SBM Offshore abre inscrições para programa de estágio

As vagas são para atuar em Rio de Janeiro, Santos e Vitória

O Programa de Estágio da SBM Offshore está com inscrições abertas para diversas áreas. Os estudantes de administração, economia, engenharias, psicologia e direito com formaturas previstas entre julho 2023 e dezembro de 2024, podem se inscrever para concorrer a vagas no Rio de Janeiro, Santos ou Vitória.

O processo seletivo será feito online e inclui testes e dinâmicas. O início do contrato está previsto para julho. Para participar, o candidato deve acessar https://lnkd.in/d6GeQSd até dia 24 de junho.

A SBM Offshore é líder de mercado no fornecimento de soluções flutuantes de produção de energia offshore. Com uma frota de 14 FPSOs (Floating Production Storage and Offloading) no mundo, a empresa possui sete embarcações em operação no Brasil, tornando o país um dos seus principais mercados. A companhia emprega mais de 4.500 pessoas no mundo todo, em escritórios, bases operacionais em terra e tripulação embarcada em navios.

Programa de Estágio SBM Offshore

Inscrições: https://lnkd.in/d6GeQSd

Requisitos:

o Formação prevista entre Julho/23 e Dezembro/24;

o Cursos: Administração; Economia, Psicologia, Direito, Engenharia Ambiental; Engenharia Civil; Engenharia de Controle e Automação; Engenharia Elétrica; Engenharia Eletrônica; Engenharia Mecânica; Engenharia Mecatrônica; Engenharia Química; Engenharia de Petróleo; Engenharia de Produção .

Inglês Avançado/ Fluente;

Pacote Office;

Ter disponibilidade para estagiar 30h semanais;

Disponibilidade para estagiar no Rio de Janeiro – RJ, Santos – SP ou Vitória – ES.

Log-In prorroga inscrições para Programa Aprendiz 2021. Inscrições vão até o dia 30/06

A Log-In Logística Intermodal, empresa 100% brasileira de soluções logísticas, movimentação portuária e navegação de cabotagem e longo curso, abriu inscrições para o programa Aprendiz 2021 do terminal portuário de Vila Velha (ES). Em sua segunda edição, o programa busca selecionar jovens com idades entre 18 e 22 anos e que morem, preferencialmente, nas cidades de Vitória, Cariacica, Vila Velha e Serra. Serão disponibilizadas 14 vagas para quem quer viver sua primeira experiência profissional em operação portuária e administrativa.

O programa Aprendiz Log-In tem forte viés social e oferece aos estudantes da rede pública uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho por meio do processo de aprendizagem e prática. Além disso, prioriza os jovens que residem no entorno do terminal e vivem em situação de vulnerabilidade social, com renda familiar per capita de até dois salários mínimos.

Podem participar também os estudantes da rede particular, desde que bolsistas, com bom aproveitamento e frequência regular na escola. Outro pré-requisito é estar cursando, no mínimo, o último ano do ensino médio. Caso já tenha concluído o ensino médio, não pode ter nível superior completo. As inscrições vão até o dia 30 de junho, pelo link:  https://bit.ly/3q5bV1c

Sobre a Log-In Logística Intermodal:

A Log-In Logística Intermodal é uma empresa 100% brasileira, que oferece soluções logísticas customizadas, movimentação portuária e navegação de cabotagem integrada a outros modais e serviços, conectando por mar e terra, o Brasil e o Mercosul. Atualmente, a empresa possui uma frota própria de sete navios porta-contêineres, com capacidade total de 18.050 TEUs, considerando o recém-adquirido Log-In Discovery, que oferecem serviços de navegação com rotas regulares, conectando os principais portos do Brasil ao Mercosul, de Manaus a Buenos Aires, chegando até Assunção, no Paraguai. A Log-In também administra e opera o Terminal Portuário de Vila Velha, localizado no Porto de Vitória (ES), além de dois terminais intermodais, um em Itajaí (SC) e outro no Guarujá (SP) com operações dedicadas.

Kongsberg Digital fornecerá software de perfuração em tempo real Sitecom® para a Ocyan

A Ocyan, grande empreiteira de perfuração brasileira, selecionou o software SiteCom® da Kongsberg Digital para fornecer dados de perfuração em tempo real de suas sondas.

