Sherwin-Williams Protective & Marine lança série de vídeos voltados ao mercado de Óleo e Gás

Os temas serão postados a cada três semanas no Youtube e na Landing Page Latam

A Sherwin-Williams, divisão Protective & Marine, que oferece uma linha completa de revestimentos e sistemas de alto desempenho para a indústria, lançou uma campanha exclusiva com conteúdos destinados ao mercado de Óleo e Gás. A série de vídeos sobre corrosão na indústria de O&G será apresentada pelo time de especialistas da empresa, no canal oficial no Youtube e na Landing Page Latam a cada três semanas. O primeiro episódio que faz uma introdução ao tema já está disponível no link: https://pages.s-w.com/oil-and-gas-latam-br-pt.html.

O vídeo inicial abordando sobre a pintura de manutenção e combate a corrosão no mercado de Óleo e Gás foi apresentado pela Gerente de Desenvolvimento de Mercado e especialista em O&G na América Latina, Daniele Silva. “A corrosão é um processo natural e um problema comum que afeta os ambientes industriais, causando prejuízos financeiros e de segurança. Uma planta com corrosão é um risco potencial ao negócio e na Sherwin-Williams nós temos produtos específicos para atender as necessidades do mercado, com tintas anticorrosivas excelentes, além de uma equipe global especializada à disposição do cliente”, explica Daniele.

A cada três semanas serão postados novos temas, com entrevistas e percepções do segmento de O&G. O segundo assunto abordado na campanha será a Corrosão sob Isolamento, com a participação da especialista em Tintas industriais, Vania Sampaio. A divisão Protective & Marine oferece proteção inteligente de ativos e serviços comerciais, técnicos e de especificação para vários mercados, incluindo Óleo e Gás, Água e Esgoto, Estruturas Metálicas, Pisos de Alta Performance, Alimentos e Bebidas, Mineração, Ferroviário, Geração de Energia e Proteção Passiva Contra Fogo.

Sobre a Sherwin-Williams Protective & Marine Coatings

A divisão de Revestimentos de Proteção e Marítima da Sherwin-Williams oferece proteção inteligente de ativos e serviços comerciais, técnicos e de especificação incomparáveis a clientes em uma ampla variedade de mercados, incluindo Óleo e Gás, Água e Esgoto, Estruturas Metálicas, Pisos de alta performance, Alimentos e Bebidas, Mineração, Ferroviário, Geração de Energia e Proteção contra Incêndios. A Sherwin-Williams oferece uma linha completa de revestimentos e sistemas de alto desempenho para combater a corrosão. Nosso portfólio de produtos de classe mundial é apoiado pelas principais plataformas de tecnologia e inovação e inclui uma linha crescente de produtos Global Core, disponíveis no mesmo padrão de qualidade e desempenho em qualquer lugar do mundo. A Divisão Protective & Marine faz parte do Grupo Performance Coating da Sherwin-Williams, que fornece uma ampla gama de soluções altamente projetadas para os mercados da construção, industrial, embalagem e transporte em mais de 120 países no mundo. Fundada em 1866, a The Sherwin-Williams Company é líder global na fabricação, desenvolvimento, distribuição e venda de tintas, revestimentos e produtos relacionados a clientes profissionais, industriais, comerciais e de varejo. Para mais informações, acesse https://pages.s-w.com/contact-po-pm-latm.html.

FIX Facilities e MTK Service anunciam fusão e passam a se chamar FIX Serviço

Empresas integram suas operações e experiências nos setores de manutenção predial e industrial

As empresas FIX Facilities e MTK Service passaram por um processo de fusão e juntas deram origem à FIX Serviço, unindo suas expertises para oferecer ao mercado as atividades de manutenção predial e manutenção industrial por meio de três linhas de atuação: FIX Facilities, FIX Industrial e FIX Volante. A nova empresa já nasce com uma receita anual estimada em R$ 80 milhões e somando quase mil postos de trabalho.

