Estatal informa sobre venda de participação em empresa do segmento petroquímico

A Petrobras informa que iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), referente à venda da totalidade de sua participação acionária de 27,88% na Deten Química S.A. (Deten), localizada no polo industrial de Camaçari, no estado da Bahia.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras: https://investidorpetrobras.com.br/pt/resultados‐e‐comunicados/teasers.

As principais etapas subsequentes do projeto serão informadas oportunamente ao mercado.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e à melhora de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas.

Sobre a Deten

A Deten fabrica e comercializa as principais matérias-primas para a produção de detergentes biodegradáveis líquidos e em pó. É a única produtora nacional do Linear Alquilbenzeno (LAB), precursor do Ácido Linear Alquilbenzeno Sulfonato (LABSA), do qual também é fabricante. Produz ainda o Alquilado Pesado (ALP), utilizado em aditivos lubrificantes e óleo têxtil.

Petrobras informa sobre precificação de títulos globais

A  Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado, anuncia a precificação da nova emissão de títulos no volume total de US$ 1,5 bilhão, por meio da sua subsidiária integral Petrobras Global Finance B.V. – PGF.

Os termos da emissão dos títulos com vencimento em 2051 são os seguintes:

• Emissão: Global Notes a 5,5% com vencimento em 2051
• Volume emitido: US$ 1,5 bilhão
• Cupom: 5,5% a.a.
• Datas dos pagamentos de juros: 10 de junho e 10 de dezembro de cada ano, iniciando em 10 de dezembro de 2021
• Preço de emissão: 96,446%
• Rendimento ao investidor: 5,75% a.a.
• Vencimento: 10 de junho de 2051
• Liquidação: 10 de junho de 2021

A oferta foi registrada na SEC (U.S. Securities and Exchange Commission) e conta com a garantia total e incondicional da Petrobras. Os recursos líquidos da venda desses títulos serão utilizados para o pagamento dos títulos validamente entregues e aceitos na oferta de recompra anunciada em 02 de junho de 2021 e, em caso de excesso, para propósitos corporativos em geral.

Campanha publicitária da Petrobras vai mostrar tecnologias do futuro já em uso na companhia

A Petrobras lança, nesta quinta-feira (3/6), a campanha “Tecnologia & Inovação”, que lista tecnologias que apontam para o futuro e são desenvolvidas ou já utilizadas no dia a dia pela companhia, como robôs, supercomputadores, inteligência artificial e realidade virtual. Com o mote “Essa tecnologia está na Petrobras”, a campanha vai apresentar a aplicação de novas ferramentas tecnológicas nos negócios, como, por exemplo, os supercomputadores, que aumentam a capacidade de processamento de dados geofísicos dos reservatórios; e os robôs utilizados para inspeções submarinas. Estas tecnologias permitem à empresa extrair e processar petróleo e gás natural com mais eficiência, segurança e com cada vez menor impacto ambiental.

“A história da Petrobras foi construída por meio do desenvolvimento de tecnologias que nos permitiram romper as barreiras do conhecimento e expandir as fronteiras do negócio. Agora, a empresa vive uma transformação digital para adaptar-se a um mundo que muda cada vez mais rápido. Essa campanha é uma pequena mostra de como buscamos cada vez mais a inovação e, com isso, otimizamos nossas operações e contribuímos com a sociedade”, conta Flávia da Justa, gerente executiva de Comunicação e Marcas da Petrobras.

Criada pela DPZ&T, a campanha estreia amanhã em TV aberta e será exibida durante o mês de junho. Além disso, todas as mídias sociais da Petrobras, como Facebook, LinkedIn, Twitter e Instagram, publicarão vídeos, posts e mídia display com conteúdo sobre as tecnologias, dando suporte à campanha.

Campanha “Tecnologia & Inovação”

Campanha “Tecnologia & Inovação”

Campanha “Tecnologia & Inovação”

Campanha “Tecnologia & Inovação”

Campanha “Tecnologia & Inovação”

TBG realizará em junho a 7ª rodada de oferta de Produtos de Curto Prazo

Transportadora de gás ofertará capacidade disponível para contratos trimestral, mensal e diário

A partir do dia 07 de junho, a TBG realiza a primeira etapa da Rodada 07 para oferta de capacidade de transporte de gás natural dos Produtos de Curto Prazo. De acordo com o cronograma da transportadora, nessa fase estarão disponíveis os contratos de entrada e saída trimestrais, com vigências previstas para o terceiro e quarto trimestres deste ano. O período entre os dias 07 e 11 de junho compreende desde a publicação da capacidade disponível até a assinatura do contrato.

