Presidente do IBP defende formação profissional para 400 mil novos postos de trabalho até 2030

Na abertura do Seminário A Força do Petróleo do Rio de Janeiro, Roberto Ardenghy alertou para risco de apagão de mão-de-obra no setor de O&G. Previsão é que o Estado receba investimentos de mais de R$ 180 bilhões até 2030.

O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Roberto Ardenghy, defendeu o investimento concentrado na formação profissional especializada no setor para responder à crescente demanda, com previsão de mais de 400 mil novos postos de trabalho até 2030. “Temos hoje a possibilidade de um apagão de mão-de-obra no setor e precisamos nos preparar agora para capacitar mais de 400 mil pessoas nos próximos anos. O setor vai precisar de profissionais habilitados, com formação acadêmica e conhecimento em inteligência artificial e línguas estrangeiras, entre outras habilidades relacionadas à agenda da transição energética”, destacou Ardenghy, na cerimônia de abertura do Seminário A Força do Petróleo do Rio de Janeiro – Um Gigante Energético, que aconteceu no último dia 10/04, no Rio de Janeiro. O executivo completou destacando que o IBP oferece, por meio da sua Universidade Corporativa (UnIBP), mais de 400 cursos de formação profissional especializada.

Maior produtor de petróleo e gás do país, o Estado do Rio de Janeiro respondeu, em janeiro e fevereiro de 2025, por 89% da produção nacional de petróleo e 76% da produção nacional de gás, segundo dados da ANP. No cenário estadual, 53% da economia do Rio de Janeiro é sustentada pelo setor de petróleo e gás – com cerca de 550 mil empregos diretos. O Rio de Janeiro é também o maior exportador desses recursos no âmbito nacional. “Vejam a dimensão que o setor tem para a economia nacional e do estado. O Rio de Janeiro tem hoje mais petróleo que Noruega, México e Angola. Somos hoje o principal exportador para o mercado chinês”, comparou o presidente do IBP.

“O setor de petróleo e gás tem importância fundamental para a nossa economia e, também, para a economia do país”, afirmou o governador Cláudio Castro. “Enquanto se discute o licenciamento para exploração da Margem Equatorial, já foram anunciados investimentos de mais de R$ 180 bilhões até 2030 no Rio de Janeiro, sendo R$ 120 bilhões somente da Petrobras até 2029”, concluiu Cássio Coelho, secretário de Estado da Energia e Economia do Mar. Neste contexto, foram destinados ao Estado do Rio de Janeiro cerca de R$ 25 bilhões de royalties em 2024 provenientes da exploração e produção de O&G.

3rd Edition of the biggest event on FPSOs in Brazil

Don’t miss the opportunity to participate in the biggest FPSO industry event in the country!

Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
Exhibition and Conference on Floating, Production, Storage and Offloading Platforms

Date: May 13, 14 and 15, 2025.

Conference: 9am to 6pm (Registration open!!!) Click here: Sympla
Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

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BRAVA Energia registra aumento de 80% na produção do primeiro trimestre de 2025

Companhia produziu média de 71.057 barris por dia no período.

A BRAVA Energia registrou aumento de 80% na produção do primeiro trimestre de 2025, com uma média de 71.057 barris por dia. A produção de petróleo da companhia foi de 58.751 barris por dia no período, enquanto a produção de gás natural ficou em 12.306 barris de óleo equivalente por dia.

O FPSO Atlanta apresenta eficiência operacional acima do previsto para uma etapa ainda de testes (produção iniciada em dezembro de 2024), com dois poços produzindo dentro do planejado. A conclusão da conexão de outros dois poços deverá ocorrer ainda em abril.

Em Papa-Terra, os dados de março foram impactados por dias planejados de vazão reduzida, medida que permite a otimização de sistemas que darão mais resiliência à operação do ativo durante o ano.

A operação do Complexo Potiguar apresentou oscilação esperada em março, enquanto a Companhia implementa projetos de reativação de poços e ampliação da injeção de vapor em campos de óleo pesado do ativo. O Complexo Recôncavo registrou desempenho estável em março em relação ao mês anterior, mantendo o alto nível de eficiência operacional, justificado pela adição de poços durante o início de 2025.