“Com essa fusão, nós conseguimos unir o que temos de melhor para oferecer ao mercado nossa experiência na prestação de serviços para o setor de facilities aliada à experiência da MTK no atendimento ao setor industrial. Assim, nós formamos uma empresa bastante focada, com um corpo muito mais técnico e com muito mais força”, destaca o CEO da FIX Serviço, Luciano Gimenez.

Os fundadores da MTK Service, Adriano Marsili e Luis Souza, agora sócios da FIX Serviço, assumem respectivamente as posições de diretor Comercial e diretor Operacional da nova companhia. Marsili enfatiza que a união das empresas alia o conhecimento técnico e de mercado da MTK com a estrutura corporativa robusta da FIX. “Teremos agora a oportunidade de nos aprofundarmos ainda mais nas operações dos clientes, podendo levar uma solução muito mais completa. Teremos mais foco nas atividades comerciais e operacionais, o que traz grandes benefícios, pois você coloca cada especialista cuidando do que realmente conhece”, analisa.

Souza conta que os executivos perceberam no mercado uma carência por uma empresa prestadora de serviços totalmente pautada na excelência operacional por meio de métodos e processos que realmente conseguissem fornecer soluções inovadoras. “Cada marca está alicerçada em pilares específicos, com diretorias e engenharias distintas. O principal ganho oferecido ao mercado com essa fusão é a vantagem de poder contar com uma única empresa combinando diversos serviços, proporcionando redução dos custos operacionais. Além disso, a oficialização das linhas de negócios proporciona mais força e foco para discussões de inovação e melhoria dos processos”.

Segundo Gimenez, com as três linhas de atuação da FIX Serviço a companhia opera agora em todos os setores prioritários do mercado. “A FIX Facilities faz toda a parte de manutenção de infraestrutura predial e de apoio das empresas, a FIX Industrial está ligada à manutenção de linhas de produção e a FIX Volante trabalha na prestação de serviços pontuais, não só para grandes empresas, mas atendendo até mesmo o comércio, por exemplo”, diz.

“Com essa estrutura e os anos de experiência no mercado, minha expectativa é de termos um crescimento expressivo nos próximos anos, na casa de dois dígitos percentuais”, projeta Marsili. “Estamos nos posicionando como uma das melhores empresas de prestação de serviço no setor de manutenção, atendendo sempre da melhor forma às necessidades dos nossos clientes, aplicando tecnologia e desenvolvendo as melhores práticas que esse mercado exige”, finaliza Gimenez.

Inmetro aposta em tecnologia da certificação digital para dar fim às fraudes nas bombas de combustível

Edmar Araujo*

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) credenciou-se como Autoridade Certificadora de 1º nível da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e, a partir de agora, emitirá certificados digitais de objetos metrológicos. Com o feito, a autarquia tentará dar cabo às fraudes que ocorrem em postos de combustíveis em todo o Brasil, problema dos mais crônicos de encontrar alguma resolução.

É importante tentar explicar como ocorrem as burlas que prejudicam consumidores diariamente no país.

Quando somos atendidos por frentistas, eles nos questionam a respeito da quantidade de combustível que desejamos abastecer. O único jeito de saber quantos litros há no tanque do carro é pedir para que se preencha até o limite suportado pelo veículo e, mesmo assim, o total de gasolina, etanol ou diesel não permitirá aferir os litros que realmente foram adquiridos.

Mas, como ocorre a fraude durante o abastecimento?

É de forma invisível que os consumidores são lesados. Nos componentes eletrônicos do equipamento para abastecer, a famosa bomba, o volume de combustível é calculado por um bloco medidor, que gira conforme a quantidade que passa por ele. O transdutor óptico, por sua vez, comunica ao medidor o número de pulsos enviados para a bomba.

Consideremos então o seguinte: 100 pulsos correspondem exatamente a 1 litro de combustível. É precisamente nesta interação entre transdutor e medidor que os fraudadores atuam ao instalar componente que faça o medidor entender que está recebendo pulsos a mais. O consumidor acaba pagando por litros que não correspondem ao indicado na bomba.