A modalidade mensal de contrato de capacidade firme será ofertada entre os dias 14 e 18 de junho. A aquisição desse produto compreende o período entre julho e dezembro deste ano.

Os produtos diários serão liberados para contratação entre os dias 21 e 23 de junho. Caso haja necessidade de contratação imediata de produtos Diários, a Plataforma de Oferta de Capacidade (POC) da TBG – ambiente digital que deve ser acessado por meio do endereço eletrônico: ofertadecapacidade.tbg.com.br – permite a solicitação do produto com apenas um dia de antecedência para o mês corrente. A solicitação e a contratação do produto acontecem nas primeiras horas do dia e, uma vez contratada a capacidade, a requisição de transporte, pelo cliente, pode ser feita para o dia seguinte.

Os carregadores interessados poderão solicitar a contratação da capacidade de um ou mais produtos, por ponto de entrada e/ou zona de saída, conforme seus interesses. O tutorial para aquisição dos Produtos de Curto Prazo pelo POC está disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=aZh7J8iNotM&t=8s e https://www.youtube.com/watch?v=mtWcjlc2wwI.

Cronograma da Rodada 07 (JUN/2021) – Produtos de Curto Prazo

 

Petrobras informa sobre oferta de títulos globais e oferta de recompra

A Petrobras anuncia que a sua subsidiária integral Petrobras Global Finance B.V. – PGF pretende oferecer uma nova série de títulos no mercado internacional em uma nova emissão, sujeita às condições de mercado. Os títulos terão vencimento em 10 de junho de 2051 e serão emitidos com garantia total e incondicional da Petrobras.

A Petrobras também anuncia o início de uma oferta de recompra pela PGF. A oferta de recompra é para a totalidade dos títulos globais em circulação descritos na tabela abaixo, estando limitada ao montante total dispendido de US$ 2,5 bilhões.

Os valores a serem pagos aos investidores que entregarem seus títulos em cada uma das séries consideradas serão relacionados aos preços equivalentes à taxa de retorno ao investidor (yield) definida com base na taxa do tesouro norte-americano às 11:00h da cidade de Nova York em 8 de junho de 2021, somada ao acréscimo (spread) definido abaixo.

Caso o montante ofertado pelos investidores na oferta de recompra de um determinado título faça com que o limite de US$ 2,5 bilhões seja excedido, a oferta será cancelada para aquele título e aceita para o(s) título(s) seguintes, seguindo a ordem de prioridade, até que o limite de US$ 2,5 bilhões seja alcançado de forma que nenhum título poderá ser aceito parcialmente.

A oferta de recompra irá expirar às 17:00h, horário de Nova York, em 8 de junho de 2021 (Data de Expiração). Detentores de títulos que forem validamente entregues, não retirados e aceitos para recompra até a data de expiração serão elegíveis a receber o pagamento conforme termos e condições descritos na tabela acima, o que deve ocorrer no terceiro dia útil após a Data de Expiração (Data de Liquidação). Os detentores dos títulos também receberão os juros capitalizados até a Data de Liquidação.

A oferta será conduzida por BofA Securities, Inc., Goldman Sachs & Co. LLC., MUFG Securities Americas Inc., Itau BBA USA Securities Inc., J.P. Morgan Securities LLC, Santander Investment Securities, Inc. e UBS Securities LLC.  Solicitações de cópias do documento com os termos e condições da oferta (Offer to Purchase) bem como outros documentos relacionados à oferta de recompra poderão ser feitas diretamente ao Global Bondholder Services Corporation através dos telefones +1 (866) 470-3800 (toll-free) ou +1 (212) 430-3774. Os documentos das ofertas de recompra também poderão ser obtidos através do link http://www.gbsc-usa.com/Petrobras/.

Ocyan quer aumentar uso de bicicletas em Macaé

Parceria com o Instituto Aromeiazero chega na cidade no segundo semestre

Na véspera do Dia mundial da Bicicleta, a Ocyan, empresa do setor de óleo e gás, lança o programa Pedala Macaé, em parceria com a ONG Paulista Aromeiazero, para estimular a segurança do ciclista e o uso desse modal de transporte e mobilidade. A ação faz parte da nova Plataforma Socioambiental da Ocyan, que tem suas linhas de atuação voltadas para a promoção de ações de meio ambiente e desenvolvimento humano.

“O isolamento social incentiva pedaladas como meio de transporte, seja por lazer ou para o trabalho e como prática de exercício físico individual. Seu uso tem se expandido no país, dados mostram que, em 2020, o setor de bicicletas elevou o faturamento em 54%, na contramão da crise econômica pela qual passa o Brasil. Foi para estimular essa nova alternativa que lançamos o programa, em parceria com a Aromeiazero, especializada em estimular o uso das duas rodas”, explica Jocelina Valle, coordenadora de Responsabilidade Socioambiental da Ocyan.