A BRAVA informou, ainda, que o operador obteve, no fim de março de 2025, a autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para retomada da operação no Campo de Manati, que deve ser efetivada ainda em abril. A Companhia detém participação não-operada de 45% em Manati.

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Edição de Março no ar!

Prezado (a) leitor (a),

A edição de Março, já está disponível.

Clique aqui e acesse a edição completa. Lembrando que não precisa de login/senha, acesso rápido e sem burocracia. (Compartilhem).

Baixe o PDF da edição: (Revista Oil & Gas Brasil_Março25)

  • MATÉRIA DE CAPA: FPSOs ‘ancoram’ a produção sustentável em águas profundas por Julia Vaz e Fabiano Reis;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA:  Na Medida Certa – Hiram Freitas, CEO da Hirsa por Julia Vaz;
  • ARTIGO I: PIG 2025 e os desafios da infraestrutura de gás no Brasil por Leonardo Mosimann Estrella;
  • Tecnologia da Brasileira VIDYA está sendo usada em operações offshore nos Estados Unidos;
  • FPSO no Brasil a caminho de mudar de mãos até o final do mês;
  • BW Offshore chegou a um acordo com a PRIO;
  • Ocyan anuncia mudança na presidência;
  • Firjan SENAI SESI e Sebrae Rio abrem inscrições para 220 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional e empreendedorismo;
  • Constellation anuncia contrato de US$ 170 milhões com a Petrobras;
  • Eneva recebe sua primeira sonda própria e avança na exploração de gás onshore;
  • Repsol Sinopec Brasil apresenta seu encerramento do seu plano de sustentabilidade 2024 com foco em descarbonização;
  • Eneva anuncia proposta de novos integrantes para Conselho de Administração;
  • Subsea7 inicia processo seletivo para 35 vagas no Rio de Janeiro;
  • OneSubsea lança programa de capacitação para o mercado de óleo e gás exclusivo para mulheres;
  • Embarcação Diamante, da Seagems, inicia novo contrato com a Petrobras;
  • Marcio Felix é reeleito presidente da ABPIP;
  • Petrobras mantém navio de apoio à instalação de oleodutos;
  • Tecnologia da Baker Hughes para aumentar a produção de petróleo e gás nos campos de águas profundas da Petrobras;
  • Firjan SENAI SESI anuncia ampliação de P&D e projeta investimentos de mais de R$100 milhões à inovação até 2031;
  • Foresea lança ciclo 2025 do Projeto Educação Integral, para capacitar gestores escolares na rede municipal de Macaé;
  • Shell investe no projeto Gato do Mato no pré-sal do Brasil;
  • Revap celebra 45 anos com exposição interativa em um dos principais museus de São José dos Campos;
  • Navio-plataforma Alexandre de Gusmão chega ao Brasil e consolida atuação da SBM Offshore no país;
  • Petrobras recolheu R$ 1,1 bilhão em tributos e participações governamentais por dia útil em 2024;
  • Petrobras informa sobre resultado de poço exploratório na Bacia de Santos;
  • BRAVA ENERGIA lança documentário inédito sobre o projeto Atlanta;
  • Com aquisição de 40% de Peregrino, PRIO fecha 2024 com receita total de US$2,4 bilhões;
  • Estaca torpedo é instalada por navio PLSV da Seagems em Mero, na bacia de Santos;
  • Firjan SESI encerra participação no Torneio Nacional de Robótica com prêmio de melhor técnico do país;
  • Vast Infraestrutura anuncia terceiro contrato de transbordo de petróleo em 2025;
  • Omni Escola de Aviação inova com tecnologia de ponta para formação de pilotos no segmento offshore;
  • Ambipar Response atua no salvamento de navio-tanque no Mar Vermelho e evita desastre ambiental histórico;
  • Porto do Açu e Sempen assinam contrato de reserva de área para planta de amônia verde;
  • PRIO recebe licença de perfuração para o Campo de Wahoo;

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

Capa

Tecnologia da Brasileira VIDYA está sendo usada em operações offshore nos Estados Unidos

  • A solução Digital Fabric Maintenance (DFM), que combina Captura de Realidade com Inteligência Artificial, será usada na avaliação de corrosão e de outras anomalias estruturais
  • É o primeiro contrato de longo prazo da empresa brasileira de base tecnológica com uma operadora offshore norte-americana
  • As soluções da Vidya visam dar suporte aos operadores offshore na gestão de integridade e performance      de ativos industriais

