Agentes de GO e DF devem fazer pré-cadastro junto ao laboratório LAMES

A ANP comunica às  bases de distribuição, transportadores-revendedores-retalhistas (TRRs) e postos revendedores de combustíveis localizados no Estado de Goiás e no Distrito Federal que é preciso realizar o pré-cadastro junto ao laboratório LAMES da UFG , instituição credenciada para desenvolver o novo Programa de Monitoramento da Qualidade de Combustíveis (PMQC) nessas unidades da federação.

Em 2020, foi feita licitação para a primeira etapa do Novo PMQC, que teve como vencedora a Universidade Federal de Goiás (UFG). O Termo de Credenciamento com a UFG já foi assinado e está em vigor.

Pelo novo formato do PMQC, as análises das amostras dos combustíveis serão feitas no LAMES, a partir da contratação pelos agentes econômicos do DF e de GO. Mas, para isso, deve ser feito um pré-cadastro, disponível clicando aqui. Ele é necessário para atualização de dados dos agentes econômicos e para fornecimento das informações sobre quais combustíveis os agentes econômicos comercializam, com o objetivo de elaborar os contratos individuais a serem firmados com o laboratório credenciado.

O novo PMQC

Diferentemente da versão anterior, o novo modelo, quando totalmente implementado, contemplará o monitoramento de 100% dos postos revendedores da região monitorada, assim como de todas as distribuidoras, que também passam a ter os produtos monitorados em suas bases, e os TRRs.

A periodicidade das coletas e amostras de combustíveis para o programa passa a ser a seguinte: para postos revendedores e TRRs, o mínimo será de duas coletas ao ano e, para bases de distribuidoras, 12 coletas ao ano (sendo uma coleta por mês).

O PMQC tem como objetivo oferecer à sociedade panorama da qualidade dos combustíveis (gasolina, etanol hidratado e óleo diesel) no Brasil, com a publicação de boletins mensais que trazem os dados nacionais, por região e por estado. Desde a criação do programa, em 1998, os índices de conformidade desses combustíveis aumentaram consideravelmente, chegando a padrões internacionais. Em 2020, a média de conformidade foi de 98,3% para etanol hidratado combustível, 98,6% para gasolina C e 97,2% para óleo diesel B, o que indica a manutenção da alta qualidade nos combustíveis comercializados no país.

A ANP manterá a supervisão do PMQC, definindo, sem o conhecimento prévio dos agentes econômicos, as datas em que postos revendedores, TRRs e distribuidoras serão monitorados, respeitando-se a frequência mínima de coletas determinada pela Resolução ANP nº 790/2019. A Agência já estabeleceu os requisitos técnicos mínimos para atendimento pelos laboratórios independentes, além da obrigatoriedade de participação anual em programas interlaboratoriais com os vencedores das licitações, e da previsão de serem submetidos, periodicamente, a vistorias/auditorias técnicas em suas instalações.

A proposta do novo PMQC traz ainda, como inovação, a possibilidade de postos revendedores, distribuidores e TRRs utilizarem os resultados do monitoramento a que se submeteram, podendo inclusive, a seu critério, ampliar a frequência das coletas e escopo de ensaios.

VLI oferece sete vagas para aprendizes em Processos Administrativos em Vitória

A VLI – companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos – abriu processo seletivo on-line com o objetivo de preencher sete vagas para jovens aprendizes em Processos Administrativos em Vitória, no Espírito Santo. Podem se inscrever, até o próximo dia 13, jovens com ensino médio completo, que tenham noções básicas do pacote office, morem em Vitória ou região e tenham disponibilidade para uma jornada diária de seis horas.

A inscrição deve ser feita na página de carreira da empresa e vale ressaltar que a VLI é uma empresa que privilegia a diversidade. Os selecionados terão uma bolsa no valor de R$ 900; cartão-refeição ou vale-alimentação; vale-transporte e/ou ônibus fretado (dependendo da localização em que irá trabalhar); assistência médica e odontológica; Gympass (plataforma de academias, com foco em sua saúde e bem-estar); desenvolvimento profissional (por meio da Universidade Corporativa); cesta de Natal; além de uma rede de descontos em várias lojas, restaurantes, salões e outros.

De acordo com a supervisora de Atração e Seleção da VLI, Kenya Consceição, essa é uma grande oportunidade de inserção no mercado de trabalho e desenvolvimento profissional. Ela ressalta ainda que há chances de efetivação quando o período de aprendizagem for concluído.

