Ciser lança parafusos Dual Pitch para aplicações de alto desempenho

Indispensáveis para diversos setores, como o automotivo, construção, moveleiro, agrícola, aeroespacial, entre tantos outros, os parafusos necessitam de medidas específicas para que ocorra a união com precisão e segurança. Para atender essa demanda, a Ciser — maior fabricante de fixadores da América Latina, destaque no fornecimento de soluções para indústrias de diversos segmentos — lança mais um novidade para projetos especiais, os parafusos Dual Pitch, ideais para fixações de alto desempenho.

Utilizados em aplicações que consistem na união de chapas finas — linha branca e montadores de painéis elétricos, câmaras acústicas, bebedouros industriais, entre outros equipamentos —, o parafuso é capaz de fornecer maior região de rosca útil para atarraxamento, fixação e travamento.

Seu diferencial está na coexistência de dois passos de rosca distintos. O passo de rosca inicial é de uma rosca autoatarraxante convencional. Já o passo de rosca final (próximo à cabeça) permite maior atarraxamento, garantindo uma melhor união das chapas. Isso confere maior resistência ao arrancamento e maior resistência da rosca ao espanamento na região de atarraxamento, além de melhorar a fixação do parafuso no substrato devido à maior área de rosca engajada (efeito de travamento).

Em 2021, a Ciser dobrou o investimento previsto para o projeto de implantação da Indústria 4.0, quando comparado ao total investido no ano passado. A empresa também está fortalecendo o conceito de ‘Open Innovation’, um modelo de inovação aberta que encoraja empresas a buscarem fontes externas para criar novos produtos e soluções, aumentando a eficiência e competitividade do negócio.

Na estreia da Websérie ‘O Rio Tem jeito’, Firjan aborda o potencial transformador do gás natural

Transmissão on-line ocorre na quinta-feira, 13/5, às 17h, e tem como objetivo debater como potencializar as oportunidades previstas para o estado do Rio

A Firjan lança nesta quinta-feira, 13/5, a Websérie “O Rio Tem Jeito”, para debater como potencializar as oportunidades previstas para o estado. A primeira live será sobre o potencial transformador do Gás Natural na visão de demandantes e reguladores, a partir das 17h.

“Nosso presidente, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, tem repetido sempre a frase ‘O Rio Tem Jeito’, inspiração para o nome da nova série. A gente acredita que o estado possui um potencial tremendo para o desenvolvimento e os negócios”, ressalta Luis Augusto Azevedo, gerente geral de Competitividade na Firjan.

A live inaugural “Gás Natural − Avanços regulatórios e a visão dos demandantes” terá abertura e mediação de Eduardo Eugenio e Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da federação e diretora geral da ONIP; e participação dos empresários Marcelo Chara, CEO da Ternium e presidente do Conselho Empresarial de Responsabilidade Social da Firjan; José Firmo, CEO da Porto do Açu Operações; Gustavo Ceccucci, diretor de Energia da Braskem; e os deputados federais pelo Rio, Christino Áureo e Paulo Ganime.

“A Firjan atuou muito para que o texto original do projeto do gás fosse aprovado na Câmara, mas os resultados não são imediatos. Vamos acompanhar os próximos dois anos, que serão dedicados a decisões de investimentos e início de tomada de preço e negociações”, prevê Karine.

A websérie O Rio Tem Jeito é baseada nos temas abordados no “Programa de retomada do crescimento do estado do Rio de Janeiro em bases competitivas”, documento elaborado pela federação em 2020, com ações relacionadas à energia, infraestrutura e mobilidade urbana, segurança pública, acesso ao crédito e competitividade regulatória e tributária.

As concessões do Aeroporto Santos Dumont, de rodovias e da ferrovia EF-118 (Rio-Vitória) estão entre os tópicos a serem aprofundados nas próximas lives temáticas. “Vamos debater a volta do desenvolvimento do estado do Rio, compartilhar perspectivas e abrir caminhos para que possamos assumir novamente um papel de destaque na economia do país”, resume Azevedo.