Assim, o meio encontrado pelo Inmetro para blindar eletronicamente esses dispositivos foi a tecnologia do certificado digital ICP-Brasil, lançando mão de um processo de implantação rápido e prático. O objetivo é que as bombas já venham de fábrica com o certificado instalado. Assim, todos a parte eletrônica da bomba, inclusive o software que faz a comunicação entre o transdutor óptico e o medidor, estará resguardada com criptografia de ponta a ponta.

O consumidor estará empoderado e saberá se abastece em posto onde as bombas estão certificadas pela tecnologia ICP-Brasil, já que os equipamentos serão obrigados a disponibilizar informações sobre sua identidade. Bastaria, por exemplo, a captura de um QR Code para saber tudo sobre determinada bomba, como o endereço do posto, sua data de fabricação e se o certificado metrológico ICP-Brasil está instalado e válido, ou ainda, celulares e bombas poderiam se comunicar automaticamente e trocar dados a partir da tecnologia da Internet das Coisas (IoT). Na prática, um app será o suficiente para combater fraudes.

O certificado digital que será utilizado será o de Objetos Metrológicos (OM-BR), destinado exclusivamente a itens desta natureza que sejam regulados pelo Inmetro. O projeto permite que a fiscalização seja otimizada a partir do uso do OM-BR em outros equipamentos igualmente burlados no Brasil, como balanças e relógios medidores de energia elétrica.

O Planalto trata este tema como dos mais importantes entre as ações do Governo Federal para coibir fraudes que prejudicam toda a cadeia econômica envolvida, já que elas permitem burlas fiscais na ordem dos bilhões de reais.

Resta saber em qual velocidade o projeto será operacionalizado e se, de fato, todos nós poderemos confiar nas informações que visualizamos nas bombas de combustível. Num país onde e-mails sobre o combate à pandemia da Covid-19 não são respondidos por autoridades, é difícil crer que a tecnologia terá algum protagonismo para a solução de problemas.

No papel está bonito.

Na prática, só o tempo, senhor da razão, nos dirá se haverá solução.

É ver para crer.

*Edmar Araujo, presidente executivo da Associação das Autoridades de Registro do Brasil (AARB). MBA em Transformação Digital e Futuro dos Negócios, jornalista. Membro titular do Comitê Gestor da ICP-Brasil

Dow está mais uma vez no ranking GPTW das melhores empresas para as mulheres trabalharem no Brasil

Companhia ficou em 17º lugar entre as 35 empresas de grande porte

Pelo segundo ano consecutivo, a Dow está entre as organizações certificadas pelo ranking GPTW (Great Place to Work) como uma das “Melhores Empresas para a Mulher Trabalhar” no Brasil.

A empresa ocupou a 17ª posição entre as 35 companhias de grande porte que foram reconhecidas por desenvolverem as melhores práticas para a valorização da mulher no mercado de trabalho. 

A certificação se soma a outra conquista recente da empresa em práticas de inclusão e equidade, já que a Dow foi condecorada com o troféu da Categoria Ouro na 4ª edição do Prêmio WEPs Brasil – Empresas Empoderando Mulheres – premiação reconhecida pela ONU Mulheres. Em 2021, a Dow completa dez anos como signatária global dos Princípios para o Empoderamento da Mulher na Sociedade.

Empoderamento feminino e busca por equidade

Uma das indústrias pioneiras na abordagem corporativa das questões de Inclusão, Diversidade e Equidade, a Dow investe, há mais de 30 anos, em iniciativas que pretendem dar espaço e voz ativa às mulheres. Por meio do WIN (Women Inclusion Network), grupo de afinidade que se dedica a questões relacionadas ao empoderamento feminino e à equidade de gênero, a Dow promove ações de estímulo à liderança feminina, trabalha iniciativas de combate à discriminação contra mulheres e organiza debates para entender os desafios que as mulheres ainda enfrentam no ambiente de trabalho.

Foi a partir de uma sugestão que chegou por meio do WIN que a Dow implementou a flexibilidade no horário de entrada no trabalho. A iniciativa surgiu para atender às necessidades das mulheres que são mães, mas a possibilidade se estendeu para todos os funcionários, exceto em funções que trabalham por turnos.