Terminais integradores conectados à FCA têm aumento na carga movimentada

Ao todo, 18,5 milhões de toneladas passaram pelos terminais no ano passado, em comparação a 17,4 milhões em 2019

A VLI, controladora da Ferrovia Centro-Atlântica, tem como compromisso transformar a logística do país por intermédio da integração de modais, responsável por otimizar os processos de movimentação de cargas com ganhos em agilidade e eficiência. No ano de 2020, os terminais integradores conectados à FCA registraram um aumento de 6,3% no volume transportado em relação ao ano anterior, resultado da sólida trajetória construída pela empresa no setor logístico ao longo dos últimos 10 anos. Entre janeiro e dezembro de 2020 foram movimentados nos terminais um total de 18,5 milhões de toneladas; ante 17,4 milhões em 2019. Ao todo, são seis os terminais integradores da VLI dispostos ao longo da malha ferroviária da FCA. São eles: Terminal de Araguari (MG), Terminal de Uberaba (MG), Terminal de Pirapora (MG), Terminal de Ouro Preto (MG), Terminal de Santa Luzia (MG) e Terminal de Guará (SP).

A alta no volume transportado em 2020 foi impulsionada pelo aumento da movimentação pelo Terminal de Araguari. Em 2020 o terminal que movimenta majoritariamente fertilizantes, milho e soja registrou 5,4 milhões de toneladas circulantes; ante 5,0 milhões em 2019, uma elevação de 8% na carga movida.

Outro terminal que registrou aumento expressivo de carga movimentada em 2020 foi o Terminal de Guará. O local – que recebe açúcar a granel do interior paulista e o transporta até o Tiplam, na Baixada Santista – registrou 3,7 milhões de toneladas movimentadas ante 2,4 milhões em 2019. Um aumento de 54%.

Eficiência

O modal ferroviário é apontado por especialistas como o mais adequado para movimentar grandes volumes. Um vagão graneleiro, por exemplo, comporta, em média, mais de 70 toneladas enquanto um caminhão bi-trem carrega somente 36 toneladas. No cenário brasileiro, a prática de interligar modais (rodovia e ferrovia) representa mais velocidade no escoamento das cargas. A VLI segue com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento da infraestrutura brasileira, otimizar sua base de ativos, integrar a cadeia logística dos clientes e promover iniciativas que possam alçar a logística brasileira a um novo patamar.

Sobre a VLI

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Escolhida como uma das 150 melhores empresas para trabalhar pela revista Você S/A, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

Arkema organiza o evento Digital Coating Days para apresentar tendências na indústria de Revestimentos

O grupo francês Arkema está organizando o Arkema Digital Coating Days, que ocorre entre os dias 8 e 10 de junho, e debaterá diversos temas sobre a indústria de revestimentos, que vem passando por uma forte dinâmica de crescimento tanto em revestimentos arquitetônicos quanto industriais. O evento contará com a participação de especialistas que abordarão inovações, desempenho, soluções sustentáveis, excelência operacional e comercial e as principais tendências do mercado de revestimentos.

Programação

8 de junho – a Arkema realizará um evento em um formato inovador, moderno e dinâmico, em formato de programa de televisão ao vivo apresentado por um jornalista e a presença de Marc Schuller e Richard Jenkins, membros do Arkema ExCom, bem como especialistas da indústria de Revestimentos.

9 e 10 de junho – uma série de webinars será realizada com foco na gama de resinas de alto desempenho e aditivos, experiência e as últimas inovações nas quatro principais tecnologias de revestimentos da Arkema: UV-LED-EB revestimentos de cura, à base de água, em pó e com alto teor de sólidos. A Orr & Boss, uma empresa de consultoria de renome internacional especializada no setor de Coatings, apresentará uma conferência online exclusiva cobrindo o mercado global de revestimentos, bem como as principais tendências e desenvolvimentos que irão chegar.