Dados do Ciclomapa, ferramenta que busca ampliar a visibilidade de infraestrutura cicloviária, mostram que Macaé possui 15km de ciclovias, uma bicicletaria e um bicicletário. “Estamos chegando na ‘capital do petróleo’ com dez anos de experiência em usar a bicicleta como ferramenta de mudança social. Vemos potencial para Macaé se tornar também a ‘capital da bicicleta’. O projeto tem tudo a ver com a cidade e vai movimentar a população, tanto economicamente quanto fisicamente”, pontua Murilo Casagrande, diretor da Aromeiazero.

O projeto Pedala Macaé terá quatro etapas. A primeira delas é o mapeamento de dados e de pessoas que atuam no mundo da bicicleta e vai envolver ONGs parceiras e líderes indicados pela Ocyan. O projeto contratará nove profissionais, residentes do município que tenham amplo conhecimento nesse modal para estimular seu uso e que conheçam bem a cidade para ajudar no processo.

Na sequência, será realizada a campanha “Bike Parada Não Rola”, que consiste em recolher bicicletas abandonadas para serem utilizadas nos projetos do Aro, como: Viver de Bike, que ensina mecânica e economia solidária para moradores da periferia e o Rodinha Zero, que ensina crianças a pedalarem com autonomia e segurança sem rodinhas de apoio.

“Queremos incentivar também o empreendedorismo nesse universo do ciclismo. É possível ter uma renda com as bicicletas. Números da Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas) comprovam que o setor está em pleno crescimento. O projeto Viver de Bike é direcionado para isso”, esclarece a coordenadora da Ocyan.

Em 2020, foram gerados 1.079 novos empregos com carteira assinada na fabricação de bicicletas e componentes no Brasil. O comércio varejista de bicicletas, por sua vez, gerou 984 novos empregos com carteira assinada. Considerando apenas os meses de janeiro e fevereiro de 2021, os números de empregos nas lojas de bicicletas evidenciam ainda o bom desempenho do setor como um todo, com um saldo positivo de 424 novos empregos com carteira assinada em apenas dois meses, segundo a Aliança Bike.

Revitalização

 O Programa de Responsabilidade Socioambiental da Ocyan começou em 2021 cheio de novidades. Depois de um estudo aprofundado, foram identificadas oportunidades para criar uma Plataforma Socioambiental, seguindo um novo viés.

“A partir deste ano, vamos considerar duas linhas de atuação: desenvolvimento local e humano, além de proatividade ambiental e climática. Também queremos potencializar a Ocyan como  promotora de transformação na sociedade, especialmente nas comunidades onde atuamos, fortalecendo assim as ações da empresa”, Marco Aurélio Fonseca, vice-presidente de Sustentabilidade.

O compromisso com a sociedade vai ser ainda mais o norteador das ações que estão por vir  com a revitalização do programa. Uma outra grande mudança que poderá ser vista logo num primeiro momento diz respeito ao programa Escola em Ação, que passa a ser parte do eixo “Desenvolvimento local e humano”.

Arkema celebra Dia Mundial do Meio Ambiente com incentivo a ações sustentáveis

Grupo francês destacará a segregação de resíduos em projetos educacionais voltados aos colaboradores

O grupo francês Arkema celebrará em todas as suas unidades ao redor do mundo o Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06/2021) com ações educacionais e informativas voltadas a separação de resíduos. O objetivo é ampliar a conscientização dos colaboradores, reforçando o compromisso da empresa com o meio ambiente.

Além de materiais com orientações distribuídos nas unidades da Arkema e vídeo explicativo sobre o tema, os funcionários também serão convidados a compartilhar por meio de vídeos as melhores práticas de separação de resíduos em suas áreas.  Um grupo de jurados formado por um time global da Arkema irá avaliar e premiar as melhores ações.

“Num mundo que enfrenta desafios econômicos, ambientais e sociais consideráveis, a Arkema esforça-se por trazer aos seus clientes soluções sustentáveis e inovadoras que contribuam para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas e o cuidado com o meio ambiente é parte decisiva nisso. Por isso, investimos constantemente na conscientização e treinamento de nossos colaboradores”, afirma Eric Schmitt, Presidente da Arkema Brasil.

Firjan: especialistas defendem nacionalização de cadeia produtiva para energia eólica offshore

Websérie Firjan Novas Energias debaterá o potencial e a adoção de recursos renováveis no estado do Rio e no país

O Brasil tem capacidade de desenvolver uma cadeia produtiva forte para a eólica offshore com conteúdo nacional, até mesmo em relação à logística dos equipamentos. Essa é a opinião dos especialistas que participaram da websérie “Novas Energias − desenvolvimento de eólicas offshore no Brasil e a experiência holandesa”, promovida pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) em parceria com o consulado da Holanda, em 01/06.