“Estamos muito felizes por Ocyan ter decidido usar SiteCom para disponibilizar dados em WITSML. Como operador, ter acesso a dados padrão completos em um sistema é um pré-requisito para digitalizar e automatizar processos em escala. Os requisitos da Ocyan para dados em tempo real mostram a robustez e versatilidade do SiteCom como um software de coleta de dados para a indústria ”, disse Kristian Hernes, SVP Digital Wells, Kongsberg Digital.

A Ocyan é uma das maiores empreiteiras de perfuração no Brasil, com uma frota offshore em serviço para as principais operadoras da região. De agora em diante, suas plataformas usarão a solução SiteCom da Kongsberg Digital para coletar e converter dados de diferentes fontes de dados, tornando os dados padrão disponíveis para a plataforma de dados principal da Ocyan, Ocyan SMART. Além do Sistema de Controle de Perfuração, as plataformas também são configuradas para receber dados marinhos, dados de sistemas de posicionamento dinâmico, sistemas de medidores de corrente oceânica e serão integradas a terceiros para o cálculo da fadiga do riser de perfuração.

“O SiteCom está ajudando a Ocyan a ter um sistema confiável e robusto a bordo, conectado a múltiplas fontes e diferentes protocolos, convertendo dados para padrões WITSML para atender aos requisitos do nosso Cliente”, disse Rodrigo Chamusca Machado, Gerente de Tecnologia e Inovação da Ocyan.

Maersk ganha contrato EPCI para projeto Mero 2 no Brasil

O Consórcio Libra contratou a Maersk Supply Service para a pré-instalação do sistema de amarração de um FPSO recém-construído no Brasil.

O projeto compreende obras de engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) no projeto Mero 2 e será realizado ao longo de 2021 e 2022.

O escopo do trabalho inclui o pré-lançamento de 24 âncoras torpedo de 23 metros de comprimento, cada uma pesando 120 toneladas, em lâmina d’água de 2.000 metros no litoral do Rio de Janeiro.

A Maersk será responsável por todas as atividades de engenharia, compras e execução offshore.

“ Este é um dos maiores projetos do gênero a serem premiados este ano, e estamos muito orgulhosos de tê-lo conquistado. Com este contrato, estaremos ampliando significativamente nossas atividades no Brasil e desenvolveremos ainda mais nosso escritório no Rio de Janeiro ”, disse Rafael Thome , diretor-gerente da Maersk Supply Service na América Latina.

“ Esperamos trabalhar em estreita colaboração com a Petrobras como operadora líder do Consórcio Libra e aprimorar nossas capacidades de soluções no mercado brasileiro”.

Para lembrar, em agosto de 2020, a Petrobras concedeu à TechnipFMC um contrato EPCI para o campo do pré-sal Mero, localizado na Bacia de Santos, no Brasil.

O campo de Mero é operado pelo Consórcio Libra composto por Petrobras, Shell Brasil, Total, CNPC, CNOOC e Pré-sal Petróleo SA (PPSA).

Petrobras informa sobre arrendamento de Terminal de Regaseificação de GNL

A Petrobras, em continuidade aos comunicados divulgados em 01/10/2020 e 16/04/2021, informa que foi realizada, em 14/06/2021, a Sessão Pública presencial para abertura das propostas comerciais dos licitantes interessados no arrendamento do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TR-BA) e instalações associadas, tendo comparecido a empresa Excelerate Energy Comercializadora de Gás Natural Ltda. (Excelerate).

A Excelerate apresentou todos os relatórios e declarações necessários para aceitação do envelope contendo sua proposta comercial nos termos do Edital. A Comissão de Licitação verificou que se tratava de uma proposta vinculada à inclusão de nova condição rescisória, ainda que a empresa tenha assinado a Declaração Unificada declarando expressamente a aceitação de todos os termos do Edital. Dada a oportunidade de remoção da condição adicional, a empresa manteve seu posicionamento.

Nesse sentido, a proposta apresentada pela Excelerate foi desclassificada durante a etapa de verificação de sua efetividade, com base nos itens 3.2.5.5 e 5.1 do Edital.

Em consonância com o item 7.1 do Edital, a Excelerate possui 5 dias úteis para a apresentação de recurso administrativo, cujo prazo se encerrará em 28/06/2021.