A Vidya Technology, deeptech brasileira especializada em soluções inteligentes para a gestão de integridade de ativos fechou contrato internacional de longo prazo com uma operadora americana que atua na exploração e produção de petróleo na costa do golfo, nos Estados Unidos. A aplicação Digital Fabric Maintenance (DFM), que integra a plataforma da Vidya, será implementada pela companhia norte-americana para aprimorar a gestão da integridade de ativos offshore em operação


Jorge Luiz Seleme Mariano, Chief Operating Officer (COO) da Vidya – Divulgação

“Este contrato marca um momento decisivo na trajetória da Vidya, na medida em que essa atuação no mercado norte-americano nos possibilitará avançar na internacionalização de nossas operações”, destaca Jorge Luiz Seleme Mariano, Chief Operating Officer (COO) da Vidya. “A aplicação DFM está na vanguarda da transformação da gestão de ativos offshore, proporcionando maior segurança tanto em operações marítimas e terrestres da indústria de óleo e gás”, complementa.

O Digital Fabric Maintenance identifica de forma autônoma corrosão e outras anomalias estruturais em ativos. A ferramenta integra inteligência artificial, ambientes 3D e Captura de Realidade (Reality Capture) para detectar, mapear, quantificar e classificar anomalias em ativos industriais, como os sistemas flutuantes de produção (floating production systems/FPS), as plataformas offshore. Integrada a outros produtos do portfólio da Vidya, o DFM permitirá que a operadora gerencie de forma eficiente e eficaz o fluxo de trabalho de integridade de seus ativos offshore no Golfo do México, uma vez que é acessível por meio de dispositivos web e mobile.

TECNOLOGIA TESTADA

A empresa americana recentemente realizou um piloto da solução da empresa brasileira, validando sua capacidade de aprimorar a gestão de integridade e implementando a solução em suas unidades flutuantes de produção de hidrocarbonetos. A expectativa da operadora é alcançar uma redução de 22% no orçamento de revestimento protetivo, além de otimizar o ciclo de manutenção e inspeção.

“A integração do 3D no mobile representa um grande avanço, permitindo que os profissionais offshore acessem dados essenciais com mais praticidade e eficiência diretamente em seus tablets. Além disso, a orquestração dos workpacks no mesmo dispositivo tem demonstrado resultados expressivos em termos de agilidade operacional”, explica Janaina Albino, Customer Success da Vidya. “Essa inovação aprimorará as práticas de manutenção e facilitará as operações, contribuindo para um desempenho mais sustentável e eficiente dos floating production systems no Golfo do México”, agrega.

EXPERTISE RECONHECIDA

A solução Digital Fabric Maintenance foi apresentada na Offshore Technology Conference – OTC 2024, realizada em Houston, Texas (USA). A solução foi distinguida na Startup Village – Energy Startup Competition, programa de incentivo da SPE e a Rice Alliance for Technology and Entrepreneurship, que dá suporte ao desenvolvimento de novas empresas e tecnologias, bem como na educação empreendedora.
Startup curitibana, que ganhou vida na incubadora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (COPPE/UFRJ), a Vidya Technology já se tornou referência em gestão de integridade e performance de ativos. É a única brasileira selecionada pela gigante Amazon Web System (AWS) para fazer parte do AI Energy Lab, que reúne, até o momento, oito startups dos EUA e duas da Irlanda, além de Canadá, Reino Unido, Bélgica e Argentina, cada um com uma representante nesse seleto grupo.

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Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

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BW Offshore chegou a um acordo com a PRIO

Conforme divulgado pela empresa, a arbitragem foi acordada para ser total e finalmente resolvida perante o Tribunal Internacional de Arbitragem de Londres antes da emissão de uma sentença final. A Prosafe Production está listada como co-réu da BW Offshore no caso.

Embora os termos do acordo confidencial permaneçam desconhecidos, a BW Offshore espera receber aproximadamente US$ 36 milhões como resultado.

De acordo com os relatórios anuais da empresa norueguesa, a PRIO entrou com um pedido de arbitragem referente a contratos de fretamento e serviços em setembro de 2021. O caso estava relacionado ao FPSO Polvo , pelo qual a PRIO buscava US$ 31 milhões pelo suposto pagamento indevido de custos e taxas de locação e arbitragem.