No encontro on-line, Niels Veenis, cônsul-geral adjunto e chefe do Setor de Energia − Brasil do consulado geral dos Países Baixos no Rio de Janeiro, afirmou que uma das medidas mais importantes do governo holandês foi trabalhar com um planejamento, assegurando que isso dá garantia para desenvolvedores e leva confiança aos investidores, além de reduzir custos.

“O Brasil tem um potencial de 700 gigawatts para eólicas offshore, que é 10 vezes mais do que a Holanda”, assinalou ele. O encontro, mediado por Fernando Montera, coordenador de Relacionamento de Petróleo, Gás e Naval da Firjan, foi a primeira edição da nova websérie. Para este mercado, a federação promove também a websérie Óleo, Gás e Naval.

Elbia Gannoum, presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e vice-presidente do Conselho Global de Energia Eólica (Board of Global Wind Energy), destacou que o mundo busca cada vez mais, dentro do cenário de transição energética, investimentos que sejam alinhados com estratégias de ESG – Ambiental, Social e Governança (em português).

Segundo ela, o Brasil tem um desafio diferente de outras nações na busca pela economia de baixo carbono. “O país tem que fazer gestão não da escassez, e sim da abundância. Nós temos muito recurso e, por isso, vamos trilhar nesse caminho”.

Para Erick Aeck, diretor executivo da Van Oord – Brasil, o calcanhar de Aquiles na instalação de um parque offshore é a cadeia de suprimentos. “É extremamente importante, porque não seria preciso contar com importação de equipamentos. E estar próximo vai facilitar a implantação do parque”, explicou.

Diretor de Desenvolvimento de Negócios da SBM Offshore, Rafael Torres destacou que antes de fazer um parque grande e flutuante, primeiro é preciso tratar das eólicas offshore fixas. “O caminho é esse, à medida que vai crescendo a turbina, dominando a tecnologia e a manufatura dos componentes. A nossa ideia é até que seja possível brigar entre offshore flutuante e fixa. Esse tem sido o nosso objetivo a curto prazo”.

Fernando Montera ressaltou que as oportunidades de projetos de eólicas offshore no Brasil não se configuram como de curto prazo, mas que serão uma realidade no futuro. “Para a indústria estar apta a atender os projetos futuros, parte importante é trabalhar as sinergias com o mercado offshore hoje”.

Assista à primeira edição da Websérie Novas Energias no YouTube da Firjan em https://www.youtube.com/watch?v=yuM3FxS2Efw

Avanço nos investimentos: R$ 457 milhões serão destinados para ampliação da rede de Gás Natural em Santa Catarina até 2025

Investimentos focam na interiorização e ampliação do atendimento, levando desenvolvimento para diferentes regiões catarinenses

Serão investidos R$ 457 milhões até 2025 na ampliação da rede de distribuição de Gás Natural no território catarinense. O novo pacote de obras da SCGÁS é ainda maior do que o anunciado no ano passado, que previa investimentos de R$ 410 milhões. Até o ano de 2025, a Companhia levará o Gás Natural a 15 novas cidades catarinenses, chegando a 80 municípios atendidos. Somente para expansão de rede serão investidos mais de R$ 350 milhões e construídos cerca de 545 km de rede. Esse número representa um crescimento na infraestrutura de rede superior a 40%.

Quando assumimos a gestão do governo demos metas de eficiência à SCGÁS, garantindo que a regulação e fiscalização do serviço seguiria a técnica necessária para garantir um avanço mais veloz da infraestrutura de gás no território catarinense. Isso vem acontecendo, a distribuidora está apresentando resultados, ampliando o mercado atendido com a ligação do maior número de clientes da sua história e alcançado regiões desbastecidas”, afirma o governador, Carlos Moisés.

Com novas cidades atendidas e ampliação do número de clientes, o volume médio de consumo projetado para 2025 é de 2.513.547 m³ por dia, aumento de no mínimo 25%. Na ampliação da rede, um dos principais investimentos será para a continuidade do Projeto Serra, o maior de construção de rede de gás natural do país, que completou 10 anos em 2021. Para levar a rede até Lages – o município já é abastecido por meio de uma rede local e isolada – serão investidos mais de R$ 110 milhões até 2025. Atualmente, a rede que partiu de Indaial chegou até o município de Pouso Redondo e, até o final de 2021, estão previstos ainda mais de R$ 15 milhões de investimentos no projeto para a construção de 12 km de rede.