As funcionárias da companhia também têm a possibilidade de licença maternidade estendida de seis meses e, entre outubro e novembro de cada ano, podem fazer exames preventivos contra o câncer de mama com isenção de 100% da coparticipação no Plano de Saúde. Na sede da empresa, em São Paulo, também está disponível um lactário, espaço reservado onde as mães podem tirar o leite com tranquilidade.

Parceria para combater a violência contra a mulher

A Dow também se preocupa em proporcionar um espaço seguro e de empoderamento para suas funcionárias e outras mulheres, estendendo sua atuação para além dos muros da empresa. Desde o início da pandemia da Covid-19, a empresa ampliou seus programas de apoio e desenvolvimento para funcionárias e integrou frentes corporativas em campanhas de combate à violência doméstica. Em parceria com o Instituto AVON e outras empresas, a Dow participou da criação da Coalizão Empresarial Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas.

Inovações na indústria de mineração contribuem para melhorar a utilização de ativos e esquemas colaborativos

As mineradoras devem colaborar entre si e evoluir seus fornecedores para parceiros de negócios para resolver problemas em conjunto. A otimização holística dos sistemas de mineração ainda requer integração tecnológica para obter e analisar informações e realizar simulações

Como resultado da pandemia, o setor de mineração incorporou novas ferramentas tecnológicas para garantir sua continuidade. Especialistas de diversas empresas do setor analisaram o impacto e a direção dessas ferramentas no fórum “Inovação em tempos turbulentos: o que vem para a indústria da mineração”, que ocorreu durante a Automation Fair at Home 2020, organizada pela Rockwell Automation.

Na perspectiva de Daniel Riquelme, diretor de Sistemas de Controle da BHP, estratégias digitais ajudaram as mineradoras a se mobilizar para superar os desafios da pandemia. Por sua vez, essas mudanças têm proporcionado a oportunidade de ter um melhor gerenciamento de energia e reduzir a pegada de carbono.

Sobre este assunto, John Woods, diretor global da Kalypso, empresa da Rockwell Automation, observou que a mineração desempenha um papel fundamental na proteção do meio ambiente. Além disso, comentou que as mudanças no cenário global criaram uma excelente oportunidade para demonstrar a força das mineradoras e a gestão responsável que fazem dos recursos naturais. “A pausa que experimentamos na indústria nos forçou a descobrir como avançar. Isso mudou a forma como colaboramos, usamos a tecnologia e seguimos em frente para nos mantermos competitivos.”

Carl Weatherell, diretor executivo e CEO do Canadian Mining Innovation Center (CMIC), destacou o papel de colaborar entre si e com seus fornecedores para resolver problemas em conjunto. Além disso, observou que esse trabalho integrado nos permite encontrar objetivos comuns e trabalhar para alcançá-los.

Um desses objetivos é a otimização holística dos sistemas de mineração, para o qual é necessário obter os dados necessários e saber analisar as informações existentes. “As bases para o desenvolvimento holístico e a otimização já estão em vigor. No entanto, precisamos ser capazes de realizar simulações de negócios levando em conta novas tecnologias geopolíticas e riscos”, disse ele.

Nesse sentido, John Woods enfatizou que o desenvolvimento de gêmeos digitais e o segmento digital ajudarão a antecipar os movimentos do mercado e incorporar a otimização holística dos sistemas de mineração. No entanto, informações suficientes são necessárias primeiro para gerar uma representação digital confiável do mundo real, para a qual as tecnologias existentes devem ser integradas.

Para Phil Nelson, Engenheiro Diretor da XPS Expert Process Solutions, as novas tecnologias no setor de mineração trouxeram melhores ferramentas de análise. Esses avanços permitem gerar maior produtividade em termos de manutenção e reparo de equipamentos. “As inovações digitais ajudam a corrigir as coisas antes de precisarem e eliminar tarefas repetitivas por meio da inteligência artificial”, disse ele.

