% do Parque das Conchas e, na Bacia Potiguar, possui 35% de Pescada. No onshore, a companhia é operadora do Complexo Potiguar, onde está o Ativo Industrial BRAVA, em Guamaré, e do Complexo Recôncavo. Listada por meio do ticker BRAV3, a BRAVA Energia atua com foco na maximização dos resultados esperados de seus ativos para seus acionistas e a sociedade em geral, incluindo seu compromisso com a agenda ESG.

OceanPact estreia no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3

A OceanPact anuncia sua estreia na carteira 2025 do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, que entrou em vigor no dia 5 de maio. Com isso, a OceanPact passa a integrar o grupo seleto de empresas reconhecidas por seu desempenho em práticas ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG).

Criado pela B3, o ISE é um dos principais indicadores do mercado de capitais brasileiro voltado à sustentabilidade. O índice funciona como uma referência para investidores que priorizam organizações comprometidas com uma atuação ética, transparente e responsável.

A inclusão da OceanPact no ISE marca um importante reconhecimento do esforço da empresa em promover a sustentabilidade de forma estruturada e mensurável. O processo de seleção do índice envolve uma avaliação criteriosa de diversos aspectos, como gestão ambiental, responsabilidade social, práticas de compliance e governança.

“A presença no ISE reflete o compromisso contínuo da companhia com a ética, as melhores práticas e a realização de seu propósito organizacional”, afirma Fernando Borensztein, diretor de Novos Negócios e Sustentabilidade da OceanPact.

A carteira 2025 do ISE é composta por 82 companhias, de 40 setores distintos, todas comprometidas em tratar a sustentabilidade como valor essencial em suas estratégias e operações.

 

Sobre a OceanPact
A OceanPact é uma empresa brasileira que desenvolve soluções inovadoras e eficientes nas áreas de meio ambiente, operações submarinas, logística e engenharia, com foco na proteção e uso sustentável do mar, litoral e recursos marinhos. Desde fevereiro de 2021, a companhia integra a B3, com ações listadas no segmento Novo Mercado sob o ticker OPCT3.

Petrobras e Portobello firmam parceria inédita para fornecimento de gás natural

A indústria cerâmica é o maior consumidor de Santa Catarina na modalidade e contrato marca a entrada da estatal no setor

A Petrobras firmou contrato com a Portobello, um dos maiores clientes industriais de Santa Catarina e o maior consumidor de gás do estado. A parceria consolida a participação da Petrobras no mercado livre catarinense e marca a entrada da empresa no fornecimento de gás natural para o segmento ceramista.
“Estamos em processo de expansão e consolidação de nossa carteira de clientes no mercado livre de gás natural. Os novos contratos que foram celebrados, como este, com o ingresso da Petrobras como fornecedora em um novo setor, demonstram que estamos no caminho certo. A empresa vem desenvolvendo uma nova carteira de produtos de gás, com portfólio diversificado de contratos, de modo a oferecer a melhor opção para os parceiros comerciais”, afirma Álvaro Tupiassu, gerente executivo de Gás e Energia da Petrobras.
A companhia investe mais de US$7 bilhões em novas infraestruturas de ofertas de gás natural, além de oferecer diversas opções de contratos flexíveis, adequadas às necessidades dos clientes, com diferentes modalidades de prazo e indexadores.
Para a Portobello, a parceria representa um passo importante para ampliar a eficiência e a competitividade da companhia. O fornecimento de gás natural pela Petrobras está alinhado ao foco do Portobello Grupo em aprimorar continuamente sua matriz energética, mantendo um desempenho industrial em níveis elevados.
“A competitividade da indústria cerâmica está diretamente ligada à eficiência energética. A parceria com a Petrobras nos dá segurança de fornecimento e condições comerciais compatíveis com nossos desafios de produção em larga escala, fortalecendo ainda mais nossa posição de referência no setor”, destaca Luciano Abrantes, CEO da unidade Portobello, do Grupo Portobello.

