Omni Táxi Aéreo assina novos contratos com a Petrobras

Omni Táxi Aéreo, empresa líder no segmento de transporte Offshore, segue apoiando as operações de logística da Petrobras e acaba de assinar mais 12 contratos com a empresa para o transporte offshore de passageiros e de pequenas cargas. Os contratos foram objeto de licitação realizada em setembro de 2020 para a atualização da frota existente. As operações estão previstas para o segundo semestre de 2021.

As aeronaves, recentemente contratadas, dos modelos AW139, AW189 e H175 (médio e super médio porte) realizarão voos em atendimento à logística de passageiros das bacias de Campos e de Santos, a partir dos aeroportos de Jacarepaguá, Cabo Frio e Macaé, reforçando a presença da Omni nestas localidades.

Com estes novos contratos a Omni passará a ter uma frota de cerca de 50 helicópteros de médio, super médio e grande portes, sendo o maior operador de aeronaves do modelo AW139 da América Latina e a única empresa de táxi aéreo a operar aeronaves tipo “super médio” no Brasil.

Para o CEO da Omni Táxi Aéreo, Roberto Coimbra (foto), esses números são resultado do trabalho árduo e conjunto de diversas equipes. “Nos preparamos diariamente para crescer com qualidade e segurança junto de uma das maiores empresas de Exploração e Produção de Petróleo do mundo. Sabemos da responsabilidade desse crescimento e encaramos esse desafio com muita seriedade”.

A expansão das atividades da Omni traz também um aumento de vagas para atender o setor de Oil & Gas.

“Estamos contratando novos tripulantes, mecânicos e profissionais administrativos e promovendo vários quadros internos da companhia para atender a este novo desafio. Temos feito elevados investimentos em treinamentos, novas infra-estruturas, sistemas e inovação tecnológica, alinhadas com as crescentes demandas por iniciativas em ESG”, finaliza Roberto Coimbra.

MODEC oferece oportunidades de estágio em Rio de Janeiro, Macaé e Santos

Empresa de óleo e gás busca novos talentos para Administração, Engenharias, Ciências Contábeis, Ciências Atuárias, Estatística, Economia e áreas correlatas

Desde o dia 20 de maio, a MODEC – multinacional de origem japonesa que atua no segmento de óleo e gás – abriu inscrições para o seu Programa de Estágio 2021. As vagas serão destinadas a estudantes brasileiros que tenham conclusão de graduação prevista para dezembro de 2022 ou julho de 2023 e estejam cursando Administração, Engenharias, Ciências Contábeis, Ciências Atuárias, Estatística, Economia e áreas correlatas. As oportunidades são para Rio de Janeiro (RJ), Macaé (RJ) e Santos (SP).

O programa tem duração de até dois anos e, durante este tempo, o objetivo é desenvolver profissionalmente os participantes a partir de uma experiência multidisciplinar, com orientação profissional e feedbacks ao longo do período. Ao término do estágio, o objetivo é que os estudantes estejam aptos para participar dos processos seletivos internos da empresa, nas posições Onshore ou Offshore de nível iniciante (Jr).

A candidatura ficará disponível até o dia 11 de junho no Portal de Recrutamento da companhia. Todo o processo seletivo será realizado on-line, com testes, dinâmicas de grupo e entrevistas com gestores. A contratação dos estagiários está prevista para agosto de 2021, com as atividades em regime de home office até que as atividades presenciais se normalizem. Entre os pré-requisitos, estão inglês fluente, conhecimento avançado no Pacote Office e disponibilidade de 30 horas semanais para o estágio.

As inscrições para o processo seletivo devem ser feitas até o dia 11 de junho por meio do Portal de Recrutamento da empresa: https://jobs.kenoby.com/estagiomodec

 

Subsea 7 garante contrato com a Petrobras para a bacia de Santos

A Subsea 7 fechou contrato com a Petrobras para o desenvolvimento do campo Mero-3 localizado a 200 quilômetros da costa do Rio de Janeiro a 2.200 metros de profundidade na bacia do pré-sal de Santos.

O escopo do contrato inclui engenharia, fabricação, instalação e pré-comissionamento de 80 quilômetros de risers rígidos e linhas de fluxo para o sistema de produção de onda preguiçosa de aço e 60 quilômetros de linhas de serviço flexíveis.

Também inclui 50 quilômetros de umbilicais e infraestrutura associada, além da instalação de cabos de amarração e engates de FPSO.

A engenharia e o gerenciamento do projeto começarão imediatamente nos escritórios da Subsea 7 no Rio de Janeiro e em Paris, enquanto os dutos serão produzidos na base de spool da empresa em Ubu, no estado de Vitória.