Finalmente, os especialistas Daniel Riquelme e Carl Weatherell concordaram que incorporar com sucesso inovações tecnológicas requer mudança cultural dentro das empresas. Da mesma forma, é importante considerar a experiência do usuário e tornar as novas ferramentas fáceis de usar e contribuir para a tomada de decisões.

TechnipFMC firma outro contrato a Petrobras

A TechnipFMC garantiu um novo contrato submarino com a Petrobras para os campos 6 a 9 de Búzios na costa do Brasil.

De acordo com o contrato, a TechnipFMC fornecerá árvores submarinas com controles, unidades de distribuição elétrica e hidráulica, sistemas de cobertura, bem como serviços de instalação e intervenção de suporte com ferramentas de aluguel.

A entrega está prevista para começar no primeiro trimestre de 2023, disse a empresa.

De acordo com o presidente da TechnipFMC, Jonathan Landes, a empresa vai fabricar as árvores submarinas em suas instalações no Brasil que são alimentadas por fontes renováveis ​​de energia.

“Os campos Búzios 6-9 são grandes desenvolvimentos no Brasil e estamos muito honrados em apoiar a Petrobras neste projeto submarino, que fortalece ainda mais nossa parceria de longo prazo”, disse Landes.

“Este contrato chega apenas algumas semanas após atingirmos nosso recente marco de fabricação e entrega de 700 árvores no país – mais uma prova do nosso compromisso de longo prazo no Brasil, onde o conteúdo local representa mais de 97% da nossa força de trabalho”.

Há dois meses, a TechnipFMC conquistou o contrato submarino da Petrobras para o fornecimento de manifolds para os campos de Marlim e Voador.

A empresa fornecerá até oito manifolds para produção e injeção, utilizando o controlador de válvula robótica (RVC) totalmente elétrico.

Baker Hughes obtém grandes contratos da Petrobras para cinco campos offshore

A Baker Hughes fechou dois contratos com a Petrobras para fornecer 322 quilômetros de tubos flexíveis em cinco campos na costa do Brasil.

O primeiro contrato cobre até 96 quilômetros de dutos flexíveis para os campos de Sapinhoá e Tupi, enquanto o segundo cobre até 226 quilômetros de dutos flexíveis para os campos de Marlim 2 e Itapu.

Os tubos flexíveis da Baker Hughes serão usados ​​para uma combinação de linhas de produção, linhas de fluxo de injeção de gás, linhas de injeção de água e linhas de serviços para os desenvolvimentos submarinos do pré e pós-sal.

Incluindo dois contratos de dutos flexíveis para o campo de Búzios no primeiro trimestre deste ano, a Petrobras contratou a Baker Hughes durante o primeiro semestre de 2021 para fornecer até 370 quilômetros de dutos flexíveis para seus projetos submarinos.

Diz-se que é maior do que o volume de tubos flexíveis concedido pela Petrobras à Baker Hughes em 2019 e 2020 combinados.

“Nosso extenso histórico de implantação em toda a região, juntamente com nossa profunda experiência em projeto, fabricação e instalação de tubos, nos permite fornecer à Petrobras tecnologia de tubos flexíveis para aumentar o desempenho, confiabilidade e economia de seus desenvolvimentos de campo submarino mais desafiadores, ” Disse  Domenico Di Giambattista , vice-presidente de sistemas de tubos flexíveis para equipamentos de campos petrolíferos da Baker Hughes.

O anúncio segue o contrato da Baker Hughes com a Petrobras em maio para equipamentos submarinos de campos de petróleo para apoiar a revitalização dos campos de Marlim e Voador na Bacia de Campos offshore no Brasil.

A Petrobras também concedeu recentemente à Baker Hughes um contrato de cabeça de poço para Mero 4, o maior campo do pré-sal no Brasil.