Para mais informações acesse https://petrobras.com.br/pt/canais-de-negocios/arrendamento-tr-ba/.

O arrendamento está alinhado com a estratégia da companhia de melhoria na sua alocação do capital e da construção de um ambiente favorável à entrada de novos investidores no setor de gás natural.

Sobre o terminal

O TR-BA consiste em um píer tipo ilha com todas as facilidades necessárias para atracação e amarração de um navio FSRU (Floating Storage and Regasification Unit) diretamente ao píer e de um navio supridor a contrabordo do FSRU. A transferência de GNL é feita diretamente entre o FSRU e o supridor na configuração side by side. A vazão máxima de regaseificação do TR-BA é de 20 milhões m³/d (@ 1 atm e 20°C). O FSRU não faz parte do processo de arrendamento do TR-BA.

O gasoduto integrante do terminal possui 45 km de extensão e 28 polegadas de diâmetro, interligando o TR-BA a dois pontos de entrega, a Estação Redutora de Pressão de São Francisco do Conde e a Estação de Controle de Vazão de São Sebastião do Passé.

Estão também incluídos no escopo da transação os equipamentos para geração e suprimento de energia elétrica localizados no Terminal Aquaviário de Madre de Deus (TEMADRE), integrantes do TR-BA.

Firjan: empresas fluminenses driblam aumento de energia com inovações, eficiência e tecnologia

Com o apoio de técnicos do Instituto SENAI de Tecnologia Química e Meio Ambiente, empresa de Itaperuna conseguiu uma economia de energia de 21%

A mais recente crise hídrica e energética vem elevando ainda mais o preço da energia elétrica que, no estado do Rio, historicamente é a mais cara do país. Mas o que pode ser mais um entrave na retomada econômica não vem abalando algumas empresas fluminenses, que implementaram soluções inovadoras e estão um passo à frente na melhoria da competitividade. Há exemplos em Campos e Itaperuna, mas, no caso da cidade do Noroeste, o retorno do investimento veio em menos de um ano e com uma redução de 21%, a partir das ações do Instituto SENAI de Tecnologia Química e Meio Ambiente (IST QMA).

O processo começou em 2019, depois que técnicos do instituto visitaram a empresa de água mineral natural L’aqua, localizada em Raposo, distrito de Itaperuna. Para atingir a economia de 21%, a empresa fez ajustes no tempo e horário de utilização de maquinários (denominado ajuste na distribuição da carga), readequando seu sistema de produção e de operação de maquinários.

“A energia é o gargalo de toda empresa, e os técnicos fizeram um levantamento minucioso de todo o processo de produção e dos equipamentos que mais consumiam energia. No nosso caso, que trabalhamos com um produto final de valor baixo, cada centavo é importante para sermos competitivos”, contou Marcelo Pacheco, diretor-sócio da empresa e diretor do Sindicato Nacional da Indústria de Águas Minerais (Sindinam).

Especialista em Serviços Tecnológicos da área de Energia e Sustentabilidade da Firjan SENAI, Sudá de Andrade Neto explica que as economias podem variar de 5% a 25% a partir de medidas como troca de equipamentos, ajustes na operação e até mesmo uma mudança criteriosa de modalidade tarifária no contrato da empresa com a concessionária de distribuição de energia.

“O empresário faz um contrato do que ele acha que pode gastar em energia, mas muitas vezes vai além das suas necessidades práticas”, explica Sudá. “Estamos falando de um insumo fundamental para qualquer empresa, de qualquer tamanho e setor, e um dos mais caros. Portanto, ações como essas, voltadas para a eficiência energética, ganham ainda mais importância agora, em um contexto de crise hídrica e energética, pois são medidas que costumam gerar um retorno sobre o investimento mais curto, em geral de menos de um ano”.

A energia chega a representar cerca de 40% dos custos de produção de uma empresa. Segundo estudo da Firjan, com dados de janeiro a outubro do ano passado, o estado do Rio continua, disparado, com a maior tarifa de energia elétrica para o setor industrial entre todos os estados da federação. Segundo dados da ANEEL, são, em média, R$ 922,67 por hora de megawatt (MWh), dos quais 36% são impostos. O segundo lugar, por exemplo, é Mato Grosso, que tem média de R$ 735,44 por MWh, sendo 31% de imposto.