Em outubro de 2021, a BW Offshore respondeu com uma reconvenção, solicitando indenização principalmente por faturas não pagas e custos de desmobilização no valor aproximado de US$ 30 milhões.

O FPSO Polvo, originalmente construído para operação no campo de Polvo , no Brasil , completou 14 anos de produção antes de ser desmobilizado em 2021. Sua venda para a BW Energy, iniciada em 2022, foi concluída em maio de 2024 .

A BW Energy planeja usar o FPSO, agora chamado BW Maromba , para o desenvolvimento do campo de Maromba offshore no Brasil. Para esse propósito, a unidade foi rebocada para a China para reforma no final de 2023. De acordo com os resultados do 3T 2024 da empresa de novembro de 2024, ela estava no pátio da COSCO na China aguardando atualizações.

A licença de Maromba está localizada na Bacia de Campos do sul, na costa do Brasil, aproximadamente 100 quilômetros a sudeste da cidade de Cabo Frio. A BW Energy Maromba do Brasil detém 100% de participação acionária operada na licença. A Magma Oil tem um direito de retorno de 5% em Maromba, que deve ser executado assim que o primeiro óleo for obtido.

Conforme declarado pela BW Energy, o desenvolvimento está mirando barris de baixo risco em uma área rica em petróleo com múltiplos ativos produtores. O conceito é baseado na reutilização de um FPSO e um jack-up com capacidade de perfuração e árvores secas, fornecendo o que a empresa diz ser um desenvolvimento eficiente com curto tempo de retorno.

O conceito de desenvolvimento consiste em uma plataforma de cabeça de poço de árvore seca acoplada ao FPSO. Uma decisão final de investimento (FID) está prevista para este ano, seguida pelo início da produção em 2027, com cerca de 50.000 barris por dia esperados inicialmente.

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FPSO no Brasil a caminho de mudar de mãos até o final do mês

A Karoon Energy está avançando com a aquisição de uma embarcação flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO), que é implantada em seu projeto no Brasil. Assim que a empresa assumir a propriedade da unidade do atual proprietário e operador do FPSO, Altera & Ocyan (A&O), ela escolherá um novo contratante de operação e manutenção (O&M).

Após iniciar negociações com a Altera & Ocyan sobre a potencial aquisição do FPSO  Cidade de Itajaí , que está operando em seu  projeto Baúna  no BM-S-40, a Karoon Energy agora confirmou que esta compra está progredindo de acordo com o cronograma emitido em fevereiro de 2025.

Como resultado, a transação continua dentro do cronograma para fechar no final de abril de 2025, com a seleção do novo contratado de O&M para o FPSO Baúna prevista para ser concluída até meados do ano. A empresa atualizará sua orientação de produção assim que assumir a propriedade do FPSO, escolher a dedo o novo contratado de O&M e concluir o planejamento para a próxima fase de manutenção.

Além disso, espera-se que a orientação de custo atualizada para 2025 seja fornecida assim que os termos do novo contratante de O&M forem conhecidos. Esperava-se que o FPSO ficasse offline por um mês durante a substituição de uma válvula de elevação de gás defeituosa como parte das paradas de produção programadas da operadora australiana para manutenção planejada.

A Karoon afirma que a intervenção no poço SPS-88 foi concluída, com o poço retomando a produção em 28 de março, antes do previsto devido à disponibilidade antecipada de navios de intervenção e uma operação de duração mais curta do que o esperado.

De acordo com a empresa, as vazões iniciais estão em linha com as expectativas, com o poço atualmente produzindo aproximadamente 2.000 bopd em um choke restrito e sendo gradualmente aberto mais adiante. Portanto, o projeto Baúna, que foi encerrado em 7 de março para manutenção anual programada, reiniciou a produção em 27 de março.

A Karoon destaca que a produção aumentou desde então para cerca de 26.500 bopd, acima dos níveis anteriores ao fechamento com a retomada do SPS-88. Após um curto período de produção abundante, espera-se que um declínio natural de aproximadamente 15% ao ano seja retomado.