Presidente da Petrobras recebe diretoria do CNTRC

O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, recebeu no último dia (29/6), na sede da empresa, a diretoria do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC). Participaram do encontro Plínio Nestor Dias, diretor-presidente do CNTRC; Alécio da Cruz Paulino, diretor vice-presidente; José Roberto Stringasci, diretor da Secretaria Geral; Cláudio da Costa Oliveira, diretor da Secretaria Nacional de Administração e Finanças; Flavio Aparecido da Silva Zamith, diretor da Secretaria Nacional de Gerenciamento de Crise, Urgências e Emergências; e Eduardo Madureira Santos, diretor Jurídico. Também participaram os diretores executivos da Petrobras Claudio Mastella, de Comercialização e Logística, e Roberto Ardenghy, de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade.

O presidente do CNTRC agradeceu a atenção do presidente da Petrobras e apresentou demandas dos transportadores de carga a Joaquim Silva e Luna. O presidente escutou as preocupações dos representantes do CNTRC e afirmou que vai avaliar as sugestões do setor. “O transporte modal rodoviário é muito importante para o Brasil. A Petrobras busca compreender os atores da sociedade, avalia a melhor forma de contribuir com todos eles e está sempre aberta ao diálogo”, disse o presidente da Petrobras após o encontro.

Petrobras utiliza realidade virtual para monitoramento e educação ambiental

Qualquer pessoa já pode caminhar por trilhas no meio da Caatinga e da Mata Atlântica sem sair de casa.

Já é possível proporcionar a sensação de presença em trilhas no meio da caatinga e da mata atlântica, através de recursos gráficos 3D, imagens 360 graus e drones. No mês do meio ambiente, celebrado em junho, a Petrobras proporciona essa experiência graças aos projetos desenvolvidos ou apoiados pela empresa para a utilização de realidade virtual para preservação e reflorestamento de biomas. Esse ambiente pode ser acessado não só por técnicos que o utilizam como ferramenta de trabalho, mas também pela população em geral, no sentido de agregar conhecimento e estimular a educação ambiental. A Petrobras investe em projetos e ações para ampliar o conhecimento, conservação e recuperação da biodiversidade.

O Caatinga 360 (https://projetocaatinga.ufersa.edu.br/caatinga-360/) é uma plataforma digital multimídia que permite ao usuário acesso a uma visita imersiva, virtual e interativa em três tipos de vegetação conservados do Bioma Caatinga na Região do Oeste Potiguar, em dois períodos distintos (seco e chuvoso). O sistema foi criado para propiciar uma alternativa não presencial de comparação de área preservada a ser utilizada no monitoramento de áreas em processo de recuperação ambiental. Além disso, permite o acesso virtual a áreas preservadas, que tradicionalmente possuem acesso presencial dificultado e uso bastante restrito. A ferramenta foi desenvolvida pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), em parceria com a Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Fundação Guimarães Duque (FGD) e a Empresa Mapeio Inovação e Tecnologia.

De acordo com o Diretor de Transformação Digital e Inovação, Nicolas Simone, “a tecnologia é uma grande aliada na aproximação das pessoas com o meio ambiente, transpondo barreiras físicas, permitindo visitas virtuais em lugares de difícil acesso e despertando em todos a importância da preservação. Por meio de iniciativas como essas, a Petrobras reforça seus compromissos com a sustentabilidade, desenvolvendo projetos socioambientais que geram impacto transformador para a Companhia e para a sociedade”.

Já o Projeto Guapiaçu (https://www.projetoguapiacu.com/) lançou o tour virtual pela Reserva Ecológica de Guapiaçu, no município de Cachoeiras de Macacu, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O passeio permite que os visitantes realizem trilha pela Mata Atlântica, com direito a guia especializado e diversas informações sobre fauna, flora e tudo o que faz parte deste bioma. Mesmo de casa, quem estiver no trajeto virtual ouvirá os sons da mata e de seus habitantes, principalmente os pássaros. Com o patrocínio da Petrobras e do Governo Federal, o projeto já atingiu mais de 26 mil pessoas com atividades de educação ambiental e restaurou 160 hectares de áreas degradadas, com o plantio de 300 mil mudas de espécies nativas. Os projetos socioambientais da Petrobras são selecionados de forma transparente e geram impacto transformador.