O evento é gratuito. Para assistir à websérie ‘O Rio Tem jeito’ com o tema “Gás Natural − Avanços regulatórios e a visão dos demandantes” acesse o link

https://www.youtube.com/watch?v=9kvIyit7HiU

Enauta mantém Solstad AHTS para suporte de campo de Atlanta

A Enauta Energia afretou um rebocador de manuseio de âncoras e navio de abastecimento da proprietária de embarcação offshore norueguesa Solstad Offshore.

A Solstad Offshore disse na terça-feira que ganhou um acordo com a Enauta para o AHTS Normand Turmalina, construído em 2006, um navio anteriormente conhecido como BOS Turmalina.

Esta é na verdade uma continuação da estadia de Normand Turmalina com Enauta. Ou seja, a empresa contratou o navio em agosto de 2017 para apoiar as operações em seu campo de petróleo de Atlanta.

Ela concedeu ao navio outro contrato em meados de novembro de 2019 por 18 meses e o término desse contrato está previsto para ocorrer em maio de 2021.

Solstad acrescentou que, como antes, o AHTS Normand Turmalina seria utilizado pela Enauta para apoiar o campo de Atlanta na Bacia de Santos offshore do Brasil

O negócio, assim como o anterior, é válido por 18 meses e tem opção de estender o negócio por mais dois anos. Segundo Solstad, o contrato terá início em maio de 2021.

Em notícia recente relacionada ao Enauta e ao campo de Atlanta, foi iniciada a licitação do FPSO para o sistema de desenvolvimento completo no campo offshore.

A Enauta informou em março que estima que o processo seja concluído em 10 a 12 meses e que empresas com experiência comprovada no desenvolvimento de projetos semelhantes foram convidadas a participar da licitação.

A licitação considera um FPSO com capacidade para processar 50 mil barris de óleo por dia, ao qual serão interligados de 6 a 8 poços produtores, incluindo os 3 poços já em operação no sistema antecipado de produção (EPS).

Além disso, a licitação considera a adaptação de um FPSO existente, que nunca foi implantado, viabilizado por um contrato de exclusividade de 12 meses com opção de compra assinado pela Enauta. O licitante vencedor terá o direito de exercer essa opção.

O campo EPS de Atlanta iniciou a produção em maio de 2018, quase dois anos atrasado. O EPS é composto por três poços de produção conectados ao FPSO Petrojarl I.

TGS inicia levantamento 3D fase 4 da Bacia de Santos

A empresa sísmica norueguesa TGS deu início à pesquisa 3D de Fase 4 de múltiplos clientes na Bacia de Santos.

O levantamento está ocorrendo na porção oeste da Bacia de Santos e funciona como uma extensão noroeste do existente TGS Santos 3D, cobrindo aproximadamente 5.000 quilômetros quadrados.

O objetivo desta cobertura de dados é aumentar ainda mais a compreensão geológica da área e permitir que as empresas de E&P maximizem o potencial para descobertas em águas profundas na bacia de exploração.

“Temos o prazer de iniciar a Fase 4 desta pesquisa – fortalecendo ainda mais nossa biblioteca de dados e posição nas Bacias de Sal do Brasil”, disse David Hajovsky , vice-presidente executivo do Hemisfério Ocidental da TGS.

“Esses dados contribuirão com os esforços de nosso cliente para diminuir ainda mais o risco de seus investimentos em futuras rodadas de licitações e oportunidades de parceria”.

Os dados completos do volume rápido estarão disponíveis em março de 2022, com dados finais esperados em outubro do mesmo ano.

Trabalho de levantamento de terras da CGG OBN no campo Bacalhau

A CGG assinou um contrato com a Equinor para a realização de imagens sísmicas de nós de fundo oceânico (OBN) no campo offshore de Bacalhau.

O projeto já está em andamento no centro de imagem de subsuperfície da CGG no Rio de Janeiro, onde sua equipe está empregando tecnologias de imagem proprietárias para lidar com os desafios de iluminação do pré-sal causados ​​pela presença de sal estratificado muito espesso.