SOBRE O PORTOBELLO GRUPO

Portobello Grupo é líder em inovação e design, uma das principais empresas de revestimentos no Brasil, além de protagonista global no setor. O Grupo possui quatro unidades de negócio no Brasil e nos Estados Unidos.
A unidade de varejo, prioridade estratégica do grupo, é a Portobello Shop, a única rede de soluções em revestimentos no Brasil, com 135 lojas franquias e 29 lojas próprias em todas as regiões. A empresa exercita a centralidade no cliente, proporcionando a melhor experiência possível com a marca para os profissionais de arquitetura e design, além de consumidores finais.
A Portobello America concretiza a estratégia de internacionalização do grupo, com uma operação de distribuição consolidada e a construção do primeiro parque fabril da marca, inaugurado em outubro de 2023, em Baxter, Tennessee.

A unidade Portobello distribui seus produtos através dos principais home centers do país, do mercado imobiliário e grandes obras, além da exportação para mais de 63 países. Essa unidade tem um parque industrial em Tijucas, Santa Catarina, com a produção dos mais inovadores produtos cerâmicos, com destaque para as lastras em porcelanato.
A unidade Pointer é a marca de design democrático, com atuação na região nordeste do país, além da exportação, e uma unidade industrial estruturada para ser a mais sustentável possível, em Marechal Deodoro, Alagoas.
Listada na B3 (PTBL3), a empresa adota as mais avançadas práticas de governança corporativa, com destaque para a gestão ESG, estruturada a partir de um Comitê de Sustentabilidade, composto pelo Presidente do Conselho e acionistas. Signatário do Pacto Global, o Grupo tem metas orientadas pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Porto do Açu e IKM assinam acordo para serviços de suporte a descomissionamento de unidades offshore

O Porto do Açu e a norueguesa IKM assinaram nesta terça-feira (06/05), durante a Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos, um Memorando de Entendimentos (MoU, na sigla em inglês) para estudar a viabilidade da prestação de serviços de limpeza e descontaminação de plataformas e outras unidades offshore. O acordo é uma etapa importante da estrutura de apoio ao descomissionamento no complexo porto-indústria do Açu, localizado no Norte Fluminense.

O contrato faz parte da estratégia do Porto do Açu de abrigar o primeiro hub de descomissionamento sustentável do Brasil, que inclui as atividades de acostamento temporário, pré-desmantelamento e desmantelamento de plataformas. A IKM tem forte presença internacional, realiza atividades de descomissionamento desde 2001 e está no Brasil desde 2009. Em 2024, o porto recebeu duas plataformas da Petrobras, a P-26 e a P-33, nas quais já iniciou o processo de limpeza de casco e destinação de resíduos e efluentes. As unidades continuam acostadas no Açu.

Ocyan oferece 55 vagas na área de manutenção e serviços offshore

Oportunidades são para profissionais de nível médio e técnico para atuar em plataformas ou na Base Operacional, em Macaé

Base da Ocyan em Macaé: empresa oferece 55 vagas para a área de MSO

Rio de Janeiro, 7 de maio de 2025 – A Ocyan, uma das principais empresas de serviços no setor de petróleo e gás do Brasil, está com 55 vagas abertas para a área de manutenção e serviços offshore (MSO). As oportunidades são para profissionais de diversos níveis de escolaridade, com contratos permanentes para atuar em plataformas ou na Base Operacional em Macaé (RJ).

As inscrições estão abertas até o fim de maio e podem ser realizadas por meio do site da companhia (www.ocyan-sa.com, na página Nossa Gente).

As vagas disponíveis incluem funções como Caldeireiro Onshore; Soldador TIG/Eletrogo/ Raiz Total/ Cobre Níquel Onshore; Inspetor de Solda LP PM Escalador; Inspetor de Pintura Abraco Escalador; e Projetista de tubulação.

Há opções para profissionais de nível médio e técnico, com salários e benefícios compatíveis com o mercado.

“A Ocyan sempre encorajou a candidatura de profissionais diversos, mas para este processo, daremos uma atenção ainda maior a candidaturas de mulheres, em especial para a vaga de caldeireira e soldadora. A presença feminina no mercado de óleo e gás é cada vez maior, mesmo em funções de operação”, afirma Luciene Braga, gerente de Recursos Humanos da Ocyan.

As vagas fazem parte do fortalecimento das operações offshore da Ocyan, que segue comprometida com o desenvolvimento profissional de seus integrantes e com a entrega de soluções inovadoras e de alta qualidade para o setor de óleo e gás.

Sobre a Ocyan

Ocyan atua há décadas na prestação de serviços para o setor de óleo e gás Upstream, com alta qualidade e capacidade técnica.