Serviço

Arkema Coating Days

Data: 8 a 10 de junho

Inscrições gratuitas: https://arkema-coating-days.com/?utm_source=Slider&utm_medium=website&utm_campaign=register_event

Sobre a Arkema 

Arkema oferece um portfólio de tecnologias de qualidade para atender à demanda cada vez maior por materiais inovadores e sustentáveis. O Grupo está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. A Arkema oferece soluções tecnológicas para enfrentar os desafios de, entre outras coisas, novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade, além de promover um diálogo aberto com todos os seus stakeholders. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo. www.arkema.com/brazil/en

Informações à Imprensa

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Raphael Ferrari | raphael.ferrari@iccom.com.br | 11 3526-4501 ou 97680-2324

Vanessa Ramalho | vanessa.ramalho@iccom.com.br | 11 3526-4501

Primeiro corte de aço para as laterais do FPSO Bacalhau gigante da Equinor

O estaleiro chinês BOMESC cortou o primeiro aço para os módulos de topside do FPSO da Equinor, que vai operar no campo de Bacalhau, localizado no pré-sal da Bacia de Santos, offshore do Brasil.

Segundo comunicado do BOMESC na quinta-feira, 3 de junho de 2021, a Equinor e a MODEC realizaram a primeira cerimônia de corte de aço da obra do topside do FPSO Bacalhau no dia 1º de junho no canteiro de obras do porto do BOMESC.

Os representantes das três partes testemunharam este marco do projeto.

O evento aconteceu exatamente quando a Equinor tomou a Decisão Final de Investimento (FID) para o projeto Bacalhau no valor de US $ 8 bilhões e dias antes da MODEC oficialmente confirmar a adjudicação do contrato com a Equinor para entregar a engenharia, aquisição, construção e instalação do Bacalhau FPSO.

O FPSO será um dos maiores já entregues ao Brasil. Terá capacidade de produção de 220 mil barris por dia e dois milhões de barris de armazenamento.

O FPSO Bacalhau é a primeira fase do campo de Bacalhau no pré-sal da Bacia de Santos, adquirido pela Equinor. Irá operar nos blocos BM-S-8 e Carcara Norte, na Bacia de Santos, no Brasil.

O desenvolvimento consistirá de 19 poços submarinos ligados ao FPSO localizado no campo. O FPSO tem 364 metros de comprimento, 64 metros de largura e 33 metros de profundidade, com calado projetado de 22,65 metros. O BOMESC observou que pode suportar as condições ambientais únicas em um século nas águas locais do Brasil e é o primeiro sistema de geração de energia em circuito fechado com turbina a gás do mundo.

Atualmente, o primeiro óleo está planejado para 2024, mas devido à pandemia COVID-19 e às incertezas relacionadas, os planos do projeto podem ser ajustados em resposta às restrições de saúde e segurança.

A MODEC, como contratante do FPSO, operará a embarcação durante o primeiro ano. Depois disso, a Equinor planeja operar as instalações até o final do período de licença em 2053.

O FPSO será a primeira aplicação do “M350 Hull” da MODEC , um casco de nova geração de última geração para FPSOs, com design de casco duplo completo. Ele foi desenvolvido para acomodar uma superfície superior e uma capacidade de armazenamento maior do que os tanques VLCC convencionais, com uma vida útil de projeto mais longa.


Fonte: BOMESC


Fonte: BOMESC


Fonte: BOMESC


Fonte: BOMESC

Transformação digital agita empresas brasileiras

País, que antes da pandemia engatinhava em novos usos de tecnologia, agora tem cinco bons motivos para investir ainda mais

Quinze meses depois dos primeiros alertas graves sobre a pandemia de Covid-19, o Brasil sente uma agitação em relação ao aumento no uso de novas tecnologias nos negócios, nos estudos, no lazer e até mesmo na área da saúde. Hoje em dia o mundo já se adaptou ao novo normal, mesmo contra sua vontade. E a transformação digital, que antes só avançava visivelmente em países como Estados Unidos, Singapura, Noruega, Suécia, Suíça e Dinamarca, agora é encarada como questão decisiva no Brasil.

Segundo Adriano Filadoro, diretor-presidente da Online Data Cloud, a Covid-19 acabou sendo responsável pela maior transformação digital no país, obrigando inúmeras empresas a investir muito mais em tecnologia. Vale a pena conferir os cinco principais motivos para as empresas agitarem a transformação digital.

1• Home office devidamente incorporado à rotina das empresas. “O trabalho remoto nunca foi tão valorizado como agora e cada empresa já encontrou meios de motivar e integrar mais suas equipes. Aquelas que foram pegas desprevenidas, que ainda não tinham digitalizado dados e informações estratégicas para os negócios, agora com certeza estão correndo atrás do prejuízo. Outro recurso bastante interessante são os desktops virtuais. Essa solução permite ao colaborador acessar o ambiente da empresa com todas as aplicações existentes. Ou seja, mesmo trabalhando remotamente, é como se ele estivesse em sua mesa de trabalho, com todos os dados de que precisa para dar continuidade a suas atividades de rotina. Até mesmo quando a pandemia chegar ao fim é prudente deixar desktops em nuvem, em compasso de espera, para que sejam ativados de acordo com a necessidade”.