O trabalho inclui migração reversa de tempo, inversão de forma de onda completa com retardo de tempo (TLFWI) e atenuação múltipla intercalada.

Espera-se que os produtos finais para o conjunto de dados com imagens completas sejam entregues dentro de dez meses após a pesquisa, planejada para ser concluída neste mês.

De acordo com CGG, a combinação de dados OBN com TLFWI resultará em construção e imagem de modelo de velocidade mais detalhada e confiável, trazendo uma visão geológica no pós-sal, intra-sal e, o mais importante, nos níveis do pré-sal.

Espera-se que a imagem de subsuperfície resultante reduza as incertezas e permita uma melhor interpretação estrutural para orientar os planos de perfuração futuros e o desenvolvimento do campo de Bacalhau.

A Equinor é a operadora do   campo de Bacalhau com uma participação de 40 por cento, enquanto a ExxonMobil e a Petrogal detêm 40 e 20 por cento cada uma. A Pré-sal Petróleo, agência governamental não investidora, também é parceira na área.

O campo, localizado a 185 km do litoral de Ilhabela / SP em lâmina d’água de 2 km, está previsto para a primeira produção de óleo em 2024.

Petrobras assina contrato para venda de campo terrestre em Sergipe

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 11 de dezembro de 2020, informa que assinou com a Petrom Produção de Petróleo & Gás Ltda. (Petrom), contrato para a venda da totalidade de sua participação de 50% no campo terrestre de Rabo Branco, localizado na Bacia de Sergipe-Alagoas, no Estado de Sergipe.

A assinatura decorre do exercício do direito de preferência pela Petrom, que detém os 50% restantes de participação no campo. Em 11 de dezembro de 2020, a Petrobras assinou com a Energizzi Energias do Brasil Ltda. (Energizzi) contrato de compra e venda da totalidade de sua participação no campo de Rabo Branco, sendo uma das condições precedentes para o fechamento da operação o não exercício do direito de preferência pela operadora Petrom. Neste processo, a Petrom comunicou o exercício do seu direito de preferência à Petrobras, o que acarretou a rescisão do contrato de compra e venda com a Energizzi e na celebração do contrato com a Petrom, nas mesmas condições previamente estabelecidas.

O valor da operação é de US$ 1,5 milhão e foi integralmente depositado, na data de hoje, em conta-garantia em benefício da Petrobras. O fechamento da transação com a Petrom está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto nº 9.355/2018.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio, redução do endividamento e à melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em ativos de classe mundial em águas profundas e ultra-profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Sobre o campo de Rabo Branco 

O campo terrestre de Rabo Branco faz parte da concessão BT-SEAL-13, localizada ao sul do campo de Carmópolis, na Bacia de Sergipe-Alagoas, no Estado de Sergipe. A produção média do campo, no ano de 2020, foi de 131 bpd. A Petrobras possui 50% de participação, em parceria com a Petrom.

Sobre a Petrom

A Petrom é uma sociedade de propósito específico (SPE) constituída para o gerenciamento das atividades desenvolvidas no campo de Rabo Branco, no qual é operadora e detém 50% de participação. A empresa pertence ao Grupo Ecom, cujas atividades são voltadas ao mercado de geração e distribuição de energia elétrica.

Angra dos Reis, a estratificação do equilíbrio entre produção e meio ambiente

Com 207.000 habitantes e 30.000 novos postos de trabalho, duplicação da rodovia, nova marina de São Bento, novo parque Municipal, redução da pegada de carbono com a possibilidade da construção de uma usina de biogás, tendo o resíduo orgânico como insumo, e aumentando o PIB com a criação da ZPE – Zona de processamento de exportação, Angra dos Reis entra para o restrito hall de candidatas ao posto de Cidade Inteligente. Sabemos que uma cidade inteligente não se faz com wifi público e câmeras somente, tem muito mais, e Angra está neste caminho.