Além disso, o flotel que está atracado adjacente ao FPSO Cidade de Itajaí desde fevereiro deve permanecer no local até 6 de abril. Este flotel tem sido usado para acomodar mão de obra adicional para uma campanha de manutenção estendida com o objetivo de reduzir o backlog de manutenção do FPSO e melhorar a confiabilidade do equipamento.

A campanha, que aproveitou a parada anual planejada para manutenção, ocorreu em grande parte enquanto o FPSO estava operando normalmente. No entanto, mais trabalhos de manutenção pendentes estão planejados para ocorrer ao longo de 2025 e 2026 e podem envolver outra campanha de flotel durante 2026.

Dr. Julian Fowles , CEO e Diretor Geral da Karoon, comentou: “Nosso programa para melhorar a confiabilidade e o tempo de atividade do FPSO Baúna está progredindo bem. A eficiência do FPSO nas primeiras nove semanas de 2025, antes da parada anual de manutenção, foi de mais de 95%, refletindo as 11.800 horas de trabalho concluídas no final de 2024 em equipamentos de produção críticos. A campanha flotel nos permitiu concluir 71.000 horas adicionais na próxima fase de atividades para reduzir o backlog de manutenção e melhorar a redundância do equipamento.

“Embora ainda haja um caminho a percorrer para limpar completamente o backlog de manutenção e estabelecer um desempenho confiável e consistente do FPSO, o trabalho concluído na campanha atual, juntamente com as atividades esperadas para ocorrer quando a Karoon assumir a propriedade do FPSO, deve nos permitir atingir nossa meta de eficiência de FPSO de longo prazo de 90-95%. Maior eficiência terá um impacto positivo nos resultados da produção.”

O FPSO  Cidade de Itajaí , capaz de operar em lâmina d’água de até 1.000 metros, foi construído no estaleiro Jurong, em Cingapura, em 1995 e convertido em 2012. Esta unidade, que começou a operar no Brasil em fevereiro de 2013, pode produzir 80.000 barris de petróleo por dia e comprimir 2 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

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Eneva recebe sua primeira sonda própria e avança na exploração de gás onshore

Equipamento de alta tecnologia desembarca no Porto do Itaqui, no Maranhão, e segue para operação no Complexo Parnaíba.

A Eneva, maior operadora privada de gás natural no país, anuncia a chegada da sua primeira sonda de perfuração própria. O equipamento veio transportado da Alemanha e desembarcou no Porto do Itaqui, em São Luís. Agora, a sonda está no município de Fortuna, no Maranhão, onde será montada e iniciará a operação de perfuração dos poços de gás em junho de 2025.

Fabricada com tecnologia de ponta, a sonda TI-250 será a mais moderna em operação no Brasil. Seu sistema inovador “Rack and Pinion” elimina cabos de perfuração, proporcionando mais segurança e eficiência. Com 1.340 HP de potência, o equipamento é capaz de perfurar poços de até 3.500 metros. Além disso, sua configuração modular, composta por 12 cargas já montadas sobre rodas, simplifica a montagem e o transporte entre poços, otimizando a logística operacional.

A nova sonda opera com até 70% de gás natural para a alimentação de energia, reduzindo emissões e tornando a perfuração mais limpa e eficiente e reforçando o compromisso da Eneva com a sustentabilidade. “A chegada da primeira sonda própria da Eneva é um marco histórico para a companhia e para o setor de gás onshore no Brasil. Essa aquisição fortalece a capacidade operacional da empresa, amplia as perspectivas de desenvolvimento e reafirma o nosso compromisso com a redução de emissões nas nossas operações”, destaca Andrea Monte, diretor Exploração, Desenvolvimento e Construção da Eneva.

A operação logística para o transporte da sonda envolveu 1.300 toneladas de equipamentos provenientes de diferentes partes do mundo, consolidando a expertise da Eneva em gestão de projetos de grande escala. A aquisição é fundamental para os novos projetos de exploração e desenvolvimento, proporcionando segurança operacional.

SOBRE A ENEVA – A Eneva é a maior operadora privada de gás natural no país, combustível fundamental para a segurança energética. Brasileira, a companhia atua na exploração, produção e no fornecimento de energia. Opera 15 campos de gás natural nas Bacias do Parnaíba (MA) e Amazonas (AM), totalizando uma área de concessão superior a 63 mil km², a maior do Brasil. Possui um parque de geração com 6,8 GW de capacidade contratada, incluindo termelétricas nos estados do Maranhão, Ceará, Sergipe, Roraima, Espírito Santo e o Complexo Solar Futura, na Bahia.