“Após 21 anos atuando na distribuição de Gás Natural em Santa Catarina, queremos atender cada vez mais catarinenses, levando desenvolvimento para todas as regiões do Estado. Por isso, nosso novo pacote de obras é ainda maior e foca na ampliação do atendimento ao varejo, residências e pequenas e médias indústrias, apostando também no crescimento do mercado do GNV com o fenômeno dos aplicativos e a possibilidade de entrada de frotas pesadas”, explica o presidente da SCGÁS, Willian Anderson Lehmkuhl.

Nova Rede Isolada no Planalto Norte

O novo Plano Plurianual de Negócios da empresa contempla também a implantação de uma rede isolada no Planalto Norte, para atender, principalmente, indústrias do segmento de papel e celulose de Canoinhas e Três Barras. A região receberá investimentos acima de R$ 12 milhões a partir de 2021, com previsão de término da obra em 2023.

O projeto, inovador no Brasil, é semelhante ao implantado em Lages no ano passado. A rede isolada consiste em levar GNC (Gás Natural Comprimido) por logística terrestre, para antecipar a oferta do insumo ao mercado por meio de redes locais, até a chegada da rede principal.

Ampliação no atendimento aos catarinenses

A ampliação no atendimento aos catarinenses também é um dos objetivos dos novos investimentos. Até 2025, a SCGÁS projeta atender 440 indústrias, mais de 34 mil residências, 160 postos de GNV (Gás Natural Veicular) e mais de mil comércios.

Atualmente, o mercado urbano, que compreende comércios e residências, é o mais expressivo em número de clientes atendidos, somando mais de 16 mil clientes. Nos próximos cinco anos, a SCGÁS destinará mais de R$ 34 milhões em recursos para ampliação do abastecimento deste mercado em diferentes municípios catarinenses, ligando 28 mil unidades residenciais.

O mercado de consumo avalia a Companhia de forma bastante positiva. Pesquisa de auditoria de imagem e opinião realizada no último trimestre do ano passado pela Ágora Pesquisa der Mercado e Opinião apontou que o índice de satisfação com o Gás Natural, considerando os clientes diretos da SCGÁS, era de 94%.

Tecnologia e eficiência administrativa

Além da ampliação da rede, os investimentos da SCGÁS estão voltados para estimular estudos para tecnologias no setor. Em 2021, estão previstos projetos de pesquisa de eficiência energética para o setor cerâmico, principal consumidor de Gás Natural no Estado. Também estão em curso levantamento para novas aplicações de gás natural.

Desde o final de 2020, a SCGÁS atua com nova estrutura de gestão. Focada no tripé adaptação legal e tecnológica, sustentabilidade e eficiência em custos, alinhado à atividade constante de acompanhamento do seu planejamento estratégico. A nova estrutura é mais horizontal, especializada em novas atividades e com equipes mais diversas voltadas à eficiência em processos e à prática da inovação, para dar suporte ao plano de investimento.

Em 2020 a empresa reposicionou seu planejamento estratégico e no atual exercício definiu mais de 20 indicadores de gestão que são acompanhados periodicamente e visam garantir a expansão da rede e o atendimento do mercado com sustentabilidade.

SMS na indústria deve incorporar os aprendizados da Pandemia – Raphael Moura, Superintendente de Segurança Operacional e Meio Ambiente (SSM/ANP)

Assim como na indústria, as atividades da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) também sofreram os impactos das medidas restritivas necessárias no combate à pandemia de Covid-19. “A principal mudança é o reconhecimento de que os processos decisórios precisarão ter ainda mais agilidade e devem estar preparados para incorporar informações mais amplas e multidisciplinares nos sistemas de gestão, para produzir respostas mais eficientes e reduzir a vulnerabilidade de infraestruturas críticas, como as instalações de produção de petróleo e gás natural”, pontua o Superintendentede Segurança Operacional e Meio Ambiente (SSM) da Agência, Raphael Moura. Segundo ele, para que as lições aprendidas possam gerar benefícios para todos, é fundamental que haja uma crescente integração e colaboração entre indústria, governos, reguladores e a sociedade em geral.

Oil & Gas Brasil: A pandemia de Covid-19 teve forte impacto em termos de SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde do Trabalho) em todos os segmentos. Principalmente em setores onde há trabalho confinado, como o de petróleo. Na sua visão, o que mudou ou vai mudar com o componente risco sanitário ou biológico?