“Angra dos Reis se organiza para ser um exemplo de equilíbrio entre geração de renda e preservação ambiental”, afirma o prefeito Fernando Jordão. “Angra dos Reis está muito bem preparada e agora é a hora de colhermos os frutos”. Nesta quinta-feira (6), estaremos na Bolsa de Valores – [B]3 licitando a gestão do Fundo Imobiliário, gerando um patrimônio de investimentos de R$ 50 milhões, continua Fernando Jordão. “O município será cotista em empreendimentos, uma vez que pretendemos destinar espaços para fins comerciais, tais como um aquário, hotéis, dentre outros”, complementa André Pimenta, secretário de Planejamento e Gestão Estratégica.

Outro projeto estruturante é o da nova Marina de São Bento, ao lado do Porto de Angra. “Precisamos nos preparar para receber bem o turista, grande fonte de renda para Angra dos Reis”, afirma André Pimenta.

São inúmeros projetos que estão saindo do papel e se tornando realidade em uma cidade muito importante para o Rio de Janeiro e para o Brasil, a nossa Cancun, modéstia à parte, com uma riqueza natural incomparável, nos próximos 3 anos poderá ser um exemplo de Cidade Inteligente. Os equipamentos da cidade estão projetados de forma inteligente, integrando a arquitetura e o urbanismo a uma forma de gestão moderna e perfeitamente integrada à natureza.

Hoje a menina dos olhos é a ZPE, Zona de Processamento de Exportação, um distrito industrial que traz as vantagens de uma zona franca a uma determinada área de um município. Para as empresas, as vantagens são as fiscais, onde há isenção de taxas federais, redução das estaduais (por exemplo, ICMS cai para 2%) e municipais. Angra pretende que este empreendimento seja voltado para área oceânica, naval e off-shore. A prefeitura entende que esta é uma ação que fortalecerá, dentre outros, o setor metalúrgico e aumentará a competitividade de um dos maiores estaleiros do Brasil instalado na região, sem contar os demais estaleiros do estado, incluindo o Mauá (Ponta D’Areia, Niterói), do Visconde de Mauá, patrono e ex-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, a mais antiga entidade de classe do Brasil.

A ZPE poderá trazer novas 20 empresas de porte médio/grande, além de 20 pequenas e microempresas com produção voltada à exportação. Abrindo 30.000 postos de trabalho diretamente e promovendo um incremento no PIB que poderá ser dobrado. Sabemos que há uma grande disponibilidade de dinheiro para investimentos rentáveis e a ZPE é um destes investimentos.

Com relação às práticas ambientais, já em 2012, a Lei municipal 2.963, de autoria do vereador Jorge Eduardo Mascote, trazia a exigência do monitoramento bioquímico da Baía da Ilha Grande, da destinação dos resíduos sólidos (lixo) e o reaproveitamento da parte orgânica para geração de energia limpa. A geração de energia através de resíduos orgânicos é a forma de se construir a economia circular, onde os insumos são minerados/cultivados e colhidos, estes produtos viram “lixo” e hoje param nos aterros. Usando a parte orgânica em um processo de biodigestão, produzimos o biogás com o qual podemos abastecer veículos, geradores, embarcações ou mesmo gerar energia elétrica, aí sim, teremos o ciclo fechado e a economia brasileira será circular. Esta usina é potencializada quando instalada ao lado de um distrito industrial, onde poderá funcionar como um distrito de energia, gerando biogás, refrigeração, energia elétrica e calor, todos muito usados na indústria.

Imaginem Angra dos Reis com embarcações turísticas sendo abastecidas com biogás gerado na própria cidade? E os geradores das empresas e das ilhas?

A poluição não é só a atmosférica, onde os veículos automotores (carros, caminhões, ônibus e embarcações) e geradores contribuem com algo em torno de 70% da poluição das cidades, mas os motores a diesel também contribuem bastante com vibrações e ruídos. A substituição das matrizes fósseis, o diesel, a gasolina e até mesmo o GNV é urgente e Angra está no caminho certo.