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Ocyan anuncia mudança na presidência

Vice-presidente executivo de Subsea e Produção Offshore assume liderança da empresa.

A partir desta quarta-feira, 2 de abril, a posição de presidente da Ocyan passa a ser ocupada por Rodrigo Lemos, até então vice-presidente executivo de Subsea e Produção Offshore da companhia. Esta transição foi estruturada de forma planejada nos últimos meses e tem como objetivo garantir uma continuidade no crescimento com segurança e rentabilidade da companhia, com absoluto foco no cliente. Rodrigo substitui Luiz Reis, que dará um apoio ainda mais próximo nos próximos três meses para assegurar que a transferência de responsabilidades ocorra de forma fluida. Reis segue como membro do Conselho da empresa.

Este movimento de sucessão interna reflete a confiança plena do Conselho no corpo executivo da empresa e especialmente nas competências e na visão estratégica do novo líder, que tem um histórico comprovado de sucesso na condução das três áreas de negócio da companhia: produção offshore, subsea e serviços.

“Foi com base em um trabalho sólido e bem estruturado que avançamos com a sucessão da liderança executiva. E, sem surpresas, a escolha vem por um grande talento já dentro da companhia. Rodrigo conhece a Ocyan profundamente, tem experiência, disciplina e o foco que precisamos. Estamos confiantes de que sua gestão será marcada por consistência e resultado”, celebra Flávio Valle, presidente do Conselho de Administração da Ocyan e Managing Director do EIG no Brasil, fundo global americano líder nos setores de energia e infraestrutura e que, junto a Lake Capital Investimentos, divisão de gestão de recursos da Lakeshore Partners, focada nos setores de energia e infraestrutura, adquiriram há exatamente um ano 100% da participação da Ocyan.

Lemos é graduado em engenharia mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina, tem MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV, especialização em Finanças (FIPECAFI) e diversos certificações de instituições internacionais. Ingressou na Ocyan em 2005 e desde então ocupou posições em diversas áreas. Participou de projetos da empresa no Brasil e no exterior, principalmente como diretor da área de Produção Offshore de 2010 a 2021. Antes de assumir o cargo de CEO, ocupava a posição de Vice-presidente Executivo de Subsea e Produção Offshore. Também é membro do Conselho da Joint Venture Altera&Ocyan.

Sobre a Ocyan

A Ocyan atua há décadas na prestação de serviços para o setor de óleo e gás Upstream, com alta qualidade e capacidade técnica.

Na área de PRODUÇÃO OFFSHORE somos a única operadora brasileira de unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência – FPSO’s. Operamos atualmente quatro unidades por meio de uma joint venture 50/50 com a Altera Infrastructure, mantendo contratos de longo prazo como Consórcio de Libra, a Karoon Energy e a Brava Energia.

Temos larga experiência em SUBSEA, com afretamento e operação de unidades de lançamento de risers flexíveis (PLSV’s). Atuamos também em projeto de descomissionamento de instalações submarinas de campos offshore em águas profundas no Brasil, além de executarmos projetos EPCI (Engineering, Procurement, Construction&Installation), como por exemplo, o projeto de revitalização da malha de gás da Bacia de Campos por meio de um consórcio com a Mota-Engil. Estudamos ainda a prestação de serviços para projetos de energia Eólica Offshore, em sinergia com nossas outras atividades.

Em Macaé, temos nossa área de SERVIÇOS e TECNOLOGIAS. Atendemos o mercado de Manutenção e Serviços Offshore, para às áreas de engenharia, suprimentos, fabricação, montagem, inspeções, manutenção, reparo e pintura, além de oferecer Serviços Digitais e de Tecnologias.

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Firjan SENAI SESI anuncia ampliação de P&D e projeta investimentos de mais de R$100 milhões à inovação até 2031

Expansão de unidades e novos investimentos buscam fortalecer a competitividade e sustentabilidade da indústria fluminense e brasileira, alinhados ao ecossistema nacional de inovação.