“A energia é um gargalo contra o qual estamos lutando, mas o Instituto SENAI de Tecnologia nos aponta soluções viáveis e a curto prazo que se tornam ainda mais imprescindíveis neste momento crítico”, destacou o presidente da Firjan Noroeste Fluminense, José Magno Vargas Hoffmann.

As ações fazem parte do programa Indústria Mais Eficiente do Instituto SENAI de Tecnologia, localizado na Tijuca, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, mas atende a todo o estado fluminense e está aberto a qualquer empresa interessada. Associados da federação têm prioridade no acesso ao serviço.

Energia solar como alternativa

Outra solução que os empresários vêm buscando é o uso de energia solar. Em Campos, um dos pioneiros em sua área de atuação foi Rodolfo Gama, dono de uma cerâmica na Baixada Campista. Ele começou em 2017 com a instalação de 300 placas. E hoje já planeja a expansão, enquanto percebe um grande crescimento dessa iniciativa, especialmente na Baixada.

“A taxa de retorno do investimento é de quatro anos, mas comigo veio até antes. Tive uma redução no custo com energia de no mínimo 15%. É um negócio que vale muito a pena, tanto que hoje já existem entre 15 e 20 cerâmicas com energia solar em Campos, e em breve mais 10 estarão com esses equipamentos”, contou Rodolfo.

Petrogotas cresce na pandemia com foco em sanitização industrial

Prevenção ao coronavírus já responde por 80% do faturamento da empresa, que contratou 74 novos colaboradores no último ano

Empresa do segmento de limpeza industrial e descontaminação de superfície offshore e onshore no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, a Petrogotas Serviços, com sede na cidade fluminense de Macaé, foi na contramão do mercado, e experimenta um grande crescimento de suas atividades, desde o começo da pandemia.

Para superar a retração da economia, a empresa acrescentou ao portfólio de serviços o combate ao coronavírus – por meio da sanitização de estruturas como plataformas de petróleo –, reforçou sua mão de obra especializada com contratação de 74 novos colaboradores, e comprou equipamentos e produtos de última geração.

A demanda pelo serviço de descontaminação nas plataformas de petróleo, a fim de mantê-las livres do coronavírus, cresceu exponencialmente ao longo dos últimos 12 meses, representando 80% do faturamento total da empresa.

Fundador e diretor da Petrogotas, João Paulo Gorni acompanha de perto todas as operações. Segundo ele, o setor de Óleo & Gás, em especial o segmento offshore, entendeu a relevância da prevenção da Covid-19.

“Tenho orgulho do trabalho que estamos realizando. Em meio à crise, conseguimos gerar empregos e implementar um trabalho de enorme importância para a saúde dos trabalhadores. Somos uma das poucas organizações com certificação para esse tipo de serviço”, diz João Paulo.

(Fonte: Petrogotas)

Ainda segundo ele, a empresa mantém permanente contato com a força de trabalho, à qual mostra a importância do que a Petrogotas vem oferecendo à sociedade: “A satisfação dos colaboradores e sua segurança são também fundamentais para nosso sucesso”.

Além do aspecto comercial, a Petrogotas, que já soma quase dez anos em atividade, se empenha em ações sociais, como a descontaminação de postos de saúde, centros de acolhimento e hospitais públicos, e entrega de cestas básicas e produtos de higiene em comunidades em situação de vulnerabilidade.

“O nosso slogan é ‘Estamos aqui para cuidar de você’. Cuide de si, de seus funcionários, clientes e parceiros. Vamos tirar lições das experiências que estamos vivendo. Uma delas certamente será a melhoria dos nossos hábitos e rotina de higiene pessoal e coletiva”, acrescenta o empresário.

O que vem por aí

Atualmente, a Petrogotas presta serviço para 16 plataformas, além de uma grande rede supermercadista. Seus trabalhadores passam periodicamente por novos processos de treinamento e capacitação.

Com o ritmo de crescimento acelerado, a Petrogotas já se prepara para o cenário pós-pandemia, com investimento em pintura industrial e manutenções para a indústria do óleo gás. “Não temos medo de inovar. O mercado e a economia como um todo são dinâmicos, temos que acompanhar, nos adaptar. E a empresa tem isso no DNA”, afirma o diretor.