Na área de PRODUÇÃO OFFSHORE somos a única operadora brasileira de unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência – FPSO’s. Operamos atualmente quatro unidades por meio de uma joint venture 50/50 com a Altera Infrastructure, mantendo contratos de longo prazo como Consórcio de Libra, a Karoon Energy e a Brava Energia.

Temos larga experiência em SUBSEA, com afretamento e operação de unidades de lançamento de risers flexíveis (PLSV’s). Atuamos também em projeto de descomissionamento de instalações submarinas de campos offshore em águas profundas no Brasil, além de executarmos projetos EPCI (Engineering, Procurement, Construction&Installation), como por exemplo, o projeto de revitalização da malha de gás da Bacia de Campos por meio de um consórcio com a Mota-Engil. Estudamos ainda a prestação de serviços para projetos de energia Eólica Offshore, em sinergia com nossas outras atividades.

Em Macaé, temos nossa área de SERVIÇOS e TECNOLOGIAS. Atendemos o mercado de Manutenção e Serviços Offshore, para às áreas de engenharia, suprimentos, fabricação, montagem, inspeções, manutenção, reparo e pintura, além de oferecer Serviços Digitais e de Tecnologias.

Informações para a imprensa

Danthi Comunicação Integrada

Cristian Klein – cristian.klein@danthi.com.br / (21) 99654-7575

PRIO registra maior volume de vendas em 10 anos e avança em perfuração de Wahoo no 1T25

  • Comercialização 10,2 milhões de barris no 1T25;
  • Produção média de 109,3 mil barris por dia
  • Receita Total (ex-IFRS 16) sobe 14% e vai a US$ 727 milhões;
  • Lucro líquido (ex-IFRS 16) de US$ 345 milhões (aumento de 54% vs. 1T24)
  • Licença e início das perfurações no campo Wahoo
  • Anuência para workovers em Tubarão Martelo

Rio de Janeiro, 06 de maio de 2025 – A PRIO, maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, bateu a marca de 10,2 milhões de barris comercializados no 1T25. Em 10 anos, esse é o maior volume de vendas para um trimestre já registrado pela petroleira carioca.

 

“Nossa estratégia comercial é um dos diferenciais competitivos”, destaca Roberto Monteiro, CEO da PRIO. “Operar com a modalidade ‘entrega ao cliente’ permite acessar mercados estratégicos. Uma flexibilidade que nos ajuda a maximizar a rentabilidade por barril”, ratifica.

Peregrino foi um dos propulsores. De todo o petróleo vendido pela companhia, 35% vêm do campo, que teve a produção de 40% consolidada em dezembro de 2024. Em 1º de maio deste ano a PRIO fechou acordo com a Equinor para a aquisição dos 60% remanescentes do campo e sua operação, em uma transação de U$S 3,35 bilhões.

Na frente ambiental, a companhia obteve a licença de perfuração do campo de Wahoo, o que permitiu iniciar as atividades no campo com a sonda Hunter Queen. Os dois primeiros poços estão sendo perfurados simultaneamente, em formato batch – estratégia que permite maior eficiência operacional ao concentrar etapas semelhantes de perfuração. A primeira fase já está concluída e a segunda está prevista para finalizar em maio.

A Companhia destacou ainda a melhora na eficiência operacional em Albacora Leste, que atingiu 88,8% em abril, e avanços relacionados aos clusters Polvo e Tubarão Martelo, com anuências para intervenções nos poços concedidas em abril.

 

Produção e receita crescem

 

Ao todo, a PRIO teve uma produção média de 109.209 barris de óleo por dia (boepd), um aumento de 24,8% em relação ao trimestre passado. O lifting cost foi de US$ 12,8/barril, aumento de 15% em comparação com 1T24, ocasionado, principalmente, pelo maior custo de produção do campo de Peregrino.

Receita Total (ex-IFRS 16) também aumentou, passando para US$ 727 milhões, 14% a mais em relação ao mesmo período do ano anterior. Ebitda ajustado (ex-IFRS 16) do período foi de US$ 447 milhões, enquanto o lucro líquido registrou US$ 345 milhões.

 

>>> Para acessar o relatório de resultados completo, clique aqui.