Os veículos elétricos estão sendo muito discutidos no mundo, porém o custo ainda é algo fora da realidade brasileira, enquanto isso, o Brasil tem completo domínio da tecnologia dos veículos movidos a gás. O custo dos mesmos não ultrapassa 30% do valor dos movidos a diesel, por exemplo. Um outro dado importante é que o consumo é inferior com biogás, quando comparado ao diesel (0,7m3 contra 1 litro de diesel), sem contar que o custo do m3 do biogás já é bem inferior ao do diesel.

Uma importante transportadora marítima já começa a substituir os motores de sua frota de 566 grandes navios e esta mudança é para o Biogás purificado, o biometano. A operadora marítima produzirá 12 mil toneladas de biometano, o que equivale ao consumo de dois navios de 14000 TEU durante um ano todo, assista ao vídeo e entenda o processo no vídeo a seguir.

Quando em 6 de janeiro de 1502 Gonçalo Coelho chegou a essa deslumbrante baía ocupada pelo índios Tupinambás, jamais imaginaria os altos e baixos que a sociedade daquela região passaria, mas estamos em novos tempos e o equilíbrio e o bom senso afloram. Um outro projeto na região é o do primeiro hotel fazenda dentro da maior reserva da Serra do mar. Ornitólogos, biólogos e cientistas compartilham com cidadãos comuns dessas riquezas naturais e inigualáveis. Essa biodiversidade preservada nestes 520 anos e ainda desconhecida será vivenciada de forma harmônica e responsável. Temos muito que aprender neste mundo em profundas transformações e voltar às origens é um dos caminhos.

André Pimenta encerrou nossa conversa mostrando que a Prefeitura está trabalhando para tornar público, em tempo real, todas as ações em desenvolvimento. O sistema mostrará em camadas todo o município, permitindo ao poder público uma gestão situacional dentro dos seus 800,430 km² e ao cidadão interagir, seja agendando consultas médicas, matriculando seus filhos nas escolas, ou mesmo planejando um passeio de bicicleta no fim de semana. Isso é Cidade Inteligente, construiu a base para que possam ser acoplados os equipamentos IOT (internet das coisas) e daí haver outro salto tecnológico, isso é respeito com dinheiro público.

As consequências são claras, Angra tem tudo para sair do ISHM de 0,724 para despontar como uma das melhores cidades para se viver no Brasil, até mesmo ultrapassando Niterói com seus 0,837.

Petrobras assinou contrato de US $ 2,3 bilhões com o Estaleiro Keppel para construção de FPSO

A Petrobras assinou um contrato de US $ 2,3 bilhões com o Estaleiro Keppel para construir o FPSO P-78, a sétima unidade a ser instalada no campo de Búzios, na área do pré-sal da Bacia de Santos.

Após a confirmação pela Keppel em abril de 2021 de que estava em negociações com a Petrobras para um contrato para construir um FPSO para o campo de Búzios, a Petrobras revelou na segunda-feira que o contrato já foi assinado.

De acordo com o comunicado da Petrobras nesta segunda-feira, com capacidade de processamento de 180 mil barris de petróleo por dia e 7,2 milhões de metros cúbicos de gás por dia, a plataforma é do tipo FPSO, unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo. A entrega está prevista para 2024.

Em um comunicado separado na segunda-feira, Keppel disse que o valor do contrato está estimado em cerca de US $ 2,3 bilhões.

Conforme detalhado pela Petrobras, o fornecimento do FPSO resultará da modalidade de engenharia, suprimento e contratação de construção e da estratégia da Petrobras de desenvolver novos projetos para plataformas próprias, incorporando as lições aprendidas com os FPSOs já instalados no pré-sal, incluindo aspectos de contratação e construção.

A construtora disse que a Keppel O&M fabricará os módulos topside pesando 43.000 toneladas métricas (MT) em seus estaleiros em Cingapura, China e Brasil, além de realizar as obras de integração e comissionamento do FPSO.