Raphael Moura – É verdade…As informações que temos sobre a pandemia de Covid-19 indicam maior transmissibilidade em ambientes confinados, como nas instalações marítimas integrantes da indústria do petróleo. Embora a necessidade de desenvolvimento de planos de continuidade operacional para tratar situações de redução de pessoal a bordo (como surtos infectocontagiosos, intoxicações alimentares ou greves) esteja bem sedimentada na indústria, a escala e a duração da pandemia trouxeram mudanças significativas.

De uma forma geral, o desequilíbrio oferta-demanda e a consequente queda do valor do barril resultaram em perda significativa de valor de empresas, a interrupção de atividades não-essenciais, a preservação de caixa com redução de
atividade exploratórias e a hibernação de instalações de produção cuja economicidade não mais se sustentava.

No dia a dia operacional, as restrições de viagens/movimentação e a necessária minimização da exposição humana aos riscos egressos da pandemia resultou em uma redução de até 35% no contingente a bordo (em meados de 2020), e que hoje está em 25% (dados de junho de 2021).

As mudanças ainda estão em andamento e os impactos mais permanentes da adaptação das operações, em especial da redução de pessoal e da crescente descentralização de atividades, ainda estão por vir. A principal mudança é o reconhecimento de que os processos decisórios precisarão ter ainda mais agilidade e devem estar preparados para incorporar informações mais amplas e multidisciplinares nos sistemas de gestão, para produzir respostas mais eficientes e reduzir a vulnerabilidade de infraestruturas críticas, como as instalações de produção de petróleo e gás natural.

Oil & Gas Brasil: Quais as adequações principais adequações de normas e novas resoluções feitas pela ANP nessa área, como agência reguladora do setor?

Raphael Moura – Logo após a declaração de emergência, a ANP providenciou os ajustes necessários ao seu arcabouço regulatório, para auxiliar no gerenciamento da crise pelos agentes regulados que atuam nas atividades de E&P. Nesse sentido, a ANP estabeleceu a Resolução 816/2020, que entrou em vigor em abril de 2020 (modificada pela Resolução ANP 820/2020 e posteriormente substituída pela Resolução ANP 836/2020).

Mais especificamente no âmbito da segurança operacional, adaptamos os requisitos de gerenciamento dos riscos, conferindo maior foco aos aspectos críticos para a segurança das operações. Suspendemos, por exemplo, a obrigatoriedade de envio de carga de dados rotineiros para sistemas informatizados da ANP, excetuando-se as consideradas críticas/essenciais. Também estendemos prazos, dispensamos a apresentação de atualizações de documentos e a submissão de evidências do atendimento de não conformidades moderadas e leves. A ideia foi reduzir o fardo regulatório, restringindo-o ao que seria absolutamente essencial para a manutenção das operações seguras.

Oil & Gas Brasil: O que vc ainda acredita que ainda pode mudar nos próximos anos, devido às sequelas tanto de saúde quanto econômicas e financeiras que essa pandemia vai provocar?

Raphael Moura – Ficou muito claro que os vários desafios para o futuro da indústria – não só o gerenciamento de crises como a gerada pela pandemia, mas também a crescente digitalização, os riscos de cybersecurity e a incorporação dos conceitos de ESG e a transição energética, apenas para mencionar alguns – vão requerer tecnologia, agilidade, adaptabilidade e habilidades multidisciplinares, cujo sucesso dependerá de uma crescente integração e colaboração entre indústria, governos, reguladores e a sociedade em geral.

 
(Foto: Divulgação)

Oil & Gas Brasil: O que mudou em termos de segurança operacional propriamente dita, uma vez que as medidas restritivas têm impacto na operação?

Raphael Moura – Mais do que impactos diretos, a pandemia causou, como pontuei, um desequilíbrio econômico na indústria, que levou à preservação do caixa e a redução de investimentos, o que afeta a segurança. Entre março e dezembro de 2020, 77 unidades de produção offshore tiveram que interromper sua produção durante algum período, grande parte em função do desequilíbrio oferta-demanda por petróleo e seus derivados, que tornou subcomercial parte das operações. Contudo, menos de 10% das paradas (6 unidades) em 2020 foram em decorrência de surto de Covid-19 a bordo.

Nesse sentido, a grande questão foi a redução, de certa forma brusca, do pessoal a bordo, e diversos serviços de rotina
deixaram de ser realizados. Com menos recursos (financeiros e humanos), o planejamento de inspeções e manutenções foi
alterado, e o foco regulatório passou a recair na verificação da existência de um sistema de gerenciamento de riscos
adequado ao momento de contingência, de forma a manter a segurança das operações de produção.

Oil & Gas Brasil: Um infectologista disse acreditar que é necessário a indústria offshore rever alguns padrões de procedimentos, pois os que foram adotados não seriam tão eficazes em um ambiente como o de plataformas, com cabines para 3, 4 pessoas, inexistência de área exclusiva para covidários etc. Você acha que é reforçar e agregar novos procedimentos?