2• e-Commerce potencializado. “Quatro semanas depois do início da quarentena, em 2020, empresas já anunciavam aumento de vendas online entre 26% e 40%. Até mesmo serviços que já contavam com infraestrutura para vendas em sites e aplicativos se viram com uma demanda tão aumentada que foi necessário fazer upgrades às pressas. Quem largou na frente ganhou em competitividade. Nesse sentido, nunca antes o comportamento do cliente foi tão analisado. As empresas estão cada vez mais atentas à experiência do consumidor, avaliando suas preferências, o que influencia sua tomada de decisão e, inclusive, o que motiva a troca de uma marca, serviço, ou produto pela concorrência. Conhecer o consumidor em detalhes tem sido um dos importantes usos da Inteligência Artificial, que se concentra naquilo que a pessoa necessita e deseja – ou até mesmo naquilo que a pessoa ainda nem sabe que precisa e quer”.

3• Lives como meio de integração. “É fundamental observar bem os movimentos do mercado global, encarando os disruptores com curiosidade. Em última instância, eles indicam uma oportunidade de mudança. Foi o que aconteceu com as lives. Além do segmento do entretenimento, que soube reagir rapidamente à impossibilidade de cumprir com as agendas de shows para não aglomerar, também as escolas e empresas se adaptaram bem às palestras, aulas e reuniões virtuais em tempo real. Hoje em dia é possível ter aula até de ioga via internet. Com boa infraestrutura tecnológica, todo evento pode contar com estabilidade durante a transmissão para um sem-número de pessoas. Hoje, comediantes, palestrantes, professores, empresários, dentistas e médicos fazem lives. A intimidade criada com o público-alvo é tão grande que já é possível dizer que as lives vieram para ficar. Elas são prova de que o que se vende é mais que um serviço, é a experiência de resolver tudo mais rápida e convenientemente”.

4• Educação a distância como alternativa de ensino. “Mesmo que algumas escolas tenham implantado sistema de rodízio presencial, praticamente todas continuam com as aulas online. O ensino a distância – que ainda carece de muito aperfeiçoamento em determinadas regiões – é um dos ganhos deste período. O Brasil definitivamente está aprendendo a potencializar o ensino remoto. Não apenas no uso de plataformas online, mas também de recursos como podcasts, atendimento via WhatsApp, ou ainda aulas para pequenos grupos em ferramentas de comunicação como Skype, Zoom e Teams. Apesar disso, de acordo com o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, um em cada três brasileiros com 10 anos ou mais não tem acesso à rede mundial de computadores. Principalmente a população das classes C e D, além de habitantes das zonas rurais – exigindo um esforço tecnológico gigante nos próximos anos para corrigir essa deficiência”.

5• Maior uso da nuvem computacional. “Com tanto conteúdo gerado, é preciso criar ainda mais espaço de armazenamento em nuvem. Ao invés da hospedagem tradicional de TI, a multicloud (vários serviços em nuvem) desponta como uma necessidade. Se antes já era considerada uma grande tendência, em plena pandemia é praticamente um investimento obrigatório para muitos negócios. As empresas deixam de depender apenas de um fornecedor de nuvem, onde seus dados e serviços são armazenados e gerenciados, e passam a contar com uma gama maior de fornecedores. Essa é uma iniciativa de relativamente baixo custo que representa maior flexibilidade, inovação e inclusive conformidade regulatória. Esta é uma nova era de inovação nos negócios, mas há muito ainda que se desenvolver em termos de transformação digital”.

Por: Adriano Filadoro – especialista em Tecnologia da Informação e diretor-presidente da Online Data Cloud

Shell assina venda da divisão de lubrificantes no Brasil para a Raízen

A Shell Brasil Petróleo Ltda, subsidiária da Royal Dutch Shell plc, assinou um acordo para a venda da sua divisão de lubrificantes no Brasil à Raízen S.A. A transação ainda depende de aprovações dos órgãos regulatórios e deve ser concluída em 2022.