(Fonte: Petrogotas)

O começo

A Petrogotas surgiu quando João Paulo transformou em negócio uma prática cotidiana que tinha de realizar em sua casa: a limpeza da caixa de gordura. Ali, viu uma oportunidade de trabalhar para a vizinhança.

Como a maior parte de seus clientes era formada por funcionários estrangeiros de petrolíferas, o acesso às empresas do setor ficou mais fácil. Das caixas de gordura, passou logo para caixas d´água e, posteriormente, reservatórios em multinacionais de óleo e gás.

“Eu era muito jovem e não sabia nem precificar os serviços. Às vezes, o cliente me dizia que estava cobrando muito menos do que deveria… Nos primeiros meses da empresa, com muitos trabalhos, logo pensei: “Estou rico!” Era bem mais do que eu ganhava como estagiário”, conta.

O portfólio de serviços da Petrogotas é extenso: limpeza e higienização de tanques de água potável, óleo, lastro, silo borra oleosa, com o foco no segmento offshore, além de exercer controle de pragas urbanas e vetores, manutenção vertical (limpeza externa de prédios e espaços de difícil acesso) e sanitização de ambientes que consiste na eliminação de vírus e bactérias, inclusive Covid-19.


(Fonte: Petrogotas)

Baker Hughes e NOV (National Oilwell Varco) fecham contrato com a Petrobras para fornecer linhas flexíveis para revitalização de Marlim e Voador na Bacia de Campos

Área completa 30 anos de operação e prevê dois novos FPSOs para estender a produção por mais 27 anos

A Petrobras assinou dois contratos para fornecimento de linhas flexíveis que serão utilizadas no projeto de revitalização da produção dos campos de Marlim e Voador, localizados na Bacia de Campos. Do total de 448 km de linhas flexíveis do projeto, 280 km foram contratados junto à empresa NOV e 168 km com a Baker Hughes.

Neste ano, outros compromissos foram assumidos dentro do planejado para o projeto. Entre os meses de março e abril, foram assinados os contratos de fornecimento de até 92 km de linhas flexíveis para gas lift (gaseificação da coluna de produção), com a empresa NOV, e de fornecimento de até 13 manifolds submarinos de produção e injeção, sendo 8 com a TechnipFMC e 5 com a Baker Hughes, além de contratos de materiais de ancoragem, equipamentos submarinos e umbilicais.

As iniciativas fazem parte do projeto de revitalização de Marlim e Voador que visa maximizar o potencial destes ativos e promover mais retorno para a empresa e para a sociedade, criando um ciclo virtuoso de geração de valor.

O projeto de revitalização, operado 100% pela Petrobras, prevê a instalação de duas novas plataformas do tipo FPSO na área Norte (Módulo 1) e na área Sul (Módulo 2) do campo de Marlim. Em 2019, a companhia assinou contratos para o afretamento das plataformas com a empresa japonesa Modec (FPSO Anita Garibaldi) e a Yinson (FPSO Anna Nery), da Malásia.

As duas plataformas, que estarão interligadas a 77 poços (14 novos e 63 que serão remanejados de Unidades de Produção que serão descomissionadas), devem entrar em operação em 2023 e permitirá a extensão da produção das jazidas do campo até 2048, com manutenção de empregos e serviços de apoio na região. Os novos sistemas possibilitarão a ampliação da produção atual de Marlim e Voador dos cerca de 45 mil boepd (barris de óleo equivalente por dia) para cerca de 153 mil boepd, oferecendo uma importante frente de aprendizado e conhecimento para outros projetos de revitalização.

Marlim começou a produzir em 1991 e é o campo com maior produção acumulada da Petrobras, com quase 3 bilhões de barris de petróleo equivalente. Das 10 plataformas originalmente instaladas, 9 permanecem na locação, sendo que 4 ainda estão em operação. O projeto de revitalização estabelece a implantação dos novos sistemas em paralelo com as atividades de descomissionamento das unidades antigas, sendo que até 2025 ocorrerão as desinstalações de todas as plataformas em operação de forma escalonada.