Raphael Moura – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) monitora as medidas relativas à prevenção e à contenção de surtos pandêmicos, enquanto a ANP acompanha continuamente os impactos da pandemia na segurança das operações de E&P, certificando-se de que os operadores mantêm um adequado controle dos riscos.

Nesse sentido, a Anvisa, a ANP e os demais órgãos que compõem a Operação Ouro Negro – Marinha do Brasil, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Subsecretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério da Economia emitiram diretrizes integradas para as operações offshore durante o estado de emergência.

Os sistemas de gestão das empresas, considerando tais diretrizes, vêm evoluindo, conforme ampliamos o conhecimento sobre a doença. A ANP também mantém um painel dinâmico que considera a população offshore brasileira, justamente para que as empresas possam conhecer os dados da indústria e antecipar tendências, agregando informações aos seus respectivos processos decisórios.

Oil & Gas Brasil: A pandemia também impulsionou a digitalização em todos os processos se segmentos da indústria. Como a ANP vem evoluindo na implementação de normas e resoluções de SSM relacionadas a adoção de técnicas digitais principalmente nas operações offshore?

Raphael Moura – A tradição regulatória de segurança operacional da ANP, inaugurada pela Resolução 43/2007, traz uma perspectiva para o E&P brasileiro de estruturação de um Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional (SGSO) baseado na gestão de riscos, no monitoramento de seu desempenho e no aprimoramento contínuo. Essa abordagem não-prescritiva, que permite aos operadores estabelecerem um sistema adaptado às suas necessidades, desde que aderentes às práticas de gestão impostas pela ANP, tem a grande vantagem de incorporar novas tecnologias e processos com mais facilidade do que legislações detalhadas e prescritivas. A experiência adquirida durante a vigência do SGSO e a evolução da indústria mostra que estamos no caminho certo. Nesse sentido, a revisão do arcabouço regulatório de segurança, que está em pleno vapor e será concluída em 2021, considerará o pleno alinhamento da regulação com novos processos (como as já mencionadas operações remotas/descentralização e segurança cibernética) e metodologias de gerenciamento de riscos (considerando, por exemplo, os fatores humanos, de forma mais efetiva). A ideia é otimizarmos e conferirmos maior efetividade às cargas de dados e às informações de segurança prestadas à ANP.

Oil & Gas Brasil: As próprias auditorias e inspeções às instalações offshore e onshore vêm sendo feitas de forma remota. Como foi esse processo de digitalização das auditorias e inspeções remotas?

Raphael Moura – Até o início da pandemia, as atividades de fiscalização da SSM ocorriam de forma presencial, nas quais, em síntese, uma equipe de auditoria (2 a 3 pessoas) embarcava na instalação por 5 dias, pernoitando na unidade onde ocorreria a verificação do sistema de segurança operacional dos operadores, nos moldes já consagrados pela ANP desde a instituição do SGSO, em 2007. Diante do novo cenário, a presença dos agentes de fiscalização a bordo das instalações precisou ser repensada, para redução da exposição das pessoas ao risco de contaminação. A ideia básica seria reduzir o fluxo de embarques e desembarques dos fiscais que executavam atividades rotineiras de fiscalização, minimizando assim as oportunidades de contágio nas plataformas.

Oil & Gas Brasil: Isso se deu concomitante com a revisão de normas e regulações em função da pandemia?

Raphael Moura – Sim. As etapas de planejamento da fiscalização remota ocorreram em conjunto com a revisão do arcabouço regulatório, antecipando ao máximo o início das atividades. Dessa forma, a primeira ação remota foi realizada entre 16/03/2020 e 20/03/2020. Foram estabelecidos conteúdos para verificação, com o objetivo de certificar, em um primeiro momento, o estabelecimento de um sistema de gerenciamento de segurança adequado e adaptado à contingência de Covid-19.

Posteriormente, foram adicionados outros elementos, para englobar a verificação de elementos críticos da segurança operacional, o saneamento de não conformidades graves e críticas identificadas anteriormente pela ANP, avaliar os desvios constantes dos registros de inspeção e manutenção das unidades e analisar alguns aspectos relacionados com a cessão de direitos, com foco na assunção da operação em ativos maduros por novos operadores, em especial em instalações em processo de extensão de vida útil das instalações.