“Estamos muito animados em dar continuidade ao crescimento da Shell no mercado de lubrificantes do Brasil – um dos maiores do mundo – através da integração da nossa divisão de lubrificantes à nossa joint venture Raízen, uma parceira estratégica da família Shell”, afirmou André Araujo (foto), presidente da Shell Brasil. “No verdadeiro espírito de parceria que vem marcando a trajetória da Raízen desde sua criação há uma década, esta transação trará mais valor aos nossos clientes, pois terão acesso a uma oferta completa de lubrificantes e combustíveis”.

A proposta de venda inclui a planta de lubrificantes na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, a base de óleos em Campos Elíseos, em Duque de Caxias (RJ), a divisão de lubrificantes para navios Shell Marine e os negócios de oferta e distribuição de lubrificantes no país.

A parceria de longa data entre a Shell e a Raízen inclui os portfólios de varejo, aviação e distribuição de combustíveis. A integração da divisão de lubrificantes à joint venture gerará sinergias entre as duas companhias e garantirá uma oferta de lubrificantes e combustíveis com mais oportunidades de descarbonização.

Petrobras apoia projeto no Rio de Janeiro voltado para a conservação e recuperação de florestas

No estado, o projeto Sertão Carioca vai contribuir para a conservação dos recursos naturais de floresta urbana no entorno da unidade de conservação do Parque da Pedra Branca

A Petrobras iniciou, em 2021, o apoio a oito novos projetos voltados para a conservação e recuperação de florestas e áreas naturais em diversos biomas do país, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. As iniciativas receberão no total cerca de R$ 27 milhões até 2023 e fazem parte da linha de atuação “Clima”, que envolve o cuidado com florestas e que contempla ainda outros três projetos já apoiados pela companhia. Os novos projetos, desenvolvidos em estados das regiões Nordeste, Norte e Sudeste do país, também se relacionam com o objetivo global declarado pela Assembleia Geral das Nações Unidas da “Década de Restauração de Ecossistemas”, de aumentar os esforços para restaurar ecossistemas degradados, criando medidas eficientes para combater a crise climática, alimentar, hídrica e impactos negativos à biodiversidade.

Por meio do sequestro de carbono realizado pelas árvores, as iniciativas irão contribuir para evitar emissões de gases de efeito estufa ao longo do seu tempo de atuação. Além disso, visam a promover diversos benefícios sociais e ambientais, como a conservação da biodiversidade, a capacitação de comunidades e a geração de renda pelo suporte às cadeias produtivas locais, a segurança alimentar, o desenvolvimento de inventários florestais e a constituição de base de dados.

Em 2020, os projetos apoiados pela Petrobras voltados à recuperação e conservação de áreas naturais na Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga e Pampa registraram, como resultado acumulado, uma contribuição potencial estimada de 870 mil toneladas de CO₂ em fixação de carbono e emissões evitadas, além de 95 mil hectares recuperados ou conservados, 220 nascentes conservadas, 35 milhões de hectares de áreas protegidas com gestão fortalecida e manejo sustentável e mais de 960 mil mudas plantadas, entre outros benefícios.

Compromissos Ambientais

Em seu Planejamento Estratégico 2021-2025, a Petrobras prevê investir cerca de US$ 1 bilhão em compromissos ambientais, com foco em inovações tecnológicas para descarbonizar as operações, no desenvolvimento de combustíveis mais modernos, sustentáveis e com maior qualidade e no desenvolvimento de competências para o futuro. Os compromissos ambientais fazem parte dos 10 compromissos de sustentabilidade anunciados pela companhia, dos quais seis são relacionados a clima, um é relacionado a água, um a resíduos, um a biodiversidade e um a responsabilidade social, com três pilares: investimentos em projetos socioambientais, programas de direitos humanos e relacionamento comunitário. O investimento em projetos socioambientais voluntários relaciona o fornecimento de energia com os desafios da sustentabilidade, que incluem o respeito ao meio ambiente e o relacionamento responsável com as comunidades vizinhas às operações e atividades da companhia.

Projetos apoiados

Distribuídos por vários estados e biomas do país, os projetos apoiados buscam formas inovadoras de contribuir com a conservação das florestas.