O Plano Estratégico 2021-2025 da Petrobras prevê US$ 13 bilhões de investimentos para a revitalização da produção de óleo e gás na Bacia de Campos, celeiro de inovações que projetaram a companhia como líder em exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas. Os investimentos abrangem a interligação de aproximadamente 100 poços aos sistemas que estão em produção, a intensificação das campanhas exploratórias na camada pré-sal dessa bacia, novos projetos de produção e a extensão dos prazos de concessão dos campos de nosso portfólio nesta importante bacia petrolífera, entre outros esforços.

Por ser considerada tecnicamente uma bacia madura, a Bacia de Campos apresenta cada vez mais desafios a serem superados para o aumento da recuperação dos campos, o que exige um trabalho integrado do corpo técnico da companha em busca de soluções inovadoras e investimentos em equipamentos de alta tecnologia. A Petrobras tem aplicado concepções otimizadas de poços, como o TOT-3P, que tem como objetivo reduzir o tempo e custo de construção de poços, além da redução de custos de interligações submarinas e de novas técnicas para o controle de permeabilidade dos reservatórios, que restringem a produção de água e otimiza a produção de óleo.

ANP libera que PetroRio adquira participações em Wahoo e Itaipu

A PetroRio comunicou ao mercado que a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou a cessão das participações de 35,7% no Campo de Wahoo e de 60% no Campo de Itaipu.

Com isso, a PetroRio se torna a operadora de ambos os campos, localizados no pré-sal. A companhia afirma que espera criar um segundo cluster de produção pela interligação de Wahoo a Frade, “dando sequência à estratégia de otimização operacional dos seus ativos”.

O início de operações de Wahoo está previsto para 2024. O campo possui aproximadamente 125 milhões de barris, além de 7 milhões de barris a serem adicionados ao campo de Frade com a extensão.

Hitachi ABB Power Grids lança novos transformadores para energia eólica offshore flutuante

O portfólio de transformadores será instalado em subestações offshore flutuantes e turbinas eólicas flutuantes em águas profundas, onde as soluções tradicionais não são viáveis

A Hitachi ABB Power Grids lançou uma nova linha de produtos de transformadores para aplicações flutuantes offshore, concebidos para superar o desafiante ambiente offshore e suportar as condições fisicamente exigentes em estruturas flutuantes. O portfólio permitirá colher volumes muito maiores de vento de forma eficiente e integrá-los no sistema energético global, apoiando diretamente a transição para um futuro energético sustentável.

A construção offshore apresenta muitos desafios para além do ambiente árido de água salgada. Até agora, apenas uma pequena fração do potencial offshore foi explorada, pois em muitas áreas o fundo do mar não é adequado e profundidades de 60 metros não são viáveis para estruturas fixas.

Subestações flutuantes e aerogeradores flutuantes oferecem uma solução que pode ser utilizada em águas mais profundas, aumentando consideravelmente a capacidade global para o desenvolvimento de energia eólica offshore. No entanto, os sistemas flutuantes vêm com os seus próprios desafios: durante toda a sua vida útil, estão em constante movimento e podem ser expostos a vibrações e choques de ondas até 15 metros de altura.

“Os nossos engenheiros altamente qualificados se orgulham de soluções inovadoras que superam as duras condições offshore e, em última instância, ajudam a direcionar a sociedade para um futuro energético sustentável”, afirma Bruno Melles, Diretor Executivo da área de Transformadores da Hitachi ABB Power Grids. “Os sistemas eléctricos flutuantes são um avanço importante na indústria offshore renovável, que abrirá grandes oportunidades para a energia limpa”, acrescenta.

Aproveitando a energia eólica offshore com tecnologias pioneiras

Este portfólio apresenta uma gama de transformadores coletores elevadores, transformadores de aterramento e reatores de derivação para subestações flutuantes, além de transformadores de turbina eólica para turbinas flutuantes, incluindo as unidades WindSTAR, líderes da indústria

Transformadores e reatores de derivação são peças-chave na infraestrutura da rede, permitindo a transmissão de eletricidade gerada por parques eólicos offshore. Esta linha completa e qualificada de equipamentos, desenvolvida em parceria com os principais desenvolvedores offshore flutuantes, atende a requisitos operacionais exigentes com uma concepção leve e modular composta por uma parte ativa especialmente desenvolvida, tanque, comutador de derivação, acessórios e componentes externos.