As operações offshore estão programadas para serem executadas em 2023 e 2024, usando a frota da Subsea 7 de navios de lançamento de dutos rígidos bobinados, relata a empresa.

“Este contrato se baseia em nosso relacionamento forte e colaborativo com a Petrobras e no histórico de execução de grandes projetos de EPCI em todo o mundo”, disse Marcelo Xavier, Vice-Presidente para o Brasil.

“A Subsea 7 espera trabalhar em estreita colaboração com a Petrobras para entregar o projeto com sucesso“.

Petrobras esclarece sobre venda da TBG e da TSB

A Petrobras, em relação às notícias veiculadas na mídia, referente à venda da totalidade de suas participações de 51% na Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A. (TBG) e de 25% na Transportadora Sulbrasileira de Gás S.A. (TSB), esclarece que esse projeto de desinvestimento se encontra na fase vinculante, conforme divulgado ao mercado em 30/04/2021.

Na fase anterior do projeto, a Petrobras recebeu ofertas não vinculantes, qualificando um determinado número de potenciais compradores para a fase vinculante, ainda em andamento. Esta fase só será encerrada com o recebimento de ofertas vinculantes prevista para julho de 2021.

A Petrobras reforça o seu compromisso com a ampla transparência de seus projetos de desinvestimento e de gestão de seu portfólio e informa que as etapas subsequentes serão divulgadas ao mercado de acordo com a Sistemática para Desinvestimentos da companhia e com o Decreto 9.188/2017.

RenovaBio: ANP regulamenta redução de metas com base na aposentadoria de CBIOs por parte não obrigada

A Diretoria da ANP aprovou nova resolução que altera a Resolução ANP nº 791, de 12 de junho de 2019, relacionada à Política Nacional de Biocombustíveis – RenovaBio. A mudança tem como objetivo incluir a redução das metas anuais individuais dos distribuidores de combustíveis (agentes obrigados), em função da retirada de circulação do mercado de Créditos de Descarbonização (CBIOs) por pessoas jurídicas ou físicas (agentes não obrigados).

Os agentes obrigados a adquirir os CBIOs são os distribuidores de combustíveis fósseis. Já os agentes não obrigados são pessoas jurídicas ou físicas interessadas em mitigar suas emissões de gases de efeito estufa.

A nova resolução aprovada tem como base a Resolução nº 8/2020 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Esse ato determinou que a ANP regulamente a redução das metas individuais dos distribuidores na mesma proporção dos CBIOs retirados de circulação do mercado por agentes não obrigados.

A ANP divulgará anualmente em sua página na internet as metas preliminares e os dados utilizados para seu cálculo, no mês de dezembro do ano anterior ao de vigência da meta anual individual. O cálculo das metas definitivas para os agentes obrigados, que serão publicadas pela ANP até 31 de março do ano de vigência da meta, utilizará os dados de movimentação de combustíveis fósseis, considerando o período de janeiro a dezembro do ano anterior.

Com a nova resolução, antes do cálculo da individualização das metas anuais de cada distribuidor, a ANP reduzirá a quantidade de CBIOs retirados definitivamente de circulação do mercado, no ano anterior ao de vigência da meta, por parte não obrigada, da meta anual estabelecida pelo CNPE.

Outro ponto da resolução refere-se à possibilidade de que CBIOs aposentados pelos distribuidores em quantidades superiores às metas estabelecidas para determinado ano possam ser considerados para o cumprimento da meta do ano subsequente.

A minuta da resolução passou por consulta pública de 15 dias, tendo recebido 15 sugestões e comentários, e audiência pública online com 70 participantes, em 21/12/2020. Parte das contribuições recebidas foi acatada, total ou parcialmente, para consolidação do texto final da resolução.

O RenovaBio é a Política Nacional de Biocombustíveis e tem o objetivo de expandir a produção de biocombustíveis no Brasil, baseada na previsibilidade, na sustentabilidade ambiental, econômica e social, e compatível com o crescimento do mercado. Em 2020, primeiro ano de sua efetiva operacionalização, os resultados retratam o êxito da Política. Foram aprovados pela ANP 213 processos de Certificação da Produção Eficiente de Biocombustíveis. Com o início da operacionalização da Plataforma CBIO, ferramenta disponibilizada pelo SERPRO através de contrato com a ANP, os produtores de biocombustíveis certificados iniciaram a geração de lastros dos CBIOs, permitindo a escrituração e negociação dos créditos na bolsa de valores B3. Quanto à meta de descarbonização estabelecida para o período 2019-2020 pelo CCNPE, equivalente a 14,9 milhões de CBIOs, foram gerados 18,7 milhões, dos quais cerca de 15 milhões foram comercializados na B3 a preço médio de R$ 43,41.