Hyundai Heavy Industries Co., Ltd. (HHI), parceira da Keppel O&M, fornecerá o casco de 85.000 MT e os alojamentos para 240 pessoas. Após a conclusão, o FPSO transitará para o campo de Búzios, onde a Keppel O&M fará a fase final dos trabalhos de comissionamento offshore.

Por exigência definida em pré-qualificação pública, o contrato prevê o cumprimento do conteúdo local de 25 por cento, sendo os serviços executados no Brasil em parceria ou subcontratação de empresas nacionais.

O projeto prevê a interligação de 13 poços ao FPSO, sendo 6 produtores e 7 injetores, por meio de uma infraestrutura submarina composta por dutos rígidos de produção e injeção e dutos de serviço flexíveis.

O campo de Búzios, descoberto em 2010, é o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo. O campo deve chegar ao final da década com produção diária acima de 2 milhões de barris de óleo equivalente por dia, tornando-se o ativo da Petrobras com maior produção.

Atualmente, são quatro unidades operando em Búzios, que respondem por mais de 20 por cento da produção total da Petrobras.

A quinta e a sexta plataformas – FPSOs Almirante Barroso e Almirante Tamandaré – estão em construção, e a oitava e a nona unidades – FPSOs P-79 e P-80 – estão em processo de contratação.

A Petrobras também iniciou recentemente uma licitação para a aquisição da nona unidade FPSO para o campo de Búzios.

Petrobras colabora com Ministério Público na formulação de regras anticorrupção

A Petrobras é a única empresa a integrar o Grupo de Trabalho instituído esta semana pelo Ministério Público (MP) para elaborar estudos de aprimoramento de mecanismos de prevenção, detecção e correção de condutas ilícitas e antiéticas no âmbito do órgão. O diretor de Governança e Conformidade, Marcelo Zenkner, e o Ouvidor-Geral, Mario Spinelli, foram convidados a compor o grupo, formado majoritariamente por representantes do MP. Eles apoiarão o órgão na promoção de debates, diagnósticos e iniciativas voltadas à criação de cultura que encoraje a conduta ética e a aderência ao compliance.

Para o diretor Marcelo Zenkner, a indicação reconhece a evolução do sistema de integridade da Petrobras. “Após anos de trabalho, agora estamos na posição de contribuir. Superamos os casos revelados pela Lava-Jato e criamos uma cultura de ética e integridade na companhia. Com essa experiência, vamos contribuir para a formulação de regras anticorrupção para os Ministérios Públicos de todo o país, incluindo o Ministério Público Federal. É uma virada de página na história da companhia”, comemora.

O fortalecimento das boas práticas de governança e integridade em seus processos tem rendido à Petrobras reconhecimento nacional e internacional. No ano passado, a companhia voltou a ser elegível para receber investimentos do maior fundo de pensão da Noruega (KLP) e também retornou ao Partnering Against Corruption Initiative (PACI), iniciativa do World Economic Forum (WEF) para temas de combate à corrupção e transparência.

 

Marcelo Zenkner – Diretor de Governança e Conformidade da Petrobras
FOTO FLÁVIO EMANUEL / AGÊNCIA PETROBRAS

 

Mario Spinelli – Ouvidor-Geral da Petrobras
FOTO STÉFERSON FARIA / AGÊNCIA PETROBRAS

ANP divulga Relatório Anual de Gestão 2020

Esta disponível, no site da ANP, o Relatório de Gestão 2020, documento que integra a prestação de contas da agência reguladora, nos termos do art. 9º da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992.

Elaborado na forma de relato integrado, conforme determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), o documento apresenta o balanço das principais ações e resultados obtidos no exercício, bem como informações sobre a geração de valor público e o modelo de negócios da ANP.

Em atendimento à Instrução Normativa TCU nº 84, de 22 de abril de 2020, o relatório de gestão, as demonstrações contábeis relativas ao exercício encerrado e as respectivas notas explicativas foram publicados no sítio eletrônico da ANP, em seção específica com chamada na página inicial sob o título Transparência e prestação de contas.

Veja o Relatório de Gestão 2020

Acesse a página Transparência e prestação de contas