(Foto: Divulgação)

Oil & Gas Brasil: Vocês criaram as salas virtuais…

Raphael Moura – O estabelecimento das salas virtuais de fiscalização, permitiu aos fiscais verificar a execução de testes em equipamentos / sistemas críticos e as ações decorrentes de desvios identificados em inspeções, que passaram a ser transmitidas através de plataforma digital, por vídeo, ou encaminhadas por meio de registro fotográfico. A equipe da ANP também se mantém conectada com a plataforma, realizando chamadas de vídeo com interlocutores e técnicos de bordo, para obter os esclarecimentos necessários quanto à segurança das operações.

O planejamento e a execução das fiscalizações sofreram grande transformação e, em poucas semanas, a SSM/ANP desenvolveu um inovador modelo de supervisão regulatória, acelerando a preparação para um futuro digital. Foi criada uma bem-sucedida
sistemática para realização de ações de fiscalização remotas, gerando resultados bastante satisfatórios e que certamente serão incorporados ao nosso processo regulatório, de forma perene.

Oil & Gas Brasil: Quais os números principais da sua área nesse primeiro ano de pandemia?

Raphael Moura – Publicamos o nosso Relatório Anual de Segurança Operacional de E&P 2020 (https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/exploracao-e-producao-de-oleo-e-gas/seguranca-operacional-e-meio-ambiente/arq/raso/2020-relatorio-anual-seguranca-operacional.pdf), onde apresentamos todas as informações, resultados regulatórios, um diagnóstico da indústria de E&P e os desafios para 2021.

Em 2020, a SSM/ANP realizou 71 (setenta e uma) fiscalizações de segurança operacional de caráter preventivo, sendo 9 (nove)
presenciais e 62 (sessenta e duas) remotas. Nessas atividades, foram identificadas 458 não conformidades, sendo 68 delas
críticas, o maior número constatado em um único ano. Como o viés, mesmo antes da pandemia, já era de aumento das não
conformidades críticas, e em 2020 passamos a dar um enfoque ainda maior em questões classificadas como graves e críticas, esse resultado não nos surpreendeu. Por esse motivo, endereçamos à indústria a necessidade de aprimorar os mecanismos de planejamento e execução das auditorias, e de implementação de planos de ação, visando à diminuição dos riscos das atividades. Nossa equipe de fiscalização tem trabalhado com a indústria, em workshops e fóruns de discussão, para aperfeiçoarmos os sistemas de gerenciamento de segurança dos operadores.

Oil & Gas Brasil: E quanto aos incidentes nesse cenário?

Raphael Moura – A constatação de não conformidades graves, moderadas e leves levam à concessão de prazos (30, 90 e 180 dias, respectivamente) para correção de desvios. Quando são identificadas não conformidades críticas (risco grave e iminente), uma multa é aplicada e a instalação é interditada, caso medidas de contingência não sejam implementadas durante a atividade de fiscalização. As multas de segurança operacional (a partir de 77 processos) totalizaram R$ 97.724.379,50. Em 2020, não tivemos fatalidades no offshore associadas à segurança de processo, mas foram registrados 3 casos fatais de Covid-19 (após o
desembarque). A taxa de ferimentos graves no offshore se manteve abaixo da média mundial (0,35 ocorrências por 100 mil horas de trabalho). Por fim, nos anos de 2019 e 2020, tivemos incidentes preocupantes de descarga de óleo cru e de diesel no mar, cujas causas estão detalhadas nos relatórios, assim como as medidas regulatórias para reduzir os vazamentos em 2021.

Oil & Gas Brasil: Quais as aprendizagens e balanço que você faz dessa digitalização na sua área?

Raphael Moura – Muitos aprendizados foram acumulados nesse processo de adaptação das resoluções ANP e de implementação do projeto de fiscalização remota. A revisão do arcabouço de segurança operacional, que está em andamento, certamente se beneficiará de grande parte das lições egressas da simplificação regulatória, que sustentou a continuidade das operações em tempos de pandemia. Da mesma forma, os processos de monitoramento da segurança das operações devem ser
aprimorados, de forma a englobar as novas tecnologias e a inteligência artificial no trato da base de dados da ANP, além de desonerar os operadores quando ao envio de informações formatadas exclusivamente para o regulador.

A comunicação com a sociedade, por meio dos diversos painéis dinâmicos que estamos lançando (além do painel de Covid-19 offshore, temos o de descomissionamento com acesso público) também evoluiu bastante, conferindo maior transparência à
atuação da ANP. A tecnologia (e, principalmente, o seu correto uso) foi grande aliada para a bem-sucedida aplicação dos
conceitos de regulação e fiscalização à distância.

Os próximos anos serão de aprofundamento e sedimentação dessa nova abordagem, para que o processo decisório de
empresas e reguladores esteja baseado em informações padronizadas e confiáveis, antecipando problemas, reduzindo vulnerabilidades e gerenciando riscos de forma ágil e dinâmica.

(Foto: Divulgação)