Blockchain pode transformar energia em receita na Indústria 4.0

Por Pedro Okuhara, especialista de produtos e aplicação da Mitsubishi Electric

O setor industrial é responsável pela maior fatia do consumo de energia, representando quase 40%, de acordo com o último relatório da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Apesar da economia atingida pelos processos de eficiência energética, a maior dificuldade é reverteresses valores em projetos de alto impacto financeiro e produtivo.

As tecnologias Blockchain já vêm sendo testadas há muito tempo e ganharam notoriedade no setor financeiro através das criptomoedas, porém, nos últimos tempos existe um avanço nautilização em diversas aplicações específicas, como por exemplo em sistemas de saúde, internet das coisas, sistemas governamentais, contratos inteligentes, educação, entre diversos outros. Mesmo com investimentos constantes, a ampliação do uso esbarra em questões como a complexidade, altos custos de implantação, além do real valor agregado que vão muito alémda simples implementação do Blockchain.

Um projeto recente, de autoria de duas empresas japonesas, apresentou um novo modelo de rede Blockchain integrada a um sistema ponto a ponto (P2P), que viabilizou a otimização de ordens de compra e venda de energia com o mínimo de cálculo possível, não sendo necessário computadores de alta performance ou dispositivos de alto custo, reduzindo assim oinvestimento de implantação e utilização do sistema.

Pensando na Indústria 4.0, os relatórios e dados gerados por multimedidores ou gerenciadores de energia, que até então cumprem bem o papel de análise do consumo, dando caminhos paraa economia de energia, passariam a ter relevância estratégica, viabilizando a comercialização por meio de um sistema ponto a ponto, que transformaria toda sua redução de consumo, ou seja, o excedente, em fonte de receita direta.

Na prática, o modelo de descentralização da comercialização e distribuição de energia daria às indústrias e aos próprios consumidores o poder de negociar a compra e venda de energia, desde que sob gestão de uma empresa varejista, conforme preconiza a atual legislação do Setor Elétrico.

Caso seja aprovada pela Câmara a proposta enviada pela comissão de infraestrutura do Senado, que prevê, em até três anos, a possibilidade de os consumidores escolherem de quem vão comprar a energia, redes como a Blockchain poderão facilitar essa negociação, permitindouma otimização dos preços, aumentando e reduzindo, de acordo com a oferta e demandanaquele momento.

Atualmente, 60% dos projetos baseados em Blockchain no setor de energia são baseados em negociação ponto a ponto (P2P), isso porque esse modelo traz mais segurança e transparência nas transações sem a necessidade de envolver entidades terceirizadas. Em poucas palavras, as indústrias poderiam vender seus excedentes de energia a terceiros com base em um contrato mutuamente acordado, tudo dentro da legalidade.

A Indústria 4.0 trouxe uma série de tecnologias com infinitas possibilidades, não só para indústria, mas para toda a sociedade. Se antes, equipamentos como robôs industriais e máquinas inteligentes eram aspirações apenas para aquelas mais bem posicionadas, agora até as pequenas e médias indústrias podem se beneficiar dessa evolução, além do consumidor final.

O Blockchain está se tornando cada vez mais viável e trazendo mais competitividade aos setores. Aqueles que conseguirem unir objetivos comerciais aos recursos trazidos pelas novastecnologias poderão não apenas gerar receita, mas repassar esses benefícios aos consumidorese à sociedade, impulsionando novas soluções para modelos de negócios ainda não testados.

Firjan: balança comercial do estado do Rio tem superávit de US$ 1,6 bi no 1º trimestre

Boletim Rio Exporta, da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, registra aumento de 45% nas vendas externas de semimanufaturados no período. Petróleo e gás também apresentaram bom desempenho, com aumento de 7% nos embarques de óleos brutos de petróleo para a China

A balança comercial do estado do Rio registrou saldo positivo de US$ 1,6 bilhão entre janeiro e março de 2021, ante o mesmo período de 2020, reflexo das exportações, que somaram US$ 6,2 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 4,6 bilhões. É o que informa o Rio Exporta, boletim de comércio exterior da Firjan Internacional. Com a corrente de comércio fluminense em US$ 10,8 bilhões no período, o Rio se manteve como o segundo player entre os estados com maior fluxo internacional no país, atrás apenas de São Paulo.