Três projetos desenvolvidos em estados do Nordeste são voltados à preservação da caatinga, único bioma totalmente brasileiro. O “Vale Sustentável” atua no enriquecimento da cobertura florestal, visando recuperar 150 hectares de vegetação com espécies nativas em áreas suscetíveis à desertificação no Rio Grande do Norte. Já o projeto “Florestando o Semiárido” irá realizar ações em 12 municípios no semiárido da Paraíba, com a recuperação de 85 hectares de vegetação e implementação de tecnologias sociais para a melhoria de corpos hídricos e disponibilização de água. E o “Recupera Caatinga”, em Pernambuco, promoverá a recuperação de 90 hectares, 30 hectares de matas ciliares de riachos e rios e 30 hectares de áreas degradadas. Também serão realizadas ações de educação ambiental para primeira infância e capacitação de agricultores.

No Rio de Janeiro, o “Sertão Carioca” vai contribuir para a conservação dos recursos naturais de floresta urbana e sua área de amortecimento, que é o trecho de transição no entorno da unidade de conservação do Parque da Pedra Branca e serve como um filtro para reduzir impactos negativos externos. O projeto utilizará ainda estratégias de uso e manejo sustentável da biodiversidade que valorizem os saberes tradicionais associados.

Na Bahia, o projeto “Fogão do Mar” consiste na implementação de fogões ecoeficientes que contribuem para a redução da poluição do ar e os impactos para a saúde humana associados à queima ineficiente da lenha utilizada na cocção domiciliar e processamento de mariscos e pescados por comunidades em determinadas regiões da Bahia. Cerca de 2.800 famílias serão beneficiadas com a utilização de tecnologia social de fogões ecoeficientes além da redução da degradação florestal.

Na Amazônia, o projeto “Tradição e Futuro na Amazônia” envolve 12 municípios no oeste do Pará e Mato Grosso e promove a conservação da biodiversidade local e ações de fortalecimento da gestão de mais de 11 milhões de hectares da cobertura vegetal de Amazônia e Cerrado, além de iniciativas com foco na capacitação para a geração de renda para as comunidades envolvidas. Também no Pará, o “Mangues da Amazônia” irá recuperar 12 hectares da cobertura vegetal de manguezais e promover a recuperação e conservação da biodiversidade local, em linha com o Plano Nacional de Conservação dos Manguezais. Também promoverá ações de educação ambiental no âmbito da primeira infância e crianças do ensino fundamental, além da capacitação de adultos.

Já o “Corredor Caipira” tem por objetivo restaurar 45 hectares e a conexão de paisagens por meio de corredores ecológicos em cinco municípios do estado de São Paulo, atuando também na criação de corredores de pessoas e instituições, com intuito de conectar conhecimento e políticas públicas socioambientais. A região, situada sobre o Aquífero Guarani, possui cobertura vegetal altamente degradada e, por isso, os serviços ecossistêmicos encontram-se comprometidos, incluindo a preservação de espécies ameaçadas como o muriqui-do-sul, o maior primata das américas, que depende da conectividade das áreas florestais para sua preservação.

Seleção Pública 2021

Além dos atuais 11 projetos da linha de Clima, a companhia está com inscrições abertas para a seleção pública 2021 do Programa Petrobras Socioambiental, que prevê quatro oportunidades para iniciativas nessa linha desenvolvidas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Serão destinados até R$ 4 milhões para ações que recuperem e fortaleçam bacias hidrográficas e ecossistemas de manguezais. A seleção pública tem ainda oportunidades para as outras linhas de atuação do programa – Oceano, Educação e Desenvolvimento Econômico Sustentável. A estimativa é que cerca de até 30 projetos, ambientais e sociais, sejam selecionados para desenvolverem suas atividades durante o período de dois anos.

VLI recicla 50 mil toneladas de sucata metálica entre 2020 e 2021

Ações como esta fomentam a economia circular e contribuem para um mundo mais sustentável

Para reutilizar matérias-primas e evitar o uso de novos recursos naturais em etapas de fabricação, além de contribuir com a geração de economia circular, a VLI – companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos – recicla periodicamente sucata metálica. Do ano passado até maio de 2021 destinou 50 mil toneladas do produto à reciclagem, uma meta relevante a ser comemorada neste mês em que é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente e que comprova o compromisso socioambiental da empresa.

O especialista em Educação Ambiental da VLI, Itamar Lucas Magalhães, ressalta que essa não é uma ação pontual. “A reciclagem da sucata metálica é uma prática que a VLI faz, pois entende que é o correto a ser feito. Ao deixar de consumir recurso natural, o meio-ambiente é preservado e há a geração da economia circular. Isso significa que há a quebra do ciclo linear: comprou, usou, descartou”.