Restos de tecido transformados em peças para o isolamento acústico de cabines de carros, doença oftalmológica tratada com extrato de jaborandi – planta 100% brasileira-, tecidos que não pegam fogo, embalagens biodegradáveis fabricadas com papel que não absorve água, treinamentos em segurança do trabalho usando realidade virtual, medicamentos e produtos para pets desenvolvidos a partir de resíduos da produção de manteigas vegetais e óleos amazônicos. Esses são alguns dos produtos inovadores desenvolvidos com a contribuição da equipe de pesquisadores da Firjan SENAI SESI, que acaba de incorporar uma nova unidade no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o ISI Biossintéticos e Fibras.

Com a incorporação, a Firjan SENAI SESI passa a gerenciar sete unidades de alta tecnologia no estado do Rio, ampliando sua capacidade de pesquisa aplicada e desenvolvimento de soluções tecnológicas para a indústria. Essas unidades incluem ainda o Instituto SENAI de Tecnologia em Engenharia e Design Industrial, o Instituto SENAI de Tecnologia em Química e Meio Ambiente, o Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Virtuais de Produção, o Instituto SENAI de Inovação em Química Verde, o Instituto SENAI de Inovação em Inspeção e Integridade, e o Centro de Inovação SESI em Saúde Ocupacional.

“A Firjan SENAI SESI consolida sua posição estratégica no ecossistema de inovação brasileiro com esse novo passo. Impulsionar a inovação industrial, fortalecer a competitividade e a sustentabilidade da indústria fluminense e brasileira, com ênfase nas micro e pequenas empresas (MPEs), é nossa meta”, afirma Luiz Césio Caetano, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). A instituição agora gerencia mais de 1.570 projetos ativos. “Em valores, nossa carteira mais que dobra e salta de R$ 132 milhões para R$ 296,5 milhões”, destaca Caetano.


Foto: Paula Johas

Rede nacional de inovação

A Firjan SENAI SESI integra a Rede Nacional de Inovação do SENAI e SESI, composta por 37 unidades espalhadas pelo Brasil. Nos próximos seis anos, a previsão é investir mais de R$ 100 milhões no desenvolvimento de projetos, considerando apenas duas unidades credenciadas à EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial).

“Este investimento está alinhado com os objetivos nacionais de desenvolvimento e com a Política Nacional de Inovação (NIB), que visa estimular a inovação no setor produtivo. Essa realidade nos permite oferecer solução de desafios complexos da indústria como transição energética e economia de baixo carbono, defesa e segurança, saúde, qualidade de vida e segurança alimentar”, comenta Alexandre dos Reis, diretor executivo da Firjan SENAI SESI. A incorporação do ISI B&F à organização, somada à integração de todas as unidades de pesquisa aplicada num único prédio, ainda traz vantagens competitivas para a instituição. “A grande sinergia entre os os insitutos B&F e Química Verde nos fortalece em P&D em Bioeconomia.”, explica Reis.

Inovação no front

Outro bom exemplo de como PD&I pode contribuir com setores estratégicos da indústria nacional, como defesa e segurança, é o simulador de direção desenvolvido para o blindado Guarani, do Exército Brasileiro. O protótipo, criado pela equipe de pesquisadores da Firjan SENAI, utiliza realidade virtual para treinamentos práticos e será empregado na formação de motoristas das mais de 650 viaturas semelhantes distribuídas pelo país. Cada blindado em operação está avaliado em R$ 6 milhões. A introdução de uma etapa de aprendizagem virtual no processo reduz custos relacionados a danos, manutenção dos veículos e consumo de combustível. Além disso, a complexidade de conduzir viaturas de 17 toneladas é mitigada durante a prática simulada. O simulador é inédito no país, e outros três estão em desenvolvimento.

Foto: Vinícius Magalhães

Fomento e capital humano

Com foco em áreas estratégicas como biotecnologia, inteligência artificial, tecnologias químicas, digitais, e processos industriais sustentáveis, um time composto por 69 mestres e 75 doutores integra a Firjan SENAI SESI, que já possui 24 patentes depositadas. As unidades desenvolvem seus projetos de inovação em parceria com instituições como EMBRAPII, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), Plataforma de Inovação da Indústria, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), fortalecendo a interação com o ecossistema de inovação do país e contribuindo para que as indústrias brasileiras enfrentem os desafios atuais e futuros.