Acesse o Boletim Rio Exporta: https://www.firjan.com.br/rioexporta

Os dados do boletim apresentam os efeitos da crise causada pela pandemia, mas há alguns sinais de melhoria. Um exemplo é o aumento de 45% nas vendas externas de semimanufaturados. Os principais itens embarcados foram produtos semimanufaturados de ferro ou aço, com crescimento de 46%; e torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes, com alta de 190%. “A desvalorização cambial momentânea favorece as exportações em geral. Além disso, a retomada de alguns mercados, principalmente na Ásia, aqueceu ligeiramente nossas vendas externas no período”, analisa Giorgio Luigi Rossi, coordenador da Firjan Internacional.

A indústria de petróleo e gás natural foi responsável por 76% das vendas fluminenses para o exterior, totalizando US$ 4,7 bilhões. Houve aumento de 7% nos embarques de óleos brutos de petróleo para a China (US$ 3 bilhões), mantendo o país asiático como nosso principal parceiro comercial. Em relação às importações, a Arábia Saudita foi a única fornecedora do produto para o estado do Rio (US$ 192 milhões), com queda de 40%.

Exportação de óleo para EUA e Argentina

Se considerarmos as exportações exclusive petróleo, 44% foram destinadas aos EUA, apesar de ter havido uma contração de 12% no primeiro trimestre. O boletim aponta alta de 38% nos embarques do Rio para Argentina, após uma queda expressiva durante a pandemia. Historicamente, a Argentina tem peso relevante para as vendas da indústria fluminense de manufaturados, com foco no setor automotivo.

As importações, de modo geral, sofreram recuo de 39% na comparação entre os períodos. Já as compras de vacinas contribuíram para alta de 8% do conjunto de produtos utilizados no combate aos efeitos da Covid-19, que estão contemplados com redução temporária das alíquotas do Imposto de Importação (acessórios, maquinários hospitalares e outros), uma vez que a aquisição dos imunizantes subiu 112% (US$ 78 milhões). Nas importações exclusive petróleo, houve queda de 39% no trimestre, embora as encomendas do Mercosul tenham subido 48%.

Petrobras informa sobre ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS

A Petrobras informa que, em decorrência da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) publicada no dia 14/05/2021, na qual definiu-se que o valor do ICMS a ser excluído da base de cálculo do PIS e da COFINS é o destacado na nota fiscal, haverá um efeito positivo no resultado da companhia. A melhor estimativa dos valores a serem recuperados para as competências compreendidas entre o período de outubro de 2001 a junho de 2020, é de um acréscimo de R$ 4,4 bilhões, antes dos efeitos fiscais, os quais serão reconhecidos nas demonstrações financeiras do 2° trimestre de 2021.

A expectativa da companhia é aproveitar o crédito nos próximos meses, mediante a compensação de tributos federais, conforme os trâmites normativos necessários.

ANP inicia consulta pública sobre regulamentos do segmento de revenda de combustíveis

A ANP iniciou consulta pública de 45 dias sobre a minuta de resolução que visa aperfeiçoar os regulamentos da Agência para o segmento de revenda de combustíveis. A audiência pública sobre o tema ocorrerá no dia 7 de julho.

O objetivo da nova resolução é reduzir o ônus dos agentes econômicos que atuam no mercado de combustíveis, viabilizar a inovação a partir de novas formas de atuação, dinamizar a oferta pelo fomento a novos arranjos de negócios, bem como revisar e simplificar regras que se tornaram desproporcionais, sem que se descuide da defesa do interesse dos consumidores.

As alterações propostas são relativas aos seguintes temas: tutela regulatória da fidelidade à bandeira; abastecimento fora das instalações autorizadas à revenda; hipótese de cancelamento de autorização de funcionamento por supressão de lacre de interdição; e exibição de preços nas bombas de combustível.

Veja mais informações sobre as alterações propostas.

A minuta de resolução, demais documentos sobre o tema e procedimentos para participação na consulta e na audiência podem ser obtidos na página da Consulta e Audiência Públicas nº 7/2021.

RNEST bate novo recorde de produção de óleo combustível

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) bate novo recorde de produção de óleo combustível, com o volume de 211.139 m³ em abril, 16,8% a mais que o mês anterior.

É o segundo recorde este ano. Em março, a refinaria já tinha conquistado o marco de 180.725 m³, volume 7,3% acima do recorde anterior, de 168.365 m³, alcançado em maio de 2020.

O óleo combustível produzido na RNEST é utilizado em grandes motores por setores da Indústria, termoelétricas e navios. Além disso, o produto serve como matéria prima na formulação do Bunker 2020 – combustível marítimo com baixo teor de enxofre. O produto é exportado principalmente para Cingapura.

Em 2020, a produção de óleo combustível correspondeu a aproximadamente 27% da produção total da RNEST, sendo superada apenas pela produção do óleo diesel S10.

Com os mais recentes resultados, a RNEST comprova sua capacidade de capturar e maximinizar o retorno a partir das demandas do mercado.