Segundo Itamar Magalhães, a VLI segue a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que preconiza a reciclagem. E a companhia faz isso em toda a sua operação. “A empresa tem o compromisso de seguir as premissas da Política Nacional de Resíduos Sólidos e os materiais reciclados não se restringem à sucata metálica, que é inerente à operação da companhia. Essa sucata é vendida e, a grande importância, é fomentar a economia circular, dando novos usos a esse material”, explica. A empresa também recicla papel, plástico e papelão, dentre outros.

Negócio sustentável

Conforme o analista administrativo da VLI, Lucas Domeniquine Dorazio, a reciclagem de sucata metálica ocorre na companhia desde que ela surgiu. “Com essa ação, conseguimos captar receita e ajudar no resultado da empresa por meio de materiais metálicos. Temos contribuído muito com o mercado, pois oferecemos metais que, por sua vez, se transformam em ferro para construção civil”.

O próprio vagão do trem, quando é disponibilizado para venda, tem o mesmo destino da sucata. “Cortamos o vagão e o vendemos para o ciclo de ferros. Chapas são produzidas e farão parte do vagão novamente. Ele volta renovado”, explica.

Lucas Dorazio garante que isso torna o negócio mais sustentável e mostra que a VLI se preocupa com o meio ambiente. “Tentamos buscar recursos não só na sucata ferrosa, mas em diversos tipos de materiais e em outros segmentos. Trabalhamos junto com o Meio Ambiente para trazer mais sustentabilidade para a companhia”, finaliza.

Klüber Lubrication traz soluções para equipamentos móveis e semimóveis da indústria de mineração com foco em desempenho e sustentabilidade

Linha de óleos e graxas lubrificantes especiais protege os componentes contra desgaste, contato com a água, contaminação e auxilia a evitar riscos de interrupção total da produção

Com o objetivo de oferecer soluções que atendam aos principais desafios e requisitos da indústria de mineração – principalmente no segmento de equipamentos móveis e semimóveis -, a Klüber Lubrication, empresa do Grupo Freudenberg que desenvolve e produz lubrificantes especiais de alto desempenho, graxas e óleos para diversos setores, oferece ao mercado uma linha completa de produtos para este mercado.

“Os equipamentos móveis e semimóveis estão entre os mais importantes equipamentos na indústria de mineração, sujeitos diariamente a condições extremamente adversas, como altas cargas, movimentos oscilatórios, contaminação, umidade e longos períodos de operação, entre outras”, comenta Francesco Lanzillotta, Gerente Regional da Klüber Lubrication.

A linha de produtos engloba a Klüberlub EM 71-701 SAM, a Klüberplex BE 91-502 SAM, o Grafloscon C-SG 1000 Ultra e a linha Klübersynth GEM 4. As soluções são destinadas para aplicação em componentes como pinos, buchas, articulações em caminhões, carregadeiras, tratores e engrenagens abertas de escavadeiras a cabo e hidráulicas, que estão sempre sujeitos a condições extremas e, consequentemente, a desgastes indesejados. E oferecem proteção conta outros fatores, como contato com a água, contaminação e resistência a cargas.

“A escolha do lubrificante adequado, nesses casos, é essencial, pois uma aplicação incorreta pode resultar na falha prematura de algum componente da máquina e na interrupção total da produção, acarretando altos custos de manutenção e perda de volume de negócios”, acrescenta Everton Braga, consultor técnico da Klüber Lubrication.

O portfólio global da Klüber Lubrication de aproximadamente 2.000 produtos, que conta com várias linhas de soluções específicas, é resultado de um trabalho desenvolvido nos últimos anos pela área de Pesquisa & Desenvolvimento visando atender demandas e especificações de alto padrão de diversas indústrias, aliando o conhecimento técnico dos profissionais com a expertise de 50 anos da companhia no mercado nacional. “Com isso, conseguimos entregar inovação, eficiência e melhor desempenho para os equipamentos”, reforça Lanzillotta. Os benefícios incluem, ainda, ganhos financeiros e sustentáveis, como redução no consumo de energia elétrica e preservação do meio ambiente.

A orientação sustentável se aplica no desenvolvimento de lubrificantes ecologicamente corretos, não tóxicos e de fácil biodegradabilidade, sem nenhuma perda de desempenho em comparação com lubrificantes convencionais. Nesse sentido, são adotados os mais exigentes regulamentos referentes à mineração, indústria alimentícia, agricultura e atividades marítimas como referência.