“Para se ter uma ideia, desde 2020, a partir do nosso credenciamento, foram destinados quase R$ 36 milhões para indústrias fluminenses e brasileiras, com fomento exclusivo da EMBRAPII. Isso é muito significativo, considerando que os recursos são não reembolsáveis e cobrem de 1/3 a metade dos projetos de PD&I”, explica Carla Giordano, gerente regional de Pesquisas e Serviços de Tecnologia da Firjan.


Foto: Paula Johas

“Nossa pesquisa não se limita à geração de conhecimento, mas foca na produção de soluções tangíveis para problemas industriais, promovendo avanços para a sociedade. Garantimos que a inovação flua da academia para o processo produtivo, com parcerias essenciais para gerar conhecimento científico e projetos multidisciplinares que atendem aos complexos desafios da indústria.”, finaliza Giordano.

3rd Edition of the biggest event on FPSOs in Brazil

Don’t miss the opportunity to participate in the biggest FPSO industry event in the country!

Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
Exhibition and Conference on Floating, Production, Storage and Offloading Platforms

Date: May 13, 14 and 15, 2025.

Conference: 9am to 6pm (Registration open!!!) Click here: Sympla
Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

1) Watch our 3D MAP of the 2025 event: Click here
2) Access testimonials from great executives in the sector: Click here
3) Brazil Epicenter Global of FPSOs 2024 (Disclosure 1): Click here
4) Brazil Epicenter Global of FPSOs 2024 (Disclosure 2): Click here

Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Constellation anuncia contrato de US$ 170 milhões com a Petrobras

Empresa de perfuração vai operar a unidade Admarine 511, da ADES Holding Company, em campanha de P&A da Petrobras em águas rasas.

A Constellation Oil Services anunciou, a assinatura de um contrato de US$ 170 milhões com a Petrobras para operação da Admarine 511, plataforma de perfuração do tipo jackup da ADES Holding Company. A unidade será utilizada em uma campanha de Plug and Abandonment (P&A) de poços em águas rasas nas bacias de Sergipe, Alagoas, Ceará e Potiguar, no Brasil.

A Admarine 511 será operada pela Constellation, que terá até 210 dias para mobilizar a plataforma de sua localização atual, no Bahrein, para o Brasil, onde permanecerá contratada por 1.143 dias. O contrato também inclui uma opção de extensão de até 472 dias, mediante acordo mútuo entre as partes. A plataforma já está passando por inspeção de classe e ajustes essenciais para atender às regulamentações brasileiras.

“Estamos empolgados em anunciar a assinatura deste novo contrato, marcando nosso retorno estratégico às operações em águas rasas e nossa entrada em um segmento de mercado promissor. Este projeto é o segundo ativo de propriedade de terceiros a ser operado pela Constellation, alinhando-se com nossas competências centrais como prestadores de serviços de perfuração e desempenhando um papel vital nos ambiciosos planos de descomissionamento da Petrobras. A iniciativa será desenvolvida em etapas, começando com o P&A de um número significativo de poços atualmente conectados a essas plataformas fixas. Com base nas recentes divulgações da Petrobras, esperamos que este mercado ofereça uma demanda sustentada pelos nossos serviços bem além da duração do contrato”, informou Rodrigo Ribeiro, CEO da Constellation.

A Admarine 511 é uma plataforma jackup de três pernas, modelo MSC CJ46-X100D, projetada para operar em profundidades de até 375 pés (114 metros).

3rd Edition of the biggest event on FPSOs in Brazil

Don’t miss the opportunity to participate in the biggest FPSO industry event in the country!

Brazil Epicenter Global of FPSOs 2025 – 3rd edition
Exhibition and Conference on Floating, Production, Storage and Offloading Platforms

Date: May 13, 14 and 15, 2025.

Conference: 9am to 6pm (Registration open!!!) Click here: Sympla
Exhibition: 2pm to 8pm (Free access for all professionals in the sector)
Location: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brazil

1) Watch our 3D MAP of the 2025 event: Click here
2) Access testimonials from great executives in the sector: Click here
3) Brazil Epicenter Global of FPSOs 2024 (Disclosure 1): Click here
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