Seagems leva expertise do setor de óleo e gás a novas demandas da indústria energética nacional

Operação na usina Porto de Sergipe evidencia potencial de aplicação da engenharia submarina em diferentes contextos da matriz energética

Rio de Janeiro, maio de 2025 – O crescimento da demanda por gás natural no Brasil reforça a importância de soluções técnicas capazes de garantir estabilidade e eficiência em projetos ligados à matriz energética nacional. Em 2024, o consumo diário de gás natural no país chegou a 52,5 milhões de m³, com um aumento de 22,9% no setor elétrico, segundo dados da Abegás.

Esse cenário exige uma infraestrutura cada vez mais preparada. Embora a engenharia submarina seja tradicionalmente associada ao setor de petróleo e gás, o Brasil conta com empresas com expertise consolidada nesse segmento e capacidade para atuar em outras frentes da cadeia energética. Um exemplo disso foi a atuação da Seagems, que, em parceria com a Eneva, conduziu uma operação crítica de manutenção no duto submarino da usina termoelétrica Porto de Sergipe, um dos maiores empreendimentos do país na geração de energia a gás natural.

Manutenção submarina garante retomada de operação da usina

Durante a operação, concluída em dezembro de 2024, foi identificado um vazamento no riser submarino que integra o sistema de abastecimento. A Seagems foi acionada para conduzir uma operação emergencial de substituição do trecho danificado do duto, garantindo a retomada segura e ágil da operação da unidade. A empresa mobilizou embarcações especializadas e equipes técnicas para o reparo, executado com alto grau de precisão e dentro de um prazo reduzido, minimizando os impactos no fornecimento de energia para o sistema nacional.

 

Do óleo e gás para novas possibilidades técnicas no setor energético

A operação em Sergipe representou uma oportunidade pontual para a Seagems aplicar sua experiência em engenharia submarina — desenvolvida em projetos de alta complexidade no offshore — a um novo cenário da matriz energética. A experiência evidencia o potencial de empresas brasileiras para colaborar com eficiência em diferentes demandas do setor.

“Temos uma bagagem robusta adquirida em anos de atuação no setor de óleo e gás. Isso nos permite oferecer soluções seguras e eficazes também para outras frentes da indústria energética”, afirma Marcos Adriano, Superintendente de Projetos Especiais da Seagems.

 

Impactos diretos da operação

A intervenção realizada pela Seagems foi decisiva para a retomada da operação da usina e trouxe benefícios como:

✔ Restauração rápida da infraestrutura, com redução do tempo de paralisação;
✔ Prevenção de riscos operacionais e reforço da integridade do sistema submarino;
✔ Contribuição para a segurança do fornecimento de energia, em um momento de alta demanda;
✔ Demonstração do potencial técnico da engenharia submarina brasileira para atender diferentes contextos da matriz energética.

 

Infraestrutura energética em expansão e novas oportunidades técnicas

De acordo com o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2032), a demanda por gás natural no país deve crescer até 23% nos próximos anos, ampliando a necessidade de modernização e manutenção da infraestrutura existente.

Esse cenário abre espaço para que empresas com qualificação técnica, como a Seagems, colaborem em diferentes frentes do setor energético nacional, sempre que houver sinergia entre demanda, escopo e experiência.

 

Crescimento da demanda e desafios do setor

Com a elevação no consumo de gás natural, garantir a segurança da infraestrutura tornou-se imprescindível para evitar falhas no abastecimento energético. Além das variações na geração hidrelétrica, políticas de descarbonização têm impulsionado o uso do gás como uma alternativa eficiente em diversos contextos de geração. Para sustentar esse crescimento, serão cada vez mais estratégicos os investimentos em manutenção e modernização das estruturas existentes.

“Cada cenário exige uma solução sob medida, e nosso papel é usar a experiência acumulada para adaptar tecnologias e métodos às necessidades de cada operação. Esse projeto foi uma oportunidade de mostrar como a engenharia submarina nacional pode responder com agilidade e excelência”, finaliza Marcos Adriano.

Sobre a Seagems

Especializada em soluções práticas de engenharia submarina, a Seagems oferece respostas inovadoras às demandas offshore da indústria de energia. A empresa conta uma frota de seis navios PLSV e tem escritórios nas cidades do Rio de Janeiro, Rio das Ostras e Viena. A Seagems é 100% brasileira, resultado de uma joint venture entre duas multinacionais de renome: Sapura Energy Behard e Paratus Energy Services Ltd.  Atualmente a Seagems tem contratos de longo prazo assegurados para toda a frota a serviço da Petrobras.